824: Centros de vacinação passam a ter forças de segurança e voluntários

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De acordo com a orientação da Direcção-Geral da Saúde, a força de segurança deve “evitar aglomerados” e “garantir o distanciamento físico”.

© Rui Manuel Fonseca/Global Imagens

Os centros de vacinação contra a covid-19 vão passar a ter a presença de uma força de segurança, indica uma orientação da Direcção-Geral da Saúde hoje publicada, que prevê ainda voluntários no apoio às pessoas a vacinar.

“Deve garantir-se uma Força de Segurança para zelar pela segurança do local e evitar aglomerados populacionais e garantir o distanciamento físico durante o horário de funcionamento, em articulação com outros profissionais e voluntários, quando aplicável”, refere actualização da orientação sobre o funcionamento dos Centros de Vacinação Covid-19 (CVC).

O documento da Direcção-Geral da Saúde (DGS) aponta ainda que “deve ser considerada a participação de voluntários na gestão da circulação das pessoas a vacinar ao longo do circuito sentido único dos CVC”, especialmente para as pessoas portadoras de deficiência, com mobilidade reduzida ou que não falem a língua portuguesa.

Os CVC são constituídos sob a coordenação dos agrupamentos de centros de saúde e unidades locais de saúde, em articulação com as autoridades de saúde territorialmente competentes, as autarquias e parceiros locais.

Segundo os últimos dados do ministério da Saúde, metade da população de Portugal continental já recebeu pelo menos uma dose da vacina contra a covid-19 e mais de 30% têm a vacinação completa.

O plano de vacinação contra a covid-19, que arrancou no final de Dezembro de 2020, está na fase 2, tendo como objectivo administrar uma média de 100 mil doses por dia, para cumprir a meta de ter 70% da população vacinada com pelo menos uma dose em Agosto.

Diário de Notícias
Lusa
29 Junho 2021 — 15:56

 

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Centro de vacinação de “atendimento livre” abre segunda-feira em Lisboa

 

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De acordo com Fernando Medina, este centro vai funcionar entre as 07:00 e as 21:00.

© MANUEL DE ALMEIDA / LUSA

Lisboa vai ter, a partir de segunda-feira, um centro de vacinação contra a covid-19 em Alcântara que vai funcionar em regime de “atendimento livre”, sem marcação, anunciou esta terça-feira o presidente Fernando Medina.

“Vamos ter, já a partir de segunda-feira, um centro em Alcântara que vai funcionar no formato de atendimento livre para todas as pessoas que estejam nas faixas etárias abrangidas no plano de vacinação, para que se possam ir vacinar sem pré-marcação”, disse o autarca socialista no seu espaço de comentário na TVI24.

De acordo com o presidente da Câmara de Lisboa, este centro vai funcionar entre as 07:00 e as 21:00.

Esta é uma das medidas tomadas pela autarquia lisboeta para acelerar a vacinação em Lisboa, região onde se têm registado nos últimos dias os maiores casos de infecção diários por covid-19.

Nas últimas 24 horas, Portugal registou 1.020 novos casos de infecções por covid-19, 648 dos quais na região de Lisboa e Vale do Tejo.

Afirmando que há “condições logísticas e operacionais para que a vacinação seja acelerada”, Fernando Medina fez ainda saber que tem “capacidade para aumentar em 50% os números da vacinação” nos centros existentes na capital, “assim haja vacinas disponíveis”.

“E a informação que temos é que, neste momento, há vacinas disponíveis”, acrescentou.

Para esse aumento da capacidade de vacinação, o autarca frisou ser necessário “um esforço grande de contratação de mais enfermeiros” e um “alargamento dos horários de funcionamento dos centros”.

“Propusemos que tenham horário alargado em cerca de quatro horas e que funcionem também aos sábados e aos domingos”, afirmou, especificando que os centros fecharão assim às 22:00.

Entretanto, também esta terça-feira a task force fez saber que reabre na quarta-feira o centro de vacinação contra a covid-19 do pavilhão 3 da Cidade Universitária, em Lisboa, para vacinar pessoas acima dos 50 anos de idade sem agendamento.

Numa nota enviada à Lusa, a equipa liderada pelo vice-almirante Gouveia e Melo adiantou que o centro terá ao seu serviço “28 militares dos três ramos das Forças Armadas e terá capacidade para administrar cerca de 1.200 doses diárias”.

Por agora, este espaço será apenas dedicado à vacinação da modalidade ‘casa aberta’, “ficando disponível para a vacinação de primeiras doses de utentes com idade igual ou superior a 50 anos” inscritos nos agrupamentos de centros de saúde de Lisboa Norte e que não tenham sido infectados nos últimos seis meses.

Mais de 4,3 milhões de pessoas em Portugal já receberam a primeira dose da vacina contra a covid-19, o equivalente a 42% da população, e quase 2,6 milhões (25%) têm a vacinação completa, segundo dados avançados na terça-feira pela Direcção-Geral da Saúde (DGS).

Desde o início da pandemia, em Março de 2020, a covid-19 já matou 17.074 pessoas, em 866.826 casos de infecção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direcção-Geral da Saúde.

Diário de Notícias
DN/Lusa
22 Junho 2021 — 22:49

 

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