2085: Pilotos da Marinha norte-americana afirmam ter visto objectos voadores não identificados

Artur Sedrakyar / U.S. Navy

Vários pilotos da Marinha dos Estados Unidos (EUA) reconheceram publicamente que, entre o verão de 2014 e Março de 2015, avistaram vários objectos não identificados enquanto realizavam manobras militares na costa leste do país.

De acordo com o New York Times, citado pelo Observador, os pilotos reportaram o sucedido aos seus superiores e relataram que os objectos em causa não tinham motores visíveis e que voavam a velocidades hipersónicas, a mais de nove mil metros de altura.

Ryan Graves, piloto com mais de dez anos de serviço, disse ao referido jornal que “aquelas coisas” estavam “lá fora o dia todo”, tendo informado o Pentágono e o Congresso dos EUA sobre os avistamentos.

“Manter um avião no ar exige uma quantidade significativa de energia. Tendo em conta as velocidades que observámos, 12 horas no ar eram 11 horas a mais do que o que seria de esperar”, argumentou.

No entanto, ninguém do Departamento de Defesa diz que estes objectos são extraterrestres. Segundo os peritos consultados pelo New York Times, o mais provável é que estes correspondam a drones, ainda que haja outras possibilidades em cima da mesa, incluindo efeitos atmosféricos e a também probabilidade de os avistamentos resultarem da sobrecarga neurológica que os pilotos sofrem nos voos de velocidade supersónica.

A Marinha norte-americana mudou recentemente os protocolos sobre o avistamento de objectos não identificados. Em vez de os ignorar, a partir de agora há o compromisso de os levar a sério.

“Houve vários relatos de aparelhos não autorizados e não identificados a atravessar zonas de controlo militar e espaço reservado nos últimos anos”, como consta num comunicado de imprensa divulgado na semana passada.

“Por questões de segurança”, lê-se no documento citado pelo ABC, tanto a Marinha como as Forças Aéreas estão a levar estes relatos “muito a sério” e a investigar cada um deles.

“Sabemos que os OVNI’s são reais”

Depois do relatório a detalhar as interações quase diárias com objectos voadores não identificados, o ex-subsecretário adjunto de Defesa para Inteligência, Christopher Mellon, argumentou que essa informação não é nova e o Governo precisa fazer algo a respeito, noticiou a Fox News.

“Sabemos que os OVNI’s existem. Isso não é mais um problema”, disse. “A questão é por que eles estão aqui? De onde eles vêm e qual é a tecnologia por trás desses dispositivos que estamos observando?”, questionou.

Há indicações, referiu Christopher Mellon, de que os objectos relatados estavam a realizar “acções que não são possíveis neste reino físico”. As velocidades relatadas (cerca de cinco mil milhas por hora) só eram sustentáveis ​​por cerca de uma hora, e esses objectos estariam a voar o dia todo.

“Os pilotos que observaram essas naves estão absolutamente confusos e isso transparece claramente nas suas declarações públicas”, continuou.

No entanto, o fascínio transformou-se em medo, quando um piloto contou quase ter colidido com um dos objectos, que descreveu como uma esfera envolvendo um cubo. Um relatório oficial sobre o caso foi arquivado, tendo o incidente contrariado a teoria anterior dos pilotos da Marinha de que os objectos faziam parte de algum tipo de operação com drones, extremamente sigilosa.

“Estas são interacções entre veículos inteligentemente controlados, que operam dentro e ao redor das instalações militares dos EUA, daí a preocupação”, explicou Christopher Mellon. “Um: tem havido colisões perto do ar, então há um problema de segurança. Dois: há uma questão vital de segurança nacional que é a de que nossa soberania está a ser violada por veículos de origem desconhecida”, continuou.

Embora toda essa informação seja uma notícia antiga para o ex-subsecretário adjunto de Defesa para Inteligência, este acredita que dificilmente os EUA sejam o único país a ter interacções com esses objectos.

