829: Quem tomou 1.ª dose da AstraZeneca até 25 de Abril pode tomar 2.ª até Domingo

SAÚDE/COVID-19/VACINAÇÃO

Esta informação surge após ter sido reduzido de 12 para oito semanas o intervalo entre as doses na vacina da AstraZeneca.

© EPA/LUONG THAI LINH

As pessoas que foram vacinadas com a primeira dose da AstraZeneca até 25 de Abril devem dirigir-se até Domingo ao mesmo centro de vacinação para receber a segunda dose, informou fonte da task-force do plano de vacinação.

Esta informação surge após ter sido reduzido de 12 para oito semanas o intervalo entre as doses na vacina da AstraZeneca.

Segundo a fonte, na Área Metropolitana de Lisboa (AML) o funcionamento dos centros de vacinação para a toma da segunda dose da AstraZeneca é, globalmente, das 17:00 às 21:00 (alguns podem encerrar às 20:00) e, na Área Metropolitana do Porto (AMP), das 17:00 às 20:00.

Contudo, explica a task force, há alguns centros na AMP que poderão igualmente funcionar até às 21:00, pelo que se aconselha a consulta de horários na página da Administração Regional de Saúde do Norte.

Para os restantes centros de vacinação no país, os utentes devem consultar o respectivo horário localmente.

Na próxima semana (de 05 a 11 de Julho) serão os utentes que foram vacinados com a primeira dose entre 26 de Abril e 16 de Maio que se devem dirigir ao centro de vacinação, enquanto quem recebeu a primeira dose entre 17 e 23 de Maio deve tomar a segunda após 12 de Julho.

Questionada pela Lusa, a mesma fonte afirmou que as duas doses das diversas vacinas devem ser administradas no mesmo centro de vacinação e que não está prevista a possibilidade de, em período de férias, as pessoas poderem levar a segunda dose em local diferente.

De acordo com o mais recente relatório semanal da vacinação covid-19, divulgado pela Direcção-Geral da Saúde (DGS), mais de metade da população portuguesa (53%) já foi vacinada com pelo menos uma dose, o que equivale a mais de 5,3 milhões de pessoas.

Segundo o documento, 5.335.683 pessoas já receberam pelo menos uma dose e 3.295.132 têm a vacinação completa, o que representa 32% da população.

Desde o início do plano de vacinação contra a covid-19, a 27 de Dezembro de 2020, Portugal já recebeu mais de 9,5 milhões de vacinas, com 8,3 milhões já distribuídas pelos postos de vacinação do território continental e pelas duas regiões autónomas.

Em Portugal, morreram 17.092 pessoas e foram confirmados 877.195 casos de infecção pelo novo coronavírus, de acordo com o mais recente boletim da DGS.

A covid-19 é uma doença respiratória provocada pelo novo coronavírus SARS-CoV-2, detectado no final de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Diário de Notícias
DN/Lusa
30 Junho 2021 — 12:59

 

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758: Funcionário da EMA sugere proibir-se vacina da AstraZeneca

 

SAÚDE/COVID-19/VACINAS/ASTRAZENECA

Marco Cavaleri, responsável pela estratégia de vacinação da EMA, considera que a vacina de dose única da Johnson & Johnson apresenta “menos problemas do que a AstraZeneca”.

© EPA/RUNGROJ YONGRIT

Um alto funcionário da Agência Europeia de Medicamentos (EMA) disse este domingo, numa entrevista ao jornal italiano La Stampa, que seria melhor deixar de administrar a vacina da AstraZeneca a todos os grupos etários quando houver alternativas disponíveis.

Marco Cavaleri, responsável pela estratégia de vacinação na EMA, também assumiu que a vacina da Johnson & Johnson deve ser utilizada de preferência para pessoas com mais de 60 anos.

Ambas as vacinas virais vectoriais foram aprovadas pelo regulador europeu para os maiores de 18 anos, mas houve relatos raros de coágulos sanguíneos. A União Europeia aprovou também duas vacinas de RNA de mensageiro, da Pfizer/BioNTech e Moderna.

