937: Mais 17 mortes e 2.590 casos em Portugal nas últimas 24 horas

SAÚDE/COVID-19/INFECÇÕES/MORTES

Portugal tem hoje menos 29 internados e menos 4 em Unidades de Cuidados Intensivos do que na véspera. No total há 895 hospitalizados, 195 das quais em UCI.

© Igor Martins / Global Imagens

Portugal registou mais 2.590 casos e 17 mortes por covid-19 nas últimas 24 horas, segundo o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS) deste sábado (31 de Julho). É o pior dia da semana em vítimas mortais, sendo que dez das 17 vítimas mortais foram registadas na região de Lisboa e Vale do Tejo. Morreram ainda quatro pessoas na região Norte, duas no Algarve e uma na região Centro. A vítima mais nova tinha entre 40 e 49 anos, sendo que dez dos óbitos foram na faixa etária acima dos 80 anos.

As hospitalizações desceram ligeiramente em relação ao reportado na sexta-feira. Há hoje menos 29 internados e menos 4 em Unidades de Cuidados Intensivos do que na véspera. No total ainda estão no hospital 895 doentes com covid-19, 195 das quais em UCI.

Entre os novos casos, quase metade (1.270) foi registada em pessoas abaixo dos 30 anos: 566 na faixa etária dos 20 aos 29 anos, 468 nos 10-19 anos e ainda 236 crianças até aos nove anos. Em termos de distribuição geográfica, a maioria (959 casos) são na região capital e 923 a Norte. O Algarve reportou mais 313 infectados, seguindo-se o Centro com mais 255, o Alentejo com mais 61.

No País há agora 49.256 casos activos de infecção por SARS-CoV-2, menos 1.555 do que na véspera. E mais 4.128 pessoas foram dadas como recuperadas da infecção. Em vigilância continuam 77.455 pessoas, menos 1.282 do que na sexta-feira.

Números da realidade da pandemia em Portugal a um dia da abertura completa do País. O Governo definiu as três fases para a reabertura completa do País. Assim, a partir de dia amanhã (1 de Agosto), o teletrabalho deixa de ser obrigatório e deixa de haver dever de recolhimento. Em Setembro, o uso de máscara na rua deixa de ser obrigatório e em Outubro abrem os bares e as discotecas.

Vacinados podem ter a mesma quantidade de vírus que os não vacinados

As pessoas vacinadas podem ser portadoras da mesma quantidade de vírus que as não vacinadas, segundo as conclusões de um estudo sobre um surto de casos de infecção com o novo coronavírus no Estado do Massachusetts, nos EUA.

Esta investigação foi decisiva na decisão dos Centros de Controlo e Prevenção de Doença (CDC, na sigla em Inglês) de recomendar às pessoas vacinadas que voltem a usar máscara em espaços fechados, nas zonas dos EUA onde a variante delta está a alimentar uma subida das infecções.

Madeira avançou hoje com vacinação de jovens

A Madeira já tem mais de metade da população adulta residente no arquipélago inoculada com a segunda dose da vacina contra a covid-19 e avançou hoje com a vacinação de jovens entre os 12 e os 17 anos, “usando as vacinas que são recomendadas pela Agência Europeia do Medicamento, que são a Johnson e a Pfizer”, segundo o secretário regional da Saúde, Pedro Ramos.

Fonte do Governo Regional esclareceu que a região segue as directivas da Agência Europeia do Medicamento e tem autonomia para antecipar a vacinação dos jovens com mais de 12 anos, mesmo sem o parecer da Direcção-Geral da Saúde, que na sexta-feira recomendou a vacinação apenas em casos específicos.

“A DGS recomenda a vacinação prioritária dos adolescentes entre os 12 e os 15 anos de idade com comorbilidades associadas a doença grave”, anunciou a directora-geral da Saúde, Graça Freitas, no seguimento de um parecer da Comissão Técnica de Vacinação Covid-19.

