2797: Os pólos magnéticos da Terra podem inverter-se muito mais vezes do que se pensava

CIÊNCIA

(CC0/PD) PIRO4D / pixabay

Um grupo de cientistas descobriu que os pólos magnéticos da Terra podem inverter-se muito mais frequentemente do que se pensava.

A equipa, formada por membros da Academia de Ciências da Rússia e do Instituto de Física do Globo de País, recolheu amostras de sedimentos de um afloramento no noroeste da Sibéria. Depois de aquecer as partículas magnéticas que continham para desmagnetizá-las a temperaturas extremas, os cientistas descobriram a sua correspondência com a do campo magnético no momento e local em que foram depositados.

Tomando como ponto de referência a idade dos fósseis de trilobites encontrados nessas capas, os investigadores determinaram que, há 500 milhões de anos, o campo magnético do planeta, invertia aproximadamente 26 vezes a cada milhão de anos.

De acordo com Yves Gallet, principal autor do estudo publicado em Setembro na revista especializada Earth and Planetary Science Letters, este dado é “extremo”, tendo em conta que é a maior frequência alguma vez sugerida. Até agora, considerava-se que cinco inversões por cada milhão de anos era um número alto.

Além disso, o cientista explicou, de acordo com o LiveScience, que é “igualmente interessante” o facto de, há 495 milhões de anos, a frequência da inversão do campo magnético da Terra ter reduzido muito rapidamente, girando apenas uma ou duas vezes a cada milhão de anos.

Os especialistas assinalam ainda não é claro o que é que provocou a “mudança repentina”, apesar de se ter sugerido que poderia ser consequência de uma variação nas condições de calor do núcleo externo do ferro líquido impulsionado pelo manto.

A última inversão da polaridade magnética da Terra aconteceu há 780 mil anos. Temendo que isto se repita em breve – o que faria com que a radiação solar prejudicial chegasse até nós -, Gallet concluiu que este fenómeno “não acontecerá amanhã”, uma vez que estima que a frequência actual seja “pelo menos vários milhões de anos”.

ZAP //

Por ZAP
8 Outubro, 2019

 

1563: O pólo norte magnético da Terra está a “cair” para a Rússia a grande velocidade

(CC0/PD) PIRO4D / pixabay

O pólo magnético norte da Terra está a mover-se a grande velocidade do Canadá para a Rússia, mais precisamente em direcção à Sibéria, revelaram os especialistas do Centro Nacional de Informações Ambientais dos Estados Unidos.

Em comunicado, os especialistas explicam que este rápido movimento de deslocação está relacionado com mudanças imprevistas na região do Árctico. “O movimento do pólo norte magnético é muito rápido”, afirma à Associated Press o geofísico Arnaud Chulliat, que liderou a actualização do Modelo Magnético Mundial (WMM).

Em causa está a turbulência do núcleo externo líquido da Terra, o ferro líquido no núcleo do planeta, explicam os especialistas. Essa movimentação coloca obstáculos às bússolas, artigos electrónicos, nomeadamente smartphones, e navios, uma vez que o modelo do campo magnético suporta os seus sistemas de navegação.

“A localização do pólo norte magnético parece ser regulada por duas grandes zonas do campo magnético, uma sob o Canadá e outra sob a Sibéria, sendo que a área da Sibéria está a ganhar a competição”, disse o investigador Phil Livermore, da universidade britânica de Leeds, citado pela revista especializada Nature.

No momento, e de acordo com os cientistas, o pólo norte magnético da Terra move-se de norte para noroeste a uma velocidade de 55 quilómetros por ano. Dois anos antes, e depois de o WMM ter sido actualizado, parte do campo magnético, mais a sul, desviou-se temporariamente para o norte da América do Sul e o leste do Oceano Pacífico.

