2000: Vem aí uma Lua cheia especial (e é azul)

Carl Jones / Flickr

A Lua Cheia deste sábado à noite será uma Lua Azul. Existem duas definições principais de uma Lua Azul, ambas referentes a uma lua cheia adicional que aparece dentro de uma certa janela de tempo, seja uma estação ou um mês.

O fenómeno é raro, chama-se Full Blue Moon, e só volta a acontecer em Agosto de 2021. Esta vai também ser a terceira de quatro luas cheias da primavera, outro acontecimento incomum, já que por norma o satélite natural só entra nesta fase três vezes por estação.

Em termos astronómicos, uma estação é o tempo que decorre entre um equinócio e um solstício. Na maior parte das vezes só existem três Luas Cheias numa mesma estação. Quando há quatro, no entanto, algo que acontece a cada dois a três anos, chama-se “Lua Azul” à terceira.

Neste caso, entre o equinócio que abriu a primavera (19 de Março) e o solstício que vai estrear o verão (21 de Junho), também haverá quatro luas cheias. A primeira foi a 21 de Março, a segunda a 19 de Abril e a terceira será este sábado. A última antes do solstício acontecerá a 17 de Junho. De acordo com a NASA, o fenómeno vai ser visível, especialmente, às 22h11 em Portugal.

Contudo, apesar de as condições atmosféricas lhe poderem dar um brilho azulado, esta lua não será realmente azul. E a previsão meteorológica pode não estar do seu lado. O relatório mais recente do Instituto Português do Mar e da Atmosfera, assinado pelo meteorologista Bruno Café, avisa que se esperam períodos de céu muito nublado. Pode até haver chuva fraca no litoral norte e centro e no litoral oeste da região sul.

Nos próximos 19 anos haverá apenas mais sete Luas Azuis como esta. A próxima será a 22 de Agosto de 2021. Depois são as de 19 de Agosto de 2024, 20 de Maio de 2027, 24 de Agosto de 2029, 21 de Agosto de 2032, 22 de Maio de 2035 e 18 de Maio de 2038.

Nos Estados Unidos ainda lhe dão outros três nomes, explica a Earth Sky: Lua da Flor, Lua de Leite ou Lua da Sementeira. O nome tradicional para a lua cheia é às vezes a Lua da Flor, usada para significar as flores que florescem durante este mês no Hemisfério Norte.

Os nomes tradicionais de luas são frequentemente uma mistura de termos usados por culturas antigas, tribos nativas americanas e pagãos pré-cristãos europeus. Hoje em dia, não significam tanto Por exemplo, em Janeiro de 2019, testemunhámos o “Super Blood Wolf Moon” – ou Super Lua de Sangue.

ZAP //

Por ZAP
17 Maio, 2019


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Vai ser difícil conseguir ver a Lua Azul de logo dado que existe muita nebulosidade e segundo o IPMA, a previsão meteorológica não vai estar do lado dos astrónomos amadores e profissionais. Na passada Lua de Sangue, ainda se conseguiu um bom tempo, conforme atesta a imagem que captei nesse dia.

 

268: Vem aí a primeira Super Lua Azul de Sangue em 150 anos

(CC0/PD) Activedia / pixabay

Há quem tenha vivido a vida inteira sem presenciar o fenómeno incrível que Janeiro nos reservou. Na noite de 31 de Janeiro, os céus vão encher-se com uma Super Lua, uma Lua Azul e uma Lua de Sangue. A última vez que este fenómeno aconteceu foi há 150 anos.

Uma Super Lua, uma lua cheia no ponto orbital mais próximo da Terra, será a última de uma série de três: a primeira aconteceu a 3 de Dezembro e outra a 1 de Janeiro.

Além disso, por ser a segunda lua cheia do mês, o fenómeno é classificado também como uma Lua Azul. Isso acontece a cada dois anos e meio.

De acordo com a NASA, as super-luas são 14% maiores e 30% mais brilhantes que as luas cheias no apogeu, o ponto mais distante da órbita da Terra. Mas calma: estes dois eventos celestes – a Super Lua e a Lua Azul – serão acompanhados por um outro.

(dr) Phil Hart
Mudança de cores da Lua durante um eclipse lunar total (Mt Buffalo National Park, 16 Junho de 2011)

Durante um eclipse, a lua aparece avermelhada por causa da flexão da luz do Sol à volta do nosso planeta. É por isso que as luas totalmente eclipsadas também se chamam “luas de sangue”.

E aqui vai a notícia que torna este evento ainda mais raro: há um eclipse agendado para a mesma altura. Por isso, a NASA baptizou o evento de Super Lua Azul de Sangue.

Segundo o Space.com, a melhor localização para ver o evento é na Ásia Central e Oriental, Indonésia, Nova Zelândia e Austrália. Para a grande maioria incapaz de estar numa destas localidades, porém, ainda há uma maneira de observar o nosso satélite: o projecto The Virtual Telescope realiza uma transmissão em directo pela Internet.

A última vez que estes três eventos aconteceram ao mesmo tempo foi há mais de 150 anos. A última vez que os humanos viram um eclipse total de uma Lua Azul foi a 31 de Março de 1866.

ZAP // Sputnik News / Science Alert

Por ZAP
30 Janeiro, 2018

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220: Janeiro vai ter noite com Superlua, Lua Azul e Lua de Sangue: tudo ao mesmo tempo

giumaiolini / Flickr

O mês de Janeiro terá uma noite especial e muito rara. O mundo todo poderá observar a Superlua, a Lua Azul e a Lua de Sangue juntas no dia 31. É a primeira vez que esse fenómeno ocorre em 150 anos.

A Lua Azul não é um evento astronómico: representa apenas um ciclo lunar especial onde a lua cheia aparece duas vezes no mesmo mês.

Isso ocorre devido à diferença entre o calendário do ciclo, que tem 29,5 dias de média, e o gregoriano, usado na nossa sociedade, que tem entre 30 e 31 dias. De tempos em tempos, essa desigualdade causa o efeito da Lua Azul.

A Lua de Sangue é o nome dado para o satélite natural durante o eclipse lunar total. Nesse caso, a lua perde a sua cor brilhante e branca, ganhando um tom mais avermelhado.

O fenómeno poderá ser visto em qualquer lugar do mundo, desde que o céu esteja aberto o suficiente para não obstruir a visão.

É importante lembrar que, quanto mais escuro o ambiente, mais detalhes do céu ficam visíveis a olho nu.

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