2357: Descoberta uma super-Terra rochosa com 3 sóis vermelhos

Universidade Nacional da Austrália / Instituto Niels Bohr

O LTT 1445, também conhecido como TIC 98796344, TOI 455, L 730-18 ou BD-17 588, é um trio hierárquico de estrelas anãs vermelhas a aproximadamente 22,5 anos-luz de distância.

O mundo recém-descoberto orbita o LTT 1445A, o membro mais brilhante do sistema. Chamado de LTT 1445Ab, o planeta é cerca de 1,35 vezes maior que a Terra, cerca de 8,4 vezes mais massivo, sendo rochoso na composição. De acordo com o estudo publicado na revista Astronomical Journal, tem um período orbital de 5,36 dias e uma temperatura de superfície de cerca de 155ºC.

“A distância orbital do LTT 1445Ab aproxima-o mais da sua estrela hospedeira do que o anel da zona habitável da estrela, onde recebe 5,1 vezes a irradiação do Sol da sua estrela hospedeira”, disse a autora principal, Jennifer Winters, do Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics, ao Sci News.

O LTT 1445Ab é o segundo exoplaneta em trânsito mais próximo encontrado até ao momento, o mais próximo conhecido em que a estrela primária é uma anã vermelha, e pode ser o planeta rochoso mais acessível espectroscopicamente para estudos atmosféricos até hoje detectado. “A profundidade do trânsito planetário é significativa (0,2%) e a estrela hospedeira é brilhante”, disseram os astrónomos.

“O sistema planetário em trânsito mais próximo é o HD 219134, a uma distância de 21 anos-luz. Mas enquanto a sua estrela hospedeira é mais brilhante que o LTT 1445A, as profundidades de trânsito planetário são quase uma ordem de magnitude menor”.

“Em contraste, o sistema TRAPPIST-1 de múltiplos planetas a 41 anos-luz exibe profundidades de trânsito planetárias que são, em média, três vezes maiores que a do LTT 1445Ab, mas a estrela hospedeira é fraca.”

“O LTT 1445 é particularmente favorável para observações terrestres para estudar a atmosfera do planeta, já que o par misturado LTT 1445BC pode fornecer uma valiosa fonte de calibração com o mesmo tipo espectral que a estrela primária, embora a sua utilidade como fonte de comparação possa ser limitada”, disseram.

O Transiting Exoplanet Survey Satellite, também conhecido como TESS, descobriu recentemente que algumas estrelas próximas têm muitos planetas fascinantes as orbitá-las. A missão TESS já dura há mais de um ano.

A missão da TESS indica a presença de exoplanetas comparando o brilho de cada uma das 200 mil estrelas que segue. A sonda espacial concentra-se nas estrelas próximas, uma vez que são as mais brilhantes.

ZAP //

Por ZAP
23 Julho, 2019

 

1615: Descoberta super-Terra a apenas oito anos-luz do Sistema Solar

Gabriel Pérez / IAC

Uma equipa internacional de investigadores, em colaboração com o Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA), no Porto, descobriu uma nova super-Terra, a “apenas” oito anos-luz de distância do Sistema Solar. 

Segundo o IA, o estudo, cujos resultados foram esta terça-feira divulgados, permitiu a descoberta da ‘super-Terra G1411b’ na “vizinhança do Sistema Solar”, um exoplaneta (que orbita uma estrela que não é o Sol) com três vezes a massa da Terra e que orbita a estrela Gliese 411(GI411), localizada na constelação da Ursa Maior.

Em comunicado, o IA explica que a equipa de investigadores concentrou-se na observação de exoplanetas que orbitam estrelas anãs vermelhas (cuja massa é inferior a metade da massa do Sol) que “representam 80% das estrelas da nossa galáxia”.

Através do espectrógrafo Sophie, instalado no telescópio do Observatório de Haute-Provence (OHP), em França, os investigadores detectaram o planeta G1411b, que acreditam ser “rochoso” e completar “uma volta em apenas 13 dias terrestres”.

