2573: Space X recusou mover satélite da Starlink que ia colidir com um outro da ESA

CIÊNCIA

ESA

A Agência Espacial Europeia (ESA) teve que desviar um dos seus satélites meteorológicos para impedir que este colidisse com um outro satélite da Space X. A empresa do multimilionário Elon Musk recusou fazê-lo.

Através do Twitter, a ESA dá conta que o desvio ocorreu na segunda-feira. Em causa estava uma eventual a colisão entre um dos seus satélites e um outro da Space X, que faz parte da “mega-constelação” Starlink, também conhecida como “comboio de satélites”.

“Pela primeira vez, a ESA fez uma manobra para evitar a colisão de um dos nossos satélites com uma ‘mega-constelação’” de satélites da SpaceX, escreveu a ESA.

A agência precisou que a sua equipa de cientistas considerou necessário disparar as hélices do satélite de observação terrestre Aeolus para aumentar a sua altitude, evitando assim a colisão com um dos satélites da empresa de Elon Musk.

Depois de “passar por cima” da Starlink, o satélite voltou à sua trajectória habitual.

Segundo a ESA, citada pelo Público, a SpaceX recusou-se a mover o seu satélite. O jornal tentou, sem sucesso, contactar a ESA e a empresa para obter mais informações.

A ESA recordou que “é muito raro” realizar este tipo de manobras, uma vez que estas são normalmente levadas a cabo para desviar satélites que não estão mais operacionais ou para desviar fragmentos de colisões anteriores. Em 2018, a ESA fez 28 destas manobras manuais para evitar colisões com a sua própria frota de satélites.

The manoeuvre took place about 1/2 an orbit before the potential collision. Not long after the collision was expected, #Aeolus called home as usual to send back its science data – proving the manoeuvre was successful and a collision was indeed avoided

ESA Operations

@esaoperations

It is very rare to perform collision avoidance manoeuvres with active satellites. The vast majority of ESA avoidance manoeuvres are the result of dead satellites or fragments from previous collisions#SpaceDebris

A organização espacial revelou ainda que está a preparar um mecanismo para prevenir estas situações recorrendo a Inteligência Artificial. O objectivo passa por proteger a “sua infra-estrutura espacial” que enfrenta agora mais perigos devido ao aumento do número de satélites em órbita da Starlink.

A “constelação” de Musk foi lançada em maio passado, quando o satélite da ESA já estava em órbita há meses. Contudo, recorda o responsável pelo departamento de resíduos espaciais da ESA, Holger Krag, “não há regras no Espaço”.

“Ninguém fez nada de mal. Não há uma regra que diz que alguém aqui estava primeiro. O espaço não está organizado e acreditamos que precisamos de tecnologia para monitorizar este tráfego”, disse, citado pela Forbes.

A Starlink, que é composta por 60 satélites, foi contestada por vários cientistas na altura em que foi lançada. O astrónomo Alex Parker, que mostrou o seu descontentamento através da sua conta pessoal no Twitter, acredita que, a longo prazo, podem ser vistos mais satélites Starlink a olho nu no céu do que estrelas.

ZAP //

Por ZAP
3 Setembro, 2019

 

2328: Crew Dragon. Já se sabe o que causou a misteriosa explosão da nave da SpaceX

SpaceX / Flickr
Cápsula Dragon vai ser enviada para Marte, lançada da Terra pelo foguetão Falcon Heavy

A NASA e a SpaceX explicaram, finalmente, o motivo da explosão da nave espacial Crew Dragon. Apesar de terem sido divulgadas imagens da explosão, nenhuma das agências explicou as razões do desastre.

As imagens da nave espacial Crew Dragon a explodir durante um teste na plataforma de lançamento correram as redes sociais em Abril. A SpaceX confirmou que um dos seus foguetões explodiu num misterioso acidente, mas não revelou o que aconteceu especificamente.

Apesar de nenhuma das agências ter comentado o sucedido na altura, tanto a NASA como a SpaceX explicam agora que a explosão foi causada por um incêndio de titânio.

Crew Dragon Anomaly/Static Fire Test Explosion

On April 20th, an anomaly was reported during a Crew Dragon static fire test. This video was leaked on Twitter of the event and shows an explosion that appears to completely destroy the spacecraft. It's understood that this was the same capsule that flew during DM-1 and was going to launch during the in-flight abort (IFA) test later this year. At this time we aren't sure how much this will impact SpaceX's Commercial Crew schedule, but we assume there will be some substantial delays as they investigate the issue and work on replacing this capsule.The video has been confirmed by many credible sources. Despite its extremely low quality, some (like Scott Manley) are analyzing this footage to speculate where the anomaly originated.We posted the Twitter link to this video last night, but had gotten a few requests to post the video on here for easier viewing/sharing. ⚠️ This video contains strong language ⚠️Video from @Astronut099 on Twitter(https://twitter.com/Astronut099/status/1119825093742530560)

Publicado por Launch360 em Domingo, 21 de abril de 2019

 

Eric Berger @SciGuySpace

SpaceX told key NASA officials about the accident less than an hour after it occurred. “Within minutes,” an official told me recently. https://spacenews.com/bridenstine-says-leadership-changes-linked-to-urgency-in-nasas-exploration-programs/ 

Conforme explica o ScienceAlert, o objectivo é que os detalhes da ocorrência e a explicação do sucedido sejam transmitidos “em poucas horas”, em vez de meses, no caso de uma possível anomalia.

Ambas as agências recusaram-se a responder se os testes iriam continuar e qual foi o impacto da explosão da Crew Dragon.

ZAP //

Por ZAP
17 Julho, 2019

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2250: NASA lança relógio atómico tão preciso que só atrasa 1 segundo a cada 10 milhões de anos

CIÊNCIA

NASA

A Space X, empresa do multimilionário Elon Musk, lançou esta terça-feira para o Espaço o seu maior foguete, o Falcon Heavy.

O foguete, que foi lançado a partir da Florida, nos Estados Unidos, levou a bordo 24 satélites pertencentes ao Pentágono, à agência espacial norte-americana (NASA), bem como a outros clientes públicos e privados.

Entre os satélites que seguiram viagem rumo ao Espaço, destaca-se um da NASA que carrega um relógio atómico, um instrumento extremamente preciso que pode mudar a forma como as naves espaciais viajam e até mesmo a forma como os astronautas serão enviados até Marte (ou para lá do Planeta Vermelho).

Construído pelo Laboratório de Propulsão a Jacto da NASA, no estado norte-americano da Califórnia, o Deep Space Atomic Clock tem apenas o tamanho de uma torradeira, mas é tão preciso que leva 10 milhões de anos para se atrasar um segundo.