Tendo escrito extensivamente sobre avistamentos de OVNI’s antes, afirmou estar frustrado com a falta de acção do Governo, assim como os pilotos da Marinha que viram os objectos. Decidiu então que a única maneira de progredir era divulgar essa informação para o público, através do seu novo programa de televisão, intitulado “Unidentified”.

TP, ZAP //

Por TP
31 Maio, 2019

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2044: O Pentágono admitiu (finalmente) que investiga OVNIs

(CC0/PD) 12019 / pixabay
O Pentágono, em Washington, sede do Departamento de Defesa dos EUA

Numa declaração sem precedentes e que alguns consideram “bombástica”, o Departamento de Defesa dos EUA admitiu que investiga OVNIs (Objectos Voadores Não Identificados). Uma posição oficial que reforça a importância militar de estudar este tipo de fenómenos.

Do alto da sua sede no Pentágono, em Washington, o Departamento de Defesa dos EUA (DOD na sigla original em Inglês) assume que investiga “fenómenos aéreos não identificados”, em declarações inéditas citadas pelo The New York Post (NYP).

A expressão que reporta para os OVNIs nunca tinha sido usada pelo DOD. Estamos, assim, perante uma “revelação bombástica”, como refere no NYP o ex-militar britânico Nick Pope que investigou OVNIs para o Governo do Reino Unido durante a década de 1990.

Apesar de a iniciativa secreta intitulada “Advanced Aerospace Threat Identification Program” (AATIP – Programa de Identificação de Ameaça Aeroespacial Avançada) ter sido dada por encerrada em 2012, o Pentágono “continuou a pesquisa e a investigação sobre fenómenos aéreos não identificados”, destaca o porta-voz do DOD, Christopher Sherwood, no NYP.

“O DOD está sempre preocupado em manter a identificação positiva de todas as aeronaves no nosso ambiente operacional, bem como em identificar qualquer capacidade estrangeira que possa ser uma ameaça para a segurança interna“, aponta Sherwood.

“O Departamento vai continuar a investigar, através dos procedimentos normais, relatos de aeronaves não identificadas encontradas por aviadores militares dos EUA, a fim de garantir a defesa da segurança interna e a protecção contra surpresas estratégicas das nações adversárias”, acrescenta o porta-voz do DOD.

Para o administrador do site “The Black Vault” que revela documentos secretos do Governo norte-americano sobre OVNIs, esta é “uma declaração bastante poderosa”, conforme declarações ao NYP. John Greenewald Jr. destaca que agora há “provas oficiais” de que o DOD “lidou mesmo” com “fenómenos, vídeos, fotos” de OVNIs.

Declarações oficiais anteriores eram ambíguas e deixavam a porta aberta à possibilidade de o AATIP estar simplesmente preocupado com as ameaças de aviação de próxima geração, mísseis e drones”, acrescenta Nick Pope.

Porque é que o Pentágono está interessado em OVNIs?

Para o professor de Engenharia Aeroespacial da Universidade de Michigan (EUA) Iain Boyd este interesse do Pentágono em OVNIs faz todo o sentido, como escreve num artigo no site The Conversation.

Boyd começa por lembrar que em Abril deste ano, a Marinha dos EUA implementou um novo protocolo de acção perante o aumento dos avistamentos de OVNIs em áreas controladas pelo exército norte-americano.

Referindo-se ao conceito de “consciência situacional” que significa que os militares têm completo entendimento do ambiente que os rodeia, Boyd nota que “um OVNI representa uma falha na consciência situacional“.

Assim, o Pentágono pretende apenas marcar a importância de perceber o que é uma ameaça real ou um mero avistamento sem significado, considera o professor dando como mostra da valia desta afirmação a sua “experiência como conselheiro de ciência da Força Aérea”.

“Os OVNIs representam uma oportunidade para os militares melhorarem os seus processos de identificação”, considera Boyd, realçando que a postura do DOD é um “bom primeiro passo” para resolver esta dificuldade. E que pode resultar na diminuição dos avistamentos – porque deixarão de ser objectos não identificados.

