912: Reforço da vacina contra a covid-19 é prudência ou ganância?

SAÚDE/COVID-19/VACINAÇÃO

A ministra da Saúde espanhola anunciou a aplicação da 3.ª dose da vacina. A OMS, EMA e especialistas dizem que a prioridade é ajudar os países pobres. O Infarmed contratou mais 24 milhões de vacinas e para já diz que não há necessidade de nova toma.

Vacinação em Vila Nova de Cerveira
© Rui Manuel Fonseca/Global Imagens)

A ministra da Saúde espanhola, Carolina Darias, afirmou esta sexta-feira que “tudo aponta” para a necessidade de dar uma terceira dose da vacina contra a covid-19 face ao aparecimento de novas variantes e que podem reduzir a protecção contra este coronavírus.

Numa entrevista à rádio Onda Cero, cita o El País, anunciou: “Tudo parece apontar para que teremos de dar uma terceira da vacina e, nesse sentido, vamos subscrever, com o apoio da UE, um contrato com a Pfizer e Moderna. Falta determinar quando será o momento de administrar o reforço”.

A governante anunciou o reforço da vacinação depois da Organização Mundial de Saúde (OMS) e da Agência Europeia do Medicamento (EMA) terem defendido que a questão não se coloca para já. Afirmações na sequência de um pedido da Pfizer, há 15 dias, para avançar para a 3. * dose da vacina. Sendo que a própria farmacêutica acrescentou que tal decisão compete em primeira instância à ciência.

Numa nota enviada às redacções, a Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde (Infarmed) refere que “a informação disponível até à data não permite concluir sobre a necessidade, e momento, de realização de reforço vacinal”, continuando-se a desenvolver o plano de vacinação..

O virologista Pedro Simas, do Instituto de Medicina Molecular, partilha das posições das organizações internacionais de saúde. “Ainda não chegámos à altura de tomar essa decisão. O grande objectivo é termos 70 % da população portuguesa com a vacinação completa, o que poderemos alcançar dentro de quatro a seis semanas. Temos quase 50 % com a vacinação completa e 65 % com uma dose. Seremos um dos países a chegar a essa meta porque temos uma grande adesão à vacinação, portanto, não é prioritário equacionar essa hipótese”, justifica.

O cientista defende que, ao se alcançar os 70 %, a imunidade de grupo, a população está protegida e preparada para reagir ao SARS-CoV-2; acrescenta que a imunidade celular alcançada é duradoura e que a protecção é reforçada pela própria circulação do vírus.

“Pandemia dos não vacinados”

Acrescenta uma outra razão para não se avançar para o reforço da vacinação: uma questão de ética.

Não há qualquer contra indicação em reforçar a vacinação, como não há em vacinar os menores de 18 anos (o que também não defendo), o problema é que o resto do mundo precisa de ser vacinado”, diz Pedro Simas, para sublinhar: “Actualmente, não há uma pandemia na população, há uma pandemia dos não vacinados”.

Ilustra a situação com os dados globais da vacinação: A nível mundial, 26,1 % da população levou uma dose da vacina contra a covid-19 e 13,1 % tem a vacinação completa, só que a distribuição dessas pessoas é muito assimétrica. Basta ver o que se passa nos países de língua portuguesa. Em Moçambique, por exemplo, 1,2 % da população levou uma dose da vacina e, apenas, 0,5 % completou o processo.

A justificação do cientista português vai ao encontro do que defende os responsáveis da OMS. Numa conferência de imprensa online, no dia 12 deste mês, apelaram à solidariedade dos países, acusando de “ganância” os que queriam avançar para a 3.ª dose, como Israel.

Patrícia Pacheco, directora do Serviço de Infecciologia, do Hospital Amadora-Sintra, começa por referir que ainda não há certezas científicas sobre o que fazer em relação a quem já tem a vacinação completa, mas que a questão do reforço deve ser analisado.

