4217: NASA: Asteróide voa em direcção à Terra, vem pelas eleições nos EUA

CIÊNCIA/ASTRONOMIA

A comunicação social norte-americana está a dar um foco grande a um pequeno asteróide que passará pelo nosso planeta na altura das eleições no país. Uma espécie de “um mal nunca vem só”. Contudo, o 2018 VP1 passará perto, mas não tão perto para “visitar” os humanos.

Apesar de ser uma pequena rocha de apenas 2 metros de diâmetro, este astro foi classificado como perigoso. Será que tem hipóteses de explodir na nossa atmosfera?

Asteróide da classe Apolo vem em direcção à Terra

O asteróide 2018 VP1 é da classe de asteróides Apolo e está identificado na lista NEO. Apesar de apenas ter 2 metros de diâmetros, tem 0,41% de hipóteses de colidir com a Terra. Bom, na verdade, além de ser pequeno, as suas chances são de 1 em 240 possíveis.

Portanto, este astro irá passar à distância de 0.003 AU (450,000 km) da Terra no próximo dia 2 de Novembro. Segundo a NASA, esta rocha foi descoberta no dia 3 de Novembro de 2018 pelo Observatório Palomar, na Califórnia.

3 de Novembro: Eleições presidenciais dos Estados Unidos, 2020

Tendo em conta esta passagem “próxima” do asteróide pela Terra, os meios de comunicação americanos lembraram que nessa altura haverá eleições presidenciais. Fica a ideia que “um mal nunca vem só” e que, além da pandemia, poderia haver outro incidente a causar “nuvens” no processo eleitoral.

Assim, o 2018VP1 é esperado a 2 de Novembro, segundo o Centro de Estudos de Objectos Próximos do Laboratório de Propulsão a Jacto da NASA. A agência espacial diz que pode haver três impactos potenciais “com base em 21 observações abrangendo 12.968 dias, com a chance de um impacto directo inferior a 1%”.

Pplware
24 Ago 2020

 

spacenews

 

4040: Asteróide “potencialmente perigoso” aproxima-se da Terra neste fim de semana

CIÊNCIA/ASTRONOMIA

O asteróide 2020ND está a aproximar-se do nosso planeta e ficará mais perto dele já a partir de amanhã. Segundo a NASA e a ESA, a proximidade desta rocha exige que seja considerada como um objecto potencialmente perigoso. Pese o facto de só ter sido descoberto há algumas semanas, o asteroide mantém, na realidade, uma órbita à volta do Sol que a aproxima do nosso planeta e de Marte de poucos em poucos anos.

Infelizmente não o poderemos ver a olho nu. Mas haveremos ainda de o ter por cá mais vezes.

Asteróide passa amanhã e volta daqui 15 anos

De acordo com os cálculos dos cientistas, 2020ND já nos tinha abordado em 1920, em 1932, 1945, 1960, 1990, e mais recentemente em 2005. E não será a última vez que nos visita, pois a sua trajectória indica que o fará novamente em 2035.

No entanto, esta será a altura em que 2020ND, com 170 metros de diâmetro, se aproxima mais de nós a uma velocidade de 48.000 km/h. Especificamente, este passará a cerca de 5,5 milhões de quilómetros de distância, o que não constitui um risco para nós.

Contudo, a NASA classificou-o como “potencialmente perigoso” (PHA), uma classificação atribuída a todos os Objectos Próximos da Terra (NEOs) que passam a uma distância inferior a 0,05 unidades astronómicas (um AU é a distância entre a Terra e o Sol). 2020ND passará a 0,034 AU, de acordo com a NASA.

Quanto mais pequenas, mais perigosas? Como assim?

Os asteróides são rochas deixadas a gravitar no espaço após a formação do Sistema Solar. Vêm em todos os tamanhos: grandes, médios e pequenos, e todos os dias as agências espaciais e observatórios astronómicos encontram cada vez mais a flutuar à nossa volta.

No entanto, apesar de parecer controverso, quanto mais pequenas são as rochas espaciais, mais perigosas são. Isto porque o seu tamanho torna impossível vê-las se estiverem demasiado afastadas, e não têm de ser demasiado grandes para infligir danos: o meteorito que explodiu no céu sobre a cidade russa de Chelyabinsk e causou mais de 1.000 feridos e danos a centenas de casas tinha apenas 19 metros de diâmetro.

