686: Mais 180 casos em Portugal nas últimas 24 horas. Não há registo de mortes

 

 

SAÚDE/COVID-19/ESTATÍSTICAS

O número de internamentos subiu. Há agora 322 doentes com covid-19 hospitalizados, indica o relatório diário da Direcção-Geral da Saúde. R(t) e a incidência descem. Portugal regista o quarto dia sem mortes associadas à infecção por SARS-CoV-2.

Campanha de vacinação contra a covid-19 a professores e funcionários de escolas de Viana do Castelo
© Rui Manuel Fonseca/Global Imagens

Registaram-se 180 novos casos de covid-19 em Portugal nas últimas 24 horas, indica a Direcção-Geral da Saúde (DGS). O boletim epidemiológico desta segunda-feira (3 de maio) refere também que ninguém morreu devido à infecção por SARS-CoV-2 neste período de tempo.

Há mais 11 pessoas internadas, elevando para 322 o número de pessoas hospitalizadas. Há 90 doentes nas unidades de cuidados intensivos (mais cinco face ao dia de ontem).

O relatório diário da DGS actualiza também o índice de transmissibilidade, verificando-se então uma descida no R(t), que passa de 0,98 para 0,96 a nível nacional e no território continental.

A tendência de descida também se verifica na incidência da infecção a 14 dias, registando-se 64,4 casos de COVID-19 por 100.000 habitantes em todo o território e 62,0 infecções no continente.

Estes são os dois indicadores na matriz de risco, que servem de base ao Governo na gestão das diferentes fases do plano de desconfinamento.

© DGS

Bruxelas recomenda alivio de restrições nas viagens para a UE aos vacinados e de países de baixo risco

Uma actualização dos dados da pandemia em Portugal no dia em que a Comissão Europeia recomendou um alívio nas restrições nas viagens não essenciais com destino aos países da União Europeia a todos aqueles que já foram vacinados com as doses da vacina contra a covid-19 e a pessoas provenientes de países onde a situação epidemiológica é favorável.

“A Comissão propõe permitir a entrada na UE, por razões não essenciais, não apenas para todas as pessoas provenientes de países com uma boa situação epidemiológica, mas também para todas as pessoas que receberam a última dose recomendada de uma vacina autorizada pela UE”, lê-se num comunicado do executivo comunitário, liderado por Ursula von der Leyen, divulgado esta segunda-feira.

“Além disso, a Comissão propõe aumentar o limite relacionado com o número de novos casos usados para determinar a lista de países a partir dos quais todas as viagens devem ser permitidas. Isto deverá permitir aumentar esta lista”, diz ainda a Comissão Europeia.

Embora queira aliviar as restrições nas viagens, Bruxelas avisa que é preciso manter as cautelas e atenção redobrada devido às variantes do SARS-CoV-2, vírus responsável pela pandemia de covid-19.

Nesse sentido, para evitar a propagação de novas variantes, a Comissão estabelece um mecanismo de “travão de emergência” para que seja aplicada, de forma urgente e temporária, restrições nas viagens caso haja um agravamento repentino na situação epidemiológica nos países.

A recomendação para aliviar as restrições nas viagens não essenciais com destino aos países da UE vai começar a ser debatida esta terça-feira pelos 27 Estados-membros.

Desta forma, Bruxelas pretende recuperar a economia, nomeadamente a indústria da aviação e o turismo. Aliás, a redução do transporte aéreo, face ao impacto da pandemia de covid-19, levou a União Europeia a perder cerca de sete milhões de postos de trabalho directos e indirectos, divulgou esta segunda-feira a Autoridade Nacional da aviação Civil (ANAC).

“Na Europa, o impacto social da redução do transporte aéreo foi particularmente difícil, levando à perda de cerca de sete milhões de postos de trabalho directos e indirectos”, afirmou o presidente da ANAC, Luís Miguel Ribeiro, citado pela Lusa. O responsável falava no ‘Aviation Day’, uma iniciativa organizada no âmbito da presidência portuguesa do Conselho da União Europeia.

