2080: Os extraterrestres poderão ajudar a salvar a Humanidade

KELLEPICS / pixabay

Avi Loeb, presidente do departamento de Astronomia da Universidade de Harvard, alertou que a Humanidade por estar a traçar o mesmo caminho que ditou o fim de civilizações alienígenas avançadas. No entender do especialista, o passado destes seres extraterrestres pode ser útil para salvar o futuro da Humanidade.

As alterações climáticas que há décadas mudam o planeta e a fabricação de armas cada vez mais poderosas podem ser indícios de um caminho perigoso para o Homem.

Segundo Avi Loeb, um comportamento semelhante a este pode ter dizimado raças avançadas de seres alienígenas. “Uma possibilidade é que estas civilizações, baseadas na forma como nos comportamos actualmente, tenham uma vida vida curta“, disse Loeb na semana passada, durante uma palestra na The Humans to Mars Summit, que decorreu na cidade norte-americana de Washington.

“[Estes seres alienígenas] pensam a curto prazo e produzem ferimentos auto-infligidos que podem acabar por matá-los”, defendeu o especialista, citado pelo Live Science.

No entender de Loeb, a procura por vida extraterrestre deve ser ampla o suficiente para rastrear artefactos deixados por civilizações entretanto desaparecidas, tais como superfícies planetárias queimadas e produtos de guerra nuclear em mundos alienígenas.

Caso se encontrem outros tipos de vida diferentes dos que conhecemos, esta será a maior descoberta científica de sempre, defende Loeb, considerando ainda que estes seres podem trazer um benefício adicional ao Homem: servir-lhe de exemplo, colocando a Humanidade num caminho mais orientado e sustentável.

“A ideia é que possamos aprender algo no processo. Podemos aprender a comportar-nos melhor uns com os outros, a não iniciar uma guerra nuclear, a monitorizar o nosso planeta e garantir que este seja habitável enquanto pudermos mantê-lo habitável”.

Potencialidades tecnológicas

Loeb aponta ainda que há outras razões para a procura de seres extraterrestres, sobretudo no que respeita às potencialidades tecnológicas. “A nossa tecnologia tem apenas um século, mas se uma outra civilização tiver tido mil milhões de anos para desenvolver viagens espaciais, podem ensinar-nos a fazê-lo”, afirmou.

“A minha esperança passa por encontrar civilizações mortas que nos inspirem a ter um melhor comportamento e a actuar melhor em grupo (…) A outra esperança que temos é que, assim que deixemos o Sistema Solar, receberemos uma mensagem de volta: ‘Bem-vindos ao clube interestelar’. E aí vamos descobrir que há muito tráfego que não conhecíamos”, elencou o especialista.

Na verdade, defende Loeb, podemos ter tido já um vislumbre deste tráfego com o Oumuamua, o primeiro objecto interestelar já observado no Sistema Solar. O objecto, que foi também rotulado de Mensageiro das Estrelas, pode ser uma nave alienígena, como já insistiu o Professor de Harvard.

Apesar de todas as hipóteses sobre este corpo – que passam também pela possibilidade deste ser um asteróide – o especialista enfatiza que o importante é manter a mente aberta, não descartando nenhuma opção de forma precipitada. “Devemos manter a mente aberta e não presumir que sabemos a resposta antecipadamente (…) Não precisamos fingir que sabemos de alguma coisa”, rematou.

ZAP //

Por ZAP
31 Maio, 2019

2074: Encontrada matéria orgânica extraterrestre numa rocha com mais de 3.3 mil milhões de anos

Andrew Ashton / Flickr

Um grupo de cientistas de França e Itália detectou matéria orgânica de há 3.300 milhões de anos preservada num sedimento vulcânico nas montanhas de Barberton, na África do Sul.

Até ao momento, sabemos que as moléculas orgânicas, de metano e aminoácidos, existem no espaço, e talvez parte dessas moléculas tenha sido trazida para o nosso planeta por asteróides que continham carbono.

Cientistas, que estudam as antigas rochas na África do Sul, podem ter descoberto evidências dos exemplos mais antigos dessas moléculas extraterrestres. A pequena cadeia montanhosa, conhecida como Montanhas Makhonjwa ou Cinturão Greenstone Barbeton, está localizada no leste da África do Sul e de Suazilândia.

Ao estudar as amostras, os investigadores registaram matéria orgânica insolúvel de dois tipos. A primeira era semelhante às substâncias biogénicas já encontradas anteriormente por geólogos em rochas de uma época semelhantes. Mas a segunda, descoberta numa camada de dois milímetros de largura, parecia anómala.

Uma análise detalhada mostrou que se tratava de uma matéria extraterrestre semelhante à presente nos condritos carbonáceos, um grupo de meteoritos rochosos que contêm compostos de carbono. “Esta é a primeira vez que encontramos evidências reais de carbono extraterrestre em rochas terrestres“, disse Frances Westall, coautor do estudo publicado na revista Geochimica et Cosmochimica Acta, ao New Scientist.

