908: Número de mortes regista nova subida. Portugal com 16 óbitos e 3.622 casos em 24 horas

 Sem surpresas! Hoje fui à rua por motivos inadiáveis relacionados com a cremação de minha esposa. No trajecto (curto) que tive, constatei: 80% de acéfalos sem máscara nas trombas; 10% de acéfalos com a máscara nos queixos ou nos braços (maioria de turistas jovens e meia idade); 10% de tótós (como eu e com luvas de Nitril) com a máscara colocada no seu lugar. Mesmo com estes números alarmantes, os “walking dead” ou “live-dead”, continuam nas suas inefáveis marchas de eventos, semana após semana, sem interrupção, colocando em risco a saúde – e a vida – de quem com eles, posteriormente, se cruza. Para quando uma FISCALIZAÇÃO a estes merdosos?

SAÚDE/COVID-19/INFECÇÕES/MORTES

Relatório diário da DGS indica que foram registadas 16 mortes e 3.622 novos casos em 24 horas. Há agora 860 internados (menos sete), mas há mais sete doentes em unidades de cuidados intensivos. São, no total, 178.

Centro de vacinação covid-19 na Ajuda, em Lisboa
© Rita Chantre / Global Imagens

O número de mortes por covid-19 continua a aumentar. Portugal registou mais 16 óbitos nas últimas 24 horas (ontem foram reportados 13), segundo o relatório da Direcção-Geral da Saúde (DGS). O número diário de mortes não era tão elevado desde 22 de Março, dia em que também foram comunicados 16 óbitos.

O boletim epidemiológico desta quinta-feira (22 de Julho) adianta que foram confirmados 3.622 novos casos de covid-19, a maioria está concentrada em Lisboa e Vale do Tejo e na região Norte.

Os dados indicam que há agora 860 pessoas com covid-19 internadas (menos sete face a quarta-feira). Há, no entanto, mais sete doentes em unidades de cuidados intensivos, totalizando 178.

Com 1.606 casos, a região de Lisboa e Vale do Tejo mantém-se como aquela que regista o número mais elevado de novas infecções – 44,3% do total nacional -, logo seguida pelo Norte que reporta mais 1.314 diagnósticos de covid-19.

Verificam-se ainda mais 335 casos no Algarve, 218 no Centro, 71 no Alentejo, 45 nos Açores e 33 na Madeira.

Dos 16 óbitos registados em 24 horas, nove ocorreram na região da capital, quatro no Norte, dois no Algarve e um no Centro.

Uma das vítimas mortais tinha entre 40 e 49 anos, sendo que na faixa etária seguinte, entre os 50 e os 59 anos, também se registou uma morte associada à covid-19. Uma vítima tinha entre 60 e 60 anos, cinco tinham entre os 70 e os 79 anos e oito mais de 80 anos.

© DGS

De registar que há mais 2.765 recuperados da doença, elevando para 873.008 o número total, sendo que Portugal tem, actualmente, 52.988 casos activos de covid-19 (mais 841 face ao dia anterior).

No total, desde o início da pandemia, o país soma 943.244 diagnósticos de infecção pelo novo coronavírus e 17.248 óbitos.

O relatório da DGS indica ainda que há mais 1.835 contactos em vigilância pelas autoridades de saúde.

Mais uma actualização dos números da infecção por SARS-CoV-2 em Portugal no dia de nova reunião do Conselho de Ministros, na qual o Executivo analisa a evolução epidemiológica do país e aprova medidas para fazer face à pandemia.
Quase metade da população portuguesa com a vacinação completa

Isto numa altura em que 47% da população portuguesa tem a vacinação completa e 64% tem pelo menos uma dose tomada, segundo o relatório da vacinação divulgado na quarta-feira pela DGS).

Dados mostram que 6.581.332 (64%) pessoas iniciaram o processo de vacinação, das quais 4.860.822 (47%) já o concluíram.

E, numa altura em que vários países registam um aumento de casos de infecções pelo novo coronavírus, a China recusou uma nova investigação da Organização Mundial da Saúde (OMS) à origem da pandemia e, especificamente, a teoria de que o vírus pode ter saído de um laboratório chinês.

