1125: Foguete reutilizável da SpaceX iluminou os céus e aterrou (pela primeira vez, na Califórnia)

Mayor Eric Garcetti / Twitter
Espectáculo de luz criado pelo módulo do foguetão Falcon 9 nos céus de Los Angeles

As dúvidas surgiram mas o presidente da câmara de Los Angeles garantiu aos americanos que os raios de luz que preencheram os céus “não eram alienígenas”.

Segundo a Bloomberg, o foguete foi lançado durante a noite da Base da Força Aérea em Vandenberg, a noroeste de Los Angeles. Depois de lançado, o módulo principal do foguete regressou à Base inicial oito minutos depois.

Mas antes de chegar ao solo, ainda no ar, o foguete reutilizável da SpaceX causou uma explosão de luz no céu que levantou várias suspeitas.

De acordo com o The Verge, o Falcon 9 transportou o satélite de observação SAOCOM 1A – satélite argentino equipado com um radar que ajudará equipas de resgate a responder a “emergências e desastres naturais.

Apesar de esta já ser a 30ª aterragem com sucesso do módulo, a aterragem efectuada no passado domingo foi a primeira a acontecer na costa oeste dos EUA. No Twitter, as publicações multiplicaram-se com imagens e vídeos da faixa de luz azul, deixada pelo módulo do foguetão Falcon 9, que preencheu o céu de Los Angeles.

A tecnologia pioneira da SpaceX, que permite que o módulo do foguetão regresse à base de lançamento, servirá para reduzir os custos de produção de foguetões e dos seus lançamentos, atraindo negócios para o sector.

ZAP //

Por ZAP
10 Outubro, 2018

 

284: Elon Musk lançou com sucesso o foguete mais potente do mundo (e um Tesla vermelho)

O foguete Falcon Heavy, da SpaceX, descolou com sucesso da plataforma de lançamento 39A do Centro Espacial John F. Kennedy, na Florida, no que foi o seu primeiro voo de demonstração.

A viagem servia para testar se o Falcon Heavy, com 70 metros de altura e capaz de transportar mais de 66 toneladas, podia ser usado para transportar carga para o espaço. E a carga testada era nada menos que um Tesla com um passageiro especial.

O foguete, considerado actualmente o mais poderoso do Mundo  e o segundo mais potente da história, atrás apenas do Saturno V, da NASA, partiu para o espaço com um luxuoso Tesla Red Roadster.

Dentro do icónico veículo eléctrico, cientistas da empresa do bilionário Elon Musk instalaram um manequim com dimensões humanas, vestido de astronauta com um dos novos fatos espaciais da SpaceX e baptizado Starman em homenagem ao músico David Bowie – autor do álbum Space Oddity e do tema Life On Mars, entre outros que nos anos 70 dedicou à exploração espacial.

A ideia, concluída com sucesso, era colocar o carro em órbita do sol. Lançado no espaço, o Tesla Roadster irá agora entrar em orbita da nossa estrela até que ela se apague, daqui a uns milhares de milhões de anos – excepto, claro, se for entretanto atingido por um asteróide em contra-mão ou parado por um polícia espacial por excesso de velocidade.

O objectivo da SpaceX é usar o foguetão gigante para transportar satélites mais pesados para o espaço e até, no futuro, seres humanos, graças à sua potência e capacidade apenas superados pela aeronave Saturn V, que esteve ao serviço nas missões Apollo nas décadas de 60 e 70.

Os entusiastas da aventura espacial podem acompanhar a trajectória do veículo e do seu ilustre tripulante na transmissão ao vivo do canal da SpaceX no YouTube.

O Falcon Heavy é a primeira etapa de um ambicioso plano de Musk. A ideia do carismático milionário, que planeia levar os primeiros humanos a Marte já em 2024, é levar para o Planeta Vermelho pelo menos 100 pessoas por ano durante 100 anos – acelerando assim a sua colonização.

De acordo com o SpaceX, o Falcon Heavy é capaz de colocar em órbita uma carga de quase 64 toneladas métricas, o dobro da carga de seu rival mais próximo, o Delta IV Heavy.

Uma das características mais inovadoras do novo foguetão da SpaceX é que os foguetões propulsores laterais são recuperáveis, de uma forma invulgar: após o lançamento, voltam à Terra e aterraram sozinhos.

O lançamento com sucesso do Falcon Heavy foi um pequeno passo para um manequim, mas sem dúvida um passo de gigante na caminhada para Marte.

