“NASA, temos um problema com o calendário Maia”

CIÊNCIA/CIVILIZAÇÕES

Depois de vários anúncios sobre o fim do mundo baseados em profecias e calendários da civilização maia, há uma nova data marcada para o Apocalipse: 21 de Junho (ou seja, é já amanhã)

Às 02.59 do dia 13 de Abril de 1970 o astronauta Jack Swigert comunicou ao Centro de Controlo da Missão Apolo 13 que tinha havido uma explosão na nave espacial em que os três astronautas se dirigiam para a Lua. Disse: Houston, we have a problem.” Foi essa a frase que ficou para a história apesar de a verdadeira ter sido: “Okay, Houston, we”ve had a problem here.” O trio norte-americano salvou-se de um fim trágico após vários dias de grande incerteza, em manobras orientadas desde a Terra, onde milhões assistiam ao desenrolar da odisseia Apolo – que tinha como número o 13, que muitos acreditam ser de grande azar – e a NASA tornou-se uma instituição ainda mais respeitada por ter saído bem dessa mais que provável tragédia.

Quatro décadas depois, a NASA teve de vir de novo em socorro do homem, não de três astronautas mas de toda a população do planeta porque foi dado como certo – na medida em que isso era possível – por vários profissionais das teorias da conspiração que o mundo iria acabar a 21 do 12 de 2012. Fizeram contas em cima do calendário dos maias e “descobriram” que esta civilização centro-americana prognosticava o fim do mundo para esse dia.

Nada aconteceu, e esses profetas e conspiradores deixaram passar mais algum tempo para nas últimas semanas apresentarem novas contas e apontarem nova data como o dia em que o Apocalipse acontecerá finalmente: 21 de Junho de 2020,

Perante a alegada ameaça do anterior cataclismo, para 2012, a NASA explicou no seu site nos dias antes que era preciso dar ouvidos à ciência e que esta não previa nada fora do normal para o planeta Terra. Aliás, no dia seguinte, publicou uma “notícia de última hora” com o título “O mundo não acabou a 21 do 12 de 2012”. Acrescentava o seguinte: “Como se devem ter apercebido, a profecia maia estava errada desde o princípio.”

Poucos anos depois, fez uma actualização desse desmentido, novamente por causa das profecias dos maias: “Várias pessoas previram o fim do mundo para 20 de Setembro de 2017, data em que um misterioso planeta entraria em colisão com a órbita da Terra. Esse planeta, Niburu, não existe e é uma história que se propagou sem razão de ser.”

Mas nada impede que novas previsões apocalípticas desafiem as explicações da NASA, que mantém no seu site estes esclarecimentos ao lado daquilo que é a sua razão de existir, a exploração espacial, mantendo a sua oposição contrária ao que os especuladores dizem existir no calendário Maia.

Desta vez, coube a um alegado cientista norte-americano, Paolo Tagaloguin, que colocou na sua conta do Twitter esse alerta sobre o fim do mundo em breve. Aviso: não vale a pena procurar porque nos últimos dias essa conta e todas as outras que tinha nas redes sociais foram apagadas – nem se sabe até que ponto Tagaloguin existe ou é ficção. Seria boa a sua intenção de preparar milhões de milhões de seres humanos para o dia do juízo final, afinal os maias tinham feito essa previsão há milénios e estava a chegar a hora de o planeta se confrontar com o seu destino.

Mas a NASA já tinha desmentido qualquer validade do antigo calendário maia e, ainda por cima, as contas estavam mal feitas mais uma vez. E, após ter desmentido essa mesma previsão no início deste milénio e, principalmente, a data do fim do mundo para 12 do 12 de 2012, referiu que o engano já tinha começado em 2000, 2003 e 2006, outras datas apontadas para o cataclismo final. Que geraram medo, principalmente a de 2012, que teve o benefício de uma campanha mundial muito bem orquestrada que vendeu muitos livros e ocupou muitos espectadores em horas de programas televisivos sobre o seu fim próximo.

Daí que a NASA não precisasse de ouvir a frase “Houston, we have a problem” para intervir e ter vindo a público novamente demonstrar a falibilidade dessas teorias e negar qualquer credibilidade nas previsões. E nos últimos dias essas palavras voltaram a ser recordadas, de forma a sossegar os milhões que ainda acreditam nessas fantasias que regressam periodicamente, como agora.

Factos: tudo terá começado numa notícia no jornal (tablóide) britânico The Mirror, publicada no passado dia 12 e que, entretanto, foi apagada do seu site. E tudo terá mesmo começado com um tweet de Paolo Tagaloguin a revelar que existia um erro de cálculo na adaptação do calendário maia em relação ao gregoriano, que a maior parte do planeta utiliza, e que teria adiado o Apocalipse para amanhã. A partir daí, as redes sociais foram fazendo o seu papel e muitos jornais publicaram artigos sobre o novo fim do mundo. Mesmo que dar fogo a esta previsão tivesse sido uma prioridade para órgãos de comunicação social popularuchos como muitos no Brasil e na Índia, também o espanhol La Vanguardia deu destaque nesta semana ao fim do mundo.