Covax assina acordo para compra de 500 milhões de doses da vacina da Moderna

Também neste início de semana, o programa de vacinação global da Covax fez saber que assinou um acordo de compra antecipada de 500 milhões de doses da vacina da Moderna contra a covid-19. O anúncio foi feito esta segunda-feira pela Aliança Gavi, iniciativa da Fundação Bill e Melinda Gates.

“Estamos muito satisfeitos por assinar este novo acordo com a Moderna, dando aos participantes da Covax acesso a outra vacina altamente eficaz”, disse Seth Berkley, o chefe-executivo da aliança de vacinas Gavi, em comunicado.

O sistema Covax, criado pela OMS e parceiros, visa para distribuir vacinas contra a covid-19 às nações desfavorecidas.

O acordo hoje anunciado surge dias após a Organização Mundial de Saúde, com semanas de atraso, anunciar a aprovação de emergência da vacina contra a covid-19 da Moderna, a quinta a beneficiar dessa validação da agência de saúde da ONU.

Diário de Notícias

DN

 

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685: Um morto e 330 infectados desde ontem. Internamentos aumentam

 

 

SAÚDE/COVID-19/ESTATÍSTICAS

A única morte por covid registada nas últimas 24 horas ocorreu no Algarve. A região Norte é aquela que registam mais novos infectados, 160, segundo o boletim de hoje da DGS

Um idoso é vacinado no num centro de vacinação covid 19 na Maia.
© JOSÉ COELHO/LUSA

Um morto vítimas de covid-19 e 330 novos infectados foram registados nas últimas 24 horas, segundo o boletim emitido hoje pela DGS.

Estão 311 pessoas internadas (mais nove do que ontem), 85 das quais em unidades de cuidados intensivos (mais um do que ontem).

Nas últimas semanas a tendência tinha sido inversa, com a pressão sobre o SNS a diminuir, pela redução do número de internados. Também é negativo o saldo entre o número de novos infectados (330) e pessoas recuperadas (+244) – ou seja, nas últimas 24 horas a pandemia cresceu em Portugal.

.A região Norte foi a que registou maior número de novos infectados (160). Seguem-se Lisboa e Vale do Tejo (+76), a Região Centro (+37), depois a Madeira (+24), a Madeira e o Algarve (ambas com mais 14 infectados) e por último o Alentejo (+5).

O relatório da DGS indica que Portugal já registou desde o início da pandemia 837 277 diagnósticos de covid-19 e 16 977 óbitos

Bombeiros vacinados

O ministro da Administração Interna anunciou que 17 mil bombeiros irão receber “dentro de poucos dias” a segunda dose da imunização contra a covid-19.

“Em Fevereiro cerca de 17 mil bombeiros receberam a [primeira toma da] vacina da AstraZeneca – antes de qualquer membro do Governo, o que foi justíssimo – e esses começarão dentro de poucos dias a receber a segunda dose”, começou por referir Eduardo Cabrita, em Santa Maria da Feira, à margem das comemorações do centenário da corporação local, sábado à noite.

Além deste grupo, o ministro referiu-se depois a nove mil bombeiros que, identificados pelas respectivas associações, foram incorporados no plano e também já receberam a primeira dose da vacina.

Realçando que esses agentes da Protecção Civil representam “a primeira função essencial do Estado a ser vacinada”, o governante afirmou que os bombeiros continuam a ser “prioritários” no calendário nacional de vacinação e que o agendamento das respectivas imunizações contra o vírus SARS-CoV-2 está a ter em conta o próprio calendário da actividade das corporações em que trabalham.

O processo envolve, por isso, uma “estreita articulação com a Liga dos Bombeiros Portugueses”, já “para garantir que, no início da fase normalmente mais crítica do combate a incêndios, todos terão pelo menos a primeira dose tomada”.

Diário de Notícias

João Pedro Henriques

 

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683: 41 concelhos com incidência superior a 120 casos por 100 mil habitantes

 

 

SAÚDE/COVID-19

Estão em risco elevado de contágio os concelhos de Cabeceiras de Basto e Odemira, que registam incidências acumuladas superiores a 480 casos por 100 mil habitantes.

