“Emocionante”. Astronautas americanos a bordo da Dragon Crew regressaram à Terra

CIÊNCIA/SPACE X/NASA

A amaragem no Golfo do México estava prevista para as 19:48 de Lisboa (14:48 nos EUA), tendo sido concluída com sucesso. A missão é um marco histórico em nove anos pois foi o primeiro voo tripulado a ser lançado nos EUA desde 2011, mas também nas relações entre a NASA e empresas privadas – neste caso, a SpaceX.

“Splashdown!”. Passados mais de dois meses, os astronautas a bordo da cápsula Dragon Crew, lançada pelo foguetão Falcon 9, regressaram a terra, este domingo (2 de Agosto). Foi a 30 de maio que descolou o primeiro voo espacial tripulado a ser lançado dos EUA em nove anos – depois do cancelamento do programa de vaivéns espaciais da NASA -, fruto de uma parceria com a empresa privada de Elon Musk, a SpaceX.

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NASA
@NASA

Splashdown Hatch opening

Crew egress Follow along with the important milestones as we retrieve @AstroBehnken and @Astro_Doug during the tail end of their historic #LaunchAmerica mission: twitter.com/i/broadcasts/1

0:37

Profile photo, opens profile page on Twitter in a new tab

NASA
@NASA
Our recovery teams are making sure that there are no poisonous fumes around the capsule, both for the safety of @AstroBehnken and @Astro_Doug and the people recovering them from the water. #LaunchAmerica

1:04

A bordo seguiam os norte-americanos RobertL. Behnken e Douglas G. Hurley. Numa cerimónia de despedida a bordo da cápsula, transmitida na televisão pela NASA, Douglas Hurley explicou que estavam a entrar na “fase de entrada, descida e queda de água”, “depois de desacoplarmos”. “As equipas estão a trabalhar muito, especialmente com a dinâmica do clima nos próximos dias pela Florida”, onde aterraram e onde se esperava a chegada do furacão Isaías, acrescentou.

A cápsula irá agora ser recolhida por uma embarcação da SpaceX, onde seguem mais de 40 pessoas a bordo. Os astronautas serão seguidos por médicos e enfermeiros, que integram a tripulação desta embarcação. Toda a equipa teve de seguir um período de isolamento de duas semanas e foi testada para a covid-19, uma das exigências para o contacto com os astronautas. Robert e Douglas deverão depois voar até Houston.

Veja as imagens da NASA em directo:

O presidente norte-americano, que já tinha marcado presença no lançamento do Falcon 9, já reagiu à aterragem. “Astronautas concluíram a primeira amaragem em 45 anos. Muito entusiasmante!”, escreveu Donald Trump na sua conta de Twitter.

O chefe da missão, Chris Cassidy, considerou este um dia “emocionante”, saudando a importância da missão, que garante agora um novo meio de transportar astronautas para o espaço. O desencaixe da Estação Espacial Internacional aconteceu esta madrugada em Portugal e a amaragem no Golfo do México estava prevista para as 14:48 deste domingo (19:48 em Portugal).

Viagem histórica, para o mundo e para as parcerias público-privadas

Esta trata-se da primeira viagem ao espaço a partir de solo americano desde 2011, quando o programa Space Shuttle da NASA foi descontinuado. O presente lançamento integra o Programa Comercial Tripulado da NASA, uma iniciativa que, segundo a SpaceX, “é um ponto de viragem para o futuro da América na exploração do espaço que estabelece as bases para futuras missões à Lua, a Marte e mais além”.

O foguetão Falcon 9 descolou a 30 de Maio de 2020
© EPA/ERIK S. LESSER

Desta vez, a agência espacial optou por não criar a sua nave sozinha e pediu a ajuda do sector privado, para que desenvolvesse uma nave espacial capaz de transportar com segurança astronautas de e para a Estação Espacial Internacional. A cooperação entre a NASA e empresas privadas não é novidade. No entanto, a forma como está a ser feita agora abre oportunidades sem precedentes e o dia 30 de maio de 2020 ficará para sempre na história assinada por uma operação espacial de sucesso.

“Estas empresas são inspiradoras para a NASA e para as pessoas que trabalham nela”, disse ao DN a ex-astronauta Cady Coleman, uma veterana da agência que agora é exploradora global residente da Escola de Exploração do Espaço e da Terra, da Universidade Estadual do Arizona.

Ambas as empresas “podem tomar riscos maiores com o hardware, testar se uma nave mais leve vibra menos, por exemplo.” Se for uma agência governamental a fazê-lo e algo acontecer, haverá uma investigação e um relatório, o que abranda o ritmo de inovação. Para um Elon Musk na SpaceX ou um Jeff Bezos na Blue Origin, as consequências são diferentes. “O facto de as empresas privadas não terem o mesmo escrutínio que a NASA permite-lhes explorar mais livremente”, disse Coleman. “E, ainda assim, estamos a trabalhar todos juntos.”

Acredita ainda que estamos perante “uma nova era de exploração no sentido em que temos agora muitos tipos de entidades espaciais, pessoas, empresas, milionários, governos”, enquanto há algumas décadas o terreno era mais limitado.

Diário de Notícias

DN

spacenews

 

4046: Satélites Starlink destroem completamente foto do cometa NEOWISE; veja a imagem

CIÊNCIA/TECNOLOGIA

Estamos sendo agraciados com a passagem rara do cometa C/2020 F3 NEOWISE nos arredores do planeta — e inclusive os brasileiros já começaram a vê-lo no céu nocturno nesta semana, fazendo belos registos. Este cometa, descoberto em Março, passa por aqui a cada 6.765 anos; ou seja, esta é uma oportunidade única de registá-lo. Contudo, os satélites Starlink, da SpaceX, arruinaram completamente a tentativa de registo de um astro-fotógrafo nas Ilhas Canárias.

Julien Girard, astrónomo do Space Telescope Science Institute, publicou em seu Twitter uma foto para lá de triste, tirada pelo astro-fotógrafo Daniel Lopez. Na imagem, vemos o cometa NEOWISE e sua bela cauda brilhando intensamente, mas o registo foi prejudicado pela passagem dos satélites Starlink bem naquela hora, que deixaram rastros luminosos em toda a imagem. Veja:

Foto do perfil, abre a página do perfil no Twitter em uma nova aba
Julien Girard
@djulik
17 30-second images of the comet added up by @cielodecanarias, completely photobombed by @elonmusk‘s #Starlink satellites. It’s a few hundreds of them right now,there will be a few thousands in the near future. @SpaceX is committed to coating orienting them better but still….

From Daniel López's Facebook: https://www.facebook.com/elcielodecanarias.es/photos/a.224658390885198/4415045628513099/?type=3&theater Cometa y pase de satélites Starlink 😢. . Anoche, tratando de realizar un seguimiento del cometa con un 200mm y la Canon Ra de Canon España, para sumar las imágenes y conseguir más detalle, hubo un pase de satélites Starlink justo delante del mismo. Una pasada y pena ver pasar todos esos puntos luminosos, en total casi 20 imágenes del cometa muestran trazas. Montaré el time lapse en cuanto pueda. La imagen es la suma de 17 fotos de 30 segundos de exposición, por eso se ven tantas trazas. #DanielLopez #elcielodecanarias #canonespaña

O tweet fala que 17 imagens com 30 segundos de exposição foram reunidas pelo astro-fotógrafo, completamente prejudicadas pelos satélites de Elon Musk. “São algumas centenas deles agora, mas haverá alguns milhares no futuro próximo. A SpaceX está empenhada em revesti-los e orientá-los melhor, mas ainda assim…”, lamenta o cientista.

Não é de hoje que a passagem dos “trens” de satélites Starlink pelo céu atrapalham observações astronómicas. Na verdade, esse alerta vem sendo dado pela comunidade científica desde o início do projecto, que lançou o primeiro lote com 60 satélites em maio de 2019. Desde então, provas e mais provas de que os Starlink prejudicam as observações do céu nocturno vêm sendo apresentadas, e Elon Musk vem tentando resolver o problema. Sua empresa chegou a testar um revestimento escuro para verificar se isso seria suficiente a ponto de reduzir a reflexividade de um satélite experimental, o que não deu certo. Depois, tentou colocar visores para desviar a luz reflectida, mas os resultados desse experimento ainda não foram divulgados. No momento há cerca de 540 satélites Starlink em órbita, mas a empresa já tem permissão de lançar 30 mil no total, procurando autorização para que esse número suba a 42 mil.

E se engana quem pensa que a passagem dos Starlink prejudica apenas observações por meio de câmaras e telescópios. Alguns satélites também são visíveis a olho nu, o que acaba gerando confusão nas pessoas em geral, que, ao observarem “objectos se movendo de maneira estranha no céu”, creem estarem observando OVNIs. Esse brilho dos satélites aparece muito mais intenso quando eles estão orbitando a Terra a uma distância mais próxima do que os demais satélites ao redor do planeta, aqueles que não nos atrapalham em nada. Isso acontece quando os Starlink estão a aproximadamente 550 km de altitude, sendo que a órbita usual média para isso é de 20 mil km, enquanto a órbita geo-estacionária fica a 36 km — esta usada por outros tipos de satélites, como os de comunicação e GPS. A SpaceX diz que seus Starlink porventura acabam subindo sua órbita, aos poucos, e vão ficando cada vez menos visíveis durante alguns meses.

