872: Mais pessoas internadas e em cuidados intensivos, 3.162 casos de covid-19, seis mortos

SAÚDE/COVID-19/INFECÇÕES/MORTES

Número de internados também sobe. São agora 632, mais 15 do que na sexta-feira, dos quais 144 estão em unidade de cuidados intensivos (mais três), segundo os dados DGS.

A vacinação está a correr a ritmo acelerado
© José Carmo / Global Imagens

Foram registados mais 3.162 casos de covid-19 em Portugal nas últimas 24 horas, indica o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS), elevando para mais de 905.651 mil o número total de infectados confirmados desde o início da pandemia.

Relatório diário deste sábado (10 de Julho) refere também que seis pessoas morreram devido à infecção por SARS-CoV-2. O número de internados volta a subir. São agora 632 (mais 15 do que na sexta-feira), dos quais 144 estão em unidade de cuidados intensivos (mais três).

Há neste momento mais 683 casos activos, num universo de 44.006, mas as pessoas recuperadas da doença são 2.473, para um total de 844.497.

A região de Lisboa e Vale do Tejo mantém a tendência de concentrar o maior número de novos casos de covid-19. Este sábado foram 1407 e três mortos. Mas a região norte já se aproxima dos mesmos valores, com 1047 novas infecções, embora sem mortos a registar.

A região centro apenas com 251 casos, registou um morto, e a do Algarve com 320, dois óbitos. A do Alentejo teve mais 75 novos casos e nenhum morto. A região autónoma dos Açores tem mais 53 pessoas infectadas e a da Madeira apenas nove.

Diário de Notícias
DN
10 Julho 2021 — 14:04

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871: Vacinas da Pfizer e da Moderna podem estar associadas a inflamações cardíacas

SAÚDE/COVID-19/VACINAS/PFIZER/MODERNA

A Agência Europeia de Medicamentos (EMA) denunciou hoje que as vacinas da Pfizer e da Moderna poderão estar associadas a ocorrências raras de inflamações no coração, após analisar 321 casos já vacinados contra o SARS-CoV-2.

As vacinas da Moderna e da Pfizer podem ter efeitos secundários
© Artur Machado/Global Imagens

A miocardite e pericardite são doenças inflamatórias do coração, apresentando sintomas como a falta de ar, palpitações e dores no peito.

O Comité de Avaliação do Risco em Farmacovigilância (PRAC) estudou 145 casos de miocardite e 138 casos de pericardite, após serem inoculados com a vacina da Pfizer, tendo analisado apenas 19 casos de cada inflamação, dos vacinados com a Moderna.

Até ao final de maio, cerca de 177 milhões de doses da vacina da Pfizer e 20 milhões doses da Moderna haviam sido administradas Espaço Económico Europeu (EEE).

O PRAC aconselhou actualizar as informações das vacinas, no sentido de incluir o efeito colaterais e aumentar a consciencialização entre as equipas de saúde e os utentes.

O comité recomendou ainda a restrição da comercialização da vacina da Johnson&Johnson para as pessoas com histórico de síndrome de derrame capilar, doença de Clarkson.

De acordo com o PRAC, é aconselhável adicionar uma advertência para doença de Clarkson, em que o fluido vaza pequenos vasos sanguíneos provocando inchaço, pressão arterial baixa, espessamento do sangue e níveis baixos de albumina no sangue.

O PRAC acrescentou que as informações do produto usado na AstraZeneca incluem um aviso para consciencializar sobre os casos de síndrome de Guillain-Barré (SBG), que podem ter sido relatados após a vacinação.

A síndrome provoca inflamação nos nervos e pode resultar em dor, dormência, fraqueza muscular e dificuldade em andar.

Em Junho, o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos anunciou que a ocorrência de inflamações no coração em adolescentes e jovens adultos poderá estar associada às vacinas da Pfizer e da Moderna contra o SARS-CoV-2.