O relógio é feito de cristais de quartzo e átomos de mercúrio, uma combinação que lhe permite uma margem de erro temporal de apenas um nano-segundo a cada quatro dias, um micro-segundo ao fim de 10 anos e um segundo ao fim de 10 milhões de anos.

Instalado no satélite Orbital Test Bed, este relógio atómico permanecerá em órbita baixa da Terra durante um ano, visando estar preparado para futuras missões noutros mundos. Se tudo correr bem, o instrumento será utilizado em missões tripuladas pelo Espaço.

Na prática, o instrumento recém-lançado representa uma importante actualizações dos relógios atómicos dos satélites convencionais que, por exemplo, permitem o funcionamento dos GPS e dos smartphones.

Para determinar a distância de uma nave à Terra, os cientistas enviam um sinal para a própria nave, que retorna depois para a Terra. O tempo necessário para o sinal fazer esta viagem de ida e volta revela a distância do navio, porque o sinal viaja a uma velocidade conhecida, a velocidade da luz, tal como explica o jornal espanhol ABC.

Ao enviar vários sinais e realizar muitas medições ao longo do tempo, os navegadores podem calcular a trajectória do navio: onde é que está e para onde é que está a ir. Contudo, quanto mais uma nave viaja, maior é o tempo para se dar a comunicação, o que implica alguns problemas para a exploração do Sistema Solar.

E é exactamente aqui que o novo relógio pode ser importante: o instrumento muda drasticamente o processo habitual, permitindo que os astronautas saibam onde estão de forma mais autónoma, isto é, sem terem a necessidade de enviarem sinais para a Terra. Ou seja, o relógio permitirá receber um sinal da Terra e determinar sua localização imediatamente usando um sistema de navegação integrado.

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29 Junho, 2019

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2078: “Comboio” de satélites da Space X de Musk deixa astrónomos furiosos

CIÊNCIA

Vários astrónomos consideraram que a constelação de 60 satélites Starlink, lançada com sucesso na quinta-feira pela Space X de Elon Musk, podem ser prejudicais para a Ciência, podendo mesmo “arruinar” o céu de todo o planeta.  

Tal como noticia o portal Science Alert, os especialistas temem que o sistema de satélites recém-lançado interfira nas observações visuais e até na radioastronomia.

O astrónomo Alex Parker, que mostrou o seu descontentamento através da sua conta pessoal no Twitter, acredita que, a longo prazo, podem ser vistos mais satélites Starlink a olho nu no céu do que estrelas.

“Sei que as pessoas estão animadas com as imagens do ‘comboio’ de satélites Starlink da Space X (…) [Os satélites] são brilhantes, e haverá muitos deles. Se a SpaceX lançar os 12.000, os satélites superarão as estrelas visíveis a olho nu”

Por sua vez, Jonathan McDowell e outros cientistas temem que estes satélites de comunicação são brilhantes o suficiente para perturbar os trabalhos dos astrónomos. Starlink e outras mega-constelações arruinariam o céu para todos os que vivem no planeta”, advertiu Ronald Drimmel, especialista citado pela revista Forbes.

E acrescentou: “A tragédia potencial de uma mega constelação como a Starlink é que, para o resto da Humanidade, mudará a aparência do céu nocturno”.

Alan Duffy, em declarações ao Science Alert, traçou um cenário menos prejudicial, alertando, contudo, que estes lançamentos podem implicar “perdas para a Humanidade”. “Os satélites actuais são um problema, mas os astrónomos desenvolveram técnicas inteligentes para removê-los”, começou por explicar.

“Uma constelação completa de satélites Starlink provavelmente significará o fim dos telescópios de rádio baseados na Terra que são capazes de rastrear os céus, procurando objectos de rádio fracos (…) Os enormes benefícios da cobertura global da Internet superam o custo para os astrónomos, mas a perda do céu do rádio é um custo para a Humanidade, à medida que perdemos a nossa herança colectiva para ver o brilho do Big Bang ou o brilho da formação de estrelas a partir da Terra”.

Elon Musk, multimilionário e CEO da Space X, reagiu ao coro de críticas através do Twitter, explicando que a Starlink não afectará as observações espaciais, dando conta que “ajudar mil milhões de pessoas economicamente desfavorecidas é um bem maior”.

Fraser Cain @fcain

If they help billions of people in remote locations inexpensively access the internet, it’s a price I’d be willing to pay.

Elon Musk @elonmusk

Exactly, potentially helping billions of economically disadvantaged people is the greater good. That said, we’ll make sure Starlink has no material effect on discoveries in astronomy. We care a great deal about science.

Musk garantiu que vai assegurar que a constelação de satélites não afecte a pesquisa científica, até porque, enfatizou, “a Ciência é muito importante“.

Após o lançamento do conjunto de satélites artificiais, o astrónomo amador holandês Marco Langbroek conseguiu capturar em vídeo como é que estes cruzaram o céu nocturno a alta velocidade, movendo-se simultaneamente e com muito pouco espaço entre cada um. O autor da gravação comparou as imagens com um “comboio”, uma vez que as luzes dos satélites se assemelham às janelas dos vagões no escuro.

O objectivo do Musk passa por criar uma constelação de 12.000 satélites para oferecer Internet de banda larga para todos os cantos do mundo a partir da órbita baixa da Terra.

De acordo com o portal de astronomia Space.com, os satélites não são suficientemente brilhantes para serem visíveis a olho nu e, à medida que vão continuar a dispersar, devem ficar ligeiramente mais escuros.

ZAP //

Por ZAP
30 Maio, 2019


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2062: Astrónomo captou vídeo espectacular da passagem dos 60 satélites Starlink no céu

CIÊNCIA

Há dois dias, a SpaceX colocou no espaço os primeiros 60 satélites da rede Starlink. Conforme foi avançado, a rede, que irá fornecer Internet a locais remotos, será composta por 12 mil. Depois do seu lançamento com sucesso, um astrónomo holandês captou imagens de vídeo mostrando uma sequência dos 60 satélites Starlink.

O vídeo mostra o “comboio” da Starlink a acelerar em linha recta enquanto orbitam ao redor da Terra.

Satélites Starlink já gravitam a Terra

Um impressionante vídeo gravado por um astrónomo holandês captou uma série de aproximadamente 60 unidades Starlink a cruzar pelo céu nocturno, um dia depois de serem lançados em órbita.

Surpreendentemente, podemos ver uma espécie de comboio de satélites alinhados em órbita da Terra.

Elon Musk @elonmusk

First 60 @SpaceX Starlink satellites loaded into Falcon fairing. Tight fit.