A tese do alegado cientista e alegado norte-americano Paolo Tagaloguin resumia-se ao “facto” de que refeitas as contas existiam 2948 dias a acrescentar à anterior previsão, a de 21 do 12 de 2012. Segundo o The Mirror, Tagaloguin teria avisado no Twitter que “se se seguisse o calendário juliano, o ano em que estaríamos tecnicamente seria o de 2012. Ao fazer a passagem para o calendário gregoriano, perderam-se a cada ano 11 dias entre 1752 e 2020. Ou seja, os tais 2948 dias que coincidem com este 21 de Junho.

A crer nesta nova contabilidade, tudo aconteceria já neste domingo. No entanto, houve quem fizesse essas mesmas contas do “cientista” Tagaloguin e encontrasse várias discrepâncias na mudança dos calendários juliano para o gregoriano e, pior, que o anterior dia do Apocalipse, o de 21 de Dezembro de 2012, já estava errado na conversão dos referidos calendários juliano para o gregoriano, em cima do calendário maia que serviu de inspiração original. Mais, os maias não utilizavam uma contagem do tempo como aquelas para que o seu calendário foi convertido, daí que qualquer previsão futura não passe de uma especulação.

Talvez este Apocalipse tivesse tido mais popularidade se não fosse o efeito da quarentena devido à pandemia da covid-19, essa sim um verdadeiro Apocalipse global!

No entanto, várias autoridades foram ouvidas nos últimos dias para esclarecer a probabilidade do fim do mundo segundo os maias. E o que acontece é uma quantidade de desmentidos pois, além de a NASA já ter afirmado que “estas teorias não passam de mentiras sem qualquer prova que sustente as conspirações nos livros publicados, documentários ou em tudo o que corre na Internet”, também um responsável da Astronomia do Dubai veio dizer que “a ciência requer um esforço para ser compreendida e esta é uma oportunidade de ouro para as pessoas não acreditarem neste tipo de mensagens”.

Outros especialistas recordam que a civilização maia jamais se preocupou em prever o fim do mundo e que esta data assume importância no seu calendário porque representava o fim de um ciclo do tempo, como o de o ano acabar em Dezembro. Opinião que um astrónomo da Universidade de Maryland, John B. Carlson, já explicara ao afirmar que o calendário maia não terminava a 21 de Dezembro de 2012 nem continha previsões apocalípticas, e que essas deduções eram “um engano e uma leitura incorrecta do calendário”. Que, referiu, regride na contagem do tempo a antes do Big Bang e que coloca a criação do mundo há pouco mais de cinco mil anos.

Diário de Notícias

 

spacenews

 

3388: Faltam 100 segundos. O fim do mundo está mais próximo do que nunca

CIÊNCIA

O Relógio do Apocalipse indica que estamos cada vez mais próximo do fim do mundo e a culpa é das alterações climáticas. Cientistas citaram Greta Thunberg: “Como se atrevem?”

© Twitter

Depois de em 2019 os ponteiros do Relógio do Dia do Juízo Final não se terem movido, este ano as notícias pioraram: o Apocalipse está mais perto do que nunca, faltando agora apenas 100 segundos. Ou seja, segundo os cientistas do Bulletin of The Atomic Scientists, um painel que integra 13 prémios Nobel, estamos todos mais perto de uma meia-noite metafórica que representa o fim do mundo.

O Relógio do Dia do Juízo Final simboliza a vida útil na Terra e, a cada ano, o Boletim dos Cientistas Atómicos, que criou este relógio metafórico em 1947, decide que horas são para a humanidade.

“Faltam 100 segundos para a meia-noite. Agora, estamos a definir o quão perto o mundo está da catástrofe em segundos – já não em horas ou até minutos”, disse a presidente, Rachel Bronson “Enfrentamos uma verdadeira emergência – um estado absolutamente inaceitável da ordem mundial que eliminou qualquer margem de erro ou atraso adicional”.

Bulletin of the Atomic Scientists @BulletinAtomic

“Today the Bulletin of the Atomic Scientists moves the hands of the Doomsday Clock. It is 100 Seconds to Midnight,” — @RachelBronson1, President & CEO, Bulletin of the Atomic Scientists#DoomsdayClock

O ponteiro dos minutos do relógio foi adiantado em Janeiro de 2018 por 30 segundos, para as 23.58, e assim se manteve no ano passado, a dois minutos da meia-noite – a marcação mais próxima do “Fim” desde 1953, que coincidiu com os primeiros anos da Guerra Fria. Agora, a urgência é ainda maior, com os cientistas a retirarem 20 segundos mais ao prazo de validade da vida humana na Terra.

“O momento exige atenção e novas respostas. Se os líderes mundiais continuarem a falhar, os cidadãos de todo o mundo devem fazer ecoar, e com razão, as palavras da activista do clima Greta Thunberg: “Como se atrevem?”.