No sábado, a Itália restringiu a utilização da vacina AstraZeneca a pessoas maiores de 60 anos, alegando o aumento dos riscos para a saúde dos mais jovens.

Questionado sobre se seria melhor proibir a AstraZeneca, inclusive para os maiores de 60 anos, Cavaleri disse: “Sim, e esta é uma opção que muitos países, como a França e a Alemanha, estão a considerar à luz da maior disponibilidade de vacinas por RNA mensageiro”.

“Contudo, os incidentes têm sido muito raros e ocorreram após a primeira dose. É verdade que há menos dados sobre a segunda dose, mas no Reino Unido está a correr bem [o programa de vacinação]. Nos jovens, o risco de adoecer diminui, e a mensagem para eles pode ser a de usar preferencialmente vacinas de RNA mensageiro, mas a escolha é de cada Estado”, acrescentou.

Cavaleri considerou ainda que a vacina de dose única da Johnson & Johnson apresenta “menos problemas do que a AstraZeneca”, apesar de ter sido menos utilizada. “Com uma dose única, é útil para algumas categorias difíceis de alcançar, mas é melhor reservá-la para os maiores de 60 anos”, disse.

A tecnologia do RNA mensageiro consiste em injectar nas células instruções genéticas para que elas possam produzir proteínas ou “antigénios” específicos do novo coronavírus. Estas proteínas serão entregues ao sistema imunitário, o qual produzirá depois anticorpos.

As vacinas “víricas”, tais como as da AstraZeneca e Johnson & Johnson, utilizam como portador outro vírus, que é modificado para transportar informação genética para combater a covid-19. Ambas utilizam um tipo muito comum de vírus chamado adenovírus como portador.

Diário de Notícias
DN/Lusa
13 Junho 2021 — 12:39

 

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717: Alemães acreditam ter encontrado causa dos efeitos secundários das vacinas da AstraZeneca e Janssen

 

SAÚDE(COVID-19/VACINAS/EFEITOS SECUNDÁRIOS

Vacinas produzidas pela AstraZeneca e Johnson & Johnson têm causado raros mas graves casos de coágulos sanguíneos

© EPA/Gustavo Amador

Investigadores alemães acreditam, com base em investigações laboratoriais, ter encontrado a causa dos raros mas graves casos de coágulos no sangue entre algumas pessoas que receberam as vacinas contra a covid-19 produzidas pela AstraZeneca e Johnson & Johnson.

Num estudo que ainda não foi revisto por especialistas, os investigadores referem que as vacinas usam vectores de adenovírus que enviam parte da sua carga viral para o núcleo das células, onde algumas das instruções para produzir proteínas de coronavírus podem ser mal interpretadas. As proteínas resultantes podem desencadear distúrbios de coagulação do sangue num pequeno número de receptores, sugerem os especialistas, citados pela Reuters.

Rolf Marschalek, um professor da Goethe University, de Frankfurt, acredita que as vacinas podem ser reformuladas para contornar o problema e que a Johnson & Jonhson está já em contacto com ele. A companhia “está a tentar optimizar a vacina”, afirmou. “Com os dados que temos nas nossas mãos, podemos dizer às companhias como fazer a mutação dessas sequências, codificando a proteína spike de forma a prevenir reacções indesejadas”, acrescentou.

Por outro lado, os investigadores alemães ainda não foram contactados pela AstraZeneca. “Se eles o fizerem, posso dizer-lhes o que têm de fazer para aperfeiçoar a vacina”, frisou ao Financial Times.

Cientistas e entidades reguladoras de medicamentos na Europa e nos Estados Unidos têm procurado explicação para a causa dos raros mas fatais casos de coágulos sanguíneos que levaram alguns países a suspender ou a limitar o uso das vacinas da AstraZeneca e da Johnson & Johnson.