Órbita estava a ser vigiada pelos astrónomos amadores

O astrónomo Marco Langbroek escreveu um post no seu blog que dava informações de onde deveriam ser procurados os satélites em órbita. Assim, este aficionado pela astronomia, descobriu quando e onde iriam passar. Desta forma, quando entrassem na área visível, estes seriam captados pela sua câmara.

Segundo o que foi disponibilizado por Langbroek, os dispositivos espaciais apareceram três minutos mais cedo do que era esperado.

Começou com dois objectos fracos e cintilantes a mover-se para o campo de visão. Então, algumas dezenas de segundos depois, o meu queixo caiu quando o ‘comboio’ entrou no campo de visão. Eu não pude deixar de gritar ‘OAAAAAH !!!!’ (seguido por alguns palavrões…).

Exclamou Langbroek.

Estes são ainda uma parte pequena do que será uma rede global de dispositivos espaciais para fornecer Internet. O projecto só deverá estar concluído no ano 2027.

pplware
Vitor M.
26 Mai 2019


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1995: Assista aqui ao lançamento do Falcon 9 da SpaceX com os primeiros satélites da Starlink

Actualização 2 (04:00): O lançamento foi adiado para amanhã à mesma hora

Actualização 1 (03:30): Adiado para as 04:00

A SpaceX prometeu revolucionar as viagens espaciais e a forma como colocamos pessoas e carga no espaço. Os seus feitos são já únicos, como temos visto nos últimos meses, e está provada a sua forma de trabalhar.

Agora, a empresa vai realizar mais uma viagem, que colocará em órbita os primeiros 60 satélites da rede Starlink. É às 03:30 de Portugal e pode assistir aqui a este lançamento.

Elon Musk já tinha mostrado esta semana mais informações sobre a rede de satélites Starlink. Esta quer democratizar o acesso à Internet e trazer esta rede a locais remotos do planeta.

Para isso irá contar com uma rede de satélites que foram já apresentados. Os primeiros satélites vão agora ser colocados na órbita terrestre, sendo usado para isso um Falcon 9 da SpaceX.

Espera-se que este lançamento seja feito às 03:30, hora de Portugal continental, tendo a equipa da SpaceX uma janela de hora e meia para esse voo. Tudo aponta para que seja dentro de minutos que este lançamento ocorra.

Actualização 1: Adiado para as 04:00. Elon Musk já veio a público, via Twitter, garantir que o lançamento acontecerá, mas que foi adiado para as 04:00 de Portugal.

SpaceX @SpaceX

New T-0 of 11:00 p.m. EDT—Falcon 9 and Starlink continue to look good for today’s launch

Resta assim aguardar por esta nova janela de tempo para assistirmos ao lançamento do Falcon 9 da SpaceX com os 60 satélites da Starlink rumo ao espaço.

Actualização 2: Devido a problemas com o vento, o lançamento do Falcon 9 acabou por ser adiado por 24 horas.

Amanhã, à mesma hora, a SpaceX vai tentar novamente colocar os 60 satélites da Starlink em órbita.

Em Fevereiro a SpaceX já tinha lançado dois satélites ao espaço: eram eles o Tintin A e Tintin B. A ideia era exactamente testar a tecnologia da rede Starlink, usando para isso esses equipamentos de teste.

O objectivo final da SpaceX é colocar na órbita baixa da Terra quase 12.000 satélites Starlink. Este processo deverá acontecer até 2027, fornecendo acesso à Internet de alta velocidade a áreas do planeta onde a banda larga é rara, irregular ou inexistente.

Este primeiro lançamento é apenas uma pequena parte de um longo processo, de acordo com o planeado pela empresa.

pplware
16 MAI 2019



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1972: SpaceX: Elon Musk mostra os primeiros satélites da Internet prontos para lançamento

E se em todo o mundo, em qualquer lugar, tivéssemos acesso à Internet com boa qualidade e bom preço? Na verdade, estamos a falar em algo concreto que irá em breve para o Espaço para “vender” Internet por satélite. Pelo menos é assim que a SpaceX pensa e Elon Musk mostra.

A SpaceX irá lançar os seus satélites de Internet já no próximo dia 14 ou 15 de Maio.

Frota de satélites Starlink está pronta

Além de tudo o que Musk tem feito ao nível terrestre, também o tem pensado ao nível espacial. Assim, como já foi avançado há algum tempo, os satélites Starlink da SpaceX irão ser lançados em órbita para abrir um “mundo novo”.

Elon Musk publicou uma foto (abaixo) dos primeiros 60 satélites de produção empacotados na área de carga de um foguete Falcon 9 antes do seu lançamento agendado para esta semana. Tal como podemos ver, o invólucro está cheio de dispositivos que mais parecem “lâminas”.

Segundo Musk, estes satélites têm uma forma achatada e não terão um invólucro dispensador como já em tempos foi veiculado. Além disso, o responsável da SpaceX referiu também que o dia não está ainda definido, mas conta que no dia 14 ou 15 de Maio, ocorra o lançamento.

Ver imagem no TwitterVer imagem no Twitter

Elon Musk

@elonmusk

First 60 @SpaceX Starlink satellites loaded into Falcon fairing. Tight fit.

Poderá não correr bem, alerta Elon Musk!

O responsável pelo projecto também alertou que “muito provavelmente vai correr mal” nesta primeira implantação. Desse modo, os seguintes lançamentos semelhantes permitirão obter uma cobertura “menor” de banda larga e o dobro para “moderada”.

O objectivo final da SpaceX é colocar quase 11.000 satélites Starlink em órbita baixa da Terra. Isto deverá acontecer até meados de 2020, fornecendo acesso à Internet de alta velocidade a áreas do planeta onde a banda larga é rara, irregular ou inexistente. Este primeiro lançamento é apenas uma pequena parte de um longo processo, de acordo com o planeado.

pplware

Imagem: Twitter Elon Muk
Fonte: Twitter Elon Muk

1968: Nave da SpaceX explodiu num misterioso acidente (mas não se sabe porquê)

SpaceX / Flickr

A SpaceX confirmou que um dos seus foguetões explodiu num misterioso acidente – mas não revelou o que aconteceu especificamente.

A empresa e sua principal cliente, a NASA, passaram as duas semanas desde a explosão da nova cápsula a dizer pouco sobre o que aconteceu. A NASA espera contar com a nave para transportar astronautas para o espaço no futuro e o seu sucesso é vital para o programa espacial. Mas não revelou quase nada sobre o que exactamente o que ocorreu de errado.

Hans Koenigsmann, vice-presidente de confiabilidade de voo da SpaceX, admitiu, de acordo com o The Independent, que houve uma “anomalia”. Mas a empresa continuou de boca fechada sobre os detalhes do problema.