A suspeita foi corroborada pela presença de nano-partículas de ferritas de espinélio, formadas durante a entrada de objectos espaciais na atmosfera. A presença de um número suficiente de materiais orgânicos presentes na área depois de 3,3 mil milhões de anos foi uma grande surpresa para os investigadores, que supuseram que a camada se formou após o impacto de um meteoro.

“A coexistência de matéria carbonácea extraterrestre e biogénica nos mesmos depósitos sedimentares destaca os futuros desafios colocados pela busca pela extinção da vida em Marte”, indica o estudo.

ZAP //

Por ZAP
30 Maio, 2019


2006: Os extraterrestres podem estar a comunicar através de ondas gravitacionais

CIÊNCIA

Maxwell Hamilton / Flickr
Buracos negros em colisão e as ondas gravitacionais que se formam

Uma equipa de cientistas defende que os extraterrestres podem ser dotados de uma tecnologia avançada capaz de gerar ondas gravitacionais. Através destas ferramentas, sustentam os cientistas, poderá ser possível encontrar uma civilização avançada no interior da Via Láctea.

O Universo é demasiado vasto e pouco explorado para que a comunidade científica possa descartar totalmente a existência de outras formas de vida para lá do Sistema Solar. Além disso, vários cientistas defendem a existência de outras formas de vida, alicerçados no número cada vez maior de exoplanetas descobertos.

Estas formas de vida – que podem habitar Marte, a exótica Titã (Lua de Saturno) ou até o tórrido Vénus – não foram ainda encontradas. A procura têm sido em vão, mas os cientistas não desistem e vão procurando novas teorias para o silêncio destes seres.

Um dos principais problemas apontados pelos cientistas para justificar este silêncio é a falta de conhecimento e ou tecnologia humana para reconhecer e rastrear os sinais dos seres alienígenas, muitas vezes chamadas de bio-assinaturas.

Num novo esforço para encontrar vida extraterrestre, uma equipa de cientistas, liderada por Marek Abramowicz, da Universidade de Gotemburgo, na Suécia, sugere que estes seres podem ser dotados de uma tecnologia capaz de gerar ondas gravitacionais.

Estas ondas, previstas pela primeira vez por Albert Einstein, são ondulações fracas que se propagam no tecido espaço-tempo, podendo ser formadas por fenómenos violentos como colisões de estrelas ou buracos negros. No fundo, e tal como observa o diário ABC, estas ondulações são como as ondas geradas por uma pedra que cai num lago.

Apesar de estas ondas terem sido já teorizadas durante o século XX, a sua observação directa na Terra ocorreu só em 2015. Actualmente, estes fenómenos continuam a ser estudados, sendo encarados como uma janela científica para o Universo.

Baseado neste fenómeno, Abramowicz e a sua equipa defendem que uma pequena mudança operacional na antena da missão LISA – detector espacial de ondas gravitacionais projectado pela Agência Espacial Europeia (ESA) programado para ser lançado em 2034 – seria suficiente para permitir que esta missão procure também eventuais sinais de civilizações extraterrestres avançadas.

Segundo escreveram os cientistas, esta pequena mudança neste mega-detector poderá também permitir a descoberta de uma civilização avançada dentro da Via Láctea.

“A nossa existência no Universo é o resultado de uma rara combinação de circunstâncias. E o mesmo deve ser certo para qualquer civilização extraterrestre avançada”, pode ler-se no estudo, cujos resultados foram disponibilizados para pré-visualização no Arxiv.org.

“Se houver alguns [seres alienígenas] na Via Láctea, é provável que estejam espalhados por grandes distâncias no espaço e no tempo. No entanto, [os extraterrestres] sabem certamente da propriedade única do nosso centro galáctico: aloja um buraco negro massivo mais perto e acessível para nós”.

No entender da equipa de cientistas, “uma civilização suficientemente avançada pode ter colocado uma tecnologia na órbita deste buraco negro, visando estudá-lo, extrair energia ou até para fins de comunicação. Em qualquer das opções, o seu movimento orbital será necessariamente uma fonte de ondas gravitacionais”, escreveram.

Simplificando: os especialistas acreditam que o centro da Via Láctea seria um local ideal para colocar um “farol” que transmite mensagens para o resto da galáxia. Um dispositivo deste género, sustentou Abramowicz, enviaria as mensagens destes seres através das ondas gravitacionais porque “uma vez emitidas, estas ondas viajam pelo espaço sem serem praticamente perturbadas”.

Este farol, que os cientistas baptizaram de “O Mensageiro”, deveria ter o tamanho e a massa de Júpiter para conter energia suficiente para efectuar as comunicações. Nestas condições, argumentam os cientistas, a ferramenta “poderia sustentar-se por alguns mil milhões de anos e emitir de forma contínua um sinal inconfundível de ondas gravitacionais que seria observável com detectores do tipo LISA”, remataram.

