730: R(t) e incidência sobem significativamente nas últimas 24 horas

 

SAÚDE/COVID-19/ESTATÍSTICAS

O boletim diário da Direcção-Geral da Saúde (DGS) dá conta de mais 430 novos e de zero mortes nas últimas 24 horas em Portugal. Há ainda 267 pessoas internadas com covid-19, das quais 53 em unidades de cuidados intensivos. Neste boletim há a destacar a subida da incidência nacional e no continente e do R (t).

Centro de vacinação em Matosinhos
© André Rolo / Global Imagens

Foram confirmados mais 430 casos de covid-19 em Portugal nas últimas 24 horas, refere o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS). O relatório desta sexta-feira (4 de Junho) indica que não houve mortes devido à infecção por SARS-CoV-2. Há ainda a registar 267 internados, mais 13 do que na quinta-feira, dos quais 53 em cuidados intensivos, mais um do que ontem.

No boletim de hoje há a destacar a subida da incidência de 66, 4 casos por 100 mil habitantes a nível nacional para 69,8, e de 63,7 no Continente para 67,5 – o que significa uma subida de 3,4 no país e de 3,8 no Continente. Quanto à transmissibilidade, R (t), a subida é de 1,07 a nível nacional para 1,08 e de 1,08 para 1,10 no Continente.

O país soma assim um total de 851 461 infectados, desde o início da pandemia, 17.029 óbitos e 810.959 recuperados. Mas há a registar subidas também no número de casos activos 23.473, mais 130 do que na quinta-feira, e 25 161 em vigilância, mais 232 do que ontem.

Regionalmente, Lisboa e Vale do Tejo mantém-se na frente com 217 casos, segue-se o Norte com 132 casos, o Centro com 20, o Alentejo com 16 e o Algarve com 11. Nas ilhas há registar 26 casos nos Açores e 8 na Madeira.

Recorde-se que nesta fase da evolução da pandemia, Lisboa é um dos concelhos que está em situação de alerta. Contactos pelo DN, especialistas apelam à responsabilidade individual no cumprimento de regras, uma vez que a pandemia de covid-19 não terminou.

O epidemiologista Tiago Correia, do Instituto de Higiene e Medicina Tropical (IHMT), acredita mesmo que o que vai acontecer é que “Lisboa não avançará para a nova fase do desconfinamento”, que vai entrar em vigor a 14 de Junho.

Lisboa e Vale do Tejo tem sido, aliás, a região com o maior número de novos casos diários. Na quinta-feira, por exemplo, foram reportados nesta zona do país mais 385 diagnósticos de covid-19.

Especialista contesta valores usados pelo Reino Unido para retirar Portugal da lista “verde”

A actualização desta sexta-feira dos números da covid-19 em Portugal surge no dia em que continuam a surgir reacções e justificações à decisão do Reino Unido em retirar Portugal da lista “verde” dos destinos turísticos seguros.

Uma das justificações surge pela voz do ministro da Habitação britânico, Robert Jenrick, que, nesta sexta-feira, defendeu a “abordagem ultra cautelosa” de despromover Portugal da lista verde de viagens para a lista amarela enquanto é avaliado o risco de uma mutação da variante Delta do coronavírus.

“Há em Portugal evidências crescentes de uma mutação adicional, que ficou conhecida como a variante do Nepal. E como ainda não sabemos se isso será um problema, é aconselhável adoptar uma abordagem ultra cautelosa, enquanto os nossos cientistas analisam os dados, veem quais são as suas características e, acima de tudo, se as nossas vacinas são eficazes“, disse à BBC.

Em Portugal, João Paulo Gomes, microbiologista do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, disse ter sido com estranheza que recebeu a notícia da decisão do Reino Unido, porque a variante indiana em Portugal não atingiu sequer os 5% (está em 4,8%), e dentro desta estão os 12 casos da mutação, tendo no mundo sido reportados apenas 90 casos (da variante indiana com essa mutação).

Portanto, concluiu João Paulo Gomes em declarações à SIC Notícias, está a “fazer-se uma tempestade num copo de água” e o que diz o Reino Unido “não faz sentido”, como não é explicável o impacto económico que resulta de uma decisão assente em 12 casos.