O acidente de 20 de Abril ocorreu numa zona de pouso na Estação da Força Aérea de Cabo Canaveral, enquanto a SpaceX realizava um teste de propulsores de emergência projectados para impulsionar a cápsula em caso de falha no lançamento.

Uma tentativa de testar os oito motores SuperDraco provocou o acidente, demolindo o veículo inteiro num stand de testes, disse Koenigsmann a jornalistas no Centro Espacial Kennedy, da NASA.

“Pouco antes, antes de querermos lançar o SuperDraco, houve uma anomalia e o veículo foi destruído”, disse Koenigsmann. “Não houve feridos. A SpaceX tomou todas as medidas de segurança antes do teste como sempre faz.”

A conferência de imprensa foi convocada antes do lançamento, na sexta-feira, de uma missão não-tripulada de reabastecimento para a estação espacial internacional usando uma cápsula de carga construída pela SpaceX, a empresa privada de foguetes Elon Musk.

Koenigsmann recusou-se a caracterizar a natureza do acidente, incluindo se uma explosão ou incêndio estava envolvido. A NASA também hesitou em descrever o acidente.

Um vídeo do acidente mostrou a cápsula a explodir em pedaços. Um manto de fumo também foi observado a subir sobre a plataforma de lançamento à distância no momento do teste.

O Crew Dragon tinha sido programado para transportar os astronautas americanos Bob Behnken e Doug Hurley para a Estação Espacial Internacional numa missão de testes em Julho, embora o recente acidente, assim como alguns outros problemas no projecto do veículo, possam empurrar o evento para o final do ano ou até para 2020.

O veículo destruído foi uma das seis cápsulas construídas ou em produção final pela SpaceX e a primeira levada para o espaço. Um foguete SpaceX Falcon 9 lançou-o sem tripulação para a estação espacial em Março para uma visita de seis dias antes de regressar à Terra, mergulhando com segurança no Atlântico para recuperação.

A NASA concedeu 6,8 mil milhões de dólares à SpaceX e à concorrente Boeing Co para desenvolver sistemas separados de cápsulas para levar os astronautas para o espaço, mas ambas as empresas enfrentaram desafios e atrasos técnicos.

ZAP //

Por ZAP
13 Maio, 2019


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1840: Foguetão Falcon Heavy leva satélite ao espaço

O Falcon Heavy partiu rumo ao espaço, naquela que é a primeira missão comercial da SpaceX.

Depois de um Tesla à boleia do foguetão, é a vez de a empresa de Elon Musk fazer chegar ao espaço um satélite. O objectivo da missão era levar à órbita da Terra o Arabsat-6A, para fornecer serviços de telecomunicações e Internet a todo o Médio Oriente, África e partes da Europa.

O Falcon Heavy é apontado como um dos foguetões que a NASA poderá escolher para voltar à Lua, em 2020

msn notícias
Euronews
12/04/2019

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1687: SpaceX Crew Dragon Splashes Down in Atlantic to Cap Historic Test Flight

Splashdown occurred at 8:45 a.m. EST about 230 miles off the Florida coast.

The first mission of SpaceX’s new astronaut taxi is in the books.

The Crew Dragon capsule splashed down in the Atlantic Ocean off the Florida coast today (March 8) at 8:45 a.m. EST (1345 GMT), wrapping up a historic mission to the International Space Station (ISS).

There were no astronauts aboard this flight, only the sensor-packed dummy Ripley named after a character from the “Alien” films. But the success of the test flight, known as Demo-1, helps paves the way for a crewed mission of the SpaceX vehicle, perhaps as early as this summer.

That will be a huge milestone when it comes; astronauts haven’t launched to orbit from American soil since NASA retired its space shuttle fleet in July 2011.

Related: SpaceX Dragon Crew Demo-1 Test Flight: Full Coverage


Recovery teams reach SpaceX’s first Crew Dragon in the Atlantic Ocean after its succesful splashdown. (Image: © NASA TV)

“Fifty years after humans landed on the moon for the first time, America has driven a golden spike on the trail to new space exploration feats through the work of our commercial partner SpaceX and all of the dedicated and talented flight controllers at NASA and our international partners,” NASA astronaut Anne McClain radioed Mission Control from the ISS when Crew Dragon undocked from the orbiting lab earlier today.

“This is a new era in human spaceflight,” NASA Administrator Jim Bridenstine said Wednesday (March 6) during a webcast event with Vice President Mike Pence, who spoke to McClain and Canadian Space Agency’s David Saint-Jacques from NASA’s Mission Control center in Houston.

NASA officials said there was a bit of Apollo history involved in today’s Crew Dragon splashdown: It came  nearly 50 years to the day after the Apollo 9 spacecraft returned to Earth in the same area on March 13, 1969.

Related: SpaceX’s Historic Crew Dragon Demo-1 Mission in Pictures

A pioneering flight

A SpaceX Falcon 9 rocket launches the Crew Dragon Demo-1 mission from NASA’s Kennedy Space Center in Cape Canaveral, Florida on March 2, 2019.
(Image: © SpaceX)

NASA is currently dependent on Russian Soyuz rockets and spacecraft to ferry its astronauts to and from the ISS. And this service isn’t cheap; each seat on the three-person Soyuz currently sells for about $80 million.

So, in 2014, NASA signed commercial-crew contracts with SpaceX and Boeing — worth $2.6 billion and $4.2 billion, respectively — to foster the development of homegrown American spaceships. Like SpaceX, Boeing is building a capsule, called CST-100 Starliner.

Back when the contracts were signed, NASA officials said they hoped these private spaceships would be up and running by the end of 2017. That didn’t happen, of course. But both companies are now getting pretty close, as Demo-1 shows.

The mission began Saturday morning (March 2) with a liftoff atop a SpaceX Falcon 9 rocket from Kennedy Space Center in Florida. Crew Dragon carried Ripley and about 450 lbs. (200 kilograms) of supplies for the ISS crew. Also aboard was the adorable “Little Earth” Celestial Buddies plush toy as a “zero-g” indicator. That toy will remain aboard the station — it will be retrieved by SpaceX’s first astroanut crew later this year — but Crew Dragon did return about 330 lbs. (150 kg) of experiment results and other gear to Earth on this flight, NASA officials said.

The main goal of Demo-1 was to test the capsule’s many systems in flight, to make sure Crew Dragon is ready to carry astronauts. And the private spacecraft seems to have hit all its marks.