De acordo com a informação divulgada por este organismo, há registo de inflamações no coração, ainda que raras, em adolescentes e jovens adultos que receberam os fármacos desenvolvidos pela Pfizer (em parceria com a BioNTech) e pela Moderna, duas vacinas centralizadas no método RNA (Ácido Ribonucleico).

Investigadores convocados pelo CDC revisitaram estas ocorrências de miocardite e pericardite, ou seja, inflamações do músculo cardíaco ou da membrana do coração.

Diário de Notícias
Lusa
10 Julho 2021 — 09:25

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870: Restauração nos centros comerciais também exige teste negativo ou certificado

– Em vez de andarem a PROIBIR tudo e mais alguma coisa, PROIBAM a continuidade inexplicável de quem organiza, promove e realiza PASSEATAS, CAMINHADAS, FESTAS DE ANIVERSÁRIO, CASAMENTOS, BAPTIZADOS E AFINS. Esses é que DEVEM SER PROIBIDOS! Srs. da governança, NÃO ASFIXIEM, AINDA MAIS, O POVO! Hoje, desloquei-me para fora de Lisboa e em plena Avenida da Liberdade/Lisboa, passaram por mim dezenas de labregos SEM MÁSCARA NAS TROMBAS! Em pleno Rossio/Lisboa, a mesmíssima coisa! ONDE PARA A FISCALIZAÇÃO PARA ESTES GRUNHOS?

SAÚDE/COVID-19/TESTES

Medida aplica-se apenas nos concelhos de risco elevado e muito elevado, a partir das 19:00 de sexta-feira e durante o fim de semana.

© Reinaldo Rodrigues / Global Imagens

Desde as 19:00 de sexta-feira para comer no interior de um restaurante num dos 60 concelhos de risco elevado ou muito elevado é necessário apresentar certificado digital ou teste negativo à covid-19. A medida também se aplica aos Centros Comerciais… com excepção dos restaurantes com zonas de esplanada abertas.

A Resolução do Conselho de Ministros já fazia essa referência, ainda que abrisse excepção desde que “com as devidas adaptações”, o que levantou dúvidas quanto à aplicabilidade das regras nos mega-espaços de restauração dos shoppings, mas os centros comerciais já estão a transmitir as novas medidas e restrições aos consumidores. A única excepção são então para os restaurantes com zonas de esplanada.

“Nos termos legais, a partir de 10 de Julho, aos fins de semana e feriados todo o dia, bem como sextas-feiras a partir das 19:00, o consumo de refeições no interior dos restaurantes e na Praça de Alimentação apenas é permitido a Clientes portadores de Certificado Digital COVID da União Europeia ou de teste negativo à COVID (1), aplicando-se a maiores de 12 anos”, informou este sábado o centro comercial Via Catarina, no Porto.

O mesmo foi dado a conhecer pelo centro comercial Colombo, em Lisboa e o Norte Shopping, no Porto.

Se está a pensar ir fazer compras nos fins de semana e feriados e aproveitar para comer no centro comercial precisa de um destes quatro testes negativos: o PCR (com validade de 72 horas) e antigénio com resultado laboratorial (contemplados no certificado digital covid-19) com 48 horas de validade, um auto-teste feito presencialmente à entrada do estabelecimento ou feito numa farmácia por exemplo.

Já os certificados digitais de vacinação só são válidos 14 dias após a vacinação estar completa e os de recuperação atestam que passaram mais de 11 dias e menos de 180 dias após um teste positivo. Em Portugal, é possível pedir a emissão do certificado desde 16 de Junho, através do portal na Internet SNS 24, onde é possível escolher o certificado respectivo: de vacinação, de testagem ou de recuperação.

Estes comprovativos aplicam-se também aos alojamentos turísticos (incluindo hotéis e alojamento local), mas neste caso em todo o território continental, e não apenas aos concelhos mais afectados pela pandemia de covid-19, e em todos os dias da semana.

Diário de Notícias
DN
10 Julho 2021 — 17:49

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