Mas, que factores determinam o quão perto estamos da meia-noite? “Principalmente, a ameaça de armas nucleares e mudanças climáticas”, disse Rachel Bronson. Quando o relógio foi criado, em 1947, a maior ameaça à humanidade era a guerra nuclear, quando os EUA e a União Soviética estavam em plena guerra fria e numa corrida às armas nucleares.

“Mas em 2007, sentimos que não poderíamos responder a essas perguntas sem incluir a mudança climática”, acrescentou Bronson à CNN.

Nos últimos anos, o ponteiro tem-se vindo a aproximar cada vez mais da meia-noite, uma metáfora para o aumento da probabilidade de acontecer uma catástrofe global, que estará relacionada com as alterações climáticas, como é assumido em 2020 pelos cientistas.

O acerto do Relógio do Apocalipse foi apresentado por Mary Robinson, antiga presidente da Irlanda, e contou com discursos de Ban Ki-moon, antigo secretário-geral das Nações Unidas, e ainda de Edmund Brown, presidente do Comité de Ciência e Segurança do Bulletin of The Atomic Scientists.

The Elders @TheElders

“Our planet faces two simultaneous existential threats: the climate crisis and nuclear weapons. We are faced by a gathering storm of extinction-level consequences, and time is running out.” –Mary Robinson unveils the 2020 #DoomsdayClock.

O relógio atingiu a sua proximidade máxima do “Apocalipse” neste último ano, depois de 2019 ter visto aumentar a ameaça nuclear vinda da Coreia do Norte e do Irão, além de marcas preocupantes sobre os efeitos das alterações climáticas, como o facto de ter sido o segundo ano mais quente desde que há registos.

Refira-se que o ano em que o relógio esteve mais distante do Apocalipse (17 minutos para a meia-noite) foi em 1991, com o fim da guerra fria e a queda do muro de Berlim.

DN

spacenews

 

1881: How Will the Universe End?

Credit: Shutterstoc

How will the universe end? “Not with a bang but with a whimper,” wrote the American poet T.S. Eliot regarding the end of the world. But if you want a more definite response, you’ll find that physicists have spent countless hours turning this question over in their minds, and have neatly fit the most plausible hypotheses into a few categories.

“In textbooks and cosmology class, we learn there are three basic futures for the universe,” said Robert Caldwell, a cosmologist at Dartmouth University in Hanover, New Hampshire.

In one scenario, the cosmos could continue to expand forever, with all matter eventually disintegrating into energy in what’s known as a “heat death,” Caldwell said. Alternatively, gravity might cause the universe to re-collapse, creating a reverse Big Bang, called the Big Crunch (we’ll explain this later). Or, there is the possibility that dark energy will cause the universe’s expansion to accelerate faster and faster, evolving into a runaway process known as the Big Rip. [Does the Universe Have an Edge?]

Before discussing the universe’s end, let’s go into its birth. Our current understanding is that time and space began during the Big Bang, when a subatomic, ultra-hot and super-dense point exploded outward. Once things cooled down enough, particles began to form larger structures like galaxies, stars and all life on Earth. We are currently living approximately 13 billion years after the universe’s start, but, given the different scenarios for its demise, it’s unclear how much longer the universe will persist.

In the first scenario — the universe bows out of existence due to heat death — all the stars in the cosmos will burn up their fuel, with most of them leaving behind dense remnants known as white dwarfs and neutron stars. The largest stars would collapse into black holes. While these beasts are not as ravenous as they are often portrayed to be, given enough time, their massive gravitational attraction would draw most matter into their all-consuming maws.

“Then something spectacular could happen,” Caldwell told Live Science.

Black holes are thought to give off a special type of emission called Hawking radiation, named for the late physicist Stephen Hawking, who first postulated the theory. This radiation actually robs each black hole of a tiny bit of mass, causing the hole to slowly evaporate. After 10-to-the-100 years (that’s the number 1 followed by 100 zeros), all black holes will dissipate, leaving behind nothing but inert energy, according to Kevin Pimbblet, an astrophysicist at the University of Hull in the United Kingdom.

Under the Big Crunch, by contrast, the gravitational attraction of stars and galaxies would one day start pulling the entire universe together again. The process would run sort of like a backward Big Bang, with galactic clusters crashing and merging, then stars and planets fusing together, and finally, everything in the universe would form a dense spot of infinitely small size once again.

Such an outcome provides some temporal symmetry to the cosmos. “It’s tidy and clean,” said Caldwell. “It’s like when you go camping; leave nothing behind.”

The final basic possibility for the universe’s end is known as the Big Rip. In this scenario, dark energy — the mysterious substance that acts in opposition to gravity — pulls everything apart piece by piece. The cosmos’ expansion accelerates until distant galaxies are moving away from us so quickly that their light can no longer be seen. As the expansion quickens, ever-closer objects begin to disappear behind what Caldwell described as a “wall of darkness.”

“Galaxies pull apart, the solar system pulls apart, let your imagination run wild,” he said. “Planets, and then eventually atoms, then the universe itself.” [How Does a Black Hole Form?]

