1282: Avistamento de OVNIs ao largo da costa irlandesa sob investigação

A hipótese de poder tratar-se de um meteoro não foi suficiente para que a autoridade irlandesa decidisse não investigar o assunto. O alerta foi dado por um piloto da British Airways.

© Reuters/Mike Blake

Depois de relatos de luzes brilhantes e avistamento de OVNIs na costa sudoeste do país, a Autoridade da Aviação da Irlanda (IAA) decidiu dar início a uma investigação oficial. De acordo com a BBC, às 6:47 da passada sexta-feira, uma piloto da British Airways comunicou à torre de controlo aéreo de Shannon ter visto um dispositivo “mover-se muito rapidamente”, questionando se se trataria de um exercício militar. Mas a hipótese foi negada pelo controlador do tráfego aéreo.

Foi uma “luz muito brilhante” e um objecto a subir pelo lado esquerdo do avião que fizeram a piloto desconfiar. A velocidade do objecto voador, que se desviava “muito rapidamente para o norte”, foi outro elemento que contribuiu para a tese de que poderia tratar-se de um OVNI. A comunicação da piloto com a torre de controlo pode ser ouvida aqui.

Um outro piloto de um avião da Virgin sugeriu que o objecto pudesse ser um meteoro a reentrar na atmosfera terrestre, admitindo que há “múltiplos objectos que seguem o mesmo tipo de trajectória” e são igualmente brilhantes. Mas diz ter visto duas luzes brilhantes” à direita da aeronave que pilotava, e que desapareceram a alta velocidade. Outro comandante garante que a velocidade era “astronómica”, como Mach 2 – que é o dobro da velocidade do som.

A Autoridade de Aviação irlandesa decidiu, então, dar início a uma investigação. “Na sequência de relatos de actividade aérea anormal de um pequeno número de aeronaves, na sexta-feira, 9 de Novembro, o IAA apresentou um relatório”, seguiu em comunicado.

“Este relatório será investigado no processo normal de investigação de ocorrências confidenciais”, explicou ainda a autoridade.

O porta-voz do aeroporto de Shannon recusou dar quaisquer declarações sobre o tema, pelo menos enquanto a investigação estiver a decorrer.

Diário de Notícias
Catarina Reis
13 Novembro 2018 — 08:30

 

1151: Seis aviões comerciais avistam OVNIs no Chile

Bueggel / Flickr
O Chile é um dos países que mais documenta objetos voadores não identificados

Pelo menos seis aviões comerciais — cinco deles da Latam Chile e um da Copa Airlines — comunicaram ao Comité de Estudos de Fenómenos Aéreos Anómalos (CEFAA) o avistamento de objectos voadores não identificados no norte do Chile.

O fenómeno ocorreu na madrugada de 7 de Maio, a cerca de 1.350 quilómetros a norte de Santiago, perto da cidade de Antofagasta. Porém, só agora foi disponibilizado um vídeo no YouTube que mostra o diálogo entre os pilotos das aeronaves com o controlador de voo.

No vídeo, é possível ouvir o piloto do voo Copa 174 informar que na altura do posto de controle aéreo Livor, a 380 quilómetros do litoral de Antofagasta, era possível visualizar três luzes. “Não sabemos o que é“, disse, pouco antes de informar que uma das luzes desapareceu. Em seguida, o piloto do voo Latam 639 entra em contacto com a torre de controle e declara que também está a ver as luzes “aparentemente, sobre o mar”.

O piloto do Latam 2473 responde que também está ver as luzes e, depois o voo Latam 79 também informa que uma luz no nível do mar pode ser vista intensificando o seu brilho, acabando depois por desaparecer.

Nesse momento, o primeiro piloto informa que consegue ver três luzes à esquerda da aeronave: “As luzes estão a movimentar-se e aumentam e diminuem de intensidade. Vamos virar à direita pois parece que se estão a aproximar“, diz o piloto do voo Copa 174.

O voo Latam 501 também confirma que avistou os Ovnis e o Copa 174 volta a falar: “Que fenómeno estranho! Agora, temos três luzes em forma de triângulo“. Logo após esse momento, o piloto do voo Latam 577 situou as luzes quilómetros de Livor.

O Chile é um dos países que mais documenta objectos voadores não identificados no seu território aéreo, a par dos Estados Unidos, Peru, Rússia e Brasil. Nos últimos 65 anos, mais de 600 relatos foram registados.

Os diálogos entre os pilotos e controladores de voo podem ser ouvidos no vídeo abaixo, após o 4º minuto, com legendas e áudio em espanhol.