Problema recorrente

Essa não é a primeira vez em que a passagem dos satélites Starlink prejudica o registo da passagem de um cometa. Em Abril deste ano, um astro-fotógrafo amador chamado Zdenek Bardon, da República Tcheca, tentou fotografar a passagem do cometa ATLAS, que estava se fragmentando à medida que se aproximava do Sol, e foi surpreendido com sua foto também sendo arruinada com as trilhas luminosas deixadas pelos satélites de Elon Musk.

Destacado em vermelho, o cometa ATLAS. As linhas brilhantes que aparecem na imagem são os rastros deixados pelos satélites Starlink (Foto: Zdenek Bardon)

Conforme ele mesmo explicou na época, Bardon não estava em um local com baixa poluição luminosa para conseguir registar o cometa com uma só tacada, então precisou usar a técnica do empilhamento de imagens — quando se faz diversas exposições individuais, que depois são reunidas para intensificar o brilho de objectos que não ficaram proeminentes em cada uma delas isoladamente. Só que, ao fazer isso, quem também apareceu “de gaiato” foram os satélites Starlink, que deixaram diversas trilhas na imagem final.

Canaltech
Por Patrícia Gnipper
24 de Julho de 2020 às 15h45

 

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4023: NASA já definiu uma data para a Space X trazer os seus astronautas de volta à Terra

CIÊNCIA/NASA/SPACE X

(h) EPA/SpaceX

A NASA definiu o dia 2 de Agosto como data para a empresa privada Space X trazer de volta à Terra os seus dois astronautas que em maio passado acoplaram com sucesso na Estação Espacial Internacional (EEI) numa missão histórica.

Foi precisamente a 30 de maio que se concluiu esta missão duplamente histórica: a Space X do multimilionário Elon Musk fez o seu primeiro voo tripulado, ao passo que a agência espacial norte-americana marcou o fim do contrato dos Estados Unidos com a Rússia para fazer o transporte dos seus astronautas até à estação orbital.

Foi o primeiro voo privado rumo ao Espaço.

Os astronautas da NASA Bob Behnken e Doug Hurley pilotaram com sucesso a cápsula espacial Crew Dragon e acoplaram com sucesso, mas a missão Demo-2 está longe de ser dada como terminada, tal como frisa o portal Futurism.

Os astronautas terão ainda que fazer a sua jornada de regresso no interior da cápsula e a NASA já escolheu uma data provisória: sairão da EEI a 1 de Agosto, com queda marcada no Oceano Atlântico pelas 15 horas do dia 2 de Agosto, segundo a CNBC.

“Desencaixar” da EEI, explodir na atmosfera da Terra durante a descida e mergulhar no Atlântico para depois ser resgatado por um navio próximo – é este o plano definido para trazer de volta Bob Behnken e Doug Hurley no próximo mês.

Não se sabe ainda a hora exacta da partida da EEI, uma vez que o momento dependerá das condições climáticas. Estima-se que seja por volta das 20 horas.

Durante a jornada na EEI, Bob Behnken e Doug Hurely mantiveram-se ocupados a substituir as antigas baterias solares da EEI por baterias de iões de lítio.

ZAP //

Por ZAP
20 Julho, 2020

 

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4016: NASA astronauts set to return to Earth in SpaceX’s Crew Dragon on August 2nd

Bob Behnken and Doug Hurley are coming home soon

Image: NASA

NASA astronauts Bob Behnken and Doug Hurley are tentatively scheduled to return to Earth inside SpaceX’s new Crew Dragon capsule on August 2nd. It’s the same Crew Dragon vehicle that launched the astronauts to space at the end of May — marking the first time a privately made spacecraft had carried people to orbit.

For now, NASA plans for the duo, currently on board the International Space Station, to board the Crew Dragon on August 1st. They’ll then be back on the ground sometime the next day, according to NASA administrator Jim Bridenstine, who noted that weather will be a major factor in the return date. The departure will cap off a two-month stay on the ISS for Behnken and Hurley. While in space, they’ve both been very busy, with Behnken conducting numerous spacewalks to swap out aging batteries on the outside of the International Space Station.

The crew’s return to Earth will also be the last major test of the Crew Dragon, proving whether the vehicle can get people to the ground safely. The capsule has a heat shield, designed to protect its passengers from the intense heat generated as the vehicle plunges through Earth’s atmosphere. The Crew Dragon also sports a suite of four parachutes that deploy once the capsule is closer to the ground. They’re meant to gently lower the vehicle into the Atlantic Ocean, where the spacecraft and its astronauts will then be picked up by a special SpaceX recovery vessel.

If all goes well, the splashdown will bring an end to the Crew Dragon’s first crewed test flight —called Demonstration Mission 2, or DM-2. The test mission will determine if the Crew Dragon is ready to start flying crews of astronauts regularly to and from the ISS. SpaceX’s next flight of the Crew Dragon is currently slated for mid-to-late September and will carry four astronauts to the station. But this return must go well first.

The Verge

 

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3973: Cortiça portuguesa usada em foguetões da Space X

CIÊNCIA/SPACE X

SpaceX

A Corticeira Amorim forneceu a Space X, de Elon Musk, para componentes usados nos foguetões espaciais da empresa, adiantou o presidente da empresa, António Rios Amorim.

“É o nosso maior cliente [deste segmento] neste momento desde que a NASA parou” de lançar os próprios vaivéns, disse o gestor, durante um debate sobre “40 anos de Ciência e Conhecimento: capacitar as empresas para os novos desafios”, organizado pelo INESC, no Porto.

Este segmento de negócio, que faz parte do esforço da corticeira em diversificar actividade, terá rendido entre três e quatro milhões de dólares (1,7 milhões de euros a 2,6 milhões de euros) e é “a aplicação a seguir a rolha que mais traz valor acrescentado”, segundo Rios Amorim.

A empresa, que trabalhava antes com a NASA para fornecer componentes de foguetões que são obrigatoriamente de cortiça, produz as peças nos EUA, por ser mais fácil de certificar, mas a cortiça é portuguesa.

“Discordo da análise e narrativa de que não havia ciência em Portugal e agora é espectacular e as empresas não conseguem usar a ciência. É a narrativa errada”, disse o presidente do Conselho de Administração da Sonae, Paulo Azevedo, citado pela TSF.

“O progresso na ciência foi fabuloso, mas nas empresas também foi muito grande”, acrescentou.

ZAP // Lusa

Por ZAP
7 Julho, 2020

 

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3864: SpaceX quer criar aeroportos no mar para viagens hipersónicas à volta da Terra

TECNOLOGIA/SPACE X

Crédito: SpaceX / Flickr

Empresa garante que foco está no desenvolvimento da nave espacial Starship, mas já começou a recrutar para novos projectos

Primeiro surgiu o anúncio online de recrutamento da SpaceX: “Trabalha como parte de uma equipa de engenheiros e técnicos no desenho e construção de uma instalação operacional de lançamento de foguetões em alto mar”. Não tardou muito até que fosse o próprio director executivo da empresa a confirmar: a SpaceX está mesmo a planear a construção de aeroportos ao largo da costa para voos hipersónicos na Terra, mas também para fora do planeta.

“A SpaceX está a construir portos espaciais super-pesados e flutuantes para viagens a Marte, à Lua e hipersónicas à volta da Terra”, escreveu Elon Musk, na rede social Twitter. Apesar de a SpaceX já ter mostrado este ideia em imagens conceptuais, esta é a primeira vez que a tecnológica assume a vontade de construir bases de lançamento em pleno oceano.

Perante os problemas de logística que este conceito levanta – como transportar os passageiros até ao alto mar, por exemplo –, Elon Musk deu mais tarde a entender, após sugestão de um utilizador do Twitter, que a ideia passa por reaproveitar a estrutura já existente de plataformas petrolíferas como ‘estações’ de transporte de passageiros para os comboios de alta velocidade Hyperloop.

Já sobre os voos hipersónicos no planeta Terra, usando tecnologias aeroespaciais para transportar pessoas de forma rápida entre localizações distantes, Elon Musk diz que serão necessários “muitos voos de teste” antes dos primeiros voos comerciais acontecerem. Quanto aos testes, só deverão começar dentro de dois a três anos, atirou o empreendedor e multimilionário de origem sul-africana.

Depois de ter transportado com sucesso dois astronautas para a Estação Espacial Internacional, tornando-se na primeira empresa privada a fazê-lo, a SpaceX já afirmou publicamente que a prioridade da empresa passa agora por fazer voar a nave espacial Starship, aquela que um dia será usada para transportar humanos para Marte. A empresa tem ainda planos para levar quatro turistas ao Espaço já em 2021.

