692: Calamidade até 30 de Maio. Mais três concelhos desconfinam, dois recuam

 

 

SAÚDE/COVID-19/ESTATÍSTICAS

País está, nesta altura, com uma incidência a 14 dias abaixo dos 50 casos por 100 mil habitantes, avançou a ministra de Estado e da Presidência, Mariana Vieira da Silva, após a reunião do Conselho de Ministros desta quinta-feira.

© MANUEL DE ALMEIDA/LUSA

Num contexto geral de decréscimo “muito significativo” de casos de covid-19 – o país tem agora uma incidência a 14 dias abaixo dos 50 casos por 100 mil habitantes – a excepção vai para os concelhos de Arganil e Lamego, os únicos que recuam no desconfinamento, regredindo para as regras definidas para 19 de Abril. Um terceiro concelho – Resende – permanece no mesmo nível, vigorando as medidas adoptadas na generalidade do país a 5 de Abril.

Em sentido oposto, avançam no desconfinamento, juntando-se ao resto do país, os concelhos de Carregal do Sal, Cabeceiras de Basto e Paredes. Também a freguesia de Longueira-Almograve, em Odemira – que esteve com cerca sanitária até à meia-noite da última terça-feira – passa a acompanhar o resto do país.

Já São Teotónio, a segunda freguesia de Odemira que foi alvo de uma cerca sanitária, “mantém ainda níveis de incidência elevada, ainda que as autoridades de saúde digam que não existe neste momento transmissão comunitária”, segundo avançou esta tarde a ministra de Estado e da Presidência. Avança um passo no desconfinamento, mas para as regras de 5 de Abril, o que permite a abertura de lojas e a permanência em esplanadas.

Falando na conferência de imprensa após o final do Conselho de Ministros, Mariana Vieira da Silva sublinhou que há sete concelhos que estavam em alerta na semana passada e que assim se mantêm, há cinco concelhos que entram agora em situação de alerta e 14 concelhos que deixam de estar. “Temos mais concelhos a sair de níveis acima de 120 [casos por 100 mil habitantes] do que concelhos a entrar e isso é um retrato do país”, sublinhou a ministra, destacando a evolução favorável da pandemia nas últimas semanas.

Face a este cenário, Mariana Vieira da Silva avançou que o Governo fez alguns “acertos” às medidas previstas, decidindo que podem agora reabrir os parques infantis não públicos, os parques aquáticos e e os itinerantes de diversão. “Para todos os concelhos que estiverem no nível maior de desconfinamento – que são quase todos -, há possibilidade de entrada em actividade dos itinerantes de diversão, dos parques infantis que não os públicos, que já tinham aberto há 15 dias, e dos parques aquáticos”,, especificou.

As actividades desportivas passam a funcionar até às 22.30 horas, acompanhando os horários da restauração e das actividades culturais. Até agora estavam limitadas às 21 horas aos dias de semana e às 19 horas ao fim de semana.

As restantes regras que já estavam previstas para cada nível de desconfinamento vão manter-se.

Apesar dos números positivos, o Conselho de Ministros desta tarde decidiu prolongar o estado de calamidade até 30 de maio.

Teletrabalho obrigatório reavaliado no final de Maio

Na conferência de imprensa, Mariana Vieira da Silva confirmou que se mantém a obrigatoriedade do teletrabalho até final de maio, mas acrescentou que a medida será reavaliada nessa altura, depois de ser conhecido o novo plano de riscos que foi pedido a Óscar Felgueiras e Raquel Duarte, e numa altura em que as pessoas com mais de 60 anos já estarão vacinadas. Nessa altura serão reanalisadas outras restrições que estão ainda em vigor.

Mariana Vieira da Silva avançou ainda que a final da Liga dos Campeões, que decorrerá no estádio do Dragão, no Porto, a 29 de maio, vai ter lugares marcados, com bilhetes nominais. Segundo a ministra haverá um limite de 12 mil adeptos no estádio, e estes terão de viajar “em bolha” e não poderão permanecer no país mais que 24 horas.