Acho que o caminho vai ser administrar uma 3.ª dose, nomeadamente entre as pessoas com uma maior vulnerabilidade, como os idosos e as que têm comorbidades. Não será o indicado para a população em geral, mas para os grupos de risco, por exemplo, para situações de vulnerabilidade imunológica, quem não tem capacidade pelo sistema imunitário de responder ao vírus”, explica a médica.

São essas as pessoas mais afectadas, e com maior gravidade, pela covid-19. São, também, estas as que estão entre os vacinados que chegam ao hospital com problemas derivados da doença. “É o que se passa no meu hospital, não sei o que se passa no país. É necessário ter essa informação para percebermos como será esse reforço, para quem e com que periodicidade”, defende Patrícia Pacheco.

No fundo, será uma situação idêntica ao que se passa com a gripe, contra a qual todos os anos os grupos de risco são vacinados. E o SARS-CoV-2 também veio para ficar, como explica Pedro Simas.

A DGS não respondeu ao DN sobre o que pensa fazer, mas já anunciou que a possibilidade será analisada.

O Infarmed, na mesma nota, diz que o problema não será falta de dinheiro.

Portugal tem “dois contratos estipulados, cujo volume de vacinas ultrapassa os 14 milhões, com os laboratórios BioNTech/Pfizer e Moderna”. E, para 2023, contratualizou com o consórcio BioNTech/Pfizer mais de 10 milhões de vacinas.

Diário de Notícias
Céu Neves
23 Julho 2021 — 22:04

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“Exaustos”, médicos de família escrevem carta aberta aos portugueses

Muito subjectivo, não me façam rir….
Significado de subjectivo:
1. Aquilo que deriva de pontos de vista, sentimentos ou opiniões próprias de um indivíduo; da esfera privada ou individual;
2. Referente ao sujeito ou existente dentro dele;
3. Que pertence ao âmbito da consciência ou à área do psiquismo;
4. Aquilo que caracteriza um ou vários sujeitos em particular, mas que não é real para todos;
5. Aquilo que é enganador ou imaginário;
6. Referente àquilo que apenas acontece no espírito;

SAÚDE/MÉDICOS DE FAMÍLIA

Profissionais exigem estratégia para os doentes não-covid-19 e queixam-se de “exaustão” pelo “excesso de tarefas que inclui muitos fins de semana e feriados”

© Leonel de Castro/Global Imagens

“Deixem-nos ser Médicos de Família”. É com este apelo que os médicos de família iniciam uma carta aberta dirigida aos portuguesas e à qual o DN teve acesso.

No documento, os médicos de família alertam que durante a pandemia “se verificou um aumento da mortalidade por outras doenças” que não a covid-19 e que se realizaram menos 13,5 milhões de contactos presenciais médicos e de enfermagem nos Cuidados de Saúde Primários.

“Os médicos de família e outros profissionais de saúde têm sido permanente e continuamente mobilizados para tarefas relacionadas com a pandemia, sem possibilidade de responder às normais necessidades de saúde dos cidadãos que se viram desprotegidos no acesso aos Centros de Saúde, e daí a todo o Serviço Nacional de Saúde”, pode ler-se.

Na carta, estes profissionais avisam que, devido à mobilização dirigida “aos 9% da população que até agora tiveram contacto com o vírus”, “os Centros de Saúde estão desertificados e sem capacidade de reacção ou de antecipação face às necessidades da população”.

Os médicos de família questionam porque é que o Ministério de Saúde não definiu “qualquer estratégia exequível” para os doentes não covid-19. “Onde está a universalidade de cuidados? Questionamos porque é que se mantém o mesmo modelo desde há meses, não se adaptando à situação actual da evolução da pandemia. Onde está a personalização de cuidados? Questionamos porque é que nada foi feito para garantir a prestação de cuidados de saúde a todos os nossos doentes, na prevenção e no tratamento de doenças.

