2192: As árvores não existem. Quem o diz são os terraplanistas

PARANÓIAS

Uma teoria da conspiração sobre árvores está agora a intrigar o mundo. Um terraplanista explica que as árvores não existem e que não passam de arbustos.

A teoria surgiu num vídeo publicado em 2016 no YouTube, que reuniu centenas de milhares de visualizações, mas que entretanto já foi removido da plataforma. O utilizador, Людин Рɣси, explicava neste vídeo a sua bizarra teoria sobre o facto de árvores não existirem. A opinião parece ter ganho popularidade entre vários terraplanistas.

A teoria da conspiração explica que as árvores como hoje as conhecemos não passam na realidade de arbustos, que alegadamente derivam das árvores ancestrais e que tinham 65 quilómetros de altura e três quilómetros de grossura.

O vídeo com mais de uma hora foi entretanto publicado por outro utilizador do YouTube, desta vez com dobragem em inglês. Numa longa e detalhada explicação, a narradora explica que há milhares de anos atrás um evento cataclísmico destruiu 99% da biosfera e levou consigo as “verdadeiras florestas”.

O IFL Science explica que o autor desta teoria aponta algumas evidências da existência desta árvores de dimensões gigantes. O terraplanista sugere que alguns montes, montanhas e planaltos que hoje vemos na paisagem são, na verdade, restos dos milenários troncos dessas árvores.

No vídeo são mostradas imagens de alguns montes e ao lado fotos de troncos de árvores reais. De seguida, é pedido aos espectadores para identificarem as diferenças, que segundo o autor, são apenas notáveis no material e no tamanho.

Esta teoria, agora apoiada por muitos terraplanistas, explica que as pedras da Terra não são pedra, mas destroços deixados pelas árvores gigantes após serem destruídas por um desastre.

O caso foi também notícia na Quartz, onde o autor do artigo, William Thomson, arborista e consultor ambiental, fala sobre esta teoria. “Eu ganho a vida a plantar árvores, mas os terraplanistas dizem-me que elas não existem” é o título deste artigo – que parece resumir perfeitamente quão bizarra é a ideia.

ZAP //

Por ZAP
18 Junho, 2019

1974: Conferência de terraplanistas acusa “poderosos” de tentar “negar existência de Deus”

 

Kevin Carden / Deviant Art

Este domingo, terraplanistas italianos reuniram-se numa conferência em Palermo, na Sicília. Três oradores abordaram o tema, referindo argumentos para sustentar a crença de que a Terra é realmente plana.

Agostino Favari, Calogero Greco e Albino Galuppini foram os três palestrantes que deram início à conferência com a seguinte frase: “Não vamos adiantar as nossas profissões. A única coisa que importa é que a Terra é plana.” Para assistir à palestra, as pessoas tinham de pagar vinte euros, incluindo os jornalistas. “Se quiserem ouvir as nossas teorias, terão que pagar”, avisaram logo no início da conferência.

Greco abriu a palestra explicando que iria sustentar que a Terra é plana através da descoberta de novos territórios que vão além do pólo Norte. Segundo os palestrantes, o pólo Norte não passa de uma invenção geográfica, uma vez que, segundo eles, está localizado no centro da Terra plana e não no extremo.

“Como explicar, então, a possibilidade de viajar entre um pólo e outro? A prova é que não se pode fazer esta viagem porque o Tratado da Antárctida proíbe. Portanto, há algo escondido nesta proibição. Outro exemplo é o facto de afirmarem ser possível voar verticalmente, mas ninguém pode descolar sem uma autorização da torre de controlo”, sustentou Favari.

Para convencer o mundo das suas convicções de terraplanismo, os palestrantes mencionaram constantemente “as teorias conspiratórias organizadas por poderes fortes”.

Os astronautas são actores, a NASA é como a Disneylândia. A circum-navegação da Terra é uma ilusão. A força da gravidade não existe. A prova de que a Terra é plana está numa garrafa cheia: basta colocá-la horizontalmente para perceber que a água nunca se curva”, frisaram. “Essa história de que a Terra é esférica foi engendrada por um movimento subterrâneo que quer negar a existência de Deus.”

