4951: Rolls-Royce quer desenvolver motor espacial nuclear para chegar a Marte em menos tempo

CIÊNCIA/TECNOLOGIA/MARTE

A Rolls-Royce é a empresa que mais máquinas coloca a voar. Assim, no que toca a motores para a avião, a empresa britânica seguramente tem uma palavra a dizer. Nesse sentido, voar até Marte pode demorar menos tempo se for desenvolvido um motor espacial nuclear.

Segundo o que foi dado a saber, a Rolls-Royce e a Agência Espacial do Reino Unido irão trabalhar juntas para desenvolver um motor movido a energia nuclear. O objectivo é reduzir o tempo de viagem até ao planeta vermelho.

Rolls-Royce quer desenvolver um motor nuclear para ir a Marte

Tal como a NASA e a SpaceX que têm feito um trabalho conjunto no que toca ao desenvolvimento de tecnologias para viajar no Espaço, também está no horizonte da Rolls-Royce e da Agência Espacial do Reino Unido trabalhar juntas para desenvolver um motor movido a energia nuclear. Actualmente, com um motor comum a viagem dura quase oito meses. Com um movido a energia nuclear, levaria apenas três ou quatro meses.

Assim, com esta tecnologia, já pensada há mais de 50 anos, as viagens seriam mais curtas, os astronautas estariam expostos a menos radiação durante o voo. O objectivo é que a viagem seja o mais segura possível, assim como mais barata.

A energia nuclear espacial e a propulsão são conceitos revolucionários. Eles podem desbloquear futuras missões no espaço profundo.

Referiu Graham Turnock é Director Executivo da Agência Espacial do Reino Unido.

Rolls-Royce: Motor nuclear parece ser a solução

Não é a primeira vez que se fala neste tipo de tecnologia para viajar mais rápido pelo Espaço. Já em Novembro passado, a empresa USNC-Tech afirmava que projectara um novo motor termonuclear capaz de levar os astronautas ao Planeta Vermelho em apenas três meses.

O projecto apresentado referia o uso de micro-cápsulas de cerâmica de combustível de alto teor de urânio enriquecido (HALEU ou high assay low enriched uranium).

Claro que tudo isto não apareceu agora. Entre 1961 e 1972, a NASA trabalhou para criar um motor movido a energia nuclear. No entanto, os cortes no orçamento obrigaram o programa a ser suspenso.

Viagem tripulada a Marte será mais rápida se passar por Vénus, dizem os cientistas

Marte está no foco das agências espaciais e depois de voltar à Lua, a NASA vai preparar o assalto ao planeta vermelho lá para 2033. Contudo, segundo cientistas norte-americanos, feitos os cálculos das órbitas … Continue a ler Viagem tripulada a Marte será mais rápida se passar por Vénus, dizem os cientistas

14 Jan 2021


4851: SpaceX enviou satélite espião para o espaço

CIÊNCIA/ESPAÇO/SPACE X

Official SpaceX Photos / Flickr

A empresa SpaceX enviou este sábado para o espaço o foguetão Falcon 9 com um satélite espião do National Reconnaissance Office, a partir do Centro Espacial Kennedy, na Florida, marcando o seu último lançamento de 2020.

A missão, designada NROL-108 e cancelada na quinta-feira devido a uma falha técnica, foi realizada neste sábado com sucesso durante o período de tempo estipulado, que se iniciou pelas 9 horas locais (14 horas em Lisboa).

Cerca de oito minutos depois, a primeira fase do foguetão Falcon 9, como partes da equipagem e cápsulas, regressou à superfície terrestre e aterrou sem problemas na Zona 1 do complexo espacial, enquanto a segunda etapa continua em curso.

O fundador da SpaceX, Elon Musk, destacou que desta vez “todos os sistemas e o clima estiveram bem”.

Na quinta-feira, a SpaceX cancelou a missão de lançamento devido a um problema de alta pressão no tanque de oxigénio líquido.

Durante a transmissão do lançamento, o último de 2020 da SpaceX, o supervisor de produção da empresa, Andy Tran, destacou que o mesmo foi “um sucesso”.

A primeira etapa do Falcon 9 já tinha voado em missões de restabelecimento comercial da SpaceX para a Estação Espacial Internacional da NASA, como a Starlink (uma rede de satélites para fornecer Internet de alta velocidade) e a Saocom 1B (operação de lançamento para trazer o satélite espião classificado para o espaço argentino).

A missão Saocom 1B, deste ano, foi o primeiro lançamento do foguetão a partir de Cabo Canaveral desde 1969 a voar para o sul para posicionar a sua carga numa órbita de alta inclinação.

ZAP // Lusa

Por Lusa
21 Dezembro, 2020


4788: Foguetão da empresa espacial privada SpaceX explode durante teste

SPACE X/STARSHIP/TESTES

A aeronave, sem tripulação, era um modelo conhecido como Starship, com quase 50 metros de comprimento e capacidade para transportar até 100 toneladas de carga. O protótipo do foguetão com que a SpaceX pretende chegar a Marte explodiu na aterragem, durante testes no Texas.

O momento em que o protótipo do foguetão da SpaceX explode na aterragem
Foto YouTube

Um protótipo de um gigantesco foguetão com que a empresa privada espacial SpaceX pretende chegar a Marte explodiu na quarta-feira na aterragem, durante testes de voo no Texas, nos Estados Unidos.

A aeronave, sem tripulação, era um modelo conhecido como Starship, com quase 50 metros de comprimento e capacidade para transportar até 100 toneladas de carga.

O foguetão foi lançado da base da SpaceX em Boca Chica, no estado do Texas, e ascendeu cerca de 12 quilómetros, antes de regressar ao ponto de partida, onde deveria aterrar.

No entanto, ao tocar terra, a nave explodiu.

O proprietário da SpaceX, o multimilionário Elon Musk, explicou na rede social Twitter que durante a descida “a pressão do tanque de combustível era baixa”, o que terá feito com que a “velocidade de aterragem fosse alta”.

Apesar do desenlace, Elon Musk enviou uma mensagem vitoriosa na rede social após a explosão: “Marte, aqui vamos!”.

A companhia aeroespacial de Musk é conhecida pela estratégia agressiva no desenvolvimento rápido de aeronaves, o que já provocou várias explosões nos seus voos experimentais.

A SpaceX conseguiu recentemente contratos com a agência espacial norte-americana (NASA) para efectuar missões de reabastecimento da Estação Espacial Internacional (EEI).

A mais recente chegou na segunda-feira à EEI com uma cápsula Dragon.

Diário de Notícias
DN/Lusa
10 Dezembro 2020 — 08:00

4787: SpaceX: Acompanhe aqui o teste do modelo SN8 da futura Starship

HIGH TECH/SPACE X/STARSHIP

A SpaceX tem a ser preparada a sua Starship, que elevará todos os seus planos para a futura exploração espacial. São vários protótipos a serem criados e a serem preparados para garantir que tudo está perfeito e pronto a ser usado.

Um dos testes mais importantes está prestes a acontecer. Será um voo simbólico, mas que garantirá muito. É o primeiro voo sub-orbital e que mostrará que o SN8 está no bom caminho. Será que é desta que este teste acontece? O teste acontece dentro de minutos e tudo poderá ser visto aqui.

Esteve marcado para o passado fim de semana o primeiro e grande teste da Starship. Depois de alguns voos de baixa altitude, que provaram que os motores funcionam de forma perfeita, este será muito maior e muito mais preciso.

O SN8 vai voar até uma altitude de 1,5km e fazer assim uma primeira abordagem sub-orbital. Será a prova de que este foguete está pronto para voos mais altos e que será muito em breve o início dos voos mais altos e quem sabe o primeiro passo no caminho para Marte

Pplware
Autor: Pedro Simões
09 Dez 2020


4702: 100.ª missão do Falcon 9 da SpaceX levou para órbita este curioso satélite em forma de “casa”

CIÊNCIA/SPACE X

Apesar de grande parte do planeta estar indiferente às mudanças climáticas, estas dão sinais fortes e preocupantes. A subida do nível do mar é um desses sinais já com graves ameaças às populações. Assim, cada vez há mais estudos que requisitam tecnologia espacial para monitorização dos oceanos. A partir de agora existe na órbita da Terra uma nova ferramenta. Chama-se Copernicus Sentinel-6 Michael Freilich e é um satélite que vai estar de olho no planeta.

