2871: A Evolução mostra que podemos ser a única forma de vida inteligente no Universo

CIÊNCIA

possan / Wikimedia

As reduzidas probabilidades que acompanham a nossa evolução ao longo da história podem ser uma pista que talvez sejamos a única forma de vida inteligente no Universo.

Será que estamos sozinhos no Universo? Tudo se resume a saber se a inteligência é um resultado provável da selecção natural ou um acaso improvável. Por definição, eventos prováveis ocorrem com frequência, eventos improváveis ocorrem raramente — ou uma vez.

A nossa história evolutiva mostra que muitas adaptações importantes foram eventos únicos e pontuais e, portanto, altamente improváveis. A nossa evolução pode ter sido como ganhar a lotaria… apenas muito menos provável.

O universo é surpreendentemente vasto. A Via Láctea tem mais de 100 mil milhões de estrelas e existem mais de um bilião de galáxias no universo visível, a pequena fracção do universo que podemos ver. Mesmo que mundos habitáveis sejam raros, o seu número absoluto sugere que existe muita vida por aí.

Mas se é assim tão grande, onde estão todos? Este é o paradoxo de Fermi. O Universo é grande e antigo, com tempo e espaço para a inteligência evoluir, mas não há evidências disso.

Seria improvável que a inteligência evoluísse? Infelizmente, não podemos estudar a vida extraterrestre para responder a esta pergunta. mas podemos estudar 4,5 mil milhões de anos da história da Terra, observando onde a Evolução se repete ou não.

Por vezes, a Evolução repete-se, com diferentes espécies a convergir independentemente para resultados semelhantes. Se a Evolução se repete frequentemente, a nossa Evolução pode ser provável, ou até inevitável.

O problema é que todas as convergências aconteceram dentro de uma linhagem, os Eumetazoa. Diferentes eumetazoanos desenvolveram soluções semelhantes para problemas semelhantes, mas o plano complexo do corpo que tornou tudo possível é único. Animais complexos evoluíram uma vez na história da vida, sugerindo que são improváveis.

Surpreendentemente, muitos eventos críticos na nossa história evolutiva são únicos e, provavelmente, improváveis. Um é o esqueleto ósseo dos vertebrados, que permite que animais grandes se movam para a terra.

As células eucarióticas complexas das quais todos os animais e plantas são construídas, contendo núcleos e mitocôndrias, evoluíram apenas uma vez. O sexo evoluiu apenas uma vez. A fotossíntese, que aumentou a energia disponível para a vida e produziu oxigénio, é única. Quanto a isso, o mesmo ocorre com a inteligência a nível humano. Existem lobos e toupeiras marsupiais, mas não humanos marsupiais.

Além disso, esses eventos dependiam um do outro. Os humanos não podiam evoluir até que os peixes adquirissem esqueleto, que os deixasse rastejar na terra. O esqueleto não pôde evoluir até que animais complexos aparecessem. Animais complexos precisavam de células complexas, e células complexas precisavam de oxigénio, produzido pela fotossíntese. Nada disso acontece sem a evolução da vida.

Curiosamente, tudo isto demora um tempo surpreendentemente longo. A fotossíntese evoluiu 1,5 mil milhões de anos após a formação da Terra, células complexas após 2,7 mil milhões de anos, animais complexos após 4 mil milhões de anos e inteligência humana 4,5 mil milhões de anos após a formação da Terra. O facto de essas inovações serem tão úteis, mas levarem tanto tempo para evoluir implica que elas são extremamente improváveis.

Uma série de eventos improváveis

Neste caso, a nossa evolução não é como ganhar na loteria. É como ganhar a loteria de novo, e de novo, e de novo.

Imaginemos que a inteligência depende de uma cadeia de sete inovações improváveis — a origem da vida, fotossíntese, células complexas, sexo, animais complexos, esqueletos e a própria inteligência — cada uma com 10% de hipóteses de evoluir. As hipóteses de evolução da inteligência tornam-se uma em dez milhões.

