907: Reforço da vacina contra a covid-19 é prudência ou ganância?

SAÚDE/COVID-19/VACINAÇÃO

A ministra da Saúde espanhola anunciou a aplicação da 3.ª dose da vacina. A OMS, EMA e especialistas dizem que a prioridade é ajudar os países pobres. O Infarmed contratou mais 24 milhões de vacinas e para já diz que não há necessidade de nova toma.

Vacinação em Vila Nova de Cerveira
© Rui Manuel Fonseca/Global Imagens)

A ministra da Saúde espanhola, Carolina Darias, afirmou esta sexta-feira que “tudo aponta” para a necessidade de dar uma terceira dose da vacina contra a covid-19 face ao aparecimento de novas variantes e que podem reduzir a protecção contra este coronavírus.

Numa entrevista à rádio Onda Cero, cita o El País, anunciou: “Tudo parece apontar para que teremos de dar uma terceira da vacina e, nesse sentido, vamos subscrever, com o apoio da UE, um contrato com a Pfizer e Moderna. Falta determinar quando será o momento de administrar o reforço”.

A governante anunciou o reforço da vacinação depois da Organização Mundial de Saúde (OMS) e da Agência Europeia do Medicamento (EMA) terem defendido que a questão não se coloca para já. Afirmações na sequência de um pedido da Pfizer, há 15 dias, para avançar para a 3. * dose da vacina. Sendo que a própria farmacêutica acrescentou que tal decisão compete em primeira instância à ciência.

Numa nota enviada às redacções, a Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde (Infarmed) refere que “a informação disponível até à data não permite concluir sobre a necessidade, e momento, de realização de reforço vacinal”, continuando-se a desenvolver o plano de vacinação..

O virologista Pedro Simas, do Instituto de Medicina Molecular, partilha das posições das organizações internacionais de saúde. “Ainda não chegámos à altura de tomar essa decisão. O grande objectivo é termos 70 % da população portuguesa com a vacinação completa, o que poderemos alcançar dentro de quatro a seis semanas. Temos quase 50 % com a vacinação completa e 65 % com uma dose. Seremos um dos países a chegar a essa meta porque temos uma grande adesão à vacinação, portanto, não é prioritário equacionar essa hipótese”, justifica.

O cientista defende que, ao se alcançar os 70 %, a imunidade de grupo, a população está protegida e preparada para reagir ao SARS-CoV-2; acrescenta que a imunidade celular alcançada é duradoura e que a protecção é reforçada pela própria circulação do vírus.

“Pandemia dos não vacinados”

Acrescenta uma outra razão para não se avançar para o reforço da vacinação: uma questão de ética.

Não há qualquer contra indicação em reforçar a vacinação, como não há em vacinar os menores de 18 anos (o que também não defendo), o problema é que o resto do mundo precisa de ser vacinado”, diz Pedro Simas, para sublinhar: “Actualmente, não há uma pandemia na população, há uma pandemia dos não vacinados”.

Ilustra a situação com os dados globais da vacinação: A nível mundial, 26,1 % da população levou uma dose da vacina contra a covid-19 e 13,1 % tem a vacinação completa, só que a distribuição dessas pessoas é muito assimétrica. Basta ver o que se passa nos países de língua portuguesa. Em Moçambique, por exemplo, 1,2 % da população levou uma dose da vacina e, apenas, 0,5 % completou o processo.

A justificação do cientista português vai ao encontro do que defende os responsáveis da OMS. Numa conferência de imprensa online, no dia 12 deste mês, apelaram à solidariedade dos países, acusando de “ganância” os que queriam avançar para a 3.ª dose, como Israel.

Patrícia Pacheco, directora do Serviço de Infecciologia, do Hospital Amadora-Sintra, começa por referir que ainda não há certezas científicas sobre o que fazer em relação a quem já tem a vacinação completa, mas que a questão do reforço deve ser analisado.

Acho que o caminho vai ser administrar uma 3.ª dose, nomeadamente entre as pessoas com uma maior vulnerabilidade, como os idosos e as que têm comorbidades. Não será o indicado para a população em geral, mas para os grupos de risco, por exemplo, para situações de vulnerabilidade imunológica, quem não tem capacidade pelo sistema imunitário de responder ao vírus”, explica a médica.

São essas as pessoas mais afectadas, e com maior gravidade, pela covid-19. São, também, estas as que estão entre os vacinados que chegam ao hospital com problemas derivados da doença. “É o que se passa no meu hospital, não sei o que se passa no país. É necessário ter essa informação para percebermos como será esse reforço, para quem e com que periodicidade”, defende Patrícia Pacheco.

No fundo, será uma situação idêntica ao que se passa com a gripe, contra a qual todos os anos os grupos de risco são vacinados. E o SARS-CoV-2 também veio para ficar, como explica Pedro Simas.

