854: Aplicação para leitura do certificado digital já disponível para telemóveis

SAÚDE/COVID-19/APP PASSE COVID PARA SMARTPHONES

– Para ser uma notícia mais completa, deveria conter o endereço (link) da Play Store (Android) (https://play.google.com/store/apps/details?id=pt.incm.eudcc.app.lite&pli=1). Já a descarreguei, instalei e como apenas tenho a primeira dose de vacina, a app não aceita o Certificado de Vacinação do SNS24, informando que falta a segunda dose e tem de passar 14 dias. Em contrapartida, tenho outra app instalada (Pass Green) que através do código QR, passou para a app a cópia do Certificado de Vacinação da primeira dose (os tugas são mesmo complicados…!).

Esta aplicação vai permitir que as entidades que precisem de validar os certificados digitais covid da UE, que entraram em vigor a 1 de Julho, possam “fazê-lo de forma digital e mais rápida”

A aplicação que permite a leitura do certificado digital em vigor na União Europeia (UE) já pode ser descarregada nos telemóveis, permitindo uma validação mais rápida do documento, anunciou esta terça-feira o Ministério da Saúde.

“A aplicação móvel de leitura do Certificado Digital UE “Passe Covid” já está disponível para descarregamento nas lojas de aplicações móveis (app stores) da Google, da Apple e da Huawei”, adiantou o ministério em comunicado.

Segundo a mesma fonte, esta aplicação vai permitir que as entidades que precisem de validar os certificados digitais covid da UE, que entraram em vigor a 1 de Julho, possam “fazê-lo de forma digital e mais rápida”.

Desenvolvida pela Imprensa Nacional Casa da Moeda, a aplicação pode ser “descarregada e utilizada por todos”, caso das transportadoras aéreas e dos organizadores de eventos culturais, corporativos, desportivos e familiares, como casamentos e baptizados, avançou o ministério de Marta Temido.

Na prática, ao apontar a câmara do telemóvel para o código QR do certificado digital, a aplicação procede à sua leitura de forma automática, apresentando um sinal verde, que significa que o certificado foi validado com sucesso, ou vermelho, para os casos em que o certificado não é válido, explicou o ministério.

do webmaster deste Blogue: esta app apenas aceita a leitura do código QR para quem possui já as duas doses da vacina e passados 14 dias. Deviam de mencionar este ponto.

“Para efeitos de verificação, apenas são inspeccionadas a validade e a autenticidade do certificado, verificando quem o emitiu e assinou, além da aplicação das regras emitidas pela DGS. Durante o processo, apenas serão visualizados o nome, data de nascimento e informação sobre a verificação de validade do mesmo. Nenhum dado pessoal é armazenado pela aplicação”, garantiu ainda a mesma fonte.

Estes certificados começaram a ser emitidos em Portugal em 16 de Junho e permitem comprovar de que o seu portador foi vacinado contra a covid-19, efectuou um teste com resultado negativo ou já recuperou da doença.

Na sequência do acordo dos Estados-membros para facilitar a livre circulação dos cidadãos na UE de forma segura durante a pandemia, o documento, em Portugal, poderá ter outras funcionalidades, já que o Governo adiantou que pode ser utilizado em “matéria de tráfego aéreo e marítimo, de circulação em território nacional e de acesso a eventos de natureza cultural, desportiva, corporativa ou familiar”.

O ministério adiantou ainda que a aplicação SNS 24, que permite a emissão e apresentação do Certificado Digital da UE em formato electrónico, já está disponível nas `app stores´ da Google e, em breve, da Apple, permitindo que cada cidadão possa obter, consultar e armazenar o seu certificado digital.

Desenvolvida pela Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, esta aplicação móvel SNS 24 vem substituir a app MySNS Carteira.

Diário de Notícias
DN/Lusa
06 Julho 2021 — 20:23

 

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850: Sobre as vacinas

 

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846: 2.041 novos casos num dia sem óbitos, mas com internamentos a subir

SAÚDE/COVID-19/INFECÇÕES/MORTES

Segundo o boletim da Direcção-Geral da Saúde, há 567 pessoas internadas, das quais 128 em unidades de cuidados intensivos.

© PATRICIA DE MELO MOREIRA / AFP

Portugal tem 2.041 novas infecções por covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com o boletim epidemiológico divulgado este domingo pela Direcção-Geral da Saúde (DGS). Não foram registadas mortes associadas ao novo coronavírus, o que não acontecia há três semanas.

Na véspera foram registados 2.605 casos, o número mais alto desde 13 de Fevereiro.

Foram ainda registados mais 24 doentes internados, totalizando agora 567, dos quais estão 128 nos cuidados intensivos, mais 6 do que no dia anterior.

Lisboa e Vale do Tejo baixou para menos de mil novas transmissões, 928, depois de na véspera ter registado 1.362. Já no Norte continua a tendência crescente. Apesar de pouco significativo, os 564 casos representam um aumento em relação ao dia anterior, 557.