Crew Dragon docked autonomously at the ISS Sunday morning (March 3) and then stayed attached to the orbiting lab for five days. The capsule departed at 2:32 a.m. EST (0732 GMT) today, survived the fiery descent through Earth’s atmosphere, deployed its parachutes and splashed down gently into the Atlantic’s rolling waves, about 230 miles (370 kilometers) off the Florida coast.

None of this was routine. Crew Dragon is based on SpaceX’s robotic Dragon freighter, which has been flying resupply missions to the ISS under a separate NASA contract since 2012. But the two capsules are very different, SpaceX founder and CEO Elon Musk said.

“Dragon 2, or Crew Dragon, is a fundamental redesign,” Musk said during a postlaunch news conference Saturday. There’s “hardly a part in common with Dragon 1,” he added.

For example, Crew Dragon has seats, windows, a life-support system, touch-screen controls, emergency-escape thrusters and other astronaut-related accoutrements that the cargo version lacks. Crew Dragon also docks directly with the ISS, whereas its older cousin must be grappled by the orbiting lab’s huge robotic arm.

In addition, the crew-carrying capsule has a different parachute system and back-shell shape, neither of which had shown its mettle during an orbital mission. So, a successful return to Earth today was far from guaranteed.

“I see hypersonic re-entry as probably my greatest concern,” Musk said during Saturday’s news conference.

Crewed flight coming

The coming months will be packed with big milestones for both SpaceX and Boeing, if all goes according to plan.

Up next for SpaceX is a test of Crew Dragon’s emergency-escape system, which is designed to get the capsule to safety if a serious problem were to occur during launch. This uncrewed flight, which is currently targeted for June, will employ the same capsule that just came back to Earth.

After that — possibly as early as July — will come Demo-2, Crew Dragon’s astronaut-carrying debut. This landmark test flight will tote NASA’s Bob Behnken and Doug Hurley to and from the ISS. Operational, contracted missions, each of which will ferry four astronauts, will commence sometime thereafter.

Meanwhile, Starliner’s first uncrewed test mission to the ISS could launch as soon as next month. The Boeing capsule’s emergency-escape test and first crewed demonstration flight to the orbiting lab will occur no earlier than May and August, respectively.

“It won’t be long before our astronaut colleagues are aboard Crew Dragon and Boeing Starliner vehicles,” McClain said. “And we can’t wait.”

Space.com managing editor Tariq Malik contributed to this story. Mike Wall’s book about the search for alien life, “Out There” (Grand Central Publishing, 2018; illustrated by Karl Tate) is out now. Follow him on Twitter @michaeldwall. Follow us on Twitter @Spacedotcom or Facebook

Email Tariq Malik at tmalik@space.com or follow him @tariqjmalik. Follow us on Twitter @Spacedotcom and on Facebook.

Space.com
By Mike Wall
08/03/2019

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1657: Cápsula Crew Dragon chegou com mantimentos à Estação Espacial Internacional

A cápsula espacial Crew Dragon, da empresa SpaceX, chegou à Estação Espacial Internacional, um dia depois de descolar de Cabo Canaveral, na Florida, numa viagem de teste do programa comercial da NASA.

“Após 18 órbitas à Terra desde o seu lançamento, a nave espacial Crew Dragon uniu-se com êxito à estação espacial através de um acoplamento suave, enquanto a estação viajava a norte da Nova Zelândia”, explicou a agência espacial norte-americana, NASA, na rede social Twitter.

A Crew Dragon trouxe 180 quilos em mantimentos para os astronautas que se encontram na estação espacial.

Os três astronautas da estação acompanharam da “primeira fila” a acoplagem da cápsula, por enquanto não tripulada, que foi o primeiro veículo espacial de fabrico norte-americano concebido para viagens com humanos a chegar à estação em oito anos.

NASA

@NASA

Capture confirmed! After making 18 orbits of Earth since its launch, @SpaceX’s #CrewDragon spacecraft successfully attached to the @Space_Station via “soft capture” at 5:51am ET while the station was traveling just north of New Zealand. Watch: https://www.nasa.gov/nasalive 

Se a missão de teste de seis dias correr bem, a SpaceX, do empresário Elon Musk, poderá lançar dois astronautas este verão, ao abrigo do programa comercial tripulado da agência espacial norte-americana, NASA.

Por enquanto, o único passageiro do Crew Dragon foi um manequim de teste, ao qual foi dado o nome de Ripley, uma referência à personagem da saga de filmes “Alien”, do realizador Ridley Scott.

A NASA virou-se para empresas privadas, a SpaceX e a Boeing, financiando-as com cerca de 8 mil milhões de dólares, para que construam e operem novas cápsulas para transporte de astronautas de e para a estação espacial.

Jornal de Notícias
2019-03-03 12:31

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1640: NASA dá luz verde à SpaceX para novo teste em Março

Fonte: SpaceX

A NASA deu permissão à empresa de exploração espacial SpaceX, para fazer um teste à cápsula Dragon, no início do mês de Março.

A cápsula Dragon tem uma missão importante: será o componente que terá a responsabilidade de albergar a tripulação. No início do mês, tornou-se público que a SpaceX, uma das empresas de Elon Musk, tinha sido obrigada a adiar o teste desta cápsula – pela segunda vez.

Já tinha sido noticiado que um novo teste poderia ser feito no dia 2 de Março, mas agora a NASA oficializou esta demonstração, tendo já também marcado uma hora para este teste. Esta demonstração será feita a partir de Cabo Canaveral, na Florida, nos Estados Unidos, às 7h48 (hora de Portugal continental).

Caso este teste seja bem sucedido, a cápsula estará mais próxima de conseguir levar uma tripulação até à Estação Espacial Internacional. Por agora, este teste será feito sem tripulação, para perceber como é que a cápsula e os comandos respondem nesta primeira fase.

Após os testes sem tripulação, a SpaceX terá ainda de cumprir um teste de voo, já com tripulação, para conseguir atingir uma certificação fornecida pela NASA, antes de ter missões com diferentes equipas. Afinal, o grande objectivo da SpaceX é o de conseguir colocar turistas no espaço.

As incríveis promessas de Elon Musk para 2019, da Tesla ao espaço

Diário de Notícias
Segunda-feira, 25 Fevereiro 2019
Cátia Rocha

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1584: Musk revela o preço de uma viagem a Marte a bordo da Space X. O regresso é grátis

Space X

Elon Musk, que sonha fazer viagens interplanetárias através da sua empresa Space X, revelou agora o preço de um destes voos cósmicos. No Twitter, onde se dirige ao público frequentemente, o multimilionário revelou que custará menos de 500 mil dólares (cerca de 443 mil euros), adiantando que o regresso será grátis.