A DGS não respondeu ao DN sobre o que pensa fazer, mas já anunciou que a possibilidade será analisada.

O Infarmed, na mesma nota, diz que o problema não será falta de dinheiro.

Portugal tem “dois contratos estipulados, cujo volume de vacinas ultrapassa os 14 milhões, com os laboratórios BioNTech/Pfizer e Moderna”. E, para 2023, contratualizou com o consórcio BioNTech/Pfizer mais de 10 milhões de vacinas.

Diário de Notícias
Céu Neves
23 Julho 2021 — 22:04

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Suspensa modalidade “casa aberta” devido a problemas com vacinas da Janssen

SAÚDE/COVID-19/VACINA JANSSEN/SUSPENSÃO DE MODALIDADE “CASA ABERTA”

A suspensão temporária da vacinação sem agendamento devido à redução da disponibilidade de vacinas surge depois de ter sido interrompida a administração de doses de um lote da marca Janssen no Centro de Vacinação de Mafra.

© EPA/ETIENNE LAURENT

A modalidade “casa aberta” para a vacinação foi suspensa devido à redução da disponibilidade de vacinas, na sequência da interrupção de um lote da marca Janssen, anunciou esta quinta-feira a Task Force.

“Tendo em conta a suspensão de um lote de vacinas da marca Janssen, conforme divulgado por nota à imprensa do Infarmed de 14 de Julho, e a consequente redução na disponibilidade de vacinas, foi decidido suspender, de imediato, modalidade “casa aberta”, refere uma nota da Task Force da vacinação enviada às redacções.

A Task Force do plano de vacinação salienta que a modalidade “casa aberta” será retomada “logo que possível”.

A modalidade “casa aberta” estava disponível para a vacinação de primeiras doses de pessoas com 40 ou mais anos e que não tenham sido infectados com covid-19 nos últimos seis meses.

Segundo a Task Force, a ‘casa aberta’ permite assegurar que todas as pessoas elegíveis são chamadas ao processo de vacinação.

Na quarta-feira, a Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde (Infarmed) anunciou a suspensão de um lote de vacinas da Janssen depois de utentes terem desmaiado após a toma da vacina no Centro de Vacinação Covid-19 de Mafra.

A Autoridade Nacional do Medicamento informou “que não foram reportadas, até à presente data, suspeitas de defeito de qualidade deste lote noutros centros de vacinação em que o mesmo está a ser utilizado”.

O Infarmed decidiu dar início a um processo de investigação da qualidade das unidades remanescentes da vacina naquele local de vacinação, assim como, suspender este lote até as devidas averiguações estarem concluídas”, pode ler-se num comunicado enviado à nossa redacção.

Os últimos números oficiais indicam que mais de 42% dos portugueses já têm a vacinação completa e 60% já tomou pelo menos uma dose.

Só esta semana foram administradas mais de um milhão de doses, o valor mais alto desde o início da campanha de vacinação contra a covid-19.

A pandemia de covid-19 já matou em Portugal 17.182 pessoas e foram registados 916.559 casos de infecção, de acordo com a Direcção-Geral da Saúde.

Actualizado às 12:25

Diário de Notícias
DN/Lusa
15 Julho 2021 — 11:47

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883: Reacções adversas à vacina da Janssen em utentes de Mafra

SAÚDE/COVID-19/VACINAS JANSSEN/REACÇÕES ADVERSAS

Ainda não foram reportadas suspeitas de defeito de qualidade deste lote de vacinas noutros centros de vacinação em que o mesmo está a ser utilizado

© José Carmo / Global Imagens

Foram registadas reacções adversas à vacina contra a covid-19 no Centro de Vacinação de Mafra, informou o Infarmed.

No entanto, a Autoridade Nacional do Medicamento “informa que não foram reportadas, até à presente data, suspeitas de defeito de qualidade deste lote noutros centros de vacinação em que o mesmo está a ser utilizado”.

“O Infarmed decidiu dar início a um processo de investigação da qualidade das unidades remanescentes da vacina naquele local de vacinação, assim como, suspender este lote até as devidas averiguações estarem concluídas”, pode ler-se num comunicado enviado à nossa redacção.

Recentemente, os Estados Unidos alertaram para uma ligação entre a vacina contra a covid-19 da Janssen e a síndrome de Guillain-Barré.

A síndrome de Guillain-Barré é uma doença rara do sistema imunitário que causa inflamação dos nervos e pode levar à dor, dormência, fraqueza muscular e dificuldade em andar.

O aviso, ainda não oficializado, será emitido pela Food and Drug Administration (FDA), a agência governamental responsável pela aprovação da utilização de novos medicamentos, vacinas e outros produtos relacionados com a saúde pública.