Diário de Notícias
Isaura Almeida
31 Julho 2021 — 14:46



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936: Número de internados em UCI em Lisboa e Vale do Tejo ultrapassa o limiar definido

SAÚDE/COVID-19/INTERNADOS/UCI

É na região de Lisboa e Vale do Tejo que se regista o maior número de internados em unidade de cuidados intensivos (UCI), tendo sido “ultrapassado o limiar crítico”, com “105% do limite regional de 103 camas em UCI definido no relatório “Linhas vermelhas”.

© Mário Cruz/Lusa

O relatório das “Linhas vermelhas”, da DGS e do INSA, refere que “o número diário de casos de covid-19 internados em Unidades de Cuidados Intensivos (UCI) no continente revelou uma tendência crescente”, sendo que “o maior número de internados observa-se actualmente na região de Lisboa e Vale do Tejo onde foi ultrapassado o limiar crítico regional definido”.

À data de 28 de Julho, a região da capital registava “108 doentes internados em UCI”, o que “representa 52% do total de casos em UCI, e corresponde a 105% do limite regional de 103 camas em UCI definido no relatório “Linhas vermelhas”.

A nível nacional, estavam “208 doentes internados em UCI”. “Este valor corresponde a 82% (na semana passada foi 70%) do limiar definido como crítico de 255 camas ocupadas”, refere o documento da Direcção-Geral da Saúde e do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge.

Apesar desta “elevada intensidade” do vírus SARS-CoV-2 em Portugal, a actividade epidémica do novo coronavírus SARS-CoV-2 regista “tendência estável a decrescente”, pode ler-se no relatório.

O relatório realça ainda que a região Norte e o Alentejo têm a sua actividade epidemiológica em crescimento e que “mesmo que a tendência decrescente se confirme nas próximas semanas, é esperada a continuação do aumento da pressão sobre os cuidados de saúde e da mortalidade nas próximas semanas”.

Diário de Notícias
DN
30 Julho 2021 — 21:55



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895: 3.677 novos casos e cinco mortes em Portugal nas últimas 24 horas

SAÚDE/COVID-19/INFECÇÕES/MORTES

O boletim diário da Direcção-Geral da Saúde dá conta que neste sábado (dia 17 de Julho) Portugal registou ainda 780 internamentos, dos quais 173 são em Unidades de Cuidados Intensivos. É pior sábado desde o dia 6 de Fevereiro.

Lisboa pode ter já atingido a quarta vaga
(N.W. – Lisboa JÁ atingiu a 4ª. vaga!)

Portugal registou nas últimas 24 horas mais 3.677 novos casos de covid-19 e cinco mortes. O boletim epidemiológico deste sábado revela também que há 780 internamentos, mais dois do que no dia anterior, dos quais 173 estão em Unidades de Cuidados Intensivos, também mais dois do que no dia anterior. Este é o pior sábado em termos de novos casos diários desde o dia 6 de Fevereiro, quando a terceira vaga começava a atenuar.

Portugal soma assim 927.424 casos de infecção desde o início da pandemia e 17 199 óbitos. Neste momento, há 49.776 casos activos e 79.711 contactos em vigilância. No dia de ontem há ainda a registar um R(t) de 1,12 a nível nacional e de 1,13 no Continente, estando a incidência em 355,5 casos por 100 000 habitantes a nível nacional e em 366,7 no Continente. Valores que se mantém em relação a sexta-feira.

Das cinco mortes, ​​​​​​​três ocorrerem na região de Lisboa e Vale do Tejo, aquela que continua à frente em termos de casos de infecção. Hoje, voltou a registar mais 1.581 novos casos, a região Norte não teve mortes, mas continua a subir nos casos, 1.182, a região Centro, teve uma morte e 319 casos, o Alentejo zero mortes e 104 casos e o Algarve, uma morte e 407 casos. A Madeira e os Açores não registaram óbitos, mas tiveram, respectivamente 43 e 41 novos casos.