Foi decretada uma cerca sanitária nas freguesias de São Teotónio (na imagem) e Longueira-Almograve, concelho de Odemira
© LUíS FORRA/LUSA

Portugal contabiliza esta sexta-feira 41 concelhos com incidência do novo coronavírus superior a 120 casos por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias, menos três em relação ao boletim anterior divulgado na última sexta-feira.

Segundo os dados revelados esta sexta-feira pela Direcção-Geral da Saúde (DGS), não existem concelhos em risco muito elevado, ou seja, com incidência a 14 dias superior a 960 casos por 100 mil habitantes.

Em risco elevado de contágio estão os municípios de Cabeceiras de Basto (531), e Odemira (562), que registam incidências acumuladas superiores a 480 casos por 100 mil habitantes.

Dos 41 concelhos, onze registam um acumulado, nos últimos 14 dias, de mais de 240 casos por cada 100 mil habitantes: Aljezur (465), Machico (300), Lagoa (346), Porto Moniz (299), Resende (404), Ribeira Grande (326), Tábua (281), Tabuaço (249), Coruche (298), Paredes (244) e Vila Franca do Campo.

O boletim de hoje revela ainda que 28 concelhos têm valores acima dos 120 casos por 100 mil habitantes.

Com zero casos nos últimos 14 dias são referidos 61 concelhos, menos quatro em relação ao boletim anterior.

A incidência cumulativa a 14 dias do boletim de hoje refere-se aos dias entre 14 e 27 de Abril.

Na nota explicativa dos dados por concelhos é referido que a incidência cumulativa “corresponde ao quociente entre o número de novos casos confirmados nos 14 dias anteriores ao momento de análise e a população residente estimada”.

Em 11 de Março, na apresentação do plano de desconfinamento, o primeiro-ministro, António Costa, avisou que as medidas da reabertura serão revistas sempre que Portugal ultrapasse os “120 novos casos por dia por 100 mil habitantes a 14 dias” ou sempre que o Rt – o número médio de casos secundários que resultam de um caso infectado pelo vírus – ultrapasse 1.

O índice de transmissibilidade (Rt) do coronavírus SARS-Cov-2 em Portugal desceu hoje para 0,98 assim como a incidência de casos de infecção por 100.000 habitantes nos últimos 14 dias que é agora de 66,9 segundo dados hoje divulgados.

Os números anteriores destes indicadores, divulgados na quarta-feira, indicavam um Rt de 1 e uma incidência de 69,3 casos por 100.000 habitantes.

No boletim epidemiológico conjunto da Direcção-Geral da Saúde e do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) divulgado hoje, os números relativos apenas a Portugal continental revelam que o Rt também desceu de 1 para 0,98 sendo também registada uma descida de 66,5 para 64,3 em relação ao valor médio de novos casos de infecção por 100.000 habitantes nos últimos 14 dias.

Os dados do Rt e da incidência são actualizados à segunda-feira, quarta-feira e sexta-feira.

Portugal não tem registo de mortes relacionadas com covid-19 nas últimas 24 horas, sendo o terceiro dia desde o primeiro óbito em que tal se verifica, segundo a Direcção-Geral da Saúde.

Portugal registou o primeiro óbito devido à Covid-19 a 16 de Março de 2020.

O primeiro dia sem registo de mortes ocorreu cinco meses depois, em 03 de Agosto de 2020, e o segundo dia foi na segunda-feira passada.

O boletim de hoje revela ainda o registo de 460 casos de infecção de SARS-CoV-2 nas últimas 24 horas e uma estabilização nos internamentos, sem alteração quer em enfermaria quer em cuidados intensivos.

Portugal tem hoje 324 doentes internados em enfermaria e 89 em cuidados intensivos.

Diário de Notícias
DN/Lusa
30 Abril 2021 — 15:12

 

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682: Mais 460 casos em Portugal nas últimas 24 horas. Não há registo de mortes

 

 

SAÚDE/COVID-19/ESTATÍSTICAS

O número de internados manteve-se. Estão hospitalizadas 324 pessoas com covid-19, indicam os dados da DGS. O índice de transmissibilidade e a incidência descem.