O movimento rápido obrigou os cientistas actualizar o WMM um ano antes do que estava previsto. Por norma, os especialistas actualizam o modelo a cada cinco anos, sendo que a última actualização foi feita em 2015. Contudo, e visando evitar erros de navegação, os cientistas adiantaram a actualização. No ano passado, peritos em geomagnetismo aperceberam-se que a margem de erro do modelo estava perto de ultrapassar o limite do aceitável para os erros de navegação.

Os pólos norte e sul magnéticos deslocam-se e não coincidem com os pólos norte e sul geográficos, apesar de serem próximos geograficamente. Na longa história do planeta, o pólo norte magnético nem sempre esteve no norte geográfico e até já chegou a estar a sul – a inversão dos pólos ocorreu já várias vezes, não tendo sido registada nos últimos 780 mil anos. A inversão é um fenómeno gradual, durando cerca de cem mil anos ou até mais.

ZAP // Lusa

Por ZAP
7 Fevereiro, 2019

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1532: Afinal, o que nos irá acontecer quando os pólos magnéticos inverterem?

(dr) Joseph N. Pelton
Os campos magnéticos da Terra criam forças complexas à volta do planeta

A reversão dos pólos magnéticos da Terra pode parecer algo verdadeiramente assustador, mas será um evento perigoso? A resposta é não, ainda que com algumas ressalvas.

Os pólos magnéticos da Terra podem estar prestes a inverter. De acordo com observações recentes, sabemos que o campo magnético está a enfraquecer. Este e outros factores fazem com que os cientistas se debrucem sobre este tema, afirmando que a inversão acontecerá mais cedo ou mais tarde. De qualquer das formas, defendem que não há qualquer motivo para nos preocuparmos.

Se analisarmos a história do nosso planeta, a inversão geomagnética sempre foi muito comum. E, mesmo com este contratempo, a vida conseguiu prosperar. Desta forma, os cientistas podem assegurar que não haverá nenhuma extinção em massa ou catástrofe global.

Registos fósseis mostram que os organismos vivos não sofreram com a mudança dos pólos ao longo do tempo. Além disso, também não há qualquer prova de que o alerta tenha levado a um aumento do número de terramotos, erupções vulcânicas ou mudanças dramáticas no clima.

O ponto de interrogação de toda esta questão surge na tecnologia. O campo magnético da Terra protege-nos contra as partículas electricamente carregadas do vento solar e essa protecção é muito importante durante as tempestades solares, onde há um influxo maior do que o normal de partículas energéticas.

Apesar de estas partículas serem completamente inofensivas para os seres humanos, elas podem ser devastadoras para a tecnologia, adianta o IFL Science.

O problema, segundos os cientistas, é a ausência de acontecimentos anteriores que nos poderiam ajudar a antever as consequências da inversão dos pólos. O melhor exemplo é o Evento de Carrington, uma poderosa tempestade magnética que aconteceu em 1859.

Esta tempestade foi um verdadeiro pesadelo para a tecnologia: os sistemas de telégrafo falharam e, em muitos casos, deram choques eléctricos aos operadores que os tentavam arranjar. Se esta tempestade acontecesse em 2019, os danos seriam certamente muito mais significativos: o custo estimado seria de biliões de dólares.

A inversão dos pólos não significa que a Terra passará a ter dois campos magnéticos. Se tomarmos um exemplo prático e nos imaginarmos com uma bússola a apontar para Norte, significa que, quando ocorrer uma reversão magnética completa, a seta vermelha da nossa bússola passará a apontar o Sul.

Todavia, entre estes dois eventos, há um período caótico em que múltiplos pólos podem formar-se de uma vez só, confundindo a nossa bússola e, até, os animais que usam o campo magnético para se orientarem. Apesar de caótico, este período pode durar milhares de anos – ou centenas, em raras excepções.

A última vez que houve uma inversão nos pólos magnéticos da Terra foi há 781 mil anos. A razão pela qual este fenómeno acontece ainda não é clara. O campo magnético é gerado pela rotação do núcleo externo de ferro fundido da Terra. O núcleo, que arrefece à medida que o tempo passa, cria movimento no núcleo externo devido à convecção.

