2466: Virgin Galactic abre as portas do primeiro aeroporto espacial do mundo

A empresa norte-americana Virgin Galactic, do bilionário Richard Branson, está a preparar o primeiro aeroporto espacial comercial do mundo, tendo revelado esta semana algumas das imagens daquelas que vão ser as instalações.

O aeroporto, localizado no estado do Novo México, nos Estados Unidos, permitirá a realização de voos destinados ao turismo espacial comercial.

O terminal Gateway to Space (Porta para o Espaço), de design futurista, será composto por dois andares, que incluem o centro de controlo, uma área de preparação para o piloto e um espaço exclusivo para os passageiros e os seus acompanhantes.

No seu site oficial, a Virgin Galactic adianta ainda que terá um hangar que irá abrigar todas as naves da propriedade da empresa norte-americana.

“A instalação Foster + Partners Gateway to Space é uma homenagem ao passado, num respeito pela antiga paisagem circundante, enquanto abraça o futuro com eficiência e sustentabilidade energética”, pode ler-se na publicação da empresa.

Com a apresentação das suas novas instalações, a Virgin Galactic indica que o aeroporto “está agora funcionalmente operacional” e mais perto de iniciar o seu serviço comercial.

A empresa do britânico Richard Branson oferece-se para levar civis para o Espaço, cobrando para isso cerca de 250.000 dólares. No momento, a Virgin Galactic tem 600 clientes à espera que o serviço comece a ser operacionalizado.

Na corrida ao turismo espacial estão também a agência espacial norte-americana (NASA), a Blue Origin, de Jeff Bezos, e a Space X, de Elon Musk.

ZAP //

Por ZAP
18 Agosto, 2019

 

1636: Virgin Galactic acelera a fundo no Espaço com três tripulantes a bordo

(dr) Virgin Galactic

O voo de demonstração da SpaceShipTwo da Virgin Galactic, conhecida como VSS Unity, bateu vários recordes durante o seu segundo voo para o Espaço, tendo transportado três tripulantes pela primeira vez.

A 14 mil metros de altitude, a Unity descolou da nave-mãe e ligou os motores, tendo acelerado até ficar a quase 90 quilómetros da Terra, antes de aterrar no deserto de Mojave, na Califórnia. A bordo levava dois pilotos, um astronauta.

Dave Mackay e Mike Masucci, os pilotos da Virgin Galactic, ficaram ao comando do quinto teste de voo supersónico da companhia. Além dos pilotos, levou a bordo a engenheira espacial e responsável pela instrução de astronautas, Beth Moses.

Depois de descolar da pista à boleia da nave-mãe WhiteKnightTwo, a Unity ficou por sua conta a cerca de 14 mil metros. A partir dai, chegou aos 88 quilómetros da Terra, onde a tripulação pode experimentar a ausência de gravidade. Segundo a Visão, a nave carregou mais peso do que nos testes anteriores.

Além disso, de acordo com o New Atlas, atingiu a velocidade máxima de 3.629 quilómetros por hora, a maior velocidade e altitude que a nave alguma vez alcançou em qualquer um dos seus cinco voos de teste.

Mas o voo foi ainda mais especial, tornando-se um marco importante tendo em conta os registos da Virginr Galactic. Beth Moses tornou-se não apenas a 571.ª pessoa a voar no Espaço, como também a primeira não-piloto, a primeira mulher e a primeira pessoa a flutuar sem restrições numa espaço-nave comercial.

O primeiro voo de testes da VSS Unity aconteceu no final do ano passado, com a nave a alcançar os 80 quilómetros de altitude – considerado pela Força Aérea como a fronteira para o início do Espaço -, numa estreia para a empresa. Em testes anteriores, o máximo que tinha alcançado tinha sido cerca de 52 quilómetros.

“Costuma dizer-se que os pilotos têm o melhor lugar da sala, com a vista lá de cima, mas hoje não tenho a certeza”, disse David Mackay, citado pela Reuters, referindo-se ao que a Beth Moses podia ver e fazer no seu papel de “turista” espacial. Por sua vez, Moses classificou a sua viagem como “um passeio indescritível“.

O bilionário dono da Virgin Galactic, Richard Branson, já disse que tenciona ir a bordo da Unity até a Espaço no próximo verão, tendo sido encorajado pela própria Moses: “Richard, vais adorar!”

