2010: Descobertas inscrições neolíticas com símbolos da realeza egípcia

CIÊNCIA

Alchemica / Wikimedia

Uma missão arqueológica do Ministério de Antiguidades de Egipto descobriu perto da cidade de Assuão, no sul do país, as primeiras inscrições reais que remontam ao período neolítico.

Este período começou há 12 mil anos e terminou em diferentes datas nas distintas partes do mundo, recorda o portal Ahram Online.

O secretário geral do Conselho Supremo de Antiguidades, Mostafa Waziri, assinalou que milhares de inscrições em pedra, datadas da época anterior à primeira dinastia, foram encontradas num vale circular semi-fechado.

Alguns representam cenas com animais que habitavam a área naquela época, como girafas, elefantes e crocodilos. Outros mostram uma pequena cidade, pastoreio de gado e plantio de árvores.

É especificado que algumas das inscrições trazem sinais da realeza egípcia, como o deus Hórus, o falcão. Segundo o site do Luxor Times, especialistas reconheceram alguns dos símbolos que pertencem aos reis que governaram o Egipto em tempos pré-dinásticos, como Narmer.

Abdel-Moneim Saeed, director-geral da Aswan and Nubian Antiquities, disse que também foram encontrados motivos sagrados em alguns blocos, como o símbolo sagrado de Hórus, bem como outras decorações de folhagem.

Assuão é uma cidade do sul do Egipto, a 950 quilómetros de distância do Cairo. É um movimentado mercado e centro turístico, na margem leste do Nilo, na primeira catarata. A cidade moderna expandiu-se e inclui a comunidade anteriormente separada na ilha de Elefantina. A cidade faz parte da Rede de Cidades Criativas da UNESCO na categoria de artesanato e arte popular

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Por ZAP
19 Maio, 2019



– Todos os textos publicados neste Blogue SPACENEWS, são traduzidos de brasuquês para Português Ibérico. Os seguidores do novo acordo ortográfico fazem gala de omitirem os “c”, os “p”, etc., em número inimaginável. Acho que aboliram o “c” e o “p” da sua escrita. Mas o paradoxo é, por exemplo, neste artigo acima, escreverem “Egito” (sem o p, outra letra do nosso alfabeto que detestam) mas escreverem: “sinais da realeza egípcia“. Ora, deviam também abolir o “p” e escreverem “sinais da realeza egícia“!