No entanto, adaptações complexas podem ser ainda menos prováveis. A fotossíntese exigiu uma série de adaptações em proteínas, pigmentos e membranas. Os animais eumetazoários exigiram múltiplas inovações anatómicas. Se mundos habitáveis são raros, então podemos ser a única vida inteligente na galáxia, ou mesmo no universo visível.

ZAP // The Conversation

Por ZAP
21 Outubro, 2019

 

1642: Os extraterrestres podem estar em todo o lado (ou em lugar nenhum)

KELLEPICS / pixabay

Se a galáxia tem milhões de anos e os humanos demoraram apenas algumas décadas para visitar a Lua e lançar estações espaciais, porque é que uma nave alienígena ainda não pousou na Terra?

Este é um debate controverso pelo facto de muitos acreditarem que os extraterrestres podem estar em todos os lugares, em nenhum lugar ou podem mesmo estar em ambas as situações – e não estamos a falar de uma teoria de Erwin Schrödinger.

Novas análises realizadas pela equipa liderada por Adam Frank da Universidade de Astrofísica de Rochester sugerem uma solução diferente para um antigo paradoxo, segundo o portal Popular Science.

Atravessar a Via Láctea e estabelecer um império galáctico unificado pode ser inevitável para uma super-civilização monolítica, mas a maioria das culturas não é nem monolítica nem uma super-civilização.

Frank e os seus colegas exploraram o meio-termo que pode existir entre uma galáxia deserta e outra muito povoada, onde algumas civilizações podem ter sucesso numa missão multi-estelar, mas sem qualquer estabilização espacial e temporal na Via Láctea.

Os astrónomos iniciaram a busca de outras civilizações por meio de sinais tecnológicos (conhecidos como technosignature), mas foram desencorajados por um longo silêncio. Porém, o que mantém o optimismo é um argumento elaborado em 1975.

Ressaltando que a galáxia é tão antiga, qualquer civilização tecnológica provavelmente teve muito tempo para se expandir para todas as estrelas da Via Láctea. No entanto, nós não temos evidências do passado ou do presente de cidades extraterrestres na Terra, uma observação chamada “Facto A”.

Os académicos têm tentado resolver este quebra-cabeça, conhecido como Paradoxo de Fermi, com explicações que vão desde a humanidade estar colocada numa espécie de reserva, enquanto outros esperam em hibernação.

Muitas destas soluções baseiam-se em suposições quanto ao comportamento dos extraterrestres, o que Frank não considera adequado. Em vez disso, Frank e os colaboradores construíram um modelo mais abrangente, numa tentativa de separar a ficção da ciência e responder à pergunta: “De todas as galáxias possíveis em que poderíamos viver, que tipos são consistentes com o Facto A?”.

Os especialistas estudaram o desenvolvimento das civilizações e notaram que a humanidade está a desenvolver-se de uma forma muito rápida, fazendo com que alguns dos misteriosos planetas observados não sejam capazes de satisfazer as nossas necessidades, enquanto outros já estariam ocupados.

A expansão para outras estrelas pode estender a vida útil de uma civilização. Porém, mesmo que isto dure milhões de anos, em algum momento aconteceria alguma catástrofe.

Os autores das investigações também acreditam que a análise destas teorias reforçam o optimismo sobre a existência de vida tecnológica na nossa galáxia, ressaltando que a comunidade de astrónomos deveria ficar atenta e procurá-la.

Alguns ainda preferem outras formas de resolver o Paradoxo de Fermi, como Anders Sandberg, do Instituto do Futuro da Humanidade, em Oxford, na Inglaterra, que sugere que a vida pode ser simplesmente rara.

Ele gostaria de ver as simulações de Frank expandidas para abranger um leque mais amplo de possibilidades. “É um modelo adorável”, escreveu Sandberg, “mas os autores restringem-se a um espaço bastante restrito de possibilidades”.

A astrónoma Jill Tarter, cujo trabalho inspirou o romance Contacto de Carl Sagan, elogiou a capacidade da equipa, mas questionou até onde as análises teóricas podem ir. “São pessoas espertas e provavelmente entenderam a matemática”, escreveu, “o que quer que isto signifique na ausência de dados”.