Estima-se que apenas 0,05% dos NEOs entre 30 e 100 metros de comprimento são monitorizados, enquanto apenas 0,01% das rochas com menos de 30 metros são conhecidas. Conforme podemos perceber em páginas como o Centro JPL da NASA ou o portal NEO da ESA, estas agências vigiam em tempo real as “ameaças” destes objectos e a probabilidade de a sua órbita coincidir com a nossa passagem no espaço.

De momento, as advertências são relativamente baixas, pelo que deve reinar a calma.

Se um dia algum estiver numa rota de colisão, o que se pode fazer?

Vários asteróides colidiram com o nosso planeta. Há muitas crateras que provam como a Terra também sofreu estes impactos e até catastróficos,  como um que poderá ter extinguido os dinossauros há mais ou menos 65,5 milhões de anos. Assim, a humanidade deverá perceber que não se trata de saber se algum dia haveremos de ser alvo para estas rochas espaciais, mas sim quando isso irá acontecer.

Várias organizações trabalham há décadas numa solução para desviar um asteroide que esteja em rota de colisão com a Terra. Por exemplo, as missões HERA e DART, o primeiro projecto de defesa planetária, estão já em fases muito avançadas, e outras ideias estão a ser contempladas, tais como o pêndulo cinético ou o plano do tractor, para desviar a órbita de uma destas rochas espaciais.

Portanto, actualmente é primordial vigiar para detectar com tempo que nos deixe espaço para agir.

Pplware
22 Jul 2020

 

spacenews

 

3336: Esta semana, vão passar 14 asteróides pela Terra. Um deles é maior do que a Estátua da Liberdade

CIÊNCIA/ESPAÇO/ASTERÓIDES

ESO

Esta semana, vão passar pela Terra 14 asteróides. Um deles tem 546 metros de diâmetro, tornando-o mais largo do que a Estátua da Liberdade, nos Estados Unidos.

De acordo com dados do NEO Earth Close Approaches, está previsto que o objecto – denominado UO 2019 – passe pela Terra a 9,4 quilómetros por segundo na sexta-feira, dia 10 de Janeiro de 2020. Espera-se que o faça a uma distância mínima possível aproximada de 0,03376 unidades astronómicas (au) ou 13,07 de distância lunar (LD), o que significa que é um pouco mais de 13 vezes a distância entre a Terra e a Lua.

Por outro lado, há um asteróide que vai passar ainda mais perto. Esta quinta-feira, dia 9 de Janeiro, o objecto chamado 2020 AT1, vai passar a uma distância mínima possível aproximada de 2,46 LD ou 0,00631 au – que é 23 vezes maior que a circunferência da Terra. Este asteróide terá entre 8,3 e 19 metros de diâmetro.

Os restantes asteróides que vão passar pela Terra podem ser consultados na lista na página da NASA NEO Earth Close Approaches, criada para  prever acontecimentos desta natureza, onde a agência espacial acompanha cada movimentação de cada corpo rochoso.

Na sexta-feira, além do UO 2019, passarão pela Terra mais três asteróides – o recorde esta semana do número de corpos celeste a passar pelo nosso planeta. No sábado passarão dois corpos rochosos, bem como no domingo. Na segunda-feira, vão passar mais três asteróides. Na terça e quarta-feira haverá apenas a passagem de um asteróide em cada dia.

ESA

Cientista americana diz estar certa de que a Terra será atingida por um asteroide

Uma cientista americana de uma ONG dedicada a proteger a Terra diz que é 100% certo que um asteróide atingirá…

Os “Objectos Próximos da Terra”, ou Near Earth Objects, são todos os asteróides e cometas com uma trajectória menor que 194.47 milhões de quilómetros. Muitos destes objectos são classificados como “Objectos Potencialmente Perigosos” se se aproximarem a menos de 7,47 milhões de quilómetros do planeta Terra.

A NASA contabilizou 90% dos Objectos Próximos da Terra (NEO) que têm mais de um quilómetro de comprimento e, por isso, podem representar perigo para a Terra. Ou seja, faltam ainda rastrear 10% dos asteróides potencialmente perigosos.

Apesar do número de asteróides já rastreados, há uma possibilidade muito pequena de um destes corpos rochosos vir a causar danos na Terra: a probabilidade é de 1 em 300.000, segundo cálculos da agência espacial norte-americana.