ZAP //

Por ZAP
18 Maio, 2019



 

1914: Professor de Oxford tem teoria sobre as alterações climáticas (e envolve extraterrestres)

(CC0/PD) Miriam Espacio / Pexels

Young-hae Chi, professor na Universidade de Oxford, no Reino Unido, tem uma bizarra teoria sobre as alterações climáticas. O professor cria uma ligação entre os relatos de raptos de extraterrestres e o aquecimento global.

Apesar de ser professor numa das mais prestigiadas universidades do mundo, Chi não é propriamente um entendido em astrobiologia. Aliás, o professor asiático é especializado em estudos coreanos, mas tem uma teoria única sobre as alterações climáticas.

Segundo Young-hae Chi, os extraterrestres estão a desenvolver uma raça híbrida com os humanos, para que possamos sobreviver a um possível agravamento do aquecimento global. A teoria pressuposta pelo professor sul-coreano foi apresentada em 2012, na “Alien Abduction and Environmental Issues Conference”.

O discurso está disponível no YouTube desde 2014, mas só recentemente ganhou atenção mediática. Isto após a Oxford Union ter rejeitado o pedido de Chi para que fosse feito um debate sobre o assunto.

O jornal académico The Oxford Student soube da situação e falou com o professor de estudos coreanos sobre a sua visão. Chi cita a teoria de David Jacobs, um investigador norte-americano, que considera que os extraterrestres estão a raptar seres humanos com o intuito de criarem uma raça híbrida para colonizar a Terra.

Contudo, o professor de Oxford encontrou uma razão diferente para explicar os raptos de extraterrestres. Segundo ele, os aliens aperceberam-se do mal que estamos a fazer ao nosso planeta e estão a raptar humanos para retirar o ADN. Não para nos prejudicar, mas de forma a criar híbridos para que a Terra seja salva, explica o IFLScience.

Chi reparou que não há relatos de raptos de extraterrestres anteriores à Segunda Guerra Mundial, o que sugere que este é um fenómeno recente.

Apesar da ousadia das suas alegações, o professor da Universidade de Oxford mostra ter conhecimentos aprofundados da ciência por detrás das alterações climáticas. Uma parte considerável do discurso de mais de uma hora de Chi explica a evolução e as consequências do aquecimento global.

ZAP // IFLScience

Por ZAP
1 Maio, 2019

1767: Podemos não encontrar extraterrestres porque estamos nós no seu “zoo galáctico” privado

20th Century Fox Television
The Orville (s1e2, “Command Performance”), de Seth MacFarlane. Mercer e Kelly presos num zoo Calivon.

Vários cientistas acreditam ser altamente provável existir vida alienígena para lá do nosso planeta, uma vez que o Universo é vasto o suficiente para conseguir alojar vários mundos com condições necessárias para a vida.

Nos últimos anos, foram descobertos pelo menos 4.000 exoplanetas, estimando-se que existam outros 50.000 milhões ainda incógnitos. E uma vez mais, coloca-se a eterna questão do Paradoxo do Fermi, no qual a comunidade científica continua a indagar: Porque é que os extraterrestres ainda não entraram em contacto connosco?

A resposta não é fácil, muito menos linear entre os cientistas. À medida que se vão descobrindo mundos potencialmente habitáveis, vão também surgindo novas teorias para explicar o imenso silêncio destes seres que poderão viver para lá da Terra.

Um vasto grupo de especialistas das mais diferentes áreas científicas – Astrofísica, Biologia, Sociologia, Psicologia e História – participou recentemente num encontro científico que debate este assunto a cada dois anos. No evento, que decorreu no passado 18 de Março em Paris, na França, os cientistas sugeriram que algumas civilizações alienígenas evitam comunicar com os humanos para não causar uma ruptura cultural, observa a Forbes.

Muitas das palestras apresentadas neste evento internacional versaram sobre a “hipótese do zoológico”, uma teoria controversa – não estivéssemos nós a falar sobre extraterrestres – mencionada pela primeira vez na década de 70.

De acordo com esta corrente, os seres inteligentes de origem alienígena conhecem a nossa civilização em detalhe, mas preferem manter-se à distância, escondidos, para proteger os humanos, evitando que a nossa civilização encare a realidade extraterrestre e, consequentemente, repense sobre o lugar que ocupa no imenso Cosmos.

“Talvez os alienígenas observem os seres humanos de forma semelhante à forma como vemos os animais num jardim zoológico“, explicou Douglas Vakoch, presidente do METI Internacional, uma organização norte-americana que conduz investigações científicas e programas educacionais sobre o envio de mensagens a seres extraterrestres.