A 23 de Abril, a EMA defendeu a administração da segunda dose da vacina contra a covid-19 da AstraZeneca, mesmo com os riscos associados à possibilidade de ocorrência de coágulos sanguíneos raros após a vacinação. De acordo com a agência europeia, os benefícios da vacinação continuavam a superar os riscos.

A Dinamarca decidiu em meados de Abril abandonar a AstraZeneca, o primeiro país da Europa a desistir, seguida em maio pela Noruega. A maioria dos países europeus que continuam a usar a vacina limitaram a sua administração com condicionantes relacionados à idade. Em Portugal, a administração da vacina da AstraZeneca é recomendada para as pessoas com mais de 60 anos.

A Bélgica anunciou esta quarta-feira que suspendeu a utilização da vacina da Johnson & Johnson em pessoas menores de 41 anos depois da morte de uma mulher dessa faixa etária a quem foi administrado esse fármaco.

Por essa razão, a Bélgica solicitou um “conselho urgente” à Agência Europeia de Medicamentos, o regulador de medicamentos da União Europeia (UE), antes de considerar levantar a suspensão, informou ainda.

A 20 de Abril, a Agência Europeia do Medicamento concluiu que há uma possível relação entre a formação de coágulos sanguíneos e a vacina da Janssen, na sequência de terem sido registados oito casos de pessoas que desenvolveram coágulos sanguíneos em quase sete milhões de pessoas vacinadas nos EUA.

Diário de Notícias
DN
27 Maio 2021 — 08:26

 

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704: Tratamento trava trombose causada pela vacina da AstraZeneca

 

SAÚDE/COVID-19/VACINAS/ASTRAZENECA

Steven Cornfield / unsplash

Um grupo de médicos austríacos publicou um estudo em que mostra como trataram paciente que estava com sintomas do tipo raro de trombose com hemorragia associado à imunização com vacinas de vector viral.

A equipa médica austríaca explica como evitou o desenvolvimento de um caso do tipo incomum de tromboses com hemorragias que têm sido associadas, em casos raros, à toma da vacina da AstraZeneca, numa mulher de 62 anos.

Ao Público, Paul Knöbl, da Universidade Médica de Viena, que coordenou o estudo, explicou que foram administradas “altas doses de imunoglobulinas por via intravenosa e outros anticoagulantes, que não a heparina, cautelosamente doseados, juntamente com a realização de análises clínicas, pode ser o tratamento que salva vidas nesta situação muito rara”.

O estudo de caso sobre a síndrome rara que tem sido observada em pessoas imunizadas com vacinas contra a covid-19 que usam a tecnologia de vector viral para inserir no organismo a proteína da espícula do coronavírus, e desencadear uma reacção imunitária – como a da AstraZeneca e também a da Johnson & Johnson é relatado no estudo publicado na revista Journal of Thrombosis and Haemostasis.

A síndrome envolve tromboses em sítios pouco comuns no corpo e é associada a uma diminuição no número de plaquetas (trombocitopenia).

De acordo com um comunicado de imprensa da Universidade Médica de Viena, provavelmente a vacina estimula a produção de anticorpos que activam as plaquetas para formar coágulos e as podem marcar também para destruição.

É uma reacção imunitária, semelhante à que pode acontecer em algumas pessoas tratadas com o medicamento heparina: pode-se formar uma nova molécula, que passa a juntar a heparina a uma proteína específica (fator de plaquetas 4) libertada pelas plaquetas, e que as marca para destruição pelo sistema imunitário. É por isso que não é recomendado o uso do anticoagulante heparina para tratar a VITT.

No entanto, a mortalidade desta síndrome é elevada, sendo que 40% a 50% e exige tratamento rápido e adequado. Contudo, frisam os investigadores austríacos, até agora as indicações terapêuticas eram essencialmente “empíricas e baseadas em dados in-vitro”, ou seja, provêm de experiências em laboratório.