Exame Informática
17.06.2020 às 15h38
Rui da Rocha Ferreira

 

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3847: SpaceX launched more Starlink satellites on Falcon 9, and three Planet SkySats hitched a ride

Starlink aims to provide internet connectivity on Earth

Falcon 9 launched 58 Starlink satellites and three Planet Skysats to orbit, then returned to Earth. SpaceX

SpaceX launched 58 new Starlink satellites on its Falcon 9 rocket on Saturday morning, and three satellites from Planet tagged along for the ride. The SpaceX satellites are part of its growing Starlink constellation, which it’s building to provide internet connectivity on Earth. The company has permission to launch some 12,000 satellites as part of the project.

The Falcon 9 rocket launched the satellites, then returned safely to Earth, landing on the Of Course I Still Love You drone ship in the Atlantic Ocean.

SpaceX @SpaceX

Falcon 9’s first stage has landed on the Of Course I Still Love You droneship

The Planet satellites are part of that company’s existing SkySat constellation, which includes just over a dozen washing machine-sized craft that generate high-resolution images of our home planet. Three more Planet satellites will go up on SpaceX’s next Falcon 9 Starlink launch in July. Both Planet launches are part of SpaceX’s new SmallSat Rideshare Program, which gives smaller satellite operators a chance to book a ride aboard a SpaceX launch.

Will Marshall @Will4Planet

Launch success! All 3 Skysats in orbit & contacted by ground stations!
– 10 mins to space
– 12 mins to separation
– 18 mins to first ground station contact. Phew!

Thank you @SpaceX @ElonMusk for the beautiful ride!

Here’s two Skysats separating atop the Starlinks! Too cool!

 

SpaceX has opened its Starlink website to allow people to sign up for “updates on Starlink news and service availability in your area.” The company is expected to conduct private beta testing of its internet-providing satellites later this summer, followed by a public beta test.

Two weeks ago, SpaceX launched its first two people into orbit, sending veteran NASA astronauts Bob Behnken and Doug Hurley to the International Space Station in its Crew Dragon capsule.

The Verge

 

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3818: SpaceX’s next Starlink launch will boost three hitchhiking satellites to orbit

SCIENCE/TECHNOLOGY

The washing machine-sized satellites will take pictures of the Earth

Two of Planet’s SkySat satellites hitched a ride on this December 2018 launch of one of SpaceX’s Falcon 9 rockets. SpaceX

In the coming weeks, satellite operator Planet will hitch a ride on one of SpaceX’s Falcon 9 rockets, sending up three of its own small satellites along with 60 of SpaceX’s internet-beaming Starlink satellites. When the gaggle of satellites launch, Planet will be the first to tag along to space as part of SpaceX’s new small satellite ride-share program.

The three Planet satellites going up on this next launch will add to the company’s existing SkySat constellation in low Earth orbit. The constellation is currently made up of 15 spacecraft, each about the size of a washing machine, which generate high-resolution images of the Earth below. Planet plans to round out the fleet with six more satellites: three going up on an upcoming Falcon 9 launch and three more set to fly on another Falcon 9 Starlink launch in July. The company initially announced its plan to launch with SpaceX in mid-May.

It won’t be the first time that Planet has launched SkySats on a Falcon 9 rocket. The company sent up seven satellites, including two SkySats, on a Falcon 9 in December 2018. That launch, known as the SSO-A mission, was a massive ride-share that sent up about 64 satellites all on one rocket. A separate company called Spaceflight brokered that launch, but now SpaceX is working directly with small satellite operators to coordinate ride-shares on the Falcon 9, part of a new program the company announced last year.

Working directly with SpaceX has been a speedy experience, according to Planet. “One of the things that was really nice about working with SpaceX is that they work at a very similar pace as Planet,” Mike Safyan, vice president of launch at Planet, tells The Verge. “We both go fast, and we do a lot of stuff in house which helps enable us to go faster than the typical aerospace project.” Safyan says that the entire process has taken about six months, from originally signing the contract with SpaceX to getting to the launch.

A Planet SkySat getting ready for launch. Image: Planet

SpaceX had plenty of flights for Planet to choose from, Safyan says. SpaceX has permission to launch nearly 12,000 satellites for its Starlink constellation to provide internet connectivity down to the Earth’s surface. To build out the project, SpaceX has been launching its Starlink satellites in batches of 60 per launch, with each flight occurring about once a month in 2020. That provides ample opportunities for small satellites to tag along.

“When you’re working as a ride-share payload, you often have to pick one launch and then you just have to wait for whenever that primary payload is ready,” says Safyan. “And sometimes those delays can add up to three, six, nine, 12 months. It really depends. Whereas with SpaceX, they’re launching Starlink so frequently, and the orbit is just really well matched for what we were looking for for these specific SkySats.”

The three satellites will be situated on top of the stack of 60 Starlink satellites, all packed inside the Falcon 9’s nose cone. Once these three and the next three SkySats launch, Planet will provide a new capability for customers: capturing images of certain spots on Earth up to 12 times in a single day. The six upcoming SkySats are headed to an orbit that will pass over 53 degrees north and south latitude, which will allow for such a high “revisit rate” over these areas. And in other areas of the world, SkySats will be able to capture the same regions up to seven times a day.

This new capability is being rolled out at the same time that Planet is amping up the resolution of its images. The company recently did an “altitude lowering campaign” of its SkySat satellites over the last six months, moving them closer to Earth. That’s helped to improve the resolution of their images from about 2.6 feet (80 centimeters) per pixel to about 1.6 feet (50 centimeters) per pixel. Planet is also releasing a new online dashboard for customers to help them submit requests for this higher-res imagery from the spacecraft.

With just two launches to go, Planet is close to unlocking the full capability of the SkySat constellation with a total of 21 satellites. And Safyan says the company is excited to fly on the Falcon 9 again. As a small satellite operator, Planet has lots of experience launching its satellites on different rockets, but the company said that the announcement of SpaceX’s ride-share program, costing the low price of just $500 per kilogram, was a game-changer. “If we can find a ride-share opportunity that has good pricing and it’s going towards a desired orbit — and we have a pretty good confidence in the schedule — then that’s typically our port of call.”

The Verge

 

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3763: Missão da Space X acoplou com sucesso. Astronautas da NASA já chegaram à EEI

CIÊNCIA/NASA/SAPCE-X

(h) EPA/SpaceX

A cápsula Dragon que transporta os astronautas da agência espacial norte-americana (NASA) já acoplou à Estação Espacial Internacional, após terem partido no primeiro voo privado rumo ao espaço, neste sábado.

Foi às 15:17 (hora de Lisboa) que a cápsula Dragon, da empresa SpaceX do multimilionário Elon Musk, começou a acoplagem à Estação Espacial Internacional (EEI), enquanto sobrevoava uma área de fronteira entre a Mongólia e China.

A acoplagem ficou completa às 15:30. Depois da acoplagem, os astronautas norte-americanos Doug Hurley e Bob Behnken vão ainda demorar cerca de duas horas e 15 minutos a abandonar a cápsula e entrar na EEI.

““Tem sido uma verdadeira honra poder ser uma pequena parte deste empreendimento de nove anos desde a última vez que uma nave dos Estados Unidos acoplou com a EEI”, disse Doug Hurley pouco depois de acoplar na EEI, citado pelo portal Business Insider.

Temos que dar os parabéns aos homens e mulheres da Space X [que trabalharam] em Hawthorne, McGregor e no Kennedy Space Center. Os seus esforços incríveis ao longo dos últimos anos não pode ser subestimados”, continuou.

NASA @NASA

Docking confirmed! @AstroBehnken and @Astro_Doug officially docked to the @Space_Station at 10:16am ET:

O lançamento estava inicialmente previsto para esta quarta-feira, mas as condições meteorológicas acabaram por adiar o evento para este sábado.

Este foi voo histórico, marcando momento importantes quer para a NASA quer para a empresa privada Space X do multimilionário Elon Musk. A Space X fez o seu primeiro voo tripulado, ao passo que a NASA marcou o fim do contrato dos Estados Unidos com a Rússia para fazer o transporte dos seus astronautas até à estação orbital.

A NASA contratou a SpaceX e a Boeing, em 2014, ao abrigo de contratos que totalizam sete mil milhões de dólares. Ambas as empresas lançaram as suas cápsulas de tripulação no ano passado com manequins de teste. O SpaceX’s Dragon cumpriu todos os seus objectivos, enquanto a cápsula Starliner, da Boeing, acabou na órbita errada e quase foi destruída devido a múltiplos erros de software.

Como resultado, o primeiro voo do Starliner com astronautas não é esperado até ao próximo ano. Desde que retirou o vaivém espacial em 2011, a agência espacial norte-americana tem confiado nas naves espaciais russas, lançadas do Cazaquistão, para levar os astronautas americanos de e para a estação espacial.

