1708: Temperatura no Árctico vai aumentar entre 3 e 5 graus até 2050

© TVI24 Fotografia aérea mostra o desaparecimento do gelo do Árctico. REUTERS/Kathryn Hansen/NASA

A temperatura no Árctico vai aumentar entre 3 e 5 graus centígrados até 2050, levando à devastação da região e ao aumento do nível dos oceanos em todo o planeta, estima um relatório apresentando esta quarta-feira no Quénia.

Segundo o documento, apresentando na IV Assembleia da ONU para o Meio Ambiente, o degelo no Árctico pode causar a emissão de mais gases com efeito de estufa e aumentar a acidificação e contaminação dos oceanos.

Muitas das alterações na região serão irreversíveis e podem afectar a sua população e a biodiversidade, assinalou Björn Alfthan, porta-voz da fundação norueguesa GRID-Arendal, co-autora do relatório, que se baseia em dados do Conselho Árctico, uma organização intergovernamental composta por oito países e vocacionada para o desenvolvimento sustentável e a protecção ambiental da região.

No Árctico vivem mais de quatro milhões de habitantes, dos quais perto de 10% são indígenas que se dedicam a actividades como a pesca, a mineração e a indústria madeireira.

Além do degelo de terrenos que permanecem congelados mais de dois anos a altas latitudes, o Árctico enfrenta também a contaminação por plásticos.

Especialistas estimam que o gelo marinho do Árctico tenha diminuído 40% desde 1979 e que os Verões na região deixarão de ser gelados antes de 2030 a continuarem as actuais emissões de dióxido de carbono, gás poluente com implicações no aquecimento global.

A IV Assembleia da ONU para o Meio Ambiente, que decorre até sexta-feira na capital do Quénia, Nairobi, conta com a participação de mais de 95 chefes de Estado, ministros e vice-ministros e delegados de mais de 160 países.

A delegação portuguesa é liderada pelo ministro do Ambiente e da Transição Energética, João Pedro Matos Fernandes, que intervém na quinta-feira numa sessão sobre energias renováveis.

msn notícias
Redacção TVI24
13/03/2019

 

1690: Os humanos são susceptíveis ao efeito do sapo em ebulição (e isso pode trazer-nos sérios problemas)

(CC0/PD) jplenio / pixabay

O mundo está ficar perigosamente quente, mas já notou este aumento extremo da temperatura? Não totalmente, respondem os cientistas, num estudo no qual demonstram a tremenda adaptabilidade dos seres humanos do século XXI.

Há um análogo famoso para este fenómeno que, apesar de adequado, é também assustador: o efeito do sapo em ebulição. Um sapo imerso em água que aquece gradualmente não percebe a mudança repentina da temperatura, mesmo que esteja a ser fervido vivo.

Os cientistas não se agarram a este fenómeno de olhos fechados. Em vez disso, tomam-no como uma metáfora para a forma actual de os humanos se estarem a adaptar a um futuro sombrio provocado pelas alterações climáticas irreversíveis. “É um verdadeiro efeito de ebulição”, sintetiza Frances C. Moore, da Universidade da Califórnia.

O estudo, recentemente publicado na Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), sugere que as pessoas aprendem a aceitar a temperatura extrema como algo “normal” em apenas dois anos. “As pessoas parecem estar a habituar-se às mudanças que, ao mesmo tempo, querem evitar.”

Moore e sua equipa analisaram mais de dois milhões de tweets, entre Março de 2014 e novembro de 2016, para analisar de que forma as pessoas reagiam a eventos climáticos, comparando os tweets com dados meteorológicos. No fundo, os cientistas queriam perceber de que forma as pessoas reagiam a mudanças significativas nas condições meteorológicas localizadas.

Os cientistas descobriram que as pessoas tinham tendência a tweetar sobre o clima se este fosse incomum para a estação do ano em que viviam: condições meteorológicas quentes no inverno ou temperaturas frias no verão.

