845: Cientistas garantem ter explicação para o Triângulo das Bermudas (e é simples)

(cv) Fox News
Ondas “selvagens” com 30 metros de altura, que duram apenas 10 minutos, poderão causar os desaparecimentos no Triângulo das Bermudas

Uma equipa de cientistas britânicos avançou com uma teoria – que garantem ser a derradeira – para os misteriosos desaparecimentos de navios e aviões na zona do Oceano Atlântico conhecida por Triângulo das Bermudas. A culpa pode ser de ondas traiçoeiras de mais de 30 metros.

Desde erros humanos a “bombas de ar” provocadas por nuvens hexagonais, são inúmeras as explicações para o mistério em torno do Triângulo das Bermudas, extensão de mar no Oceano Atlântico Norte, situada entre a Florida, as Bermudas e Porto Rico, e onde já desapareceram vários aviões e navios. Mas agora há mais uma teoria.

Cientistas da Universidade de Southampton, em Inglaterra, culpam as ondas traiçoeiras pelos misteriosos desaparecimentos.

Estão em causa ondas súbitas e enormes que podem medir até 30 metros de altura e que podem demorar durante apenas alguns minutos. Observadas pela primeira vez em 1997, estas ondas podem aparecer do nada, com extrema potência e força suficiente para afundar o maior dos navios.

Na investigação, os cientistas criaram um modelo do USS Cyclops, um navio de grande dimensão que desapareceu no Triângulo das Bermudas em 1918, com 300 pessoas a bordo. Depois, simularam em laboratório uma destas ondas traiçoeiras que rapidamente afundou o modelo do navio.

A demonstração parece confirmar que o cenário fictício se pode repetir na realidade no Triângulo das Bermudas, até porque a área tem condições propícias para a formação destas ondas traiçoeiras.

“Há tempestades para sul e norte que se juntam. E se houver outras adicionais da Florida, pode ser uma formação potencialmente fatal de ondas traiçoeiras“, explica  o oceanógrafo Simon Boxall, que esteve envolvido na investigação, à Fox News.  O cientista salienta que são ondas “íngremes” que podem atingir “mais de 30 metros”.

O mistério do Triângulo das Bermudas poderá ter sido (outra vez) finalmente explicado.

Estima-se que, nos últimos 100 anos, o misterioso “Triângulo das Bermudas” tenha provocado a destruição de 75 aviões e afundado centenas de barcos e navios – provocando mais de mil mortes. Em média, 5 aviões continuam a desaparecer na região todos os anos.

ZAP //

Por ZAP
5 Agosto, 2018

 

581: Chamas do vulcão Kilauea estão azuis

USGS Volcanoes / Facebook

As chamas do Kilauea mudaram de cor. Agora estão azuis porque o vulcão está a emitir gás metano para a atmosfera.

O vulcão Kilauea, no Estado norte-americano do Havai, não dá tréguas. as fissuras abertas pelas erupções estão a emitir chamas azuis devido à presença de gás metano lançado para a atmosfera, explicou o Serviço Geológico dos Estados Unidos.

O mais recente relatório do Observatório dos Vulcões do Hawai refere que as emissões de gases vulcânicos – inclusivamente de ácido sulfúrico – triplicaram desde o início da erupção do Kilauea por causa do aumento do volume de lava expelido. Além disso, o número de sismos provocados pelas erupções voltou também a aumentar.

O gás metano é produzido quando a lava muito quente chega à superfície, a uma temperatura de 1500ºC, engolindo a vegetação que encontra pela frente.

Segundo o Observador, o metano acumula-se nos espaços vazios que encontra debaixo da superfície. No entanto, o metano volta a subir quando é aquecido, dado que com o calor torna-se menos denso, precisando de se expandir. Quando se expande, “foge” pelas fissuras, incendiando o solo de azul.

Horrifying BLUE FLAMES ignite roads as methane gas EXPLODES, Fears rise in Hawaii

Tal como este chão norte-americano, o planeta Úrano deve a sua coloração azul à presença do metano. As moléculas de metano, quando sujeitas a radiação electromagnética, absorvem a parte da radiação com um comprimento de onda que ronda os 600 nanómetros.

Esse comprimento de onda corresponde à cor vermelha e aos infravermelhos. Absorvido o vermelho, o metano reflecte assim a radiação azul.

ZAP //

Por ZAP
24 Maio, 2018

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