Os autores concordam que nenhuma teoria pode substituir a procura real, mas dizem que esta análise reforça o optimismo de que a vida tecnológica pode existir na nossa galáxia, bem como a sua convicção de que a comunidade astronómica deve procurá-la.

Frank aproveitou para destacar a explosão dos sistemas planetários conhecidos, com aproximadamente 4.000 exoplanetas descobertos desde 1992, esperando que os investigadores desenvolvam a capacidade de estudar detalhadamente estes mundos.

O Paradoxo de Fermi

O Paradoxo de Fermi é utilizado para descrever as enormes discrepâncias entre as estimativas optimistas da probabilidade de existirem civilizações extraterrestres e a falta de evidências da existência dessas mesmas civilizações.

Se o Universo é um espaço vasto e cheio de planetas potencialmente habitáveis, então onde é que estão todos os alienígenas? – esta é a grande questão do paradoxo.

Diversas teorias tentaram já explicar a ausência de sinais de vida extraterrestre – desde a ideia de que podem estar a hibernar, que estão trancadas nos seus próprios mundos até às explosões de raios gama, passando pela ideia de que os extraterrestres já morreram ou estão submersos nos seus planetas aquáticos.

Até então, não foi encontrada nenhuma outra forma de vida no Universo. Foi este o facto que levou o astrofísico italiano Enrico Fermi a questionar em 1950 onde estariam todos os seres alienígenas. A teoria, conhecida como Paradoxo de Fermi, ainda não tem solução, afirmando-se cada vez mais como um mistério da Ciência.

ZAP // Sputnik News

Por ZAP
27 Fevereiro, 2019

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1329: Os extraterrestres estão trancados nos seus próprios mundos (e é por isso que ainda não os encontramos)

NASA
Enceladus, a lua gelada de Saturno, esconde um oceano que pode “fermentar” vida alienígena

Um cientista britânico fez uma nova leitura do controverso Paradoxo de Fermi, sugerindo que ainda não foram detectados sinais de vida extraterrestre porque a maior parte desta vida alienígena está isolada do mundo exterior.

Se os extraterrestre existem, por que não os encontramos ainda? É com isto que o Paradoxo de Fermi se debate há anos.

Numa nova abordagem ao paradoxo e tentando responder à questão que há anos inquieta a comunidade científica, David Clements, cientista do London’s Imperial College, analisou a história da vida na Terra, as condições básicas para a existência de vida e a presença de planetas e luas potencialmente habitáveis no Sistema Solar.

“Concluímos que as condições para que haja vida – águas líquidas e fontes de energia – são, de facto, muito comuns no Sistema Solar, mas a maioria dos locais potencialmente habitáveis está abaixo das superfícies geladas das luas gigantes de gás”, escreveu o cientista no artigo agora divulgado.

“Se este caso se verificar em outros lugares da Galáxia, a vida [extraterrestre] pode ser realmente bastante mas, mesmo que a inteligência se desenvolva, acaba por ser essencialmente selada num ambiente infinito, incapaz de se comunicar com o exterior”.

Para Clements, há condições para se desenvolver vida alienígena inteligente no entanto, são estas mesmas condições a barreira que os impede de comunicar para o exterior. No fundo, estas formas de vida podem existem em “mundos isolados” – o que justificaria o silêncio ensurdecedor dos extraterrestres.

A título de exemplo, o cientista mencionou a Europa e a Enceladus, as luas geladas de Júpiter e Saturno, respectivamente. De acordo com a publicação, pode haver água – uma das condições básicas para a vida – sob estes satélites naturais. Teoricamente, estas luas podem alojar “ecossistemas muito maiores do que o que exista na Terra”, pode ler-se.

Um outro estudo, publicado no início do mês de Novembro na Nature Astronomy, dava já conta que Enceladus escondia um oceano e, apesar deste satélite ter menos 1% do tamanho da nossa Lua, tem um oceano com até 10% da quantidade que existe na Terra. Além disso, estudos químicos sobre os jactos de água que saem do pólo sul de Enceladus sugerem que o oceano quente e profundo desta lua pode mesmo ser uma “loja de doces” para a vida microbiana.

