859: Portugal ultrapassa limite da incidência e obriga a nova matriz de risco

SAÚDE/COVID-19/NOVA MATRIZ DE RISCO

© TVI24 Portugal ultrapassa limite da incidência e obriga a nova matriz de risco

Com Portugal a atingir o número maior de novos casos de covid-19 desde 11 de Fevereiro e a ultrapassar os limites definidos pela primeira matriz de risco, a Direcção-Geral de Saúde colocou em vigor uma nova matriz – em que o limite do número de novos casos por 100 mil habitantes a 14 dias é agora alargado a 480 por 100 mil habitantes.

Dessa forma, a incidência no território nacional fixa-se agora nos 247,3 casos de infecção por 100 mil habitantes, sendo que, no Continente, o valor é de 254,8 casos de SARS-CoV-2.

De notar que na segunda-feira a incidência a nível nacional situava-se nos 224,6. No continente, o valor a 5 de Julho era 231,0.

A incidência tem estado a crescer, sem interrupções, desde o dia 19 de maio, altura em que se situava nos 51,4 casos.

A mudança surge após vários investigadores terem defendido mudanças na matriz para permitir decisões mais rápidas no combate à pandemia de covid-19, considerando que a mesma estava “obsoleta” e era “enganadora” pela lentidão dos indicadores.

Os dados do índice de transmissibilidade e da incidência a 14 dias são actualizados à segunda-feira, quarta-feira e sexta-feira.

Estes indicadores – o índice de transmissibilidade do vírus e a taxa de incidência de novos casos de covid-19 – são os dois critérios definidos pelo Governo para avaliar o processo de desconfinamento iniciado a 15 de Março.

Nos concelhos de baixa densidade populacional, que representam mais de metade do território continental, a linha vermelha que obriga os municípios a recuar no plano de desconfinamento está fixada nos 480 casos por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias e os restantes concelhos ficam sob alerta quando ultrapassarem os 240 casos por 100 mil habitantes no mesmo período.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 3.996.519 mortos em todo o mundo, resultantes de mais de 184,4 milhões de casos de infecção pelo novo coronavírus, segundo o balanço mais recente feito pela agência France-Presse.

Portugal regista esta quarta-feira oito mortes atribuídas à covid-19, o número mais elevado desde 14 de Abril, 3.285 novos casos de infecção pelo coronavírus SARS-CoV-2, e uma diminuição nos internamentos, segundo os dados da Direcção-Geral da Saúde (DGS).

No boletim epidemiológico da DGS assinala-se que estão internadas 603 pessoas com covid-19, menos 10 do que na terça-feira, 130 das quais em unidades de cuidados intensivos, menos três.

A área de Lisboa e Vale do Tejo tem 52,2% do total das novas infecções, concentrando 1.717 novos casos.

MSN
07/07/2021

 

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858: Mais 3.285 casos de covid-19 e oito mortes nas últimas 24 horas em Portugal

SAÚDE PÚBLICA/COVID-19/INFECÇÕES/MORTES

3.285 INFECTADOS e 8 MORTOS! A situação pandémica AGRAVA-SE a cada dia, mas a choldra de imbecis acéfalos continua a organizar, a promover, a realizar e a participar nas passeatas, caminhadas, casamentos, aniversários, baptizados e bebedeiras! Para quando a PSP e a GNR PÕEM COBRO A TODA ESTA MERDA? E também para quando o sr. inquilino do palácio de Belém, DECLARA, novamente, o ESTADO DE EMERGÊNCIA? Está à espera de quê? Que teimosia será esta?

Dados da DGS mostram que estão 603 pessoas com covid-19 internadas, das quais 130 em unidades de cuidados intensivos.

Enfermaria dedicada à covid-19 do Hospital de Santa Maria, em Lisboa
© Gerardo Santos / Global Imagens

Foram registados 3.285 novos casos de covid-19 em Portugal nas últimas 24 horas, refere o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS). Desde 11 de Fevereiro que não eram reportados tantas novas infecções.

O relatório desta quarta-feira (7 de Julho) indica também que morreram mais oito pessoas devido à infecção pelo novo coronavírus. Não se registavam tantos óbitos desde 14 de Abril, dia em que também foram registadas oito mortes.

