2640: O pico mais alto da Suécia foi destronado por causa da sinistra remodelação das montanhas

CIÊNCIA

Tadeáš Gregor / Wikimedia

Os suecos tiveram um novo exemplo da alteração do clima do nosso planeta, com a notícia de que o ponto mais alto do país já não é o mesmo.

Em apenas 60 anos, o pico sul da montanha Kebnekaise, no extremo norte da Suécia, 150 quilómetros acima do Círculo Polar Árctico, perdeu 24 metros, e com eles o título de topo do país.

O pico norte roubou-lhe a designação de pico mais alto da Suécia, posicionando-se agora a 1,2 metros acima do irmão, nos seus 2096,8 metros. A principal diferença entre estes picos é o facto de este último ser de rocha, enquanto que o do sul é um glaciar fustigado pelo aquecimento global.

Esta alteração vai obrigar a alterar os compêndios de geografia suecos, segundo a equipa de investigadores responsável pela medição do Kebnekaise. “Isto é um marco, um sinal muito óbvio e muito claro para todos na Suécia de que as coisas estão a mudar” e que “é preciso fazer alguma coisa quanto a isso”, disse a geógrafa que liderou o projecto, Gunhild Ninis Rosqvist, da Universidade de Estocolmo, ao The Guardian.

A equipa assume uma margem de erro de apenas alguns centímetros. “Quase toda a redução deu-se nas duas últimas décadas, em que o glaciar perdeu uma média de um metro por ano“, explicou a cientista.

Rosqvist acredita que os picos norte e sul vão andar a disputar o primeiro lugar do pódio nos próximos anos, devido à neve e aos Invernos que se avizinham. Ainda assim, a prazo, o destino do pico sul está traçado e é “muito claro”.

As medições do pico foram realizadas no dia 3, concluído o degelo do verão, num ano em que a Suécia registou os meses de Maio e Julho mais quentes da sua história. A localidade de Markusvinsa, a norte do Circulo Polar Árctico, registou 34,8 ºC no dia 26 de Julho.

ZAP //

Por ZAP
14 Setembro, 2019

 

1711: Os nossos oceanos estão a perder peixe a um ritmo alucinante

(CC0/PD) joakant / pixabay

As populações de peixes nos nossos oceanos estão a esgotar a um ritmo alarmante, com consequências preocupantes para os que fazem parte da cadeia alimentar – incluindo os seres humanos.

Dados recolhidos entre 1930 e 2010 revelaram que as populações de peixes caiu, em média, 4,1%. Em algumas regiões, como o Mar da China Oriental ou o Mar do Norte, a queda foi mais abrupta: de 15 a 35%. As alterações climáticas e a sobre-pesca são as principais culpadas.

No entanto, os investigadores observaram que um pequeno número de populações de peixes, em vez de diminuir, aumentava – beneficiando do aquecimento das águas que as tornava mais habitáveis (pelo menos para estes peixes).

“Muitas das espécies que beneficiaram do aquecimento vão, provavelmente, começar a diminuir, à medida que as temperaturas começarem a subir”, explicou o cientista Olaf Jensen, da Universidade Rutgers, em Nova Jersey, Estados Unidos.

A equipa investigou de que forma o aquecimento do oceano afectou 235 populações de peixes em todo o mundo, analisando 124 espécies em 38 regiões ecológicas. Além de peixes, incluíram também no estudo alguns crustáceos e moluscos. O artigo científico foi publicado no dia 1 deste mês, na Science.

Normalmente, a água quente é uma má notícia para os peixes: não só contém menos oxigénio, como também prejudica as funções corporais, que em muitos peixes ocorrem à mesma temperatura da água.

“O declínio de 4,1% parece muito pequeno e inofensivo, mas é de 1,4 milhões de toneladas métricas entre 1930 e 2010”, disse Chris Free, da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, ao The New York Times.

Segundo o Science Alert, os 4,1% são referentes especificamente ao rendimento máximo sustentável – a quantidade de peixes que podemos capturar sem esgotar o número da população a longo prazo.

Este número torna-se verdadeiramente preocupante se tivermos em conta que estes animais são uma parte significativa da proteína animal na dieta mundial – especialmente nos países costeiros em desenvolvimento. Acresce ainda o facto de 56 milhões de pessoas em todo o mundo trabalharem na indústria pesqueira – ou confiarem nela.

Reduzir a sobre-pesca é, de facto, essencial para minimizar os impactos do aquecimento dos oceanos, caso contrário a situação irá piorar.

ZAP //

Por ZAP
14 Março, 2019

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1574: Dois satélites da NASA estão perdidos para lá de Marte (e ninguém sabe o que aconteceu)

ATG Medialab / ESA

Dois satélites de comunicação da missão da NASA Mars Cube One, o MarCO-A e o MarCO-B, mantêm-se silenciosos além de Marte. Os especialistas neste momento não têm certeza qual a razão da interrupção nas comunicações.