Lançado no fim de semana, este equipamento é o primeiro de dois satélites idênticos a fornecer medições críticas da mudança no nível do mar.

Esta missão faz parte do Programa de Observação Copernicus da União Europeia. Especificamente, o Sentinel-6 ficará encarregado de vigiar o nível do mar em 95% dos oceanos, além de fornecer informações atmosféricas para poderem ser criados melhores modelos climáticos.

Sentinela com tecnologia de topo para olhar com precisão para os oceanos

No último sábado, às 17:17 UTC, um foguetão Falcon 9 levou a carga para o espaço. Curiosamente, como uma espécie de mensagem simbólica, este satélite tem a forma de uma casa. Na missão n.º 100 do Falcon 9, da SpaceX, o Copernicus Sentinel-6 Michael Freilich vai estar até 2025 sozinho a fazer o trabalho, até que o seu gémeo, o Sentinel-6B, seja lançado.

Posteriormente, a dupla tem a tarefa de estender o registo de quase 30 anos de medições da altura da superfície do mar global. Os instrumentos a bordo dos satélites também fornecerão dados atmosféricos que irão melhorar as previsões do tempo, modelos climáticos e rastreamento de furacões.

Conforme explica a NASA, o Sentinel-6 Michael Freilich deve o seu nome ao agora extinto director da Divisão de Ciências da Terra da agência espacial norte-americana. Este liderou as observações do espaço que foram feitas a partir dele.

Segundo Josef Aschbacher, director dos Programas de Observação da Terra da ESA, ele foi fundamental para promover o estudo dos oceanos em relação às alterações climáticas ao nível global, uma vez que “a subida do nível do mar não conhece fronteiras”.

Copernicus Sentinel-6 Michael Freilich, um satélite em forma de casa

O desenho peculiar do Sentinel 6 deve-se à especificidade da sua missão. Quer isto dizer, que a estrutura tem os instrumentos na parte de baixo. O “telhado de duas águas” é formado pelos painéis solares. Este estará numa órbita de 1.336 quilómetros de altura e 66 graus de inclinação, é possível medir o nível do mar de 95% dos que existem na Terra a cada dez dias.

Segundo foi apresentado, para esta missão, o Sentinel 6 usará um radar de altímetro de abertura sintética integrado, Poseidon 4 (construído pela ESA). Este instrumento medirá a altitude recorrendo a duas frequências. Desta forma, a interferência causada pela ionosfera da Terra pode ser corrigida em tempo real.

A ionosfera não é o único factor na nossa atmosfera que dificulta este estudo, também existe o vapor de água. Assim, o satélite também incorpora um radiómetro de micro-ondas (Advanced Microwave Radiometer – Climate Quality, AMR-C). Esta tecnologia ajuda nas medições feitas pelo radar. Esta nova tecnologia é uma das grandes melhorias neste satélite.

Conforme é descrito, este satélite não é pequeno e pesa 1.192 quilos. Tem capacidade para armazenar até 496 Gbits de dados e será capaz de transmitir cerca de 1.200 Gbits por dia (estimados) durante sete anos.

Nesta missão têm participado empresas de diversos países e continentes, desde a Airbus para a construção a agências espaciais europeias e americanas, bem como a NOAA (National Oceanic and Atmospheric Administration). Em cerca de cinco anos, por volta de 2025, a UE espera ser capaz de lançar o Sentinel 6, portanto, este primeiro satélite é conhecido como Sentinel 6A e o próximo é o Sentinel 6B.

Pplware
Autor: Vítor M.


4670: Cápsula Dragon da SpaceX chega à Estação Espacial Internacional

CIÊNCIA/EEI/CÁPSULA DRAGON

Cápsula com quatro astronautas a bordo vai ficar seis meses no laboratório orbital, 400 quilómetros acima da Terra

© EPA/Joel Kowsky

A cápsula Dragon da SpaceX, com quatro astronautas a bordo, chegou esta terça-feira à Estação Espacial Internacional (EEI), anunciou a agência aeroespacial norte-americana NASA.

A primeira fase da acoplagem à EEI foi concluída às 04:01 TMG (mesma hora em Lisboa), de acordo com as imagens difundidas em directo online pela NASA. A segunda fase terminou alguns minutos depois.

A cápsula, baptizada Resilience, foi lançada às 20:27 de domingo (00:27 de segunda-feira em Lisboa), a partir do Centro Espacial Kennedy, na Florida (sudeste dos Estados Unidos), por um foguetão Falcon 9 da companhia do empresário Elon Musk SpaceX, e o novo meio de transporte espacial da NASA, após nove anos de dependência da Rússia.

“É um grande dia para os Estados Unidos e para o Japão”, declarou o chefe da NASA, Jim Bridenstine, em conferência de imprensa, numa referência aos quatro astronautas a bordo da cápsula: três norte-americanos, Michael Hopkins, Victor Glover e Shannon Walker, e um japonês, Soichi Noguchi.

Os quatro, que vão juntar-se aos dois russos e uma norte-americana, vão ficar seis meses no laboratório orbital, a 400 quilómetros acima da Terra.

Este primeiro “voo operacional” segue-se à missão de demonstração realizada entre maio e Agosto e durante a qual dois astronautas norte-americanos foram transportados para a EEI e de volta à Terra sem problemas pela SpaceX.

A cápsula Dragon da SpaceX é o segundo aparelho actualmente capaz de viajar para a EEI. O primeiro é a Soyuz russa, que desde 2011 tem transportado todos os residentes da estação, depois do fim do programa do vaivém espacial norte-americano.

Ao todo, a SpaceX deve lançar dois outros voos com tripulação em 2021 para a NASA, incluindo um com o europeu Thomas Pesquet, e quatro missões de abastecimento nos próximos 15 meses.

“A NASA era um desastre acabado quando tomámos isto em mãos. Agora é o centro espacial mais popular e o mais avançado do mundo, de longe!”, escreveu o Presidente cessante norte-americano, Donald Trump, na rede social Twitter, apropriando-se de um êxito de um programa lançado pelos dois antecessores.

O Presidente eleito, Joe Biden, também felicitou a NASA e a SpaceX. “Esta é a prova do poder da ciência e do que podemos alcançar ao combinar inovação, engenho e determinação”, escreveu também no Twitter.

Diário de Notícias
DN/Lusa
17 Novembro 2020 — 08:20

Como é que mais de SETENTA MILHÕES de gente pode votar num aldrabilhas deste quilate??? É um case study

“A NASA era um desastre acabado quando tomámos isto em mãos. Agora é o centro espacial mais popular e o mais avançado do mundo, de longe!”, escreveu o Presidente cessante norte-americano, Donald Trump, na rede social Twitter, apropriando-se de um êxito de um programa lançado pelos dois antecessores.”

 


4664: Baby Yoda é o novo “indicador Zero-G” da SpaceX

CIÊNCIA/SPACE X/BABY YODA

(dr) Disney+

Os astronautas da Crew Dragon, da SpaceX, levaram um peluche de Baby Yoda para a Estação Espacial Internacional. Vai ser o novo “indicador Zero-G” da aeronave.

Um peluche de Baby Yoda, da série “The Mandalorian”, foi levado a bordo da Crew Dragon da SpaceX e está a caminho da Estação Espacial Internacional. A personagem da série de sucesso da Disney vai ser o novo “indicador Zero-G”, escreve a Futurism.

“Temos o Baby Yoda a bordo, a tentar sentar-se agora”, disse a especialista em comunicações da NASA Leah Cheshier, citada pela Business Insider, durante uma transmissão ao vivo do histórico lançamento da noite passada.

Um indicador Zero-G é um pequeno objecto que começa a flutuar quando a aeronave encontra micro-gravidade. Na primeira missão de teste tripulada da Crew Dragon, no início deste ano, os astronautas levaram um peluche de um dinossauro. E em Março de 2019, por exemplo, os astronautas levaram um peluche do planeta Terra.

Na transmissão em directo feita na noite passada é possível ver Baby Yoda a flutuar dentro da aeronave. Num determinado momento, até parou no lugar do astronauta Victor Glover. “Talvez o Baby Yoda esteja a tentar pilotar o veículo”, brincou Cheshier.

