910: Novos casos por 100 mil habitantes, Rt e internados em UCI continuam a aumentar

SAÚDE/COVID-19/Rt/INTERNADOS

427 casos por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias e Rt acima de 1 não só a nível nacional como em todas as regiões

© Ina FASSBENDER / AFP

O número de novos casos de infecção por covid-19 por 100 mil habitantes e o Rt mantêm uma tendência crescente em Portugal, revela o mais recente relatório da DGS e do INSA com a monitorização das linhas vermelhas.

De acordo com o documento enviado esta sexta-feira às redacções, foram registados 427 casos por 100 mil habitantes no acumulado dos últimos 14 dias.

O limiar de 240 casos por 100 mil habitantes na taxa de incidência acumulada a 14 dias já foi ultrapassado a nível nacional e nas regiões Norte, Lisboa e Vale do Tejo (LVT), Alentejo e Algarve, sendo que a região mais a sul regista uma taxa de incidência de 960 casos por 100 mil habitantes. Mantendo-se a taxa de crescimento actual, estima-se que a região Centro atinja esse valor nos próximos 15 dias.

Já o Rt continua a apresentar valores superiores a 1 não só a nível nacional (1,07) como em todas as regiões do país, com a tendência crescente a ser mais acentuada no Norte e no Alentejo, que apresentam um Rt de 1,16 e 1,11, respectivamente.

Também o número diário de casos internados em Unidades de Cuidados Intensivos (UCI) no continente revelou uma tendência crescente, correspondendo agora a 70% (na semana passada foi de 68%) do valor crítico definido de 255 camas ocupadas.

O número de testes realizados à covid-19 aumentou nos últimos sete dias, sendo que 5,2% foram resultados positivos (na semana passada foi de 4,9%).

Relativamente à variante Delta, originalmente associada à Índia, é a dominante em todas as regiões, “com uma frequência relativa de 94,8% dos casos avaliados” na semana entre 5 a 11 de Julho.

O relatório com a monitorização das linhas vermelhas revela uma actividade epidémica “de elevada intensidade e tendência crescente, disseminada em todo o país e que afecta todas as idades, actualmente com maior impacto nas regiões Algarve, LVT e Norte” e associa o aumento da actividade epidémica “ao predomínio crescente da variante Delta”.

O documento indica que “o incremento do número de casos no grupo etário acima dos 80 anos pode vir a condicionar um aumento de número de internados e eventualmente do número de óbitos nas próximas semanas”.

Diário de Notícias
DN
23 Julho 2021 — 22:18

© ® inforgom.pt e apokalypsus.com são domínios registados por F. Gomes

 

708: Pandemia volta a crescer em Portugal. Lisboa e Vale do Tejo está com Rt de 1,11

 

SAÚDE/COVID-19/ESTATÍSTICAS

O número de novos casos de infecção por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias foi de 53 casos, com uma tendência ligeiramente crescente a nível nacional

© MÁRIO CRUZ/LUSA

A pandemia está a crescer novamente em Portugal, revelam as conclusões do mais recente relatório da Direcção-Geral da Saúde (DGS) e do Instituto Ricardo Jorge (INSA) com a monitorização das linhas vermelhas para a covid-19.

O número de novos casos de infecção por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias foi de 53 casos, com uma tendência ligeiramente crescente a nível nacional.

A mesma tendência é seguida pelo valor do Rt, que apresenta valores superiores a 1 a nível nacional (1,03) e na região de Lisboa e Vale do Tejo (1,11). “A manter esta taxa de crescimento, o tempo para atingir a taxa de incidência de acumulada a 14 dias de 120 casos por 100 mil habitantes, será de 61 a 120 dias e 31 a 60 dias, respectivamente, para o nível nacional e Lisboa e Vale do Tejo”, refere o documento.

No entanto, o número diário de casos de covid-19 em Unidades de Cuidados Intensivos (UCI) no continente revelou uma tendência ligeiramente decrescente, correspondendo a 24% do valor crítico definido de 245 camas ocupadas.

Paralelamente, a proporção de testes positivos foi de 1,2%, valor que se mantém abaixo do objectivo definido de 4%. No entanto, observou-se um decréscimo do número de testes para detecção de SARS-CoV-2 realizados nos últimos sete dias.

A estimativa do INSA e da DGS revela que a variante britânica tem uma prevalência de casos de 91,2% em Portugal, tendo ainda sido detectados 88 casos da variante sul-africana, 115 da variante brasileira e dez da variante indiana.

No entender das duas entidades, é recomendado que o aumento dos valores do índice de transmissibilidade seja “acompanhado com atenção durante a próxima semana pois pode sinalizar o início de um período de crescimento da epidemia”.

Diário de Notícias
DN
21 Maio 2021 — 18:20

 

© ® inforgom.pt e apokalypsus.com são domínios registados por F. Gomes

[ratingwidget_toprated type=”posts” created_in=”all_time” direction=”ltr” max_items=”5″ min_votes=”1″ order=”DESC” order_by=”avgrate”]

 

101: Níveis de pólenes vão aumentar nos próximos dias

Boletim Polínico

A Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC) prevê um “significativo acréscimo” dos níveis de pólenes nos próximos dias, principalmente nas regiões do sul do país, segundo o Boletim Polínico hoje divulgado.

O Boletim Polínico efectua a divulgação semanal sobre os níveis de pólenes existentes no ar atmosférico, recolhidos através da leitura de vários postos que fazem uma recolha contínua dos pólenes em várias regiões do país.

“Na próxima semana [29 de março a 04 de Abril], na ausência de precipitação, espera-se um significativo acréscimo dos níveis polínicos, prevendo-se, em geral, níveis moderados a elevados de pólen atmosférico para as regiões do norte do país”, adianta a SPAIC.

São ainda esperados níveis elevados a muito elevados para as regiões do sul do país e níveis baixos para os arquipélagos dos Açores e da Madeira.

O alerta da Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica vai particularmente para os pólenes de erva parietária, plátano, pinheiro e carvalhos.

Para as regiões de Trás-os-Montes, Alto Douro e Vila Real, prevêem-se níveis baixos a moderados de pólenes, com destaque para os de pinheiro, carvalho, gramíneas e erva parietária.

No Douro Litoral e região do Porto, os pólenes encontram-se em níveis moderados a elevados, com predomínio dos pólenes de pinheiro, plátano, carvalho e erva parietária.

Já para a região da Beira Litoral e Coimbra são esperados níveis elevados de pólenes, predominando os de pinheiro, plátano, erva parietária, carvalho e cipreste.

Na Beira Interior e na região de Castelo Branco, onde são esperados níveis baixos a elevados de pólenes, evidenciam-se os pólenes de carvalho, erva azeda, pinheiro, cipreste e gramíneas.

Prevêem-se níveis elevados a muito elevados de pólenes para as regiões da Estremadura e Lisboa, onde dominarão os pólenes de plátano, carvalho, cipreste, erva parietária e pinheiro.

Para o Alentejo e o Algarve são também esperados níveis elevados a muito elevados de pólenes, com predomínio dos pólenes de azinheira, plátano, cipreste, pinheiro, ervas azeda e parietária.

Nos Açores e na Madeira, os pólenes encontram-se em níveis baixos, dominando os de cipreste, erva parietária, eucalipto e gramíneas.

In Diário de Notícias online
28/03/2013
por Lusa, publicado por Ana Maia

[vasaioqrcode]