Centro de vacinação contra a covid-19 em Lisboa
© . MÁRIO CRUZ/LUSA

Na véspera de o país entrar em estado de calamidade, foram registados 460 novos casos de covid-19 em Portugal nas últimas 24 horas, segundo o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS). O relatório desta sexta-feira (30 de Abril) indica também que neste período de tempo não ocorreram mortes devido à infecção por SARS-CoV-2.

Este é o terceiro dia, desde o início da pandemia, em que Portugal não regista mortes por covid-19. Só ocorreu a 3 de Agosto de 2020 e na passada segunda-feira.

O número de internados também manteve-se. Estão 324 pessoas internadas com a doença, das quais 89 em unidades de cuidados intensivos.

Os dados actualizados mostram que o índice de transmissibilidade, R(t), passa de 1,00 para 0,98 a nível nacional e no continente.

Também desce a incidência a 14 dias da infecção pelo novo coronavírus. Situa-se agora nos 66,9 casos por 100.000 mil habitantes em território nacional e 64,3 casos no continente.

Estes são os dois critérios que definem a matriz de risco, que serve de base ao Governo para a avaliação contínua do processo de desconfinamento.

© DGS

Região Norte continua a ser a que regista o maior número de novas infecções

O boletim diário da DGS mostra também que a região Norte mantém-se como aquela que regista o maior número de novas infecções (212), sendo seguida por Lisboa e Vale do Tejo que reportou mais 133 diagnósticos de covid-19.

Foram ainda confirmados mais 41 casos no Centro, 10 no Alentejo, 37 no Algarve, 15 na Madeira e 12 nos Açores.

No total, desde o início da pandemia (em Março de 2020), morreram em Portugal 16.974 pessoas, tendo sido confirmados 836.493 diagnósticos de covid-19 indica ainda a DGS.

Há mais 512 casos de pessoas que recuperaram da doença, elevando para 795 838 o número total de recuperados.

Desta forma, são agora 23.681 os casos activos de infecção por SARS-CoV-2, menos 52 em relação ao dia de ontem.

© DGS

A partir de amanhã, o país passa de estado de emergência para situação de calamidade, antecipando a quarta e última fase do plano de desconfinamento, que estava prevista arrancar na segunda-feira.

O desconfinamento não será, no entanto, igual em todo o país. Oito dos 278 concelhos do continente, com a particularidade da cerca sanitária em duas freguesias de Odemira – São Teotónio e Almograve -, ficam impedidos de avançar no plano de desconfinamento, devido à elevada incidência da infecção por SARS-CoV-2.

Vacina da Johnson & Johnson vai ser administrada a pessoas com mais de 50 anos

Já esta sexta-feira soube-se que a vacina da Janssen, do grupo Johnson & Johnson vai ser administrada em Portugal apenas às pessoas com mais de 50 anos.

O anúncio foi feito pelo secretário de Estado da Saúde, António Lacerda Sales, nas Caldas da Rainha. “A vacina da Janssen estará indicada e recomendada acima dos 50 anos de idade”, disse.

A vacina vai começar a ser agora aplicada”, indicou ainda o secretário de Estado. “Estes planos são ajustáveis e têm sempre uma adaptação permanente, progressiva, àquilo que a Ciência nos vai dando”, acrescentou.

A DGS publicou, entretanto, a norma com as indicações para a administração da vacina.

“Em Portugal, recomenda-se, à data, que COVID-19 Vaccine Janssen® seja utilizada em pessoas com 50 ou mais anos de idade. Os estudos em curso e os dados que continuam a ser analisados pela Agência Europeia de Medicamentos podem justificar a revisão desta recomendação a qualquer momento”, pode ler-se na norma 004/2021 divulgada no site oficial do organismo liderado por Graça Freitas.

Contudo, a orientação da DGS admite que as pessoas com uma idade inferior aos 50 anos recomendados possam receber a vacina, desde que seja manifestado esse desejo e o posterior consentimento, após o conhecimento dos riscos e benefícios.

No dia 20 deste mês, a Agência Europeia do Medicamento (EMA, na sigla em inglês) concluiu que há uma possível relação entre a formação de coágulos sanguíneos e a vacina da Janssen, na sequência de terem sido registados oito casos de pessoas que desenvolveram coágulos sanguíneos em quase sete milhões de pessoas vacinadas nos EUA.