“As pessoas que vierem à final da Liga dos Campeões virão e regressarão no mesmo dia, com teste feito, em situação de bolha, ou seja, em voos charter, com deslocações para uma zona de espera. Daí irão para o estádio e depois para o aeroporto, estando em território nacional menos de 24 horas, numa permanência em bolha e com testes obrigatórios, feitos, em princípio, antes de entrarem no avião”, sublinhou a governante.

Praias com semáforos, mas a verde com metade da lotação

Tal como já sucedeu na época balnear de 2020/2021, as praias voltam a ter semáforos para controlar a lotação, mas os níveis de ocupação são alterados – até 50% da ocupação o semáforo permanece verde; de 50 a 90% da lotação ficará amarelo; acima de 90% dará lugar ao semáforo vermelho. O ano passado o semáforo verde aplicava-se a uma lotação até um terço.

Segundo a ministra, tal como no ano passado, não é necessário usar máscara na praia”, mas será obrigatório usá-la nos acessos à praia, nos acessos aos cafés e restaurantes, no interior dos restaurantes e nas casas de banho”. A diferença é que este ano o incumprimento ficará sujeito a multa.

Diário de Notícias

 

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682: Mais 460 casos em Portugal nas últimas 24 horas. Não há registo de mortes

 

 

SAÚDE/COVID-19/ESTATÍSTICAS

O número de internados manteve-se. Estão hospitalizadas 324 pessoas com covid-19, indicam os dados da DGS. O índice de transmissibilidade e a incidência descem.

Centro de vacinação contra a covid-19 em Lisboa
© . MÁRIO CRUZ/LUSA

Na véspera de o país entrar em estado de calamidade, foram registados 460 novos casos de covid-19 em Portugal nas últimas 24 horas, segundo o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS). O relatório desta sexta-feira (30 de Abril) indica também que neste período de tempo não ocorreram mortes devido à infecção por SARS-CoV-2.

Este é o terceiro dia, desde o início da pandemia, em que Portugal não regista mortes por covid-19. Só ocorreu a 3 de Agosto de 2020 e na passada segunda-feira.

O número de internados também manteve-se. Estão 324 pessoas internadas com a doença, das quais 89 em unidades de cuidados intensivos.

Os dados actualizados mostram que o índice de transmissibilidade, R(t), passa de 1,00 para 0,98 a nível nacional e no continente.

Também desce a incidência a 14 dias da infecção pelo novo coronavírus. Situa-se agora nos 66,9 casos por 100.000 mil habitantes em território nacional e 64,3 casos no continente.

Estes são os dois critérios que definem a matriz de risco, que serve de base ao Governo para a avaliação contínua do processo de desconfinamento.

© DGS

Região Norte continua a ser a que regista o maior número de novas infecções

O boletim diário da DGS mostra também que a região Norte mantém-se como aquela que regista o maior número de novas infecções (212), sendo seguida por Lisboa e Vale do Tejo que reportou mais 133 diagnósticos de covid-19.

Foram ainda confirmados mais 41 casos no Centro, 10 no Alentejo, 37 no Algarve, 15 na Madeira e 12 nos Açores.

No total, desde o início da pandemia (em Março de 2020), morreram em Portugal 16.974 pessoas, tendo sido confirmados 836.493 diagnósticos de covid-19 indica ainda a DGS.

Há mais 512 casos de pessoas que recuperaram da doença, elevando para 795 838 o número total de recuperados.

Desta forma, são agora 23.681 os casos activos de infecção por SARS-CoV-2, menos 52 em relação ao dia de ontem.

© DGS

A partir de amanhã, o país passa de estado de emergência para situação de calamidade, antecipando a quarta e última fase do plano de desconfinamento, que estava prevista arrancar na segunda-feira.