Todas as outras regiões, quer do Continente, quer das ilhas, mostraram um decréscimo de infecções em comparação ao dia anterior, embora o Algarve continue a ser o terceiro com mais casos, apesar de em termos globais ser a região continental com menos infectados desde o início da pandemia, 25.470.

Vacinação avança para os jovens adultos

Estes dados coincidem com o dia em que a faixa mais nova dos adultos começa a ser vacinada em Portugal. Segundo a equipa que coordena o plano de vacinação, as pessoas entre os 18 e os 29 anos começam este domingo a ser vacinadas contra a covid-19 por ordem decrescente de idade.

A convocação desta faixa etária é feita através do agendamento central, com os utentes a receberem uma mensagem SMS ou um telefonema dos serviços de saúde, mas o auto-agendamento ficará, gradualmente, disponível até aos 18 anos.

Na sequência da fase 2 do plano de vacinação e de um maior número de vacinas recebidas por Portugal, o portal para auto-agendamento entrou em funcionamento em 23 de Abril para pessoas com 65 ou mais anos e, desde então, tem ficado disponível para marcações das faixas etárias dos 50, 40 e 30 anos.

Um estudo da Escola Nacional de Saúde Pública da Universidade Nova de Lisboa, divulgado na última semana, indica que 85,7% dos jovens entre os 16 e os 25 pretendem ser vacinado, mas 14,3% ainda não decidiram se vão receber a vacina contra o vírus SARS-CoV-2.

Segundo os últimos dados da Direcção-Geral da Saúde, 6% da faixa etária entre os 18 e os 24 anos (49.206 pessoas) já receberam a primeira dose da vacina e 5% (35.621) têm a vacinação completa.

O coordenador da equipa do plano de vacinação, vice-almirante Gouveia e Melo, disse que Portugal vai acelerar o ritmo de vacinação devido à rápida disseminação da variante Delta de SARS COV-2, prevendo que seja possível vacinar cerca de 850 mil utentes por semana.

“Estamos numa guerra contra o vírus e vamos dar o máximo que podemos para adiantar o processo de vacinação, levando ao limite” os stocks, disse à agência Lusa.

“Estamos a um ritmo de 100 mil por dia, mas ainda vamos aumentar esse ritmo e vamos esgotar todos os nossos stocks de vacinas, eventualmente reduzindo alguma segurança em termos de reserva, mas para adiantar o processo de vacinação”, explicou.

As próximas duas semanas, explicou, são decisivas pelo que é expectável que o ritmo de vacinação suba para mais de 120 mil vacinas por dia de forma consistente o que fará com que a vacinação atinja por semana mais de 800 mil vacinas.

Mas se a vacinação está a todo o vapor, as mais recentes medidas decididas pelo governo par conter a propagação do vírus receberam críticas. As mais recentes são do PAN, que se queixa de nem o executivo nem o Presidente da República ouvirem os partidos. A nova líder do Pessoas-Animais-Natureza, Inês de Sousa Real, considerou também que as restrições mais recentes “estão feridas de constitucionalidade”.

“Nestas medidas que foram adoptadas pelo Governo, é de lamentar que não tenham sido ouvidos os partidos políticos porque à semelhança do que aconteceu lá atrás, seja para a declaração do estado de emergência, tendo em conta que estamos a adoptar medidas que beliscam ou que estão feridas de constitucionalidade, teria sido importante ouvir, fazer a auscultação, e isso não aconteceu e é de facto lamentável”, afirmou Inês de Sousa Real à Lusa.

Diário de Notícias
DN
04 Julho 2021 — 14:04

 

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583: Novos máximos da pandemia em Portugal: 303 óbitos e 16.432 casos

 

SAÚDE/COVID-19/ESTATÍSTICAS

A DGS indica que há menos 38 pessoas internadas em enfermaria, enquanto nos cuidados intensivos estão agora 782, menos um doente que no dia anterior. Na última semana foram declarados 1922 óbitos no país, dos quais 894 só na região de Lisboa e Vale do Tejo.

Unidade de cuidados intensivos do Hospital Padre Américo, Penafiel
© Rui Oliveira/Global Imagens

As últimas 24 horas em Portugal foram as piores desde o início da pandemia, uma vez que pela primeira vez foi ultrapassada a barreira das três centenas de óbitos, atingindo os 303 doentes que morreram por covid-19. Aliás, refira-se que na última semana (desde a passada quinta-feira) foram declarados 1.922 óbitos por causa desta doença.

Os dados do boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS) desta quinta-feira (28 de Janeiro) mostram ainda que, pela primeira vez, foi ultrapassada a barreira das 16 mil novas infecções num só dia, tendo totalizado 16.432 casos positivos.

O boletim mostra entretanto que houve um ligeiro alívio na pressão sobre os hospitais, uma vez que 38 pessoas receberam alta e há menos uma nas unidades de cuidados intensivos. Contudo, o número de pessoas a necessitarem de cuidados nos serviços de saúde é ainda muito elevado, pois encontram-se 6.565 doentes internados, enquanto 782 estão em cuidados intensivos.