No entanto, esta tendência depende também da experiência passada, sobretudo das memórias que as pessoas têm sobre o clima. Isto é, num mundo cada vez mais quente, as pessoas percebem cada vez menos o clima extremo – ou seja, parecem-se cada vez mais com o sapo em ebulição, que não percebe que está a ser fervido.

“As temperaturas que inicialmente eram consideradas notáveis, tornam-se ​​rapidamente comuns com a exposição repetida ao longo de uma escala de tempo de aproximadamente cinco anos“, escrevem os autores no artigo científico.

“Como o ajuste da expectativa é rápido em relação ao ritmo das mudanças climáticas antropogénicas, essa mudança na linha de base subjectiva tem grandes implicações para a notabilidade das anomalias de temperatura à medida que a mudança climática avança”, adiantaram ainda.

Contudo, apesar de a mudança climática ser algo chocante e extremo, a nossa interpretação é algo subjectiva, uma vez que a nossa capacidade de avaliar o tempo “normal” parece estar baseada num ponto de referência imaginário do tempo entre dois a oito aos, avança o ScienceAlert.

Isto significa que demora cerca de dois a oito anos para que as pessoas ajustem os seus padrões de normalidade – parando assim de reconhecer que aquelas temperaturas que um dia consideraram extremas eram, de facto, extremas (e estão a “vivê-las” agora).

“A definição de ‘temperatura normal’ muda rapidamente com o tempo nesta época de mudança climática”, escreveram os autores.

Os investigadores alertam que esta incapacidade de entender o clima “normal” pode dificultar que tanto cientistas como governos criem políticas para resolver questões inertes às alterações climáticas.

O facto de as pessoas estarem a acostumar-se a um clima desagradável e incomum (mesmo que não tenham consciência disso) pode trazer problemas sérios num futuro cada vez mais próximo.

ZAP //

Por ZAP
9 Março, 2019

 

1613: InSight prepara-se para medir a temperatura de Marte

O “lander” InSight da NASA colocou a sua sonda de calor, de nome HP3 (Heat Flow and Physical Properties Package), na superfície de Marte.
Crédito: NASA/JPL-Caltech/DLR

O “lander” InSight da NASA colocou o seu segundo instrumento na superfície de Marte. Novas imagens confirmam que o HP3 (Heat Flow and Physical Properties Package) foi implantado com sucesso no dia 12 de Fevereiro a cerca de 1 metro do sismómetro do InSight, que o módulo recentemente cobriu com um escudo protector. O HP3 mede o calor que se move através do subsolo de Marte e pode ajudar os cientistas a descobrir quanta energia é necessária para construir um mundo rochoso.

Equipado com um espigão auto-martelante, o instrumento vai cavar até 5 metros abaixo da superfície, mais do que qualquer missão anterior no Planeta Vermelho. Em comparação, o “lander” Viking 1 da NASA escavou 22 centímetros. O módulo de aterragem Phoenix, primo do InSight, escavou 18 cm.

“Estamos ansiosos por quebrar alguns recordes em Marte,” disse Tilman Spohn, investigador principal do HP3 do Centro Aeroespacial Alemão, que forneceu a sonda térmica para a missão InSight. “Dentro de alguns dias, vamos finalmente começar a escavar usando uma parte do nosso instrumento que chamamos de toupeira.”

O HP3 parece-se um pouco com um macaco hidráulico, mas com um tubo de metal vertical na frente para segurar a toupeira com 40 centímetros de comprimento. Um cabo liga a estrutura de suporte do HP3 ao “lander” enquanto uma corda presa no topo da toupeira possui sensores de calor para medir a temperatura do subsolo de Marte. Entretanto, os sensores de calor na própria toupeira vão medir a condutividade térmica do solo – quão facilmente o calor se move pela sub-superfície.