“Se fossemos a um zoológico e, de repente, uma zebra se virasse na nossa direcção, nos olhasse nos olhos e começasse a bater uma série de números primos com a sua pata, isso poderia estabelecer uma relação radicalmente diferente entre nós e a zebra, e iríamos sentir a obrigação de responder”, sustentou o cientista.

De acordo com o cientista do METI, é possível fazer o mesmo com os extraterrestres, recorrendo à transmissão de “sinais de radio poderosos, intencionais e ricos em informações para as estrelas próximas”. Para Vakoch, é fundamental que os humanos procurem de forma mais activa o contacto com os extraterrestres a fim de obter uma resposta sobre a sua existência ou sobre o seu silêncio.

O cientista Jean-Pierre Rospars, director honorário do Institut National de la Recherche Agronomique e um dos responsáveis pelo evento, notou ainda que, muito provavelmente, os extraterrestres criaram uma “quarentena galáctica” por entenderem que seria culturalmente prejudicial que os humanos os descobrissem.

“Não há nenhuma razão para pensar que os humanos atingiram o nível cognitivo mais alto possível. Níveis ainda mais altos de conhecimento podem evoluir na Terra no futuro e já terem sido alcançados noutros planetas”, sustentou o especialista.

O Paradoxo de Fermi

O Paradoxo de Fermi é utilizado para descrever as enormes discrepâncias entre as estimativas optimistas da probabilidade de existirem civilizações extraterrestres e a falta de evidências da existência dessas mesmas civilizações.

Se o Universo é um espaço vasto e cheio de planetas potencialmente habitáveis, então onde é que estão todos os alienígenas? – esta é a grande questão do paradoxo.

Diversas teorias tentaram já explicar a ausência de sinais de vida extraterrestre – desde a ideia de que podem estar a hibernar até às explosões de raios gama, passando pela ideia de que os extraterrestres já morreram ou estão submersos nos seus planetas aquáticos.

Até então, não foi encontrada nenhuma outra forma de vida no Universo. Foi este o facto que levou o astrofísico italiano Enrico Fermi a questionar em 1950 onde estariam todos os seres alienígenas. A teoria, conhecida como Paradoxo de Fermi, ainda não tem solução, afirmando-se cada vez mais como um mistério da Ciência.

SA, ZAP //

Por SA
27 Março, 2019

 

1737: Os extraterrestres podem estar a usar buracos negros para viajar pela Via Láctea sem serem vistos

ESO/WFI, MPIfR/ESO/APEX/A. Weiss et al., NASA/CXC/CfA/R. Kraft et al.

Um astrónomo da Universidade de Columbia tem um novo palpite sobre a forma como as civilizações alienígenas conseguirão viajar pela Via Láctea sem serem vistos.

De acordo com a hipótese de David Kipping, os extraterrestres disparam lasers contra buracos negros binários – ou buracos negros gémeos. Esta ideia é uma melhoria futurista de uma técnica que a NASA utiliza há várias décadas.

Actualmente, as naves espaciais já navegam no nosso sistema solar usando poços de gravidade como “balas”. A própria nave espacial entra em órbita em redor de um planeta, lança-se o mais próximo possível desse planeta ou lua para apanhar a velocidade e usa a energia adicional para viajar ainda mais rápido em direcção ao seu próximo destino.

Os mesmos princípios básicos operam nos poços profundos da gravidade em torno dos buracos negros, que não só dobram os caminhos dos objectos sólidos, mas também a própria luz.

Se um fotão, ou uma partícula de luz, entrar numa determinada região na vizinhança de um buraco negro, fará um circuito parcial ao redor do buraco negro e será lançado exactamente na mesma direcção. Os físicos chamam a estas regiões de “espelhos gravitacionais” e os fotões de “fotões boomerang“.

Fotões boomerang já se movem à velocidade da luz, de modo que não captam a velocidade das suas viagens em redor de buracos negros. Mas captam energia. A energia assume a forma de maior comprimento de onda da luz e os “pacotes” de fotões individuais carregam mais energia do que quando entraram no espelho.

No artigo publicado no arXiv a 11 de Março, o astrónomo da Columbia propôs que uma espaço-nave interestelar poderia disparar um laser no espelho gravitacional de um buraco negro em rápido movimento num sistema binário de buraco negro. Quando os recém-energizados fotões do laser voltassem, puderam reabsorvê-los e converter toda a energia extra em impulso – antes de disparar novamente os fotões no espelho.

Este sistema, que Kipping denominou de halo drive, tem uma grande vantagem sobre os mais tradicionais: não requer uma enorme fonte de combustível. As propostas actuais de velas de sinalização exigem mais energia para acelerar a nave espacial para velocidades “relativistas” (significando uma fracção significativa da velocidade da luz) do que a humanidade produziu em toda a sua história. Com o halo drive, toda a energia poderia ser minada de um buraco negro, em vez de ser gerada a partir de uma fonte de combustível.