Quatro astronautas partiram de madrugada com sucesso do Kennedy Space Center, em Cabo Canaveral, e estão a caminho da Estação Espacial Internacional na primeira missão oficial tripulada da Crew Dragon, desenvolvida pela SpaceX, empresa de Elon Musk.

ZAP //

Por ZAP
16 Novembro, 2020


4662: Foguetão Space X a caminho da EEI com quatro astronautas a bordo

CIÊNCIA/SPACE X/EEI

SpaceX / Twitter

Um foguetão Falcon 9, que transporta a cápsula Dragon com quatro astronautas a bordo, foi lançado com êxito, no domingo, a partir do Centro Espacial Kennedy, rumo à Estação Espacial Internacional (EEI).

O lançamento ocorreu às 20h27 (00h27 em Lisboa), no Central Espacial Kennedy, na Florida (sudeste). Menos de três minutos depois, a 90 quilómetros de altitude e quando o foguetão atingia sete mil quilómetros por hora, o primeiro andar do foguetão separou-se, para regressar à Terra e ser reutilizado.

O segundo andar com a cápsula prosseguiu viagem, numa trajectória correta.

A cápsula, baptizada Resilience (Resiliência), deverá chegar às 04h TMG (mesma hora em Lisboa) de terça-feira à EEI, na primeira missão tripulada operada pela companhia privada Space X, do empresário Elon Musk, e da agência aeroespacial norte-americana (NASA) a partir de solo dos Estados Unidos.

Três astronautas norte-americanos, Michael Hopkins, Victor Glover e Shannon Walker, e um japonês, Soichi Noguchi vão demorar um pouco mais de 27 horas a chegar à EEI, onde se encontram dois russos e uma norte-americana.

Os quatro astronautas deverão ficar seis meses na EEI.

Este primeiro “voo operacional” segue-se à missão de demonstração realizada entre maio e Agosto e durante a qual dois astronautas norte-americanos foram transportados para a EEI e de volta à Terra sem problemas pela Space X.

A cápsula Dragon da Space é o segundo aparelho actualmente capaz de viajar para a EEI, com a Soyuz russa, que desde 2011 tem transportado todos os residentes da estação, depois do fim do programa do vaivém espacial norte-americano.

Este primeiro voo foi duplamente histórico: a Space X do multimilionário Elon Musk fez o seu primeiro voo tripulado, ao passo que a NASA marcou o fim do contrato dos Estados Unidos com a Rússia para fazer o transporte dos seus astronautas até à estação orbital.

ZAP // Lusa

Por ZAP
16 Novembro, 2020


4649: What to expect from SpaceX’s Crew-1 launch to the space station

Takeoff is scheduled for 7:49PM ET on November 14th

From left to right, NASA astronauts Shannon Walker, Victor Glover, and Michael Hopkins, along with JAXA astronaut Soichi Noguchi. Photo by Joel Kowsky / NASA

On the evening of November 14th, SpaceX plans to re-create the monumental feat it achieved earlier this year by launching another crew of astronauts to the International Space Station. This mission is a milestone for both SpaceX and NASA. It is the first “operational” crewed flight for the company and a step toward making American astronaut launches relatively routine.

The flight, called Crew-1, will send a total of four astronauts to the International Space Station on SpaceX’s new Crew Dragon spacecraft, a capsule designed to launch on top of the company’s Falcon 9 rocket. Three of the passengers are NASA astronauts — Michael Hopkins, Victor Glover, and Shannon Walker — and a fourth is an astronaut with the Japanese Aerospace Exploration Agency, named Soichi Noguchi. The quartet will join three additional crew members already on the ISS, staying for up to six months before they leave in the spring of 2021

That’s double the number of riders that the Crew Dragon had in May when the spacecraft carried two NASA astronauts — Bob Behnken and Doug Hurley — on the vehicle’s debut crewed flight. While lots of fanfare surrounded that mission, SpaceX is now about to settle into a more or less regular flight pattern with the Crew Dragon, sending groups of four astronauts to and from the International Space Station every six months or so for NASA. It’s exactly why the Crew Dragon was developed for NASA’s Commercial Crew Program: to serve as a private space taxi for NASA’s astronauts to get to and from the ISS.

Here’s what you need to know about the lead-up to this mission, what to expect during SpaceX’s first operational flight of Crew Dragon and how things will play out in the years ahead.

Background

Crew-1 comes more than five months after SpaceX’s history-making flight on May 31st that carried Behnken and Hurley to the space station. The mission marked the first time a private company had flown humans to orbit. It was also the first time that astronauts had launched to orbit from American soil since the end of the Space Shuttle program in 2011. For nearly a decade, NASA astronauts have had to rely on Russian rockets to get to the space station, launching out of Kazakhstan. When SpaceX’s Crew Dragon took off from Cape Canaveral, Florida, with Behnken and Hurley in tow, it effectively ended the gap in US human spaceflight.

SpaceX’s May flight was a test, meant to demonstrate the capabilities of the Crew Dragon before it could start routinely flying humans to the space station. After poring over the data for that flight, NASA has certified that the Crew Dragon is indeed ready for regular human spaceflight, making it the first time the agency has provided certification of a private crewed vehicle. “We are honored to be the nation’s launch provider for crewed missions and take seriously the responsibility that NASA has entrusted us to carry American astronauts to and from the space station,” Benji Reed, senior director of human spaceflight programs at SpaceX, said during a press conference.

Lessons learned

SpaceX needed to make a few tweaks to the Crew Dragon based on what it had learned from Behnken and Hurley’s mission. Perhaps the biggest change was to the spacecraft’s heat shield, a key piece of hardware that keeps the vehicle from overheating as it careens through Earth’s atmosphere. SpaceX found that when the Crew Dragon returned in August, some of the tiles in the heat shield had eroded more than the company expected.

SpaceX claims the erosion didn’t pose any danger to the crew, but the company opted to redesign part of the heat shield tiles, testing them ahead of this mission. The company says that it was “nothing to be concerned” about. “At all times the astronauts were safe and the vehicle was working perfectly,” Hans Koenigsmann, vice president of build and flight reliability for SpaceX, said during a press conference in October. “So this is something that we just in the inspection found… and decided, ‘Okay, we should probably reinforce the heat shield in this particular area.”

SpaceX’s Crew Dragon splashing down in August after taking Bob Behnken and Doug Hurley to the International Space Station. Photo by Bill Ingalls / NASA

The Crew Dragon’s parachutes also behaved differently than expected on the previous flight, prompting an update. To splash down gently in the ocean, the spacecraft deploys a series of parachutes to slow itself down. Those chutes deployed at a slightly lower altitude than planned. SpaceX has since changed how the Crew Dragon measures outside air pressure to better determine when the spacecraft is located at the right part of the atmosphere to let out the parachutes.

The final change SpaceX and NASA made revolves around procedure, not vehicle design. When the Crew Dragon splashed down off the coast of Pensacola in August, the vehicle was met by a swarm of recreational boaters who were curious to see a spacecraft up close. The sight of boats zooming in and around the capsule sparked immediate concern — for both the astronauts on board as well as the boaters themselves. The Crew Dragon uses propellants and fuel that can be toxic to humans if they get too close and aren’t taking proper precautions.

To prevent a repeat scene, SpaceX and NASA say they have worked with the US Coast Guard to create a 10-mile keep-out zone around the landed Crew Dragon so that no unauthorized visitors approach the vehicle in the water. “We want to have more boats on the next go around and make sure that the area is really clear of any other [civilian] boats,” Koenigsmann said.

Launch and docking

With all of these changes in place, the Crew-1 launch should look nearly identical to the launch in May — though this one will take place at night. The spacecraft is set to take off on top of SpaceX’s Falcon 9 rocket from NASA’s Kennedy Space Center in Florida at 7:49PM ET.

After suiting up in SpaceX’s signature white-and-gray pressure suits, the four astronauts will travel to the launchpad at NASA’s Kennedy Space Center inside two branded white Tesla Model Xs. Once out of the cars, they’ll take an elevator to the top of the rocket and walk across an enclosed hallway to enter the Crew Dragon perched on top of the Falcon 9. The four will then get strapped into their seats by the SpaceX team as they wait for launch.

