851: Máscaras deixam de ser obrigatórias em Inglaterra apesar do aumento de casos

SAÚDE/COVID-19/INGLATERRA

Boris Johnson anunciou fim de grande parte das medidas restritivas em vigor no país a partir de 19 de Julho

© EPA/ANDY RAIN / POOL

O número de novos casos diários está a aumentar em Inglaterra, mas o primeiro-ministro britânico anunciou o fim da maioria das medidas restritivas ainda em vigor no país, entre as quais a obrigação da utilização de máscaras.

Numa fase posterior de desconfinamento, serão descartadas as regras de distanciamento social, a regra de um máximo de seis pessoas em cada casa e o teletrabalho.

Boris Johnson disse esperar que a etapa final do desconfinamento ocorra, conforme planeado, a partir de 19 de Julho, o que será confirmado uma semana antes, após uma análise dos dados mais recentes.

Mais actualizações sobre bolhas escolares, viagens e quarentenas serão dadas nos próximos dias, anunciou o governante.

O fim destas medidas é apenas válido para Inglaterra, uma vez que os outros países do Reino Unido (Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte) são responsáveis pelas suas próprias regras relativamente à covid-19.

O governo escocês disse esperar continuar a exigir máscaras em determinados ambientes mesmo após 9 de Agosto. Já Irlanda do Norte e País de Gales poderão ver as suas regras sofrerem alterações a 15 e 8 de Julho, respectivamente.

Em conferência de imprensa em Downing Street, Boris Johnson disse que a capacidade de acabar com a maioria das restrições em Inglaterra se deve ao sucesso da vacinação, apesar de ter alertado que o número de casos diários pode chegar aos 50 mil no final deste mês.

O primeiro-ministro britânico anunciou ainda o fim dos limites de participação em casamentos e funerais, o fim das regras de serviço de mesa em bares e restaurantes, o levantamento dos limites de visitantes em lares de idosos e a permissão de eventos de grande escala sem apresentação de certificados. Isto significa que os clubes nocturnos vão reabrir pela primeira vez desde o início da pandemia.

Mais 27.334 casos foram reportados em todo o Reino Unido esta segunda-feira.

Diário de Notícias
DN
05 Julho 2021 — 17:59

 

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575: Variante inglesa do SARS-COV-2 é mais mortífera e mais contagiosa

 

SAÚDE/COVID-19/VARIANTE INGLESA

Atenção à nova variante do SARS-COV-2! Os últimos números à escala mundial revelam uma aceleração da pandemia. Há quem refira que a culpa foi do relaxamento das pessoas no período do Natal, mas o verdadeiro problema pode ser a variante inglesa do vírus.

Hoje, o primeiro-ministro Boris Johnson referiu que a variante inglesa do SARS-COV-2 é, aparentemente, mais mortífera e mais contagiosa.

Variante do SARS-COV-2 pode causar a morte de 1,3%-1,4% dos infectados

Numa comunicação ao mundo, o primeiro-ministro britânico Boris Johnson revelou hoje que a variante inglesa do SARS-COV-2 é até 30% mais mortífera e mais contagiosa.

Durante uma conferência de imprensa na residência oficial em Downing Street, Boris Johnson referiu que…

Agora também parece que há sinais de que a nova variante, aquela que foi identificada pela primeira vez em Londres, e no sudeste (de Inglaterra), pode estar ligada a um grau mais alto de mortalidade

Patrick Vallance, principal assessor científico do Governo, referiu que tal informação ainda não é conclusiva, mas existem sinais de que a nova variante cause a morte de 1,3%-1,4% dos infectados com cerca de 60 anos, contra uma média de 1% da variante anterior, sendo o agravamento semelhante nos outros grupos etários.

Vacina da COVID-19 é eficaz contra a nova variante?

As vacinas actuais que estão a administradas no país, a Pfizer/BioNTech e Oxford/AstraZeneca são eficazes contra esta variante do SARS-COV-2, identificada no sul de Inglaterra em Dezembro.

Das três variantes mais recentes do SARS-CoV-2 que causam preocupação às autoridades britânicas, identificadas respectivamente em Inglaterra, África do Sul e Brasil, a inglesa é a predominante no Reino Unido, estimando-se que seja entre 30% a 70% mais contagiosa.

A pandemia de COVID-19 já provocou, pelo menos, 2.092.736 mortos resultantes de mais de 97,4 milhões de casos de infecção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Pplware
Autor: Pedro Pinto
22 Jan 2021

 

 

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