A explicação que reúne mais consenso tem a ver com a turbulência que o ferro fundido sofre quando se move. É muito provável que este caos desempenhe um papel, mas ainda não está claro de que forma é que isso acontece.

ZAP //

Por ZAP
29 Janeiro, 2019

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1481: Pólo norte magnético está a deslocar-se muito depressa para a Sibéria

Deriva do norte magnético está a acelerar desde a década de 1990 e caminha agora à velocidade de 55 Km por ano. Modelo magnético global, que é utilizado na navegação, e que foi publicado em 2015, já teve de ser actualizado

© Arquivo Global Imagens

O pólo norte magnético, aquele ponto no topo norte do globo terrestre para o qual apontam sempre as bússolas, está em deriva rápida, do Árctico canadiano para a Sibéria, mas os cientistas não conseguem explicar porquê.

Os geólogos sabem que a alteração está relacionada com os movimentos que ocorrem no núcleo de ferro líquido que existe no interior do planeta, no entanto, o que está a acontecer exactamente para que as coisas se passem desta forma é uma incógnita.

Se a questão fosse apenas esta, já seria suficientemente interessante, mas este não é um problema exclusivamente científico. Na prática, esta deriva e a sua determinação exacta têm implicações para toda a navegação, da aviação aos transportes marítimos, ou à simples busca de uma localização com um smartphone, uma vez que para achar uma determinada direcção é preciso fazer a compensação da declinação magnética – aquele movimento simples de ajustar o Norte com a agulha da bússola.

Para garantir que a determinação das direcções mantém uma grande precisão, algo essencial para todas as actividades de navegação, os cientistas desenvolveram modelos globais que permitem determinar a declinação magnética e fazer os cálculos de compensação. Um desses modelos é o World Magnetic Model (ou, Modelo Magnético Mundial), cuja última versão foi publicada em 2015, e que deveria manter-se actualizada até 2020. Isso, no entanto, não aconteceu.

A deslocação do pólo norte magnético tem vindo a acelerar nas últimas décadas: passou de uma velocidade de 15 quilómetros por ano, em meados do século XX, para 55 km anuais actualmente. “O erro está sempre a aumentar”, adiantou à Nature Arnaud Chulliat, especialista em geomagnetismo da Universidade de Colorado Boulder e da NOOA, a Administração Nacional do Oceano e da Atmosfera, dos Estados Unidos.

Para acompanhar a velocidade da deslocação, o modelo teve por isso de ser actualizado antes do final da década. A publicação do modelo actualizado estava prevista para esta terça-feira, 15 de Janeiro, mas o shut down decretado pela administração Trump, e que parece não ter fim à vista, ditou o seu adiamento para o final do mês.

A deriva do pólo Norte magnético não é um fenómeno de agora. Ele foi observado no século século XIX pelos exploradores polares, mas a velocidade da deslocação era muito reduzida, tendo os cientistas percebido que houve uma aceleração na década de 1990, ao ponto de desactualizar agora os modelos em apenas três anos.

Diário de Notícias
Filomena Naves
15 Janeiro 2019 — 13:42

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347: Cabanas africanas queimadas há mil anos confirmam risco de inversão dos pólos da Terra

NASA Goddard / Flickr
Conceito de artista do Campo Magnético da Terra

O campo magnético da Terra está num estado de “enfraquecimento dramático” que pode levar à inversão dos pólos, com consequências imprevisíveis para a humanidade. Esta é a conclusão de um novo estudo que detectou sinais deste possível cenário em cabanas queimadas em África há mil anos.

A inversão dos pólos magnéticos da Terra tem sido apontada como muito provável por vários cientistas. Ainda no passado mês de Fevereiro, investigadores da Universidade de Leeds alertaram que os pólos magnéticos da Terra podem inverter-se a qualquer momento.

A ideia é reforçada por uma nova pesquisa publicada a 15 de fevereiro no jornal científico Geophysical Review Letters, e que foi conduzida por cientistas da Universidade de Rochester, em Nova Iorque, nos EUA.