Nos últimos tempos, a ideia do CEO da Space X e da Tesla tem ganho forma: os protótipos correm a bom ritmo e o projecto torna-se mais palpável. Agora, os futuros turistas espaciais ficam a conhecer quanto terão de gastar se quiserem conhecer o Planeta Vermelho.

“Dependerá do volume de passageiros” que a Starship – a nave estelar que “sangrará água” – irá transportar, começa por explicar Musk. O valor em causa irá custar cerca de 500 mil dólares, adianta, dando conta que pode mesmo ficar abaixo dos 100 mil dólares.

“Será baixo o suficiente para que a maioria das pessoas possam vender a sua casa na Terra e ir até Marte, se assim quiserem”, revelou na mesma rede social.

Apesar de o valor ser considerável, o preço apontado por Musk está dentro daquilo que é o preço do “mercado espacial”: a Virgin Galactic faz voos comerciais no limite da atmosfera terrestre por 250 mil dólares, a Blue Origin deverá cobrar entre 200 a 300 mil dólares por um “passeio cósmico” a bordo da Aurora Station, contando também com pacotes de 9,5 milhões de dólares por pessoa, sublinha a Cnet.

Além do preço, importa frisar, a viagem de regresso a bordo da Space X será gratuita.

A nave estelar de Musk, construída com aço inoxidável, continua em desenvolvimento, havendo já um protótipo com o motor Raptor. Ainda antes de o modelo final ser enviado para Marte, a Space X deverá enviar um exemplar à Lua, já com turistas a bordo, possivelmente em 2023. Até lá, o multimilionário vai continuar a insistir na colonização marciana – e as hipóteses de o próprio o fazer rondam os 70%, como já revelou.

SA, ZAP //

Por SA
12 Fevereiro, 2019

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1523: A reluzente Nave Estelar de Musk é de aço porque vai “sangrar água”

Space X

Ao longo do mês de Janeiro, Elon Musk, fundador e CEO da Space X, tem levantado o véu sobre aquela que será a Nave Estelar, especialmente projectada para “conquistar” Marte. O multimilionário adiantou que o foguete será de aço inoxidável – tal como a “prata líquida” – e agora já sabemos porquê.

Em entrevista à Popular Mechanics, publicada nesta terça-feira, Musk explicar por que motivo a Space X optou por construir a nave em aço inoxidável e não em fibra de carbono como estava inicialmente previsto.

De acordo com o multimilionário, o material não é só mais barato, como também lhe dará a oportunidade de fazer algo que nunca ninguém foi capaz de fazer até então: criar o primeiro escudo térmico regenerativo do mundo, estrutura esta que o Musk descreve como “uma sanduíche de aço inoxidável… que sangra água”.

A ideia do também CEO da Tesla passa por recorrer a uma técnica conhecida como “resfriamento de transpiração”. Segundo noticia a plataforma, a técnica servirá para arrefecer a parte externa da Nave Estelar, lado também conhecido como barlavento.

Para levar a cabo este arrefecimento, será necessário construir uma espécie de casca para o foguete, utilizando duas camadas de aço inoxidável separadas por uma lacuna refrigerada por líquido. “Fluímos combustível ou água entre as camadas da sanduíche”, começou por explicar Musk, afirmando que depois “existem micro-perfurações no lado exterior [da nave] – perfurações realmente muito pequenas – e, essencialmente sangramos água, ou combustível, através das micro-perfurações”.

Segundo Musk, esta libertação de líquido no barlavento do foguete permitirá à Space X mantê-lo frio. Em simultâneo, o próprio casco de parede dupla contribui para a rigidez do foguete, ajudando-o a evitar o colapso.

“É um escudo de calor que serve duas funções como estrutura”, clarificou Elon Musk. O multimilionário reiterou ainda que, e de acordo com o conhecimento que tem, este escudo nunca foi proposto antes.

Um passo atrás na concepção do protótipo

O protótipo da Nave Estelar, que está a ser construído na sede da Space X no Texas, acaba de se atrasar algumas semanas. A parte superior do foguete caiu devido aos ventos fortes que se fizeram sentir na região, causando alguns danos na estrutura.

“Acabei de saber. Ventos fortes de 50 milhas por hora romperam os blocos de atracação na noite passada e a carenagem [estrutura extrema] transbordou. Levará algumas semanas para reparar”, confirmou Musk através da sua conta pessoal no Twitter.

Em declarações ao Business Insider, um representante independente da Space X confirmou a informação veiculada por Musk, dando conta que a parte superior do protótipo – conhecida como carenagem ou nariz – tinha caído devido a ventos fortes.

Very sad. Damage is severe.

Publicado por Maria Pointer em Quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Segundo estimativas da Space X, a Nave Estelar, desenvolvida para transportar cargas e pessoas, deverá chegar à Lua em meados de 2023 e, de lá, deve zarpar rumo ao Planeta Vermelho. Até lá, Musk a sua equipa continuarão a trabalhar no protótipo da nave interplanetária com a qual pretendem conquistar Marte.

SA, ZAP //

Por SA
26 Janeiro, 2019

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1476: Space X de Musk acaba de concluir o protótipo da “nave estelar” interplanetária

Elon Musk / Twitter

O sonho das viagens interplanetárias está a tornar-se mais palpável. A Space X de Elon Musk acaba de concluir a montagem do primeiro foguete para testes de voo da Starship – a “nave estelar” que voará até Marte – nas instalações de lançamento da empresa, no estado norte-americano do Texas. 

O protótipo da nave, que será utilizada em futuras viagens ao Planeta Vermelho, mede cerca de nove metros de diâmetro e foi divulgado pelo fundador e CEO da Tesla através da sua conta oficial no Twitter. De acordo com Musk, a versão orbital será mais alta, terá uma fuselagem mais grossa e uma secção superior levemente mais curvada.

“Está é uma foto real”, frisou Elon Musk na publicação.

Na mesma rede social, Musk esclarece que este é apenas um protótipo que será utilizado numa fase de testes em voos de baixa altitude. Numa outra publicação, o fundador da Space X tinha já revelado que a versão final terá janelas, para benefício dos ocupantes.

A Starship não terá a aparência comum dos foguetes, normalmente pintados a branco na Space X: “A Starship parecerá prata líquida”, escreveu ainda Musk.

Espera-se que os motores Raptor do foguete sejam testados no próximo mês. Quanto aos primeiros testes de voo, Musk aponta para Março ou Abril.

O objectivo final do multimilionário passa por fazer da versão orbital do Hopper um reforço, uma espécie de booster da Super Heavy – nome atribuído ao primeiro estágio da produção da nave da Space X -, projectada para fazer viagens de ida e volta até Marte com ocupação para 100 passageiros.