Halo drives teriam limites: num certo ponto a nave estaria a mover-se tão rapidamente para longe dos buracos negros que não absorveria luz suficiente para adicionar velocidade adicional.

É possível resolver este problema movendo o laser da nave para um planeta próximo e, apontando o laser, para que emerja da gravidade do buraco negro para acertar a nave. Mas sem reabsorver a luz do laser, o planeta teria de queimar combustível para gerar novos feixes constantemente e acabaria diminuindo.

Uma civilização pode estar a usar um sistema como este para navegar na Via Láctea agora mesmo, segundo Kipping. Se assim for, essa civilização pode estar a minar tanto os buracos negros que estaria a mexer com as suas órbitas – poderíamos detectar os sinais da civilização alienígena a partir das órbitas excêntricas de buracos negros binários.

ZAP // Live Science

Por ZAP
19 Março, 2019

 

1728: A nova geração de telescópios vai descobrir vida extraterrestre?

Portugal e mais seis países assinam em Roma acordo para a construção do maior radiotelescópio do mundo

© Expresso Expresso

Em 1961, o astrofísico norte-americano Frank Drake inventou uma equação que estima o número de civilizações extraterrestres na Via Láctea. N = R*× fp × ne × fl × fi × fc × L ficou conhecida por Equação Drake e parece uma fórmula demasiado complexa para o cidadão comum, mas é relativamente simples. Assim, “N” representa o número de civilizações extraterrestres, “R*” a taxa de formação de novas estrelas na nossa galáxia, “fp” a fracção de estrelas que possuem planetas em órbita, “ne” o número de planetas que potencialmente permitem a emergência de vida, “fl” a fracção destes planetas que realmente têm vida, “fi” a fracção dos planetas com vida inteligente, “fc” a fracção destes planetas que quer e tem meios para comunicar com outras civilizações, e “L” o tempo esperado de vida de uma civilização deste tipo.

Mas em 1961 os astrofísicos não sabiam qual era o valor destes sete parâmetros, apenas podiam fazer conjecturas. Os avanços da ciência permitiram, entretanto, chegar a números consistentes para os primeiros três parâmetros da famosa equação. Graças aos mais potentes telescópios espaciais e terrestres, já foram identificados 4000 planetas extras-solares na Via Láctea e 47 são parecidos com a Terra. Sabemos ainda que há mais planetas do que estrelas e que pelo menos 25% destes planetas têm a dimensão da Terra e situam-se na zona habitável da sua estrela, que permite a emergência de água no estado líquido. Como a nossa galáxia tem pelo menos 100 mil milhões de estrelas há, certamente, uma imensidão de planetas potencialmente com vida.

Mas isto não chega para calcular a Equação Drake. Há que esperar pela próxima geração de super-telescópios. A começar pelo SKA (Square Kilometer Array), o maior radiotelescópio do mundo, um projecto literalmente astronómico — considerado a maior infra-estrutura do planeta — que terá 2500 antenas instaladas na África do Sul e na Austrália. Vai estudar as ondas gravitacionais e a evolução do Universo, testar as teorias de Einstein, mapear centenas de milhões de galáxias e procurar sinais de vida extraterrestre.

Investir €2000 milhões

A convenção para construir o SKA foi assinada esta semana em Roma por Portugal, Holanda, Itália, Reino Unido, China, África do Sul e Austrália. E a Índia e a Suécia vão aderir em breve. O projecto envolve 1000 investigadores e engenheiros em 20 países de três continentes, 270 centros de investigação e empresas e um investimento de 2000 milhões de euros. Domingos Barbosa, investigador do Instituto de Telecomunicações e coordenador português do SKA, diz que “vai ser a máquina que mais dados irá produzir nos próximos 20 anos — dez vezes mais dados do que o tráfego global da Internet”. E Philip Diamond, director-geral da Organização SKA, salienta que “tal como o telescópio de Galileu no seu tempo, o SKA irá revolucionar a maneira como compreendemos o Universo e o nosso lugar nele”.

O Observatório Europeu do Sul (ESO), organização a que Portugal pertence, está também a construir o maior telescópio ótico do mundo, o E-ELT (European Extremely Large Telescope), no Deserto de Atacama, no Chile. Terá imagens 15 vezes mais nítidas do que as obtidas pelo telescópio espacial óptico Hubble e permitirá, entre outras coisas, estudar e caracterizar planetas extras-solares rochosos com a mesma massa da Terra, procurando indícios de vida. Há ainda outros projectos em curso com o mesmo objectivo, como os telescópios espaciais James Webb e WFIRST, da NASA.