SV, ZAP //

Por SV
25 Maio, 2019

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– Às vezes, quando estou a fotografar o calhau (leia-se Lua) com o telescópio com a DF de 3.750mm (Powermate Televue) também vejo OVNI’s, mas como não trazem chapa de matrícula na fuselagem, devem ser mosquitos a passarem à frente da objectiva de 127mm…

1897: Marinha norte-americana cria novas regras para reportar OVNIs

DESTAQUE

(CC0/PD) PhotoVision / Pixabay

O aumento de avistamentos de objectos voadores não identificados em áreas controladas pelo Exército norte-americano levou a Marinha a estabelecer um novo protocolo de acção.

Será que estamos sozinhos no Universo? Esta questão tem vindo a ser debatida há séculos, mas ganhou mais um novo capítulo depois de oficiais da Marinha norte-americana terem registado o avistamento de aeronaves não identificadas, de tecnologia muito avançada.

Vários militares têm feito relatos sobre avistamentos em espaços aéreos protegidos ou perto de formações militares de objectos não identificados, e o assunto não tem sido ignorado pela Marinha norte-americana. Segundo o Politico, este órgão está a criar um novo protocolo que deve ser seguido pelos militares quando tiverem de reportar um avistamento sinistro.

A intenção da Marinha não é legitimar estes alegados avistamentos, mas sim criar uma forma de protocolar estes casos e de os encaminhar para análise. As autoridades estão actualmente a trabalhar no esboço das novas directrizes que deverão ser seguidas pelos pilotos ou outros profissionais que observarem fenómenos aéreos inexplicáveis.

“Há registo de várias situações nas quais foram vistas aeronaves não identificadas que entram em vários perímetros controlados por militares”, afirmou a Marinha dos Estados Unidos ao Politico. “Por prevenção, a Marinha americana considera que estas situações merecem ser investigadas sempre que ocorrem. Por esse motivo, irá melhorar o processo que permite denunciar incursões suspeitas.”

Desde que se soube, há alguns anos, que o Governo norte-americano financiou um programa secreto para investigar OVNIs entre 2007 e 2012, o interesse dos congressistas em ter acesso a informações mais detalhadas aumentou. O Congresso Americano quer zelar pela “segurança na aviação militar“, salienta o matutino.

A verdade é que a Marinha recebeu várias críticas por não dar importância a este tipo de relatos e por incentivar uma política segundo a qual os militares acreditam que se falarem sobre o assunto, poderão ver a sua carreira prejudicada.

Chris Mellon, um responsável no Comité de Inteligência do Senado norte-americano, disse ao The Washington Post que o protocolo actual consiste em ignorar anomalias detectadas, ao invés de serem exploradas. “Em muitos casos, o pessoal militar não sabe o que fazer com essa informação, como dados de satélite, por exemplo. Os militares ignoram os dados por não se tratar de um avião ou de um míssil tradicional.”

É precisamente para evitar este tipo de situações que a Marinha propõe actualizar e formalizar o processo de informação sobre incursões suspeitas.

Os OVNIs têm sido um assunto na ordem do dia nos Estados Unidos. Em 2017, o New York Times noticiou um misterioso programa de investigação de OVNIs – Advanced Aerospace Threat Identification Program (AATIP) – realizado pelo Pentágono.

O jornal avança que, no mesmo ano, dos 600 mil milhões de dólares (aproximadamente 535 mil milhões de euros) do Orçamento de Estado norte-americano, 22 milhões de dólares (cerca de 19,6 milhões de euros) eram entregues ao programa de identificação de ameaças do espaço aéreo.

ZAP //

Por ZAP
27 Abril, 2019

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OVNI’s podem ser máquinas do tempo de um futuro distante

salorca2 / Flickr

O professor norte-americano Michael P. Masters apresentou uma nova teoria sobre objectos voadores não identificados (OVNI’s), defendendo que estes objectos são incríveis máquinas do tempo de um futuro distante.