Photo by Joel Kowsky / NASA

It’s a quick trip to orbit for Crew Dragon — just 12 minutes after takeoff. The crew will then spend around eight and a half hours in orbit, arriving at the International Space Station and docking around 4:20AM ET. It’s a much brisker trip than Behnken and Hurley’s mission, which took about 19 hours to get to the ISS.

Designed to autonomously dock with the space station, the Crew Dragon will slowly approach its destination in space and use a series of sensors and cameras to place itself on an open docking port. Once it connects, latches will secure the Crew Dragon in place, and the Crew-1’s six-month stay on board the ISS will begin.

The four-person team will join three people already living on the ISS: Russian cosmonauts Sergey Ryzhikov and Sergey Kud-Sverchkov and NASA astronaut Kate Rubins. It’ll be the first time that seven people will live and work together on the ISS, as crews have typically topped out at six people over the last 10 years. While the space station has more than enough room for the extra crew member, the vehicle is actually short one “crew quarters” or a place for an astronaut to sleep. Astronaut Michael Hopkins said NASA is hoping to send up another place for him to sleep while they’re on board the ISS, but in the meantime, he will probably sleep on board Crew Dragon.

Keeping time

With any launch, there is always the risk of delay. In fact, this mission was supposed to take place on October 31st, but NASA pushed back the flight to this weekend after SpaceX found some irregular behavior in the main engines of its Falcon 9 rocket. The company had to swap out two engines on the Falcon 9 being used for this flight to address the issue.

Moving forward, the biggest threat to a timely launch could be weather. This week, all eyes were on Tropical Storm Eta, currently crossing through Florida. The storm now seems to be heading north of the launch site and should clear the state on Thursday.

Photo by Joel Kowsky / NASA

Still, weather is always a lingering concern, especially with these passenger flights to the station. SpaceX’s Crew Dragon capsule has the ability to abort during flight, by detaching itself from the rocket and parachuting into the ocean to save the crew members if something goes wrong. That means flight controllers will be keeping an eye on weather throughout a large swath of the Atlantic Ocean to make sure if an abort does happen, the Crew Dragon doesn’t splash down in choppy seas.

For now, weather seems like it may cooperate, as there is a 60 percent chance of favorable conditions. Everyone is focused on a launch getting off the ground this weekend. NASA’s live coverage will begin at 3:30PM ET on Saturday, following everything from launch to docking to a welcome ceremony for the incoming crew members scheduled for Sunday morning. It’s going to be a whirlwind trip this weekend if the Falcon 9 rocket can get off the ground on schedule.

The Verge

 

4582: SpaceX declara que a sua colónia em Marte não vai seguir as leis da Terra

CIÊNCIA/MARTE/SPACE X

A corrida a Marte parece trazer um novo capítulo no que toca à gestão e governo das terras extraterrestres conquistadas. Segundo o que a empresa Elon Musk decidiu, e anunciou nos termos do serviço dos satélites Starlink, em Marte a empresa não vai reconhecer a autoridade ou soberania de nenhum governo da Terra.

É interessante perceber que nos Termos de serviço ao consumidor do projecto está definido que “Marte será um planeta livre”. Mas, o que quer a empresa dizer com isso?

A constelação de satélites Starlink para fornecimento de Internet, lançada pela SpaceX, já começou a formar-se em maio de 2019. Aliás, já tem utilizadores convidados a testar o serviço em modo beta, com o lema “Better Than Nothing “. Segundo o que a empresa anunciou, a versão final visa oferecer velocidades de download gigabit em baixa latência para qualquer pessoa com vista para o céu. Assim, a versão beta, oferece actualmente algo em torno de 50 a 150 megabits por segundo – daí o nome de teste humilde.

Contudo, os termos do serviço do projecto Starlink, conforme descoberto pela conta do Twitter “WholeMarsBlog” e confirmado pelo moderador do Reddit “Smoke-away”, exige que os utilizadores concordem que “nenhum governo baseado na Terra tem autoridade ou soberania sobre as actividades marcianas.”

Mas Marte será um “faroeste”?

De acordo com a secção nove dos termos, a SpaceX explica como os serviços prestados ao redor da Terra ou da Lua seguirão a lei governada pelo estado da Califórnia nos Estados Unidos. No entanto, para Marte, a história muda um pouco:

Para os serviços prestados em Marte, ou em trânsito para Marte via nave estelar ou outra nave espacial de colonização, as partes reconhecem Marte como um planeta livre e que nenhum governo baseado na Terra tem autoridade ou soberania sobre as actividades marcianas. Consequentemente, as disputas serão resolvidas através de si – princípios governantes, estabelecidos de boa-fé, no momento da colonização marciana.

Portanto, estas linhas podem ser interpretadas como uma das maiores ambições da SpaceX para as próximas décadas: enviar os primeiros humanos a Marte e, por fim, estabelecer uma cidade até 2050.

Para atingir este objectivo, a empresa está a desenvolver o Starship, um foguetão totalmente reutilizável que mede cerca de 120 metros de altura quando combinado com o propulsor. A SpaceX quer enviar as primeiras naves de carga ao Planeta Vermelho nos próximos anos.


Vídeo editado por captura de écran dado não estar disponibilizado o endereço original

Elon Musk, CEO da SpaceX, já havia comentado antes este assunto. Na altura referiu qual o tipo de governo que gostaria de ver a surgir no planeta. Numa entrevista em 2018, Musk previu que a cidade operaria num tipo de democracia directa. Basicamente traçou um paralelo aos primeiros tempos dos Estados Unidos, onde a democracia representativa era mais lógica devido ao tamanho do estado nascente.

Todos votam em cada questão e é assim que funciona. Há algumas coisas que eu recomendo. Mantenham as leis curtas. […] Algo suspeito está a acontecer se houver leis longas.

Disse na altura Musk.

Nem todos vão na conversa de Elon Musk

Esta lógica de Elon Musk parece não convencer todas as pessoas. Aliás, Jim Pass, CEO do Astrosociology Research Institute, referiu em Abril de 2019 que acreditava que o determinante seria quem está a patrocinar o acordo. Uma organização religiosa pode levar a uma teocracia, enquanto os tipos militares podem levar a uma estrutura mais autocrática.

Portanto, para já, Musk e a SpaceX têm de conseguir fechar o projecto Starlink, que tem tido certos comportamentos bastante criticados. Marte é um assunto que ainda vai fazer correr muita tinta… ou bits e bytes, dado que nem todas as nações se pronunciaram.

Pplware
Autor: Vítor M.
01 Nov 2020


4572: Starlink: 3% dos mais de 800 satélites já lançados apresentam defeitos

CIÊNCIA/STARLINK

A Starlink é um dos mais arrojados projectos nascidos pelas mãos de Elon Musk. Trata-se da Internet criada em 2015 pela SpaceX, que, nomeadamente nos últimos tempos, já deu mais do que provas de que é uma aposta ganha.

No entanto, segundo as informações apuradas, dos mais de 800 satélites que já foram lançados, 3% deles apresentaram algum defeito e, por isso, foram desactivados.

Através da empresa espacial SpaceX, Elon Musk projectou a Internet Starlink. Este projecto tem como finalidade fornecer, através de satélites, Internet de banda larga a todos e a preços acessíveis. Uma das grandes vantagens é que a rede poderá assim abranger locais remotos onde as ligações são insuficientes ou até mesmo inexistentes.

De acordo com os testes mais recentes, os resultados conseguidos pela Starlink são admiráveis, atingindo velocidades acima dos 100 Mbps com baixa latência.

Na prática, esta Internet já está também a ser usada por equipas de emergência contra incêndios nos Estados Unidos.

3% dos satélites Starlink já lançados apresentam defeitos

A SpaceX continua na sua missão com envios constantes de satélites Starlink. Por norma, a empresa de Musk envia 60 unidades de cada vez para a órbita terrestre, sendo que o grande objectivo é alcançar pelo menos 12 mil unidades envidas. Mas a meta é criar uma mega-constelação que pode totalizar 30 mil satélites.

Actualmente a empresa já lançou mais de 800 satélites, no entanto, 3% destes equipamentos apresentaram algum defeito e, por isso, estão desactivados.