Denominados WALL-E e EVE em honra do filme de animação “WALL-E”, tratam-se de aparelhos de tamanho de uma mala e de formato CubeSat. Lançados no ano passado, “parecem ter alcançado o seu limite” depois de viajarem além do Planeta Vermelho, segundo o comunicado da agência. Não há comunicação com eles há mais de um mês e os engenheiros da NASA creem que seja pouco provável que se recupere.

O MarCO-A e o MarCO-B serviram como retransmissores de comunicação durante o pouso em Marte de outra missão da NASA, da sonda InSight. O aparelho WALL-E enviou imagens impressionantes do Planeta Vermelho, enquanto o EVE realizava trabalhos de radiologia.

A última vez que o WALL-E enviou algo foi a 29 de Dezembro e o EVE a 4 de Janeiro. Segundo os cálculos da trajectória, o primeiro deve encontrar-se agora a uma distância de mais de 1,6 milhões de quilómetros de Marte e o segundo a quase 3,2 milhões de quilómetros.

Neste momento os especialistas da NASA admitem diferentes hipóteses sobre a razão da perda de contacto com a missão.

O comunicado assinalou que WALL-E tem fugas no propulsor e sugere que certos problemas com o controlo de actividade possam ter afectado a capacidade de enviar e receber comandos. Outro problema poderiam ser os sensores de luminosidade que permitem que os satélites se mantenham apontados ao Sol e recarregarem as baterias.

Em qualquer caso, inclusive se os engenheiros não conseguirem restabelecer o contacto, a NASA considera o seu trabalho bem-sucedido. “Esta missão sempre consistiu em ampliar os limites da tecnologia pequena e ver até onde podia chegar“, enquanto “os futuros CubeSats poderiam ir mais longe”, indicou o engenheiro chefe da missão Andy Klesh. “Há um grande potencial nestes pequenos aparelhos”, concluiu outro especialista, John Baker.

ZAP // Sputnik News

Por SN
10 Fevereiro, 2019

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1472: A Rússia perdeu o controlo do seu único telescópio espacial

Astro Space Center of Lebedev Physical Institute.

A Rússia perdeu o controlo do seu telescópio espacial, o Spektr-R, devido a uma falha nos sistemas de comunicação, informou este sábado o director do Centro Aeroespacial do Instituto Físico da Academia de Ciências, Nikolai Kardashev.

O telescópio deixou de conseguir reconhecer as instruções enviadas pelo centro de controle da agência espacial russa Roscosmos, mas continua a enviar dados científicos para Terra, explicou a agência de notícias russa Ria Novosti. As autoridades russas estão a tentar recuperar o controlo do telescópio, adiantou a Agência Interfax.

“Há tentativas para solucionar o problema. Há vários sistemas de comunicação. Alguns estão a operar, e outros não. Este tipo de erro já ocorreu anteriormente. Tudo pode ainda vir a funcionar de novo. Assim esperamos”, afirmou Kardashev.

No entanto, as várias tentativas para recuperar o controlo do aparelho fracassaram até agora. Segundo adiantou uma fonte da Roscosmos à Interfax, o problema pode dever-se a um erro no sistema de comunicação de reserva do telescópio, o último que lhe resta.

A mesma fonte acrescentou que há mais de um ano que o observatório espacial opera apenas com este sistema de comunicações de reserva, após uma falha do sistema principal.

A vida útil do Spektr-R, um dos maiores telescópios já colocados no espaço, expirou em 2016, mas a Rússia prolongou o seu uso até 31 de Dezembro de 2019.

“O projecto de exploração do Universo na faixa de ondas de rádio com ajuda do telescópio espacial Spektr-R será encerrado se não conseguirmos restabelecer a comunicação e o controlo do aparelho”, informou o director do projecto, Yuri Kovalev.

ZAP // EFE / Sputnik News

Por EFE
12 Janeiro, 2019

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1241: NASA perdeu sonda espacial no Cinturão de Asteróides

A NASA comunicou nesta quinta-feira que a sonda espacial Dawn deixou de estar em contacto com a Terra, interrompendo a sua missão histórica destinada a estudar o asteróide Vesta e o planeta-anão Ceres.

De acordo com o site da agência espacial norte-americana, depois de eliminar outras hipóteses que justificassem a perda de contacto, a equipa da missão concluiu que a sonda terá ficado sem hidrazina – usada como combustível para as antenas que controlam a direcção -, tendo depois a sonda se perdido entre os asteróides.

Segundos os cientistas, a sonda Dawn ficou presa na órbita do planeta-anão Ceres, devendo manter-se lá nas próximas décadas.