Estes são os dados do país um dia depois de a ministra da Saúde ter assumido que Lisboa poderia estar a atingir o pico da quarta vaga. Segundo afirmou Marta Temido: “Em Lisboa, talvez neste momento estejamos no pico, mas precisamos dos dados dos próximos dias para ter a certeza de que passámos a fase pior”. Contudo, advertiu, mesmo que isso aconteça, é preciso continuar a apostar nas medidas de precaução básicas. “Elas não são muito exigentes” face à segurança que dão

Portugal é um dos países da União Europeia que está na lista vermelha dos casos de covid-19.

França exige a partir de amanhã teste com 24 horas

Por exemplo, França voltou a afirmar que irá exigir teste com máximo de 24 horas a viajantes de Portugal. A medida entra em vigor a partir de domingo e os viajantes têm de levar testes PCR ou de antigénio à covid-19 com máximo de 24 horas, em contraste com as 72 horas em vigor.

A medida é válida para todas as pessoas que não se encontrem vacinadas.

Espanha, Países Baixos, Grécia e Chipre são os outros países que terão o sistema de controlo reforçado, que também se aplica aos viajantes do Reino Unido, os quais tinham de apresentar um teste negativo feito 48 horas antes e que, agora, passarão igualmente para 24 horas, com a medida a entrar em vigor às 00:00 de domingo (hora local).

Diário de Notícias
17 Julho 2021 — 14:44

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“Resposta das UCI é gerível, mas se tiver de aumentar será à custa dos outros doentes”

SAÚDE/COVID-19/UCI’S

Na região de Lisboa e Vale do Tejo, a ocupação de camas nos cuidados intensivos está nos 86%, já esteve nos 90% e já houve doentes que tiveram de ser transferidos para outras regiões. No norte, na semana passada, o aumento de casos fez duplicar em 50% os internamentos, sendo expectável que nesta semana aumente ainda mais. Quem está no terreno diz que a resposta é gerível, mas se casos continuarem a subir, esta terá de ser à custa dos doentes não covid.

Matosinhos, 25 / 03 / 2021 – Covid-19: Reportagem na Unidade de Cuidados Intensivos do Hospital Pedro Hispano para trabalho sobre o que mudou nos hospitais com a pandemia.
(Artur Machado / Global Imagens)

O número de casos de covid-19 em Portugal continua a surpreender. Só ontem foram registados quase tantos (2.650) como no dia 13 de Fevereiro (2.856), altura em que a terceira vaga começava a atenuar. Neste momento, a situação só não é tão preocupante porque quando se olha para os números de internamentos ou de óbitos a realidade é outra. Enquanto ontem havia 742 pessoas internadas, das quais 131 em unidades de cuidados intensivos (UCI), a 13 de Fevereiro havia 4.850, das quais 803 em UCI. E o mesmo acontece em relação aos óbitos: ontem registaram-se nove, a 13 de Fevereiro foram 149. Quem está no terreno reconhece que o impacto que a doença está a ter agora nada tem que ver com o das anteriores vagas, sobretudo no período de Janeiro e Fevereiro, mas se tal é assim “é graças à vacinação”, sublinha ao DN o coordenador da Unidade de Cuidados Cirúrgicos do Centro Hospitalar Lisboa Ocidental, António Pais Martins.

Para este médico, a resposta que está a ser dada pela medicina intensiva “ainda é gerível, mas não pode aumentar muito mais, senão terá de ser à custa da resposta que estamos a dar aos doentes não covid”, alertando mesmo para o facto de a ocupação de camas na região de Lisboa e Vale do Tejo, nas últimas semanas, “já ter chegado aos 90% e mais. Nestes dias está nos 86%, mas, nas semanas anteriores já tivemos necessidade de transferir doentes, por exemplo para unidades do Alentejo, para se acautelar uma resposta mais efectiva aos outros doentes”.