“Estamos a observar actualmente sete pacientes com trombocitopenia trombótica induzida por vacina. O tratamento foi eficaz em todos, e os valores das análises normalizaram-se”, garante Knöbl.

ZAP ZAP //

Por ZAP
19 Maio, 2021

 

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Para Eric Clapton, as garantias de que a vacina da AstraZeneca é segura são “propaganda”

 

SAÚDE/VACINAS/ASTRA-ZENECA

Eric Clapton, lenda do blues e do rock, já gravara com o irlandês Van Morrison uma canção contra o confinamento e o “medo” da pandemia. Agora, questiona a eficiência da vacina da AstraZeneca.

Eric Clapton, uma das grandes figuras da história da música popular britânica e do rock and roll, considera que as garantias científicas de que a vacina da AstraZeneca é segura não passaram de “propaganda”. A opinião foi dada pelo guitarrista, cantor e compositor numa carta enviada a um amigo chamado Robin Monotti, um arquitecto e produtor de filmes que tem vindo a desvalorizar o impacto e a gravidade da Covid-19 e a criticar medidas de contenção da pandemia adoptadas pelos Estados — como os confinamentos e o distanciamento social.

A carta, em que Eric Clapton detalha os efeitos secundários que sentiu após lhe terem sido administradas duas doses da vacina da AstraZeneca contra a Covid-19, foi tornada pública por Robin Monotti na app de mensagens Telegram. De acordo com a revista Rolling Stone, a publicação terá sido feita com o consentimento do músico. A revista diz ainda ter “confirmado a autenticidade” da carta.

Na carta, Eric Clapton escreveu: “Tomei a primeira dose da AZ [AstraZeneca] e tive logo reacções severas que duraram dez dias. Acabei por recuperar e foi-me dito que receberia a segunda dose doze semanas depois da primeira. Cerca de seis semanas depois foi-me dada e administrada a segunda dose da AZ mas já tinha um pouco mais conhecimentos sobre os perigos”.

Nem preciso de dizer que as reacções foram desastrosas, as minhas mãos e os meus pés ou estavam congelados, adormecidos ou a arder, e fiquei bastante inútil durante duas semanas. Temi nunca mais poder tocar novamente [guitarra]. (Sofro de neuropatia periférica e nunca me deveria ter aproximado da agulha). Mas a propaganda dizia que a vacina era segura para todos…”, escreveu ainda Eric Clapton.

De acordo com a revista Rolling Stone, o músico descreve ainda na carta que nos últimos meses ficou a conhecer “heróis” como Desmond Swayne, um político britânico que se opôs terminantemente aos confinamentos para travar a propagação da pandemia, bem como “canais de Youtube” em que se questionava o consenso científico em torno da Covid-19.

Eric Clapton já tinha lançado um tema inspirado na pandemia intitulado “Stand and Deliver”, em conjunto com o guitarrista, cantor e compositor Van Morrison, outra grande figura da música mundial e da história da música popular britânica, que recebeu mesmo o título de sir e que foi autor de alguns dos grandes discos do blues-jazz e do folk-jazz.

No tema, Eric Clapton e Van Morrison opunham-se ao confinamento e alertavam para a importância de não adoptar esta medida de contenção do novo coronavírus para que a indústria da música e os seus profissionais pudessem ser salvos. A letra sugeria que as autoridades fomentavam o medo e não diziam a verdade às pessoas e questionava se o Reino Unido era ainda “uma nação soberana ou um Estado policial”.

No Reino Unido já morreram mais de 120 mil pessoas infectadas com o novo coronavírus e que tiveram um teste de diagnóstico positivo à infecção durante um período de 28 dias antecedentes à morte. O número de casos e mortes tem vindo a cair abruptamente desde que se intensificou o programa de vacinação, que está mais adiantado na Grã-Bretanha do que nos países da União Europeia.