O desconfinamento não será, no entanto, igual em todo o país. Oito dos 278 concelhos do continente, com a particularidade da cerca sanitária em duas freguesias de Odemira – São Teotónio e Almograve -, ficam impedidos de avançar no plano de desconfinamento, devido à elevada incidência da infecção por SARS-CoV-2.

Vacina da Johnson & Johnson vai ser administrada a pessoas com mais de 50 anos

Já esta sexta-feira soube-se que a vacina da Janssen, do grupo Johnson & Johnson vai ser administrada em Portugal apenas às pessoas com mais de 50 anos.

O anúncio foi feito pelo secretário de Estado da Saúde, António Lacerda Sales, nas Caldas da Rainha. “A vacina da Janssen estará indicada e recomendada acima dos 50 anos de idade”, disse.

A vacina vai começar a ser agora aplicada”, indicou ainda o secretário de Estado. “Estes planos são ajustáveis e têm sempre uma adaptação permanente, progressiva, àquilo que a Ciência nos vai dando”, acrescentou.

A DGS publicou, entretanto, a norma com as indicações para a administração da vacina.

“Em Portugal, recomenda-se, à data, que COVID-19 Vaccine Janssen® seja utilizada em pessoas com 50 ou mais anos de idade. Os estudos em curso e os dados que continuam a ser analisados pela Agência Europeia de Medicamentos podem justificar a revisão desta recomendação a qualquer momento”, pode ler-se na norma 004/2021 divulgada no site oficial do organismo liderado por Graça Freitas.

Contudo, a orientação da DGS admite que as pessoas com uma idade inferior aos 50 anos recomendados possam receber a vacina, desde que seja manifestado esse desejo e o posterior consentimento, após o conhecimento dos riscos e benefícios.

No dia 20 deste mês, a Agência Europeia do Medicamento (EMA, na sigla em inglês) concluiu que há uma possível relação entre a formação de coágulos sanguíneos e a vacina da Janssen, na sequência de terem sido registados oito casos de pessoas que desenvolveram coágulos sanguíneos em quase sete milhões de pessoas vacinadas nos EUA.

Em apenas 24 horas morreram 15.396 pessoas em todo o mundo devido à covid-19

Também hoje foram divulgados os mais recentes dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) sobre mortalidade. Os números indicam que menos de 2% das mortes em Portugal entre 5 e 18 de Abril foram atribuídas à covid-19.

No período entre 5 e 18 de Abril morreram em Portugal 3940 pessoas. Entre 5 e 11 de Abril morreram 33 pessoas com covid-19 e entre 12 e 18 de Abril morreram 28 com a doença provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2.

A covid-19 foi responsável por 1,7% e 1,4% das mortes nessas semanas, respectivamente, refere o INE, assinalando que o total de óbitos continua abaixo da média dos últimos cinco anos.

Já a nível mundial, a pandemia de covid-19 provocou 15.396 mortos nas últimas 24 horas, totalizando 3.168.333 desde que foram detectados os primeiros casos da infecção na China, em Dezembro de 2019, segundo um balanço da agência de notícias AFP.

O número de infectados nas últimas 24 horas chegou aos 885.915, o que significa que o total de doentes desde o início da pandemia subiu para 150.446.870 pessoas.

Diário de Notícias
DN
30 Abril 2021 — 14:02

 

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676: Portugal regista mais seis mortes e 478 novos casos de covid-19

 

 

SAÚDE/COVID-19/ESTATÍSTICAS

António Pedro Santos / Lusa

Portugal registou, este domingo, mais seis mortes e 478 novos casos de infecção pelo novo coronavírus, segundo o último boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS).

De acordo com o último boletim da DGS, dos 478 novos casos, 172 são na região Norte. Na região de Lisboa e Vale do Tejo há mais 134 infectados do que nas últimas 24 horas, no Alentejo há mais 51, no Centro há mais 42, no Algarve há mais 30 e nos Açores e na Madeira há mais 14 e 35 casos, respectivamente.

No total, o número de pessoas infectadas pela doença desde o início da pandemia é agora de 834.442. Há, neste momento, 24.792 casos activos, mais 164 do que neste sábado.