O cientista nota ainda que a vida na Terra parece ter emergido bastante rápido a partir do momento em que se reuniram as condições adequadas. Com isto, sugere o britânico, “pode surgir vida em qualquer lugar onde exista um ambiente compatível“.

Contudo, é ainda muito cedo para desistir da procura por vida alienígena. Em declarações à Newsweek, Clements afirma que, nos “próximos 10 a 20 anos” vão surgir várias missões e instalações de observação que “aumentarão significativamente a nossa capacidade de detectar vida noutro qualquer lugar”.

A Europa Clipper da NASA e o Telescópio Espacial James Webb (JWST) são missões que podem contribuir para detectar vida extraterrestre. Porém, importa frisar, nenhuma destas tecnologias vai encontrar vida directamente, mas antes esboçar uma imagem mais clara de mundos potencialmente habitáveis, quer no nosso Sistema Solar, quer fora dele. Encontrar vida extraterrestre directamente pode ser um pouco mais complicado – e demorado.

De qualquer das formas, o cientista acredita que toda a sua teoria está relacionada com o Paradoxo de Fermi, uma vez que “sabemos que as espécies que vivem na água podem evoluir até um alto nível de inteligência”, considerou. Por isso, conclui, escrutinar estes oceanos pode ajudar-nos não só a resolver o problema, como a questão de Fermi.

“Ficamos com a perspectiva assustadora de que a nossa galáxia pode estar repleta de vida, mas que qualquer inteligência no seu interior pode estar trancada sob barreiras impenetráveis de gelo, tornando-a incapaz de comunicar [com o exterior] e até mesmo compreender a existência do Universo lá fora”, rematou.

O artigo foi submetido para publicação no passado dia 15 de Outubro na revista Journal of the British Interplanetary, carecendo ainda da revisão de pares. Contudo, a publicação está disponível em pré-visualização no Arxiv.org.

O Paradoxo de Fermi

O Paradoxo de Fermi é utilizado para descrever as enormes discrepâncias entre as estimativas optimistas da probabilidade de existirem civilizações extraterrestres e a falta de evidências da existência dessas mesmas civilizações.

Se o Universo é um espaço vasto e cheio de planetas potencialmente habitáveis, então onde é que estão todos os alienígenas? – esta é a grande questão do paradoxo.

Diversas teorias tentaram já explicar a ausência de sinais de vida extraterrestre – desde a ideia de que podem estar a hibernar até às explosões de raios gama, passando pela ideia de que os extraterrestres já morreram ou estão submersos nos seus planetas aquáticos.

Até então, não foi encontrada nenhuma outra forma de vida no Universo. Foi este o facto que levou o astrofísico italiano Enrico Fermi a questionar em 1950 onde estariam todos os seres alienígenas. A teoria, conhecida como Paradoxo de Fermi, ainda não tem solução, afirmando-se cada vez mais como um mistério da Ciência.

SA, ZAP //

Por SA
24 Novembro, 2018

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1099: Explicada a estranha ausência de rastos de extraterrestres no Universo

*Psycho Delia* / Flickr

Astrofísicos norte-americanos propuseram uma nova abordagem ao Paradoxo de Fermi, que acentua a contradição entre as elevadas hipóteses de encontrar outras civilizações inteligentes no Universo e a falta de evidências que as comprove.

De acordo com um estudo disponibilizado recentemente no portal Arxiv.org, três cientistas da Universidade norte-americana da Pensilvânia criaram um modelo para avaliar quanto trabalho foi até agora realizado para encontrar vida alienígena no Universo.

A investigação debruçou-se em particular sobre os esforços produzidos no projecto Search for Extraterrestrial Intelligence (SETI). Segundo os cientistas, a parte do espaço estudada pelo SETI é pequena demais para tirar quaisquer conclusões.

“Pode haver sinais de rádio bem claros e óbvios no céu, mas nós não os conheceríamos porque a nossa capacidade de procura é muito baixa no momento”, sustentaram.