Estes investigadores detectaram uma anomalia na fronteira entre o núcleo e o manto da Terra, debaixo de África, que está a enfraquecer o campo magnético do planeta. A pesquisa fala num “enfraquecimento dramático”, segundo o Science Alert, considerando que pode ser um sinal de que o planeta está a preparar-se para virar os pólos magnéticos.

A última inversão completa dos pólos aconteceu há 780 mil anos. Há cerca de 40 mil anos, o fenómeno esteve perto de ocorrer de novo.

Os investigadores acreditam que a “culpa” para algumas das inversões já ocorridas, ao longo de milhares de anos, pode ter sido da chamada Anomalia do Atlântico Sul, situada na região que se estende do Chile até ao Zimbabué.

Uma inversão completa do planeta

A investigação focou-se precisamente nesta Anomalia, concluindo que o enfraquecimento do campo magnético se deve a um grande reservatório de rochas densas situado “logo acima da fronteira entre o líquido quente do núcleo externo e o manto mais rígido e frio” da Terra, explicam os cientistas em comunicado.

Aquele reservatório pode estar a “perturbar o fluxo do ferro e, em última análise, a afectar o campo magnético da Terra”, acrescentam.

A Terra é composta por “um núcleo interno sólido, rodeado por um núcleo externo giratório de ferro fundido” que “cria um dínamo que gera o nosso campo magnético, que actua como uma bolha protectora, envolvendo toda a Terra”, explica o The National Geographic.

Esse campo magnético determina “se a agulha de uma bússola aponta para norte ou sul, mas também protege o planeta de radiações nocivas do espaço“, destaca o comunicado.

“Tal como as rochas numa corrente podem criar redemoinhos”, esta região rochosa por baixo de África pode “fazer com que o núcleo externo circule de forma inusual, expelindo linhas do campo magnético do núcleo e diluindo o campo planetário acima dele”, realça o The National Geographic.

“Em circunstâncias raras, as linhas de campo expelidas podem ter criado um campo magnético regional que era o oposto da Terra como um todo, despoletando uma inversão completa do planeta”.

Registo congelado no tempo

As mudanças no campo magnético não são novidade, mas, até agora, não havia dados sobre se estas alterações eram habituais ou não na zona da Anomalia africana, como repara o físico Vincent Hare, um dos investigadores envolvidos na pesquisa.

A pista fundamental para concluir que estas anomalias já terão ocorrido no passado, e portanto influenciado mudanças no campo magnético, veio de minerais encontrados em argilas da Idade do Ferro, resultantes de queimadas rituais.

Há cerca de mil anos, os antigos africanos que viviam no Vale do Rio Limpopo, que banha países dentro da Anomalia, como o Zimbabué, a África do Sul e o Botswana, queimavam as suas cabanas de argila e caixas de grão em rituais para chamar a chuva, em tempos de seca.

“Quando se queima argila a temperaturas muito elevadas, está-se a estabilizar os minerais magnéticos, e quando estes arrefecem das temperaturas altas, bloqueiam um registo do campo magnético da Terra“, nota o geofísico John Tarduno, outro investigador da Universidade de Rochester que participou na investigação.

Esse registo congelado no tempo revela que este enfraquecimento do campo magnético, na região da Anomalia, não é um fenómeno isolado da história, mas que já se verificou nos anos 400-450, 700-750 e 1225-1550.

“Estamos a obter evidências mais fortes de que há algo inusual na fronteira do núcleo-manto sob África que pode vir a ter um importante impacto no campo magnético global”, aponta John Tarduno.

“Sabemos que este comportamento inusual ocorreu, pelo menos um par de vezes antes, nos últimos 160 anos, e é parte de um padrão maior de longo termo”, acrescenta Vincent Hare. O investigador alerta, contudo, que é “demasiado cedo para dizer com certeza se este comportamento vai levar mesmo a uma inversão completa dos pólos”.