“Hoje celebramos o fim da missão Dawn, das suas incríveis conquistas técnicas e conhecimentos vitais que nos proporcionou e parabenizamos toda a equipa que permitiu que a nave fizesse tais descobertas”, disse o administrador da NASA, Thomas Zurbuchen,

Zurbuchen acrescentou ainda que as imagens e os dados surpreendentes obtidos pela Dawn são cruciais para entender a história e evolução do nosso Sistema Solar.

A sonda espacial norte-americana Dawn foi lançada pela NASA há onze anos, em 2007, com o objectivo de estudar o planeta-anão Ceres e o asteróide Vesta. Estes corpos celestes pertencem ao Cinturão de Asteróides situado entre Marte e Júpiter. Esta foi a primeira missão destinada a estudar mais que um corpo celeste.

ZAP // SputnikNews

Por SN
4 Novembro, 2018

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1226: Em 40 anos, a Terra perdeu 60% dos seus animais selvagens

CIÊNCIA

(CC0/PD) minkewink / Pixabay
O ritmo actual de extinção das espécies é cerca de 100 a 1.000 vezes maior do que há alguns séculos

A população mundial de vertebrados no mundo diminuiu 60% nos últimos 40 anos, aponta um estudo do Fundo Mundial para a Natureza (WWF) divulgado nesta terça-feira. A acção humana é a principal responsável por esta perda em massa de mamíferos, aves, peixes, anfíbios e répteis.

As regiões que mais perderam animais selvagens entre 1970 e 2014 foram as Américas do Sul e Central, onde as populações de vertebrados diminuíram 89%. O Relatório Planeta Vivo analisou o estado de 16.704 grupos de 4.005 espécies de vertebrados durante estes 40 anos.

Entre as espécies de fauna mais afectadas e com a maior taxa de extinção estão as de água doce, cuja redução nas populações atingiu os 83%.

Dependendo do tipo de animais em análise, o ritmo actual de extinção das espécies é cerca de 100 a 1.000 vezes maior do que há alguns séculos, quando a actividade humana começou a alterar a Biologia e a Química do planeta.

Segundo o relatório agora apresentado, a principal causa do declínio da biodiversidade é o modelo descontrolado de consumo do ser humano, que explora extensivamente os ecossistemas e a agricultura. A Humanidade é ainda responsável pela poluição, introdução de espécies invasoras e pelo aquecimento global, factores que também impactam negativamente a vida selvagem.

“A enorme pressão feita sobre os recursos naturais está a ameaçar a estrutura viva que sustenta a Humanidade”, afirmou Marco Lambertini, director-geral da organização ambientalista internacional.

Em todo o mundo, a natureza proporciona serviços avaliados em, aproximadamente, 125 mil milhões de dólares por ano, ajudando a garantir o fornecimento de ar fresco, água potável, alimentos, energia e medicamentos.

Segundo aponta o relatório, os manguezais, por exemplo, – árvores rizoforáceas da América e da África -, capturam quase cinco vezes mais carbono do que as florestas tropicais; as culturas parcialmente polinizadas por animais correspondem a 35% da produção mundial de alimentos e os recifes de corais protegem cerca de 200 milhões de pessoas contra ondas e tempestades.

O WWF destaca ainda que a pegada ecológica do planeta – parâmetro que mede o consumo de recursos naturais – aumentou quase 190% nos últimos 50 anos.

ZAP // Deutsche Welle

Por ZAP
1 Novembro, 2018

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761: Icebergue de seis quilómetros soltou-se de glaciar na Gronelândia

“Parecia que havia foguetes a rebentar”, descreveu David Holland, da Universidade de Nova Iorque

Imagem retirada do vídeo da Universidade de Nova Iorque

Um icebergue com seis quilómetros de largura soltou-se de um glaciar no leste da Gronelândia, o maior em mais de uma década naquele lugar.

Os cientistas que controlam o estado do glaciar capturaram a quebra da gigantesca massa de gelo em vídeo no dia 22 de Junho, depois de semanas acampados no glaciar Helheim.

 

O professor David Holland, da Universidade de Nova Iorque, afirmou que o vídeo mostra “três por cento da perda anual de gelo da Gronelândia a acontecer em 30 minutos”, condensados num vídeo mais curto com as imagens aceleradas.

“Parecia que havia foguetes a rebentar”, afirmou, descrevendo o que viu como “um acontecimento muito complexo, caótico e barulhento”

Holland destacou que “a preocupação real é com a Antárctida, onde é tudo tão grande que os riscos são muito mais altos”.

