2084: Nostradamus profetizou o fim do mundo (e pode estar ligado à erupção de Yellowstone)

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O lendário astrólogo, médico, farmacêutico e alquimista francês Nostradamus

Uma série de previsões referentes ao Dia do Juízo Final feitas há cinco séculos por Michel de Nostredame, popularmente conhecido como Nostradamus, está a voltar a ser questionada por teóricos da conspiração.

No seu livro Les Propheties (“As Profecias”) de 1555, o astrólogo francês escreveu sobre “fogo vulcânico” e terremotos devastadores na “Nova Cidade”, de acordo com a Sputnik News.

Muitos conspiracionistas acreditam que esta cidade seja uma referência ao continente norte-americano, que fora descoberto apenas cem anos antes por Cristóvão Colombo, pouco antes das profecias sombrias de Nostradamus e muitas vezes referido como o Novo Mundo, afirma o Express.

O jornal britânico aponta para os versos do astrólogo medieval francês, que fala sobre “um terremoto que deve preocupar particularmente a área ocidental da Nova Cidade” com uma potência que poderia ser “sentida em terras em todo o mundo” e “fogo vulcânico do meio da terra”, que causaria “tremores em torno da Nova Cidade”.

As tensões globais e os desastres naturais podem ser sinais da catástrofe que Nostradamus predisse há 500 anos, segundo o Before It’s News.

“Está na hora de mudar o mundo para um estado de preparação, não de conflito. A era das grandes inundações já começou. Não vai parar. Se a liderança do seu país não está a promover um Estado universal de preparação, talvez seja hora de encontrar uma nova liderança”, escreve o site.

Além disso, os meios de comunicação apontam também para os presságios dos finais dos tempos iminentes na passagem do Apocalipse da Bíblia sobre “uma enorme montanha, em chamas, atirada ao mar” e um “terço do mar se transformado em sangue”.

O jornal britânico acredita que a interpretação destas citações seja uma referência a Yellowstone. Se a região entrar em erupção, as emissões de dióxido de enxofre podem matar 87 mil pessoas e tornar inabitável a maior parte dos Estados Unidos, transformando-o num “inverno nuclear”, além de acarretar mudanças climáticas drásticas em todo o mundo.

Por outro lado, no entanto, o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) afirma que as probabilidades de uma erupção são escassas, apontando que é mais provável um asteróide atingir a Terra e aniquilar a civilização do que Yellowstone entrar em erupção.

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Por ZAP
31 Maio, 2019