2896: NASA continua à procura, mas ninguém sabe onde está a sonda indiana que chegou à Lua

CIÊNCIA

EPA

A missão Chandrayaan-2 da agência espacial indiana incluía colocar uma sonda à superfície da Lua. Poucos momentos antes de tocar o solo, perdeu-se o contacto e a Vikram não foi ainda encontrada.

A Indian Space Research Organization (ISRO) tentou colocar a sonda Vikram à superfície da Lua a 6 de Setembro, mas, poucos momentos antes da alunagem, perdeu o contacto com a nave. A NASA, com o Lunar Reconnaissance Orbiter, tentou procurar a sonda indiana em meados de Setemrbo. Agora, o LRO passou novamente pelo local a 14 de Outubro, encontrou melhores condições de luminosidade, mas continua sem vislumbrar a Vikram, noticia a Cnet. O método de procura passa pela comparação entre as novas imagens captadas pela câmara com as imagens captadas antes da chegada da sonda, uma abordagem que serviu, por exemplo, para encontrar a sonda israelita Beresheet em Abril.

O comunicado da NASA sugere que a sonda Vikram possa estar fora do perímetro de buscas ou numa zona de sombras.

A equipa indiana continua a missão, com a Chandrayaan-2 a continuar a analisar a Lua.

Exame Informática
23.10.2019 às 20h30

 

2595: Índia fracassa na missão de se tornar o quarto país a chegar à lua

CIÊNCIA

Stuart Rankin / Flickr

A agência espacial indiana anunciou, esta sexta-feira, ter perdido o contacto com a sua sonda espacial quando esta se preparava para alunar.

“A descida da sonda Vikram estava a decorrer conforme previsto”, explicou o presidente da agência espacial (ISRO), K. Sivan, na sala de controlo de Bangalore (sul da Índia). “Em seguida, a comunicação entre o aparelho e o controlo de solo foi perdida. Os dados estão a ser analisados”, acrescentou.

A Índia tentou ser a quarta nação do mundo a conseguir pousar um aparelho na lua, depois da União Soviética, Estados Unidos e China. Seria a primeira a pousar no pólo sul lunar, uma zona totalmente inexplorada.

Na estação de controlo, localizada em Bangalore, esteve o primeiro-ministro da Índia. “Há altos e baixos na vida. Estamos orgulhosos dos nossos cientistas”, afirmou Narendra Modi aos cientistas.

A primeira missão da Índia à Lua foi realizada em 2008 e, entre 2013 e 2014, o país colocou um satélite em órbita ao redor de Marte, tendo esta sido a sua primeira missão interplanetária.

Os Estados Unidos, que assinalam este ano o 50º aniversário da missão que levou Neil Armstrong e Buzz Aldrin à Lua, estão a preparar uma nave espacial tripulada que deverá ser enviada ao pólo sul da superfície lunar até 2024.

ZAP // Lusa

Por ZAP
7 Setembro, 2019

artigos relacionados: https://inforgom.pt/eclypsespacenews/2019/09/07/centro-de-controlo-perde-o-contacto-com-a-vikram-momentos-antes-da-alunagem/

 

2354: Índia lança missão lunar Chandrayaan-2

Marshall Space Flight Center / NASA

A Organização de Investigação Espacial da Índia (ISRO) lançou hoje a nave não tripulada ‘Chandrayaan-2’, que deverá alunar a 6 ou 7 de Setembro, depois de permanecer na órbita da Lua.

A ‘Chandrayaan-2‘ “permanecerá em órbita circular de 100 quilómetros em torno da Lua e, quando o momento for oportuno, o módulo de alunagem deixará a órbita”, disse o chefe da missão, Kailasavadivoo Sivan.

A nave indiana, com 3,8 toneladas, integra um robô que irá explorar a superfície lunar e que, durante a sua vida útil, irá percorrer 500 metros, assim como um módulo que estará em órbita durante um ano.

Depois da ‘Chandrayaan-2’, a Índia pretende tornar-se o quarto o país a enviar humanos ao espaço, missão que pretende realizar até 2022.

Os Estados Unidos, que assinalam este ano o 50º aniversário da missão que levou Neil Armstrong e Buzz Aldrin à Lua, estão a preparar uma nave espacial tripulada que deverá ser enviada ao pólo sul da superfície lunar até 2024.

A primeira missão da Índia à Lua foi realizada em 2008 e, entre 2013 e 2014, o país colocou um satélite em órbita ao redor de Marte, tendo esta sido a sua primeira missão interplanetária.

O primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, disse que o país demonstrou a sua capacidade como potência espacial quando testou com sucesso uma arma anti-satélite, em Março passado, estando ao nível dos Estados Unidos da América, da Rússia e da China.

Num país em que 1,3 mil milhões de pessoas são pobres e que tem uma das maiores taxas de mortalidade infantil, há quem questione os mais de 125 milhões de euros que custa ‘Chandrayaan-2’.

ZAP // Lusa

Por Lusa
22 Julho, 2019

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2166: Índia lança segunda missão lunar no próximo mês

(dv) ISRO
A agência espacial indiana ISRO colocou em órbita 20 satélites com um só lançamento

A Indian Space Research Organization (ISRO) planeia uma alunagem de um rover, que se for bem sucedida, fará com que a Índia seja o quarto país a conseguir alcançar o feito.

A Índia disse que vai lançar a sua segunda missão lunar em meados de Julho, enquanto se prepara para consolidar o seu status de líder em tecnologia espacial ao conseguir um pouso controlado na Lua.

A missão, se bem-sucedida, faria da Índia apenas o quarto país atrás dos Estados Unidos, da Rússia e da China a realizar uma alunagem controlada e pôr lá um rover. A missão não tripulada, chamada Chandrayaan-2, que significa “veículo lunar”, envolverá um orbitador, um lander e um rover, que foram construídos pela ISRO.

Segundo o Al Jazeera, a missão está programada para ser lançada no dia 15 de Julho e vai custar cerca de 144 milhões de dólares. Depois de uma viagem de mais de 50 dias, a sonda da ISRO tentará uma alunagem “suave” e controlada perto do Polo Sul lunar perto do dia 6 de Setembro.

“Os últimos 15 minutos para o pouso serão os momentos mais aterrorizantes para nós”, disse o presidente da ISRO, Kailasavadivoo Sivan. A agência espacial disse que as variações na gravidade lunar, terreno e poeira podem causar problemas. “É a missão mais complexa que a ISRO alguma vez fez”, concluiu Sivan.

A primeira missão lunar indiana, a Chandrayaan-1, foi em 2008, custou cerca de 79 milhões de dólares e ajudou a confirmar a presença de água na Lua. Esta segunda missão foi originalmente planeada como uma colaboração com a agência espacial russa Roscosmos, mas em 2013 a Índia rompeu os laços devido a diferenças técnicas com o programa russo.

ZAP //

Por ZAP
13 Junho, 2019

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