A versão inicial do veículo espacial, até agora conhecido como Big Falcon Rocket, foi renomeado no passado mês de Novembro, passando a chamar-se Starship. Super Heavy foi o nome atribuído à primeira fase de construção.

Segundo Musk, a versão orbital estará pronta em Junho, enquanto a Super Heavy deverá fazer o seu primeiro voo de teste ainda no decorrer deste ano. A Space X pretende que a primeira missão a Marte sejam lançada antes de 2022.

SA, ZAP //

Por SA
15 Janeiro, 2019

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1427: Não um, não dois, não três, mas quatro foguetões podem ir hoje para o espaço

Space X, Blue Origin, Arianespace e United Launch Alliance têm previsto lançar foguetões para o espaço esta terça-feira

Imagem do foguetão Falcon 9 da Space X
© D.R.

Se não houver nenhum imprevisto de última hora, como refere a notícia da Bloomberg, quatro empresas privadas planeiam lançar foguetões para o espaço esta terça-feira. Evento inédito. Que pode revolucionar a exploração espacial a nível comercial.

As empresas são as norte-americanas SpaceX, Blue Origin, United Launch Alliance e a francesa Arianespace. A primeira foi fundada por Elon Musk, que foi também o fundador da Tesla Motors, tendo sido a primeira empresa a vender um voo comercial à Lua. A segunda foi fundada por Jeff Bezos, também fundador da Amazon, conhecida empresa transnacional de comércio eletrónico. A terceira empresa resulta de uma joint venture entre a Boeing e a Lockheed Martin Corp e a quarta é uma empresa francesa lançada em 1980.

O primeiro foguetão a ser lançado será o Falcon 9 da Space X, em Cabo Canaveral, na Florida, EUA. O lançamento será acompanhado pelo vice-presidente norte-americano Mike Pense e está marcado para as 09.11 locais, ou seja, 14.11 em Lisboa.

19 minutos depois será lançado o New Shepard da Blue Origin e, em terceiro lugar, ocorrerá o lançamento do rocket russo Soyuz pela francesa Arianespace a partir da Guiana Francesa. Em último, será lançado o foguetão Delta da United Launch Alliance, a partir da base aérea de Vandenberg, na Califórnia, nos Estados Unidos.

Diário de Notícias
18 Dezembro 2018 — 11:25

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1308: SpaceX recebe aprovação para colocar mais de 7.500 satélites em órbita

Foto: SpaceX / Flickr

O plano da SpaceX para criar uma constelação de satélites que vai fornecer serviços de Internet em todo o mundo está bem encaminhado.

A SpaceX recebeu luz verde da Comissão Federal de Comunicações dos EUA (FCC na sigla em inglês) para enviar mais de 7.500 satélites para o espaço. Esta aprovação segue-se a uma outra que já tinha sido feita em Março e que previa o lançamento de 4.400 satélites. Conclusão? Actualmente a SpaceX está autorizada a enviar quase 12.000 satélites para o espaço.

Estes satélites vão fazer parte de uma constelação artificial que vai orbitar a Terra – chamada de Starlink – e que tem como objectivo distribuir Internet por todo o planeta, incluindo em locais de difícil acesso.

“Estou entusiasmado por ver o que estes serviços podem trazer e o que estas constelações têm para oferecer. A nossa abordagem reflete o nosso compromisso fundamental de encorajar o sector privado a investir e a inovar”, referiu Ajit Pai, líder da FCC, citado pela publicação The Verge.

Os mais de 7.500 satélites agora aprovados vão orbitar em altitudes que variam entre os 335 e os 346 quilómetros, uma distância muito menor à inicialmente prevista nos planos da SpaceX.

Mas há regras a cumprir: a aprovação da FCT prevê que a SpaceX coloque pelo menos 6.000 destes satélites no espaço nos próximos seis anos, caso contrário a autorização pode ser retirada. Este é um elemento que coloca pressão nas tecnológicas, no sentido de concretizarem os projectos dentro de um período de tempo razoável.

A SpaceX espera ter o projecto Starlink a funcionar em meados da década de 2020 e deverá investir perto de 10 mil milhões de dólares.

DN insider
Sexta-feira, 16 Novembro 2018

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1293: SpaceX lança satélite do Qatar com foguetão usado. E aterra-o em segurança

O veículo espacial saiu da Florida, colocou um satélite em órbita e a sua secção principal aterrou minutos depois numa plataforma flutuante no oceano.

Momento da aterragem em segurança do foguetão
© Twitter

A SpaceX lançou esta quinta-feira um dos seus foguetões Falcon 9, às 15.46, do Centro Espacial Kennedy da NASA, na Florida, com a missão de colocar um satélite em órbita. Aproximadamente 32 minutos depois, conta a empresa em comunicado, o satélite de comunicações Es’hail-2 já se encontrava implementado na órbita geo-estacionária.

Cerca de 8,5 minutos após o lançamento, a primeira fase do foguetão aterrou com sucesso na plataforma “Off course I still love you” (é claro que ainda te amo, em português), que se encontra no oceano Atlântico, na costa da Florida.

Este Falcon 9 era já usado, tendo sido também usado no lançamento do satélite Telstar 19, no dia 22 de Julho deste ano.

O satélite Es’hail-2 foi construído pela empresa Mitsubishi Electric Corp. e será operado pela empresa Es’hailSat do Qatar. Esta equipamento fornece serviços de banda Ku e Ka, permitindo aos sectores empresariais e governamentais usufruir de comunicações seguras em toda a região do Médio Oriente e do Norte de África.

Num vídeo publicado no Youtube, é possível assistir ao lançamento do foguetão da empresa do multimilionário Elon Musk.

Esta é a 31.ª aterragem da primeira fase de foguetões da Space X, que, ao reutilizar os lançadores, consegue reduzir drasticamente os custos dos voos espaciais.

A Space X fez história em 2015, quando conseguiu, pela primeira vez, lançar o seu foguetão e recuperar a primeira fase do veículo espacial, que colocou em órbita 11 satélites.

Diário de Notícias
DN
16 Novembro 2018 — 00:23

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1124: Foguete reutilizável da SpaceX iluminou os céus e aterrou (pela primeira vez, na Califórnia)

Mayor Eric Garcetti / Twitter
Espectáculo de luz criado pelo módulo do foguetão Falcon 9 nos céus de Los Angeles

As dúvidas surgiram mas o presidente da câmara de Los Angeles garantiu aos americanos que os raios de luz que preencheram os céus “não eram alienígenas”.

Segundo a Bloomberg, o foguete foi lançado durante a noite da Base da Força Aérea em Vandenberg, a noroeste de Los Angeles. Depois de lançado, o módulo principal do foguete regressou à Base inicial oito minutos depois.