Que o tema desperta muita curiosidade, não é novidade. Por esse motivo, a conferência italiana reuniu mais jornalistas do que participantes. Das 50 pessoas que se inscreveram, apenas cindo afirmaram acreditar que a Terra é realmente plana. Os demais eram jornalistas e curiosos que vieram de diversa regiões de Itália para passar o fim de semana na Sicília ou apenas para se divertir.

Eliana Urbano Raimondi, de 24 anos, formada em educação artística e curadora de exposições, escolheu passar o domingo na conferência em Palermo. “As teorias sobre a Terra plana sempre me fascinaram. Eu gosto de ir contra a corrente, contra argumentos preestabelecidos que o sistema nos propõe”, disse a jovem, explicando que “o nosso planeta pode ser como o pingente plano do colar”.

Na sala de conferências do Hotel Garibaldi, havia também muitos cépticos, como Marco Guzzio, de 38 anos, formado em História e Filosofia. “Eu ouvi estes boatos há anos, como uma realidade distante, mas uma vez que tive a oportunidade de ver de perto, acho que é meu dever dar uma oportunidade a estas palavras.”

Apesar de o matemático e astrónomo grego Eratóstenes de Cirene ter calculado que a Terra é esférica, em 240 a.C, muitas pessoas ainda acreditam no terraplanismo.

Andrea Aparo von Flüe, docente de Física na Universidade de Roma, explicou alguns motivos que levam os terraplanistas a negar as evidências. “Aceitar as principais descobertas científicas requer a rejeição de uma narrativa existente. Este é o caso da evolução no contexto das interpretações fundamentalistas da Bíblia. Para aqueles que acreditam literalmente na história de Génesis, aceitar a evolução requer a rejeição da visão de mundo ditada pela Bíblia”, explicou.

“É essencial manter a coerência e a integridade da narrativa ortodoxa, num esforço de purificação ideológica. Não importa quão esmagadora seja a evidência científica. Por exemplo, é desnecessário explicar a Daniel que o leão vai matá-lo, porque ele sabe que Deus está com ele. É a fé contra as evidências experimentais. A teologia versus a ciência. A teologia e a fé vencem sempre”, afirmou o físico.

Segundo o professor, outra razão para rejeitar as narrativas científicas é não considerar qualquer valor científico que não pertença à comunidade que as originou. “No mundo de hoje, há muito conhecimento e nós temos tão pouco conhecimento individual que não nos consideramos significativos, com um sentimento de falta de controlo que alimenta a crença em teorias da conspiração”.

Aparo alertou ainda para os perigos desta vertente, como o movimento anti-vacinas. “Este movimento tem levado milhares de pessoas a deixar de vacinar os seus filhos, causando o ressurgimento de doenças, como o sarampo. Outro grande dano em negar as provas científicas são os efeitos colaterais das mudanças climáticas”, rematou.

ZAP // RFI

Por ZAP
13 Maio, 2019


 

1610: Os terraplanistas estão a aumentar (e a culpa é do Youtube)

Kevin Carden / Deviant Art

Investigadores acreditam ter identificado o principal factor para um aumento surpreendente no número de pessoas que pensam que a Terra é plana: o YouTube.

A suspeita foi levantada quando participaram nas maiores reuniões mundiais de Flat Earthers na conferência anual do movimento em Rayleigh, Carolina do Norte, em 2017, e depois em Denver, Colorado, no ano passado.

Entrevistas com 30 participantes revelaram um padrão nas histórias que as pessoas contaram sobre como se convenceram de que a Terra não era uma esfera a girar no espaço, mas um grande disco achatado.

Dos 30, todos, excepto um, disseram que não consideraram a Terra plana há dois anos, mas mudaram de ideias depois de assistir a vídeos que promoviam teorias de conspiração no YouTube, de acordo com o The Guardian.