Em apenas 24 horas morreram 15.396 pessoas em todo o mundo devido à covid-19

Também hoje foram divulgados os mais recentes dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) sobre mortalidade. Os números indicam que menos de 2% das mortes em Portugal entre 5 e 18 de Abril foram atribuídas à covid-19.

No período entre 5 e 18 de Abril morreram em Portugal 3940 pessoas. Entre 5 e 11 de Abril morreram 33 pessoas com covid-19 e entre 12 e 18 de Abril morreram 28 com a doença provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2.

A covid-19 foi responsável por 1,7% e 1,4% das mortes nessas semanas, respectivamente, refere o INE, assinalando que o total de óbitos continua abaixo da média dos últimos cinco anos.

Já a nível mundial, a pandemia de covid-19 provocou 15.396 mortos nas últimas 24 horas, totalizando 3.168.333 desde que foram detectados os primeiros casos da infecção na China, em Dezembro de 2019, segundo um balanço da agência de notícias AFP.

O número de infectados nas últimas 24 horas chegou aos 885.915, o que significa que o total de doentes desde o início da pandemia subiu para 150.446.870 pessoas.

Diário de Notícias
DN
30 Abril 2021 — 14:02

 

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680: Mais três mortes e 572 casos em 24 horas. R(t) sobe para 1

 

 

SAÚDE/COVID-19/ESTATÍSTICAS

Estão hospitalizadas 332 pessoas com covid-19 (menos 14) e há mais dois doentes nas unidades de cuidados intensivos, no total são 88, indica o relatório diário da DGS.

Centro de vacinação contra a covid-19 em Lisboa
© MÁRIO CRUZ/LUSA

O boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS) indica que Portugal registou, nas últimas 24 horas, 572 novos casos de covid-19. No mesmo período de tempo, morreram mais três pessoas devido à infecção por SARS-CoV-2, reporta o relatório diário desta quarta-feira (28 de Abril).

O número de internados desce para 332, menos 14 face ao dia anterior, mas há mais duas pessoas em unidades de cuidados intensivos, num total de 88 doentes.

Na actualização do índice de transmissibilidade, denominado R(t), regista-se uma subida ligeira de 0,99 para 1,00 a nível nacional. No continente o valor deste indicador mantém-se no 1,00.

Já na incidência do SARS-CoV-2 a 14 dias verifica-se uma descida. Passa de 70,4 para 69,3 casos por 100 mil habitantes em todo o território nacional e de 67,3 para 66,5 infecções por 100 mil habitantes no continente.

Estes dois indicadores definem a matriz de risco, que guia o Governo no plano de desconfinamento, cuja quarta e última fase começa a 3 de Maio, na próxima segunda-feira.

© DGS

Norte é a única região que regista mortes por covid-19 em 24 horas

As três mortes reportadas no boletim da DGS ocorreram todas na região Norte, que continua a ser aquela que tem o maior número de novas infecções, com mais 261 casos, o que representa 45,6% do total nacional. Lisboa e Vale do Tejo surge logo a seguir com 186 novos diagnósticos de covid-19.

Estas duas regiões têm hoje 78,15% do total de novas infecções.

Confirmaram-se ainda mais 61 casos no Centro, dois no Alentejo, 31 no Algarve, 22 nos Açores e nove na Madeira.

© DGS

No total, desde o início da pandemia (em Março de 2020), Portugal registou 835 563 casos de infecção pelo novo coronavírus, 16.973 óbitos e 794.781 recuperados, dos quais 576 foram reportados nas últimas 24 horas. Actualmente, há 23.809 casos activos da doença (menos sete do que na véspera).

O boletim da DGS indica também que há menos 299 contactos em vigilância, sendo que no total são 24.712.

A evolução favorável dos números da pandemia no país, nomeadamente os “avanços” na testagem e na vacinação estiveram na base da decisão do Presidente da República de não renovar o estado de emergência, que foi ontem comunicada quando se dirigiu aos portugueses.

Com esta decisão, termina na sexta-feira este estado de excepção, mas Marcelo Rebelo de Sousa disse que não hesitará em avançar com novo estado de emergência, caso seja necessário.