Because dark energy’s properties are not yet well understood, researchers don’t know which of these scenarios will prevail. Caldwell said he hopes that observatories in development like NASA’s Wide Field Infrared Survey Telescope (WFIRST), or the soon-to-be-deployed Large Synoptic Survey Telescope (LSST), will help to elucidate dark energy’s behavior, perhaps providing a better understanding of the universe’s end.

There are other exotic prospects for how the cosmos might kick the bucket. Under the known laws of physics, it’s possible that the Higgs boson — a particle that is responsible for giving all other known particles their mass — could one day destroy everything. When it was discovered in 2012, the Higgs was found to have a mass around 126 times that of a proton. But it’s theoretically possible for that mass to change. That’s because the universe might not be in its lowest possible energy configuration right now. The entire cosmos could be in what’s known as an unstable false vacuum, as opposed to a true vacuum. If the Higgs were to somehow decay into a lower mass, then the universe would fall into a lower-energy true vacuum state.

If the Higgs suddenly flipped to having a lower mass and different properties, then everything else in the universe would be similarly affected. Electrons might no longer be able to orbit around protons, making atoms impossible. Likewise photons might develop mass, meaning that sunshine could feel like a rain shower. Whether or not any living creatures could survive such a state is unknown.

“I would classify that as a sort of particle physics environmental catastrophe,” Caldwell said. “It’s not directly causing the demise of the universe — it just makes it a crappy place to live in.”

Originally published on Live Science.

Livescience
By Adam Mann, Live Science Contributor 
April 24, 2019 08:13am ET

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1531: Em sete ocasiões as pessoas acharam que o mundo ia acabar (e ainda cá estamos)

*Psycho Delia* / Flickr

Muitas teorias e previsões sobre o fim do mundo foram já criadas. Apesar do interesse que despertam, até à data, nenhuma chegou a confirmar-se. Contudo, são muitas as pessoas que continuam a considerar essas profecias intrigantes, mesmo que as que não acreditam realmente na possibilidade de um planeta alienígena escondido colidir com a Terra e originar o Apocalipse.

Um artigo do Business Insider, divulgado na passada quinta-feira, leva-nos numa viagem por sete das previsões apocalípticas sobre o fim do mundo mais populares ou bizarras, que despertaram o fascínio público.

A primeira está relacionada com o cometa Halley, intitulado pela Biblioteca do Congresso americano, em 1910, como “o mau-olhado do céu”. A passagem do cometa levou a uma histeria em massa, com as pessoas a comprar pílulas anti-cometa e máscaras de gás, caso o mesmo atingisse o planeta e provocasse uma explosão.

O Halley mostrou-se inofensivo, tendo passado entre a Terra e o Sol, em maio daquele ano. A cada 75 anos o episódio repete-se, tendo-se verificado em 1986, com previsão que passe novamente em 2061.

Lucas / Flickr
Cometa Halley, capturado por Edward Emerson Barnard a 29 de maio de 1910, no Observatório Yerkes, em Wisconsin (EUA)

Mais recentemente, o tailandês Chen Hong-min, fundador do grupo religioso Chen Tao (que significa “Caminho Verdadeiro”), disse que Deus apareceria a 31 de Março de 1998.

Segundo a Enciclopédia Britânica, o líder do movimento mudou-se para Garland, no Texas (EUA), onde supostamente Deus surgiria e o levaria para o céu, bem como aos seus seguidores, em naves espaciais disfarçadas de nuvens. Afirmou, inclusive, que Deus apareceria num canal televisivo americano, a 25 de Março, para anunciar o plano.

Quando a profecia não se realizou, Chen Hong-min disse à AP, numa conferência, que as suas previsões podiam ser consideradas “absurdas”.

Outro dos acontecimentos relacionados com o fim do mundo ocorreu a 31 de Dezembro de 2000, altura em que muitos acreditavam num caos apocalíptico e no colapso da civilização, causado pela falha dos computadores, dos sistemas públicos, dos bancos e de qualquer dispositivo que contivesse algum tipo de ‘chip’.

O “bug do ano 2000” causou preocupações em todo o mundo, com as lojas a venderem, nesse Ano Novo, ‘kits’ de emergência Y2K, que continham alimentos. A Enciclopédia Britânica informa que cerca de 300 mil milhões de dólares (264 mil milhões de euros) foram gastos em actualizações informáticas para suportar o suposto ‘bug’ do milénio.

kotedre / DeviantArt
Detalhe do LHC, Large Hadron Collider, acelerador de partículas do CERN

Em 2008, com a inauguração do Large Hadron Collider – “o maior e mais poderoso acelerador de partículas do mundo”, segundo a European Organization for Nuclear Research (CERN) -, houve especulações de que o movimento rápido das partículas subatómicas nos seus túneis poderia criar um buraco negro que engoliria a Terra.

À LiveScience, os cientistas do CERN garantiram que, se um pequeno buraco negro fosse criado, este se desintegraria imediatamente, desmentindo assim essas especulações.