As entrevistas revelaram que a maioria estava a assistir vídeos sobre outras conspirações, como o 11 de Setembro, o tiroteio em Sandy Hook e se a NASA realmente foi à lua, quando o YouTube forneceu vídeos sobre a Flat Earth para assistirem a seguir. Alguns disseram que assistiram aos vídeos apenas para desmascará-los, mas ficaram convencidos.

Asheley Landrum, a principal investigadora do estudo, disse que um dos vídeos mais populares da Terra Plana, “200 provas que a Terra não é uma bola a girar” parece ser eficaz porque oferece argumentos que apelam a várias mentalidades, desde bíblicos e teóricos da conspiração até aqueles com uma inclinação mais científica.

Os entrevistados ficaram convencidos e, em pouco tempo, perguntavam “onde está a curva?” e “por que o horizonte está sempre ao nível dos olhos?”.

Landrum disse que não achava que o YouTube estivesse a fazer algo errado, mas disse que se o site quisesse ajudar, poderia ajustar o algoritmo para mostrar informações mais precisas.

“Há muita informação útil no YouTube, mas também muita desinformação“, disse Landrum. “Os algoritmos facilitam a queda no buraco do coelho, apresentando informações às pessoas que serão mais susceptíveis a isso”.

“Acreditar que a Terra é plana em si não é necessariamente prejudicial, mas vem com uma desconfiança nas instituições e na autoridade em geral“, acrescentou.

Landrum convidou cientistas a criar os seus próprios vídeos no YouTube para combater a proliferação de vídeos de conspiração. “Precisamos de outros vídeos a dizer porque é que estes motivos não são reais”.

A cientistas admitiu que alguns terraplanistas podem não ser influenciados pelas palavras de um cientista. Quando o astrofísico norte-americano Neil de Grasse Tyson explicou que pequenas secções de grandes superfícies curvas parecem sempre planas, a sua mensagem foi vista como condescendente e desdenhosa.

“Sempre haverá uma pequena percentagem de pessoas que rejeitarão qualquer coisa que os cientistas divulguem, mas talvez haja um grupo em que isso não acontecerá”, acrescentou. “A única ferramenta que temos para combater a desinformação é tentar sobrecarregá-la com melhores informações.”

ZAP //

Por ZAP
18 Fevereiro, 2019

 

1471: Os terraplanistas vão fazer um cruzeiro para chegar à parede de gelo do fim do mundo

Kevin Carden / Deviant Art

Os organizadores das Conferências Internacionais de Terra Plana, pessoas adeptas da teoria de que o planeta não tem forma de esfera, vão organizar um cruzeiro em 2020.

Um grupo de defensores da Teoria da Terra Plana anunciou a sua “maior, melhor e mais ousada aventura” se sempre: um cruzeiro ao Fim do Mundo, que se prepara para zarpar em 2020. Os que participarem na expedição poderão usufruir de restaurantes, piscinas e talvez até mesmo uma onda artificial.

O cruzeiro está a ser organizado por responsáveis da FEIC, a Conferência Internacional da Terra Plana, que acreditam que a Terra é um disco plano cercado por uma grande barreira de gelo.

Há vários argumentos científicos que contradizem a Teoria da Terra Plana, e um deles entra em acção precisamente na logística da própria expedição: os sistemas de navegação do navio de cruzeiro, e de quase todos os navios, que lhe vão permitir “navegar até ao fim do Mundo”, são baseados no facto de que a Terra é redonda.

“Os navios navegam com base no princípio de que a Terra é redonda”, diz ao The Guardian Henk Keijer, ex-capitão de navio de cruzeiro que navegou em todo o mundo durante uma carreira de 23 anos. “As cartas náuticas são projectadas com isto em mente: a Terra é redonda”.

Keijer, que agora trabalha como perito naval forense da Robson Forensic, disse que a existência do GPS, o sistema de posicionamento global, é a prova de que a Terra é uma esfera, não um disco achatado. O GPS conta com 24 satélites principais que orbitam a Terra para fornecer informações posicionais e de navegação. “A razão pela qual 24 satélites foram usados é por causa da curvatura da Terra“, disse Keijer.

