2437: Asteróide do tamanho da Grande Pirâmide de Quéops passará “perto” da Terra a 49 mil km/h

Dentro de dias a Terra irá ser visitada por um “novo” asteróide. Segundo a NASA, este astro, do tamanho da Grande Pirâmide de Quéops, vai passar na Terra a uma velocidade de 49 mil km/h. Este é mais um asteróide que no mês de Agosto vem visitar o nosso planeta.

Depois de milhões de anos de anonimato, a gigantesca rocha espacial, com um tamanho estimado de 160 metros de largura, vai fazer por cá o seu primeiro voo registado no dia 28 de Agosto.

Chama-se 2019 OU1 e é um asteróide “novo” a passar pela Terra

O asteróide, apelidado de 2019 OU1, faz parte da classe Apollo de asteróides próximos da Terra – que formam a maioria dos asteróides potencialmente perigosos. Conforme já vimos no passado, meteoritos desta classe podem criar danos, como vimos com o Chelyabinsk.

Este foi o asteróide, que explodiu dramaticamente sobre a cidade russa e deixou os residentes atordoados com cortes de vidro estilhaçado.

Qual a origem destes asteróide classe Apollo?

Pensa-se que os asteróides Apollo têm origem no principal cinturão de asteróides, mas depois são desviados do rumo pelas interacções gravitacionais com Júpiter. Estes asteróides “potencialmente perigosos” são definidos pela NASA como rochas espaciais que passam até 0,05 au da Terra e têm uma magnitude de 22 ou menos.

De acordo com o CNEOS (Centro de Estudos de Objectos Próximos à Terra) da NASA, o asteróide 2019 OU1 deverá passar pela Terra no próximo dia 28 de Agosto. A rocha estará a uma distância de apenas 0,6867 unidades astronómicas ou 1 028 370,82 quilómetros da Terra.

Portanto, o asteróide deve passar pela Terra, mas sem a classificação de “perigoso” pela NASA.

Estamos a demorar muito para identificar a passagem dos asteróides

A parte mais assustadora é que a rocha, chamada 2019 OK, poderia arrasar uma cidade. Tendo poder semelhante ao de uma bomba atómica e nem sequer tinha sido avistada por astrónomos.

Se tivesse 100 metros de diâmetro, deixaria uma cratera com cerca de um quilómetro de diâmetro, e a energia da explosão seria equivalente a cinco megatoneladas de TNT. Contudo, se esse astro batesse nalgum lugar onde não há nada, então não aconteceria muito. Se caísse no oceano, poderia incitar um tsunami, mas não seria um que ameaçasse a vida.

Referiu o professor Kris Stanek ao jornal El Reg.

A nossa capacidade de lidar com os asteróides está a tornar-se mais urgente, à medida que os cientistas tentam desenvolver métodos para proteger a Terra da catástrofe. Na verdade, segundo, o nosso planeta, um dia assistiu a um impacto tão devastador que quase todos os dinossauros foram extintos, deixando apenas algumas aves vivas na Terra.

Nesse sentido, há várias agências, além da NASA, a desenvolver um projecto de escudo planetário. Resta saber se um dia iremos precisar dele e ele funcionará.

Imagem: NASA
Fonte: Mashable

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255: Vai passar pela Terra um “arranha-céus” a 122 mil quilómetros por hora

(CC0/PD) Frantisek_Krejci / pixabay

Um “asteróide potencialmente perigoso” dirige-se para a Terra a uma velocidade de mais de 122.000 quilómetros por hora, informou a agência espacial norte-americana NASA.

O asteróide 2002 AJ129 vai aproximar-se da Terra no próximo dia 4 de Fevereiro. No momento da máxima aproximação, o asteróide passará a mais de 4,2 milhões de quilómetros de nosso planeta, cerca de 11 vezes a distância da Terra à Lua.

Apesar o corpo celeste ter sido classificado pela NASA, numa nota publicada esta sexta-feira, como um PHA – “asteróide potencialmente perigoso“, a agência espacial norte-americana esclarece que, quer no dia 4 de Fevereiro, quer num futuro previsível, o 2002 AJ129 não representa qualquer ameaça real de colisão contra a Terra.

“Temos estado a acompanhar este asteróide nos últimos 14 anos e conhecemos a sua órbita com muita precisão”, afirmou Paul Chodas, especialista do Centro de Estudos de Objectos Próximos da Terra do Laboratório de Propulsão a Jacto da NASA.

“Os nossos cálculos indicam que o 2002 AJ129 não tem qualquer possibilidade de colidir com a Terra, em qualquer momento durante os próximos 100 anos“, acrescenta o cientista da NASA.

O 2002 AJ129, um asteróide de tamanho médio cujo diâmetro é de 0.5-1.2 quilómetros, supera em tamanho o edifício mais alto do mundo, o arranha-céu Burj Khalifa.

Foi descoberto a 15 de Janeiro de 2002, no quadro do antigo projecto de rastreamento de asteróides próximos da Terra, financiado pela NASA, do Observatório de Haleakala, no Havaí, Estados Unidos.

ZAP // Sputnik News / NASA
Por SN
21 Janeiro, 2018

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