Já para o pregador Harold Camping, que se apresentava na rádio e na televisão, o mundo terminaria a 21 de maio de 2011. A sua teoria afirmava que apenas três por cento da população sobreviveria, através de Deus.

De acordo com a VICE, a Family Radio – rede de rádio cristã que hospedou o programa de Harold Camping -, gastou 100 milhões de dólares (88 milhões de euros) para divulgar a sua mensagem. Quando o mundo não acabou, o pregador disse que o arrebatamento tinha sido um “dia do juízo invisível“.

Uma das profecias mais conhecidas relacionava-se com o calendário Maia. Uma pesquisa da Reuters, de 2012, revelava que 10% das pessoas em todo o mundo acreditavam que o calendário Maia podia prever o fim do mundo, com 10% a relatar que se sentiam ansiosas pelo facto de a vida no planeta poder realmente terminar a 21 de Dezembro de 2012.

Esta teoria resultou do térmico do calendário Maia, que se daria naquela data, após cerca de cinco mil anos. Reza a lenda que a aldeia de Bugarach, na França, seria o único lugar na Terra que seria poupado. O filme “2012”, protagonizado por John Cusack e Chiwetel Ejiofor, foi lançado em 2009, promovendo ainda mais a teoria.

Jeremy Riel / Flickr
Calendário Maia

Embora tenha sido uma das suposições mais populares, os cientistas “negaram rapidamente essa previsão do fim do mundo”, lê-se no artigo do Business Insider.

Foi um equívoco desde o início“, disse John Carlson, director do Centro de Arqueoastronomia da NASA, segundo um artigo publicado na NASA Science. “O calendário Maia não terminou a 21 de Dezembro de 2012 e não havia profecias maias a prever o fim do mundo naquela data”, esclareceu.

David Meade, um teórico da conspiração que se auto-denomina numerólogo cristão, escreveu no seu livro “Planet X — 2017 Arrival” (“Planeta X – 2017 Chegada“) que um planeta oculto, chamado Nibiru – ou Planeta X -, colidiria com a Terra e a destruiria, a 23 de Setembro de 2017.

O teórico disse que usou a geometria das pirâmides de Gize (Egipto) para calcular que o mundo terminaria nessa data, que, afirmava o próprio, tinha sido escrita em código nas pirâmides de Giza. A mesma chegou e passou sem incidentes. A NASA negou a existência de qualquer Planeta X.

TP, ZAP // Business Insider

Por TP
29 Janeiro, 2019

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A mentalização em massa de ideologias perversas, quer religiosas, quer políticas. Quando o Mundo tiver de acabar, não será anunciado previamente e não existirão kits de sobrevivência que nos salvem, cambada! Mas ainda há quem continue a acreditar nos farsolas aldrabões da política e das religiões…!

745: Fim do mundo: estas são as 8 mais prováveis (e horríveis) formas de acontecer

(CC0/PD) mitsuecligsx / pixabay

A nossa atmosfera, a proximidade da Terra ao Sol e um conjunto de outras circunstâncias permitem a sobrevivência e a evolução da vida. No entanto, todas as coisas boas chegam um dia ao fim. Cientes disto, os cientistas tentam identificar as formas mais prováveis de levar a humanidade à extinção.

Um dia, a Terra será inóspita para qualquer forma de vida. No entanto, a vida no nosso planeta não cessará tão cedo, levará provavelmente mil milhões de anos. Ou então, e dependendo das vicissitudes da astrofísica, o fim do mundo pode também acontecer amanhã ou em qualquer outro momento.

Ao longo dos anos, os cientistas foram apresentando várias hipóteses para o fim do mundo. E estas são as 8 formas mais prováveis de o Apocalipse acontecer.

1. O arrefecimento do núcleo da Terra

A Terra é cercada por um escudo protector magnético, apelidado de magnetosfera. Este campo é gerado pela rotação da Terra, que gira numa casca espessa de ferro líquido e níquel – o núcleo externo – em torno de uma bola sólida de metal – o núcleo interno – criando um enorme dínamo eléctrico.

A magnetosfera desvia as partículas energéticas lançadas do Sol, alterando o seu tamanho e forma ao serem atingidas. A inundação que resulta da entrada das partículas de alta energia no ar da Terra pode provocar belas auroras ou, por vezes, tempestades geomagnéticas disruptivas.

Mas, se o núcleo arrefecer, a Terra perde a magnetosfera, ou seja, perde o seu campo magnético e a sua protecção contra os ventos solares que, lentamente, lançariam a nossa atmosfera para o espaço. Marte, planeta que outrora foi rico em água e atmosfera espessa, sofreu deste destino há mil milhões de anos atrás, ficando a atmosfera quase sem ar e, aparentemente, sem vida como a conhecemos.

O arrefecimento do núcleo da Terra levaria o nosso planeta a perder o seu campo magnético e a atmosfera e, a sua inexistência causaria a extinção da vida.