Observador

Gonçalo Correia

19 Mai 2021, 00:37

 

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Responsável da EMA: “Agora podemos afirmar, está claro que há uma ligação com a vacina”

 

SAÚDE/VACINAS/ASTRA-ZENECA

Agência Europeia do Medicamento deverá declarar que existe uma ligação entre a vacina e os casos de coágulos sanguíneos, segundo afirmou um responsável do regulador europeu.

Profissional de saúde prepara doses da vacina contra a covid-19, desenvolvida pela AstraZeneca, em parceria com a Universidade de Oxford
© EPA/GIUSEPPE LAMI

Marco Cavaleri, director de estratégia de vacinas da Agência Europeia do Medicamento (EMA, na sigla em inglês) admite a existência de “uma ligação” entre a vacina desenvolvida pela farmacêutica AstraZeneca, em parceria com a Universidade de Oxford, e os casos de coágulos sanguíneos em pessoas que foram imunizadas com o fármaco. A afirmação foi feita em entrevista ao jornal italiano Il Messaggero, publicada esta terça-feira.

Agora podemos afirmar, está claro que há uma ligação com a vacina. Mas ainda não sabemos o que provoca esta reacção (…) Nas próximas horas vamos declarar que existe uma ligação, mas ainda temos de perceber a razão pela qual isso acontece”, disse Cavaleri.

Depois de vários países optarem por suspender, como medida de precaução, a administração da vacina desenvolvida pela farmacêutica anglo-sueca, entre os quais Portugal, a Agência Europeia do Medicamento fez uma nova análise ao fármaco.

O regulador europeu considerou a vacina “segura” e eficaz”, tendo declarado que os benefícios superam os riscos e que deve continuar a ser administrada.

Depois desta nova avaliação da EMA, Portugal foi um dos países que retomou a imunização com a vacina da AstraZeneca.

Estamos a tentar obter uma imagem precisa do que está a acontecer, para definir em pormenor esta síndrome decorrente da vacina”, disse Cavaleri.

O responsável da EMA admitiu ainda: “Entre os vacinados, há mais casos de trombose venosa cerebral… entre os jovens do que seria de esperar.

Reino Unido registou 30 casos de coágulos sanguíneos em 18,1 milhões de doses administradas

De referir que no Reino Unido foram registados 30 casos de coágulos sanguíneos em pessoas que tomaram a vacina e sete mortes de um total de 18,1 milhões de doses administradas até 24 Março.

No final o mês passado, a directora executiva da EMA, Emer Cooke, anunciou que foram comunicados ao regulador europeu 62 casos de coágulos de sangue invulgares e 14 mortes até 22 de Março após a toma da vacina da AstraZeneca contra a covid-19.

A EMA afirmou, na altura, “não existirem provas” científicas que recomendem a restrição do uso da vacina, que foi denominada por Vaxzevria, insistindo não existir “relação casual” com os episódios de coágulos sanguíneos. No entanto, garantiu que “ainda está em curso uma análise mais aprofundada”.

“De acordo com os conhecimentos científicos actuais, não existem provas de apoio à restrição do uso desta vacina em qualquer população”, declarou a directora executiva da EMA.

Emer Cooke notou, nessa ocasião, que, apesar dos casos de aparecimento de coágulos sanguíneos e da morte de algumas pessoas inoculadas com este fármaco, “ainda não foi provada uma relação causal com a vacina”.

Paul Hunter, especialista em microbiologia médica da Universidade de East Anglia, entrevistado pela agência de notícias AFP, “a evidência aponta mais para a vacina Oxford-AstraZeneca como causa”.

Como precaução, vários países determinaram a aplicação desta vacina a algumas faixas etárias, como França, Alemanha e Canadá.

A AstraZeneca refere que os benefícios da vacina na prevenção da covid-19 superam os riscos dos efeitos secundários. A farmacêutica anglo-sueca afirmou no sábado que a “segurança do doente” é sua “principal prioridade”.

Diário de Notícias
DN/AFP
06 Abril 2021 — 11:35

 

 

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