“A nossa sonda está construída para medir o calor que vem de dentro de Marte,” disse Sue Smrekar, vice-investigadora principal do InSight, no JPL da NASA em Pasadena, no estado norte-americano da Califórnia. “É por isso que queremos colocá-la no subsolo. As temperaturas mudam à superfície, tanto das estações quanto do ciclo dia-noite, e podem adicionar ‘ruído’ aos nossos dados.”

A toupeira vai parar a cada 50 centímetro para medir a condutividade térmica do solo. Dado que o martelamento cria fricção e liberta calor, a toupeira pode arrefecer durante dois dias. De seguida, é aquecida até mais ou menos 10º C ao longo de 24 horas. Os sensores de temperatura dentro da toupeira medem a rapidez com que isto acontece, o que informa os cientistas da condutividade do solo.

Se a toupeira encontrar uma grande rocha antes de atingir pelo menos 3 metros, a equipa precisará de um ano marciano completo (dois anos terrestres) para filtrar o ruído dos seus dados. Esta é uma razão pela qual a equipa seleccionou cuidadosamente um local de aterragem com poucas pedras e porque passou semanas a escolher onde colocar o instrumento.

“Escolhemos o local de pouso ideal, quase sem rochas à superfície,” disse Troy Hudson, cientista e engenheiro que ajudou a projectar o HP3. “Isto dá-nos razão para acreditar que não há muitas rochas grandes no subsolo. Mas temos que esperar e ver o que vamos encontrar à sub-superfície.”

Independentemente da profundidade que atinja, não há como debater que a toupeira é um feito da engenharia.

“Pesa menos do que um par de sapatos, usa menos energia do que um ‘router’ Wi-Fi e precisa de escavar pelo menos 3 metros noutro planeta,” explicou Hudson. “Foi preciso muito tempo para obter uma versão que pudesse fazer dezenas de milhares de marteladas sem se partir; algumas versões anteriores falharam antes de chegar a 5 metros, mas a versão que enviámos para Marte provou a sua robustez várias vezes.”

Astronomia On-line
19 de Fevereiro de 2019

 

1048: Mar subiu 13 metros na era geológica do Pleistoceno. Temperaturas são as deste século

Conclusão é de um estudo internacional publicado na revista “Nature”

© D.R.

O aquecimento global no final do período do Pleistoceno (era geológica que abrange um período que vai entre aproximadamente 1,8 milhões de anos e 11.500 anos atrás) apresentou temperaturas similares às previstas para este século. Na altura, o aquecimento global reduziu a camada de gelo da Antárctida oriental e elevou o nível do mar até 13 metros acima do actual.

A conclusão é de um estudo internacional, liderado por cientistas do Instituto de Ciências da Terra do “Imperial College London”, publicado esta quarta-feira na revista “Nature“.

O gelo polar é uma componente essencial do sistema climatérico e afecta nomeadamente o nível global da água do mar e a circulação e transporte de calor nos oceanos.

Até agora a comunidade científica tinha-se centrado na camada de gelo da Antárctida ocidental, aquela que actualmente está mais vulnerável ao degelo. Ao mesmo tempo também se pensava que a região leste da Antárctida, com uma superfície equivalente a 115 vezes Portugal, e que contém cerca de metade da água doce da Terra, era menos sensível ao aquecimento global.

Bastam 2 graus e 2000 anos para o mar subir

No entanto, o estudo agora publicado sugere que um aquecimento de dois graus na região, se se mantiver um par de milénios, vai derreter uma importante área da Antárctida oriental, com implicações no nível global da água do mar.

“Estudar o comportamento da camada de gelo no passado geológico permite-nos informar-nos sobre mudanças futuras. Ao formarmos uma imagem de como cresceu e diminuiu o manto de gelo em cenários passados podemos entender melhor a resposta que terá a massa de gelo da Antárctida oriental no aquecimento global”, disse Carlota Escutia, investigadora do Instituto Andaluz de Ciências da Terra, da Universidade de Granada, Espanha.

Para o estudo os cientistas investigaram amostras de sedimentos do fundo oceânico provenientes da bacia sub-glacial de Wilkes. As amostras foram recolhidas nas profundezas do oceano austral durante uma expedição em 2010.