2. A morte ou expansão do Sol

O Sol, e a nossa posição relativa à estrela, é talvez o componente mais importante na nossa existência. No entanto, o Sol é uma estrela e, tal como todas as estrelas, pode morrer. Actualmente, o Sol está no meio da sua vida, convertendo constantemente o hidrogénio em hélio através da fusão.

No entanto, esta situação não vai durar para sempre. Daqui a mil milhões de anos, o Sol ficará com pouco hidrogénio e começará a fundir hélio. Esta será uma reacção bem mais energética, capaz de empurrar as camadas do Sol para fora e, possivelmente, puxar a Terra na direcção do Sol. Ou seja, seríamos incinerados e depois vaporizados.

A expansão do Sol poderia também causar a expulsão da Terra da sua órbita. O nosso planeta acabaria por morrer congelado, sem estar ligado a qualquer estrela e vagando pelo vazio.

3. A Terra “empurrada” para órbita mortal

Os planetas “vagabundos” são frequentemente expulsos dos seus sistemas solares durante a sua formação. De acordo com simulações recentes, de fato, estes planetas podem ultrapassar as estrelas na Via Láctea em 100.000 para um.

Um desses planetas “vagabundos” poderia entrar no Sistema Solar e desestabilizar a Terra para uma órbita extrema e inóspita. Um mundo que é grande o suficiente e pode chegar perto o suficiente poderia mesmo expulsar-nos completamente do Sistema Solar. Ou então, podia fazer com que a Terra colidisse com um planeta próximo, como Vénus ou Mercúrio.

Com o seu próprio planeta “vagabundo”, a Terra tornar-se-ia uma bola de gelo. Ao mesmo tempo, um empurrão gravitacional significativo poderia também criar estações extremas e mortais que alternariam entre o frio e extremamente quente.

4. A Terra colidir com um planeta “errante”

Em vez de apenas passa e interromper a órbita da Terra, estes mundos à deriva poderiam causar um impacto directo, colidindo com a Terra. E esta não seria um acontecimento sem precedentes: há cerca de 4,5 mil milhões de anos, um pequeno planeta caiu num maior do Sistema Solar – formando assim a Terra e a sua Lua.

Uma nova colisão também faria com que detritos voassem por todo o Sistema Solar e derreteria totalmente Terra. E, enquanto o novo planeta acabaria por se formar e arrefecer, ninguém sabe se este novo planeta seria habitável.

5. Asteróides bombardeavam a Terra

Esta é a hipótese de extinção mais amada por Hollywood e já gerou, inclusive, diversos filmes. As rochas provenientes do espaço podem ser bastante destrutivas – uma delas provavelmente levou à extinção dos dinossauros. E, embora fossem necessários muitos asteróides para dizimar completamente um planeta, esta é uma hipótese.

A Terra foi fortemente bombardeada por asteróides durante centenas de milhões de anos após a sua formação. Os impactos foram tão intensos que os oceanos ferveram durante um ano inteiro. Todas as formas de vida eram unicelular na época, e apenas os micróbios mais tolerantes ao calor sobrevivam.

As maiores formas de vida hoje certamente não conseguiriam sobreviver. A temperatura do ar poderia chegar aos 480º graus Celsius durante semanas, caso sofrêssemos um impacto semelhante a este.

6. Terra passar muito perto de um buraco negro

Os buracos negros podem ser a segunda forma de extinção favorita de Hollywood. E é fácil perceber porquê: os buracos negros têm tanto de misteriosos quanto de assustadores.

Não sabemos muito sobre buracos negros, mas sabemos que são tão densos que nem mesmo a luz pode passa para além do horizonte de um buraco negro. Os cientistas acreditam que os recoiled buracos negros estão a vaguear pelo espaço, como os planetas “vagabundos”. Não é inconcebível que algum deles possa passar pelo Sistema Solar.

Um pequeno buraco negro passaria inofensivamente pela Terra, mas algo de maior massa que a Lua causaria grandes problemas. Se nem a luz consegue escapar, a Terra definitivamente também não. Com a aproximação ao buraco negro, os átomos poderiam alongar-se ao ponto de se separarem completamente. Outros cientistas acreditam que iríamos até ao fim do universo ou acabaríamos num totalmente diferente.

De qualquer das formas, um buraco negro próximo da Terra poderia por si só causa terramotos e outras catástrofes ou podia também expulsar-nos do Sistema Solar, empurrando a Terra em direcção ao Sol.

7. Explosão de raios gama

As explosões de raios gama, ou GRBs, são um dos fenómenos mais poderosos do Universo. A maioria resulta do colapso de estrelas massivas quando morrem. Uma explosão curta pode emitir mais energia do que o nosso Sol ao longo de toda a vida útil.

Esta energia tem o poder de erradicar a camada de ozono, inundar a Terra com luz ultravioleta e desencadear um rápido arrefecimento global. Na verdade, a radiação GRB para a Terra pode ter causado a primeira extinção em massa há 440 milhões de anos.