Fez-se história. Foguetão da SpaceX lançado com sucesso rumo à EEI

O primeiro foguetão concebido e construído por uma empresa privada, a SpaceX, de Elon Musk, levando a bordo dois astronautas…

ZAP // Lusa

Por ZAP
31 Maio, 2020

 

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3760: Fez-se história. Foguetão da SpaceX lançado com sucesso rumo à EEI

ESPAÇO/SPACE-X/NASA

Erik S. Lesser / EPA

O primeiro foguetão concebido e construído por uma empresa privada, a SpaceX, de Elon Musk, levando a bordo dois astronautas foi lançado este sábado na presença do Presidente do Estados Unidos, Donald Trump.

O lançamento decorreu às 15h22 locais (20h22 em Lisboa).

A descolagem decorreu na perfeição, segundo escreve o semanário Expresso, e o voo prossegue agora rumo à Estação Espacial Internacional (EEI) com os astronautas Doug Hurley e Bob Behnken a bordo do foguetão.

Este é um voo histórico, marcando momento importantes quer para a NASA quer para a empresa privada Space X do multimilionário Elon Musk. A Space X fez o seu primeiro voo tripulado, ao passo que a NASA marcou o fim do contrato dos Estados Unidos com a Rússia para fazer o transporte dos seus astronautas até à estação orbital.

É absolutamente uma honra fazer parte deste enorme esforço para levar os Estados Unidos de volta ao mercado de lançamentos”, confessou Doug Hurley, minutos antes de descolar, citado pelo portal Business Insider.

O administrador da NASA, Jim Bridenstine, mostrou-se emocionado durante as declarações que prestou depois de o foguete ter entrado em órbita.

“Estou a dar um suspiro de alívio, mas também direi que não comemorarei até que o Bob e o Doug estejam em casa em segurança (…) Já ouvi estes barulhos antes, mas é todo um sentimento diferente quando é a nossa equipa no topo deste foguete”.

Os astronautas norte-americanos deverão demorar 19 horas a chegar à EEI.

O lançamento estava inicialmente previsto para esta quarta-feira, mas as condições meteorológicas acabaram por adiar o evento para este sábado.

Eddy @eddymessiah2

GOOSEBUMPS, congrats America 🇺🇲 #SpaceX #LaunchAmerica

A agência espacial, norte-americana tentou desencorajar os espectadores a assistirem ao lançamento, por causa da pandemia de covid-19, e limitou severamente o número de funcionários, visitantes e jornalistas dentro do Kennedy Space Center.

No entanto, na nova paragem turística reaberta do centro, os 4.000 bilhetes para o lançamento foram todos comprados em poucas horas.

A NASA contratou a SpaceX e a Boeing, em 2014, ao abrigo de contratos que totalizam sete mil milhões de dólares. Ambas as empresas lançaram as suas cápsulas de tripulação no ano passado com manequins de teste. O SpaceX’s Dragon cumpriu todos os seus objectivos, enquanto a cápsula Starliner, da Boeing, acabou na órbita errada e quase foi destruída devido a múltiplos erros de software.

Como resultado, o primeiro voo do Starliner com astronautas não é esperado até ao próximo ano. Desde que retirou o vaivém espacial em 2011, a agência espacial norte-americana tem confiado nas naves espaciais russas, lançadas do Cazaquistão, para levar os astronautas americanos de e para a estação espacial.

Astronautas da NASA já se preparam para voo histórico a bordo do foguetão da Space X

Dois astronautas da NASA já estão a equipar-se para o lançamento histórico de um foguetão concebido e construído pela empresa…

ZAP // Lusa

Por ZAP
30 Maio, 2020

 

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3754: SpaceX prepara-se para teste decisivo na exploração espacial privada

CIÊNCIA/TECNOLOGIA

Os astronautas Bob Behnken e Doug Hurley (à frente) durante a simulação de voo da SpaceX. Foto: SpaceX

Se tudo correr bem após o teste de hoje, quarta-feira, a SpaceX, uma das várias empresas da galáxia de Elon Musk, poderá tornar-se na primeira companhia espacial do sector privado a conseguir completar uma fase decisiva: colocar humanos em órbita num veículo próprio.

Mais de 50 anos depois de o Homem ir à Lua, as idas até à Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) podem não representar o mesmo desafio ou ter a mesma magia, mas para a SpaceX é uma verdadeira prova de fogo. No ano em que atinge a maioridade, a empresa de exploração aeroespacial criada por Elon Musk poderá tornar-se na primeira empresa privada a conseguir ultrapassar com sucesso a saída da Terra e acoplagem à ISS, num veículo totalmente novo.

A fasquia está alta e vários factores, como a meteorologia e a tecnologia, entram em cena para ditar o sucesso da missão que, em conjunto com a NASA, a SpaceX lançará esta quarta-feira a partir do Cabo Canaveral, na Florida. Quando o relógio marcar as 16h33 na Florida (21h33 em Portugal Continental), os astronautas da NASA Bob Behnken e Doug Hurley sairão da atmosfera terrestre para executar a missão Demo-2 e, se não existirem problemas a bordo, chegarão à ISS 19 horas depois. A dupla é composta por astronautas veteranos, que há mais de dois anos estão a trabalhar com a NASA e a SpaceX nesta missão, integrada no programa Commercial Crew da agência norte-americana.

A indústria estará de olhos postos neste teste na organização de Musk, que tem como grande objectivo perceber se todo o trabalho e dinheiro investido num veículo criado por uma empresa aeroespacial privada consegue aguentar a pressão. Caso seja bem-sucedida, será um marco para a indústria aeroespacial comercial e um abrir de portas para o turismo espacial, que não tem escondido a vontade de explorar o Espaço.

Por outro lado, representará também outro nível de independência para a NASA, após o fim do Space Shuttle, em 2011. Há quase nove anos que todas as viagens de astronautas da NASA e parceiros até à ISS são feitas a partir de uma cápsula russa, a Soyuz, com capacidade para três pessoas. Desde 2011 que não são feitos lançamentos a partir dos Estados Unidos e a agência espacial norte-americana paga uma pesada factura, já que esta é a única opção disponível – cerca de 80 milhões de dólares por cada astronauta.

SpaceX está a trabalhar há seis anos na cápsula que levará os dois astronautas, que recebeu o nome de Crew Dragon. Não será a primeira vez que esta cápsula faz este tipo de missões, mas é uma estreia com humanos a bordo – e logo dois. Em Março de 2019, a SpaceX conseguiu levar Ripley, uma boneca astronauta recheada de sensores até à ISS para testar o sistema de acoplagem da cápsula. Ripley, batizada em jeito de homenagem à personagem Ellen Ripley do filme de 1979 Alien, regressou sã e salva à Terra, mas a missão com humanos é mais desafiante, numa missão em que tudo é novo – a cápsula, os painéis, fatos, etc. Ripley serviu para a SpaceX perceber e tentar replicar o comportamento do corpo humano a bordo da cápsula, mas a resposta dos dois astronautas, por mais experientes que sejam, é ainda imprevisível.

Ripley, ao canto, durante o teste da SpaceX em 2019.

Mais tarde, após o teste com a boneca, a SpaceX experimentou, também com sucesso, o sistema de emergência da cápsula. Mas nem tudo é um mar de rosas neste percurso: também

houve falhas e até explosões ao longo destes anos e adiamentos consecutivos de testes. No final, tudo foi apontado pela SpaceX como “presentes” e aprendizagens para chegar àquilo que defendem ser um veículo mais seguro, fortemente escrutinado pela NASA.

Ultrapassar as rivais

Quando a NASA lançou o programa Commercial Crew, há alguns anos, atribuiu 3,14 mil milhões de dólares à SpaceX e 4,8 mil milhões à Boeing para que as duas empresas desenvolvessem o seu próprio veículo alternativo. Contrariando a habitual filosofia – a NASA usará os veículos mas não será proprietária dos mesmos -, a agência estabeleceu que até 2024 as duas empresas precisam de conseguir completar com sucesso seis viagens com quatro astronautas cada.

Embora ambas tenham ultrapassado contratempos, a SpaceX conseguiu chegar primeiro a esta fase decisiva, mostrando que, pelo menos por agora, está um passo à frente nesta disputa. A actual crise que a Boeing atravessa, iniciada com a queda dos aviões 737 Max, continua a gerar dúvidas sobre quando é que a empresa poderá fazer um teste com humanos. Neste momento, a empresa está ainda a corrigir aspectos técnicos na cápsula Starliner, que foi testada em Dezembro de 2019.

No contexto do programa criado pela NASA para levar humanos até à ISS e aliviar a dependência de outros países, a SpaceX tem apenas uma rival mas, se se olhar para o sector das empresas privadas de exploração espacial há margem para outros concorrentes de peso, como por exemplo a Blue Origin, de Jeff Bezos, o dono da Amazon.