Estão também confirmadas 16.965 mortes devido à covid-19, mais seis óbitos relativamente às últimas 24 horas, sendo que dois ocorreram na região Norte, dois no Centro, um na região de Lisboa e Vale do Tejo e um no Algarve.

Neste momento, existem 348 doentes internados em Portugal (mais seis do que ontem), dos quais 98 nos cuidados intensivos (o mesmo número de ontem).

O boletim da DGS também aponta para mais 308 doentes recuperados, verificando-se já um total de 792.685 pessoas. Há ainda 24.313 pessoas em vigilância pelas autoridades de saúde, mais 511 em relação ao dia de ontem.

Na chamada matriz de risco, Portugal encontra-se na zona verde. O país tem uma média de 72,1 casos de infecção por 100 mil habitantes e o Rt (risco de transmissibilidade) está nos 0,98.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 3.100.659 mortes em todo o mundo desde que o novo coronavírus foi identificado em 2019, 13.540 das quais neste sábado,​ segundo um balanço divulgado pela agência France-Presse.

Por Filipa Mesquita
25 Abril, 2021

 

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672: Portugal com mais uma morte por covid-19 e 610 novos casos de infecção

 

 

SAÚDE/COVID-19/ESTATÍSTICAS

Rodrigo Antunes / Lusa

Portugal registou, esta quarta-feira, mais uma morte e 610 novos casos de infecção pelo novo coronavírus, segundo o último boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS).

De acordo com o último boletim da DGS, dos 610 novos casos, 285 são na região Norte. Na região de Lisboa e Vale do Tejo há mais 189 infectados do que nas últimas 24 horas, no Centro há mais 53, no Alentejo há mais 16, no Algarve há mais 19 e nos Açores e na Madeira há mais 29 e 19 casos, respectivamente.

No total, o número de pessoas infectadas pela doença desde o início da pandemia é agora de 832.255. Há, neste momento, 24.653 casos activos, mais 77 do que na terça-feira.

Estão também confirmadas 16.952 mortes devido à covid-19, mais um óbito relativamente às últimas 24 horas, que ocorreu na região Centro.

Neste momento, existem 397 doentes internados em Portugal (menos 32 do que ontem), dos quais 110 nos cuidados intensivos (menos três pessoas do que ontem).

O boletim da DGS também aponta para mais 532 doentes recuperados, verificando-se já um total de 790.650 pessoas. Há ainda 21.681 pessoas em vigilância pelas autoridades de saúde, menos 185 em relação ao dia de ontem.

Na chamada matriz de risco, Portugal encontra-se na zona verde. O país tem uma média de 72,7 casos de infecção por 100 mil habitantes e o Rt (risco de transmissibilidade) está nos 0,98.

Esta segunda-feira, avançou a terceira fase do desconfinamento na generalidade do país. A retoma do ensino presencial para os alunos do Ensino Secundário e do Ensino Superior avança em todo o território continental, independentemente do nível de risco de cada concelho.

Os restaurantes, cafés e pastelarias poderão abrir o serviço de mesa no interior, limitado a grupos de quatro pessoas, para além do serviço de esplanada que já estava autorizado, mas que passa agora a ter um limite de seis pessoas. Os centros comerciais e todas as lojas, independentemente da sua dimensão, podem reabrir esta segunda-feira, cumprindo a lotação fixada pela DGS.

A pandemia do novo coronavírus matou até hoje pelo menos 3.046.134 pessoas em todo o mundo desde que foram detectados os primeiros casos, no final de 2019, segundo um levantamento realizado pela agência France-Presse a partir de fontes oficiais.

Avança 3.ª fase do desconfinamento. Shoppings, lojas, restaurantes e espectáculos de volta

Esta segunda-feira, a generalidade do país avança para a terceira fase do processo de desconfinamento. A última fase acontece daqui…

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Filipa Mesquita Filipa Mesquita, ZAP //

Por Filipa Mesquita
21 Abril, 2021

 

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668: Mais 13 internados e mais seis pessoas em cuidados intensivos

 

 

SAÚDE/COVID-19/ESTATÍSTICAS

O boletim epidemiológico da DGS indica que morreram mais três pessoas nas últimas 24 horas.