ZAP //

Por ZAP
8 Janeiro, 2020

spacenews

 

3285: Cientistas detalham cenário horrendo caso asteróide gigante colida com a Terra

CIÊNCIA

ESA

Os investigadores apresentaram a descrição detalhada do que pode acontecer se uma das rochas espaciais colidir realmente com a superfície da Terra.

De acordo com o tablóide Daily Express, os meteorologistas Simon King e Clare Nasir explicaram, num livro chamado “What Does Rain Smell Like?”, que a colisão de um asteróide de diâmetro entre 25 e 1.000 metros com a Terra causaria “danos a nível local”, enquanto a colisão com uma rocha maior pode mesmo levar à destruição “a nível global”.

“As consequências mais letais da colisão com um grande asteróide serão rajadas de vento e ondas de choque. O pico da pressão do ar poderia romper os órgãos internos e as rajadas de vento atirariam corpos pelo ar e esmagariam as construções e florestas”, explicam os meteorologistas.

Os especialistas acrescentam ainda que as outras consequências devastadoras incluiriam “calor intenso, destroços voadores, tsunamis, sismos e destruições devido ao impacto directo e à formação de crateras”.

No entanto, os autores sublinham que os asteróides, tal como os outros objectos do espaço, são sujeitos às forças gravitacionais e, portanto, têm as suas próprias órbitas, o que torna as suas trajectórias “relativamente previsíveis”.

“A catalogação dos Near Earth Objects (NEO) é uma tarefa titânica, o espaço está muito lotado e parece ficar até mais lotado a cada década que passa. O mapeamento dos NEOs contra o fundo de outros destroços a orbitar no espaço poderia ser descrito como procurar uma agulha num palheiro, mas os astrofísicos fizeram grandes progressos nesta questão”, explicam os cientistas.

ZAP // Sputnik News

Por ZAP
29 Dezembro, 2019

 

spacenews

 

3078: Asteróide do tamanho do que aniquilou os dinossauros pode vir a atingir novamente a Terra

CIÊNCIA

O matemático Robert Walker acredita que a Terra pode voltar a ser atingida por um asteróide com as dimensões daquele que aniquilou os dinossauros.

Há 66 milhões de anos, recorda a Sputnik News, o nosso planeta foi impactado por uma rocha espacial com cerca de 16 quilómetros de largura. O corpo rochoso ditou o fim da era dos dinossauros na Terra, segundo estimam cientistas.

Acredita-se, em média, que asteróides com estas mesmas dimensões atinjam a Terra a cada 100 milhões de anos. Tendo em conta que já passaram 66 milhões de anos desde o último impacto, Walker, citado pelo jornal britânico Express, estima que o fenómeno se possa voltar a repetir numa escala de tempo relativamente próxima.

A NASA contabilizou 90% dos Objectos Próximos da Terra (NEO) que têm mais de um quilómetro de comprimento e, por isso, podem representar perigo para a Terra.

Ou seja, faltam ainda rastrear 10% dos asteróides potencialmente perigosos.

Apesar do número de asteróides já rastreados, há uma possibilidade muito pequena de um destes corpos rochosos vir a causar danos na Terra: a probabilidade é de 1 em 300.000, segundo cálculos da agência espacial norte-americana.

Ainda assim, a NASA estuda de perto estes objectos. Mais recentemente, debruçou esforços no asteróide Bennu, que pode atingir a Terra nos próximos 120 anos. O próximo voo de aproximação é apontado para meados de 2135.

A missão da agência espacial a Bennu, um dos asteróides mais próximos do nosso planeta, deverá conseguir dados essenciais para melhorar os programas destinados para o acompanhamento e desvio destes corpos em rota de colisão com a Terra.

Descoberta água no Bennu, um dos asteróides mais próximos da Terra

A sonda OSIRIS-REx, que se encontra a orbitar em volta do Bennu, descobriu a presença de água neste asteróide primitivo…

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Artigos relacionados: Asteróide “potencialmente perigoso” aproxima-se da Terra esta quarta-feira

Por ZAP
23 Novembro, 2019

 

2221: Asteróide do tamanho da Torre Eiffel vai passar pela Terra. É a segunda maior aproximação em 120 anos

(CC0/PD) 9866112 / Pixabay

Na segunda-feira, dia de S. João no Porto, um asteróide muito grande – que pode ser tão grande como a Torre Eiffel – vai passar pela Terra a mais de 45 mil quilómetros por hora.

O asteróide, conhecido como 441987 (2010 NY65), deverá medir entre 130 e 300 metros de diâmetro, de acordo com o Centro para Objectos Próximos à Terra – ou Near Earth Objects (NEOs) – da NASA.