Um lançamento no meio de uma pandemia

A pandemia de covid-19 veio tirar à SpaceX alguma da pompa e circunstância esperada num momento como este. Se outrora seria expectável alguma aglomeração nas redondezas para assistir ao lançamento, agora, com os EUA como um dos países mais afectados pela covid-19, as deslocações são desaconselhadas. Toda a missão terá de cumprir questões de distanciamento social, inclusive para quem fica em Terra a prestar auxílio.

Sendo também dono da empresa de veículos eléctricos Tesla, seria de esperar que Elon Musk quisesse cimentar a presença de outra das suas criações neste momento. Assim, a viagem dos astronautas até ao foguetão Falcon 9, que lançará a cápsula para o Espaço, será feita num Tesla Model X decorado com a identidade visual da NASA.

Curiosamente, o lançamento será feito a partir do Launch Complex 39A, um local representativo para a exploração espacial norte-americana. Foi de lá que, no final dos anos 60, foi feito o lançamento do Saturn V, que em 1969 levaria a humanidade até à Lua e de onde partiram as primeiras e últimas missões do Space Shuttle.

A dupla de astronautas entrará depois na cápsula e, já com Behnken e Hurley a bordo, será feito o abastecimento de combustível – algo que é controverso para a comunidade, preocupada com o risco de explosão.

Se tudo correr como previsto, doze minutos depois do lançamento a cápsula entrará em órbita e, já no dia seguinte, a dupla chegará até à Estação Espacial Internacional, onde estão Chris Cassidy e os astronautas russos Anatoly Ivanishin e Ivan Vagner. De acordo com os meios especializados, a NASA ainda não terá tomado a decisão sobre quanto tempo é que Behnken e Hurley ficarão a bordo da ISS; mas é expectável que a estadia dure alguns meses. Ainda assim, a permanência na ISS será limitada, já que a cápsula Crew Dragon tem um tempo de vida limitado no Espaço. Quando for tempo de regressar à Terra, a cápsula fará a separação da ISS e arrancará a viagem de regresso. Mais tarde, é previsto fazer uma aterragem no Atlântico, na costa da Florida.

Será possível acompanhar o lançamento deste momento que promete ditar o destino da SpaceX através dos canais oficiais da NASA.

dn_insider
Quarta-feira, 27 Maio 2020
Por Cátia Rocha

 

spacenews

 

3670: Former astronaut and SpaceX consultant on creating a new crewed spacecraft: ‘We were really the underdogs’

SCIENCE/SPACE

SpaceX’s upcoming crewed launch will be “really intense” for Garrett Reisman

For former NASA astronaut Garret Reisman, SpaceX’s May 27 launch of the company’s first human passengers to space is going to be a very personal moment. Reisman worked at SpaceX for years, helping the company win NASA contracts and overseeing operations of SpaceX’s Dragon spacecraft — both the new crewed version, and its predecessor, which brought cargo to the International Space Station.

Reisman left SpaceX in 2018 to become a professor at the University of Southern California, but he’s maintained contact with the company as a consultant. Soon, he’ll be watching when his friends, NASA astronauts Bob Behnken and Doug Hurley, fly on the vehicle he helped develop at SpaceX. “When there’s somebody on there that I know — emotionally, psychologically it changes everything,” Reisman tells The Verge.

At the start of his journey with SpaceX, “We had a lot of competition from around the industry, and we had a little tiny team, and we were really the underdogs,“ Reisman says. Now, the company is set to be the first commercial venture to launch people to the International Space Station. He spoke to us about how he’s feeling ahead of the launch, and what it was like to work on the Commercial Crew Program.

This interview has been edited for length and clarity.

As an astronaut you’ve flown on the Space Shuttle, but during the time that you were flying in the 2000s, the commercial space industry was in a very different place than it was today. What inspired you to get involved with commercial space and SpaceX?

My real first exposure was when we were getting ready to launch on STS-132 in 2010. We had a delay because of rain, and the ground was too soggy for us to roll [Space Shuttle] Atlantis out to the pad. So we had this day off, which is like a miracle, and they asked us what we wanted to do. And we said, “Well, we heard about this company SpaceX, and we heard that they’re renovating this old launch pad over at the Cape Canaveral Air Force Station. Can we go over and take a look?”

The whole crew went. We walked around that launch pad, and it suddenly hit me that this was a real, serious endeavor — that it wasn’t just a bunch of hobbyists. In a very short period of time, they had taken this old launch pad and completely converted it for a brand new rocket and were getting ready to launch in very short order. They were doing stuff in months that would have taken NASA, at the time, years.

Garrett Reisman (second from right) stands with his crew in Cape Canaveral, after landing STS-132 Image: NASA

I decided after we came back from that flight to check it out further, and I called up an old friend and colleague Ken Bowersox, who was working in Hawthorne for SpaceX. He gave me a tour around the Hawthorne facility, and I wanted to be a part of it. That’s why I made the decision that I really wanted to stop being an astronaut — which is a hard thing to do, because it’s a great gig — and to be part of this new industry.

What did you initially come on to do at SpaceX and how did you get involved with the Commercial Crew effort?

When I was first hired, I never even got a job description. It was actually really fortunate, because it changed on Day 1. I think my title was Safety and Mission Assurance Engineer — something completely generic and innocuous. It was just an excuse to get me in the door. On the very first day, like right after I got my badge, I got told that Elon wanted to meet me.

He says, “Hey, you know we just put in for a proposal for CCDev 2,” which was the second round of [development contracts for] NASA’s Commercial Crew Program. He says, “You know, we’re supposed to hear next month whether or not we won. If we win, I need somebody to run that program. Do you think you can do that?”

And I was like, “Sure! You know, how hard can that be?” Which was really stupid of me, because it was really hard, and I had no idea what I was getting into. I was so naive. And then a month later in April, we won the contract and we got off and running.

What were the struggles involved taking the cargo version of Dragon and turning it into a crew vehicle?

The intent to do that was there from the very beginning. The first [cargo] Dragon that ever went to space, which is still hanging above our mission control in Hawthorne, had windows on it. Obviously a bunch of toothpaste and food doesn’t need to look out the window. But the desire was there from the very beginning.

Reisman at SpaceX’s headquarters in Hawthorne, California Image: SpaceX

There were also a lot of cultural challenges and certification challenges. With cargo, which was kind of an experiment, NASA was really focused just on one very narrow risk, which is the risk that once [Dragon] got to the space station, that we might damage it or cause some harm. So they scrutinized very carefully everything Dragon was going to do and every part of Dragon that affected its ability to operate safely around the space station. But the rest of it, they didn’t really care very much. The Falcon 9 [rocket], you know, it was up to the FAA to certify that we weren’t going to do anything really bad and hurt the uninvolved public. As far as the reliability of the rocket, NASA wasn’t really concerned about that.

They really just wanted to know if your “car” was going to dent the other car when it parked.

Yeah, as long you don’t dent my car, it’s okay!

But once you start talking about putting NASA astronauts on it, like we’re going to do, then everything changes. Now, it’s not just what the spacecraft does when it’s really close to the station, it’s the spacecraft, and the rocket, and the boat that picks the crew up, and the car that takes them to the launch pad — it’s what everything does. Because now we have to protect the safety of these astronauts from the moment they get turned over to SpaceX to the moment we turn them back over to NASA at the very end of the mission. So the scope of NASA scrutiny and certification went up several orders of magnitude.

We had to overcome some cultural differences. We were this Silicon Valley-type company with that kind of an ethos, and NASA was a government bureaucracy. They had different ways of looking at the world, and we needed these two organizations to really work together. It was a challenge in the beginning. I want to emphasize that we got there, and now NASA and SpaceX, as we get ready to launch Bob and Doug, it’s amazing to me to see how closely they’re working together and how well they communicate and get along. It’s come a long, long way, and it’s immensely gratifying to me to see that.

Did you feel like you kind of spoke NASA talk that helped to bridge that gap between the Silicon Valley culture and the NASA culture?

If I had a job description, you wouldn’t see it written in there, but really that was probably one of my most important and most challenging roles, was trying to bridge that gap. It’s why I’m saying I’m so gratified to see that we finally got there. I’m not taking all the credit by any means, because I left two years ago, and there’s been tremendous progress since then. But the contributions I made in that regard are something I’m pretty proud of.

I know that there’s been a lot of scrutiny on the parachutes — those have seen a lot of testing. Would you say those were the biggest hurdles to overcome, or were there other technical aspects that proved to be challenging?

We did end up doing a lot of parachute testing, and so that was a big focus. The Draco [engines] are the same, but everything else in that system, especially the SuperDraco thrusters — the tanks, the pressurization system, the plumbing, the valves — everything was a big step up in complexity.

SpaceX

The communication system — the antennas are totally different. The solar panels — we had deployable solar panels, now we have conformal mounted solar panels, so that was a big redesign. And the whole launch escape system — not just the SuperDracos — but the guidance, navigation, and control that goes along with that, and trying to figure out how to make that work and be as safe as possible. We have a nosecone on Dragon 2 that opens and closes that we didn’t have on Dragon 1. The docking system — there’s another one — we had to design and build our own docking system, because the one that NASA wanted to provide for us really required too much power. It was too heavy, and it was too expensive. So we decided to make our own and my hat’s off to the team that designed that, because that system is really very elegant, very simple, but very capable.

