2378: NASA publica fotografia impressionante da Estação Espacial a passar à frente do Sol

Rainee Colacurcio / NASA

A imagem astronómica de 15 de Julho, escolhida diariamente pela NASA, é uma combinação de fotografias que mostra o Sol e a Estação Espacial Internacional a passar no momento certo.

A Estação Espacial Internacional (EEI) dá uma volta à Terra a cada 90 minutos, pelo que não é incomum que ela passe pelo Sol. No entanto, “alguém conseguir alinhar o seu equipamento fotográfico no momento certo para fazer uma imagem tão boa, isso sim, é raro”, lê-se no site onde a NASA e a Universidade de Michingan, nos Estados Unidos, distinguem uma imagem ligada à Astronomia por dia.

A imagem escolhida do dia 15 de Julho foi fotografada por Rainee Colarcurcio. A fotografia é impressionante não só por captar a Estação Espacial em frente ao Sol, mas também porque não se vê qualquer mancha solar.

“As manchas solares têm uma mancha central escura, uma sombra mais clara e não têm painéis solares”, brinca o astrónomo responsável pelo texto que explica a imagem, citado pelo Público.

@RaineeLC

Solar transit from Edmonds Beach edited- small prominences brought out and colorized:) #iss #InternationalSpaceStation #isslive #nasa #science #solaraystem #astronomypicturesdaily

De acordo com o diário, a fotógrafa publicou várias imagens onde se vê a Estação Espacial Internacional sobreposta em vários pontos da superfície solar, enquanto orbitava a Terra.

Para conseguir este feito, Colarcucio combinou duas fotografias tiradas na praia de Edmonds, em Washington: uma que mostra a EEI a passar pelo Sol e outra que capturou os detalhes da superfície solar. As manchas solares têm sido raras devido a um período de actividade solar extremamente baixa.

ZAP //

Por ZAP
28 Julho, 2019

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2231: Astronautas aterram no Cazaquistão após missão na Estação Orbital Internacional

Alexander Nemenov / Pool / EPA
A astronauta norte-americana Anne McClain de regresso à Terra

Três astronautas regressaram à Terra, esta terça-feira, depois de uma missão de seis meses a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS).

A astronauta norte-americana Anne McClain, o russo Oleg Kononenko e o canadiano David Saint-Jacques pousaram no Cazaquistão às 08h47 locais (03h47 em Lisboa).

A partida dos astronautas para a estação orbital, em Dezembro do ano passado, foi motivo de preocupação, pois acontecia depois do incidente, em meados de Outubro, que envolveu o russo Alexey Ovchinin e o norte-americano Nick Hague: cerca de dois minutos após a descolagem, a nave espacial Soyuz explodiu e foram forçados a uma aterragem de emergência.

Os dois homens sobreviveram ilesos, mas o incidente, o primeiro desta magnitude na história da Rússia pós-soviética, foi outro golpe para a indústria espacial do país.

Antes da partida para o espaço, McClain, Kononenko e Saint-Jacques estavam optimistas e o tom não mudou durante o tempo a bordo da estação orbital, um dos últimos exemplos de cooperação activa entre Moscovo e países ocidentais.

“Uma bela noite sobre África na minha última noite na ISS”, observou no Twitter Anne McClain, de 40 anos, que fez duas saídas espaciais durante esta primeira missão.

Anne McClain @AstroAnnimal

A beautiful night pass over Africa on my last night on @Space_Station

Enquanto a ISS dava a volta à Terra em cerca de 90 minutos, o seu colega David Saint-Jacques, de 49 anos, foi capaz de maravilhar-se uma última vez com a visão do Canadá antes de voltar para casa: “British Columbia e Nunavik … vou ter saudades dessas grandes paisagens canadianas!”, escreveu também na mesma rede social o astronauta da Agência Espacial Canadiana (CSA).

David Saint-Jacques, que também realizou a sua primeira missão, ultrapassou o tempo recorde no espaço detido por outro canadiano: 204 dias, contra 187 cumpridos pelo compatriota Robert Thirsk.