Viajantes da UE vacinados poderão entrar em França sem teste contra vírus

França vai permitir que pessoas de outros países da União Europeia entrem no país com o certificado de vacinação a partir da próxima quarta-feira, sem ter que apresentar o teste PCR negativo como ocorreu até agora.

A partir de 9 de Junho, quarta-feira, o fluxo de viajantes entre a França e o estrangeiro será reaberto de acordo com modalidades que variam de acordo com a situação de saúde dos países classificados por cor (verde, laranja e vermelho) e vacinação, segundo um documento intitulado “fronteira estratégia de reabertura”, disse esta sexta-feira o Governo francês.

Foi especificado que pessoas vacinadas de países fora da UE na sua lista “verde” também ficarão isentas dos testes. Nesta lista “verde” constam a Austrália, Coreia do Sul e Israel.

No que se refere à evolução da pandemia a nível mundial, a infecção por SARS-CoV-2 já é responsável por 3,7 milhões de mortes, segundo o balanço mais recente da agência de notícias AFP, com base em fontes oficiais.

Mais de 172 071 490 casos de infeção foram oficialmente diagnosticados desde o início da pandemia.

Diário de Notícias

DN

 

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729: Cuidadores informais recebem, em média, 310 euros por mês

 

SAÚDE/CUIDADORES INFORMAIS

guvo59 / Pixabay

As pessoas que detêm o Estatuto do Cuidador Informal e que residem nos 30 concelhos-piloto estão a receber, em média, 310 euros por mês.

O Ministério da Segurança Social revelou ao Jornal de Notícias que as 976 pessoas que detêm o Estatuto do Cuidador Informal (ECI) e que residem nos 30 concelhos-piloto recebem, em média, um apoio no valor de 310,30 euros por mês.

“Há famílias a receber 300 euros, mas há outras a receber 200 euros. É um valor baixo, porque há muitas famílias que estão a viver só de complementos”, disse ao diário a vice-presidente da Associação Nacional de Cuidadores Informais (ANCI), Maria dos Anjos Catapirra.

O subsídio tem um valor máximo de 438,81 euros e será alargado ao resto do país. Matosinhos, Penafiel, Amadora e Portimão são os concelhos onde foram apresentados mais pedidos durante o período de um ano em que vigorou o projecto.

Nos 30 concelhos abrangidos pelo projecto-piloto, os cuidadores têm direito ao reconhecimento do estatuto e a um apoio financeiro pelos cuidados prestados. O JN esclarece que os cuidadores que recebam pensões de velhice não se podem candidatar.

“Há um leque muito grande de pessoas que não está a ser contemplado e a larga maioria são idosos“, disse Maria dos Anjos Catapirra.

Até 31 de maio, o Ministério da Segurança Social atribuiu o estatuto a 3562 pessoas, das quais 976 nos 30 concelhos-piloto.

ZAP ZAP //

Por ZAP
4 Junho, 2021

 

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Lisboa não deve avançar para nova fase. “É difícil baixar incidência”

 

SAÚDE/COVID-19/AGRAVAMENTO

A capital passou a linha vermelha da incidência. O relatório de monitorização do INSA, a ser publicado hoje, irá esclarecer a situação. A hipótese de avançar parece remota. O mais provável é que se mantenha na 4.ª fase de desconfinamento ou que recue à 3.ª fase.

Se incidência chegar aos 240 casos por 100 mil habitantes, Lisboa pode recuar um passo no desconfinamento.
© Pedro Reis Martins Global Imagens

Na sexta-feira da semana passada, o relatório do Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge (INSA) indicava que, a manter-se a taxa de crescimento registada, a região de Lisboa e vale do Tejo atingiria a taxa de incidência acumulada a 14 dias de 120 casos por 100 mil habitantes em 15 a 30 dias.

Mas Lisboa, enquanto concelho, já está à frente deste valor. Segundo a equipa da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa que faz a modelação da evolução da doença desde o início da pandemia, a capital está com uma incidência de 177 casos por 100 mil habitantes, podendo atingir os 240 casos a 13 ou 14 de Junho.