“Apesar de GI411 ser uma anã vermelha, e por isso, menos quente do que o Sol, o G1411b ainda recebe cerca de 3,5 mais radiação do que a Terra recebe do Sol, o que o coloca fora da zona de habitabilidade, sendo provavelmente mais parecido com Vénus”, garante.

De acordo com o investigador do IA e da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (FCUP), Olivier Demangeon, citado no comunicado, a descoberta de um planeta de tipo rochoso em torno de uma das estrelas mais próximas da Terra “reforça claramente a ideia de que a maioria das estrelas que vemos no céu tem planetas à volta”.

ZAP // Lusa

Por Lusa
19 Fevereiro, 2019

 

1477: Super-Terra gelada vizinha do nosso planeta pode abrigar vida primitiva

ESO / M. Kornmesser
Ilustração artística da superfície do Barnard b

Edward Guinan e Scott Engle, investigadores da Universidade de Villanova, no estado norte-americano da Pensilvânia, anunciaram que pode existir vida primitiva em GJ 699b, a super-Terra gelada que orbita a estrela de Barnard, localizada a apenas seis anos-luz do Sol.

Em comunicado recentemente divulgado, os astrofísicos afirmam que este mundo, também conhecido como a estrela de Barnard b, apesar de ser extremamente frio – pode atingir temperaturas até -170 graus Celsius – tem o potencial de abrigar vida primitiva.

Por ser gelado e sombrio, este exoplaneta seria, à partida, hostil para a vida tal como a conhecemos. Contudo, e de acordo com os cientistas, o exoplaneta pode abrigar vida caso se reúnam duas condições: ter um grande núcleo de ferro quente ou níquel e actividade geotérmica.

“O aquecimento geotérmico poderia abrigar ‘zonas de vida’ abaixo da sua superfície, semelhante aos lagos subterrâneos encontrados na Antárctida”, disse o co-autor do estudo, Edward Guinan. “Percebemos que a temperatura da superfície na lua gelada de Júpiter, a Europa, é semelhante à do Barnard b, mas devido ao aquecimento da maré é provável que a Europa tenha oceanos líquidos sob sua superfície gelada”, acrescentou.

O exoplaneta Barnard b, cuja descoberta foi anunciada em Novembro passado, é 3,2 vezes maior do que a Terra – o que lhe vale a classificação de super-Terra. O mundo orbita em 233 dias terrestres a sua estrela, que é considerada a nossa vizinha mais próxima depois do sistema de três estrelas Alpha Centauri, localizado a 4,3 anos-luz de distância.

Tal como observou Scott Engle, “a estrela de Barnard é quase duas vezes mais velha do que o Sol: tem 9 mil milhões de anos, em comparação com 4,6 mil milhões de anos solares”. “O Universo tem estado a produzir planetas do tamanho da Terra muito antes da nossa existência, ou até mesmo antes da existência do próprio Sol”, rematou o cientista.

A descoberta foi anunciada na passada semana no 233.º encontro anual da American Astronomy Society, que decorreu na cidade de Seatle.

SA, ZAP //

Por SA
15 Janeiro, 2019

 

1289: Foi descoberta uma nova super-Terra aqui mesmo ao lado

Foram necessários 20 anos de dados e sete instrumentos para os cientistas conseguirem identificar este novo exoplaneta. Está a seis anos-luz daqui – muito perto, considerando as distâncias astronómicas do universo

Uma visão possível do Barnard b
Foto ESO/M. Kornmesser

Há um novo exoplaneta nas proximidades do sistema solar. É um mundo rochoso, gelado e sombrio, com pelo menos três vezes a massa da Terra, e nada indica que possa ter condições para a vida tal como a conhecemos, mas tem várias particularidades que fazem dele um mundo interessante para os astrónomos. Uma delas é que está aqui, quase ao virar da esquina, na órbita da estrela de Barnard, a escassos seis anos-luz de distância – um pulinho, considerando a imensidão do universo.