Mas mesmo que isso não se verifique a médio-prazo, “a possibilidade de uma deterioração continuada da força do campo magnético é uma preocupação social que merece estudos e monitorização contínuos”, conclui John Tarduno.

SV, ZAP //

Por SV
7 Março, 2018

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270: Os pólos magnéticos da Terra podem estar prestes a inverter (e nós não estamos preparados)

(dr) Joseph N. Pelton
Os campos magnéticos da Terra criam forças complexas à volta do planeta

O campo magnético da Terra está em constante mudança e os pólos magnéticos podem inverter-se a qualquer instante. Embora não seja já amanhã, essa inversão está para breve – e, para além de não estarmos preparados, a vida como a conhecemos poderia mudar para sempre.

Nos últimos 20 milhões de anos, os pólos magnéticos da Terra inverteram-se a cada 200.00 a 300.000 anos. No entanto, a última troca completa e bem sucedida aconteceu há cerca de 780.000 anos atrás.

O campo magnético da Terra já está a mudar e isso significa que os pólos estão prestes a trocar. No entanto, ainda não podemos afirmar que a inversão está ao virar da esquina. Além disso, embora essa inversão não seja totalmente incomum, desta vez poderá representar sérias complicações para a humanidade.

Para tentar determinar com mais exactidão se essa inversão está iminente – ou não – os cientistas observaram imagens de satélite e fizeram cálculos complexos para estudar a deslocação do campo magnético.

De acordo com o ScienceAlert, através dessa investigação, os cientistas descobriram que o ferro fundido e o níquel estão a drenar energia do dipolo na borda do núcleo da Terra, onde é gerado o campo magnético do planeta. Além disso, descobriram que o pólo magnético norte é especialmente turbulento e imprevisível.

Se os blocos magnéticos se tornam fortes o suficiente para enfraquecer o dipolo, os pólos invertem de posição. Mas, embora não seja certo que os pólos se invertam já, esta actividade demonstra que a inversão não tardará a acontecer – e isso poderá afectar drasticamente as nossas vidas.

O campo magnético da Terra protege o planeta dos raios solar e cósmico. Quando os pólos trocam, este “escudo protector” pode diminuir até um décimo de sua habilidade protectora. Apesar de poder demorar séculos, as radiações acabariam por atingir a superfície Terra, tornando as regiões inabitáveis e causando extinção de espécies.

Mas, antes disso acontecer, o enfraquecimento do campo magnético causaria danos nos satélites em órbita, causados pela exposição à radiação. Estes danos poderiam afectar os sistemas que controlam as redes eléctricas, e, por sua vez, levar a apagões mundiais que os especialistas dizem poder durar décadas.

Numa era em que dependemos da tecnologia, a vida como a conhecemos poderia mudar para sempre. Sem redes eléctricas funcionais, deixaríamos de conseguir usar o telemóvel ou os nossos electrodomésticos. Mas, se estas consequências já nos parecem assustadoras, imaginemos um hospital, local no qual milhares de vidas ficariam em risco.

A tecnologia GPS também seria ameaçada. No entanto, para além de nos dificultar a vida na hora de nos deslocarmos de carro, afectaria em grande escala as operações militares.

Apesar de esta parecer a descrição devastadora do que poderá vir a acontecer caso os pólos magnéticos invertam, poderá, em vez disso, ser a nossa capacidade de reconhecer essa possibilidade antecipadamente que nos vai salvar, de forma a nos prepararmos para essa eventualidade.

As empresas de satélites, por exemplo, poderão começar a colaborar entre si, de forma a melhorar os satélites, tornando-os capazes de lidar com uma inversão de pólo ou criando novos satélites mais eficazes no que diz respeito ao suporte de radiação extrema.

Por outro lado, os governos, as comunidades e as empresas poderiam unir forças e precaverem-se, através de planos de acção. Além disso, é importante garantir que a educação da sociedade para este tema, de modo a que quando isso aconteça, a situação não cause pânico generalizado, e as pessoas saibam como agir.

ZAP //

Por ZAP
1 Fevereiro, 2018

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