Este Domingo decorre o segundo dia de vacinação de professores e pessoal não docente
© Leonardo Negrão / Global Imagens

Portugal registou 441 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas, indica a Direcção-Geral da Saúde (DGS). O boletim epidemiológico deste domingo (18 de Abril) refere também que morreram mais três pessoas devido à infecção pelo novo coronavírus.

O boletim diário mostra que o número de internados aumentou para 428 (mais 13 doentes face ao dia anterior), dos quais 109 estão em unidades de cuidados intensivos (mais seis).

A região do norte, à semelhança dos últimos dias, tem sido a que apresenta mais novos casos da doença, com 193 pessoas registadas com covid-19, mas sem óbitos. Segue-se a região de Lisboa e Vale do Tejo com 109 novas infecções e dois mortos; a região centro com mais 46 casos e um morto. O Algarve também tem mais 38 novos casos de infecção, mas não regista qualquer morte, tal como o Alentejo, apenas com mais cinco novos casos de covid-19.

Os Açores tem agora mais 33 novos casos e a Madeira 17, mas ambas regiões autónomas não registaram óbitos.

O boletim da DGS revela que há 25.387 casos activos, mais 43 nas últimas 24 horas e mais 74 contactos em vigilância , num universo de 20.712 pessoas. Há igualmente mais 395 recuperados da doença.

Na sexta-feira, foi divulgado que o índice de transmissibilidade, denominado R(t), desceu para 1,05 a nível nacional (antes estava a 1,06) e para 1,04 se só tivermos em conta o território continental (a última actualização era de 1,05).

Também desceu a incidência da infecção pelo SARS-CoV-2. A nível nacional situa-se nos 71,6 casos por 100 mil habitantes (antes era de 72,4) e no continente é de 68,0 (antes era de 69,0).

Estes são os dois indicadores que servem de base para a matriz de risco definida pelo Governo, sendo que Portugal mantém-se muito próximo da zona amarela.

EUA com mais 708 mortos

Entretanto, os Estados Unidos registaram 708 mortes e 56.663 infectados com o novo coronavírus nas últimas 24 horas, segundo a contagem independente da Universidade Johns Hopkins.

Desde o início da pandemia, o país acumulou 566.875 óbitos e 31.625.873 casos da doença. Os EUA são o país com mais mortes devido ao novo coronavírus e também com mais casos de infecção.

O Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, previu que o país registe no total mais de 600 mil mortos devido à covid-19. O Instituto de Métricas e Avaliações de Saúde da Universidade de Washington, em cujos modelos de projecção da evolução da pandemia a Casa Branca se baseia com frequência, previu cerca de 610 mil mortes até 1 de Julho.

Índia teme colapso

A Índia também registou este domingo um novo recorde diário de infecções e de mortes, com 261.500 novos casos e 1.501 óbitos, e os estados mais afectados alertam para a pressão do sistema de saúde que poderá entrar em colapso.

Este país asiático vive uma segunda vaga de covid-19 e contabiliza 14,7 milhões de infecções desde o início da pandemia, segundo os últimos dados do Ministério da Saúde.

A Índia é o segundo país mais afectado pelo vírus, em termos absolutos, atrás dos estados Unidos da América (com 32 milhões), tendo superado esta semana, pela primeira vez, a barreira dos 200.000 contágios e continua a registar um vertiginoso aumento de casos sem que a curva dê sinais de diminuição.

Diário de Notícias
18 Abril 2021 — 14:34

 

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666: Mais cinco mortes e mais 649 novos casos de covid-19 em Portugal

 

 

SAÚDE/COVID-19/ESTATÍSTICAS

O boletim epidemiológico da DGS indica que há menos 14 pessoas internadas, apesar de estarem mais duas em unidades de cuidados intensivos.