Mas como se podem detectar sinais de vida num planeta extras-solar? Através da luz da estrela que este orbita, quando é reflectida por ele ou atravessa a sua atmosfera, porque os gases que a compõem absorvem diferentes comprimentos de onda dessa luz. Se estes corresponderem ao dióxido de carbono, metano ou oxigénio, a vida existe.

msn notícias
Virgílio Azevedo
16/03/2019

 

1699: Os extraterrestres podem estar escondidos em estrelas “abraçadas”

NASA / ESA / Z. Levay (STScI)

A vida alienígena pode ser encontrada em sistemas solares nos quais as estrelas estejam comprimidas umas contra as outras, sugere um novo estudo.

O início da vida dos sistemas planetários pode ser difícil e dramático: os planetas jovens orbitam em torno dos sóis que são encontrados em aglomerados de estrelas que frequentemente colidem uns com os outros violentamente. Pensa-se que estes momentos dramáticos serão difíceis para a vida, uma vez que são agressivos e violentos.

Isto significa que as investigações se concentraram nos planetas e na vida potencial em torno das estrelas que são semelhantes às nossas, já que temos sido tendenciosos ao presumir que qualquer outro sistema solar que tenha alienígenas dentro dele seja parecido com o nosso. Praticamente, nenhum destes “gémeos solares” – estrelas que se parecem com as nossas – foram encontrados.

Mas um novo estudo da Universidade de Sheffield, escreve o The Independent, sugere que este período de dificuldade pode ser positivo pelo menos de uma maneira. Aqueles momentos difíceis em que estrelas se formam em binárias podem aumentar as probabilidades de permitir que os planeta tenham a temperatura certa, estando na zona habitável onde a água líquida pode existir e a vida pode florescer.

Quando encontram uma terceira estrela, um par binário de estrelas pode ser unido. Isto, por sua vez, poderia expandir a zona habitável, tornando a vida ainda mais possível.

A zona habitável é, por vezes, conhecida como a zona de Goldliocks: é a distância das estrelas onde a temperatura não é muito quente nem muito fria. Essas condições perfeitas são consideradas necessárias para a vida, já que a água poderá ser encontrada e as moléculas complexas que se podem transformar em vida podem formar-se.

Cerca de um terço dos sistemas estelares da nossa galáxia são compostos por estes pares binários e a probabilidade de serem maiores é quando as estrelas são jovens. Em tais sistemas, quando as estrelas estão suficientemente longe, a zona de Goldliocks é fixada pela radiação que sai da estrela individual.

Se as estrelas estiverem suficientemente próximas, o tamanho aumenta, porque as estrelas sentem o calor umas das outras e o planeta está mais propenso a estar no lugar certo, escrevem Bethany Wootton e Richard Parker, que publicaram o seu estudo na revista Monthly Notices of the Royal Astronomical Society.

Num típico “berçário estelar”, onde haveria 350 ou mais binários, cerca de 20 seriam espremidos de tal forma a expandir a sua zona de Goldilocks – e, com ela, a probabilidade de vida alienígena. Em alguns casos, essas zonas habitáveis ​​até se sobrepõem, o que tornaria as probabilidade de vida ainda maiores.

“O modelo sugere que existem mais sistemas binários em que os planetas se encontram nas zonas de Goldilocks do que pensávamos, aumentando as perspectivas de vida“, diz Wootton. “Aqueles mundos amados por escritores de ficção científica – onde dois sóis brilham em céus acima da vida alienígena, parecem muito mais prováveis ​​agora.”

“Enquanto ainda estamos longe de entender se estes sistemas são realmente capazes de sustentar a vida, o estudo poderá incentivar a observação de lugares onde estão a ocorrer”, disse Parker.

Isto não significa necessariamente que estivéssemos a procurar no lugar errado. Mas, à medida que aprendemos que pode ser possível que sistemas solares estáveis se desenvolvam em lugares muito diferentes dos nossos, é claro quão poucos dados temos.

Uma nova investigação poderia explorar ainda mais o que está a acontecer em torno destes sistemas e tentar descobrir o tipo de ambiente que pode ser lá encontrado.

ZAP //

Por ZAP
12 Março, 2019

 

1642: Os extraterrestres podem estar em todo o lado (ou em lugar nenhum)

KELLEPICS / pixabay

Se a galáxia tem milhões de anos e os humanos demoraram apenas algumas décadas para visitar a Lua e lançar estações espaciais, porque é que uma nave alienígena ainda não pousou na Terra?

Este é um debate controverso pelo facto de muitos acreditarem que os extraterrestres podem estar em todos os lugares, em nenhum lugar ou podem mesmo estar em ambas as situações – e não estamos a falar de uma teoria de Erwin Schrödinger.

Novas análises realizadas pela equipa liderada por Adam Frank da Universidade de Astrofísica de Rochester sugerem uma solução diferente para um antigo paradoxo, segundo o portal Popular Science.

Atravessar a Via Láctea e estabelecer um império galáctico unificado pode ser inevitável para uma super-civilização monolítica, mas a maioria das culturas não é nem monolítica nem uma super-civilização.