David Thompson, vice-director de projectos do Fermi Gamma-ray Space Telescope disse à National Geographic que os GRBs não são uma grande preocupação. Segundo Thompson, o risco da Terra se atingida por esta radiação é “equivalente ao que eu poderia enfrentar caso encontrasse um urso polar no meu armário.

8. Universo desfazer-se em pedaços, o Big Rip

A última hipótese é a que realmente poderia acabar com todo o Universo e não só com a Terra. A hipótese afirma que uma força misteriosa, chamada de energia escura, está a afastar o Universo a uma velocidade cada vez maior.

Se a aceleração continuar, como parece estar a acontecer, talvez em 22 mil milhões de anos a força que mantém os átomos juntos poderá falhar – e toda a matéria no Universo se dissolverá em radiação.

Mesmo supondo que o Big Rip seja um fracasso, ninguém sabe o que poderá acontecer após uma calamidade global que levará ao fim da humanidade. É possível que alguns micróbios sobrevivam para replantar uma forma de vida mais complexa.

Mas, se a nossa destruição será total, poderíamos, pelo menos, esperar encontrar outra forma de vida inteligente, a quem possamos apresentar os nossos cumprimentos.

Por ZAP
7 Julho, 2018

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461: Profecia bíblica diz que o fim do mundo é daqui a 10 dias

(CC0/PD) mitsuecligsx / pixabay

Há mais uma profecia do fim do mundo que alerta que o Apocalipse está próximo. Desta feita, está em causa a teoria de um numerologista, especialista em profecias da Bíblia, que diz que o fim do mundo chega a 23 de Abril de 2018.

O numerologista David Meade está certo de que o Apocalipse tem data marcada para 23 de Abril próximo, avança ao jornal britânico Daily Express.

Para sustentar a sua teoria, Meade sustenta que nesse dia, o Sol e a Lua estarão dentro da constelação de Virgem, tal como Júpiter que representa o Messias.

Alguns Cristãos Evangélicos acreditam que esse fenómeno de alinhamento do Sol e da Lua com Virgem é um sinal de que vai ocorrer o que chamam de “Arrebatamento”, ou seja, o segundo regresso de Jesus Cristo à Terra. Esse momento estará descrito na Bíblia, no capítulo 12 do Livro do Apocalipse.

“E um grande sinal apareceu no céu: uma mulher vestida com o sol, com a lua debaixo dos pés, e com uma coroa de 12 estrelas na cabeça. Ela estava grávida e estava a chorar com dores de parto, e gritava na agonia de dar à luz”, refere o extracto que Meade e outros evangélicos interpretam como sendo um sinal desse momento do “Arrebatamento”. A mulher retratada neste extracto bíblico será Virgem.

Meade alega que o alinhamento do Sol e da Lua com Virgem representa “o Leão da tribo de Judá”, assinalando o momento em que Jesus Cristo voltará à Terra para levar os crentes para o paraíso, depois do fim do mundo na Terra.

O numerologista acredita que o Planeta X, também conhecido como Nibiru, aparecerá no céu nesse dia 23 de Abril, provocando erupções vulcânicas, tsunamis e terramotos que levarão ao Apocalipse.

O Planeta X tem sido descrito pela NASA como uma farsa – a Agência Espacial Norte-Americana assegura que não há nenhum corpo celeste com as características que são atribuídas ao Planeta X.

Meade já tinha previsto que este planeta ia destruir a Terra no passado 23 de Setembro de 2017. Nesse mesmo mês, e confrontado com a continuação da vida no nosso planeta, o numerologista refez os seus cálculos e apontou então que o fim do mundo chegaria a 15 de Outubro.

“Quando o nascimento de Júpiter a partir de Virgem ocorrer, também veremos o cumprimento de Génesis 3:15 e de Apocalipse 12:4, quando grandes e temerosos sinais vão aparecer nos céus. Este nascimento ocorre, de acordo com os últimos dados astronómicos disponíveis, a 15 de Outubro de 2017. É quando o Planeta Rei – Júpiter atravessa a região do ventre de Virgem”, escreveu Meade no seu site.

Felizmente, essa segunda profecia de fim do mundo do Meade também não se concretizou. Será que à terceira é de vez?

SV, ZAP //

Por SV
14 Abril, 2018

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92: Desta vez, o mundo vai mesmo acabar (com dezenas de terramotos no dia 19)

 

O fim do mundo tem nova data. Um grupo de astrónomos e sismólogos prevê que o mundo acabe no dia 19 de Novembro. Desta vez, vão ocorrer dezenas de terramotos mas o culpado é o mesmo: o planeta Nibiru.

Segundo cálculos publicados no Planetxnews, o planeta Nibiru vai trazer o caos à Terra – ainda antes de colidir com o nosso planeta. Uma série de terramotos catastróficos vai atingir a Terra em zonas que vão da França e da Itália até ao Alasca e à Rússia, passando pela costa ocidental dos EUA, Indonésia e Japão.

Cientistas citados pelo Planetxnews afirmam que o Nibiru, também conhecido como Planeta X, tentou tornar-se numa estrela há milhões de anos atrás, mas a tentativa não foi bem sucedida.