Onde está a globalidade de cuidados? Questionamos porque é que todas as unidades do país têm de responder aos mesmos objectivos e nos mesmos procedimentos sem o necessário ajustamento local. Onde está a autonomia das Unidades de Saúde? Questionamos porque continuamos a ter um conjunto alargado e não comunicante de aplicações informáticas que obrigam a duplicar (por vezes triplicar!) o trabalho de registo. Os sistemas de informação servem mesmo para simplificar o trabalho?”, prosseguem.

Estes profissionais queixam-se de “exaustão” pelo “excesso de tarefas que inclui muitos fins de semana e feriados” e de a sua voz ser ignorada “por quem tem o poder de decisão”. “Há que alocar outros profissionais, abrir contratações e mudar o modelo de abordagem de combate à pandemia. Há que reabrir os Centros de Saúde em pleno, com adaptações locais se necessárias, e deixar os Médicos de Família fazerem o que sabem fazer bem. Queremos voltar ao normal e continuar a defender os nossos doentes, a orientá-los no sistema de saúde, a conseguir um planeamento eficaz, a retomar a acessibilidade aos cuidados e às nossas funções enquanto Médicos de Família, em todas as fases da vida, do nascimento até à morte!“, exigem.

“Há que encontrar um equilíbrio que nos permita cuidar de todos os doentes. Conhecemos claramente os nossos deveres para com os cidadãos que em nós confiam. Exigimos as condições para o podermos continuar a fazer, tratando e cuidando de quem mais necessita, na doença e na saúde. Estamos aqui e continuamos disponíveis para ser parte da solução e não do problema. Os nossos doentes sabem que podem sempre contar com os seus Médicos de Família. Assim saibam todos”, concluíram.

Diário de Notícias
DN
23 Julho 2021 — 17:12

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910: Parkinson, Cancro e Diabetes Tipo 2 têm uma causa em comum

SAÚDE/CANCRO/DIABETES/PARKINSON

Torsten Wittmann / Universidade da California
As mitocôndrias geram energia nas células

O papel da proteína Parkin no processo da mitofagia pode ser a chave no tratamento do Parkinson, cancro e diabetes tipo 2.

Há um elemento em comum que causa cancro, Parkinson e diabetes tipo 2: uma enzima. Quando as células estão sob stress, aciona-se uma proteína chamada Parkin que protege a mitocôndria, a parte da célula que gera energia.

Um estudo publicado este ano na Science Advances descobriu uma ligação entre o sensor do stress das células e a Parkin que está também associada à diabetes tipo 2 e ao cancro, o que pode abrir um caminho para tratar estas doenças.

O papel da Parkin é facilitar o processo da mitofagia, ou seja, desobstruir as mitocôndrias que tenham sido danificadas pelo stress celular para que novas as possam substituir. Quando se sofre de Parkinson, a proteína não é capaz de concluir a mitofagia.

Apesar de já se saber há algum tempo que a Parkin detecta o stress das mitocôndrias, ninguém sabia exactamente como este processo começava. A Parkin dirigia-se para as mitocôndrias depois dos danos, mas não se sabia qual era o sinal que a proteína recebia depois de chegar lá.

“As nossas descobertas representam de longe o passo mais inicial na resposta da Parkin que alguém já conseguiu encontrar até agora. Todos os outros eventos bioquímicos acontecem numa hora, nós encontramos algo que acontece em cinco minutos“, explica Reuben Shaw, professor e director do Centro de Cancro do Instituto de Salk e autor do estudo, à Sci Tech Daily.

“Descodificar este passo importante na forma como as células descartam mitocôndrias danificadas tem implicações em várias doenças”, acrescenta o investigador.

O laboratório de Reuben Shaw, conhecido pelos trabalhos sobre metabolismo e cancro, descobriu há 10 anos uma enzima, AMPK, que é altamente sensível a vários tipos de stress celular e que controla a autofagia ao activar uma outra enzima chamada ULK1.