ZAP // Lusa

Por Lusa
25 Junho, 2019

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1278: A China apresentou o seu novo Palácio Celestial, a estação espacial do futuro


– Este vídeo não pode ser visualizado aqui, mas no Youtube. Qual a diferença de poder ser visto em qualquer sítio? Há cada paranóia…

Equipada com painéis solares, com um peso mínimo de 60 toneladas e aberta a todos os países para experiências científicas. A China apresentou esta terça-feira uma réplica do primeiro módulo de habitação permanente da sua estação espacial Taingong-2, que pretende colocar no espaço a partir de 2022.

Enquanto a maior parte dos países envolvidos na Corrida Espacial optou por se associar ao consórcio que gere a ISS – Estação Espacial Internacional, com a NASA, ESA e Roscosmos à cabeça, a China insistiu desde o início em desenvolver o seu próprio projecto de Estação Espacial – o programa Tiangong, ou “Palácio Celestial”.

Numa altura em que o programa da ISS só tem tem financiamento até 2024, e não se vislumbra grande vontade política dos países envolvidos em prolongar a vida da mítica estação espacial — que parece ter os dias contados — a China poderá aproveitar o momento para tomar a dianteira na exploração espacial.

O programa Tiangong arrancou em 2011 com o lançamento do laboratório espacial Tiangong-1, a que se seguiu em 2016 um segundo laboratório orbital, o Tiangong-2.

Depois de em Abril o Tiangong-1 ter “regressado à Terra” de forma espectacular, a China manteve em órbita o Tiangong-2, ao qual nos próximos anos serão acoplados os módulos que o transformação na CSS, a primeira estação espacial chinesa permanentemente habitada.

Esta terça-feira, na Feira Aeronáutica e Aeroespacial em Zuhai, no sul do país, a agência espacial chinesa apresentou uma réplica à escala real do seu futuro Palácio Celestial.

A réplica da futura estação é composta por três partes: um módulo principal com cerca de 17 metros de comprimento, destinado à vida e trabalho dos ocupantes, e dois anexos para a realização de experiências científicas. O início da montagem da CSS, que tem um tempo de vida estimado de 10 anos, está previsto para 2022.

Com um peso total mínimo previsto de 60 toneladas, equipada com painéis solares, a estação espacial do futuro tem capacidade para três astronautas, que poderão viver lá continuamente e realizar pesquisas em áreas como a ciência, a biologia e a micro-gravidade.

A China anunciou também que a estação estará aberta a todos os países, para fins de experimentação científica, tendo já vários institutos, universidades e empresas públicas e privadas sido convidadas a apresentar propostas. Até agora, manifestaram já interesse 40 entidades de 27 países, que passarão posteriormente por um processo de selecção.

A partir de 2024, a Estação Espacial Chinesa deverá passar a ser a única no espaço, e, segundo Bill Ostrove, especialista em questões espaciais do gabinete de aconselhamento Forecast International, “a longo prazo, a China colherá bons frutos” deste programa.

“Muitos países e um número crescente de empresas e universidades têm programas espaciais, mas não têm dinheiro para construir a sua própria estação espacial. A possibilidade de, graças à China, poderem enviar cargas úteis para uma plataforma de voo habitada e realizar experiências científicas é algo extremamente precioso“, observa.

A Agência Espacial Europeia, ESA, está já a enviar astronautas para treinar na China com o objectivo de viajar um dia para a estação chinesa.

Segundo o analista chinês Chen Lan, apesar da rivalidade entre Pequim e Washington, envolvidos numa guerra comercial, é possível que também astronautas americanos venham a trabalhar a bordo da CSS. “A agência espacial chinesa e a ONU poderiam pensar em algo assim. Mas não é certo que o Congresso americano seja da mesma opinião”.

“A China vai utilizar a sua estação espacial da mesma forma que os parceiros da ISS usam a sua actualmente: pesquisa, desenvolvimento de tecnologia e preparação das equipas chinesas para voos de longa duração”, explica Chen Lan.

Apesar de o gigante asiático passar a ser “uma das grandes potências do espaço”, Ostrove  considera que Rússia, Japão e Índia vão continuar a ter umimportante papel“, e que os Estados Unidos continuarão a ser o actual “poder espacial dominante”.

Dominar o espaço nunca foi uma meta para a China“, aponta Chen Lan, referindo que as questões comerciais são cada vez mais importantes a nível espacial, sendo a inovação e a ciência fortes impulsionadores económicos.