A segunda fase de vacinação dos professores e pessoal não docente começou este sábado
© Leonardo Negrão / Global Imagens

Portugal registou 649 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas, indica a Direcção-Geral da Saúde (DGS). O boletim epidemiológico deste sábado (17 de Abril) refere também que morreram mais cinco pessoas devido à infecção pelo novo coronavírus.

O boletim diário mostra que o número de internados desceu para 415 (menos 14 doentes face ao dia anterior), dos quais 103 estão em unidades de cuidados intensivos (mais dois).

A região que agora apresenta maior número de novos casos é a do norte, com mais 258, embora não haja mortos a registar. A de Lisboa e Vale do Tejo teve novos 198 casos notificados e três óbitos e só a região do Algarve com 47 novos casos de covid-19 também regista um morto. A região centro tem mais 52 novas infecções e nenhum morto, tal como a do Alentejo, com 43 novos casos e nenhum óbito.

Nos Açores há mais 33 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas e um morto, e na região autónoma da Madeira mais 18 novas infecções registadas, mas sem qualquer óbito.

Dos casos activos, que atingem 25.344 pessoas, há menos 23 do que na sexta-feira. Mas os contactos em vigilância subiram para mais 698 pessoas, num total de 20.638. Há neste momento 788.274 pessoas recuperadas da doença, mais 667 do que ontem.

Esta sexta-feira, foi divulgado que o índice de transmissibilidade, denominado R(t), desceu para 1,05 a nível nacional (antes estava a 1,06) e para 1,04 se só tivermos em conta o território continental (a última actualização era de 1,05).

Também desceu a incidência da infecção pelo SARS-CoV-2. A nível nacional situa-se nos 71,6 casos por 100 mil habitantes (antes era de 72,4) e no continente é de 68,0 (antes era de 69,0).

Estes são os dois indicadores que servem de base para a matriz de risco definida pelo Governo, sendo que Portugal mantém-se muito próximo da zona amarela.

Vacinação dos professores

Este sábado também foi o dia do início da vacinação de quase 170 mil professores e funcionários das escolas que vão receber a primeira dose da vacina contra a covid-19 até domingo, depois de o processo ter sido adiado uma semana devido a novas restrições.

De acordo com a ‘task-force’ responsável pelo plano, até à manhã de sexta-feira já tinham sido enviados mais de 187 mil SMS para o agendamento da vacinação, que irá decorrer entre hoje e domingo, envolvendo quase todos os profissionais do ensino não superior.

No início da semana passada, os mesmos professores e funcionários começaram a receber a convocatória para o “grande exercício” de vacinação contra a covid-19, como lhe chamou o ministro da Educação, que estava previsto para o passado fim de semana.

Os planos foram, no entanto, adiados pela decisão da Direcção-Geral da Saúde (DGS) de recomendar a administração da vacina da AstraZeneca contra a covid-19 em pessoas acima dos 60 anos de idade. As novas restrições na utilização da vacina inicialmente destinada aos profissionais do ensino obrigou, então, a atrasar uma semana o processo de inoculação.

Três milhões de mortos no mundo

Soube-se também que o mundo atingiu mais de três milhões de mortes causadas pela covid-19 desde Dezembro de 2019, segundo um levantamento realizado hoje pela agência de notícias AFP a partir de dados fornecidos pelas autoridades de saúde.

Após um ligeiro abrandamento em Março, o número de mortes diárias está a aumentar novamente no mundo, com uma média de mais de 12.000 óbitos diários na semana passada.

A pandemia está “num ponto crítico”, disse a Organização Mundial da Saúde (OMS) na segunda-feira, entre países como Israel, que está a conseguir conter novos contágios graças a uma intensa campanha de vacinação, e outros como a Índia, que está a enfrentar recordes de contaminações e mortes.

Diário de Notícias
17 Abril 2021 — 14:39

 

 

 

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