A autoridade de saúde dá conta de que o número de internados desce para 603 (menos 10 face ao reportado na terça-feira). Nas unidades de cuidados intensivos estão agora 130 doentes (menos três).

Portugal está a aumentar o ritmo de vacinação contra a covid-19, tendo batido um novo recorde de doses de vacinas administradas na terça-feira. ​​​​​​”Ontem ultrapassámos as 150 mil doses administradas”, disse, esta quarta-feira, a ministra da Saúde, Marta Temido, em comissão parlamentar.

Foram, no total, 154.600 pessoas inoculadas na terça-feira, o segundo dia a registar um número elevado na administração de vacinas. Em dois dias, foram administradas mais de 290 mil doses de vacinas contra o SARS-CoV-2.

“Sabemos que têm sido utilizadas as soluções que em cada momento são as mais eficientes”, afirmou a governante, sublinhando: “Somos neste momento um dos países da União Europeia [UE] que mais vacinas tem administradas, queremos fazer esta corrida contra a variante Delta através da vacinação”, referiu aos deputados.

A ministra da Saúde referiu que também a campanha de testagem tem “sido reforçada”. Nos primeiros dias de Julho, “a média diária de testes é a mais alta desde o início da pandemia, também acima de Janeiro”.

Estado de emergência? “Não há impossibilidades totais”, diz ministra

No primeiro mês de 2021, a média de testes efectuados por dia rondou os 52 mil, segundo dados divulgados em 29 de Janeiro pelo Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA).

Na Comissão de Saúde, a ministra da Saúde não descartou o regresso ao estado de emergência, embora tenha afirmado que este mecanismo não passa exclusivamente pelo Governo. “Não há impossibilidades totais, há necessidades de avaliação constante”, argumentou.

Também esta quarta-feira, Válter Fonseca, coordenador da Comissão Técnica de Vacinação Contra a covid-19, fez saber que está a ser analisada a vacinação das faixas etárias acima dos 12 anos, devendo ser emitido um parecer antes do arranque do ano letivo, revelou em entrevista à Lusa.

O parecer está a ser elaborado e “será naturalmente conhecido para que o planeamento da vacinação possa ser feito atempadamente”, como tem sido feito desde o início da campanha, referiu.

“Será feito um parecer (…) de forma atempada e para proteger a saúde pública, nos ‘timings’ mais adequados, também em função da evolução da cobertura vacinal da restante população, que continua a ser a nossa prioridade”, acrescentou.

Diário de Notícias
DN
07 Julho 2021 — 14:05

 

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857: Filas e esperas na vacinação vão continuar durante duas semanas

– A imagem seguinte dá uma correcta percepção da idiotice deste povo: tudo ao molho e fé em deus! Onde para o distanciamento físico?

SAÚDE/COVID.19/VACINAÇÃO

Longas filas e duas a três horas de espera estão a marcar esta fase do processo de vacinação. Os utentes queixam-se. O governo admite “condições incómodas” e pede paciência.

© Amin Chaar / Global Imagens

Desde segunda-feira que o cenário se repete em todos os centros de vacinação na área da Grande Lisboa. De Oeiras ao Seixal ou até Vila Franca de Xira e passando pela capital, há filas enormes, de duas a três horas de espera, com utentes de várias idades à espera de serem vacinados. Desatentos ou não, há quem diga ter sido surpreendido com a situação, mas que aceita, outros até estavam informados de que tal poderia acontecer mas acham “inaceitável”.

O primeiro-ministro, António Costa, já veio admitir a existência de “condições mais incómodas” durante estas duas semanas, mas pede aos portugueses paciência, porque tal deve-se ao esforço que está a ser feito para “enfrentar esta difícil pandemia, estamos mesmo a enfrentar uma quarta vaga e não podemos relaxar. A situação exige que aceleremos o processo de vacinação e vai ser feito um esforço muito grande nas próximas duas semanas, com condições que serão mais incómodas para quem se vacina, mas que reforçará a segurança de todos e particularmente aqueles que vão ver mais rapidamente alcançada a segunda dose”, declarou ontem, reforçando que o esforço de aceleração da vacinação não permite “qualquer distracção” quanto ao comportamento social da população, impondo a manutenção das regras de higiene e afastamento físico. “É uma luta que ainda não terminou, é uma luta que tem de continuar e que temos de a travar”, afirmou.