Pequim, que espera enviar um robô a Marte e humanos à Lua, investe milhões no seu programa espacial, com a coordenação do exército, tendo por conta própria colocado satélites em órbita, que usa para para observação, em telecomunicações e no seu sistema de geolocalização Beidu.

ZAP // Lusa / Popular Mechanics

Por ZAP
11 Novembro, 2018

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1261: Raro fenómeno envolveu a Terra numa incrível luz laranja

CIÊNCIA

NASA

No passado dia 7 de Outubro, um astronauta a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS) captou esta incrível fotografia enquanto orbitava a uma altitude de mais de 400 quilómetros acima da Austrália.

Este misterioso espectáculo de luzes laranjas podia muito bem representar um planeta alienígena. Mas não, esta fotografia retrata a Terra, envolta numa incrível luz alaranjada.

Tal como explicou a NASA, o tom laranja que envolveu o nosso planeta é um fenómeno conhecido como airglow – uma luminescência hipnotizante causada por reacções químicas que chegam até ao topo da atmosfera terrestre.

Por norma, este brilho quase fantasmagórico ocorre quando a radiação ultravioleta da luz solar energiza moléculas de nitrogénio, oxigénio, sódio e ozono na atmosfera. Por sua vez, estás moléculas carregas com energia colidem entre si, perdendo consequentemente brilho que resulta num brilho fraco – mas visivelmente espectacular.

Segundo a agência espacial norte-americana, e tendo em conta que este brilho é mil milhões de vezes mais fraco do que a luz solar, a melhor forma para ver o airglow é durante a noite. Neste caso em particular, a imagem foi capturada a 400 quilómetros acima do território da Austrália.

O brilho que envolve a Terra, também conhecido como quimilunescência, é comparável às reacções químicas mais brilhantes que ocorrem em solo terrestre, incluindo alguns brinquedos como bastões e espadas luminosas, indica a NASA a título de exemplo.

Porém, o airglow é bem mais do que apenas um incrível jogo de luz. A luminescência nocturna, tal como nota a agência Europa Press, revela fenómenos importantes sobre o alcance da atmosfera da Terra, podendo ajudar os cientistas a compreender melhor o comportamentos das partículas que “moram” perto da interface entre a Terra e o Espaço, incluindo as ligações entre o clima terrestre e espacial.

Os cientistas já estão a utilizar satélitesIONospheric Connection Explorer (ICON) da NASA, programado para ser lançado a 8 de Novembro – para estudar esta zona dinâmica.

Importa ainda salientar que este fenómeno nem sempre ocorre em tons de laranja. Em 2016, o fotógrafo Miguel Claro capturou um airglow bem mais colorido na montanha do Pico, no arquipélago dos Açores – uma espécie de arco-íris, recorda a Space.com.

(dr) Miguel Claro

ZAP // LiveScience

Por ZAP
9 Novembro, 2018

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1228: Revelado vídeo do momento em que falhou o foguetão que levava astronautas à Estação Espacial

Os dois tripulantes da Soyuz fizeram uma aterragem de emergência que lhes salvou a vida

© Roscosmos

As imagens do momento em que o foguetão russo que falhou após a descolagem quando transportava dois astronautas para a Estação Espacial Internacional (ISS na sigla inglesa) foi esta quinta-feira revelado pela agência espacial Roscosmos.

As imagens são de uma câmara instalada na lateral do engenho e mostra o lançamento até ao momento em que um dos reactores auxiliares falha a ejecção.

Veja aqui (o incidente acontece ao minuto 1.22)

Também esta quinta-feira foi revelado que um sensor danificado durante a montagem esteve na origem do incidente, ocorrido no passado dia 11.

“Ficou demonstrado e confirmado por documentos que a culpa foi desse sensor e esta [deformação do sensor] só pode ter sido provocada durante a montagem no cosmódromo de Baikonur”, disse Nikolái Sevastiánov, da comissão de investigação ao caso, em conferência de imprensa.

Sevastiánov, director do TsNIIMash, centro de investigação da indústria espacial russa, explicou que o sensor defeituoso impediu a abertura de uma tampa e provocou o acidente.