“É necessário um mínimo de três satélites para determinar uma posição GPS. Mas alguém localizado no outro lado da Terra também gostaria de saber a sua posição, por isso exigem um certo número de satélites”, explicou.

“Se a Terra fosse plana, bastariam apenas três satélites para fornecer essa informação a todos. Mas não é suficiente, porque a Terra é redonda”.

Embora existam teorias diferentes dentro da comunidade da Terra Plana, a crença central é que a Terra é plana. A FEIC afirma que depois de “extensas experiências, análises e estudos”, os seus adeptos acreditam que a Terra não é uma esfera.

Um modelo comum dos terraplanistas para a topografia exacta da Terra é que é um enorme disco, com o Polo Norte no centro, cercado por “uma barreira de gelo” – a Antártida. A Sociedade da Terra Plana, que não está ligada à FEIC, sugeriu que “as agências espaciais de todo o mundo” conspiraram para falsificar “viagens e explorações espaciais”.

“Isso provavelmente começou durante a Guerra Fria“, diz a Sociedade da Terra Plana. “A URSS e os EUA estavam tão obcecados em vencer a corrida ao espaço, que cada um dos lados falsificou as suas realizações na tentativa de se manter a par das alegadas conquistas do outro”, sustentam os Terraplanistas.

Neil deGrasse Tyson prova (outra vez) que a Terra é redonda
Os terraplanistas encontraram um adversário de peso: Neil deGrasse Tyson. O famoso astrofísico decidiu refutar os argumentos usados para afirmar…
ZAP

A FEIC não respondeu aos pedidos de mais informações sobre o cruzeiro – por exemplo, se a tripulação contará com pessoas que acreditam na teoria da Terra Plana. Mas Keijer diz que isso seria difícil. “Naveguei dois milhões de milhas, mais ou menos”, explica Keijer, “e nunca encontrei um capitão de mar que acredite que a Terra é plana.”

ZAP //

Por ZAP
12 Janeiro, 2019

 

518: Terraplanistas usam Pac-Man para explicar por que não caímos da Terra

Ryan J. Quick / Flickr

Darren Nesbit afirma ter descoberto o motivo pelo qual ninguém cai da Terra plana. Segundo o palestrante, deve-se ao “efeito Pac-Man”.

Mais de 200 entusiastas da teoria da Terra Plana reuniram-se no final do mês de Abril em Midlands Ocidentais, Inglaterra, numa convenção com o objectivo de realizar discussões “profundas e significantes” sobre a ideia de que a Terra não é esférica.

Apesar de os gregos antigos terem provado que a Terra é redonda há mais de 2 mil anos, um pequeno grupo de pessoas defende que a Terra é, na realidade, um disco. Na Convenção da Terra Plana, os participantes apresentaram argumentos para defender esta ideia.

Um dos argumentos mais interessantes veio do músico Darren Nesbit, que descreveu o chamado “efeito Pac-Man” para justificar por que motivo os aviões não caem da da Terra quando chegam ao “limite”.

De acordo com o palestrante, quando um avião atinge o limite do horizonte, comporta-se da mesma maneira que o Pac-Man quando atinge o limite da tela: o objecto “teletransporta-se” para o outro lado do planeta.

Mas a convenção não ficou por aqui. Esta conferência incluiu também outros “pontos de vista alternativos”. Segundo a organização, o objectivo é que haja no futuro um brainstorming de ideias e que futuras acções sejam colocadas em prática”.

Por sua vez, Dave Marsh, outro participante do evento, estuda a velocidade do movimento da Lua durante a noite para comprovar que a Terra é plana. “A minha pesquisa destrói a cosmologia do Big Bang, na medida em que suporta a ideia de que a gravidade não existe e que a única força verdadeira na natureza é o electromagnetismo”.

Já a hipótese apresentada por Martin Kenny é um pouco diferente. “Eu acredito que há outras terras, dimensões e civilizações que ainda vão ser descobertas fora do plano da nossa Terra. A Terra consiste em quatro anéis concêntricos, e cada anel tem sua própria Lua e Sol”, defende.