It sounds to me that Dragon 2, while it has some elements of Dragon 1, it’s almost a completely new vehicle.

Yes, though a lot of the lessons we learned, especially operating Dragon 1 were definitely incorporated into Dragon 2. So if we had to do Dragon 2 from a blank sheet of paper, it would have been a lot harder.

Being able to try things out with Dragon 1 was unbelievably valuable to us. It even extended to the life support systems, which you wouldn’t think of. I mean, why would a cargo vehicle need a life support system? Well, you still need to control the pressure inside this pressurized vehicle. And we did fly rodents for science experiments. That enabled us to actually test out components of the life support system we would use on Dragon 2, obviously in miniature scale.

What was it like at the company when there were failures trying to get to this point? Like with last year’s failure, what did those moments teach you and those at SpaceX as you were developing these vehicles?

I was no longer full time when we had that last failure, but I was a consultant, and I remember going in right after that happened. It really hit them pretty hard, because everybody’s viewing it through the prism of “we’re about to put people on this thing.” People started internalizing the gravity of what we’re about to do and how serious we need to be about safety and reliability of the vehicle.

What I told them was that we should look at that last accident we had during ground testing as a gift, because nobody got hurt, and we learned an extremely valuable lesson. We had a flaw in the design that was previously undetected. But now we know that it is there, and we can fix it. You know, we had flaws in the design of the Space Shuttle — two major flaws — and we had astronauts die before we fixed them. We had to learn those lessons about flaws in the vehicle that were potentially catastrophic in an extremely painful manner.

You’ve been so close to this program since day one, what is it like seeing it finally come to fruition after all this time?

It’s huge. I gave seven years of my life, working as hard as I could to try to get to this point. And now that it’s really happening, it’s unbelievably exciting and I think even more so, because I know Bob and Doug. On top of all my other involvement with this thing, I consider both of them my friends— especially Bob because we were graduate students at Caltech back before either one of us had even submitted an application to be an astronaut. Bob and I actually flew our first mission together on Endeavor. So we go way back, and Doug’s wife, Karen [Nyberg], was on the space station with me when she came up on STS-124.

NASA astronauts Doug Hurley (L) and Bob Behnken (R) training ahead of the SpaceX launch Image: NASA

I’ll never forget the first time I saw a Space Shuttle launch with people inside whom I knew. I saw lots of Space Shuttle launches, but I never knew any of them. They were just people I’d seen on television or from afar. But when there’s somebody on there that I know — emotionally, psychologically it changes everything. And when you know somebody as well as I know Bob and Doug and having been involved in this effort for seven years, it’s gonna be really intense.

The Verge

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3629: NASA escolheu a SpaceX, Blue Origin e Dynetics para levar os seus astronautas à Lua

CIÊNCIA/ESPAÇO

Os planos da NASA estão bem definidos. Assim, em 2024 a agência espacial quer voltar à Lua e colocar novamente os seus astronautas no satélite natural da Terra. Nesse sentido, a NASA vai contratar empresas que vão tratar de todo o processo e agilizar os meio necessários.

Para tornar as missões Artemis numa realidade, a agência espacial revelou agora quais empresas que vão avançar e criar as suas propostas. As escolhidas foram a SpaceX, a Blue Origin e a Dynetics, que seguem agora para o próximo estágio.

Já se conhecem os finalistas da viagem à Lua

Foi no final da semana passada que a NASA revelou quais as empresas que irão avançar consigo para a criação dos módulos lunares das missões Artemis. Segundo as informações disponibilizadas, são 3 empresas que têm agora que desenvolver e maturar as suas propostas para novas avaliações.

A escolha, tal como previsto, recaiu sobre a SpaceX, Blue Origin e Dynetics. Contudo, estranhamento, houve uma empresa que ficou de fora. Falamos da Boeing, que esteve nos testes iniciais com a sua proposta e que seria uma das empresas quase óbvias.

Proposta da SpaceX

Os planos da NASA para o projecto Artemis

Conforme as ambições da nação, a criação destes módulos de alunagem é essencial para o sucesso destas missões da NASA, que vão levar a primeira mulher à Lua, acompanhada de outro astronauta. Este é um regresso importante dos EUA ao satélite natural da Terra.

Mesmo sendo uma proposta que vai contra os planos iniciais, esta deverá mesmo ser uma realidade em 2024. A ideia definida passava pela criação de uma estação lunar a orbitar o satélite natural da Terra.

Proposta da Blue Origin

SpaceX, Blue Origin e Dynetics são as escolhidas

A proposta da SpaceX assenta na sua nave Starship, que está a ser desenvolvida há alguns anos. O seu desenho está criado para permitir que alune com suporte do seu motor e que desça os astronautas por um elevador.

No caso da Blue Origin, a sua proposta é o Integrated Lander Vehicle (ILV), que é baseado no Blue Moon, que a empresa apresentou no ano passado. A construção ficará a cargo de várias empresas distintas.

Proposta da Dynetics

Dento de 1 ano será feita a escolha pela NASA

Por fim, a Dynetics tem como proposta o Dynetics Human Landing System. Fabricado por várias empresas, destaca-se pelos seus 2 painéis solares. As 2 últimas propostas vão ser colocadas na Lua pelo Space Launch System (SLS), que está a ser desenvolvido pela NASA e por um grupo de empresas, liderada pela Boeing.

Estas 3 empresas vão agora receber 967 milhões de dólares, divididos entre si. Assim, este dinheiro será usado para melhorar o design das suas propostas. Segundo as regras, estas propostas serão avaliadas dentro de 1 ano e vão dar origem à escolha final que será a base das missões Artemis.

Fonte: NASA
pplware
03 Mai 2020

 

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3627: Já há data (e hora) para o primeiro voo tripulado da Space X

CIÊNCIA/ESPAÇO

Space X

A agência espacial norte-americana (NASA) anunciou recentemente a data e a hora do primeiro lançamento tripulado com a nave Crew Dragon, da empresa SpaceX, rumo à Estação Espacial Internacional (EEI).

A empresa do multimilionário Elon Musk, que se estreará desta feita nos voos tripulados, levará os astronautas da NASA Robert Behnken e Douglas Hurley até à EEI a 27 de maio por volta das 21h23, no fuso horário de Lisboa.

O lançamento será feito feito com foguete Falcon 9, também da Space X, a partir do complexo de Lançamento 39A no Centro Espacial Kennedy, no estado norte-americano da Florida, detalha o portal New Atlas.

Este será um voo certamente histórico: a Space X fará o seu primeiro voo tripulado, ao passo que a NASA marcará o fim do contrato dos Estados Unidos com a Rússia para fazer o transporte dos seus astronautas até à estação orbital.

Desde 2011, recorda o portal CanalTech, a NASA depende da agência espacial russa (Roscosmos) para realizar voos tripulados a bordo dos foguetes Soyuz, pagando cerca de 90 milhões de dólares por cada lugar a bordo. Por norma, leva dois astronautas.

Os lançamentos da Space X são mais em conta: custam 60 milhões de dólares por lugar. São 30 milhões que separam os serviços da empresa de Musk da Roscosmos. A Space X consegue fazer preços muito mais baixos porque trabalha com foguetões 80% reutilizáveis.

Recentemente, a Roscosmos anunciou que os seus voos ficarão 30% mais barato, numa tentativa de “concorrer” em pé de igualdade com a empresa privada norte-americana.

Apesar do voo histórico, o lançamento não contará com público no complexo de lançamento ao contrário do que é habitual. A NASA disse recentemente que os aficionados devem seguir o evento a partir das suas casas por causa da pandemia de covid-19.

NASA volta ao espaço em voos tripulados com a Boeing e a SpaceX

A Agência Nacional para a Aeronáutica e o Espaço, NASA, que desde o fim do programa Space Shuttle, em 2011,…

ZAP //

Por ZAP
2 Maio, 2020

 

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3610: Rede de satélites Starlink começará os testes beta ainda este ano

TECNOLOGIA/ESPAÇO

oninnovation / Flickr

O CEO da Space X, Elon Musk, anunciou esta semana que os testes beta à rede de satélites Starlink, que pretende dotar com Internet regiões mais isoladas e rurais do mundo, começarão ainda no decorrer deste ano.

De acordo com o CNet, que cita o empresário, o projecto de rede de banda larga global começará os seus testes beta privados dentro de três meses, avançado três meses depois para os testes beta públicos, que deverão ocorrer a norte.

Numa resposta a um utilizador do Twitter, Elon Musk, que é também CEO da Tesla, disse que a Alemanha se encontra suficientemente a norte, o que poderá significar que grande parte do norte da Europa e do Canadá serão elegíveis para testar o serviço.