No passado dia 11, a nave espacial Soyuz MS-10, com dois tripulantes a bordo, foi obrigada a aterrar de emergência, tendo na altura sido apontada uma falha no motor. A Soyuz transportava o cosmonauta russo Alexei Ovchinin e o astronauta norte-americano da NASA, Nick Hague.

A nave devia transportar os dois tripulantes para a Estação Espacial Internacional onde permaneceriam durante seis meses.

Na Estação Espacial Internacional encontram-se, desde Junho, os membros da Missão 57, o comandante Alexander Gerst da Agência Espacial Europeia, a piloto da NASA, Serena Auñon-Chancellor e o piloto da Roscosmos Serguei Prokópiev.

Diário de Notícias
Ricardo Simões Ferreira com Lusa
01 Novembro 2018 — 22:34

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839: SpaceX começará a transportar Humanos para o Espaço já no próximo ano

A SpaceX, empresa privada do ramo espacial criada por Elon Musk, tem tido imenso sucesso. Em Fevereiro deste ano, lançou o foguetão Falcon Heavy, um acontecimento que teve grande significado e que todo o mundo viu.

O transporte de seres humanos para o Espaço sempre foi um dos grandes objectivos da SpaceX e essa meta deverá ser cumprida em 2019.

NASA quer deixar de contar com os russos…

Desde 2011, ano em que a Space Shuttle voou pela última vez, que os astronautas norte-americanos utilizam veículos espaciais russos para chegar à Internacional Space Station (ISS). Mas a NASA quer mudar isso e a SpaceX é uma das empresas que irá ajudar.

Em 2014, o governo dos Estados Unidos pagou à SpaceX 2,6 mil milhões de dólares por num veículo que fosse capaz de transportar astronautas para órbita. O mesmo acordo foi feito com a Boeing mas num valor de 4,2 mil milhões de dólares.

Desde então, as datas de lançamento de ambos os projectos têm sido adiadas. No entanto, agora já temos datas que, aparentemente, são definitivas.

SpaceX estará pronta em 2019…

Esta quinta-feira, a NASA anunciou que a cápsula Dragon da SpaceX, criada para o transporte de seres humanos, estará pronta em 2019. Em primeiro lugar, em Novembro de 2018, será realizado um teste sem seres humanos abordo e passado cerca de 5 meses será realizada uma missão de teste semelhante mas que contará com a presença de astronautas.

A cápsula CST-100 da Boeing irá realizar também testes semelhantes. De acordo com a NASA deverão ser realizados no final de 2018/início de 2019 e em meados de 2019.

Se os testes tripulados forem realizados com sucesso, cada uma das cápsulas irá ser submetida a uma certificação da NASA.

Mas existe um pequeno problema…

Em Julho deste ano, foi lançado um relatório, realizado por uma agência norte-americana responsável por supervisionar as despesas do Estado, que prevê que a SpaceX termine o processo de certificação apenas em Fevereiro de 2020.

No entanto, os astronautas norte-americanos utilizam a cápsula russa Soyuz para chegar à ISS e o contrato termina em Novembro de 2019. A não ser que todo o processo ande mais rápido, a NASA terá que arranjar uma solução para transportar os seus astronautas até as cápsulas da SpaceX e Boeing estarem prontas.

pplware
03 Ago 2018

Tomás Santiago
Tenho 19 anos, sou do Porto e adoro tecnologia! Estudo Ciência de Computadores na faculdade de Ciências da Universidade do Porto e escrevo para o Pplware.

– Bom artigo, pena é escreveres em brasuquês. Corrigi para português de Portugal.

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668: Mulher, astronauta e recordista em órbita

NASA

Por duas vezes comandante da estação espacial internacional ISS, a astronauta Peggy Whitson é a recordista dos Estados Unidos de permanência no espaço: 665 dias. Agora reformou-se

Ao todo, durante as três missões que fez entre 222 e Setembro do ano passado, a astronauta americana Peggy Whitson passou um ano e oito meses (365 dias) em órbita e, por causa disso, ela é a recordista absoluta, entre os astronautas do Estados Unidos, de tempo acumulado passado no espaço.

Este, no entanto, não é o seu único recorde. Durante as três missões de longa duração que cumpriu na estação espacial, Peggy comandou duas delas e, ao todo, fez igualmente 10 saídas para o espaço exterior, num total de 60 horas e 21 minutos fora da casa espacial – é a astronauta mulher com mais tempo acumulado nestas saídas da ISS.