Se os testes continuarem a serem bem-sucedidos, a companhia vai cobrar 250 mil dólares, cerca de 220 mil euros, por uma viagem ao Espaço, que, entre descolagem e aterragem demorará cerca de 90 minutos.

ZAP //

Por ZAP
26 Fevereiro, 2019

– Infelizmente, para poder publicar os vídeos desta viagem espacial, tive de recorrer ao Youtube dado que no artigo não existiam links para a reprodução.

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1415: Virgin Galactic chegou ao espaço com humanos a bordo e fez história. Vem aí o turismo espacial

A Virgin Galactic, a empresa de Richard Branson, conseguiu lançar uma nave até ao limiar do espaço, com dois pilotos a bordo. Um voo de teste que fez história e que abre caminho ao turismo espacial e a uma nova era na conquista do espaço.

A nave da Virgin Galactic, designada SpaceShipTwo, conseguiu alcançar o espaço sub-orbital (não chegando a entrar em órbita), atingindo uma altitude de 82,7 quilómetros, com dois pilotos no cockpit – Mark “Forger” Stucky e C.J. Sturckow.

Foi “o primeiro voo espacial humano a ser lançado de solo americano desde a missão final do Space Shuttle em 2011″ e “a primeira vez que um veículo pilotado construído para serviço comercial de passageiros alcançou o espaço”, anunciou a Virgin Galactic num comunicado.

A nave atingiu a altitude que a Administração Federal de Aviação dos EUA define como o limiar do espaço, mas o conceito não é unânime. Há quem demarque essa fronteira, chamada de linha de Karman, numa altitude de 100 quilómetros – nesta semântica, a nave de Branson terá ficado a 17 km da entrada no espaço, como nota o astrofísico Jonathan McDowell, da Universidade de Harvard, no LiveScience.

Contudo, o astrofísico refere que a marca dos 100 só existe por ser um número redondo, porque “não há justificação física” para a sua definição como linha de Karman. McDowell defende que é preciso rever aquela marca, constatando nas suas investigações, que tanto as publicações tradicionais como “as análises empíricas” e “teóricas” convergem todas no sentido de que “80 é um número melhor do que 100”.

Independentemente deste pormenor técnico, o teste de voo bem sucedido da SpaceShipTwo é encarado como um marco decisivo para a Virgin Galactic que assume a dianteira na corrida espacial para fins comerciais. A empresa fundada por Richard Branson está agora mais perto do objectivo de levar turistas a voar pelo espaço.

Não admira assim que o momento tenha sido celebrado com muito entusiasmo pela Virgin Galactic, nomeadamente com uma publicação no Twitter que destaca “SpaceShipTwo, bem-vinda ao espaço”.

“Hoje mostramos que a Virgin Galactic pode mesmo abrir o espaço para mudar o mundo de vez”, aponta Richard Branson no comunicado da empresa.

O multimilionário foi um dos muitos entusiastas que assistiu ao teste de voo no deserto de Mojave, na Califórnia. “Foram 14 longos anos até chegar aqui“, disse aos jornalistas um Branson emocionado.

“Tivemos lágrimas, lágrimas reais, e momentos de alegria”, acrescentou, reconhecendo que “as lágrimas de hoje são lágrimas de alegria” e “talvez também, sejam lágrimas de alívio”. “Quando se está no programa de testes de voo de uma companhia espacial, nunca se pode ter completamente 100 por cento de certeza”, constata Branson.

Na memória do empreendedor está certamente ainda o acidente de 2014, durante um outro teste de voo que terminou com a nave a partir-se ao meio, matando o piloto Michael Alsbury.

“Uma conquista extraordinária”

O sucesso deste novo teste é “uma conquista extraordinária”, como atesta o CEO da Virgin Galactic, George Whitesides, frisando que é a prova de que os voos espaciais comerciais vão ser “uma das indústrias definidoras do Século XXI”, com potencial para “transformar os negócios e as vidas pessoais de formas que são ainda difíceis de imaginar”.

Certo é que a Virgin Galactic se coloca na frente de empresas como a SpaceX de Elon Musk e a Blue Origin de Jeffrey Bezos. A empresa de Bezos espera fazer os primeiros testes de voo com humanos em 2019, enquanto que a companhia de Musk pretende começar a levar astronautas da NASA até à Estação Espacial Internacional também no próximo ano.