Das falhas fazem parte satélites que não conseguiram responder às manobras necessárias de forma a serem posicionados na órbita correta. Este problema pode mostrar-se perigoso nomeadamente para outros satélites, assim como aeronaves que se encontrem nas zonas próximas.

Para evitar colisões, a SpaceX integra propulsores individuais nos Starlink, que depois são activados para elevar a órbita dos equipamentos. No entanto, a empresa informou a Federal Communications Comission (FCC), entidade que regula as comunicações nos EUA, que, entre meados de maio e final de Junho, vários satélites não conseguiram fazer essas manobras.

A SpaceX não divulgou qualquer informação sobre os satélites defeituosos. No entanto, o astrofísico Jonathan McDowell, do Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics, fez a sua própria pesquisa. No seu estudo, designado Jonathan’s Space Report, fez a comparação entre os dados da SpaceX e os dados do governo norte-americano. Assim, chegou à conclusão que aproximadamente 3% dos satélites Starlink falharam por não conseguirem responder aos comandos enviados da Terra.

Feitas as contas, considerando os 800 satélites enviados, cerca de 24 apresentam este problema. No entanto, os satélites desactivados continuam a representar riscos. E segundo McDowell:

A preocupação é que mesmo uma taxa de falha normal numa constelação tão grande acabe com muito lixo espacial mau.

Há milhares de objectos na órbita terrestre

Segundo os dados actualizados pela Agência Espacial Europeia (ESA), actualmente existem 5.500 satélites em órbita, dos quais 2.300 estão operacionais. Ora, considerando os objectivos da SpaceX, e contando com os satélites desactivados, podemos então prever que haverá muitos mais equipamentos em redor do planeta.

Para além disso, há ainda que ter em conta os detritos existentes e as várias colisões que já aconteceram ao longo da história. A ESA estima que existam actualmente 34 mil objectos com mais de 10 cm de diâmetro em órbita, 900 mil entre 1 cm e 10 cm e 128 milhões que medem entre 1 mm e 1 cm.

Pplware
Autor: Marisa Pinto
30 Out 2020


4523: Marte: Elon Musk adia janela de lançamento da Starship para 2024

CIÊNCIA/MARTE/ELON MUSK

Elon Musk não faz das suas ideias segredo. Aliás, há muito partilhou que pretende enviar humanos para Marte, colonizando o planeta vermelho. Isto, porque acredita que esta é uma forma consciente e visionária de dar continuidade à raça humana, se algo acontecer de pior na Terra.

Apesar de ter sugerido o ano de 2022, Elon Musk recuou agora na sua palavra e é possível que a nave da SpaceX, Starship, só leve cidadãos a Marte em 2024.

Um génio também erra

O CEO é, sem sombra de dúvidas, um visionário e revolucionou o mundo dos eléctricos. No entanto, possui algumas opiniões que geram bastante discórdia e, consequentemente, discussão. Uma delas foca-se na possibilidade de a Terra, um dia, deixar de ser uma boa casa para o ser humano. Por isso, a opção é, desde já, colonizar Marte.

Contudo, essa ideia não pode ser concretizada de um dia, nem de um ano para o outro. Como tal, são necessárias experiências, testes e avaliações que permitam perceber se é efectivamente concretizável. Inicialmente, Elon Musk anunciou que a próxima oportunidade de janela de lançamento da Starship seria em 2022. Contudo, voltou com a sua palavra atrás durante a convenção virtual da Mars Society. Conforme foi revelado pelo CEO, as expectativas prendem-se com próxima oportunidade de janela de lançamento a acontecer apenas em 2024.

Marte: Oportunidade de janela de lançamento da Starship  adiada para 2024

Estas missões a Marte têm de ser muito bem pensadas. Isto, porque a órbita solar do planeta vermelho e da Terra levam os dois planetas a estarem o mais próximo possível um do outro a cada dois anos. Aliás, estão próximos este ano. Tanto que foram lançadas três missões robóticas para Marte, incluindo a Perseverance Rover, da NASA.

A nave espacial Starship, que ficará encarregada de levar dezenas de pessoas, de uma só vez, até Marte, vai causar ainda muitas dores de cabeça. Aliás, apesar de ter adiado o prazo para 2024, a SpaceX terá de trabalhar rapidamente para construir e preparar a Starship a tempo da janela de lançamento que agora anunciou.

Provavelmente, vamos perder algumas naves. [Mas] penso que temos oportunidade de lutar.

Disse Elon Musk.

Elon Musk e a colonização de Marte

De acordo com o CEO, uma cidade sustentável, em Marte, só será possível quando um milhão de pessoas quiser e puder trocar a Terra. Assim, está claro que a oportunidade só chegará àqueles cujas carteiras forem mais abastadas.

Agora, resta-nos esperar para saber das demais novidades que vão, entretanto, surgir.

Autor: Ana Sofia
20 Out 2020

 

4325: SpaceX: Elon Musk planeia enviar humanos para Marte

CIÊNCIA/SPACE X/TECNOLOGIA/MARTE

Há uns meses, a SpaceX enviou para a Estação Espacial Internacional (ISS) a cápsula Crew Dragon, sendo o primeiro voo espacial realizado por uma empresa privada, com a presença de astronautas da NASA.

Agora, sabe-se que a SpaceX não parou por aí e que Elon Musk planeia enviar humanos para Marte, em 2024.

Planos de Elon Musk para a SpaceX

O grande objectivo de Elon Musk é que, até 2024, a SpaceX coloque uma pessoa em Marte. Mais à frente, sendo a meta 2050, o visionário pretende construir uma cidade autos-sustentável no Planeta Vermelho. Assim, além de levar astronautas até à Lua, quer também passar por Marte e ir ainda mais além.

Temos de construir a cidade e chegar ao ponto em que ela seja autos-sustentável.

Disse Elon Musk no Twitch.

De relembrar que a SpaceX completou recentemente segundo voo de teste do seu protótipo de foguetão, Starship. Este, por sua vez, deverá ser o transporte dos próximos passageiros a voar até Marte.

Para isso, Musk parece ter toda uma linha cronológica definida. Primeiramente, a SpaceX está a trabalhar num impulsionador de foguetões, o Super Heavy, que poderá já estar pronto para ser testado no próximo evento do Starship, em Outubro. Em segundo lugar, o primeiro voo orbital do Starship acontecerá, provavelmente, em 2021, de acordo com Elon Musk.

Bilionário japonês Yusaku Maezawa.

Depois, em terceiro lugar, o CEO diz querer enviar o bilionário japonês Yusaku Maezawa e entre seis e oito pessoas para a volta da Lua, em 2022. Aliás, tem em mente missões de transporte a Marte, até 2022, e uma missão tripulada, até 2024.

Assim, pensando em grande, a SpaceX pretende construir mil exemplares do Starship, numa instalação do Texas, durante 10 anos. Ou seja, produzir 100 foguetões por ano. Além disso, tem o objectivo de lançar voos para Marte todos os anos.

Dessa forma, seriam enviados 100 passageiros por voo, tornando-se cidadãos de uma mega-cidade que, entretanto, seria construída em Marte. Além gigante, seria autos-sustentável.

Resta perceber até que ponto estes planos serão efectivamente colocados em prática e se resultarão no sucesso que Elon Musk espera.

Pplware
Autor: Ana Sofia
13 Set 2020

 

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4278: Starlink já consegue atingir velocidades acima dos 100 Mbps e com baixa latência

CIÊNCIA/INTERNET

Muito para além da Tesla, a aposta de Elon Musk tem estado a focar-se na SpaceX e na Starlink. Estas duas últimas querem criar uma verdadeira revolução na forma como encaramos o espaço e tudo o que este tem para oferecer à Humanidade.

Se a SpaceX está já com o foco na Lua e em Marte, a Starlink está ainda a dar os primeiros passos. A Starlink apresentou agora os primeiros resultados dos testes de ligação à Internet e os valores decerto prometem muito.

Starlink continua a crescer e a melhorar o serviço

Apesar de ainda não ter um serviço disponibilizado aos utilizadores, a Starlink tem estado ocupada a colocar no espaço os seus satélites. Faz uso das infra-estruturas da SpaceX e dos seus foguetões para colocar em órbita os seus satélites de comunicações.