Para alguns especialistas a situação é preocupante e Lisboa tem dez dias para tentar reduzir o R(t) – índice de transmissibilidade – e a incidência, embora, seja quase certo, que “muito dificilmente a capital conseguirá passar ao próximo nível de desconfinamento”, a vigorar a 14 de Junho.

Mais. A capital, com esta incidência, arrisca mesmo recuar no passo que já deu a 1 de Maio. Ou seja, regressar à terceira fase de desconfinamento e a mais restrições. De acordo com as medidas apresentadas pelo governo nesta quarta-feira, uma incidência de 120 casos por 100 mil habitantes suspende o avanço de um concelho à fase seguinte, e se a incidência atingir os 240 casos o concelho recua.

Lisboa é um dos seis concelhos em alerta. E, mais uma vez, vários especialistas contactados pelo DN apelam à responsabilidade individual no cumprimento de regras, porque “a pandemia ainda não acabou”, volta a reforçar a pneumologista Raquel Duarte, que tem sido convidada pelo governo para elaborar as propostas para cada uma das fases do desconfinamento.

“As pessoas têm de ter a noção de que têm de cumprir o que já sabem. Devem manter as regras de protecção individual, devem manter o conceito de bolha familiar, social e laboral. Não devem andar em festas e todos os eventos em que seja possível a aglomeração de pessoas não podem acontecer. Este é o tipo de situação que não pode mesmo acontecer”, reforça.

Regras e comportamentos que comprovaram ser eficazes na redução de risco de transmissibilidade. Por isso, sublinha a médica, “o controlo da situação não pode depender só da lei, mas também da responsabilidade de cada um”. Aliás, e como refere, nunca é de mais recordar que, “do ato de cada um vai depender não só a sua protecção, mas a da sua família e de toda uma comunidade”. Acrescentando: “Se não queremos medidas restritivas, se queremos continuar a caminhar para uma vida normal, vamos ter de confiar cada vez mais na responsabilidade individual.

Lisboa: semana que aí vem é de risco elevado para o contágio

A semana que aí vem não ajuda Lisboa, podendo mesmo aumentar ainda mais o risco de contágio. Para o epidemiologista Tiago Correia, do Instituto de Higiene e Medicina Tropical (IHMT), é uma fase em que a capital “corre um grande risco. É a semana dos Santos e, com ou sem festejos, vai haver excessos, surpreende-me que se possa pensar que as pessoas não vão sair ou que não se juntem em casa. É notório que os mais novos já desligaram completamente dos comportamentos de protecção”, sustentando: “Parece-me difícil que em dez dias o R(t) baixe o suficiente para que a incidência fique abaixo dos 120 casos.”

O especialista acredita mesmo que o que vai acontecer é que “Lisboa não avançará para a nova fase do desconfinamento”, mas para a situação não agravar ainda mais defende que “é preciso definir já um plano de actuação para os dias seguintes. Não podemos esperar cinco a seis dias para avançar com a testagem em massa, porque aí, se calhar, vamos assustar-nos com o número de casos, pois o risco teórico de chegar aos 240 casos por 100 mil habitantes pode acontecer”.

769. Casos Este é o número de novas infecções registado ontem. O boletim diário da DGS dá conta de três óbitos e de um aumento nos casos activos, 23.343, mais 378 do que no dia anterior.

Ricardo Mexia, epidemiologista e presidente da Associação Portuguesa dos Médicos de Saúde Pública, argumenta ao DN que “a evolução da situação em Lisboa depende muito da aposta nas medidas individuais” e que tal “é um desafio comunicacional, que não tem funcionado desde o início da pandemia. Quando as pessoas veem acontecer determinadas situações, como os adeptos ingleses no Porto ou os festejos do Sporting, depois torna-se muito difícil que cumpram as regras definidas”

A situação de Lisboa é uma preocupação, sobretudo quando os modelos matemáticos indicam uma incidência de 177 por 100 mil habitantes, podendo chegar-se aos 240 casos numa semana, o que faz Ricardo Mexia mencionar: “Provavelmente, o modelo matemático está a estimar por baixo, porque sabemos que, na semana que vai entrar, de festividades populares, haverá encontros entre as pessoas.” Portanto, o que assusta “é que seja o que for que os modelos matemáticos estejam a projectar, é provável que a realidade seja um pouco mais negativa”.