Para esclarecer a situação, os cientistas desenvolveram uma metáfora sobre um “palheiro cósmico multidimensional”, no qual, consideram, o SETI procura “agulhas alienígenas”.

Neste sentido, os astrofísicos comparam o volume de espaço estudado ao volume de uma banheira comparativamente a todos os oceanos do mundo. Exemplificam ainda que é como estudar a ausência de animais marinhos com base num copo de água. Além disso, asseguram, existem diferentes tipos de “agulhas” para se procurar.

Continuando com a linguagem metafórica, os cientistas consideram ser necessário reavaliar por completo o “palheiro”, de forma a confirmar que não há “agulhas”. Para os cientistas, é necessário encontrar pelo menos uma prova sólida o suficiente que prove a existência de vida extraterrestre.

O paradoxo de Fermi

O paradoxo de Fermi é utilizado para descrever as enormes discrepâncias entre as estimativas optimistas da probabilidade de existirem civilizações extraterrestres e a falta de evidências da existência dessas mesmas civilizações.

Se o Universo é um espaço vasto e cheio de planetas potencialmente habitáveis, então onde é que estão todos os alienígenas? – esta é a grande questão do paradoxo.

Diversas teorias tentaram já explicar a ausência de sinais de vida extraterrestre – desde a ideia de que podem estar a hibernar até às explosões de raios gama, passando pela ideia de que os extraterrestres já morreram ou estão submersos nos seus planetas aquáticos.

Até então, não foi encontrada nenhuma outra forma de vida no Universo. Foi este o facto que levou o astrofísico italiano Enrico Fermi a questionar em 1950 onde estariam todos os seres alienígenas. A teoria, conhecida como Paradoxo de Fermi, ainda não tem solução, afirmando-se cada vez mais como um mistério da ciência.

Por ZAP
4 Outubro, 2018

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986: É provável que estejamos a viver numa simulação, diz Elon Musk

oninnovation / Flickr
Elon Musk

Elon Musk acha que todos nós estamos presos numa pseudoexistência. Para o empresário, o Paradoxo de Fermi só tem uma explicação: estamos todos a viver numa simulação.

No popular podcast do comediante Joe Rogan, The Joe Rogan Experience, o fundador e CEO da SpaceX começou por explicar que o Universo tem 13,8 mil milhões de anos, e, assim sendo, qualquer civilização que tenha surgido teve muito tempo para aprimorar o seu conhecimento tecnológico.

“Se assumirmos qualquer taxa de melhoria, ou os jogos serão indistinguíveis da realidade ou a civilização irá acabar. Uma destas duas hipóteses vai acontecer”, disse Elon Musk. “Portanto, estamos muito provavelmente numa simulação.”

Embora seja apenas uma probabilidade, “eu acho que existem inúmeras simulações”. “Podemos também chamá-las de realidade ou multiverso.”

Além disso, o empresário acrescentou que se a sua hipótese for mesmo verdade, o substrato deve ser muito “chato”. “Por que motivo iríamos criar uma simulação que fosse chata? Pelo contrário, faríamos certamente uma versão muito mais interessante do que a realidade básica.”

A verdade é que diversos físicos, cosmólogos e filósofos, à semelhança de Elon Musk, consideram a hipótese da simulação convincente.

Segundo esta hipótese, se até mesmo uma civilização alienígena avançada, com uma predilecção pela criação de simulações, surgisse, poderiam consequentemente surgir milhares – ou talvez até milhões ou biliões – de universos “falsos”. Descobrir a verdade seria uma tarefa verdadeiramente difícil para os habitantes desses reinos, porque todas as evidências que pudessem reunir iriam ser plantadas pelos criadores desse mundo.

De facto, a ideia da simulação é uma das muitas explicações para o famoso Paradoxo de Fermi. E parece ser a favorita do empresário. Resta saber se numa outra simulação, Elon Musk continuaria a ser o CEO da Tesla e da SpaceX. Ou se existiria sequer.

Por ZAP
9 Setembro, 2018

(Foi corrigido 1 erro ortográfico ao texto original)

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