A sua ideia é a breve trecho fornecer um serviço de acesso à Internet sem limites e em qualquer ponto do planeta. Para isso tem nos seus planos a colocação em órbita de 12 000 satélites, para assim prestar o seu serviço. Actualmente a empresa conta já com mais de 700 em funcionamento.

Velocidades e latência prometem muito

Para além deste processo, a Starlink iniciou também os testes com um lote limitado de utilizadores. Agora, e para mostrar uma primeira realidade, a marca apresentou os seus próprios resultados dos testes, com valores de velocidades e latência muito promissores e que ficam bem acima dos que tinham sido já revelados.

SpaceX
In initial tests of Starlink, the team has been collecting latency data and performing standard speed tests of the system
Foto do perfil, abre a página do perfil no Twitter em uma nova aba
SpaceX
@SpaceX
Results from these tests have shown super low latency and download speeds greater than 100 mbps – fast enough to stream multiple HD movies at once and still have bandwidth to spare

Do que revelou num tweet recente, o serviço da Starlink consegue já atingir valores de 100 Mbps (megabits por segundo). Estes valores ficam muito acima dos apresentados pelos primeiros utilizadores deste serviço, que apontavam para valores entre os 20 e os 60 Mbps.

SpaceX continua a enviar satélites para o espaço

Também os valores de latência são igualmente muito reduzidos e, por isso, muito promissores. A empresa não revelou valores concretos, mas referiu que esta é “baixa o suficiente para jogar online os títulos mais rápidos, e a velocidade de download é rápida o suficiente para transmitir vários filmes HD de uma vez e ainda ter largura de banda de sobra“.

Curiosamente, e no mesmo dia em que anunciou estes valores, a Starlink voltou a apontar a sua atenção para o espaço. Colocou em órbita mais 60 satélites, superando os 700. Este é um valor próximo dos 800 necessários para ter o serviço funcional e estável e igualmente bem acima dos 400 mínimos para funcionar.

Starlink: A Internet da SpaceX consegue atingir 60 Mbps e ping de 20 ms

Elon Musk criou a rede de Internet Starlink através da sua empresa SpaceX. Este projecto teve início no ano de 2015 e tem estado em desenvolvimento deste então, apresentando melhorias ao longo do tempo. … Continue a ler Starlink: A Internet da SpaceX consegue atingir 60 Mbps e ping de 20 ms

04 Set 2020

 

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4133: SpaceX, ULA are the big winners for US national security launches

The two companies will split the contracts 60/40

A SpaceX Falcon Heavy rocket carrying satellites for the U.S. Air Force launches on June 25, 2019. Photo by Paul Hennessy/NurPhoto via Getty Images

The US Department of Defense has selected its two primary rocket companies for getting satellites into orbit in the years ahead: long-time military launch provider United Launch Alliance (ULA) and SpaceX. ULA will receive 60 percent of the department’s satellite launch contracts, while SpaceX will receive 40 percent.

The two companies beat out rivals Northrop Grumman and Blue Origin to launch DoD missions between fiscal years 2022 and 2027. This is a big prize, as each individual launch can cost over $100 million. The DoD hasn’t committed to an exact number of launches over that five-year period, but they have awarded $316 million to SpaceX and $337 million to ULA “to meet fiscal year 2022 launch dates”, according to a DoD statement.

“This was an extremely tough decision and I appreciate the hard work industry completed to adapt their commercial launch systems to affordably and reliably meet our more stressing national security requirements,” Col. Robert Bongiovi, director of the Space and Missile Systems Center Launch Enterprise, said in a statement.

There’s a milestone here, too: the end of this program’s use of the Atlas V rocket. That rocket, made by ULA, relies on the Russian RD-180 engine. But the Russian engines have been a political minefield ever since Russia invaded Ukraine in 2014; that year, NASA even suspended contact with Russia. Since then, the DoD has been trying to phase out its reliance on Russian technology. In 2018, it awarded ULA, Northrop Grumman, and Blue Origin a combined $2 billion in contracts to develop next-generation rockets.

SpaceX wasn’t happy about that award — in 2019 they sued the government over the contract. The company argued the award gave their competitors a leg up in getting awarded the launches.

In the end, the DoD passed over vehicles designed by Blue Origin and Northrop Grumman. Instead, they picked SpaceX Falcon 9 and Falcon Heavy rockets, which have proven themselves in flight. They also chose ULA’s future Vulcan Centaur rocket, which is currently set to make its first flight in 2021.

The Verge

 

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“Emocionante”. Astronautas americanos a bordo da Dragon Crew regressaram à Terra

CIÊNCIA/SPACE X/NASA

A amaragem no Golfo do México estava prevista para as 19:48 de Lisboa (14:48 nos EUA), tendo sido concluída com sucesso. A missão é um marco histórico em nove anos pois foi o primeiro voo tripulado a ser lançado nos EUA desde 2011, mas também nas relações entre a NASA e empresas privadas – neste caso, a SpaceX.

“Splashdown!”. Passados mais de dois meses, os astronautas a bordo da cápsula Dragon Crew, lançada pelo foguetão Falcon 9, regressaram a terra, este domingo (2 de Agosto). Foi a 30 de maio que descolou o primeiro voo espacial tripulado a ser lançado dos EUA em nove anos – depois do cancelamento do programa de vaivéns espaciais da NASA -, fruto de uma parceria com a empresa privada de Elon Musk, a SpaceX.

Profile photo, opens profile page on Twitter in a new tab

NASA
@NASA

Splashdown Hatch opening

Crew egress Follow along with the important milestones as we retrieve @AstroBehnken and @Astro_Doug during the tail end of their historic #LaunchAmerica mission: twitter.com/i/broadcasts/1

0:37

Profile photo, opens profile page on Twitter in a new tab

NASA
@NASA
Our recovery teams are making sure that there are no poisonous fumes around the capsule, both for the safety of @AstroBehnken and @Astro_Doug and the people recovering them from the water. #LaunchAmerica

1:04

A bordo seguiam os norte-americanos RobertL. Behnken e Douglas G. Hurley. Numa cerimónia de despedida a bordo da cápsula, transmitida na televisão pela NASA, Douglas Hurley explicou que estavam a entrar na “fase de entrada, descida e queda de água”, “depois de desacoplarmos”. “As equipas estão a trabalhar muito, especialmente com a dinâmica do clima nos próximos dias pela Florida”, onde aterraram e onde se esperava a chegada do furacão Isaías, acrescentou.

A cápsula irá agora ser recolhida por uma embarcação da SpaceX, onde seguem mais de 40 pessoas a bordo. Os astronautas serão seguidos por médicos e enfermeiros, que integram a tripulação desta embarcação. Toda a equipa teve de seguir um período de isolamento de duas semanas e foi testada para a covid-19, uma das exigências para o contacto com os astronautas. Robert e Douglas deverão depois voar até Houston.

Veja as imagens da NASA em directo:

O presidente norte-americano, que já tinha marcado presença no lançamento do Falcon 9, já reagiu à aterragem. “Astronautas concluíram a primeira amaragem em 45 anos. Muito entusiasmante!”, escreveu Donald Trump na sua conta de Twitter.

O chefe da missão, Chris Cassidy, considerou este um dia “emocionante”, saudando a importância da missão, que garante agora um novo meio de transportar astronautas para o espaço. O desencaixe da Estação Espacial Internacional aconteceu esta madrugada em Portugal e a amaragem no Golfo do México estava prevista para as 14:48 deste domingo (19:48 em Portugal).

Viagem histórica, para o mundo e para as parcerias público-privadas

Esta trata-se da primeira viagem ao espaço a partir de solo americano desde 2011, quando o programa Space Shuttle da NASA foi descontinuado. O presente lançamento integra o Programa Comercial Tripulado da NASA, uma iniciativa que, segundo a SpaceX, “é um ponto de viragem para o futuro da América na exploração do espaço que estabelece as bases para futuras missões à Lua, a Marte e mais além”.

