4796: 9 homens, 9 mulheres. Eis os 18 astronautas que a NASA vai levar à Lua em 2024

CIÊNCIA/LUA/NASA

Por não se encontrar disponibilizado o link do vídeo original, teve de recorrer-se a uma captação de écran

A NASA anunciou os seus primeiros 18 astronautas que deverão viajar em missões lunares da agência espacial no âmbito do seu Programa Artemis.

Alguns dos astronautas escolhidos já estiveram no Espaço, alguns estão actualmente no Espaço e outros nunca viram o Espaço.

A equipa é formada por nove mulheres e nove homens que o vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, listou no National Space Council na Florida. “Meus companheiros americanos, eu dou-lhes os heróis do futuro que nos levarão de volta à Lua e além”, disse Pence.

“Representamos todas as esferas da vida na América. E cada criança na América, e até mesmo em todo o mundo, agora precisa de olhar e dizer ‘se se parece comigo, eu consigo fazer isto’”, disse a astronauta da NASA Anne McClain, uma das nove mulheres seleccionadas, na conferência de imprensa.

Este grupo de 18 astronautas inclui o próximo homem e a primeira mulher que pisarão na superfície lunar em 2024.

Os 18 astronautas foram escolhidos entre os 47 astronautas activos da NASA, dois dos quais estão actualmente a bordo da Estação Espacial Internacional (EEI): Victor Glover e Kate Rubins.

Christina Koch e Jessica Meir, as duas astronautas que, em 2019, fizeram a primeira caminhada espacial exclusivamente feminina, também pertencem ao grupo Artemis.

A maioria dos 18 astronautas tem entre 30 e 40 anos. O mais velho tem 55 e o mais novo 32. Apenas dois, Joe Finda e Stephanie Wilson, voaram nos vaivéns espaciais da NASA.

Os outros membros com experiência no Espaço são Kjell Lindgren e Scott Tingle, ex-residentes da Estação Espacial Internacional. Os que ainda não foram lançados ao Espaço incluem Kayla Barron, Raja Chari, Matthew Dominick, Woody Hoburg, Jonny Kim, Nicole Mann, Jasmin Moghbeli, Frank Rubio e Jessica Watkins.

Segundo o administrador da NASA, Jim Bridenstine, estes 18 astronautas são apenas o primeiro grupo a ser seleccionado. “Este é o primeiro quadro dos nossos astronautas Artemis. Quero ser claro, haverá mais”, garantiu.

O próximo Programa Artemis verá o próximo homem a voltar a pousar na Lua desde a Apollo 17 em 1972, ano que Eugene Cernan pisou a superfície lunar, e marcará a primeira vez que uma astronauta mulher põe os pés na Lua.

O voo principal verá esses dois astronautas pousarem na Lua em 2024, que serão seguidos por outros voos e outros astronautas a bordo da espaço-nave Orion.

ZAP //

Por ZAP
11 Dezembro, 2020


4651: NASA testa foguetão espacial mais poderoso de sempre

CIÊNCIA/NASA/TECNOLOGIA/MARTE

Agência espacial norte-americana está a desenvolver um mega foguetão para enviar humanos à Lua e, eventualmente, a Marte

A NASA está a desenvolver um mega foguetão para voltar a enviar humanos à Lua e, posteriormente, a Marte. Os últimos testes críticos do lançador gigante devem ocorrer nas próximas semanas, escreve a BBC.

O foguetão em desenvolvimento no sul do estado norte-americano do Mississipi, o Sistema de Lançamento Espacial (SLS) mede 65 metros e representa o veículo espacial mais poderoso alguma vez feito, com quatro poderosos motores na sua base e dois impulsionadores de combustível sólido presos nas laterais.

O foguetão, quando totalmente montado, fornece a enorme força de impulso necessário para expelir os astronautas para fora da Terra e lançá-los em direcção ao espaço profundo. Na concretização do programa Artemis, o próximo homem e a primeira mulher serão enviados para a superfície lunar em 2024.

O SLS será o lançador para o primeiro voo tripulado ao único satélite natural da Terra desde o Apollo 17 em 1972 e é considerado um herdeiro moderno do Saturn V, o foguetão gigante que levou a cabo as missões lunares Apollo.

Após uma década em desenvolvimento, o SLS está a aproximar-se de uma fase decisiva, uma vez que o programa de testes está a chegar ao fim. O voo inaugural do foguetão está programado para Novembro do próximo ano.

