4388: Kremlin Scientist Claims Venus Is A ‘Russian Planet’

Sure, we all know Venus as the sister planet to our own but most of us have never thought of other planets as having much to do with different countries here on Earth, right? Well, apparently it seems now because they were the ‘first and only’ to successfully land on Venus the RSA considers Venus a ‘Russian Planet.’ 

This in itself is kind of a silly idea as well, nothing in space aside from satellites and technology actually belong to any one country. Sure, you can think of things however you want but at the end of the day laying claim to a planet or something else of that sort just doesn’t make much sense at all. That being said, it seems Dmitry Rogozin who is the director-general of Russian space corporation Roscosmos believes Venus is a ‘Russian Planet’ and has even in recent times revealed that the country has plans to send their own mission to Venus. 

Fox News reported as follows on all of this:

Dmitry Rogozin, the director-general of Russian space agency Roscosmos, said the second planet from the sun is a “Russian planet” as the former Soviet Union landed a probe on Venus decades ago.

“Our country [the Soviet Union] was the first and only one to successfully land on Venus,” Rogozin said in an interview with The Times. “The spacecraft gathered information about the planet — it is like hell over there.”

“We believe that Venus is a Russian planet,” he added.

The Soviet-era Venera program was designed to learn more about the planet Venus, which some researchers believe was habitable in its distant past. The Venera program, which lasted between 1961 and 1984, saw a number of achievements, including a soft landing on the planet on Dec. 15, 1970 (Venera 7), the first of its kind.

The comments from Rogozin come just days after NASA Administrator Jim Bridenstine said the planet is “one stop in our search for life.”

“Today, we are on the cusp of amazing discoveries that could tell us more about the possibility of life off the Earth,” Bridenstine said in a statement issued last week.

Last week, new research from an international team of astronomers revealed the discovery of a rare molecule, phosphine, in the clouds of Venus. The scientists noted that, on Earth, the gas is only made industrially or by microbes that thrive in oxygen-free environments.

While Russia is working on a joint mission known as Venera-D with the US, they are also working on a separate mission themselves as noted above when it comes to our sister planet. For Russia, it seems ‘resuming Venus exploration’ is on their ‘agenda’ or at least that’s what Rogozin is saying. While Venus is similar to our planet, there are lots of differences and still tons of things we do not yet know about it. 

CNN wrote as follows weighing in on all of this:

Rogozin was addressing reporters at the HeliRussia 2020 exhibition, an international expo of the helicopter industry in Moscow.

“Resuming Venus exploration is on our agenda,” he told reporters Tuesday.

“We think that Venus is a Russian planet, so we shouldn’t lag behind,” he said.

“Projects of Venus missions are included in the united government program of Russia’s space exploration for 2021-2030.”

While progress is being made in regard to Venus, who knows whether or not conflict will come forth as a result in time. But we were once in a great space race and well, perhaps we could find ourselves in another. What do you think about this declaration and do you think it’s possible for any country to truly lay claim to a planet in this manner?

awareness act
By Gerald Sinclair
September 23, 2020

 

 

 

3210: Nova tecnologia russa permite chegar à Estação Espacial Internacional em tempo recorde

CIÊNCIA

NASA
Cápsula russa Soyuz acoplada à Estação Espacial Internacional

Engenheiros aeroespaciais russos desenvolveram uma nova tecnologia que vai permitir que a nave Soyuz chegue à Estação Espacial Internacional três vezes mais rápido, optimizando o consumo de combustível e minimizando o impacto nos astronautas. 

Os testes do novo método vão começar a partir de 2020, de acordo com a Roscosmos, agência espacial russa. A inovação reduz a quantidade de órbitas que a sonda precisa de fazer ao redor da Terra antes de chegar à EEI. O esquema actual demora até dois dias para a aproximação e, mesmo em lançamentos acelerados, demora seis horas a concluir várias órbitas em todo o planeta.

Para aumentar a eficiência da Soyuz, especialistas da Corporação de Energia Espacial e de Foguetes (RKK Energiya) criaram um método de aproximação que requer apenas uma rotação ao redor da Terra. Dessa forma, espera-se reduzir o tempo de voo para aproximadamente duas horas, o que pode economizar um volume significativo de combustível e outros recursos necessários para cada missão.

A nova tecnologia, de acordo com o Russia Today, também reduzirá significativamente o tempo que a equipa deverá gastar dentro do espaço reduzido da cápsula. Também permitirá o envio rápido de biomateriais para várias experiências científicas a bordo da EEI.

