749: Governo antecipa desconfinamento para esta sexta-feira

 

SAÚDE/COVID-19/DESCONFINAMENTO

O Governo, através de uma resolução de Conselho de Ministros antecipou em três dias o desconfinamento anteriormente previsto para o dia 14 de Julho, segunda-feira.

Na resolução do Conselho de Ministros publicada esta quinta-feira no Diário de República Electrónico pode ler-se que “a presente resolução produz efeitos no dia seguinte ao da sua publicação”. Assim, os concelhos que avançaram para a próxima fase de desconfinamento, como foi anunciado pela ministra Mariana Viera da Silva – pode fazê-lo já partir desta sexta-feira, dia 11 de Junho.

Lisboa, Braga, Odemira e Vale de Cambra são as excepções e não avançam para a próxima fase de confinamento até à próxima fase de avaliação – a 28 de Junho.

De fora desta antecipação ficam os concelhos de Lisboa, Braga, Odemira e Vale de Cambra, que não avançaram no desconfinamento e vão manter as actuais regras até pelo menos 28 de Junho.

A ministra na conferência de imprensa de quarta-feira, dia 9 de Junho, indicou que há 10 concelhos em situação de alerta, por terem mais de 120 casos da covid-19 por 100 mil habitantes para as regiões de alta densidade populacional ou mais de 240 casos por 100 mil habitantes para os territórios de baixa densidade, que são Albufeira, Alcanena, Arruda dos Vinhos, Cascais, Loulé, Paredes de Coura, Santarém, Sertã, Sesimbra e Sintra.

Diário de Notícias
DN
10 Junho 2021 — 23:27

 

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748: Há três meses que não se registavam tantos novos casos em 24 horas

 

SAÚDE/COVID-19/ESTATÍSTICAS/REGABOFE

Portugal com mais 910 casos e seis mortes por covid-19. País totaliza agora 855 432 casos confirmados e 17 043 óbitos desde o início da pandemia
Portugal registou nas últimas 24 horas mais 910 casos e seis mortes por covid-19, segundo os dados do boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS) desta quinta-feira, 10 de Junho.

Desde 15 de maio que não se registavam tantos óbitos e desde 6 de Março que não havia tantos novos casos no espaço de 24 horas.

Nesta altura estão hospitalizadas 295 pessoas, ou seja, menos 12 do que na quarta-feira. Há 72 doentes em cuidados intensivos, mais dois do que na véspera.

Registam-se assim mais 370 casos activos, uma vez que recuperaram 534 pessoas.

Tal como no dia anterior, Lisboa e Vale do Tejo teve mais de metade dos novos casos no país nas últimas 24 horas: 557. Seguem-se as regiões Norte (179), Centro (66), Açores (38), Algarve (36), Alentejo (28) e Madeira (seis).

Portugal continental apresenta uma incidência 74,8 novos casos de covid-19 por cem mil habitantes e um índice de transmissibilidade (Rt) do coronavírus SARS-CoV-2 de 1,05.

Acesso a vacinas e recuperação da pandemia de covid-19 no topo da agenda dos G7

A cimeira do G7 que abre na sexta-feira na Cornualha, sudoeste de Inglaterra, será a primeira presencial entre os respectivos líderes em dois anos e é considerada crucial para o combate e recuperação mundial da pandemia de covid-19.

O acesso equitativo às vacinas anti-covid-19, com ênfase na redistribuição de doses excedentes dos países membros do G7 (Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido), vai estar no topo da agenda.

Apesar do apoio unânime à Covax, iniciativa liderada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) que visa assegurar vacinas a países de médio e baixo rendimento, o número real de doses disponibilizado está muito abaixo das necessidades, pois os países ricos têm dado prioridade às suas próprias populações.

O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, disse que vai apelar aos restantes líderes para unirem esforços para ajudar a vacinar o mundo inteiro contra a covid-19 até ao final de 2022.

Porém, enquanto no Reino Unido mais de 75% dos adultos já receberam pelo menos uma dose da vacina contra o novo coronavírus, só 12% da população mundial está inoculada e grande parte da África subsariana está abaixo dos 2%.

“Partilhar vacinas é fundamental para pôr fim à fase aguda da pandemia”, disse esta semana o director-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

A UNICEF estima que os países do G7 terão em breve doses suficientes para doar 20% das suas vacinas entre Junho e Agosto, o que representaria um total de 150 milhões de doses, sem que isso se traduza num “atraso significativo” dos planos nacionais de vacinação.

Além do acesso “aqui e agora” às vacinas, deverá ser discutida na transferência de tecnologias e recursos por países e farmacêuticas para facilitar e aumentar a produção de vacinas.

Mas o Governo britânico quer levar a discussão para além, promovendo o slogan da presidência do G7 “reconstruir melhor” e promover uma estratégia para a recuperação da pandemia covid-19 ao mesmo tempo que o mundo reforça a resiliência contra futuras pandemias.

Diário de Notícias
DN
10 Junho 2021 — 14:20

 

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