Depois dessa descoberta, Shaw juntou-se à estudante Portia Lombardo para procurar proteínas relacionadas com a autofagia e directamente activadas pela ULK1 e ficaram surpreendidos quando a Parkin surgiu no topo da lista. Os processos bioquímicos envolvem normalmente muitos participantes, no entanto, a mitofagia é iniciada apenas com três, a AMPK, a ULK1 e a Parkin.

O novo estudo começa agora a explicar este primeiro passo importante na activação da proteína, que começa com um sinal da AMPK até à ULK1 e que depois ordena a Parkin para ir verificar a mitocôndria depois dos primeiros danos e removê-la completamente.

A AMPK é activada por uma proteína LKB1 que está associada a vários tipos de cancro e também por um medicamento para a diabetes tipo 2 chamado metformina. Doentes diabéticos que tomam metformina também têm menos risco de desenvolver cancro e este medicamento está também a ser estudado como uma opção para tratar o envelhecimento neuro-degenerativo.

“A grande conclusão para mim é que o metabolismo e as mudanças na saúde das mitocôndrias são fundamentais no cancro, na diabetes e nas doenças neuro-degenerativas. Isto porque os mecanismos gerais que sustentam a saúde das nossas células estão muito mais integrados do que alguém poderia ter imaginado“, conclui Reuben Shaw.

AP, ZAP //

Por ZAP
23 Julho, 2021

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909: Portugal regista segundo dia consecutivo com 16 mortes em 24 horas. Há mais 3.794 casos

Apesar dos números diários continuarem a ser assustadores, os labregos “walking dead” ou “living dead”, continuam nas suas incansáveis jornadas públicas, quiçá, procurando novas “vítimas” para se juntarem aos acéfalos paranóicos.

SAÚDE/COVID-19/INFECÇÕES/MORTES

Incidência continua a subir e índice de transmissão, R(t), desce para 1,07. Há menos cinco pessoas internadas, num total de 855. Nas unidades de cuidados intensivos, mantêm-se 178 doentes, diz o relatório diário da DGS.

Centro de vacinação ‘drive-thru’, no Porto
© JOSÉ COELHO/LUSA

Portugal confirmou 3.794 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas, indica o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS). Relatório desta sexta-feira (23 de Julho) refere que morreram mais 16 pessoas devido à infecção pelo novo coronavírus, o mesmo número de óbitos registados na quinta-feira.

O Norte é a região onde se verifica um crescimento no número diário de mortes, passando de quatro óbitos reportados no boletim de ontem para sete no relatório desta sexta-feira. Já Lisboa e Vale do Tejo registou hoje três vítimas mortais, na quinta-feira tinham sido nove.

As restantes mortes reportadas em 24 horas ocorreram no Centro (dois), Alentejo (dois) e Algarve (dois).

Sete vítimas mortais tinham mais de 80 anos, cinco tinham entre 70 e 79 anos e na faixa etária entre os 50 e os 69 anos ocorreram quatro óbitos.

O Norte volta a superar a região da capital ao notificar o maior número de novos casos, 1455. Mais cinco novas infecções do que Lisboa e Vale do Tejo.

Verificaram-se ainda mais 352 infecções no Centro, 281 no Algarve, 132 no Alentejo, 83 nos Açores e 41 na Madeira.

© DGS

Número de internados desce e incidência mantém tendência de crescimento

No que diz respeito à pressão nos hospitais portugueses, os dados mostram que há agora 855 internados (menos cinco face ao reportado ontem) sendo que se mantêm 178 doentes em unidades de cuidados intensivos.

Na actualização dos valores da matriz de risco, o R(t), índice de transmissibilidade, recuou para 1,07, mas a incidência a 14 dias continua a subir.