Anteriormente, a Roscosmos apontou que, actualmente, um esquema de duas órbitas com navios não tripulados já é praticado, em vez das habituais quatro rotações. O esquema de órbita única será implementado nos próximos 2 ou 3 anos.

Estima-se que a latitude do novo cosmódromo russo Vostochny será mais conveniente para este tipo de lançamento em comparação com o de Baikonur, no Cazaquistão.

Especialistas dizem que a nova tecnologia será essencial no programa de exploração lunar da Rússia e que também poderá ser usada para realizar missões de resgate espacial em situações em que o tempo é um factor crítico.

ZAP //

Por ZAP
17 Dezembro, 2019

 

 

2830: Produção de carne no espaço já não é ficção

CIÊNCIA

Cosmonauta russo conseguiu realizar o feito na Estação Espacial Internacional com a ajuda de uma impressora 3D e culturas de células.

A produção de carne fora da Terra deixou de ser ficção desde que um cosmonauta russo conseguiu realizar recentemente o feito na Estação Espacial Internacional com a ajuda de uma impressora 3D e culturas de células.

A experiência, cujos resultados foram divulgados na quarta-feira, foi feita em Setembro por Oleg Skripotchka e permitiu obter pequenas quantidades de tecido bovino e de coelho.

Segundo Didier Toubia, patrão da empresa israelita Aleph Farms, que forneceu as células animais para a experiência, a tecnologia usada poderá “tornar possível” as viagens espaciais de longa duração, nomeadamente ao planeta Marte.

“Mas o nosso objectivo é mesmo vender a carne na Terra”, frisou, citado pela agência noticiosa francesa AFP, acrescentando que a ideia é de proporcionar “uma melhor alternativa às explorações industriais”.

Para Didier Toubia, a experiência feita pela primeira vez no espaço, e que teve a colaboração de russos, americanos e israelitas, permitiu demonstrar que é possível produzir carne fora do ambiente natural e no momento em que se sente necessidade.

Há seis anos, o cientista holandês Mark Post apresentou ao mundo o primeiro hambúrguer produzido em laboratório a partir de células estaminais de vacas.

Várias empresas lançaram-se na produção da carne “artificial ou cultivada”, mas os seus custos continuam muito elevados e nenhum produto deste tipo está à venda.

As estimativas do sector apontam para que a comercialização de carne ‘in vitro‘, a preços razoáveis, se faça numa franja de supermercados dentro de cinco a 20 anos.

Diário de Notícias
DN/Lusa
10 Outubro 2019 — 22:56

 

2686: Rússia vai permitir que astronautas levem armas em viagens espaciais

ESPAÇO

(CC0/PD) philanthropiststeam / pixabay

Os astronautas russos vão começar a levar consigo uma arma de fogo durante as suas viagens espaciais. O objectivo é poderem afastar animais selvagens quando aterrarem em áreas remotas na Terra.

A Rússia começou a armar os seus astronautas para que eles possam afastar animais selvagens no regresso à Terra. De acordo com um comunicado do chefe da Roscosmos, na quarta-feira, os próprios cosmonautas confessaram que gostariam de ter uma arma ao aterrar em áreas remotas.

Já faz mais de uma década que os astronautas viajam em missões espaciais desarmados. Na década de 1980, carregavam uma pistola TP-82 de três canos e uma faca de mato. A arma foi removida do kit de emergência aprovado em 2007, mas o chefe da Roscosmos, Dmitry Rogozin, disse que já é hora de trazer as armas de volta aos kits.

Uma vez que os lançamentos tripulados estão a mudar-se para o extremo oriente russo, “é possível que as aterragens também sejam nesta área, que não é povoada e tem florestas, e os astronautas estão a dizer que seria bom ter [uma arma] no kit”, disse Rogozin.

Oleg Kononenkov, astronauta russo que comandou uma equipa da Estação Espacial Internacional que regressou recentemente à Terra, disse que essas armas podem ser necessárias em território selvagem russo.

“É possível que seja um terreno acidentado, que possamos precisar de uma faca especial para construir um abrigo, e talvez precisemos de uma arma por causa dos animais selvagens”, disse aos jornalistas, na terça-feira. E garante ainda que seria útil no kit ferramentas de disparo para sinalização.

ZAP // CanalTech

Por ZAP
21 Setembro, 2019