Para a China “é inaceitável” este novo estudo da agência de saúde das Nações Unidas, até porque descarta a teoria de que terá havido um acidente e a fuga do coronavírus a partir do Instituto de Virologia de Wuhan, cidade onde foram detectados no final de 2019 os primeiros casos de covid-19.

Merkel está preocupada com “crescimento exponencial” de casos na Alemanha

Um dos países que tem enfrentado uma tendência crescente no número de novas infecções é a Alemanha, o que já levou a chanceler alemã a apelar à vacinação.

Angela Merkel, disse esta quinta-feira estar preocupada com a dinâmica “exponencial” de novas infecções no país, particularmente devido à progressão da variante Delta.

“Estamos a ter um crescimento exponencial e acho essa dinâmica preocupante. Temos de assumir que teremos uma duplicação em menos de duas semanas” do número de novas infecções, afirmou a chanceler em conferência de imprensa em Berlim.

Desde meados de Julho, o número de novos casos diários ultrapassou o milhar, em média.

Perante esta situação, Merkel considerou que a vacinação é mais importante do que nunca.

“Toda a vacinação conta. Cada vacinação é um passo, um pequeno passo, rumo ao regresso à normalidade para todos. Quanto mais vacinados formos, mais livres seremos novamente. Não apenas como indivíduos, mas também como comunidade”, vincou.

Quase 100 casos de infecção na Aldeia Olímpica de Tóquio 2020

O que também tem suscitado preocupação é o aumento de casos em Tóquio, o que tem gerado preocupação entre os especialistas em saúde, que temem que a competição desportiva se possa tornar num evento super propagador de variantes altamente contagiosas, como a Delta.

A um dia da cerimónia de abertura dos Jogos Olímpicos, as autoridades da capital japonesa contabilizaram esta quinta-feira 1.979 novos casos de covid-19, número que é o mais alto em mais de seis meses.

Também hoje o número de infectados com covid-19 na aldeia olímpica de Tóquio 2020 subiu para 91 quando está em contagem decrescente a cerimónia de abertura dos Jogos Olímpicos, que acontecem já esta sexta-feira, sem a presença de público nas bancadas.

Diário de Notícias
DN
22 Julho 2021 — 15:08

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907: Há mais 26 concelhos em risco. Lisboa já atingiu o pico

SAÚDE/RISCOS/PICOS

Índice de transmissibilidade é menor, mas há 116 concelhos em risco elevado e muito elevado de contágio, mais 26 que na semana passada. Regiões de Lisboa e Vale do Tejo e Açores já travaram trajectória de crescimento.

© ANTÓNIO COTRIM/LUSA

As regiões de Lisboa e Vale do Tejo e Açores já quebraram a tendência de aumento diário de novos casos de covid-19. A zona da capital já terá atingido, assim, o pico da quarta vaga da pandemia. “Estão fora de uma trajectória crescente”, um “sinal de que é possível inverter o caminho”, afirmou esta tarde Mariana Vieira da Silva, no final da reunião semanal do Conselho de Ministros.

De acordo com a ministra de Estado e da Presidência, o índice de transmissibilidade no país é “menor do que foi nas últimas semanas”, embora se mantenha acima de um. Já o nível de incidência “continua alto e está actualmente nos 421,3”.

Nesta altura há 116 concelhos no país em risco elevado e muito elevado de contágio – mais 26 que na semana passada, quando se contabilizavam 90. São 61 os concelhos que estão em risco muito elevado de contágio por covid-19 e 55 os que estão em situação de risco elevado.

© Fonte: Conselho de Ministros
© Fonte: Conselho de Ministros

“Já podemos falar de uma situação de alívio? Claro que não”, defendeu a número dois do Governo. Com este pano de fundo, Vieira da Silva anunciou que durante a próxima semana vão manter-se as restrições actualmente em vigor devido à pandemia. Na próxima terça-feira os responsáveis políticos voltam a reunir com os especialistas do Infarmed, pelo que novas decisões só no Conselho de Ministros da próxima quinta-feira.

Sobre a vacinação de crianças e jovens, a ministra remeteu a questão para a Direcção-Geral de Saúde, estando o Governo à espera de uma “decisão técnica”, em função da qual será tomada a decisão final.

Já sobre os testes, Mariana Vieira da Silva diz que Julho foi o mês em que mais se testou em Portugal.

Diário de Notícias
Susete Francisco
22 Julho 2021 — 16:55

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