As estimativas apontam que o objecto fará a sua maior aproximação à Terra esta segunda-feira às 16h59, passando a cerca de 2,92 milhões de quilómetros do nosso planeta – cerca de 7,5 vezes a distância da Terra à Lua.

Apesar de, em termos cósmicos, esta distância não ser muito grande, o asteróide não tem nenhuma probabilidade de atingir o nosso planeta.

Sendo que orbita o Sol, o NY65 aproxima-se da Terra uma vez por ano. De facto, a passagem esta segunda-feira será a segunda mais próxima desde, pelo menos, 1900, de acordo com as projecções dos seus movimentos passados. A única passagem mais próxima aconteceu o ano passado, quando o asteróide passou a 2,78 milhões de quilómetros do planeta.

Descoberto pela primeira vez em Julho de 2010 pelo Wide-Field Infrared Survey Explorer (WISE) da NASA, o NY65 é particularmente interessante para os astrónomos porque as suas abordagens recentes levaram-no muito próximo da Terra, havendo tendência de continuar assim durante vários anos.

Isso faz com que seja um bom candidato a estudar o chamado “efeito Yarkovsky – uma força que actua num corpo giratório no espaço – que exige que os cientistas tomem medições de radar em múltiplos encontros próximos”, segundo a NASA. Tais observações podem ajudar os investigadores a entender mais sobre o objecto e poderia fornecer uma estimativa sobre a sua massa.

Observações anteriores realizadas em 2015 usando o radar de Arecibo em Porto Rico, por exemplo, forneceram algumas informações básicas sobre o tamanho do objecto e a taxa de rotação. Também revelaram uma característica na superfície que poderia ser uma cratera.

O asteróide também é interessante para os cientistas porque é classificado como um Near Earth Object (NEO), que é considerado “potencialmente perigoso”. NEO é um termo que se refere a qualquer asteróide ou cometa cuja órbita o faça dentro de 194 milhões de quilómetros do Sol, bem como dentro de aproximadamente 48 milhões de quilómetros da Terra.

A classificação “potencialmente perigosa” refere-se a qualquer NEO que tenha uma probabilidade (tipicamente pequena) de colidir com a Terra – ou seja, a distância de aproximação mínima prevista é inferior a 7,4 milhões de quilómetros – e é potencialmente maior que 140 metros de diâmetro.

Se uma rocha espacial deste tamanho atingisse a Terra, causaria devastação em regiões localizadas no caso de impacto sobre a terra, ou um tsunami que poderia danificar seriamente as áreas baixas se atingisse o oceano. Segundo a NASA, estes impactos ocorrem aproximadamente a cada dez mil anos em média.

A colisão de um asteróide de 300 metros teria efeitos ainda mais amplos e poderia resultar em mudanças climáticas globais que poderiam durar anos. O impacto poderia produzir uma força explosiva contendo 65 mil vezes mais energia do que a bomba atómica de Hiroxima.

Felizmente, estes impactos são extremamente raros. A grande maioria dos objectos que colidem com o nosso planeta é pequena – menos de 9 metros –  e queima na atmosfera, por isso nem sequer notamos.

Actualmente, os investigadores sabem da existência de mais de 19.000 NEOs – dos quais cerca de 2.000 são considerados potencialmente perigosos – com cerca de 30 novas descobertas por semana. A NASA estima que dois terços dos NEOs com mais de 140 metros ainda precisam de ser descobertos.

ZAP //

Por ZAP
24 Junho, 2019

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1906: NASA realiza exercícios “apocalípticos” para preparar um possível impacto na Terra

(CC0/PD) Bibbi228 / pixabay

A NASA está a levar a cabo uma série de “exercícios de mesa” durante a Conferência de Defesa Planetária, que está a decorrer desde esta segunda-feira e que se estende até 3 de maio no estado norte-americano de Maryland.

O encontro, que conta com a participação de agências federais dos Estados Unidos, organizações internacionais e vários especialistas, visa traçar um plano de defesa face a um possível impacto de asteróides ou cometas na Terra.

Tal como explicou a agência espacial norte-americana, os trabalhos realizados durante a conferência vão lidar com um cenário fictício de um impacto de um Near Earth Objects (NEO), desenvolvido pelo NEO Study Center do Laboratório de Propulsão (JPL) da NASA.