Mas há mais. O Barnard b, como entrou para a catálogo geral destes mundos extra-solares, é o segundo planeta extra-solar mais próximo deste cantinho da Via Láctea até hoje identificado.

Em 2016 os astrónomos descobriram um exoplaneta ainda mais próximo daqui, na órbita da estrela Proxima Centauri, com massa idêntica à da Terra e condições que não tornam impossível a vida ali. Mas esse exoplaneta está num sistema de três estrelas, e o que agora foi descoberto orbita uma estrela individual, como é o caso do Sol, embora as suas naturezas sejam diferentes. A estrela de Barnard, assim chamada em homenagem ao astrónomo que a caracterizou, é uma anã vermelha, o que quer dizer que é uma estrela fria de pequena massa e bem mais antiga do que o Sol.

A descoberta do Barnard b, que é anunciada hoje num artigo publicado na revista Nature, é importante por tudo isto, mas também porque foi o resultado de uma das maiores e mais longas campanhas de observação astronómica na busca de exoplanetas, que envolveu a participação de múltiplos instrumentos.

Na verdade, há muito que se suspeitava de que a estrela de Barnard deveria ter algum planeta na sua órbita, mas apesar da longa busca, só agora foi possível confirmar a sua presença.

© ESO/M. Kornmesser

Para o conseguir, a equipa de astrónomos liderada por Ignasi Ribas, dos institutos de Estudos Espaciais da Catalunha e de Ciências Espaciais de Espanha, passou a pente fino duas décadas de dados observacionais de vários telescópios.

“Usámos observações de sete instrumentos diferentes, correspondentes a 20 anos de medições, o que faz desta a maior e mais extensa base de dados alguma vez utilizada no estudo de velocidades radiais muito precisas,” explica Ignasi Ribas, sublinhando que a combinação de todos os dados levou a 771 medições no total “, uma “quantidade de informação enorme”.

Entre os instrumentos utilizados, os espectrógrafos instalados nos telescópios do European Southern Observatory (ESO), no Chile, que têm justamente como propósito identificar exoplanetas, tiveram um papel decisivo, como sublinha a própria equipa.

“O HARPS desempenhou um papel vital neste projecto. Combinámos dados de arquivo de outras equipas com medições novas da Estrela de Barnard obtidas por diferentes infra-estruturas,” conta, por seu turno Guillem Anglada-Escudé, da Universidade de Queen Mary, em Londres, o outro coordenador da equipa. “A combinação dos instrumentos foi crucial para verificarmos o nosso resultado”, garante.

A descoberta do novo exoplaneta foi feita através do chamado método das velocidades radiais, que mede as variações provocadas na velocidade de uma estrela pelos exoplanetas na sua órbita. Esta foi a primeira vez que se fez uma detecção com este método de uma super-Terra com órbita tão extensa em torno da sua estrela. E a sua proximidade da Terra faz dele um potencial alvo de estudo para nova geração de instrumentos que a partir de 2020 vão conseguir obter imagens dos exoplanetas.

Diário de Notícias
Filomena Naves
14 Novembro 2018 — 18:10

 

489: Sem saída: as civilizações das super-terras estão presas nos seus planetas

20th Century Fox Prometheus, de Ridley Scott (2012)

As super-terras são versões gigantes da Terra, ou seja, planetas com condições similares ao nosso, mas muito maiores.

Algumas pesquisas científicas têm sugerido que as super-terras são ainda mais habitáveis do que os mundos do mesmo tamanho que o nosso. No entanto, um novo estudo alemão afirma que seria difícil para qualquer civilização alienígena explorar o espaço a partir desse exoplaneta.

Já descobrimos vários tipos de exoplanetas à volta de outras estrelas. A classe de exoplanetas chamados “super-terras” compreende planetas que podem atingir até dez vezes a massa do nosso.

Várias super-terras encontram-se nas zonas habitáveis das suas estrelas, onde teoricamente as temperaturas podem suportar água líquida à superfície e, assim, potencialmente, a vida como é conhecida na Terra.