Apesar das diferenças, há uma semelhança entre os defensores da Terra Plana: todos eles concordam que o planeta é achatado. O que difere, são as suas ideias sobre o layout do disco. Muitos terraplanistas afirmam que a Terra é um disco cercado por uma parede de gelo, e acreditam que as evidências que mostram o contrário são falsas (como imagens da NASA).

Esta não foi a primeira convenção dos terraplanistas. Em Novembro de 2017 aconteceu a Conferência Internacional da Terra Plana (FEIC) em Raleigh, nos EUA. O evento recebeu Mark Sargent, que acredita que todo mundo está trancado numa estrutura semelhante ao Show de Truman.

A próxima FEIC deve acontecer entre os dias 15 e 16 de Novembro, em Denver, também nos Estados Unidos.

ZAP // HypeScience / CanalTech / Live Science

Por ZAP
6 Maio, 2018

[SlideDeck2 id=1476]

[powr-hit-counter id=297f2e58_1525634407124]

 

370: Neil deGrasse Tyson prova (outra vez) que a Terra é redonda

(cv) Startalk
Segundo os Terraplanistas, a Terra está rodeada de esferas, mas é um disco

Os terraplanistas encontraram um adversário de peso: Neil deGrasse Tyson. O famoso astrofísico decidiu refutar os argumentos usados para afirmar que o nosso planeta se assemelha mais a uma pizza do que a um globo.

Num vídeo de quase 10 minutos, o conhecido astrofísico Neil deGrasse Tyson explica ao comediante Chuck Nice porque razão é muito fácil perceber que a Terra é uma esfera, e faz um apanhado histórico das razões pelas quais algumas pessoas acreditaram, ao longo dos tempos, que o nosso planeta seria plano.

Neil recorda as diferentes experiências que, ao longo dos séculos, da Grécia antiga de Eratóstenes até aos dias actuais, passando por Galileu e Colombo, provaram que a Terra tem forma arredonda.

O astrofísico salienta também que parece estranho que os Terraplanistas reconheçam que a Terra se encontra em órbita em volta de uma esfera, e que os seus planetas vizinhos sejam todos esferas, e que a Lua é uma esfera, mas que no meio deles todos a Terra é… um disco.

“Há qualquer coisa nessa teoria conspiratória que não bate certo”, diz o astrofísico. Mas na realidade, há uma conspiração em que deGrasse Tyson acredita. “As leis da física, as leis da conservação da energia, a forma como o Universo evoluiu e a dinâmica dos seus corpos, tudo isso está a conspirar para tornar as coisas redondas“, explica.

A prova mais simples que deGrasse Tyson apresenta de que a Terra é uma esfera baseia-se no entanto nos eclipses lunares. Se a Terra fosse plana, diz o astrofísico, a forma que projectaria na Lua durante um eclipse lunar seria sempre diferente, dependendo do ângulo em que se encontrassem em relação ao Sol – e seria quase sempre rectangular.

No entanto, salienta, a sombra da Terra na Lua é sempre, invariavelmente, um círculo – o que só se pode explicar se a Terra for uma esfera. “Pode ser uma esfera achatada nos pólos, mas é uma esfera, não é um disco“, conclui deGrasse Tyson.

Por fim, o astrofísico chama a atenção para a responsabilidade que os sistemas educativos têm, numa altura em que aumenta o número de pessoas que acredita na hipótese da Terra plana, apesar de a nossa tecnologia ser capaz de provar de tantas formas o formato do nosso planeta.

Segundo o astrofísico, o ensino das ciências não deve apenas ensinar como a metodologia científica permite que se verifiquem os factos, mas também ajudar os alunos a entender como o pensamento racional funciona.

Por fim, apesar da forma como “arrasa” os Terraplanistas, deGrasse Tyson salienta que respeita as suas opiniões. Afinal de contas, vivemos numa esfera onde há liberdade de expressão.

ZAP // CanalTech

Por ZAP
13 Março, 2018

[SlideDeck2 id=1476]

[powr-hit-counter id=e7266a87_1520977058077]