O que se passa agora nos vários centros de vacinação, e se deve prolongar até à próxima semana, tem a ver com o facto de Portugal ter recebido agora uma tranche de maior número de vacinas e de se estar a tentar também vacinar o maior número de pessoas.

Aliás, prevendo que tais “situações indesejadas” de grandes filas e muita espera pudessem ocorrer, a task force divulgou no fim de semana um comunicado a alertar a população, explicando que se estava a tentar conjugar várias situações ao mesmo tempo e em grande esforço. Um esforço que reunia a tentativa de conjugar a capacidade para vacinar as pessoas convocadas centralmente, convocadas a nível local, as que se auto-agendaram e as que corressem à modalidade Casa Aberta. Tudo isto ao mesmo tempo que se iniciava a toma da segunda dose da vacina da AstraZeneca, sem marcação, e porque esta foi antecipada pela DGS.

“Este aumento de intensidade no número de vacinações, que visa reforçar a protecção da população o quanto antes, pode gerar momentos de espera e indesejados e a eventual formação mais generalizada de filas nos centros de vacinação, não obstante os esforços que serão tomados para minimizar essas situações”, refere o comunicado. Mais tarde o coordenador da task force, vice-almirante Gouveia e Melo, admitia que estas semanas seriam decisivas nesta corrida da vacinação contra a covid-19, apelando à compreensão, tolerância e colaboração dos utentes.

Fonte da task force argumentou ao DN que “as estruturas estão a ser aproveitadas ao limite, mas esperamos conseguir vacinar 850 mil pessoas por semana”. Só na segunda-feira, foram vacinadas 141.500 pessoas, e ontem este número deverá ter sido repetido, e será assim durante os próximos dias.

Mas enquanto nos grandes centros urbanos, e sobretudo na região de Lisboa e Vale do Tejo, o cenário tem sido caótico, outros centro noutras partes do país acabam por encerrar por falta de procura. Segundo noticiava a Agência Lusa, o centro de vacinação de Arcos de Valdevez, distrito de Viana do Castelo, esteve fechado no dia de ontem por falta de utentes, confirmou fonte da Unidade Local de Saúde do Alto Minho. A mesma fonte contou que para ontem havia apenas dois auto-agendamentos, que foram remarcados para sábado “por uma questão de gestão dos recursos humanos”.

Recorde-se que nesta semana arrancou a vacinação sem marcação para as pessoas com 45 ou mais anos e o auto-agendamento para as pessoas com 27 e mais anos. Em Lisboa, a faixa etária dos 30 anos começou a ser agendada para o final desta semana, enquanto em outras regiões do país a faixa etária dos 18 aos 29 já começou a ser protegida. É o tudo por tudo para se alcançar a imunidade de grupo e com os especialistas a pedir que se cumpram as regras de protecção, uso de máscara, distanciamento e higienização.

anamafaldainacio@dn.pt

Diário de Notícias
Ana Mafalda Inácio
06 Julho 2021 — 23:35

 

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856: Variante Delta responsável por perto de 90% das infecções em Portugal

SAÚDE/COVID-19/VARIANTE DELTA

Portugal está, nos últimos dias, a acelerar o ritmo da vacinação contra a covid-19 para responder à rápida propagação da variante Delta, considerada 60% mais transmissível do que a Alpha, com a `task force´ que coordena a logística a apontar para a administração de cerca de 850 mil doses por semana.

A variante Delta do vírus SARS-CoV-2, associada à Índia e considerada mais transmissível, é responsável por perto de 90% dos casos de infecção em Portugal e registou um forte incremento no Norte, na Madeira e nos Açores.

Os dados constam do relatório do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) sobre a diversidade genética do vírus que provoca a covid-19 hoje divulgado e que confirma que a Delta já era a variante prevalecente em Portugal na semana de 21 a 27 de Junho.

“Como esperado, a sua frequência tem aumentado em todas as regiões” no último mês, registando-se um “forte incremento” no Norte, onde já representa 71.1% das infecções, na Madeira (85.7%) e nos Açores (64.7%), avança o instituto.