Os cientistas trabalham com a hipótese de um suposto asteróide, (falsamente) descoberto a 26 de Março, qualificado como potencialmente perigoso para a Terra.

“Os participantes discutirão missões de reconhecimento e possível deflexão, bem como formas de mitigar os efeitos do impacto caso o plano de deflexão não seja capaz de evitar a crise”, explicou Lindley Johnson, do departamento de Defesa Planetária da NASA, citada em comunicado. “Este exercício vai ajudar-nos a desenvolver comunicações mais efectivas entre nós e com os nossos Governos”, completou.

Num tweet publicado nesta segunda-feira, a NASA recorda que, à semelhança dos treinamentos e dos simulacros estudados para terramotos, incêndios e tornados, este é momento para saber o que fazer face a uma hipotética queda de um asteróide na Terra.

“Gostaríamos de estar preparados. Enquanto a Terra está a salvo de todos os asteróides conhecidos, esta semana estamos a reunir os nosso parceiros para praticar o que teremos que fazer numa situação diferente”, pode ler-se na mesma publicação.

✅Fire drill

✅Earthquake drill

✅Tornado drill

🔲Asteroid drill We like to be prepared. While Earth is safe from all known asteroids, this week we’re joining our partners to practice what to do if in a different situation. Follow this :

NASA @NASA

We like to be prepared. While Earth is safe from all known asteroids, this week we’re joining our partners to practice what to do if in a different situation. Follow this #ExerciseOnly: https://go.nasa.gov/2GHURIe 

Outro dos cenários que será analisado pelos especialistas que participam no encontro é a possível ameaça de um cometa, detectado a 4 de Abril, que poderia impactar a Terra a 28 de Fevereiro de 2021. À semelhança do asteróide, importa frisar, também este cometa foi “inventado” como o propósito de servir de mote para os exercícios de preparação.

Este tipo de exercícios, que fazem parte de um plano desenvolvido já há seis anos e que em 2018 foi publicado pela Casa Branca, é frequentemente utilizado para planear a gestão de possíveis desastres, bem como para ajudar a informar as partes envolvidas. No fundo, o projecto visa antecipar um potencial evento “apocalíptico”, tendo como principal objectivo accionar uma resposta planeada de forma a mitigá-lo ou minimizá-lo.

Além da NASA e do Departamento de Coordenação de Defesa Planetária, participam também neste evento representantes dos Departamentos de Estado e Defesa dos Estados Unidos, a Rede Internacional de Alerta de Asteróides, entre outros organismos como a Agência Federal de Gestão de Emergências nos Estados Unidos (FEMA).

“A NASA e a FEMA vão continuar a realizar exercícios periódicos com uma comunidade cada vez maior de agências do Governo dos Estados Unidos e parceiros internacionais”, apontou Johnson. Estes exercícios “são uma óptima forma de aprendermos a trabalhar juntos e atender às necessidades de todos, bem como aos objectivos estabelecidos no Plano de Acção Nacional de Preparação para possíveis NEOs da Casa Branca, rematou.

ZAP //

Por ZAP
30 Abril, 2019

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1703: NASA: Asteróide de grandes dimensões passará perto da Terra no fim do mês

Cada vez há mais informação relativa aos NEO. Os Near Earth Object, cuja tradução para português significa Objectos Próximos da Terra. Estes incluem os corpos celestes (asteróides, cometas e grandes meteoritos) cuja órbita intersecta a órbita da Terra, o que introduz o risco de colisão. No entanto, a NASA informa que o asteróide que aí vem passará na Terra entre 10.0 e 10.4 distâncias lunares.

Este será um de muitos que este mês irão passar na nossa vizinhança. No entanto, este é o maior.

2019 CD5 vai passar pela Terra a 61.000 km/h

Segundo a NASA, por volta de quarta-feira, 20 de Março de 2019, o Near Earth Object (2019 CD5), que tem uma dimensão entre 97 e 216 metros de tamanho, passará pelo nosso planeta entre 10.0 e 10.4 distâncias lunares, ou 10,2 vezes a distância da Terra à Lua.

Este asteróide viaja a 17,04 quilómetros por segundo, cerca de 61.000 km/h.

O 2019 CD5 é o maior asteróide detectado pela NASA a passar perto do nosso planeta em Março. Contudo, segundo a agência espacial, apenas em Março de 2019, mais de uma dezena de asteróides se aproximarão da Terra.


Fonte: NASA

pplware
12 Mar 2019

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