Mas antes de chegar ao solo, ainda no ar, o foguete reutilizável da SpaceX causou uma explosão de luz no céu que levantou várias suspeitas.

De acordo com o The Verge, o Falcon 9 transportou o satélite de observação SAOCOM 1A – satélite argentino equipado com um radar que ajudará equipas de resgate a responder a “emergências e desastres naturais.

Apesar de esta já ser a 30ª aterragem com sucesso do módulo, a aterragem efectuada no passado domingo foi a primeira a acontecer na costa oeste dos EUA. No Twitter, as publicações multiplicaram-se com imagens e vídeos da faixa de luz azul, deixada pelo módulo do foguetão Falcon 9, que preencheu o céu de Los Angeles.

A tecnologia pioneira da SpaceX, que permite que o módulo do foguetão regresse à base de lançamento, servirá para reduzir os custos de produção de foguetões e dos seus lançamentos, atraindo negócios para o sector.

ZAP //

Por ZAP
10 Outubro, 2018

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1035: Milionário japonês vai ser o primeiro turista a viajar até à Lua

Yusaku Maezawa, um empresário milionário japonês, vai ser o primeiro turista espacial da SpaceX, do magnata Elon Musk, anunciou na segunda-feira a empresa.

O empresário e coleccionador de arte nipónico, de 42 anos, recebeu a notícia com entusiasmo, num evento realizado na noite de esta segunda-feira na sede da empresa espacial, perto de Los Angeles, nos Estados Unidos.

“Sempre adorei a Lua, desde criança. Está sempre lá e continua a inspirar a humanidade”, disse Maezawa, o 14.º empresário mais rico do Japão, fundador das lojas online Start Today e Zozotown.

Para o acompanhar e “inspirar nesta viagem de sonho”, o empresário japonês anunciou que vai convidar entre seis a oito artistas, arquitectos e outros criativos.

De acordo com o fundador da SpaceX, Elon Musk, a viagem irá realizar-se em 2023, a bordo de um novo foguete – o BFR – que ainda está em fase de desenvolvimento.

Da terra à Lua é preciso percorrer cerca de 383.500 quilómetros. A sexta e última missão tripulada à Lua, Apollo 17, realizou-se há quase meio século, em 1942.

Dear Moon Project

MZ, como o milionário pediu para ser chamado durante o evento, anunciou ainda que criou uma iniciativa com a SpaceX para divulgar mais informações e em tempo real sobre a história viagem, apelidada de Dear Moon. Já há um site oficial com informações prévias, que incluem o cronograma do projecto.

Além disso, foi ainda lançada a hashtag #dearmoon para reunir todas as informações de MZ e da SpaceX sobre a viagem. Foram ainda criados perfis no Twitter e no Instagram bem como um canal no YouTube.

(dr) Dear Moon Project
Cronograma do projecto

Elon Musk disse que “a razão pela qual a SpaceX foi criada foi para acelerar o advento da humanidade se tornar uma civilização verdadeiramente espacial“. Na visão do CEO da SpaceX, a humanidade precisa de se tornar uma “civilização multi planetária”, uma vez que a “Terra tal como a conhecemos pode vir a ser destruída”.

Para Musk, a viagem espacial é algo que “nos deixa orgulhosos enquanto seres humanos”, acrescentando ainda que as livros Foundation (1951), de Isaac Asimov, forma uma peça-chave para o criação da SpaceX. O CEO reforçou ainda a a máxima defendida pelo autor: “a ficção científica de hoje é o fato científico de amanhã”.

Quanto ao custo associado ao desenvolvimento do BFR, Musk não adiantou um valor exacto, mas revelou que é de “aproximadamente de 5 mil milhões de euros”. O valor, explicou, não irá ultrapassará os 10 mil milhões, mas não será inferior a 2 mil milhões.

Apesar dos valores astronómicos, Musk considerou ser pouco para “um projecto desta magnitude”.

ZAP // Lusa / CanalTech

Por ZAP
18 Setembro, 2018

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1025: SpaceX irá levar passageiro privado numa viagem à volta da Lua

A SpaceX quer tornar o sonho de viajar pelo Espaço numa realidade e não para de trabalhar para alcançar esse objectivo. Aos poucos a empresa de Elon Musk vai fazendo progressos que inspiram o mundo.

A SpaceX anunciou via Twitter que um passageiro privado se registou para uma viagem à volta da Lua no foguetão BFR da empresa. Na próxima segunda-feira, Elon Musk irá desvendar mais detalhes num evento da SpaceX, ao qual pode assistir através da Internet.

O papel do BFR da SpaceX…

O foguetão BFR da SpaceX ainda se encontra em fase de desenvolvimento. Será o foguetão mais poderoso alguma vez construído e será capaz de transportar cem passageiros de cada vez nas viagens a Marte que se espera que realize daqui a alguns anos.

A principal missão deste novo foguetão da SpaceX será ajudar os primeiros astronautas em Marte durante a fase de colonização. Espera-se também que sirva de apoio em missões no planeta vermelho e que tenha outras funções que ainda iremos descobrir mais à frente.

A empresa do ramo Espacial de Elon Musk vê o BFR como o foguetão do futuro e o objectivo passa por, eventualmente, parar a produção de outros foguetões mais antigos e deixar que o Big Falcon Rocket assuma a liderança.

No futuro, o BFR deverá ser capaz de colocar satélites em órbita, ajudar na limpeza de lixo Espacial e até servir como meio de transporte no nosso planeta. O objectivo é estabelecer ligação entre qualquer cidade em menos de uma hora.

Actualmente, ainda estamos um pouco longe disso mas sabemos que alguém, em breve, irá numa viagem à volta da Lua no BFR e queremos saber que é…

O misterioso passageiro do BFR…

Para já, mesmo sem saber quem é este passageiro, podemos dizer que esta será uma viagem épica e que nunca ninguém esquece. Ainda assim a curiosidade existe e aumenta.

Elon Musk, através do Twitter deu-nos a primeira pista. Um utilizador da rede social, perguntou-lhe se seria ele o primeiro passageiro e o multi-milionário respondeu apenas com um emoji da bandeira do Japão.

Até à data de hoje, apenas 24 seres humanos foram até à Lua e ninguém visita este nosso satélite natural desde a missão Apollo 17 em Dezembro de 1972.

Para já a identidade do passageiro, tal como o objectivo da missão ainda são um mistério. Vamos aguardar pela próxima segunda-feira, dia 17 de Setembro, para ficarmos a conhecer mais pormenores.

pplware
14 Set 2018
Tomás Santiago

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