Portugal está, nos últimos dias, a acelerar o ritmo da vacinação contra a covid-19 para responder à rápida propagação da variante Delta, considerada 60% mais transmissível do que a Alpha, com a `task force´ que coordena a logística a apontar para a administração de cerca de 850 mil doses por semana.

De acordo com o INSA, do total de sequências da variante Delta analisadas, 55 apresentam a mutação adicional K417N na proteína `spike´ (sub-linhagem AY.1), o que significa que, na amostragem nacional de Junho, não tem evidenciado uma tendência crescente.

Relativamente à variante Alpha, associada inicialmente ao Reino Unido e que chegou a ser a predominante em Portugal, o INSA adianta que “continua com forte decréscimo de frequência a nível nacional”, apresentando uma frequência relativa de 9.8%.

“A frequência relativa das variantes Beta e Gamma, associadas inicialmente à África do Sul e ao Brasil (Manaus), respectivamente, mantém-se baixa e sem tendência crescente nas últimas amostragens a nível nacional”, refere ainda o relatório.

Entre outras variantes de interesse já detectadas em Portugal, o instituto aponta a circulação da variante com a linhagem B.1.621, detectada inicialmente na Colômbia, a qual apresentou frequências relativas entre 1% e 0.4%, assim como a Lambda, com circulação vincada no Peru e do Chile, a qual foi detectada em apenas dois casos em Portugal, desde Abril deste ano.

O INSA já analisou 10.824 sequências do genoma do novo coronavírus, obtidas de amostras colhidas em mais de 100 laboratórios, hospitais e instituições, representando 288 concelhos de Portugal.

Em Junho, o instituto anunciou um reforço da vigilância das variantes do vírus que causa covid-19 em circulação em Portugal, através da sua monitorização em contínuo.

Esta nova estratégia permite uma melhor caracterização genética do SARS-CoV-2, uma vez que os dados serão analisados continuamente, deixando de existir intervalos de tempo entre análises, que eram dedicados, essencialmente, a estudos específicos de caracterização genética solicitados pela saúde pública.

Em Portugal, desde o início da pandemia, em Março de 2020, morreram 17.118 pessoas e foram registados 892.741 casos de infecção, de acordo com a Direcção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detectado no final de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China, e actualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, a Índia ou a África do Sul.

Diário de Notícias
DN/Lusa
06 Julho 2021 — 16:56

 

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Costa considera festas ilegais e legais os “pólos de difusão” da nova vaga

– Sr. Costa, não são apenas as festas ilegais e legais, os “pólos de difusão” da 4ª. vaga da pandemia COVID-19! São TODOS OS EVENTOS SOCIAIS de gente tacanha, acéfala, irresponsável, nas suas passeatas, caminhadas, bebedeiras e afins! Enquanto AUTORIZAREM e NÃO PUNIREM esta choldra de organizarem, promoverem e realizarem este tipo de eventos que duram desde o início da pandemia em Março de 2020, nos estados de calamidade e de emergência nacionais, as linhas vermelhas continuam a apresentar os números diários de infectados e de mortos.

Líder do Governo apelou à “responsabilidade individual” de cada cidadão, insistindo que só comportamentos responsáveis poderão evitar que as infecções cresçam como cresceram em Janeiro e Fevereiro

© EPA/JOHANNA GERON / POOL

O primeiro-ministro, António Costa, defendeu esta terça-feira que as festas ilegais e legais que são feitas um pouco por todo o país são os “principais pólos de difusão” desta nova vaga da pandemia de covid-19.

“Temos de evitar os comportamentos irresponsáveis de festas clandestinas ou não clandestinas que se desenvolvem sem segurança e que estão a ser os principais pólos de difusão desta nova vaga da pandemia”, afirmou António Costa durante uma visita ao Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho, em Gaia, no distrito do Porto.

Acompanhado da ministra da Saúde, Marta Temido, o chefe do executivo apelou à “responsabilidade individual” de cada cidadão, insistindo que só comportamentos responsáveis poderão evitar que as infecções cresçam como cresceram em Janeiro e Fevereiro.

António Costa apelou ao esforço daqueles que vão ser vacinados em “condições menos agradáveis nas próximas semanas” devido ao aumento do número de administrações de vacinas e à “disciplina” de usar máscara, desinfectar as mãos e manter a distância física.