De acordo com o The New York Times, que cita fontes familiarizadas com o assunto, a FDA concluiu que as pessoas que receberam a vacina da Janssen, subsidiária da multinacional americana Johnson & Johnson, têm três a cinco vezes mais probabilidades de desenvolver a síndrome de Guillain-Baré.

Dos 12,8 milhões de pessoas que receberam a vacina da Janssen nos Estados Unidos, cerca de 100 podem ter desenvolvido sintomas, segundo o The Washington Post.

A maioria das pessoas afectadas começou a apresentar sintomas duas semanas após a imunização e, na maioria dos casos, o perfil corresponde a homens com mais de 50 anos.

Não há dados que evidenciem um padrão semelhante entre aqueles que receberam a vacina contra a covid-19 da Moderna ou Pfizer, que só nos Estados Unidos já administraram mais de 321 doses.

A vacina da Janssen, de dose única, já tinha sofrido um contratempo em Abril, quando as autoridades norte-americanas interromperam a sua distribuição, após seis casos de trombose cerebral terem sido detectados em mulheres com menos de 48 anos que tinham sido inoculadas, uma das quais morreu.

Diário de Notícias
DN
14 Julho 2021 — 23:31

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Vacina portuguesa termina ensaios não clínicos com “elevada segurança e eficácia”

SAÚDE/COVID-19/VACINA PORTUGUESA

Ensaios não clínicos confirmaram eficácia da vacina portuguesa em infecções letais por covid-19.

© EPA/MARTIN JOPPEN / SANOFI

A biotecnológica portuguesa Immunethep anunciou esta terça-feira que os ensaios não clínicos da sua vacina contra o coronavírus já terminaram e demonstraram “uma elevada segurança e eficácia” numa infecção letal por SARS-CoV-2.

Em comunicado enviado à agência Lusa, a empresa sediada em Cantanhede, no distrito de Coimbra, refere que nos ensaios não clínicos foram usados como modelo animal os ratinhos transgénicos k18-hACE2 que, infectados com o coronavírus, desenvolvem uma doença semelhante aos humanos.

Citado no documento, o co-fundador e director científico da Immunethep afirma que, “através destes ensaios não clínicos e da taxa de sobrevivência de 100% observada, foi possível confirmar a eficácia da vacina em infecções letais por SARS-CoV-2”.

A biotecnológica portuguesa sediada em Cantanhede, Portugal, estava a realizar ensaios pré-clínicos da sua vacina SIlba (SARS-CoV-2 Inactivated for Lung B and T cell Activation), há vários meses.

“Após a infecção com um inoculo letal do vírus verificamos que, comparativamente com ratinhos controlo (que não sobreviveram), os animais vacinados tinham uma sobrevivência de 100% nos animais vacinados com a vacina SIlba, observável logo na primeira semana após a infecção, além disso, não demonstraram quaisquer efeitos adversos após a vacinação”, lê-se na nota.

Desde a sua fundação, em 2014, que a Immunethep se tem dedicado ao desenvolvimento de imunoterapias, principalmente contra infecções bacterianas multi-resistentes, contando actualmente com 10 colaboradores.

“A realização deste projecto em Portugal permite o desenvolvimento de competências únicas à escala global no desenvolvimento de vacinas e outros produtos biológicos”, conclui o co-fundador e director executivo da Immunethep, Bruno Santos.

Este responsável sublinha ainda que o rápido apoio por parte das entidades governamentais “é essencial para que possamos dar continuidade aos ensaios clínicos da vacina, a tempo de contribuir para a resolução da pandemia da covid-19”.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 4.044.816 mortos em todo o mundo, entre mais de 187,2 milhões de casos de infecção pelo novo coronavírus, segundo o balanço mais recente da agência France-Presse.

Em Portugal, desde o início da pandemia, em Março de 2020, morreram 17.173 pessoas e foram registados 912.406 casos de infecção, de acordo com a Direcção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detectado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e actualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, Índia, África do Sul, Brasil e Peru.

Diário de Notícias
Lusa
13 Julho 2021 — 15:12

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875: EUA associam vacina da Janssen e a síndrome de Guillain-Barré

SAÚDE/COVID-19/VACINA JANSSEN

Dos 12,8 milhões de pessoas que receberam a vacina da Janssen nos Estados Unidos, cerca de 100 podem ter desenvolvido sintomas, segundo o jornal The Washington Post.

© Frederic J. BROWN / AFP

Os Estados Unidos preparam-se para alertar para uma ligação entre a vacina contra a covid-19 da Janssen e a síndrome de Guillain-Barré, informou hoje a imprensa norte-americana.

A síndrome de Guillain-Barré é uma doença rara do sistema imunitário que causa inflamação dos nervos e pode levar à dor, dormência, fraqueza muscular e dificuldade em andar.