Questionado sobre se é possível inverter a tendência em Lisboa, Ricardo Mexia, diz: “Possível é, mas ou mudávamos hoje uma série de coisas no que diz respeito à comunicação e à testagem ou então é difícil alcançar isso neste horizonte temporal”, reforçando: “Ou somos mais assertivos já agora e claros para que as pessoas percebam que, apesar desta aparente normalidade, a pandemia ainda não acabou, que não estamos nessa fase, ou então podemos ter um aumento nos internamentos e na mortalidade, como de resto está acontecer em algumas zonas do Reino Unido.

O médico alerta também para a necessidade da mensagem passada: “É preciso fazer com que as pessoas percebam que podem realizar um conjunto de actividades, que estão permitidas, desde que cumpram as regras. E há que promover ainda mais a testagem massiva nos contextos em que há maior incidência, como é o caso de Lisboa, para se identificar quais são as cadeias de transmissão e quebrá-las.”

É preciso controlar situação senão haverá mais internamentos, inevitavelmente

Em relação a Lisboa, Raquel Duarte diz ser preciso perceber se o aumento que tem sido observado é o resultado do reforço do rastreio e do trabalho da saúde pública – ou seja, se estes casos estão a surgir porque se está a conseguir identificá-los precocemente com testagem em grupos vulneráveis ou em áreas geográficas e laborais de maior risco e com maior incidência – ou se está a resultar de pessoas já com sintomas e de cadeias de transmissão que não são conhecidas. De qualquer forma, é “preciso controlar a situação”, refere.

385. Este é o número de infecções registadas ontem na região de Lisboa e Vale Tejo. São mais do que os registados nas restantes regiões continentais: norte (242), centro (54), Algarve (36) e Alentejo (12).

“A saúde pública está a fazer trabalho no terreno e quanto mais rápido e precoce for, melhor.” Por isso, explica, “é que defendo que se deve manter o limite dos 120 casos por 100 mil habitantes, porque, a partir do momento que começa a haver muitos casos, torna-se cada vez mais difícil de fazer de forma rápida os inquéritos epidemiológicos, para depois se implementar medidas. Senão for assim, corremos o risco de voltarmos a ter o que aconteceu no ano passado, inquéritos epidemiológicos em atraso, e isso significa que podemos ter contactos positivos na comunidade que não sabem que estão infectados”.

Raquel Duarte, que também é coordenadora da Unidade de Investigação da ARS Norte, defende ao DN que, neste momento, a nível nacional “estamos bem, mas estamos numa fase em que precisamos ter muito controlo na situação. E este tem de ser local e concelhio, não podemos deixar que o número de casos aumente acima dos 120 por 100 mil habitantes, porque uma coisa é ter uma incidência de 120 por 100 mil num concelho que tem 4 ou 5 mil habitantes, outra é ter 120 num concelho que tem milhares de habitantes”, como é Lisboa ou até o Porto. “O denominador é muito grande, são muitos casos a poder estar a transmitir na comunidade, o que pode escalar rapidamente para valores muito elevados. E se a incidência aumentar muito, inevitavelmente voltaremos a ter internamentos, embora com outros grupos etários.”

Um ano depois, já tratamos a pandemia por tu, já nos habituámos a ela, a vacinação está a ter eficácia, isso prova a redução nos internamentos e na mortalidade, mas, agora, há outra “ameaça terrível, a do excesso de confiança”, argumenta Raquel Duarte.

Uma ameaça que tem sido comprovada em várias situações, mas a mensagem que deixam os especialistas é a de que é preciso testar mais, vacinar mais, porque, como diz Tiago Correia, com o nível de vacinação que temos, “não é possível mudar a matriz de risco”, confessando, no entanto, que nesta quarta-feira, ao ouvir o primeiro-ministro, sentiu que ficou sem respostas, porque “é preciso explicar às pessoas porque não mudou e isso não foi feito”. E alerta: “Em relação a Lisboa, agora, não houve reacções, porque continua tudo como está, mas a partir de 14 de Junho, se houver mais restrições, as pessoas vão reagir e acho que não houve reflexão sobre isso”.