Diário de Notícias
DN/Lusa
13 Julho 2018 — 14:24

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711: Perdemos um campo de futebol de floresta por segundo em 2017

(CC0/PD) skeeze / pixabay

Brasil, Colômbia e República Democrática do Congo são alguns dos países que registaram perdas recorde no ano de 2017, segundo o novo relatório da Global Forest Watch.

De acordo com uma pesquisa da Global Forest Watch, o mundo perdeu mais do que o equivalente a um campo de futebol de floresta por cada segundo de 2017, totalizando uma área equivalente à dimensão de um país como Itália.

Os novos dados, obtidos através de satélite, mostram que este foi o segundo pior ano desde que há registo, com uma perda de 29,4 milhões de hectares, cita o jornal britânico The Guardian.

A redução da cobertura florestal duplicou desde 2003, enquanto que o desmatamento de florestas tropicais duplicou desde 2008. O Brasil, que já vinha de uma tendência de queda, voltou a sofrer com este problema no ano passado devido à instabilidade política. Outras nações, como a Colômbia e a República Democrática do Congo, também sofreram perdas recorde.

O território brasileiro foi o país que mais sofreu com as perdas florestais desde que a Global Forest Watch começou a fazer este levantamento em 2001. Enquanto que houve uma diminuição no ano passado em relação ao desmatamento recorde que ocorreu em 2016, os números de 2017 ainda são os segundos mais altos da história.

Mais de um quarto das perdas de árvores no Brasil no ano de 2017 foram causadas por incêndios deliberadamente provocados para limpar terra.

Na Colômbia, um verdadeiro centro global para a biodiversidade, as perdas aumentaram 46% no ano passado. As FARC, a maior organização guerrilheira do país, anteriormente controlavam grande parte do território amazónico colombiano, bloqueando o acesso.

A desmobilização dessas forças armadas rebeldes deixou um vazio de poder e a desflorestação ilegal para gado, extracção de madeira e produção de cocaína dispararam.

Por outro lado, na Indonésia, a desflorestação caiu 60% em 2017, um ano húmido que se traduziu num menor número de incêndios florestais e também por causa de acções levadas a cabo pelo Governo.

A culpa também é nossa

As perdas florestais são um factor decisivo para as emissões de carbono que impulsionam o aquecimento global. O seu efeito é quase o mesmo que o total de emissões dos EUA, o segundo país maior poluidor do mundo.

A desflorestação destrói o habitat da vida selvagem e é uma das principais razões para as populações de animais selvagens terem caído para metade nos últimos 40 anos, iniciando uma sexta extinção em massa.

Enquanto apenas 2% do financiamento para a acção climática vai para a protecção de florestas, estas têm o potencial de fornecer um terço dos cortes de emissões globais necessários até 2030.

“É realmente uma questão urgente que devia estar a receber mais atenção”, explica Frances Seymour, do World Resources Institute, uma das entidades responsáveis pelo Global Forest Watch.

De acordo com as informações recolhidas por este estudo, a destruição humana causa virtualmente todo a desflorestação nos trópicos.

“A principal razão pela qual as florestas tropicais estão a desaparecer não é um mistério – amplas áreas continuam a ser devastadas para cultivo de soja, carne bovina, óleo de palma, madeira e outras comodidades comercializadas globalmente”, explica. “Grande parte é ilegal e está ligada à corrupção“, acrescenta.

Não é só o ambiente que sofre

Os incêndios são dominantes em latitudes mais altas, causando cerca de dois terços das perdas florestais em países como a Rússia e o Canadá, e podem estar a tornar-se mais comuns devido às alterações climáticas.

Novas florestas estão a ser cultivadas na China e na Índia, por exemplo, mas a extensão exacta em que compensam a destruição das florestas já existentes ainda é desconhecida. Por enquanto, claro é que a desflorestação excede significativamente a reflorestação.

Estima-se que apenas cerca de 15% das florestas que provavelmente existiam antes da civilização humana ainda hoje permaneçam intactas. Um quarto foi destruído e o resto fragmentado ou degradado.

A destruição das árvores não prejudica apenas o ambiente. “Juntamente com essa violência contra a Terra, também há uma crescente violência sobre as pessoas que defendem essas florestas”, afirma Victoria Tauli-Corpuz, relatora especial da ONU sobre os direitos dos povos indígenas.

De acordo com Tauli-Corpuz, metade dos 197 defensores ambientais mortos em 2017 pertenciam a grupos indígenas.”Há muito que estes povos administram as florestas que são cruciais para a luta contra as alterações climáticas”, explica.

“Os novos dados mostram que a taxa de perda de cobertura de árvores é menos de metade em terras comunitárias e indígenas, comparativamente com outros lugares”.

ZAP // HypeScience

Por HS
30 Junho, 2018

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– Perguntem aos Trampas que existem espalhados pelo Planeta Terra que eles responderão: “No problem…”