O chefe de Estado alertou que não vivemos “uma época livre de covid” e que “enfrentamos o risco de novas variantes menos controláveis pelas vacinas”, pelo que há necessidade de “manter todas as medidas para impedir recuos”.

Em relação ao processo de vacinação é possível, a partir de hoje, que as pessoas com mais de 65 anos possam inscrever-se para a toma da vacina contra a covid-19 nos Espaços Cidadão. A ministra da Modernização do Estado e da Administração Pública, Alexandra Leitão, disse na terça-feira que, “de um momento para o outro, multiplicam-se assim por 700 os locais onde presencialmente as pessoas podem fazer essa inscrição”, referindo que estas serão provavelmente as pessoas com mais dificuldade em fazê-lo ‘online’.

Um em cada quatro vacinados com Pfizer e AstraZeneca sentiram efeitos secundários leves

E foi sobre os efeitos secundários das vacinas que se debruçou um estudo britânico, cujos resultados foram conhecidos esta quarta-feira.

Uma em cada quatro pessoas vacinadas com imunizantes contra a covid-19 da Pfizer ou da AstraZeneca sentiram efeitos secundários leves, como dores de cabeça e fadiga, segundo um estudo do King’s College de Londres (Reino Unido).

A investigação, publicada na terça-feira na revista científica The Lancet Infectious Diseases, analisou de que modo é que 500.000 pessoas reagiram às duas doses da vacina Pfizer/BioNTech e à primeira dose da desenvolvida pela AstraZeneca/Oxford.

A análise concluiu que 25,4% indicou que sentiu efeitos secundários, entre um e dois dias depois da vacinação, enquanto 66,2% manifestou queixas na parte do braço onde foi administrada a vacina.

A nível mundial, os dados mais recentes da pandemia indicam que a infecção por SARS-CoV-2 é responsável por 3,13 milhões de mortes, desde que foi notificado o primeiro caso na China, refere o balanço diário da agência de notícias AFP.

Mais de 148.657.360 pessoas foram infectadas pelo novo coronavírus em todo o mundo, segundo o balanço, feito com base em fontes oficiais,

Diário de Notícias

DN

 

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Marcelo: estado de emergência acaba mas “se necessário for” voltará

 

 

SAÚDE/ESTADO DE EMERGÊNCIA

Presidente da República anunciou esta terça-feira que o país sai do mais grave estado de excepção em que está e agradeceu o “sacrifício” dos portugueses.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, fala ao País
© RUI OCHÔA/PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA/LUSA

Portugal sai do estado de emergência mas com muitos avisos de cautela do Presidente da República. É o que se retira da curta declaração ao país de Marcelo Rebelo de Sousa, transmitida a partir dos Palácio de Belém às 20 horas.

Após declarar ter decidido “não renovar o estado de emergência”, Marcelo passou aos alertas: “Não estamos ainda numa era livre de perigo, livre de covid, e enfrentamos ainda ameaças”, disse.

“Sem estado de emergência, há que adoptar todas as medidas consideradas indispensáveis para evitar retrocessos”.

“É preciso uma preocupação preventiva de todos nós”, fez questão de acrescentar. “”Podemos infectar os nossos contactos e permitir que a doença continue a transmitir-se. Enfrentamos o risco de novas variantes menos controláveis pela vacina”.

Por isso, deixou o claro aviso: “Se necessário for, não hesitarei em avançar com um novo estado de emergência”.

Quanto ao fim deste longo período de excepção em que manteve o país, um Estado de Emergência renovado 15 vezes, que terminará às 23.59 horas de sexta-feira, 30 de Abril, Marcelo reconheceu “o disciplinado sacrifício dos portugueses que, desde Novembro e mais intensamente desde Janeiro” se têm mantido confinados.

E realçou que este momento representa uma “esperança mobilizadora do que nos espera a todos, na vida, na saúde e na economia”.

​​​​​Justificou a decisão agora tomada pela “estabilização e até a descida do número médio de mortes e do número de internados em enfermaria e cuidados intensivos, assim como a redução do R(t) e a estabilização do número de infectados”.

Diário de Notícias

 

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