Bioquímica de formação, Peggy Whitson, 58 anos, começou a trabalhar na NASA em 1986, primeiro como investigadora e, desde 1996, como astronauta. Em 2002 partiu pela primeira vez para órbita, a 5 de Junho, para uma missão a bordo da ISS que durou até Dezembro desse ano, e durante a qual ela foi a cientista chefe da NASA, realizando um total de 21 experiências científicas em condições de micro-gravidade.

A sua segunda missão a bordo da ISS decorreu entre Outubro de 2007 e Abril de 2008. Durante esse período, ela foi a comandante da tripulação russo-americana e foi nessa qualidade que supervisionou a ampliação da ISS com dois novos módulos, o laboratório europeu Columbus, e o japonês Kibo, para a logística, e ainda o robô canadiano Dextre. Ela própria participou nas operações no exterior, com várias saídas da ISS.

A sua terceira e última missão, em que foi de novo comandante, decorreu mais recentemente, entre Novembro de 2016 e Setembro de 2017. Tudo contado, além de ser a recordista absoluta dos Estados Unidos em tempo no espaço. Peggy ocupa a oitava posição nesse ranking global.

Agora a astronauta reformou-se e a NASA não poupou elogios. “A sua determinação, força mental e dedicação à ciência, à exploração e à descoberta são uma inspiração para a NASA e para América”, disse o administrador da NASA Jim Bridenstine.

Diário de Notícias
17 DE JUNHO DE 2018 19:29

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Astronaut’s View of Earth

 

O astronauta da NASA Randy Bresnik publicou esta segunda-feira um vídeo em que mostra a sua visão da Terra durante uma caminhada espacial. Prendeu a câmara no fato para registar o momento em que saiu da Estação Espacial Internacional.

[N.W.] – Pronto! Está provado que a Terra é plana…!!! E não, isto não são imagens da ISS no espaço… são filmagens nos cenários da 20th Century Fox…

https://franciscogomes.eu/eclypse2/2017/11/24/para-provar-que-a-terra-e-plana-mad-hughes-vai-lancar-se-de-foguetao-caseiro/

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Cientistas desenvolvem “superplantas” para vida em Marte

O objectivo é criar um “habitat” no planeta vermelho

Projecto é um próximo passo ao cultivo de plantas na Estação Espacial Internacional Reprodução/Wikimedia Commons

Cientistas já estão desenvolvendo as primeiras super-plantas, espécies resistentes à radiação e capazes de crescer em ambientes hostis, que futuramente serão enviadas para Marte.

Em um congresso de biotecnologias espaciais em Roma, na Itália, foi confirmado que há vários grupos de pesquisa do país trabalhando nessa iniciativa. “Estamos pensando em bactérias sintéticas, cujo material genético foi projectado em laboratório, a serviço da exploração espacial”, disse Daniela Billi, directora do Laboratório de Astrobiologia da Universidade de Roma.

No entanto, ainda que na ISS (Estação Espacial Internacional) já tenha ocorrido a primeira colheita de alface e começado o cultivo de flores, o trabalho por fazer ainda é grande. “Marte é o planeta com os requisitos mais promissores para proporcionar um habitat de longo prazo para a espécie humana fora da terra, mas antes é necessário superar muitos obstáculos”, disse o físico Amedeo Balbi.

O pesquisador se refere principalmente à incerteza quanto aos danos provocados pela radiação em organismos vivos. Actualmente, a ASI (Agência Espacial Italiana) participa de projectos para construir protótipos de ecossistemas artificiais que garantam aos futuros exploradores os 30 quilos diários de ar, água e alimentos necessários para a sobrevivência.

“Neste sentido, as plantas são as biogeradoras mais eficientes”, disse Sara Piccirillo, pesquisadora da ASI. Enquanto isso, o Conselho Nacional de Pesquisa da Itália se prepara para testar um protótipo de estufa espacial na Antárctida. O objectivo é observar a resposta das plantas à radiação e a uma micro-gravidade simulada.

Astronomia
Tecnologia e Ciência
ANSA Brasil
03/10/2017 – 16h17 (Actualizado em 03/10/2017 – 16h17)

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