As pegadas químicas deixadas nos sedimentos permitiram revelar os padrões de erosão continental à medida que a camada de gelo avançava e retrocedia.

Detectamos que as alterações mais extremas se deram durante dois períodos entre glaciações, entre há 125.000 e 400.000 anos, quando o nível global do mar estava entre seis a 13 metros acima do nível actual”, disse Francisco Jiménez, também investigador do Instituto Andaluz de Ciências da Terra.

Diário de Notícias
DN/Lusa
19 Setembro 2018 — 20:50

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719: Temperaturas do lugar mais frio do planeta são ainda mais baixas do que se pensava

(CC0/PD) pxhere

O lugar mais frio sobre a superfície da Terra, localizado no Planalto Antárctico Oriental, bateu o seu próprio recorde: passou de temperaturas de -93°C para -98°C.

Os pequenos vales situados na camada de gelo da Antárctida registaram temperaturas de -98°C, ou seja, cinco graus a menos do que tinha sido estimado até agora, de acordo com um novo estudo publicado na revista científica Geophysical Research Letters.

O local com as temperaturas mais baixas da Terra foi descoberto em 2013 pelos cientistas, graças ao lançamento de vários satélites de observação.

A área abrange vários pontos do Planalto Antárctico Oriental, uma região com neve abundante onde o Pólo Sul também está localizado e onde foram registadas, inicialmente, temperaturas de -93°C.

Agora, os investigadores usaram novos dados para concluir que as temperaturas são ainda mais baixas do que se pensava, e que são observadas durante a noite do Pólo Sul, principalmente nos meses de Julho e Agosto.

No estudo anterior, os especialistas explicaram as condições necessárias para que as temperaturas caiam tão drasticamente.

A equipa concluiu que ventos leves e céu limpo não são os únicos factores-chave. Ventos extremamente secos, que se mantenham constantes durante vários dias, também desempenham um papel fundamental.

Para chegar aos novos resultados, os cientistas observaram pequenas depressões ou buracos rasos na camada de gelo da Antárctida, onde o ar frio, denso e descendente se acumula e pode permanecer durante vários dias.

Isso faz com que a superfície e o ar acima dela arrefeçam ainda mais, até que as condições claras, calmas e secas terminem e o ar se misture com um outro mais quente na atmosfera.

“Nesta área, vemos períodos de ar extremamente seco, e isso permite que o calor da superfície da neve se irradie para o espaço com mais facilidade”, afirma Ted Scambos, principal autor do estudo, num comunicado.

O novo recorde de -98°C pode ser superado novamente se as condições ambientais necessárias se mantiverem constantes durante várias semanas, embora Scambos considere muito pouco provável que isso aconteça.

Apesar dessa improbabilidade, a equipa de investigadores já trabalha na concepção dos instrumentos que lhes permitam sobreviver e trabalhar em lugares ainda mais frios, além de medir as temperaturas do ar e da neve. Os especialistas esperam ter esses meios de trabalho prontos dentro de dois anos.

ZAP // BBC

Por ZAP
2 Julho, 2018

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414: Há 11.000 anos, o Homem sobreviveu a uma mudança abrupta de clima

Há cerca de 11.000 anos atrás, os humanos tiveram de enfrentar uma súbita e abrupta quebra nas temperaturas, de 10 a 4 graus. Viveram assim durante mais de 100 anos.

Os cientistas têm alertado para o impacto das alterações climáticas na sobrevivência do próprio ser humano. Viver debaixo do sol abrasador do verão e, de repente, enfrentar temperaturas geladas, é um cenário verdadeiramente assustador. No entanto, os nossos antepassados viveram-no durante mais de cem anos, e a boa notícia é que sobreviveram.

Vestígios da Idade da Pedra média recolhidos no sítio arqueológico Star Carr, no Yorshire do Norte, em Inglaterra, mostram que há 11.000 anos atrás, os humanos tiveram de enfrentar uma súbita quebra nas temperaturas: de 10 a 4 graus Celsius, que duraram mais de um século.