Frank e os seus colegas exploraram o meio-termo que pode existir entre uma galáxia deserta e outra muito povoada, onde algumas civilizações podem ter sucesso numa missão multi-estelar, mas sem qualquer estabilização espacial e temporal na Via Láctea.

Os astrónomos iniciaram a busca de outras civilizações por meio de sinais tecnológicos (conhecidos como technosignature), mas foram desencorajados por um longo silêncio. Porém, o que mantém o optimismo é um argumento elaborado em 1975.

Ressaltando que a galáxia é tão antiga, qualquer civilização tecnológica provavelmente teve muito tempo para se expandir para todas as estrelas da Via Láctea. No entanto, nós não temos evidências do passado ou do presente de cidades extraterrestres na Terra, uma observação chamada “Facto A”.

Os académicos têm tentado resolver este quebra-cabeça, conhecido como Paradoxo de Fermi, com explicações que vão desde a humanidade estar colocada numa espécie de reserva, enquanto outros esperam em hibernação.

Muitas destas soluções baseiam-se em suposições quanto ao comportamento dos extraterrestres, o que Frank não considera adequado. Em vez disso, Frank e os colaboradores construíram um modelo mais abrangente, numa tentativa de separar a ficção da ciência e responder à pergunta: “De todas as galáxias possíveis em que poderíamos viver, que tipos são consistentes com o Facto A?”.

Os especialistas estudaram o desenvolvimento das civilizações e notaram que a humanidade está a desenvolver-se de uma forma muito rápida, fazendo com que alguns dos misteriosos planetas observados não sejam capazes de satisfazer as nossas necessidades, enquanto outros já estariam ocupados.

A expansão para outras estrelas pode estender a vida útil de uma civilização. Porém, mesmo que isto dure milhões de anos, em algum momento aconteceria alguma catástrofe.

Os autores das investigações também acreditam que a análise destas teorias reforçam o optimismo sobre a existência de vida tecnológica na nossa galáxia, ressaltando que a comunidade de astrónomos deveria ficar atenta e procurá-la.

Alguns ainda preferem outras formas de resolver o Paradoxo de Fermi, como Anders Sandberg, do Instituto do Futuro da Humanidade, em Oxford, na Inglaterra, que sugere que a vida pode ser simplesmente rara.

Ele gostaria de ver as simulações de Frank expandidas para abranger um leque mais amplo de possibilidades. “É um modelo adorável”, escreveu Sandberg, “mas os autores restringem-se a um espaço bastante restrito de possibilidades”.

A astrónoma Jill Tarter, cujo trabalho inspirou o romance Contacto de Carl Sagan, elogiou a capacidade da equipa, mas questionou até onde as análises teóricas podem ir. “São pessoas espertas e provavelmente entenderam a matemática”, escreveu, “o que quer que isto signifique na ausência de dados”.

Os autores concordam que nenhuma teoria pode substituir a procura real, mas dizem que esta análise reforça o optimismo de que a vida tecnológica pode existir na nossa galáxia, bem como a sua convicção de que a comunidade astronómica deve procurá-la.

Frank aproveitou para destacar a explosão dos sistemas planetários conhecidos, com aproximadamente 4.000 exoplanetas descobertos desde 1992, esperando que os investigadores desenvolvam a capacidade de estudar detalhadamente estes mundos.

O Paradoxo de Fermi

O Paradoxo de Fermi é utilizado para descrever as enormes discrepâncias entre as estimativas optimistas da probabilidade de existirem civilizações extraterrestres e a falta de evidências da existência dessas mesmas civilizações.

Se o Universo é um espaço vasto e cheio de planetas potencialmente habitáveis, então onde é que estão todos os alienígenas? – esta é a grande questão do paradoxo.

Diversas teorias tentaram já explicar a ausência de sinais de vida extraterrestre – desde a ideia de que podem estar a hibernar, que estão trancadas nos seus próprios mundos até às explosões de raios gama, passando pela ideia de que os extraterrestres já morreram ou estão submersos nos seus planetas aquáticos.

Até então, não foi encontrada nenhuma outra forma de vida no Universo. Foi este o facto que levou o astrofísico italiano Enrico Fermi a questionar em 1950 onde estariam todos os seres alienígenas. A teoria, conhecida como Paradoxo de Fermi, ainda não tem solução, afirmando-se cada vez mais como um mistério da Ciência.

ZAP // Sputnik News

Por ZAP
27 Fevereiro, 2019

 

1629: Astrónomos estão a pedir às crianças para os ajudarem a entrar em contacto com extraterrestres

David Broad / Wikimedia
Observatório Arecibo, em Porto Rico

Cientistas do Observatório Arecibo, em Porto Rico, estão a pedir ajuda para o seu próximo grande projecto – e, para isso, estão a recorrer aos mais novos.