“Esta é a razão pela qual o Nibiru irradia pouca luz ou calor, o que nos impede de o detectar atempadamente antes de atingir a Terra”, explica Terral Croft, o líder da equipa de cientistas e investigador principal do Project Black Star, um dos muitos nomes dados ao mítico planeta sem luz.

Mas por quê concretamente dia 19 de Novembro? Astrónomos e sismólogos analisaram o número crescente e padrão dos terramotos e vulcões que aconteceram no planeta durante as últimas semanas, e sustentam que estes acontecimentos estarão relacionados com a rota que o Nibiru está a seguir na sua aproximação à Terra.

(dr) Planetxnews
Padrão dos terramotos ocorridos e actividade sísmica registada nas últimas semanas permite prever novos terramotos

Segundo prevê Terral Croft, irá ocorrer um terramoto de magnitude 7,0 entre a 39ª e a 41ª semanas de 2017, que coincidirá com o suposto “alinhamento da Terra com o Nibiru” no dia 19 de Novembro, data em que “a Terra irá passar atrás do Sol e de Nibiru, na constelação de Libra”.

Por sua vez, a NASA continua a garantir que o chamado Planeta X não existe e que, se existisse, tendo em consideração a sua suposta massa, já o teríamos notado.

Esta não é a primeira vez que o fim do mundo é anunciado. Segundo o numerologista David Meade, o mundo devia ter acabado no dia 23 de Setembro, data em que a Terra ia, supostamente, colidir com Nibiru.

Para sua infelicidade e alegria do resto da Humanidade, a colisão não aconteceu, pelo que houve necessidade de agendar nova data: o fim do mundo foi remarcado para Outubro. Mas o nosso planeta continuou a girar, mesmo depois de todas as previsões de Meade.

Desta vez, segundo os cientistas citados pelo Planetxnews, “é mesmo a sério”, o padrão dos terramotos que aconteceram recentemente não deixa lugar para dúvidas: há mais umas dezenas deles a caminho, com dia marcado para acontecer, e o mundo acaba dia 19.

Há no entanto uma pequena hipótese de que o mundo continue e cá estejamos (quase) todos vivos no dia 20. Segundo um estudo publicado em Agosto, de que o ZAP deu notícia este sábado, um fenómeno chamado percepção de padrões ilusórios poderá explicar a forma como os teóricos das conspirações encontram padrões onde eles não existem.

O estudo sustenta que este fenómeno é o que alimenta as pessoas que acreditam em teorias da conspiração. “Após uma manipulação da crença numa teoria da conspiração, as pessoas viram eventos no mundo como mais fortemente interligados, o que desencadeou crenças irracionais não relacionadas”, escrevem os autores.

Mas, paradoxalmente, este só pode mesmo ser um fim do mundo para acrescentar à numerosa lista de teorias da conspiração sobre fins do mundo que não aconteceram – até porque, se acontecesse, não estaríamos cá para contar.

ZAP // Science Alert / Planetxnews / NASA

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28: Previsões apontam que o fim do mundo vai acontecer este sábado

© MoveNotícias Fim do Mundo

Há mais um fim do mundo agendado. Através da astronomia e passagens bíblicas, há quem defenda que o início do fim do mundo vai acontecer este sábado, dia 23 de Setembro, data do equinócio de outono.

Enquanto correm várias teorias, são apontados como um sinal do grande acontecimento os furacões e terremotos que se têm multiplicado nas últimas semanas.

Entre os arautos da catástrofe está David Meade, de 33 anos, que há vários anos que viaja pelo mundo anunciando esta sua teoria. O britânico que se diz um estudioso da Bíblia, escreveu o livro “Planet X – The 2017 Arrival”, onde defende que o mundo testemunhará o arrebatamento no próximo sábado.

O seu argumento mais forte, baseado em cálculos de acontecimentos bíblicos, misturam-se com as teorias sobre um planeta chamado Nibiru, ao qual chama Planeta X. Muitos pensam que essa será a estrela que deve colidir com a Terra, conforme o Apocalipse 8. No entanto a NASA sempre negou que tal planeta exista.

Para sustentar a sua tese, David Meade cita Isaías 13:9-10: “Vejam! O dia do Senhor está perto, dia cruel, de ira e grande furor, para devastar a terra e destruir os seus pecadores. As estrelas do céu e as suas constelações não mostrarão a sua luz. O sol nascente escurecerá, e a lua não fará brilhar a sua luz”.

O autor explica também que a sua teoria tem como base “uma série de coincidências com o número 33”: “Quando o eclipse começar a 21 de Agosto, o pôr-do-sol vai ser negro tal como Isaías previu. A Lua vai estar envolvida numa lua negra, que só ocorrem a cada 33 meses. Na Bíblia, o nome divino de Eloim aparece 33 vezes no Genesis”.

Uma coisa é certa, o mundo só vai acabar para aquelas pessoas que irão morrer nesse dia. Faça-se à vida!

MSN notícias
21/09/2017

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