“Hoje estamos melhor preparados, mas isso não nos deve dar tranquilidade porque esta pandemia não acabou, infelizmente continua e vai continuar enquanto o vírus tiver capacidade para se ir diferenciando em múltiplas variantes”, sublinhou.

Diário de Notícias
DN/Lusa
06 Julho 2021 — 18:55

 

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854: Aplicação para leitura do certificado digital já disponível para telemóveis

SAÚDE/COVID-19/APP PASSE COVID PARA SMARTPHONES

– Para ser uma notícia mais completa, deveria conter o endereço (link) da Play Store (Android) (https://play.google.com/store/apps/details?id=pt.incm.eudcc.app.lite&pli=1). Já a descarreguei, instalei e como apenas tenho a primeira dose de vacina, a app não aceita o Certificado de Vacinação do SNS24, informando que falta a segunda dose e tem de passar 14 dias. Em contrapartida, tenho outra app instalada (Pass Green) que através do código QR, passou para a app a cópia do Certificado de Vacinação da primeira dose (os tugas são mesmo complicados…!).

Esta aplicação vai permitir que as entidades que precisem de validar os certificados digitais covid da UE, que entraram em vigor a 1 de Julho, possam “fazê-lo de forma digital e mais rápida”

A aplicação que permite a leitura do certificado digital em vigor na União Europeia (UE) já pode ser descarregada nos telemóveis, permitindo uma validação mais rápida do documento, anunciou esta terça-feira o Ministério da Saúde.

“A aplicação móvel de leitura do Certificado Digital UE “Passe Covid” já está disponível para descarregamento nas lojas de aplicações móveis (app stores) da Google, da Apple e da Huawei”, adiantou o ministério em comunicado.

Segundo a mesma fonte, esta aplicação vai permitir que as entidades que precisem de validar os certificados digitais covid da UE, que entraram em vigor a 1 de Julho, possam “fazê-lo de forma digital e mais rápida”.

Desenvolvida pela Imprensa Nacional Casa da Moeda, a aplicação pode ser “descarregada e utilizada por todos”, caso das transportadoras aéreas e dos organizadores de eventos culturais, corporativos, desportivos e familiares, como casamentos e baptizados, avançou o ministério de Marta Temido.

Na prática, ao apontar a câmara do telemóvel para o código QR do certificado digital, a aplicação procede à sua leitura de forma automática, apresentando um sinal verde, que significa que o certificado foi validado com sucesso, ou vermelho, para os casos em que o certificado não é válido, explicou o ministério.

do webmaster deste Blogue: esta app apenas aceita a leitura do código QR para quem possui já as duas doses da vacina e passados 14 dias. Deviam de mencionar este ponto.

“Para efeitos de verificação, apenas são inspeccionadas a validade e a autenticidade do certificado, verificando quem o emitiu e assinou, além da aplicação das regras emitidas pela DGS. Durante o processo, apenas serão visualizados o nome, data de nascimento e informação sobre a verificação de validade do mesmo. Nenhum dado pessoal é armazenado pela aplicação”, garantiu ainda a mesma fonte.

Estes certificados começaram a ser emitidos em Portugal em 16 de Junho e permitem comprovar de que o seu portador foi vacinado contra a covid-19, efectuou um teste com resultado negativo ou já recuperou da doença.

Na sequência do acordo dos Estados-membros para facilitar a livre circulação dos cidadãos na UE de forma segura durante a pandemia, o documento, em Portugal, poderá ter outras funcionalidades, já que o Governo adiantou que pode ser utilizado em “matéria de tráfego aéreo e marítimo, de circulação em território nacional e de acesso a eventos de natureza cultural, desportiva, corporativa ou familiar”.

O ministério adiantou ainda que a aplicação SNS 24, que permite a emissão e apresentação do Certificado Digital da UE em formato electrónico, já está disponível nas `app stores´ da Google e, em breve, da Apple, permitindo que cada cidadão possa obter, consultar e armazenar o seu certificado digital.

Desenvolvida pela Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, esta aplicação móvel SNS 24 vem substituir a app MySNS Carteira.

Diário de Notícias
DN/Lusa
06 Julho 2021 — 20:23

 

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