2231: A sua Internet está lenta? Não é o único: há um problema global

TECNOLOGIA

Para muitos utilizadores, a Internet parece um pouco menos rápida e funcional hoje. A razão? Problemas com serviços de cloud como a AWS (da Amazon) e Cloudflare. 

Ninguém sabe ao certo o que está a causar o problema, mas tanto o serviço de cloud Cloudflare quanto a Amazon Web Services (AWS) estão com problemas nos seus serviços nesta segunda-feira, o que leva a interferências, interrupções e lentidão em alguns dos maiores sites e serviços da Internet a nível mundial.

Para quem não conhece, estes dois serviços de cloud albergam grande parte dos sites e serviços que são usados online e problemas neles implica problemas para as plataformas que os usam, de uma forma ou de outra.

A Cloudfare indica que o problema pode estar relacionado com uma interferência externa à empresa, enquanto a Amazon sugere que se trata de um problema de “redes externas”, admitindo que, assim, será mais difícil à empresa resolver o problema.

O que foi afectado? Para já é certo que serviços de e-mail como o Gmail estiveram com problemas, bem como a plataforma de streaming Crunchyroll esteve mesmo online. Mas há um sem número de sites afectados e houve mesmo relatos de falha no acesso a serviços de segurança da Amazon e da Nest, pelo menos em grande parte da América do Norte (e nos sites que estão lá alojados).

O problema demonstra como um grande número de sites estão dependentes e usam os serviços de computação da cloud da Google, AWS ou Cloudflare. O que significa que quando há uma problemas nesses serviços, toda a Internet fica limitada.

Dn_insider


João Tomé

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1399: Computador quântico IBM Q

TECNOLOGIA

Diário de Notícias
Sábado, 8 Dezembro 2018
DN Insider

– Infelizmente existe muita comunicação social que não publica os links dos vídeos que possam divulgar a matéria aos interessados nela. Este vídeo teve de ser capturado via écran, com software próprio, para poder mostrar o seu conteúdo.

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1306: O colossal drone solar da Boeing vai voar em 2019

TECNOLOGIA

Aurora Flight Sciences
O enorme drone solar Odysseus quer levar a internet aos 4 cantos do mundo

A Aurora Flight Sciences, subsidiária da Boeing, vai lançar em 2019 o seu drone solar Odysseus, que terá a capacidade voar durante meses de forma autónoma e o objectivo de dar acesso Internet a todo o planeta – incluindo os cantos mais longínquos do mundo.

Embora o Facebook tenha desistido de desenvolver o seu drone solar Aquila, muitas outras empresas continuam a perseguir o objectivo de criar um drone que possa manter-se no ar por tempo ilimitado apenas com a energia do Sol. Entre estes está o Odysseus, projecto apoiado pela Boeing, que vai mostrar o que vale já no próximo ano.

O Odysseus, desenvolvido pela Aurora Flight Sciences, está em desenvolvimento há alguns anos. A sua origem remonta ao Daedalus Project, projecto lançado pelo MIT na década de 1980 que bateu o record de voo de um avião solar tripulado em 1988, com uma muito simbólica viagem de 115 km sobre o mar Egeu, entre Creta e Santorini.

“O Odysseus, ideia que nasceu do Daedalus, é já hoje uma solução viável para o avanço da pesquisa sobre as alterações climáticas e outros problemas que afectam a nossa atmosfera”, afirmou John Langford, um dos líderes do projecto Daedalus e actualmente presidente e CEO da Aurora Flight Sciences, em nota divulgada esta semana.

“A Aurora foi fundada com a ideia de que a tecnologia e a inovação podem fornecer soluções poderosas para os complexos problemas que afectam toda a Humanidade”, acrescenta Langford.

O Odysseus tem como objectivo tornar-se uma alternativa aos satélites, uma vez que permitirá criar plataformas de observação da Terra de alta altitude, mas com um custo de uma fracção do de um satélite.

A abordagem da Boeing diverge, neste aspecto, do projecto da SpaceX de Elon Musk, que planeia melhorar a velocidade da Internet e a conectividade global do planeta colocando em órbita, entre 2019 e 2024, nada menos que 4.425 satélites – três vezes mais do que todos os satélites que existem actualmente em órbita.

A versão orbital tenha a vantagem de não ter preocupações com questões territoriais das fronteiras geográficas e das burocracias necessárias em cada país onde fosse necessário ter um drone. Por outro lado, é uma solução que não está ao alcance de qualquer empresa.

A Aurora realça que os seus drones podem ser lançados com um custo muito inferior ao de um satélite, e que a sua autonomia, na ordem dos meses, é muito superior ao dos drones solares convencionais.

“O Odysseus tem uma autonomia de que nenhum outro drone semelhante é capaz, e pode transportar instrumentos de investigação científica que o transformam numa plataforma de eleição para a pesquisa meteorológica e atmosférica, que será o seu primeiro papel”, explica Langford. “O Odysseus vai mudar o Mundo“.

O Odysseus está também apto para missões de vigilância, comunicações e conectividade, podendo assumir o papel que o Facebook tinha planeado para o seu projecto Aquila há alguns anos – tornando-se assim uma alternativa viável para dotar o planeta de uma rede de comunicações global e levar a Internet aos cantos mais distantes do Mundo.

Mas primeiro, será preciso demonstrar que um colossal drone solar consegue mesmo manter-se no ar durante meses… a cumprir a sua missão, qualquer que ela seja.

O primeiro voo do Odysseus, que partirá de Porto Rico, está agendado para o dia 23 de Abril de 2019, data do 31º aniversário do voo do Daedalus sobre o mar Egeu.

ZAP // Aberto até de Madrugada

Por AadM
18 Novembro, 2018

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