ZAP // CanalTech

Por CT
15 Outubro, 2018

 

375: Vídeo militar secreto mostra OVNI na Costa Leste dos EUA

Um ex-funcionário de inteligência do governo americano, Christopher Mellon, alega que o Pentágono não está a investigar devidamente relatos de avistamentos de OVNIs registados por elementos da Marinha e da Força Aérea dos EUA.

Num artigo de opinião no The Washington Post, Christopher Mellon, que trabalhou com as administrações de Bill Clinton e de George W. Bush na Casa Branca, refere que há vários relatos que mostram “provas da existência de aeronaves muito superiores a tudo o que os EUA, ou os seus aliados, possuem” que não estão a ser devidamente investigadas.

O actual accionista e consultor da empresa To the Stars Academy of Arts and Science, que faz investigação na área das ciências, da engenharia e de fenómenos anómalos, lembra que em Dezembro de 2016, o Departamento de Defesa dos EUA (DoD) divulgou dois vídeos, classificados como confidenciais, que mostram a surpresa de pilotos da Força Aérea com a descoberta de Objectos Voadores Não Identificados.

A empresa onde Mellon trabalha acaba de divulgar um outro vídeo, que terá sido registado por uma aeronave da Marinha norte-americana, e que revela um “veículo aéreo anómalo” a mover-se a grande velocidade. Nas imagens, podem ouvir-se os pilotos a manifestarem surpresa com a alta velocidade do objecto.

Essas aeronaves parecem acelerar rapidamente sem meios óbvios de propulsão. Semelhantes a manchas no céu, estes OVNIs tinham cerca de 12 metros de comprimento e podiam, supostamente, mergulhar milhares de metros em alta velocidade.

Christopher Mellon relata a existência de “mais de uma dúzia” de incidentes semelhantes ao largo da Costa Leste dos EUA, desde 2015.

O especialista em Inteligência constata que os avistamentos de OVNIs são bem conhecidos entre o pessoal do DoD, mas que não estão a ser convenientemente investigados porque “ninguém quer ser ‘o tipo dos extraterrestres’ na burocracia da segurança nacional”.

“Ninguém quer ser ridicularizado ou posto de lado por chamar a atenção para o assunto”, escreve Mellon. Estes incidentes com OVNIs são, assim, tratados como “eventos isolados”, ao invés de serem encarados como “parte de um padrão que requer atenção séria e investigação”, constata.

O ex-funcionário do Governo norte-americano explica que não é necessário que estas aeronaves sejam alienígenas para serem dignas de investigação. Podem ser exemplos de uma tecnologia avançada desenvolvida por nações estrangeiras, o que seria um sinal alarmante, constata.

“Será possível que a América tenha sido tecnologicamente ultrapassada pela Rússia ou pela China?”, pergunta Mellon, levantando também a possibilidade de estarmos perante “provas de uma civilização extraterrestre”. O que é certo é que, “não temos ideia, porque não estamos sequer a procurar respostas”, conclui.

“Um esforço verdadeiramente sério envolveria, entre outras coisas, analistas capazes de examinarem dados infravermelhos de satélites, bancos de dados de radar NORAD e sinais e relatórios de inteligência humana”, escreve Mellon no The Washington Post.

Cepticismo

O The New York Times anunciou, em Dezembro de 2017, que o DoD gastou 22 milhões de dólares, quase 18 milhões de euros, entre 2007 e 2012, num programa secreto para investigar OVNIs.

A firma contratada para fazer essa investigação, a Bigelow Aerospace, tinha ligas metálicas de objectos aéreos não identificados armazenadas em Las Vegas. O denominado Programa Avançado de Identificação de Ameaças Aeroespaciais foi dirigido por Luis Elizondo que, actualmente, é dirigente da To the Stars Academy of Arts and Science.

Há quem defenda que o programa do DoD era um projecto que tinha à frente verdadeiros crentes de OVNIs que terão apresentado muito pouco material para compensar os seus esforços de pesquisa.

Por outro lado, o dono da Bigelow Aerospace foi um grande doador para a campanha do ex-senador Harry Reid, que liderou a implementação do Programa. Mas também há quem questione a credibilidade dos próprios vídeos, admitindo que podem ter sido alterados.

ZAP // Hypescience

[SlideDeck2 id=1476]

[powr-hit-counter id=5493c670_1521050415472]

306: NASA vai investigar pinturas pré-históricas de ovnis e extraterrestres na Índia

Algumas das imagens encontradas na Índia representam figuras que ilustram o que parecem ser armas e fatos espaciais. A NASA vai investigar.