A nível nacional, a incidência passou de 409 para 418,3 casos de covid-19 por 100 mil habitantes. Já em território continental, passou de 421,3 para 430,8 infecções por 100 mil habitantes, refere o relatório diário da DGS.

© DGS

Portugal tem, actualmente, 53.534 casos activos da doença, mais 546 em comparação com o dia anterior, tendo sido registados em 24 horas 3.232 casos de recuperados, num total de 876.240.

Desde o início da pandemia, Portugal registou 947.038 diagnósticos de covid-19 e 17.264 óbitos, sendo que há quase 82 mil contactos em vigilância pelas autoridades de saúde.

Números divulgados pela DGS no dia em que coordenador da task force de vacinação revelou que Portugal vai receber apenas 200 mil das 600 mil vacinas da Janssen previstas para Agosto, , que diz esperar ter 70% da população com vacinação completa entre 5 e 12 de Setembro.

O vice almirante Gouveia e Melo, ouvido nesta sexta-feira na Comissão Parlamentar de Saúde , adiantou que o Ministério da Saúde “tem estado a compensar estas quebras com aquisições através de parceiros que não estejam a usar algumas destas vacinas ou a antecipar vacinas do 4.º trimestre para este terceiro trimestre”.

No fim de Setembro, “estamos praticamente a acabar o processo” de vacinação, diz Gouveia e Melo

Em comissão parlamentar, o vice-almirante disse que espera ter 70% da população vacinada com uma dose entre 8 e 15 de Agosto e com a vacinação completa entre 5 e 12 de Setembro.

Aos deputados, revelou que, no total, 2,5% da população respondeu ‘não’ à mensagem recebida para agendar a vacina e, quando houve mais filas, 2,7% faltaram à marcação.

Sobre a vacinação dos migrantes mais desfavorecidos, Gouveia e Melo disse que os dados de que dispõe apontam para 25 000 vacinados.

Afirmou ainda que “no fim de Setembro teremos 82%” da “população com segundas doses [vacinada]”. ” O que significa que a população calculada será entre 85 a 90%, estamos praticamente a acabar o processo”.

Dados da vacinação numa altura em que Portugal está em vermelho “menos denso”, no que se refere à matriz de risco. Foi desta forma que Mariana Vieira da Silva ilustrou ontem a situação da covid-19 no país, após um Conselho de Ministros que deixou tudo igual em termos de restrições.

Portugal com 116 concelhos em risco elevado e muito elevado de contágio

Mudanças só nos 26 concelhos que entraram para a lista de risco elevado ou muito elevado de contágios – e estes, sim, passam a reger-se pelas regras mais apertadas destes níveis. Decisões de maior envergadura só para a semana, depois da reunião com os especialistas do Infarmed, agendada para a próxima terça-feira.

Nesta altura há 116 concelhos em risco elevado e muito elevado de contágio. São mais 26 que na semana passada, quando se contabilizavam 90.

São 61 os concelhos que estão em risco muito elevado de contágio por covid-19, o que significa que registam pelo menos 240 casos por 100 mil habitantes a 14 dias (ou 480 casos em concelhos com baixa densidade populacional). Eram 46 na passada semana.

Em situação de risco elevado (mais de 120 casos por 100 mil habitantes ou 240 nos concelhos com baixa densidade populacional) estão 55 municípios, contra os 44 da semana passada.

A nível global, a covid-19 já fez quase 4,14 milhões de mortos em todo o mundo desde o início da crise sanitária, em Dezembro de 2019 na China, segundo o balanço diário da AFP, baseado em dados oficiais.

Mais de 192 534 990 casos de infecção foram oficialmente diagnosticados, adianta ainda a contagem da agência de notícias francesa.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que, tendo em conta a mortalidade directa ou indirecta ligada ao covid-19, o balanço de vítimas da pandemia pode ser duas ou três vezes superior ao que é oficialmente divulgado.

Diário de Notícias
DN
23 Julho 2021 — 15:03

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