Durante a primeira missão no próximo ano, conhecida como Artemis-1, o SLS lançará uma cápsula não tripulada Orion em órbita em torno da lua, o que permitirá que a NASA avalie a cápsula antes de os astronautas levarem a cabo a missão.

“Vamos passar cerca de duas semanas a analisar os dados para ter certeza de que todos os sistemas se comportaram conforme o esperado”, disse John Shannon, vice-presidente e director do programa SLS da Boeing. “Vamos sair e inspeccionar o veículo, para que não haja surpresas”, acrescentou.

O SLS terá custado mais de 17 mil milhões de dólares (14,4 mil milhões de euros) até o final deste ano, mas sem modificações significativas, nenhum foguetão comercial existente pode enviar a Orion, astronautas e cargas pesadas para a Lua de uma só vez.

Não há qualquer sinal claro do que a administração de Joe Biden pretende fazer com o programa de voo espacial humano.

O esforço da Artemis conta com apoio bi-partidário, mas alguns legisladores do Capitólio poderão não ser necessariamente tão apegados à meta traçada no ano passado por Mike Pence, que pretendia pousar humanos na Lua até 2024.

Diário de Notícias
DN
13 Novembro 2020 — 20:27


3993: Japão e Estados Unidos assinam acordo de cooperação para exploração da Lua

CIÊNCIA/ESPAÇO

Marshall Space Flight Center / NASA

O Ministério da Educação, Cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia do Japão e a agência espacial dos Estados Unidos (NASA) assinaram um acordo de colaboração entre os dois países no programa Artemis, para a exploração da Lua.

A informação é esta semana avançada pelos média japoneses.

“Demos um grande passo em direcção ao primeiro desembarque de japoneses na Lua”, disse o ministro Koichi Hagiuda em conferência de imprensa, citado pela Russia Today.

O acordo prevê uma alunagem para meados de 2024.

Segundo o documento, a participação japonesa passará pela criação da espacial Gateway.

O país contribuirá com tecnologias como baterias e sistemas de monitorização ambiental para o Gateway Outpost e o Logistics Outpost, a serem lançados em 2023, bem como para o International Housing Module, que será construído posteriormente, segundo detalha o The Japan Times.

O programa Artémis, recorde-se, visa estabelecer uma presença humana permanente na superfície e na órbita Lua, sendo composto por três elementos: o foguete SLS (Space Launch System), a cápsula Orion e a estação espacial Gateway.

Filha de Zeus e irmã gémea de Apollo, Artémis é a deusa grega da caça, das florestas, da Lua e dos animais. Apollo foi, precisamente, o nome do programa da NASA que possibilitou a chegada do Homem à Lua, em 1969.

“Vamos voltar à Lua para ficar”, foi assim que a agência espacial dos Estados Unidos descreveu, no fim de 2019, a sua missão lunar, frisando que a expedição abre portas para a Humanidade trabalhar e viver de forma sustentável fora do planeta Terra.

Missão Artémis. NASA revela em detalhe como voltará a pisar a Lua

A NASA acaba de publicar nas redes sociais um vídeo no qual explica em detalhe como voltará a pisar a…

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ZAP //

Por ZAP
13 Julho, 2020

 

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3849: Viper é o novo rover da NASA que vai procurar água na Lua

CIÊNCIA/TECNOLOGIA

A NASA escolheu a Astrobotic para a construção do rover explorador com o qual planeia procurar água no pólo sul da Lua no final de 2023.

Chamado VIPER, este veículo robótico vai ajudar a pavimentar o caminho para missões de astronautas na superfície lunar a partir de 2024 e vai aproximar a NASA do desenvolvimento de uma presença sustentável a longo prazo na Lua como parte do programa Artemis.

O voo do VIPER para a Lua faz parte da iniciativa Commercial Lunar Charging Services (CLCS) da NASA, que aproveita as capacidades dos parceiros da indústria para fornecer rapidamente instrumentos científicos e demonstrações tecnológicas à Lua.

Como parte do contrato, que totaliza 199,5 milhões de dólares, a Astrobotic é responsável pelos serviços para a entrega do VIPER, incluindo a integração com o seu módulo de aterragem Griffin, o seu lançamento da Terra e o seu desembarque na Lua.

Durante a sua missão de 100 dias terrestres, o rover VIPER, com aproximadamente 453 quilogramas, viajará vários quilómetros e usará os seus quatro instrumentos científicos para colher amostras de vários ambientes do solo.