Para Masters, que lecciona na Universidade Montana Tech, nos Estados Unidos, os OVNI’s e as demais alegadas naves alienígenas não visitam a Terra depois de uma viagem iniciada no Espaço, partindo antes de um ponto distante no futuro da Humanidade.

“O fenómeno pode [ilustrar] os nossos próprios descendentes distantes a voltar, através do tempo, para nos estudarem no seu próprio passado evolutivo”, afirmou o professor em entrevista ao canal de televisão KXLF, citado pelo tablóide britânico Express.

Segundo Masters, as relatos sobre alegadas abduções e os exames médicos realizados provam que os OVNI’s são, na verdade, antropólogos do futuro. O professor defende que estes antropólogos futuristas são bastante parecido com ele mesmo.

Além destas evidências, sublinha o cientista, a maioria das pessoas que dizem ter visto ou testemunhado alienígenas descrevem-nos como humanoides dotados de tecnologias incríveis. Para Masters, estas pessoas referiam-se a cientistas que viajam no tempo como seres extraterrestres ou descendentes humanos distantes.

O antropólogo, especializado em avistamentos de OVNI’s, disse que estes encontros podem ser cientificamente explicados, mesmo que os cépticos possam considerar esta uma ciência marginal. “Os extraterrestres, que são geralmente descritos como bípedes, que caminham erectos, com cinco dedos em cada mão e pé, simetria bilateral, têm dois olhos, uma boca e nariz, podem comunicar-se connosco nos nossos próprios idiomas”, reforçou.

O especialista, que explora a nova teoria no seu livro sob o título Identified Flying Objects, afirma que os futuros cientistas regridem no tempo para melhor estudar e entender os seres humanos do passado. “Com o ritmo acelerado da mudança na ciência, tecnologia e engenharia, é provável que os seres humanos de um futuro distante possam algum dia desenvolver o conhecimento e a maquinaria necessária para voltar ao passado”.

Masters nota, contudo, que nem tudo o que é apresentado no seu livro representa uma verdade absoluta. “Vou continuar vigilante no meu próprio cepticismo”, concluiu.

ZAP // SputnikNews

Por ZAP
6 Abril, 2019

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1281: Avistamento de OVNIs ao largo da costa irlandesa sob investigação

A hipótese de poder tratar-se de um meteoro não foi suficiente para que a autoridade irlandesa decidisse não investigar o assunto. O alerta foi dado por um piloto da British Airways.

© Reuters/Mike Blake

Depois de relatos de luzes brilhantes e avistamento de OVNIs na costa sudoeste do país, a Autoridade da Aviação da Irlanda (IAA) decidiu dar início a uma investigação oficial. De acordo com a BBC, às 6:47 da passada sexta-feira, uma piloto da British Airways comunicou à torre de controlo aéreo de Shannon ter visto um dispositivo “mover-se muito rapidamente”, questionando se se trataria de um exercício militar. Mas a hipótese foi negada pelo controlador do tráfego aéreo.

Foi uma “luz muito brilhante” e um objecto a subir pelo lado esquerdo do avião que fizeram a piloto desconfiar. A velocidade do objecto voador, que se desviava “muito rapidamente para o norte”, foi outro elemento que contribuiu para a tese de que poderia tratar-se de um OVNI. A comunicação da piloto com a torre de controlo pode ser ouvida aqui.

Um outro piloto de um avião da Virgin sugeriu que o objecto pudesse ser um meteoro a reentrar na atmosfera terrestre, admitindo que há “múltiplos objectos que seguem o mesmo tipo de trajectória” e são igualmente brilhantes. Mas diz ter visto duas luzes brilhantes” à direita da aeronave que pilotava, e que desapareceram a alta velocidade. Outro comandante garante que a velocidade era “astronómica”, como Mach 2 – que é o dobro da velocidade do som.