Pais Martins, que também é director da secção de medicina intensiva da Sociedade Portuguesa de Anestesiologia, relembra que desde o início da pandemia que a resposta a nível da medicina intensiva é feita em rede no Serviço Nacional de Saúde (SNS): Lisboa e Vale do Tejo tem três grandes centros de referência e várias outras unidades, “mas não podemos correr o risco de o sistema voltar a ficar saturado”. E para isso, sublinha o especialista, “é necessário que a população continue a cumprir as regras de protecção individual. Só assim será possível conter a transmissão e evitar mais hospitalizações”.

António Pais Martins reforça mesmo que a diferença desta vaga para as anteriores é o processo de vacinação. “A nossa sorte é que temos o grupo dos mais idosos quase todo vacinado, senão seria muito mais complicado”. Mesmo assim, e quando olha para o número de casos que estão a marcar o início desta semana e a subida nos internamentos, não deixa de desabafar: “Quem diria? Ninguém no país poderia imaginar que, mesmo com o desconfinamento, voltássemos a ter milhares de casos por dia, mas esta situação não está a acontecer só em Portugal.

É muito semelhante em outros países, veja o que se passa em Espanha, por exemplo em Barcelona, no Reino Unido ou na Bélgica, e tudo por causa da nova variante.” E se há alguma tranquilidade no terreno, argumenta, “é por causa da vacinação, e quanto mais se acelerar este processo mais será possível travar as hospitalizações, mas é necessário que a população, sobretudo a mais jovem, também a aceite”.

Até porque, e como refere, esta variante não veio trazer só um aumento na transmissão da doença, mudou também o perfil do doente que dá entrada nos cuidados intensivos. “Neste momento, tenho nove pessoas internadas na minha unidade, com idades entre os 35 e os 48 anos. E se no início havia uma característica nestes doentes, homens e a maioria com excesso de peso ou mesmo obesidade, agora, embora não haja números que indiquem ser um padrão, estamos a receber doentes saudáveis e sem comorbilidades. O que para nós é uma situação preocupante.”

Lisboa e Vale do Tejo é a região com maior pressão no aumento de casos desde o início de Maio – vindo sempre a registar 40% a 60% dos casos de todo o país. Só ontem tinha 1.141 casos, de um total nacional de 2.650. António Pais Martins refere ao DN que, se não houver uma redução de casos na região, o período de férias que aí vem para muitos dos profissionais de saúde e nomeadamente da medicina intensiva pode estar em risco.

Variante Delta mudou regras do jogo

A variante Delta, cuja origem está associada à Índia, está em força na comunidade. Aliás, segundo o Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge, nas regiões de Lisboa e Vale do Tejo e no Algarve 100% dos casos têm a sua marca. Para quem está no terreno foi a Delta que veio mudar de novo as regras do jogo. Entrou na Europa pelo Reino Unido e rapidamente se espalhou por mais 90 países incluindo Portugal.

José Artur Paiva, director do Serviço de Medicina Intensiva do Centro Hospitalar Universitário São João, no Porto, diz mesmo: “Esta variante veio introduzir o que chamo de game changer. É bastante mais transmissível do que as outras, mesmo em relação à variante Alpha, do Reino Unido, em cerca de mais 70%, e é também mais invasiva, tem mais facilidade de entrar nas células do hospedeiro, e isto fez que acelerasse a transmissão da doença. Isto é o lado negativo desta variante. O lado positivo é que a vacinação em relação à variante Delta mantém um grau bastante elevado de efectividade contra a doença grave”, diz, especificando: “Quando falo em game changer é no sentido em que a transmissão foi acelerada significativamente e talvez não tenhamos tido essa percepção, tal como se teve em relação à variante Alpha.” E o resultado está à vista: “Um aumento significativo de casos na comunidade que levou a um aumento de hospitalizações. Há um percentual dos casos positivos que corresponde a um percentual de hospitalização. Portanto, sabíamos que as hospitalizações iriam aumentar, mas a boa noticia é que este percentual agora é muito mais baixo do que foi nas vagas anteriores.”