Esta quarta-feira, e empresa lançou o sétimo lote com mais 60 mini-satélites para órbita. Ao todo, a constelação conta agora com 420 destes dispositivos.

A iniciativa pretende colocar 42.000 satélites em órbita para fazer chegar Internet a todos os cantos do mundo. “A Starlink oferecerá Internet de banda larga de alta velocidade para locais onde o acesso não é confiável, caro ou está completamente indisponível“, escreveu a empresa de Musk no Twitter a 22 de Abril.

De acordo com o portal TechCrunch, a Space X está também a trabalhar para resolver o problema do brilho excessivo dos satélites. Esta informação surge depois de vários astrónomos e outros especialistas acusarem Musk de “poluir” os céus, defendendo que as observações astronómicas estavam a ser colocadas em causa.

Rússia diz que a Starlink de Musk está a arruinar as fotografias espaciais (e vai fazer queixa à ONU)

A Academia de Ciências da Rússia vai fazer queixa junto das Nações Unidas sobre a constelação de satélites de Elon…

ZAP //

Por ZAP
27 Abril, 2020

 

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3604: SpaceX’s future deep-space rocket passes key test, paving the way for short flight

CIÊNCIA/ESPAÇO

Finally, a Starship prototype survives a cryo test

SpaceX’s fourth Starship prototype prior to cryogenic proof testing. Photo by Elon Musk

This weekend, SpaceX successfully passed a big milestone in the development of its next-generation deep-space rocket called Starship, which is designed to one day send cargo and people to the Moon and Mars. Overnight on Sunday, a prototype of the rocket underwent a super cold pressure test in Texas and remained intact on the test stand, paving the way for this particular vehicle to fly to a low altitude in the upcoming weeks.

Passing this test is a major step for SpaceX since this same test has destroyed other Starship prototypes in the past. Known as a cryogenic proof test, it entails filling the vehicle with incredibly cold liquid nitrogen to see if the vehicle can handle the same types of temperatures and pressure it’ll have to deal with when it’s filled with super cold propellants for launches. SpaceX lost three previous vehicles during these cold pressure tests; the prototypes either burst apart or imploded while on the test stand at SpaceX’s facility in Boca Chica, Texas. SpaceX CEO Elon Musk said that this test was a bit of a “softball” pressure test, but it was enough to proceed with flight tests.

Elon Musk @elonmusk

SN4 passed cryo proof!

 

Engineers will install SpaceX’s newly developed Raptor engine onto the base of the prototype this week. The company will then ignite the Raptor while restraining the vehicle to see if the engine is working properly. SpaceX developed the Raptor engine specifically for Starship, and the final design of the rocket calls for six of these engines to power the vehicle. But SpaceX will only use one Raptor on this prototype, with plans to increase that number on future vehicles. The next prototype will get three Raptor engines, according to Musk.

Once the Raptor is tested properly on this prototype, it’ll be time for this vehicle to catch some air. SpaceX intends to fly the prototype up to an altitude of 492 feet, or 150 meters, and then land it back down on the ground in one piece. It’d be a short “hop” test, meant to test the vehicle’s ability to take off and then use its engine to touch down gently afterward. This type of propulsive landing is how SpaceX lands its Falcon 9 rockets after launch, and it’s the same technique that the Starship is supposed to use when it lands back on Earth after launch or when it lands on other worlds — such as the Moon or Mars.

SpaceX conducted a similar hop test back in August with a very early prototype of Starship called Starhopper. That vehicle did not resemble the final design of Starship, looking more like a water tower with landing legs. But this new prototype should be more similar in size and shape to Starship when it flies, though it’ll still be missing some hardware that the final design will have. Musk claims everything should be “physically ready” for the hop test in a few weeks, but regulatory approvals from the Federal Aviation Administration “may take longer.”

Meanwhile, SpaceX is still updating the design of Starship and implementing changes on future vehicles. Production of the next Starship prototype is already underway as the company continues to develop this rocket at a rapid pace in Boca Chica.

The Verge

 

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3572: NASA sets date for SpaceX’s first passenger flight on Crew Dragon

SCIENCE

Even during a pandemic, people are still launching

NASA and SpaceX are now targeting May 27th for the first crewed flight of SpaceX’s Crew Dragon — a newly developed vehicle designed to take astronauts to the International Space Station. The demonstration mission, which will carry two NASA astronauts to orbit, will mark the first time people have launched from American soil since the end of the Space Shuttle program in 2011.

This flight has been in the making for years, ever since NASA selected SpaceX and rival Boeing to develop new spacecraft to ferry astronauts to and from the ISS as part of the Commercial Crew Program. SpaceX has been transforming its Dragon cargo capsule —which has been taking supplies to the ISS for years — into a vehicle that can carry people. After six years of development, as well as various testing successes and failures along the way, the capsule is ready to finally carry its first passengers on a flight test. NASA astronaut Doug Hurley will serve as the spacecraft commander while NASA astronaut Bob Behnken will be the joint operations commander.

Of course, the date for the mission comes at an incredibly difficult time as the world is still battling the COVID-19 pandemic. The launch is set to take place from NASA’s Kennedy Space Center in Cape Canaveral, Florida. On April 1st, Florida Gov. Ron DeSantis issued a stay-at-home order for residents in the state to help combat the spread of COVID-19. Meanwhile, NASA has issued mandatory telework policies at all of its centers, with exceptions for essential personnel. However, the space agency says it is monitoring the pandemic as it prepares for the launch.

“NASA is proactively monitoring the coronavirus (COVID-19) situation as it evolves,” NASA said in a statement issued in March, when it sent out a call for press to cover the launch. “The agency will continue to follow guidance from the Centers for Disease Control and Prevention and the agency’s chief health and medical officer and communicate any updates that may impact mission planning or media access, as they become available.”

Regardless of who is there to see it, the first crewed flight for the Crew Dragon is a huge deal for both NASA and SpaceX. It’ll mark the first time that SpaceX has launched people on any of its vehicles, and the launch will help verify if the Crew Dragon is ready to start regularly doing flights to and from the ISS. The flight will also help end NASA’s reliance on Russia, which is the only country currently capable of sending astronauts to the ISS. A lot is riding on this mission, even if the timing is not ideal.

The Verge

 

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3447: SpaceX quer levar quatro turistas ao Espaço já em 2021

CIÊNCIA/TECNOLOGIA/ESPAÇO

Crédito: SpaceX / Flickr

Empresa liderada por Elon Musk vai fazer os voos nas cápsulas Dragon preparadas para o transporte de astronautas

A SpaceX quer levar quatro turistas ao Espaço, numa viagem à volta da Terra, entre o final de 2021 e início de 2022. O plano foi revelado nesta terça-feira e para isso a tecnológica fechou uma parceria com a Space Adventures, especializada no transporte de turistas espaciais – foi a empresa responsável por levar sete cidadãos até à Estação Espacial Internacional (ISS na sigla em inglês) em aeronaves russas.

Há pormenores importantes que ainda não são conhecidos – como o processo de selecção dos candidatos, o treino para o voo espacial e o preço que essa viagem pode custar –, com as empresas apenas a revelarem que as viagens vão ser feitas a bordo da versão das cápsulas Dragon desenhada para transportar astronautas até ao espaço.

Segundo a publicação CNBC, os voos vão ser realizados a partir do estado da Florida, nos EUA, e cada viagem deverá ter uma duração de cinco dias. Os voos de turismo espacial não vão acoplar na ISS e vão apenas orbitar o planeta Terra, numa altitude estimada entre os 800 e os 1200 quilómetros – entre duas a três vezes mais do que a altitude de órbita da ISS.

“Esta missão histórica vai abrir caminho para tornar os voos espaciais possíveis a todas as pessoas que sonharam com eles e estamos satisfeitos por trabalharmos com a equipa da Space Adventures na missão”, disse Gwynne Shotwell, directora de operações da SpaceX, em comunicado.

Ao abrir-se ao turismo espacial, a SpaceX passa a concorrer de forma mais directa com a Virgin Galactic e a Blue Origin, duas empresas que estão a trabalhar em veículos de voo sub-orbital e orbital que têm como principal objectivo transportar humanos até ao espaço.

O plano para levar quatro turistas à órbita terrestre surge poucas semanas antes de a SpaceX levar os primeiros astronautas para a ISS, algo que deverá acontecer já a 7 de Maio.

De recordar que Yusaku Maezawa, milionário japonês e fundador do site de comércio eletrónico Zozotown, tornou-se em 2018 no primeiro ‘turista espacial’ da SpaceX, tendo comprado todos os bilhetes para um voo lunar que a empresa americana promete realizar em 2023, a bordo do foguetão Big Falcon Rocket (BFR).