O aviso, ainda não oficializado, será emitido pela Food and Drug Administration (FDA), a agência governamental responsável pela aprovação da utilização de novos medicamentos, vacinas e outros produtos relacionados com a saúde pública.

De acordo com o The New York Times, que cita fontes familiarizadas com o assunto, a FDA concluiu que as pessoas que receberam a vacina da Janssen, subsidiária da multinacional americana Johnson & Johnson, têm três a cinco vezes mais probabilidades de desenvolver a síndrome de Guillain-Baré.

Dos 12,8 milhões de pessoas que receberam a vacina da Janssen nos Estados Unidos, cerca de 100 podem ter desenvolvido sintomas, segundo o The Washington Post.

A maioria das pessoas afectadas começou a apresentar sintomas duas semanas após a imunização e, na maioria dos casos, o perfil corresponde a homens com mais de 50 anos.

Não há dados que evidenciem um padrão semelhante entre aqueles que receberam a vacina contra a covid-19 da Moderna ou Pfizer, que só nos Estados Unidos já administraram mais de 321 doses.

O alerta da FDA deverá acontecer na terça-feira

A vacina da Janssen, de dose única, já tinha sofrido um contratempo em Abril, quando as autoridades norte-americanas interromperam a sua distribuição, após seis casos de trombose cerebral terem sido detectados em mulheres com menos de 48 anos que tinham sido inoculadas, uma das quais morreu.

O anúncio oficial da FDA pode ser feito na terça-feira, de acordo com o The New York Times.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 4.028.446 mortos em todo o mundo, resultantes de mais de 186,3 milhões de casos de infecção pelo novo coronavírus, segundo o balanço mais recente feito pela agência France-Presse.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detectado no final de 2019 em Wuhan, uma cidade do centro da China, e actualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, Índia, África do Sul, Brasil e Peru.

Diário de Notícias
DN/Lusa
13 Julho 2021 — 08:17

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871: Vacinas da Pfizer e da Moderna podem estar associadas a inflamações cardíacas

SAÚDE/COVID-19/VACINAS/PFIZER/MODERNA

A Agência Europeia de Medicamentos (EMA) denunciou hoje que as vacinas da Pfizer e da Moderna poderão estar associadas a ocorrências raras de inflamações no coração, após analisar 321 casos já vacinados contra o SARS-CoV-2.

As vacinas da Moderna e da Pfizer podem ter efeitos secundários
© Artur Machado/Global Imagens

A miocardite e pericardite são doenças inflamatórias do coração, apresentando sintomas como a falta de ar, palpitações e dores no peito.

O Comité de Avaliação do Risco em Farmacovigilância (PRAC) estudou 145 casos de miocardite e 138 casos de pericardite, após serem inoculados com a vacina da Pfizer, tendo analisado apenas 19 casos de cada inflamação, dos vacinados com a Moderna.

Até ao final de maio, cerca de 177 milhões de doses da vacina da Pfizer e 20 milhões doses da Moderna haviam sido administradas Espaço Económico Europeu (EEE).

O PRAC aconselhou actualizar as informações das vacinas, no sentido de incluir o efeito colaterais e aumentar a consciencialização entre as equipas de saúde e os utentes.

O comité recomendou ainda a restrição da comercialização da vacina da Johnson&Johnson para as pessoas com histórico de síndrome de derrame capilar, doença de Clarkson.

De acordo com o PRAC, é aconselhável adicionar uma advertência para doença de Clarkson, em que o fluido vaza pequenos vasos sanguíneos provocando inchaço, pressão arterial baixa, espessamento do sangue e níveis baixos de albumina no sangue.

O PRAC acrescentou que as informações do produto usado na AstraZeneca incluem um aviso para consciencializar sobre os casos de síndrome de Guillain-Barré (SBG), que podem ter sido relatados após a vacinação.

A síndrome provoca inflamação nos nervos e pode resultar em dor, dormência, fraqueza muscular e dificuldade em andar.

Em Junho, o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos anunciou que a ocorrência de inflamações no coração em adolescentes e jovens adultos poderá estar associada às vacinas da Pfizer e da Moderna contra o SARS-CoV-2.

De acordo com a informação divulgada por este organismo, há registo de inflamações no coração, ainda que raras, em adolescentes e jovens adultos que receberam os fármacos desenvolvidos pela Pfizer (em parceria com a BioNTech) e pela Moderna, duas vacinas centralizadas no método RNA (Ácido Ribonucleico).

Investigadores convocados pelo CDC revisitaram estas ocorrências de miocardite e pericardite, ou seja, inflamações do músculo cardíaco ou da membrana do coração.

Diário de Notícias
Lusa
10 Julho 2021 — 09:25

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