De acordo com as conclusões, publicadas esta segunda-feira na Nature Ecology & Evolution, a população de Star Carr foi uma das primeiras colónias na Inglaterra, depois da última idade do gelo.

Esta população “teve de ser muito resiliente à instabilidade climática, capaz de preservar e manter uma sociedade estável, apesar do stresse ambiental”, explicou Ian Candy, autor do estudo e professor de geografia na Universidade Royal Holloway de Londres, à CNN.

Os especialistas que têm vindo a estudar o clima ao longo dos anos sabem que o clima na Terra não foi tão estável para os nossos antepassados como tem sido para nós. Muitas vezes, essas mudanças climáticas forçavam as populações a moverem-se para outros lugares, caso quisessem sobreviver.

Os cientistas acreditam que este episódio de queda abrupta e repentina de temperaturas tenha sido ainda maior do que o que aconteceu há 8200 anos – que, por sua vez, está já bastante estudado.

“Estas descobertas mudam a ideia que tínhamos da interacção entre as sociedades pré-históricas e as alterações climáticas. Os eventos climáticos de Star Carr são tão grandes, se não maiores, do que a magnitude do que aconteceu há 8200 anos e ainda assim as populações foram resilientes perante o impacto desses acontecimentos”, disse Ian Candy.

Os cientistas cruzaram as temperaturas que se fizeram sentir naquela época com os artefactos que foram encontrados no sítio arqueológico de Star Carr e as provas revelaram que a presença humana foi constante nos 100 anos de temperaturas baixas.

Embora as florestas tenham sido afectadas pelas baixas temperaturas, os nossos antepassados caçadores sobreviveram porque nunca lhes faltou as peles e a carne dos veados-vermelhos, por exemplo.

No entanto, é de sublinhar que a densidade populacional na altura era muito menor, facilitando a fuga para outros locais e a consequente sobrevivência dos humanos.

“A população actual coloca muito mais pressão nos recursos dos quais dependemos, muitos dos quais vão ser afectados pelas alterações climáticas futuras”, adverte o professor.

ZAP //

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242: Estas são as temperaturas mais frias e mais quentes no Universo, segundo a Física Convencional

J. Pinkston e L. Stern / US Geological Survey

Quão frio é o local mais frio no Universo? E quantos zeros são necessários para expressar “calor absoluto”?

A BBC respondeu a todas as questões numa infografia.

A maioria das pessoas está familiarizada com o zero absoluto, -273.15ºC (-459.67º Fahrenheit) e é a temperatura mais baixa possível de ser alcançada, de acordo com as leis da física conhecidas.

Isto porque é o mais frio que uma entidade pode ficar quando toda a energia de calor é sugada directamente. E nem mesmo o objecto conhecido mais frio do Universo, a Nebulosa do Boomerang, chega ao zero absoluto.

Mas e então e o calor absoluto? Trata-se da temperatura mais alta que a matéria consegue atingir, de acordo com a Física Convencional, e foi medida em exactamente 1,420,000,000,000,000,000,000,000,000,000,000º Celsius (2,556,000,000,000,000,000,000,000,000,000,000º Fahrenheit).

O que, como é óbvio, é ridículo. A única coisa que sabemos que se aproxima do calor absoluto é a temperatura do Universo, com 104 segundos de idade.

O backup da infografia é a nossa maior conquista no aquecimento: 5.500.000.000.000 de graus Celsius (9.900.000.000.000 de graus Fahrenheit), que os cientistas conseguiram alcançar, causando a queda de iões de chumbo um contra o outro em Large Hadron Collider.

Há coisas muito mais fascinantes nesta infografia. Pode descobrir a temperatura das nuvens em Júpiter, a temperatura média de Janeiro no lugar mais frio da Terra e a temperatura dentro de uma bomba química convencional.

ZAP // Science Alert

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