As fases de desconfinamento que o país já passou

1.ª Fase 15 de Março

Começou com o regresso à escola das crianças no pré-escolar, creches e primeiro ciclo. Com a abertura de cabeleireiros e barbearias e do comércio ao postigo, mas também de livrarias, bibliotecas e arquivos. E retomou-se a actividade do comércio automóvel e da mediação imobiliária.

2.ª Fase 5 de Abril

Esta fase marcou o regresso às aulas presenciais para os segundo e terceiro ciclos. Assinalou também o regresso da actividade na restauração. Abriram as esplanadas para grupos até quatro pessoas e as lojas até 200 metros quadrados com porta para a rua. Mas há mais. Os equipamentos sociais na área da deficiência começaram a funcionar. As feiras e mercados não alimentares também e o mesmo aconteceu com as modalidades desportivas de baixo risco. Ginásios reabriram, sem aulas de grupo, e voltou exercício em grupo até quatro pessoas ao ar livre.

3. ª Fase 19 de Abril

Restaurantes, cafés e pastelarias abriram e foi permitida a presença de grupos de quatro pessoas no interior e seis na esplanada até às 22h30 durante a semana e 13h00 ao fim de semana e feriados. Há o regresso ao ensino presencial para alunos do secundário e ensino superior. Abriu todo o comércio, incluindo centros comerciais, mas com encerramento às 21h00 durante os dias úteis e às 13h00 aos sábados, domingos e feriados. Abrem também cinemas, teatros, auditórios e salas de espectáculo, até às 22h30 durante os dias de semana e às 13h00 aos sábados, domingos e feriados. Atendimento presencial nas lojas do cidadão, desde que com marcação prévia. Voltam as modalidades desportivas de médio risco, actividade física ao ar livre para grupos até seis pessoas, eventos exteriores com diminuição de lotação (cinco pessoas por 100 metros quadrados), festas de casamento e baptizado, com limite de ocupação dos espaços de 25%.

4.ª Fase 1 de Maio (actual e até 14 de Junho)

Restaurantes, cafés e pastelarias funcionam mas ainda com limitação condicionada a um máximo de seis pessoas por mesa no interior e dez pessoas por mesa nas esplanadas. É permitida a prática de todas as modalidades desportivas e toda a actividade física ao ar livre. Os ginásios podem funcionar com aulas de grupo e a lotação para casamentos e baptizados passa a estar limitada a 50% do espaço. E passam a funcionar todas as instalações desportivas onde ocorrem prestação de serviços até às 22h30, volta a actividade dos equipamentos itinerantes de diversão, os parques de diversão infantil, parques aquáticos. Os restaurantes e espectáculos funcionam até às 22h30 e o comércio em geral até às 21h00 nos dias de semana e até às 19h00 nos fins de semana e feriados. Os restaurantes em centros comerciais funcionam também até às 22h30 nos dias de semana e até às 19h00 nos fins de semana e feriados.

As medidas que vêm a seguir e que Lisboa arrisca a não adoptar

1.ª Fase 14 de Junho

Teletrabalho recomendado nas actividades que o permitam; restaurantes, cafés e pastelarias (máximo de seis pessoas no interior ou dez pessoas em esplanadas) até à meia-noite para admissão e 01h00 para encerramento; comércio com horário do respectivo licenciamento; transportes públicos com lotação de dois terços ou com a totalidade da lotação nos transportes que funcionem exclusivamente com lugares sentados; espectáculos culturais até à meia-noite; salas de espectáculos com lotação a 50%. Fora das salas de espectáculo, com lugares marcados e com regras a definir pela DGS. Escalões de formação e modalidades amadoras com lugares marcados e regras de acesso definidas pela DGS. Recintos desportivos com 33% da lotação.

2.ª Fase 28 de Junho

Desporto: regressam os escalões profissionais ou equiparados com 33% da lotação (regras de acesso a definir pela DGS). Lojas de Cidadão: funcionam sem marcação prévia; Transportes públicos: sem restrição de lotação.

Concelhos em alerta

Braga

Cantanhede

Castelo de Paiva

Lisboa

Salvaterra de Magos

Vale de Cambra

Concelhos que se mantêm na 3.ª Fase

Odemira

Golegã

Concelhos que avançam

Arganil

Montalegre

Diário de Notícias

 

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