A Autoridade de Aviação irlandesa decidiu, então, dar início a uma investigação. “Na sequência de relatos de actividade aérea anormal de um pequeno número de aeronaves, na sexta-feira, 9 de Novembro, o IAA apresentou um relatório”, seguiu em comunicado.

“Este relatório será investigado no processo normal de investigação de ocorrências confidenciais”, explicou ainda a autoridade.

O porta-voz do aeroporto de Shannon recusou dar quaisquer declarações sobre o tema, pelo menos enquanto a investigação estiver a decorrer.

Diário de Notícias
Catarina Reis
13 Novembro 2018 — 08:30

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1150: Seis aviões comerciais avistam OVNIs no Chile

Bueggel / Flickr
O Chile é um dos países que mais documenta objetos voadores não identificados

Pelo menos seis aviões comerciais — cinco deles da Latam Chile e um da Copa Airlines — comunicaram ao Comité de Estudos de Fenómenos Aéreos Anómalos (CEFAA) o avistamento de objectos voadores não identificados no norte do Chile.

O fenómeno ocorreu na madrugada de 7 de Maio, a cerca de 1.350 quilómetros a norte de Santiago, perto da cidade de Antofagasta. Porém, só agora foi disponibilizado um vídeo no YouTube que mostra o diálogo entre os pilotos das aeronaves com o controlador de voo.

No vídeo, é possível ouvir o piloto do voo Copa 174 informar que na altura do posto de controle aéreo Livor, a 380 quilómetros do litoral de Antofagasta, era possível visualizar três luzes. “Não sabemos o que é“, disse, pouco antes de informar que uma das luzes desapareceu. Em seguida, o piloto do voo Latam 639 entra em contacto com a torre de controle e declara que também está a ver as luzes “aparentemente, sobre o mar”.

O piloto do Latam 2473 responde que também está ver as luzes e, depois o voo Latam 79 também informa que uma luz no nível do mar pode ser vista intensificando o seu brilho, acabando depois por desaparecer.

Nesse momento, o primeiro piloto informa que consegue ver três luzes à esquerda da aeronave: “As luzes estão a movimentar-se e aumentam e diminuem de intensidade. Vamos virar à direita pois parece que se estão a aproximar“, diz o piloto do voo Copa 174.

O voo Latam 501 também confirma que avistou os Ovnis e o Copa 174 volta a falar: “Que fenómeno estranho! Agora, temos três luzes em forma de triângulo“. Logo após esse momento, o piloto do voo Latam 577 situou as luzes quilómetros de Livor.

O Chile é um dos países que mais documenta objectos voadores não identificados no seu território aéreo, a par dos Estados Unidos, Peru, Rússia e Brasil. Nos últimos 65 anos, mais de 600 relatos foram registados.

Os diálogos entre os pilotos e controladores de voo podem ser ouvidos no vídeo abaixo, após o 4º minuto, com legendas e áudio em espanhol.

ZAP // CanalTech

Por CT
15 Outubro, 2018

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375: Vídeo militar secreto mostra OVNI na Costa Leste dos EUA

Um ex-funcionário de inteligência do governo americano, Christopher Mellon, alega que o Pentágono não está a investigar devidamente relatos de avistamentos de OVNIs registados por elementos da Marinha e da Força Aérea dos EUA.

Num artigo de opinião no The Washington Post, Christopher Mellon, que trabalhou com as administrações de Bill Clinton e de George W. Bush na Casa Branca, refere que há vários relatos que mostram “provas da existência de aeronaves muito superiores a tudo o que os EUA, ou os seus aliados, possuem” que não estão a ser devidamente investigadas.

O actual accionista e consultor da empresa To the Stars Academy of Arts and Science, que faz investigação na área das ciências, da engenharia e de fenómenos anómalos, lembra que em Dezembro de 2016, o Departamento de Defesa dos EUA (DoD) divulgou dois vídeos, classificados como confidenciais, que mostram a surpresa de pilotos da Força Aérea com a descoberta de Objectos Voadores Não Identificados.