No norte internamentos ainda vão subir mais

José Artur Paiva afirma que o aumento de internamentos “não é uma surpresa”, sublinhando que, nas últimas semanas, o aumento de entradas em medicina intensiva foi de 35%, embora com uma distribuição bastante heterogénea no país. “Em Lisboa e Vale do Tejo os números continuam a ser elevados, mas já num planalto, o aumento na última semana foi de 11%.

No Algarve, na semana que terminou, os internamentos subiram muito (60%), mas esta aceleração já parece ser agora menor. No norte, estamos a ter uma aceleração, na semana passada os internamentos em medicina intensiva aumentaram 50%. Só que a partir de números relativamente baixos”. Mas com o aumento de casos – ontem a região norte voltou a ser a segunda com maior número (939) – “é expectável que nas próximas semanas as admissões na medicina intensiva ainda aumentem mais”. “O lado positivo é que estamos ainda com alguma folga na resposta.

À excepção de Lisboa e Vale do Tejo, a taxa de ocupação nas outras regiões é de 50% a 60%. No norte, por exemplo, os internamentos em UCI estão a aumentar, mas ainda não tivemos necessidade de transferir doentes para outras regiões”, diz José Artur Paiva, sublinhando, no entanto, que “a resposta nacional à covid ainda é gerível”. “As linhas vermelhas não são fixas e o segredo está em adaptar-se a resposta à procura de doentes, promovendo, sempre que necessário, a transferência entre hospitais da mesma região ou entre regiões.”

No sul ou no norte, a mensagem é a mesma. Se por um lado há preocupação, porque os casos continuam a aumentar, por outro há tranquilidade, porque, “ainda há uma folga na resposta”, mas a população tem de cumprir as regras de protecção.

Diário de Notícias
Ana Mafalda Inácio
14 Julho 2021 — 00:13

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812: Lisboa e Vale do Tejo com 86% das camas de cuidados intensivos ocupadas

SAÚDE/COVID-19/CUIDADOS INTENSIVOS

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Os hospitais de Lisboa e Vale do Tejo têm 71 doentes em cuidados intensivos por covid-19, o que representa já 86% do limite de 83 camas definidos para esta região, adianta o relatório das “linhas vermelhas” divulgado esta sexta-feira.

“A região de Lisboa e Vale do Tejo com 71 doentes internados em unidades de cuidados intensivos (UCI) representa 67% do total de casos em UCI [do país] e corresponde a 86% do limite regional de 83 camas em UCI definido no relatório “linhas vermelhas””, refere o documento da Direcção-Geral da Saúde e do Instituto Nacional Doutor Ricardo Jorge (INSA).

Para analisar o risco da pandemia, as “linhas vermelhas” elaboradas por um grupo de especialista prevê que, com uma taxa de ocupação de 85% das camas de cuidados intensivos, o número total de doentes covid-19 críticos deve permanecer abaixo de 245 em Portugal continental.

O documento, que realça que em medicina intensiva as necessidades de uma região podem ser suprimidas por outras regiões, avança a distribuição regional de ocupação máxima em unidades de cuidados intensivos: Norte 85 camas, Centro 56, Lisboa e Vale do Tejo 83, Alentejo 10 e Algarve 10.

Segundo o relatório divulgado esta sexta-feira, na quarta-feira, Portugal continental tinha 106 doentes internados em UCI, o que corresponde a 43% do limiar definido como crítico de 245 camas ocupadas e superior aos 36% da semana passada.

“Nos últimos dias, este indicador tem vindo a assumir uma tendência crescente”, refere o documento das autoridades de saúde.

Em Portugal, morreram 17.081 pessoas e foram confirmados 871.483 casos de infecção, de acordo com o boletim mais recente da Direcção-Geral da Saúde.

ZAP //Lusa

Por Lusa
26 Junho, 2021

 

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