É no Observatório Arecibo, em Porto Rico, que encontramos um gigantesco radiotelescópio que é a principal ferramenta de vários cientistas na procura de extraterrestres. É lá que, segundo a Visão, trabalham alguns dos astrónomos e físicos mais inteligentes e reconhecidos do mundo.

No entanto, para o seu próximo grande projecto, estes profissionais não querem trabalhar sozinhos: para isso, pediram ajuda aos mais novos.

Em 1974, o enorme radiotelescópio foi usado para enviar uma transmissão de rádio, cuidadosamente pensada e elaborada, para o Espaço. A mensagem baseava-se em zeros e outros algarismos e tinha o principal objectivo de alertar os alienígenas para a nossa existência. No entanto, não deu grande resultado. Os cientistas não receberam quaisquer notícias de extraterrestres.

Agora, e em jeito de comemoração do 45.º aniversário dessa primeira transmissão, os astrónomos deste observatório preparam um nosso passo neste projecto.

Desta vez, lançaram um concurso à escala mundial e o objectivo é que sejam os mais novos – desde crianças do jardim de infância a jovens de 16 anos – a criarem uma nova mensagem para enviar aos extraterrestres. Como prémio, podem tornar-se o primeiro ser humano a entrar em contacto com vida alienígena.

As equipas são compostas por dez alunos de várias nacionalidades e devem inscrever-se até dia 20 de Março. A ideia é que a equipa seja o mais diversificada possível, aconselham os investigadores. Além disso, as directrizes do concurso adiantam que será uma mais valia usar todas as ferramentas possíveis, como redes sociais, para arranjar parceiros de todo o mundo.

A ideia é actualizar o tipo de formato que os humanos devem usar para comunicar com a vida alienígena. A primeira tentativa pode não ter resultado pelo simples facto de os cientistas terem partido do princípio que os extraterrestres tinham visão e, portanto, conseguiam ver o pictograma.

Para colmatar esta possível falha, pediram ajuda às crianças, por considerarem que os mais novos conseguem, muitas vezes, ultrapassar os problemas por terem uma perspectiva do mundo que os rodeia completamente nova.

Com este anúncio, os cientistas de Arecibo aproveitaram para assegurar que, apesar da devastação que o furacão Maria provocou em Porto Rico em 2017, o observatório continua a funcionar.

ZAP //

Por ZAP
23 Fevereiro, 2019

 

1378: Cientista da NASA defende que a Terra já pode ter sido visitada por extraterrestres

CIÊNCIA

Wendy Stenzel. Daniel Rutter / NASA
O telescópio espacial Kepler, da NASA

Um cientista da NASA defende que a vida inteligente alienígena pode não ter nada a ver com aquilo que conhecemos e que, portanto, os extraterrestres já podem ter visitado a Terra.

O professor Silvano P. Colombano, cientista computacional no Centro de Investigação Ames da NASA, destaca num relatório publicado pela Agência Espacial Norte-americana, que a vida extraterrestre pode não precisar dos mesmos elementos que os humanos para sobreviver.

“A inteligência que poderemos encontrar e que pode escolher encontrar-nos (se já não o fez) pode não ser de todo produzida por organismos baseados em carbono como nós”, sublinha Colombano.

Assim, “as nossas típicas durações de vida não seriam uma limitação” e “o tamanho do ‘explorador’ pode ser o de uma entidade super-inteligente extremamente minúscula”, acrescenta.

Colombano refere ainda que os extraterrestres podem usar tecnologia que é incompreensível para os humanos e que poderão eventualmente realizar viagens interestelares facilmente, pelo que podem já ter aterrado na Terra.

O cientista da NASA propõe, assim, uma abordagem mais “agressiva” em futuras missões de exploração espacial, salientando que é preciso envolver os físicos no que se pode chamar de “física especulativa” que tem por base as “mais sólidas teorias” que conhecemos, mas que admite “alguma vontade de esticar possibilidades quanto à natureza do espaço-tempo e da energia”.

Colombano também recomenda à NASA que envolva especialistas em “explorações futuristas sobre como a tecnologia pode evoluir, especialmente com Inteligência Artificial, Sistemas de Robótica Evolutiva e simbiose de biologia com máquinas”.

Além disso, aconselha a “envolver sociólogos na especulação sobre que tipos de sociedades poderemos esperar dos desenvolvimentos referidos, e se e como poderão escolher comunicar”.

Ideias que o professor defende como forma de nos levar a adoptar “um novo conjunto de suposições sobre que formas de inteligência e tecnologia maiores poderemos encontrar”, o ponto de partida que ele considera essencial para “começar alguma investigação séria” sobre a procura de vida extraterrestre.

Colombano também nota que nem todos os visionamentos de OVNIs podem ser “explicados ou negados” e apela a que se considerem estes fenómenos como dignos de estudo, de modo a “desafiar algumas das nossas suposições” e apontando para “novas possibilidades para comunicação e descoberta”.

SV, ZAP //

Por SV
5 Dezembro, 2018