A empresa onde Mellon trabalha acaba de divulgar um outro vídeo, que terá sido registado por uma aeronave da Marinha norte-americana, e que revela um “veículo aéreo anómalo” a mover-se a grande velocidade. Nas imagens, podem ouvir-se os pilotos a manifestarem surpresa com a alta velocidade do objecto.

Essas aeronaves parecem acelerar rapidamente sem meios óbvios de propulsão. Semelhantes a manchas no céu, estes OVNIs tinham cerca de 12 metros de comprimento e podiam, supostamente, mergulhar milhares de metros em alta velocidade.

Christopher Mellon relata a existência de “mais de uma dúzia” de incidentes semelhantes ao largo da Costa Leste dos EUA, desde 2015.

O especialista em Inteligência constata que os avistamentos de OVNIs são bem conhecidos entre o pessoal do DoD, mas que não estão a ser convenientemente investigados porque “ninguém quer ser ‘o tipo dos extraterrestres’ na burocracia da segurança nacional”.

“Ninguém quer ser ridicularizado ou posto de lado por chamar a atenção para o assunto”, escreve Mellon. Estes incidentes com OVNIs são, assim, tratados como “eventos isolados”, ao invés de serem encarados como “parte de um padrão que requer atenção séria e investigação”, constata.

O ex-funcionário do Governo norte-americano explica que não é necessário que estas aeronaves sejam alienígenas para serem dignas de investigação. Podem ser exemplos de uma tecnologia avançada desenvolvida por nações estrangeiras, o que seria um sinal alarmante, constata.

“Será possível que a América tenha sido tecnologicamente ultrapassada pela Rússia ou pela China?”, pergunta Mellon, levantando também a possibilidade de estarmos perante “provas de uma civilização extraterrestre”. O que é certo é que, “não temos ideia, porque não estamos sequer a procurar respostas”, conclui.

“Um esforço verdadeiramente sério envolveria, entre outras coisas, analistas capazes de examinarem dados infravermelhos de satélites, bancos de dados de radar NORAD e sinais e relatórios de inteligência humana”, escreve Mellon no The Washington Post.

Cepticismo

O The New York Times anunciou, em Dezembro de 2017, que o DoD gastou 22 milhões de dólares, quase 18 milhões de euros, entre 2007 e 2012, num programa secreto para investigar OVNIs.

A firma contratada para fazer essa investigação, a Bigelow Aerospace, tinha ligas metálicas de objectos aéreos não identificados armazenadas em Las Vegas. O denominado Programa Avançado de Identificação de Ameaças Aeroespaciais foi dirigido por Luis Elizondo que, actualmente, é dirigente da To the Stars Academy of Arts and Science.

Há quem defenda que o programa do DoD era um projecto que tinha à frente verdadeiros crentes de OVNIs que terão apresentado muito pouco material para compensar os seus esforços de pesquisa.

Por outro lado, o dono da Bigelow Aerospace foi um grande doador para a campanha do ex-senador Harry Reid, que liderou a implementação do Programa. Mas também há quem questione a credibilidade dos próprios vídeos, admitindo que podem ter sido alterados.

ZAP // Hypescience

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306: NASA vai investigar pinturas pré-históricas de ovnis e extraterrestres na Índia

Algumas das imagens encontradas na Índia representam figuras que ilustram o que parecem ser armas e fatos espaciais. A NASA vai investigar.

Um grupo de arqueólogos indiano dirigiu-se à NASA e à Agência Indiana de Investigação Espacial para que os ajudem a decifrar umas pinturas pré-históricas encontradas nas grutas de Charam, no estado indiano de Chhattisgarh.

Muitos dos petróglifos, com 10.000 anos de antiguidade, representam figuras similares a extraterrestres e ovnis que aparecem nos actuais filmes de ficção científica. O arqueólogo JR Bhagat manifestou-se perplexo com as imagens, informa o Daily Mail.