Exame Informática
18.02.2020 às 16h12
Rui da Rocha Ferreira

 

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3432: SpaceX prepara primeira missão tripulada ao espaço para 7 de Maio

CIÊNCIA/TECNOLOGIA

Elon Musk já tinha partilhado a previsão de uma missão tripulada da SpaceX acontecer entre Abril e Junho. Novos indícios apontam agora para esta experiência acontecer no início de Maio

A primeira missão tripulada da SpaceX poderá acontecer dentro de poucos meses. Eric Berger, editor do ArsTechnica, escreve no Twitter que a Demo 2 da Dragon está prevista para 7 de Maio, embora adiante que há variáveis não relacionadas com o hardware que podem fazer a data oscilar para fins de Abril ou mais para a frente, ainda em Maio.

Eric Berger @SciGuySpace

Working date for SpaceX’s Demo-2 launch is May 7. Dragon is in good shape.

Launch date is fluid and mission may move into late April, or push later into May depending on a number of variables not hardware related. No final decision yet on duration.

A cápsula Crew Dragon está quase a celebrar um ano sobre a data histórica em que atingiu a Estação Espacial Internacional, em Março do ano passado, com a Demo 1. Outras marcas relevantes aconteceram em Janeiro, quando a SpaceX conseguiu testar um mecanismo de expulsão para afastar a cápsula do foguetão Rocket 9 se algo correr mal durante o lançamento e no ano passado quando se fizeram vários testes aos motores sem registo de qualquer explosão.

As autoridades dos EUA emitiram um relatório onde conferem que o programa comercial da SpaceX está a evoluir favoravelmente e que a cápsula Crew Dragon vai estar pronta para operar três meses mais cedo do que o antecipado.

Com este histórico, tudo parece apontar para que a SpaceX esteja pronta para lançar a sua primeira missão tripulada ao espaço, naquele que será mais um feito histórico.

Exame Informática
11.02.2020 às 11h18

 

spacenews

 

3411: SpaceX. Afinal bilionário vai à Lua, mas solteiro

TURISMO ESPACIAL

Yusaku Maezawa é um japonês rico que decidiu ir à Lua a bordo de um foguetão da SpaceX, do mesmo dono da Tesla. E durante semanas procurou uma namorada que o quisesse acompanhar. Afinal, vai solteiro…

Pode ser o maior a investir ou quando o tema é vendas online de artigos de luxo – é seu o Zozo Town, um dos sites mais conceituados no Japão –, mas Yusaku Maezawa não revela grandes dotes quando o que está em cima da mesa é encontrar uma namorada. Apontado pela Forbes como o 22º mais rico do Japão, com uma fortuna de 2 mil milhões de dólares, Maezawa decidiu ser o primeiro turista espacial da SpaceX, tendo adquirido uma ida à Lua em 2023. Como se isto não bastasse em termos de arrojo, achou que seria uma excelente oportunidade para partilhar a experiência com uma nova namorada. Abriu um concurso internacional e se avançaram cerca de 27.722 candidatas, o japonês não considerou nenhuma minimamente interessante.

O acordo entre a SpaceX e Yusaku Maezawa prevê que não se possa divulgar o custo da sua ida à Lua dentro de três anos, mas a Axiom Space avalia os 10 dias de “férias” do bilionário em cerca de 55 milhões de dólares. Ou quase o dobro, caso o fizesse na companhia da namorada.

Yusaku Maezawa (MZ) 前澤友作 @yousuck2020

Due to personal reasons, I have informed AbemaTV yesterday with my decision to no longer participate in the matchmaking documentary, hence requested for the cancellation of the show.

Acha muito? Então é bom que saiba que a NASA se ofereceu para pagar 81 milhões de dólares à agência espacial russa apenas para orbitar a Lua, a bordo de uma nave Soyuz, e que já nos anos 60 uma viagem à Lua do programa Apollo custou 25,4 milhões de dólares à NASA. Valor que hoje equivaleria a cerca de 152 mil milhões de dólares.

No momento em que desistiu de levar a namorada à Lua, o japonês viu-se obrigado a abrir mão igualmente do reality show denominado Full Moon Lovers, que fazia parte do acordo, que seria transmitido pela Abema TV, o que certamente ajudaria a suportar uma parte considerável da conta que o bilionário vai ter de pagar à empresa de Elon Musk pela viagem. A deslocação será efectuada a bordo do novo foguetão da SpaceX, o BFR.

Observador
31 Jan 2020, 23:16

spacenews

 

3382: Teste de segurança à Crew Dragon da SpaceX foi adiado para hoje devido à meteorologia

CIÊNCIA/TECNOLOGIA

De modo a preparar a sua ambiciosa missão com a NASA de levar astronautas até à ISS, a SpaceX tinha planeado para ontem um teste de segurança à cápsula Crew Dragon. No entanto, tal foi adiado para hoje devido à meteorologia.

Acompanhe aqui em directo o lançamento, numa missão em que se espera que um foguetão Falcon 9 seja destruído.

A Crew Dragon é a cápsula da SpaceX que foi concebida para transportar humanos para o Espaço. Numa primeira fase, a missão passa por levar astronautas até à Estação Espacial Internacional (ISS), mas o seu desenvolvimento ainda não acabou.

Com uma capacidade para até sete pessoas, nos moldes actuais, esta cápsula foi desenvolvida no âmbito do projecto Commercial Crew Program da NASA. Assim sendo, a agência norte-americana colabora com a SpaceX nos testes realizados.

Teste de segurança da Crew Dragon adiado devido à meteorologia

O teste que estava marcado para ontem foi adiado em vinte e quatro horas para as 13:00 de hoje. A contribuir para este desfecho esteve a meteorologia, que era desfavorável para a execução da missão.

SpaceX @SpaceX

Standing down from today’s in-flight Crew Dragon launch escape test attempt due to sustained winds and rough seas in the recovery area. Now targeting Sunday, January 19, with a six-hour test window opening at 8:00 a.m. EST, 13:00 UTC

A NASA e a SpaceX planeiam testar os mecanismos de segurança que a cápsula Crew Dragon tem em casos de emergência. Como o nome indica, estes mecanismos são accionados caso a operação corra mal. Neste caso em específico, serão testados os mecanismos para o lançamento.

Assim sendo, poderá assistir ao lançamento da cápsula e do foguetão Falcon 9 já daqui a pouco. No vídeo abaixo poderá acompanhar, em directo, a emissão do lançamento feito pela empresa de Elon Musk.

Fonte: Twitter

pplware
19 Jan 2020

spacenews

 

3372: SpaceX prepara, com a NASA, um teste de emergência à sua cápsula Crew Dragon

CIÊNCIA/TECNOLOGIA

Os objectivos da SpaceX continuam bem sólidos e, em conjunto com a NASA, prepara agora um teste de emergência à sua cápsula Crew Dragon. Com o teste, deverão ser alcançados progressos na missão de levar astronautas norte-americanos à ISS sem precisar de colaboração da Rússia.

O teste será feito nos próximos dias na Florida, anunciou a empresa liderada por Elon Musk.

A Crew Dragon é a cápsula da SpaceX que foi concebida para transportar humanos para o Espaço. Numa primeira fase, a missão passa por levar astronautas até à Estação Espacial Internacional (ISS), mas o seu desenvolvimento ainda não acabou.

Com uma capacidade para até sete pessoas, nos moldes actuais, esta cápsula foi desenvolvida no âmbito do projecto Commercial Crew Program da NASA. Assim sendo, a agência norte-americana colabora com a SpaceX nos testes realizados.

Elon Musk está bastante confiante no seu projecto. A confiança é tal que o CEO da SpaceX já partilhou a sua visão de como será um missão até à ISS.

Teste de emergência à Crew Dragon da SpaceX será feito em breve

A empresa de Elon Musk, ao longo de 2019, efectuou vários testes à sua cápsula. Os testes efectuados estudam sempre elementos específicos de cada vez, de modo a garantir que no final tudo funciona como é plenamente suposto.

Após o teste em Abril que não correu nada bem, a SpaceX tem conseguido desenvolvimentos interessantes. Estes serão elevados a um novo nível já no próximo sábado, dia 18 de Janeiro às 13:00 – hora de Lisboa.

SpaceX @SpaceX

Static fire of Falcon 9 complete – targeting January 18 for an in-flight demonstration of Crew Dragon’s launch escape system, which will verify the spacecraft’s ability to carry astronauts to safety in the unlikely event of an emergency during ascent

A NASA e a SpaceX planeiam testar os mecanismos de segurança que a cápsula Crew Dragon tem em casos de emergência. Como o nome indica, estes mecanismos são accionados caso a operação corra mal. Neste caso em específico, serão testados os mecanismos para o lançamento.

Caso tudo corra como suposto, a empresa de Elon Musk dá assim um passo importante na sua ambição de, em conjunto com a NASA, levar astronautas para a ISS num futuro próximo.

A empresa de Elon Musk pode ainda revolucionar a distribuição de Internet

Satélite ligados por laser podem fornecer “Internet a partir do espaço”

Com o acesso mais “barato” ao espaço, são muitos os projectos para ampliar um rede de serviços hoje existentes a partir da Terra. Nesse sentido, há uma nova concepção que poderá trazer uma nova … Continue a le

pplware
15 Jan 2020