Alguns artigos também sugeriram que essas super-terras poderiam ser ainda mais habitáveis que planetas mais semelhantes ao nosso, porque as suas massas maiores conferem-lhes uma atracção gravitacional mais forte e, por consequência, atmosferas mais espessas, que protegem melhor a vida dos raios cósmicos nocivos vindos do espaço.

Se de facto existe vida numa super-terra distante, os alienígenas poderiam ter desenvolvido uma civilização avançada capaz de viajar pelo universo. Só que a forte atracção gravitacional desses planetas também pode tornar mais difícil para os extraterrestres descolarem a partir desses mundos.

Segundo o autor do novo estudo, publicado no arXiv em Abril, Michael Hippke, investigador independente afiliado ao Observatório de Sonneberg, na Alemanha, em planetas mais massivos, o voo espacial seria exponencialmente mais caro.

Hippke calculou o tamanho necessário de um foguete, tendo como modelo um foguete convencional terrestre, para escapar de uma super-terra 70% maior que o nosso planeta, e dez vezes mais massiva.

Essas são aproximadamente as especificações do planeta alienígena Kepler-20b, que fica a cerca de 950 anos-luz da Terra. Nesse mundo, a velocidade de escape é cerca de 2,4 vezes maior que na Terra.

Entre outros cálculos feitos pelo cientista, Hippke descobriu que, para lançar o equivalente à missão Apollo, que foi da Terra à lua, um foguete numa super-terra precisaria de uma massa de cerca de 400.000 toneladas métricas, devido às exigências de combustível – essa é mais ou menos a massa da Grande Pirâmide de Gizé, no Egipto.

O problema do combustível

O desafio é certamente o peso do combustível que os foguetes convencionais utilizam. Lançar um foguete de um planeta requer muito combustível, o que os torna pesados, o que requer mais combustível, e assim por diante.

Assumindo que um foguete numa super-terra funcionaria tão bem como o Falcon Heavy da SpaceX, lançar uma carga como o Telescópio Espacial James Webb, da NASA, exigiria 60.000 toneladas de combustível, aproximadamente a massa dos maiores navios de guerra oceânicos.

Por isso, Hippke acredita que possíveis civilizações de super-terras sejam muito menos propensas a explorar as estrelas. “Em vez disso, os aliens estariam até certo ponto presos no seu planeta e, por exemplo, usariam mais lasers ou radiotelescópios para comunicação interestelar, em vez de enviar sondas ou naves espaciais”, argumentou.

Claro, podem existir outras maneiras de se alcançar a órbita que não seja através de foguetes convencionais.

Por exemplo, cientistas já teorizaram sobre o uso de elevadores espaciais, ou seja, elevadores que viajam por cabos gigantes que saem da atmosfera. Um dos principais factores limitadores dessa tecnologia é a resistência do material do cabo.

O material mais adequado conhecido hoje, o nanotubo de carbono, é apenas forte o suficiente para a gravidade da Terra, e não está claro se materiais mais fortes são fisicamente possíveis.

Outra possibilidade é a propulsão de pulso nuclear, que envolve a detonação de uma série de bombas atómicas atrás de um veículo para lançá-lo para o espaço. Esta estratégia oferece mais poder de elevação do que os foguetes convencionais, e pode ser uma das únicas possibilidades para uma civilização deixar um planeta com mais de dez vezes a massa da Terra.

Essa tecnologia, movida a energia nuclear, representaria desafios técnicos e políticos, no entanto, uma falha no lançamento poderia causar efeitos dramáticos no ambiente. De qualquer forma, aliens inteligentes poderiam estar dispostos a correr os riscos.

ZAP // HypeScience / Space

Por ZAP
26 Abril, 2018

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299: Astrónomos desvendam mistério das super-Terras

Gabriel Pérez, SMM (IAC)

De acordo com uma nova investigação liderada por Johanna Teske, do Instituto Carnegie para a Ciência, uma estrela a cerca de 100 anos-luz de distância, na direcção da constelação de Peixes, GJ 9827, hospeda o que poderá ser uma das super-Terras mais massivas e densas detectadas até à data.