Versões dos seus três instrumentos de busca de água voarão para a Lua em entregas anteriores de embarcações CLPS em 2021 e 2022 para ajudar a testar o seu desempenho na superfície lunar antes da missão VIPER.

“O CLPS é uma forma totalmente criativa de avançar na exploração lunar”, disse o administrador científico da NASA, Thomas Zurbuchen, em comunicado.

“Estamos a fazer algo que nunca foi feito antes: testar instrumentos na Lua à medida que o veículo espacial se desenvolve. O VIPER e as muitas cargas úteis que enviaremos para a superfície lunar nos próximos anos ajudar-nos-ão a perceber o vasto potencial científico da Lua”.

O VIPER vai colher dados, incluindo a localização e concentração de gelo, que serão usados ​​para criar os primeiros mapas globais dos recursos hídricos da Lua.

Os dados científicos colhidos pelo VIPER também ajudarão na selecção de futuros locais de pouso para os astronautas da missão Artemis, ajudando a determinar onde a água e outros recursos podem ser colhidos para apoiar os seres humanos durante longas expedições.

NASA quer construir uma base lunar feita de cogumelos

Os cientistas da NASA estão a explorar uma estratégia peculiar para construir uma base lunar – e outras estruturas fora…

As investigações científicas fornecerão informações sobre a evolução da Lua e do sistema Terra-Lua.

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Por ZAP
15 Junho, 2020

 

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3628: NASA escolheu a SpaceX, Blue Origin e Dynetics para levar os seus astronautas à Lua

CIÊNCIA/ESPAÇO

Os planos da NASA estão bem definidos. Assim, em 2024 a agência espacial quer voltar à Lua e colocar novamente os seus astronautas no satélite natural da Terra. Nesse sentido, a NASA vai contratar empresas que vão tratar de todo o processo e agilizar os meio necessários.

Para tornar as missões Artemis numa realidade, a agência espacial revelou agora quais empresas que vão avançar e criar as suas propostas. As escolhidas foram a SpaceX, a Blue Origin e a Dynetics, que seguem agora para o próximo estágio.

Já se conhecem os finalistas da viagem à Lua

Foi no final da semana passada que a NASA revelou quais as empresas que irão avançar consigo para a criação dos módulos lunares das missões Artemis. Segundo as informações disponibilizadas, são 3 empresas que têm agora que desenvolver e maturar as suas propostas para novas avaliações.

A escolha, tal como previsto, recaiu sobre a SpaceX, Blue Origin e Dynetics. Contudo, estranhamento, houve uma empresa que ficou de fora. Falamos da Boeing, que esteve nos testes iniciais com a sua proposta e que seria uma das empresas quase óbvias.

Proposta da SpaceX

Os planos da NASA para o projecto Artemis

Conforme as ambições da nação, a criação destes módulos de alunagem é essencial para o sucesso destas missões da NASA, que vão levar a primeira mulher à Lua, acompanhada de outro astronauta. Este é um regresso importante dos EUA ao satélite natural da Terra.

Mesmo sendo uma proposta que vai contra os planos iniciais, esta deverá mesmo ser uma realidade em 2024. A ideia definida passava pela criação de uma estação lunar a orbitar o satélite natural da Terra.

Proposta da Blue Origin

SpaceX, Blue Origin e Dynetics são as escolhidas

A proposta da SpaceX assenta na sua nave Starship, que está a ser desenvolvida há alguns anos. O seu desenho está criado para permitir que alune com suporte do seu motor e que desça os astronautas por um elevador.

No caso da Blue Origin, a sua proposta é o Integrated Lander Vehicle (ILV), que é baseado no Blue Moon, que a empresa apresentou no ano passado. A construção ficará a cargo de várias empresas distintas.

Proposta da Dynetics

Dento de 1 ano será feita a escolha pela NASA

Por fim, a Dynetics tem como proposta o Dynetics Human Landing System. Fabricado por várias empresas, destaca-se pelos seus 2 painéis solares. As 2 últimas propostas vão ser colocadas na Lua pelo Space Launch System (SLS), que está a ser desenvolvido pela NASA e por um grupo de empresas, liderada pela Boeing.

Estas 3 empresas vão agora receber 967 milhões de dólares, divididos entre si. Assim, este dinheiro será usado para melhorar o design das suas propostas. Segundo as regras, estas propostas serão avaliadas dentro de 1 ano e vão dar origem à escolha final que será a base das missões Artemis.

Fonte: NASA
pplware
03 Mai 2020

 

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