ZAP // Sputnik News

Por SN
7 Fevereiro, 2018

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226: SpaceX lança satélite em missão secreta dos EUA

A empresa de transporte espacial norte-americana SpaceX anunciou o lançamento bem sucedido do foguete Falcon 9, que levava um satélite secreto do Governo dos EUA em órbita.

O foguete Falcon 9, que transportava um satélite secreto do Governo dos EUA, foi lançado com sucesso, esta segunda-feira, na Estação da Força Aérea de Cabo Canaveral, informou a empresa espacial do bilionário Elon Musk.

Esta foi, segundo a euronews, uma missão espacial rodeada de grande secretismo e especulação, que teve como “cliente” o governo dos EUA, sob o nome de código “Zuma”.

Nem a empresa nem o Pentágono responderam a quaisquer questões sobre a natureza deste projecto. O grupo empresarial Northrop Grumman, responsável pelo fabrico do engenho, explicou apenas que a “carga” seria colocada em órbita terrestre baixa, sem avançar, porém, com mais detalhes.

O lançamento do satélite deveria ter ocorrido no passado mês de Novembro. No entanto, foi adiado diversas vezes por razões diferentes.

Esta é já a terceira missão secreta levada a cabo pela SpaceX, que transportou o satélite espião do National Reconnaissance Office dos Estados Unidos e o avião espacial não-habitado X-37B da Força Aérea norte-americana.

ZAP //

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187: SpaceX lançou (e aterrou) a primeira aeronave completamente reciclada da história

Um dos grandes problemas com as missões espaciais é os altos gastos a que obrigam. Geralmente, enviar uma nave ou uma sonda para o espaço fica na casa dos milhões ou dos milhares de milhões de dólares. Mas e se pudéssemos reutilizar naves, foguetes, sondas, para novas missões?

É exactamente isso que a SpaceX, a empresa espacial do bilionário Elon Musk, fez esta semana.

A empresa lançou a CRS-13, a sua 13ª missão de reabastecimento, que leva suplementos para a Estação Espacial Internacional (EEI), reutilizando um foguete Falcon 9 e uma cápsula de carga Dragon lançados anteriormente, para reduzir os custos da missão.

Segundo um comunicado da SpaceX, o Falcon 9 foi utilizado na missão CRS-11, em Junho deste ano, enquanto a cápsula Dragon foi utilizada em 2015, na missão CRS-6.

Em Março deste ano, a empresa de Elon Musk reutilizou um foguete, mas essa era a única parte reciclada da missão. Esta é a primeira vez que a empresa utilizou um foguete reutilizado e uma cápsula reutilizada no mesmo lançamento.

A localização do lançamento também é significativa. A missão descolou do Launch Complex 40 na estação da Força Aérea dos EUA em Cabo Canaveral. A 9 de Setembro de 2016, este foi o local onde explodiu um foguete Falcon 9 da SpaceX. Esta é a primeira missão lançada a partir de lá desde o desastre.

A CRS-13 leva mais de 2.000 kg de carga para a EEI. Segundo o comunicado, a carga é composta por suplementos para a estação e equipamentos de pesquisa cruciais para as mais de 250 pesquisas científicas conduzidas na estação.

De acordo com o portal Futurism, entre os novos suplementos, há sensores para monitorizar a quantidade de lixo espacial que circunda a estação e para medir a quantidade de luz solar que atinge a Terra.

Após ficar cerca de um mês em órbita, a missão retorna com mais de 1.500 kg de materiais da estação espacial para a Terra.

ZAP // HypeSience / SpaceX / Futurism

Por ZAP
20 Dezembro, 2017

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176: Agência Espacial Europeia dá novo passo para lançar sistema mais preciso que o GPS

ESA

A Agência Espacial Europeia deu esta terça-feira um novo passo para concluir o inovador programa de navegação Galileo, que quer competir com o sistema GPS, dos Estados Unidos, com o lançamento com sucesso do foguete Ariane 5, que levou quatro satélites para o espaço.

Depois de o foguete ter partido da base especial de Kuru, na Guiana Francesa, com três minutos de atraso, a sequência prevista pela Agência Espacial Europeia (ESA) foi executada com normalidade. A separação dos satélites do foguete ocorreu perto da meia-noite desta terça-feira, no horário de Paris.

Com mais quatro, passam a 22 os satélites do Galileo em órbita. Para completar o programa, fica a faltar então o lançamento de outros quatro satélites, missão a ser realizada em 2018.

A operação representa um novo passo para que a ESA desenvolva um sistema de navegação mais preciso que o GPS. Segundo a agência, a margem de erro na localização de objecto equipado com um chip que receba o sinal da Galileo será inferior a 1 metro. Já o GPS tem uma precisão de 4 a 5 metros.

ZAP // EFE

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