853: Nova esfinge descoberta (acidentalmente) no Egipto

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A Grande Esfinge de Gizé, no Egipto

Durante obras de reparação numa estrada, na cidade egípcia de Luxor, foi encontrada uma nova esfinge debaixo da terra, revelou o chefe do Departamento de Antiguidades da província, Mohamed Abdel Aziz.

De acordo com o funcionário, a estátua encontrada possuiu a forma de um leão com um rosto humano, semelhante à famosa Esfinge de Gizé.

Por agora, os especialistas não têm pressa em retirar o monumento soterrado, para não o expor e afectar à mudanças drásticas de temperatura.

A construção da Esfinge de Gizé foi ordenada por Quéfren, o quarto faraó da 4ª Dinastia do Império Antigo. A estátua de pedra que retrata um leão com rosto humano é, até aos dias de hoje, a maior já encontrada.

Acredita-se que Quéfren deu ordem de retratar o próprio rosto na estátua – esfinge traduz-se como “pai do medo” em árabe. De acordo com os historiadores, todos os faraós que reinaram posteriormente encararam como um dever “renovar” a cabeça da Esfinge, mantendo a mesma estrutura, tentando sempre que a estátua tivesse a máxima semelhança com os próprios governantes.

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A Esfinge de Gizé é a maior escultura do género até agora encontrada

As esfinges são um símbolo da realeza do Antigo Egipto, representava a força e o poder do faraó. Além disso, são ainda consideradas símbolos da vida após a morte, sendo muitas vezes encontradas junto a túmulos.

Por ZAP
7 Agosto, 2018

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244: Câmara secreta da Grande Pirâmide egípcia pode conter trono “extraterrestre”

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No início de Novembro de 2017, a revista científica Nature publicou um artigo dedicado à descoberta de um enorme espaço vazio no interior da Grande Pirâmide de Gizé no Egipto. Desde então, cientistas estão questionam-se qual poderia ter sido a função desta cavidade.

 A cavidade, com pelo menos 30 metros de comprimento, tornou-se a primeira estrutura interna encontrada nesta construção antiga desde o século XIX.

O especialista italiano, Giulio Magli, professor de arqueoastronomia na Universidade Politécnica de Milão, em Itália, foi o primeiro a formular uma das hipóteses: o grande espaço vazio poderia conter um trono de ferro de origem extraterrestre, que o faraó teria utilizado antes de falecer, segundo o RT.

O cientista afirma que o trono talvez tivesse cumprido a função de “transporte” para a vida após a morte.

“Há uma possível interpretação, que está de acordo com o que sabemos sobre a religião funerária egípcia, tal como se vê nos Textos das Pirâmides. Os textos dizem que o faraó, antes de chegar às estrelas do norte, terá que passar as portas do céu e sentar-se no trono de ferro”.


Magli descarta que se trate de uma cavidade projectada para diminuir o peso da estrutura maciça. “A área recém-descoberta não tem a função prática de aliviar o peso, porque o tecto da galeria já estava construído com uma técnica de suporte por este mesmo motivo”.

O possível trono de ferro na Grande Pirâmide talvez seja parecido com o da mãe do faraó Quéops, a rainha Hetepherés, que a Universidade de Harvard conseguiu reconstruir. Embora possa ser um trono semelhante, os especialistas asseguram que o da Pirâmide de Gizé estaria coberto com finas folhas de ferro meteorítico.

“Claro que não seria ferro fundido, que não era utilizado naquele tempo, mas sim o raro ferro caído do céu sob a forma de meteoritos de ferro – distinguível devido à alta percentagem de níquel”, que também é citado nos textos, afirma Magli no estudo.

Os egípcios já utilizaram este curioso material anteriormente para desenhar dispositivos diferentes, em particular a famosa adaga de Tutancamon, fabricada há mais de 3,3 mil anos.

A Grande Pirâmide de Gizé, construída por volta de 2570 a.C., está situada nos arredores da capital egípcia, Cairo. É a mais antiga das sete maravilhas do mundo e a única que se conservou até hoje.

ZAP // Sputnik News

Por ZAP
15 Janeiro, 2018

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