Foram ainda dados como recuperados da doença 8.946 pessoas, ainda assim menos 322 do que aqueles que receberam alta médica dia anterior. Portugal tem agora 223.150 contactos em vigilância, mais 2.894 do que os registados no boletim anterior.

A região de Lisboa e Vale do Tejo (LVT) é aquela onde a situação é mais preocupante, uma vez que nas últimas 24 horas foram registadas 142 mortes, o segundo pior registo de sempre, só superado por terça-feira, quando foram declarados 142 óbitos. Para se ter uma noção da gravidade da situação, basta dizer que na última semana (últimos sete dias) morreram nesta região 894 pessoas devido a infecções por covid-19.

Ainda em LVT foram registadas mais 8.621 novos casos, mais do que o total de infecções no resto do país nas últimas 24 horas. Na região do Norte houve mais 4.057 novos casos e 60 mortes, na zona Centro houve mais 2.736 novas infecções e 66 óbitos, no Alentejo foram 529 casos e 23 mortes, enquanto no Algarve registaram-se 327 infecções e 10 óbitos.

No que diz respeito às regiões autónomas, foram registados dois mortos na Madeira, onde houve mais 95 infecções, enquanto os Açores comunicaram 65 novos casos.

O elevado número de doentes internados com o novo coronavírus continua a pressionar, ainda mais, a capacidade de resposta dos hospitais portugueses. A situação é “preocupante”, já o admitiu a ministra Marta Temido, que, numa reunião, pediu aos hospitais de Lisboa que abram todas as camas disponíveis.

A região de Lisboa e Vale do Tejo está sob grande pressão. É aqui que desde o início do mês se identificam mais casos positivos.

Os hospitais da região estão em sobrecarga. De tal forma, que, na noite de terça-feira, problemas na rede de oxigénio do Hospital Fernando Fonseca, também designado como Amadora-Sintra, obrigou a que mais de 100 doentes fossem transferidos para outras unidades, nomeadamente das Forças Armadas, Hospital da Luz, Hospital de Santa Maria e ainda para o Hospital de Campanha, montado no Centro Universitário.

Mas há outras unidades a viver esta “situação de catástrofe”. Disto mesmo dão conta sete conselhos de administração – a saber: Centro Hospitalar Barreiro-Montijo, Hospital de Setúbal, Hospital Garcia de Orta, Hospital Fernando Fonseca, Hospital Vila Franca de Xira, Hospital de Cascais e Hospital Beatriz Ângelo, em Loures -, que assinam uma carta dirigida à ministra da Saúde e à Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT).

Na missiva, as administrações expõem o desespero e o esforço que estão a fazer para dar resposta à sobrecarga na resposta à pandemia e criticam a gestão de camas e a discrepância na sua distribuição, quando se comparam com outras unidades, sobretudo com as duas das maiores do país, CHULC (Lisboa Central) e CHULN (Lisboa Norte), que ainda estão abaixo da sua taxa de esforço.

Perante a situação inédita que se viveu na terça-feira à noite no Amadora-Sintra, juntamente com o documento das sete administrações hospitalares, a ministra Marta Temido reuniu-se na quarta-feira pela manhã, 08.30, com os hospitais de Lisboa, acabando por pedir que disponibilizassem já nesta fase todas as camas que ainda têm disponíveis para a covid-19.

O primeiro-ministro, António Costa, reconheceu na quarta-feira, durante o programa Circulatura do Quadrado, na TVI 24, que teria definido regras mais apertadas no Natal se tivesse conhecimento do quadro da variante inglesa.

“Se tivéssemos conhecimento do quadro da variante inglesa, teríamos definido regras mais apertadas no Natal. Na altura não tínhamos esse conhecimento. Toda a gente concordava com as regras do Natal tínhamos empresários da restauração à porta da Assembleia da República”, reconheceu.

Instado por Pacheco Pereira a enumerar os erros que cometeu, o primeiro-ministro reconheceu apenas erros na transmissão da mensagem, mas considerou que as “as coisas estão claramente a correr muito mal nesta terceira vaga”. “Quando o receptor não percebeu, o mensageiro transmitiu mal”, explicou.

“Os hospitais estão sob pressão. Houve uma confluência do aparecimento da variante inglesa com as regras menos apertadas no período do Natal. No Natal existia um planalto com números muito altos”, lembrou, adiante que o pior ainda poderá estar para vir. “Primeiro precisamos de baixar o número de casos diários e só depois é que baixarão o número de internamentos e de óbitos”, acrescentou.

O primeiro-ministro falou ainda do fecho das escolas, frisando que “uma interrupção lectiva de 15 dias é fácil de compensar no calendário escolar” e que dificilmente o ensino presencial regressará no espaço de 15 dias, pelo que o ensino será retomado através do online.

Diário de Notícias
DN
28 Janeiro 2021 — 16:07

 

 

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