O foguetão Falcon 9 descolou a 30 de Maio de 2020
© EPA/ERIK S. LESSER

Desta vez, a agência espacial optou por não criar a sua nave sozinha e pediu a ajuda do sector privado, para que desenvolvesse uma nave espacial capaz de transportar com segurança astronautas de e para a Estação Espacial Internacional. A cooperação entre a NASA e empresas privadas não é novidade. No entanto, a forma como está a ser feita agora abre oportunidades sem precedentes e o dia 30 de maio de 2020 ficará para sempre na história assinada por uma operação espacial de sucesso.

“Estas empresas são inspiradoras para a NASA e para as pessoas que trabalham nela”, disse ao DN a ex-astronauta Cady Coleman, uma veterana da agência que agora é exploradora global residente da Escola de Exploração do Espaço e da Terra, da Universidade Estadual do Arizona.

Ambas as empresas “podem tomar riscos maiores com o hardware, testar se uma nave mais leve vibra menos, por exemplo.” Se for uma agência governamental a fazê-lo e algo acontecer, haverá uma investigação e um relatório, o que abranda o ritmo de inovação. Para um Elon Musk na SpaceX ou um Jeff Bezos na Blue Origin, as consequências são diferentes. “O facto de as empresas privadas não terem o mesmo escrutínio que a NASA permite-lhes explorar mais livremente”, disse Coleman. “E, ainda assim, estamos a trabalhar todos juntos.”

Acredita ainda que estamos perante “uma nova era de exploração no sentido em que temos agora muitos tipos de entidades espaciais, pessoas, empresas, milionários, governos”, enquanto há algumas décadas o terreno era mais limitado.

Diário de Notícias

DN

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4043: Satélites Starlink destroem completamente foto do cometa NEOWISE; veja a imagem

CIÊNCIA/TECNOLOGIA

Estamos sendo agraciados com a passagem rara do cometa C/2020 F3 NEOWISE nos arredores do planeta — e inclusive os brasileiros já começaram a vê-lo no céu nocturno nesta semana, fazendo belos registos. Este cometa, descoberto em Março, passa por aqui a cada 6.765 anos; ou seja, esta é uma oportunidade única de registá-lo. Contudo, os satélites Starlink, da SpaceX, arruinaram completamente a tentativa de registo de um astro-fotógrafo nas Ilhas Canárias.

Julien Girard, astrónomo do Space Telescope Science Institute, publicou em seu Twitter uma foto para lá de triste, tirada pelo astro-fotógrafo Daniel Lopez. Na imagem, vemos o cometa NEOWISE e sua bela cauda brilhando intensamente, mas o registo foi prejudicado pela passagem dos satélites Starlink bem naquela hora, que deixaram rastros luminosos em toda a imagem. Veja:

Foto do perfil, abre a página do perfil no Twitter em uma nova aba
Julien Girard
@djulik
17 30-second images of the comet added up by @cielodecanarias, completely photobombed by @elonmusk‘s #Starlink satellites. It’s a few hundreds of them right now,there will be a few thousands in the near future. @SpaceX is committed to coating orienting them better but still….

From Daniel López's Facebook: https://www.facebook.com/elcielodecanarias.es/photos/a.224658390885198/4415045628513099/?type=3&theater Cometa y pase de satélites Starlink 😢. . Anoche, tratando de realizar un seguimiento del cometa con un 200mm y la Canon Ra de Canon España, para sumar las imágenes y conseguir más detalle, hubo un pase de satélites Starlink justo delante del mismo. Una pasada y pena ver pasar todos esos puntos luminosos, en total casi 20 imágenes del cometa muestran trazas. Montaré el time lapse en cuanto pueda. La imagen es la suma de 17 fotos de 30 segundos de exposición, por eso se ven tantas trazas. #DanielLopez #elcielodecanarias #canonespaña

O tweet fala que 17 imagens com 30 segundos de exposição foram reunidas pelo astro-fotógrafo, completamente prejudicadas pelos satélites de Elon Musk. “São algumas centenas deles agora, mas haverá alguns milhares no futuro próximo. A SpaceX está empenhada em revesti-los e orientá-los melhor, mas ainda assim…”, lamenta o cientista.

Não é de hoje que a passagem dos “trens” de satélites Starlink pelo céu atrapalham observações astronómicas. Na verdade, esse alerta vem sendo dado pela comunidade científica desde o início do projecto, que lançou o primeiro lote com 60 satélites em maio de 2019. Desde então, provas e mais provas de que os Starlink prejudicam as observações do céu nocturno vêm sendo apresentadas, e Elon Musk vem tentando resolver o problema. Sua empresa chegou a testar um revestimento escuro para verificar se isso seria suficiente a ponto de reduzir a reflexividade de um satélite experimental, o que não deu certo. Depois, tentou colocar visores para desviar a luz reflectida, mas os resultados desse experimento ainda não foram divulgados. No momento há cerca de 540 satélites Starlink em órbita, mas a empresa já tem permissão de lançar 30 mil no total, procurando autorização para que esse número suba a 42 mil.

E se engana quem pensa que a passagem dos Starlink prejudica apenas observações por meio de câmaras e telescópios. Alguns satélites também são visíveis a olho nu, o que acaba gerando confusão nas pessoas em geral, que, ao observarem “objectos se movendo de maneira estranha no céu”, creem estarem observando OVNIs. Esse brilho dos satélites aparece muito mais intenso quando eles estão orbitando a Terra a uma distância mais próxima do que os demais satélites ao redor do planeta, aqueles que não nos atrapalham em nada. Isso acontece quando os Starlink estão a aproximadamente 550 km de altitude, sendo que a órbita usual média para isso é de 20 mil km, enquanto a órbita geo-estacionária fica a 36 km — esta usada por outros tipos de satélites, como os de comunicação e GPS. A SpaceX diz que seus Starlink porventura acabam subindo sua órbita, aos poucos, e vão ficando cada vez menos visíveis durante alguns meses.

Problema recorrente

Essa não é a primeira vez em que a passagem dos satélites Starlink prejudica o registo da passagem de um cometa. Em Abril deste ano, um astro-fotógrafo amador chamado Zdenek Bardon, da República Tcheca, tentou fotografar a passagem do cometa ATLAS, que estava se fragmentando à medida que se aproximava do Sol, e foi surpreendido com sua foto também sendo arruinada com as trilhas luminosas deixadas pelos satélites de Elon Musk.

Destacado em vermelho, o cometa ATLAS. As linhas brilhantes que aparecem na imagem são os rastros deixados pelos satélites Starlink (Foto: Zdenek Bardon)

Conforme ele mesmo explicou na época, Bardon não estava em um local com baixa poluição luminosa para conseguir registar o cometa com uma só tacada, então precisou usar a técnica do empilhamento de imagens — quando se faz diversas exposições individuais, que depois são reunidas para intensificar o brilho de objectos que não ficaram proeminentes em cada uma delas isoladamente. Só que, ao fazer isso, quem também apareceu “de gaiato” foram os satélites Starlink, que deixaram diversas trilhas na imagem final.

Canaltech
Por Patrícia Gnipper
24 de Julho de 2020 às 15h45

 

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4020: NASA já definiu uma data para a Space X trazer os seus astronautas de volta à Terra

CIÊNCIA/NASA/SPACE X

(h) EPA/SpaceX

A NASA definiu o dia 2 de Agosto como data para a empresa privada Space X trazer de volta à Terra os seus dois astronautas que em maio passado acoplaram com sucesso na Estação Espacial Internacional (EEI) numa missão histórica.

Foi precisamente a 30 de maio que se concluiu esta missão duplamente histórica: a Space X do multimilionário Elon Musk fez o seu primeiro voo tripulado, ao passo que a agência espacial norte-americana marcou o fim do contrato dos Estados Unidos com a Rússia para fazer o transporte dos seus astronautas até à estação orbital.

Foi o primeiro voo privado rumo ao Espaço.

Os astronautas da NASA Bob Behnken e Doug Hurley pilotaram com sucesso a cápsula espacial Crew Dragon e acoplaram com sucesso, mas a missão Demo-2 está longe de ser dada como terminada, tal como frisa o portal Futurism.

Os astronautas terão ainda que fazer a sua jornada de regresso no interior da cápsula e a NASA já escolheu uma data provisória: sairão da EEI a 1 de Agosto, com queda marcada no Oceano Atlântico pelas 15 horas do dia 2 de Agosto, segundo a CNBC.