Um grupo de arqueólogos indiano dirigiu-se à NASA e à Agência Indiana de Investigação Espacial para que os ajudem a decifrar umas pinturas pré-históricas encontradas nas grutas de Charam, no estado indiano de Chhattisgarh.

Muitos dos petróglifos, com 10.000 anos de antiguidade, representam figuras similares a extraterrestres e ovnis que aparecem nos actuais filmes de ficção científica. O arqueólogo JR Bhagat manifestou-se perplexo com as imagens, informa o Daily Mail.

“As descobertas sugerem que os humanos pré-históricos poderiam ter visto – ou imaginado – seres de outros planetas, algo que continua a despertar curiosidades hoje em dia”, comentou, citado pelo RT.

O cientista explicou que os arqueólogos pediram ajuda à NASA e à Agência Indiana de Investigação Espacial uma vez que na cidade de Charama não há especialistas que possam esclarecer o significado das pinturas.

O investigador detalhou que algumas partes dos desenhos são difíceis de interpretar e que alguns personagens estão representados com objectos em tudo semelhantes a armas.

“Os desenhos foram feitos com cores naturais que quase não desvaneceram apesar da idade”, sublinhou Bhagat. Em algumas das imagens, inclusive, os personagens aparecem com o que parecem ser “fatos espaciais“.

ZAP //

[SlideDeck2 id=42]

[powr-hit-counter id=f40b4d8d_1518874176161]

 

ET’s: Antigo funcionário do Pentágono afirma que “podemos não estar sozinhos”

No passado fim-de-semana, o jornal New York Times publicou um artigo sobre a possível existência de um programa dedicado à investigação de OVNIs. Com o artigo surgiram ainda registos em vídeo do que podem ser naves espaciais alienígenas. Estes vídeos mostravam a reacção de pilotos dos Estados Unidos ao avistar um objecto voador não identificado ao largo Califórnia. Este programa de combate aos ataques de OVNIs funcionou entre os anos de 2007 e 2012 mas acabou por ser encerrado na sequência de uma alteração de prioridades no financiamento de projectos.

Os pilotos encontravam-se a 100 milhas de distância da costa de San Diego quando receberam uma comunicação via rádio a perguntar se estavam a utilizar algum tipo de arma. Aquela pergunta chegou de um cruzeiro naval em Princeton. Os dois comandantes, David Fravor e Jim Slaight, estavam encarregues de investigar objectos que aparecessem a 80 mil pés de altura mas desceram até aos 20 mil pés para avaliar a situação. Acabaram por avistar uma nave oval e esbranquiçada. Os pilotos explicam que a nave desapareceu de seguida a grande velocidade.

Depois de se descobrir a existência deste programa, o canal CNN falou com Luis Elizondo, que liderou o Programa Avançado de Identificação de Ameaças Aeroespaciais dos Estados Unidos com um orçamento de 22 milhões de dólares, acredita que “podemos não estar sozinhos” depois de ter lido inúmeros relatórios sobre OVNIs. Em Outubro deste ano, Elizondo apresentou a demissão ao Departamento da Defesa como protesto contra o sigilo excessivo e a oposição interna ao programa que este comandava.

© DR ET’s: Antigo funcionário do Pentágono afirma que “podemos não estar sozinhos”

Em declarações à CNN, Elizondo disse: “a minha crença pessoal é que existem evidências muito convincentes de que talvez não estejamos sozinhos”. No que diz respeito às imagens que vieram a público, o antigo membro do Pentágono afirma que “aquelas aeronaves apresentam características que não estão actualmente dentro do inventário dos EUA nem em nenhum inventário estrangeiro de que tenhamos conhecimento”, disse ele. Luis descreveu as aeronaves como “objectos sem serviço de voo visível e sem nenhuma forma de propulsão e que realizavam manobras extremas”.

Elizondo esclareceu que o papel da sua equipa era “do ponto de vista da segurança nacional, [para] identificar as coisas que vemos, se as vemos electro-opticamente, com radar ou com relatos de testemunhas oculares e tentamos averiguar e determinar se essa informação é uma ameaça”. “Ainda há, a propósito, muita coisa que nós realmente não sabemos. Penso que o que é importante é que identificámos um tipo de aeronave muito interessante e fora do normal”, conclui Luis.

Este departamento secreto sediava-se no quinto andar do Pentágono e segundo o jornal New York Times continua em funcionamento apesar do corte de financiamento que sofreu há cinco anos.

MSN notícias
20/12/2017