A entrada em força de empresas privadas na corrida espacial, que tem sido até agora monopolizada por Governos de países como EUA, Rússia e China, pode assinalar uma viragem decisiva nos avanços nesta área. Até porque são movidas por jovens multimilionários cheios de entusiasmo e de dinheiro.

Branson investiu quase mil milhões de dólares da sua fortuna pessoal no projecto espacial da Virgin Galactic que já está a vender bilhetes para as futuras viagens turísticas no espaço.

Entretanto, vai também construir mais naves e planeia edificar vários aeroportos espaciais pelo mundo, para permitir que milhares de pessoas possam viver a experiência. Branson já disse que quer seguir a bordo do primeiro voo espacial comercial.

SV, ZAP //

Por SV
14 Dezembro, 2018

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1377: Virgin Galactic vai levar passageiros ao espaço antes do Natal, diz Branson

TECNOLOGIA

@virgingalactic / Twitter
Richard Branson, o fundador da Virgin (direita)

O empresário britânico Richard Branson disse na sexta-feira passada que a sua empresa de voos espaciais – Virgin Galactic – vai levar passageiros para o espaço antes do Natal.

O bilionário disse que estava “razoavelmente confiante” de que a Virgin Galactic poderá atingir a sua meta, com viagens tripuladas até ao espaço antes do Natal.

Os pilotos de teste farão as primeiras viagens ao espaço sem ninguém a bordo, numa nave espacial sub-orbital SpaceShipTwo. Branson afirmou ainda que será o primeiro a viajar para o espaço como passageiro.

Depois, a Virgin Galactic dará a mesma oportunidade aos turistas que puderem pagar por isso. O preço para voar e passar um dia no espaço está estimado em 250 mil dólares (cerca de 220 mil euros) e centenas de pessoas já estão em fila para adquirir bilhetes.

“O espaço é difícil. A ciência de foguetes é complexa. Isto levou 14 longos anos, e Jeff Bezos levou 14 longos anos”, disse Branson, referindo-se à empresa de voos espaciais privada do CEO da Amazon, a Blue Origin, que planeia começar a vender passagens para voos sub-orbitais no ano que vem.

Se conseguir lançar a sua primeira viagem ao espaço antes do final deste ano, a Virgin Galactic superará os seus concorrentes, como Blue Origin, de Jeff Bezos, e SpaceX, de Elon Musk. No entanto, o empresário disse que “a segurança é a única coisa que importa” quando se trata de viagens espaciais.

A Virgin Galactic tem um histórico de promessas de que a empresa estaria próxima de transportar pessoas para o espaço, mas sempre ficou aquém do esperado. Isto foi antes de os planos ambiciosos da empresa serem prejudicados pelo acidente de teste de voo do VSS Enterprise em 2014, que matou um piloto e feriu um copiloto.

A empresa só retomou os voos de teste tripulados com a sua nova aeronave SpaceShipTwo este ano.

ZAP // RT

Por ZAP
5 Dezembro, 2018

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441: Nova nave da Virgin Galactic realizou primeiro voo supersónico

www.virgingalactic.com

A nova nave espacial da Virgin Galactic realizou quinta-feira o seu primeiro voo supersónico, a partir do deserto de Mojave, na Califórnia, o primeiro desde o acidente fatal em 2014 que matou um piloto.

O voo da VSS Unity foi considerado um grande passo pela empresa, que tem planos para levar turistas para o espaço, segundo a Associated Press.

A Virgin Galactic, propriedade de Richard Branson, considera que este voo marca a fase final do programa de testes de voo da VSS Unity.

“De volta ao caminho (…), O espaço parece tentadoramente próximo agora”, escreveu Richard Branson na rede social Twitter.

Desde que a Virgin Galactic foi fundada, Branson iniciou reservas de voos para quem possa pagar 200 mil dólares (cerca de 170 mil euros) por uma viagem de apenas uns minutos.

Calcula-se, segundo números avançados pela imprensa internacional, que a lista de espera tenha mais de 800 pessoas.

DN
06 DE ABRIL DE 2018 00:44
DN/Lusa

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