“As descobertas sugerem que os humanos pré-históricos poderiam ter visto – ou imaginado – seres de outros planetas, algo que continua a despertar curiosidades hoje em dia”, comentou, citado pelo RT.

O cientista explicou que os arqueólogos pediram ajuda à NASA e à Agência Indiana de Investigação Espacial uma vez que na cidade de Charama não há especialistas que possam esclarecer o significado das pinturas.

O investigador detalhou que algumas partes dos desenhos são difíceis de interpretar e que alguns personagens estão representados com objectos em tudo semelhantes a armas.

“Os desenhos foram feitos com cores naturais que quase não desvaneceram apesar da idade”, sublinhou Bhagat. Em algumas das imagens, inclusive, os personagens aparecem com o que parecem ser “fatos espaciais“.

ZAP //

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ET’s: Antigo funcionário do Pentágono afirma que “podemos não estar sozinhos”

No passado fim-de-semana, o jornal New York Times publicou um artigo sobre a possível existência de um programa dedicado à investigação de OVNIs. Com o artigo surgiram ainda registos em vídeo do que podem ser naves espaciais alienígenas. Estes vídeos mostravam a reacção de pilotos dos Estados Unidos ao avistar um objecto voador não identificado ao largo Califórnia. Este programa de combate aos ataques de OVNIs funcionou entre os anos de 2007 e 2012 mas acabou por ser encerrado na sequência de uma alteração de prioridades no financiamento de projectos.

Os pilotos encontravam-se a 100 milhas de distância da costa de San Diego quando receberam uma comunicação via rádio a perguntar se estavam a utilizar algum tipo de arma. Aquela pergunta chegou de um cruzeiro naval em Princeton. Os dois comandantes, David Fravor e Jim Slaight, estavam encarregues de investigar objectos que aparecessem a 80 mil pés de altura mas desceram até aos 20 mil pés para avaliar a situação. Acabaram por avistar uma nave oval e esbranquiçada. Os pilotos explicam que a nave desapareceu de seguida a grande velocidade.

Depois de se descobrir a existência deste programa, o canal CNN falou com Luis Elizondo, que liderou o Programa Avançado de Identificação de Ameaças Aeroespaciais dos Estados Unidos com um orçamento de 22 milhões de dólares, acredita que “podemos não estar sozinhos” depois de ter lido inúmeros relatórios sobre OVNIs. Em Outubro deste ano, Elizondo apresentou a demissão ao Departamento da Defesa como protesto contra o sigilo excessivo e a oposição interna ao programa que este comandava.

© DR ET’s: Antigo funcionário do Pentágono afirma que “podemos não estar sozinhos”

Em declarações à CNN, Elizondo disse: “a minha crença pessoal é que existem evidências muito convincentes de que talvez não estejamos sozinhos”. No que diz respeito às imagens que vieram a público, o antigo membro do Pentágono afirma que “aquelas aeronaves apresentam características que não estão actualmente dentro do inventário dos EUA nem em nenhum inventário estrangeiro de que tenhamos conhecimento”, disse ele. Luis descreveu as aeronaves como “objectos sem serviço de voo visível e sem nenhuma forma de propulsão e que realizavam manobras extremas”.

Elizondo esclareceu que o papel da sua equipa era “do ponto de vista da segurança nacional, [para] identificar as coisas que vemos, se as vemos electro-opticamente, com radar ou com relatos de testemunhas oculares e tentamos averiguar e determinar se essa informação é uma ameaça”. “Ainda há, a propósito, muita coisa que nós realmente não sabemos. Penso que o que é importante é que identificámos um tipo de aeronave muito interessante e fora do normal”, conclui Luis.

Este departamento secreto sediava-se no quinto andar do Pentágono e segundo o jornal New York Times continua em funcionamento apesar do corte de financiamento que sofreu há cinco anos.

MSN notícias
20/12/2017