Esta nova informação fornece evidências que vão ajudar os astrónomos a compreender o processo através qual os planetas se formam. Os resultados foram publicados na Earth and Planetary Astrophysics em Novembro.

A estrela GJ 9827 na realidade alberga um trio de planetas, descobertos pela missão Kepler/K2 da NASA, e todos os três são um pouco maiores do que a Terra. Este é o tamanho que a missão Kepler determinou serem os mais comuns na Galáxia com períodos que variam entre vários dias a várias centenas de dias.

Curiosamente, não existem planetas deste tamanho no nosso Sistema Solar. Isto torna os cientistas curiosos acerca das condições sob as quais se formam e evoluem.

Uma chave importante para a compreensão da história de um planeta é a determinação da sua composição. Será que estas super-Terras são rochosas como o nosso próprio planeta? Ou será que têm núcleos sólidos rodeados por grandes atmosferas de gás?

Para tentar entender a composição de um exoplaneta, os cientistas precisam de medir a sua massa e o seu raio, o que lhes permite determinar a sua densidade.

Ao quantificarem planetas deste modo, os astrónomos notaram uma tendência. Parece que os planetas com raios superiores a mais ou menos 1,7 vezes o da Terra têm um invólucro gasoso, como Neptuno, e aqueles com raios menores são rochosos, como o nosso planeta.

Alguns cientistas propuseram que esta diferença é provocada pela foto-evaporação, que retira ao seu invólucro planetário os chamados voláteis – substâncias como água e dióxido de carbono que têm pontos de ebulição baixos – criando planetas com raios mais pequenos. Mas é necessária mais informação para testar verdadeiramente esta teoria.

É por isso que os três planetas de GJ 9827 são especiais – com raios de 1,64 (planeta b), 1,29 (planeta c) e 2,08 (planeta d), abrangem esta linha divisória entre super-Terra (rochoso) e sub-Neptuno (um pouco gasoso).

Felizmente, a equipa de cientistas de Carnegie, que inclui os co-autores Steve Shectman, Sharon Wang, Paul Butler, Jeff Crane e Ian Thompson, tem vindo a acompanhar GJ 9827 com o instrumento PFS (Planet Finding Spectrograph), de modo que conseguiram restringir as massas dos três planetas graças a dados já obtidos, em vez de recolherem novas observações de GJ 9827.

“Normalmente, caso seja detectado um planeta em trânsito, são necessários meses, se não um ano ou mais, para recolher observações suficientes a fim de medir a sua massa”, explica Teske. “Dado que GJ 9827 é uma estrela brilhante, já a tínhamos no catálogo de estrelas que os astrónomos de Carnegie monitorizam em busca de planetas desde 2010. Isto era exclusivo ao PFS”.

O espectrógrafo foi desenvolvido por cientistas de Carnegie e acoplado aos telescópios Magalhães do Observatório Las Campanhas.

As observações com o PFS indicam que o planeta b tem aproximadamente oito vezes a massa da Terra, o que o torna numa das super-Terras mais massivas e densas já descobertas. As massas dos planetas c e d estão estimadas em cerca de 2,5 a 4 vezes a da Terra, respectivamente, embora a incerteza nessas duas determinações seja muito alta.

Esta informação sugere que o planeta d tem um invólucro volátil significativo e deixa em aberto a questão de saber se o planeta c tem ou não um invólucro parecido. Mas a melhor determinação da massa do planeta b sugere que é aproximadamente 50% ferro.

“São necessárias mais observações para definir com maior exactidão as composições destes três planetas”, comenta Wang. “Mas parecem ser alguns dos melhores candidatos para testar as nossas ideias de como as super-Terras evoluem, potencialmente usando o futuro Telescópio Espacial James Webb da NASA”.

ZAP // CCVAlg

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