3996: Japão e Estados Unidos assinam acordo de cooperação para exploração da Lua

CIÊNCIA/ESPAÇO

Marshall Space Flight Center / NASA

O Ministério da Educação, Cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia do Japão e a agência espacial dos Estados Unidos (NASA) assinaram um acordo de colaboração entre os dois países no programa Artemis, para a exploração da Lua.

A informação é esta semana avançada pelos média japoneses.

“Demos um grande passo em direcção ao primeiro desembarque de japoneses na Lua”, disse o ministro Koichi Hagiuda em conferência de imprensa, citado pela Russia Today.

O acordo prevê uma alunagem para meados de 2024.

Segundo o documento, a participação japonesa passará pela criação da espacial Gateway.

O país contribuirá com tecnologias como baterias e sistemas de monitorização ambiental para o Gateway Outpost e o Logistics Outpost, a serem lançados em 2023, bem como para o International Housing Module, que será construído posteriormente, segundo detalha o The Japan Times.

O programa Artémis, recorde-se, visa estabelecer uma presença humana permanente na superfície e na órbita Lua, sendo composto por três elementos: o foguete SLS (Space Launch System), a cápsula Orion e a estação espacial Gateway.

Filha de Zeus e irmã gémea de Apollo, Artémis é a deusa grega da caça, das florestas, da Lua e dos animais. Apollo foi, precisamente, o nome do programa da NASA que possibilitou a chegada do Homem à Lua, em 1969.

“Vamos voltar à Lua para ficar”, foi assim que a agência espacial dos Estados Unidos descreveu, no fim de 2019, a sua missão lunar, frisando que a expedição abre portas para a Humanidade trabalhar e viver de forma sustentável fora do planeta Terra.

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ZAP //

Por ZAP
13 Julho, 2020

 

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3851: Viper é o novo rover da NASA que vai procurar água na Lua

CIÊNCIA/TECNOLOGIA

A NASA escolheu a Astrobotic para a construção do rover explorador com o qual planeia procurar água no pólo sul da Lua no final de 2023.

Chamado VIPER, este veículo robótico vai ajudar a pavimentar o caminho para missões de astronautas na superfície lunar a partir de 2024 e vai aproximar a NASA do desenvolvimento de uma presença sustentável a longo prazo na Lua como parte do programa Artemis.

O voo do VIPER para a Lua faz parte da iniciativa Commercial Lunar Charging Services (CLCS) da NASA, que aproveita as capacidades dos parceiros da indústria para fornecer rapidamente instrumentos científicos e demonstrações tecnológicas à Lua.

Como parte do contrato, que totaliza 199,5 milhões de dólares, a Astrobotic é responsável pelos serviços para a entrega do VIPER, incluindo a integração com o seu módulo de aterragem Griffin, o seu lançamento da Terra e o seu desembarque na Lua.

Durante a sua missão de 100 dias terrestres, o rover VIPER, com aproximadamente 453 quilogramas, viajará vários quilómetros e usará os seus quatro instrumentos científicos para colher amostras de vários ambientes do solo.

Versões dos seus três instrumentos de busca de água voarão para a Lua em entregas anteriores de embarcações CLPS em 2021 e 2022 para ajudar a testar o seu desempenho na superfície lunar antes da missão VIPER.

“O CLPS é uma forma totalmente criativa de avançar na exploração lunar”, disse o administrador científico da NASA, Thomas Zurbuchen, em comunicado.

“Estamos a fazer algo que nunca foi feito antes: testar instrumentos na Lua à medida que o veículo espacial se desenvolve. O VIPER e as muitas cargas úteis que enviaremos para a superfície lunar nos próximos anos ajudar-nos-ão a perceber o vasto potencial científico da Lua”.

O VIPER vai colher dados, incluindo a localização e concentração de gelo, que serão usados ​​para criar os primeiros mapas globais dos recursos hídricos da Lua.

Os dados científicos colhidos pelo VIPER também ajudarão na selecção de futuros locais de pouso para os astronautas da missão Artemis, ajudando a determinar onde a água e outros recursos podem ser colhidos para apoiar os seres humanos durante longas expedições.

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ZAP //

Por ZAP
15 Junho, 2020

 

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3629: NASA escolheu a SpaceX, Blue Origin e Dynetics para levar os seus astronautas à Lua

CIÊNCIA/ESPAÇO

Os planos da NASA estão bem definidos. Assim, em 2024 a agência espacial quer voltar à Lua e colocar novamente os seus astronautas no satélite natural da Terra. Nesse sentido, a NASA vai contratar empresas que vão tratar de todo o processo e agilizar os meio necessários.

Para tornar as missões Artemis numa realidade, a agência espacial revelou agora quais empresas que vão avançar e criar as suas propostas. As escolhidas foram a SpaceX, a Blue Origin e a Dynetics, que seguem agora para o próximo estágio.

Já se conhecem os finalistas da viagem à Lua

Foi no final da semana passada que a NASA revelou quais as empresas que irão avançar consigo para a criação dos módulos lunares das missões Artemis. Segundo as informações disponibilizadas, são 3 empresas que têm agora que desenvolver e maturar as suas propostas para novas avaliações.

A escolha, tal como previsto, recaiu sobre a SpaceX, Blue Origin e Dynetics. Contudo, estranhamento, houve uma empresa que ficou de fora. Falamos da Boeing, que esteve nos testes iniciais com a sua proposta e que seria uma das empresas quase óbvias.

Proposta da SpaceX

Os planos da NASA para o projecto Artemis

Conforme as ambições da nação, a criação destes módulos de alunagem é essencial para o sucesso destas missões da NASA, que vão levar a primeira mulher à Lua, acompanhada de outro astronauta. Este é um regresso importante dos EUA ao satélite natural da Terra.

Mesmo sendo uma proposta que vai contra os planos iniciais, esta deverá mesmo ser uma realidade em 2024. A ideia definida passava pela criação de uma estação lunar a orbitar o satélite natural da Terra.

Proposta da Blue Origin

SpaceX, Blue Origin e Dynetics são as escolhidas

A proposta da SpaceX assenta na sua nave Starship, que está a ser desenvolvida há alguns anos. O seu desenho está criado para permitir que alune com suporte do seu motor e que desça os astronautas por um elevador.

No caso da Blue Origin, a sua proposta é o Integrated Lander Vehicle (ILV), que é baseado no Blue Moon, que a empresa apresentou no ano passado. A construção ficará a cargo de várias empresas distintas.

Proposta da Dynetics

Dento de 1 ano será feita a escolha pela NASA

Por fim, a Dynetics tem como proposta o Dynetics Human Landing System. Fabricado por várias empresas, destaca-se pelos seus 2 painéis solares. As 2 últimas propostas vão ser colocadas na Lua pelo Space Launch System (SLS), que está a ser desenvolvido pela NASA e por um grupo de empresas, liderada pela Boeing.

Estas 3 empresas vão agora receber 967 milhões de dólares, divididos entre si. Assim, este dinheiro será usado para melhorar o design das suas propostas. Segundo as regras, estas propostas serão avaliadas dentro de 1 ano e vão dar origem à escolha final que será a base das missões Artemis.

Fonte: NASA
pplware
03 Mai 2020

 

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