“Desencaixar” da EEI, explodir na atmosfera da Terra durante a descida e mergulhar no Atlântico para depois ser resgatado por um navio próximo – é este o plano definido para trazer de volta Bob Behnken e Doug Hurley no próximo mês.

Não se sabe ainda a hora exacta da partida da EEI, uma vez que o momento dependerá das condições climáticas. Estima-se que seja por volta das 20 horas.

Durante a jornada na EEI, Bob Behnken e Doug Hurely mantiveram-se ocupados a substituir as antigas baterias solares da EEI por baterias de iões de lítio.

ZAP //

Por ZAP
20 Julho, 2020

 

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4013: NASA astronauts set to return to Earth in SpaceX’s Crew Dragon on August 2nd

Bob Behnken and Doug Hurley are coming home soon

Image: NASA

NASA astronauts Bob Behnken and Doug Hurley are tentatively scheduled to return to Earth inside SpaceX’s new Crew Dragon capsule on August 2nd. It’s the same Crew Dragon vehicle that launched the astronauts to space at the end of May — marking the first time a privately made spacecraft had carried people to orbit.

For now, NASA plans for the duo, currently on board the International Space Station, to board the Crew Dragon on August 1st. They’ll then be back on the ground sometime the next day, according to NASA administrator Jim Bridenstine, who noted that weather will be a major factor in the return date. The departure will cap off a two-month stay on the ISS for Behnken and Hurley. While in space, they’ve both been very busy, with Behnken conducting numerous spacewalks to swap out aging batteries on the outside of the International Space Station.

The crew’s return to Earth will also be the last major test of the Crew Dragon, proving whether the vehicle can get people to the ground safely. The capsule has a heat shield, designed to protect its passengers from the intense heat generated as the vehicle plunges through Earth’s atmosphere. The Crew Dragon also sports a suite of four parachutes that deploy once the capsule is closer to the ground. They’re meant to gently lower the vehicle into the Atlantic Ocean, where the spacecraft and its astronauts will then be picked up by a special SpaceX recovery vessel.

If all goes well, the splashdown will bring an end to the Crew Dragon’s first crewed test flight —called Demonstration Mission 2, or DM-2. The test mission will determine if the Crew Dragon is ready to start flying crews of astronauts regularly to and from the ISS. SpaceX’s next flight of the Crew Dragon is currently slated for mid-to-late September and will carry four astronauts to the station. But this return must go well first.

The Verge

 

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3970: Cortiça portuguesa usada em foguetões da Space X

CIÊNCIA/SPACE X

SpaceX

A Corticeira Amorim forneceu a Space X, de Elon Musk, para componentes usados nos foguetões espaciais da empresa, adiantou o presidente da empresa, António Rios Amorim.

“É o nosso maior cliente [deste segmento] neste momento desde que a NASA parou” de lançar os próprios vaivéns, disse o gestor, durante um debate sobre “40 anos de Ciência e Conhecimento: capacitar as empresas para os novos desafios”, organizado pelo INESC, no Porto.

Este segmento de negócio, que faz parte do esforço da corticeira em diversificar actividade, terá rendido entre três e quatro milhões de dólares (1,7 milhões de euros a 2,6 milhões de euros) e é “a aplicação a seguir a rolha que mais traz valor acrescentado”, segundo Rios Amorim.

A empresa, que trabalhava antes com a NASA para fornecer componentes de foguetões que são obrigatoriamente de cortiça, produz as peças nos EUA, por ser mais fácil de certificar, mas a cortiça é portuguesa.

“Discordo da análise e narrativa de que não havia ciência em Portugal e agora é espectacular e as empresas não conseguem usar a ciência. É a narrativa errada”, disse o presidente do Conselho de Administração da Sonae, Paulo Azevedo, citado pela TSF.

“O progresso na ciência foi fabuloso, mas nas empresas também foi muito grande”, acrescentou.

ZAP // Lusa

Por ZAP
7 Julho, 2020

 

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3862: SpaceX quer criar aeroportos no mar para viagens hipersónicas à volta da Terra

TECNOLOGIA/SPACE X

Crédito: SpaceX / Flickr

Empresa garante que foco está no desenvolvimento da nave espacial Starship, mas já começou a recrutar para novos projectos

Primeiro surgiu o anúncio online de recrutamento da SpaceX: “Trabalha como parte de uma equipa de engenheiros e técnicos no desenho e construção de uma instalação operacional de lançamento de foguetões em alto mar”. Não tardou muito até que fosse o próprio director executivo da empresa a confirmar: a SpaceX está mesmo a planear a construção de aeroportos ao largo da costa para voos hipersónicos na Terra, mas também para fora do planeta.

“A SpaceX está a construir portos espaciais super-pesados e flutuantes para viagens a Marte, à Lua e hipersónicas à volta da Terra”, escreveu Elon Musk, na rede social Twitter. Apesar de a SpaceX já ter mostrado este ideia em imagens conceptuais, esta é a primeira vez que a tecnológica assume a vontade de construir bases de lançamento em pleno oceano.

Perante os problemas de logística que este conceito levanta – como transportar os passageiros até ao alto mar, por exemplo –, Elon Musk deu mais tarde a entender, após sugestão de um utilizador do Twitter, que a ideia passa por reaproveitar a estrutura já existente de plataformas petrolíferas como ‘estações’ de transporte de passageiros para os comboios de alta velocidade Hyperloop.

Já sobre os voos hipersónicos no planeta Terra, usando tecnologias aeroespaciais para transportar pessoas de forma rápida entre localizações distantes, Elon Musk diz que serão necessários “muitos voos de teste” antes dos primeiros voos comerciais acontecerem. Quanto aos testes, só deverão começar dentro de dois a três anos, atirou o empreendedor e multimilionário de origem sul-africana.

Depois de ter transportado com sucesso dois astronautas para a Estação Espacial Internacional, tornando-se na primeira empresa privada a fazê-lo, a SpaceX já afirmou publicamente que a prioridade da empresa passa agora por fazer voar a nave espacial Starship, aquela que um dia será usada para transportar humanos para Marte. A empresa tem ainda planos para levar quatro turistas ao Espaço já em 2021.

Exame Informática
17.06.2020 às 15h38
Rui da Rocha Ferreira

 

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3845: SpaceX launched more Starlink satellites on Falcon 9, and three Planet SkySats hitched a ride

Starlink aims to provide internet connectivity on Earth

Falcon 9 launched 58 Starlink satellites and three Planet Skysats to orbit, then returned to Earth. SpaceX

SpaceX launched 58 new Starlink satellites on its Falcon 9 rocket on Saturday morning, and three satellites from Planet tagged along for the ride. The SpaceX satellites are part of its growing Starlink constellation, which it’s building to provide internet connectivity on Earth. The company has permission to launch some 12,000 satellites as part of the project.

The Falcon 9 rocket launched the satellites, then returned safely to Earth, landing on the Of Course I Still Love You drone ship in the Atlantic Ocean.

SpaceX @SpaceX

Falcon 9’s first stage has landed on the Of Course I Still Love You droneship

The Planet satellites are part of that company’s existing SkySat constellation, which includes just over a dozen washing machine-sized craft that generate high-resolution images of our home planet. Three more Planet satellites will go up on SpaceX’s next Falcon 9 Starlink launch in July. Both Planet launches are part of SpaceX’s new SmallSat Rideshare Program, which gives smaller satellite operators a chance to book a ride aboard a SpaceX launch.

Will Marshall @Will4Planet

Launch success! All 3 Skysats in orbit & contacted by ground stations!
– 10 mins to space
– 12 mins to separation
– 18 mins to first ground station contact. Phew!

Thank you @SpaceX @ElonMusk for the beautiful ride!

Here’s two Skysats separating atop the Starlinks! Too cool!

 

SpaceX has opened its Starlink website to allow people to sign up for “updates on Starlink news and service availability in your area.” The company is expected to conduct private beta testing of its internet-providing satellites later this summer, followed by a public beta test.

Two weeks ago, SpaceX launched its first two people into orbit, sending veteran NASA astronauts Bob Behnken and Doug Hurley to the International Space Station in its Crew Dragon capsule.

The Verge

 

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