3939: ESO Astronomy

School students from European Countries all around the World are invited to take part in the 2020 Catch a Star contest. This is a European astronomical writing contest, with some prizes that will leave students starry-eyed, including some goodies from ESO!

 

To participate, students should submit a written report on an astronomical topic of their own choice – for example, an astronomical object, phenomenon, observation, scientific problem or theory. Reports must be written in English and be no more than 5000 words in length. Contestants may work in groups of up to three students, plus a group leader who is not a student.

 

The deadline is 23 December 2020. http://orlo.uk/BLj0m

 

Estudantes escolares de países europeus em todo o mundo estão convidados a participar no concurso 2020 Veja uma Estrela. Este é um concurso europeu de escrita astronómica, com alguns prémios que deixarão os alunos de olhos estrelado, incluindo algumas guloseimas da ESO!

 

Para participar, os estudantes devem apresentar um relatório escrito sobre um tema astronómico por sua própria escolha – por exemplo, um objecto astronómico, fenómeno, observação, problema científico ou teoria. Os relatórios devem ser escritos em inglês e não ter mais de 5000 palavras de comprimento. Os concorrentes podem trabalhar em grupos de até três estudantes, além de um líder de grupo que não é estudante.

 

O prazo é 23 de Dezembro de 2020. http://orlo.uk/BLj0m

 

spacenews

 

3935: Um mistério cósmico: Telescópio do ESO captura desaparecimento de estrela massiva

eso2010pt — Nota de Imprensa Científica

This illustration shows what the luminous blue variable star in the Kinman Dwarf galaxy could have looked like before its mysterious disappearance.

Com o auxílio do Very Large Telescópio (VLT) do ESO, os astrónomos descobriram a ausência de uma estrela instável massiva numa galáxia anã. Os cientistas pensam que este facto pode indicar que a estrela se tornou menos brilhante e parcialmente obscurecida por poeira. Uma explicação alternativa seria que a estrela colapsou num buraco negro sem, no entanto, dar origem a uma super-nova. “Se for verdade”, diz Andrew Allan, o líder da equipa e estudante de doutoramento no Trinity College Dublin, na Irlanda, “esta pode ser a primeira detecção directa de uma tal estrela gigante a terminar a sua vida deste modo.”

Entre 2001 e 2011, várias equipas de astrónomos estudaram uma estrela massiva misteriosa situada na galáxia anã Kinman, tendo as suas observações indicado que este objecto se encontrava num estado final de evolução. Allan e colaboradores na Irlanda, Chile e Estado Unidos, queriam saber mais sobre como é que estrelas muito massivas terminam as suas vidas e a estrela na galáxia anã Kinman parecia ser o alvo perfeito para este estudo. No entanto, em 2019, quando apontaram o VLT do ESO à galáxia distante, não conseguiram encontrar a assinatura da estrela. “Em vez disso, e surpreendentemente, descobrimos que a estrela tinha desaparecido!” explica Allan, que liderou um estudo sobre esta estrela, publicado hoje na revista da especialidade Monthly Notices of the Royal Astronomical Society.

Situada a cerca de 75 milhões de anos-luz de distância da Terra, na constelação do Aquário, a galáxia anã Kinman está longe demais para que os astrónomos possam observar estrelas individuais, no entanto podem ser detectadas as assinaturas de algumas delas. Entre 2001 e 2011, a radiação emitida pela galáxia mostrou de forma consistente evidências da existência de uma estrela ‘variável azul luminosa’ com cerca de 2,5 milhões de vezes mais brilho que o Sol. As estrelas deste tipo são instáveis, mostrando ocasionalmente variações drásticas no seu espectro e brilho. Apesar destas variações, as variáveis azuis luminosas apresentam traços específicos que os astrónomos conseguem identificar, no entanto estes traços não se encontravam nos dados que a equipa colectou em 2019, levando-a a pensar no que poderia ter acontecido à estrela. “Seria altamente invulgar que uma estrela massiva deste tipo desaparecesse sem produzir uma explosão de super-nova muito brilhante,” diz Allan.

Em Agosto de 2019, o grupo observou a estrela com o instrumento ESPRESSO, utilizando os quatro telescópios de 8 metros do VLT em simultâneo. No entanto, não foram encontrados nenhuns dos sinais que apontavam anteriormente para a presença da estrela luminosa. Alguns meses mais tarde, o grupo utilizou o instrumento X-shooter, montado também no VLT, e mais uma vez não se observaram sinais alguns da estrela.

É possível que tenhamos detectado uma das estrelas mais massivas do Universo local a desaparecer,” diz Jose Groh, um membro da equipa, também do Trinity College Dublin. “A nossa descoberta não teria sido possível sem o uso dos telescópios de 8 metros do ESO, os seus instrumentos poderosos e o acesso rápido que tivemos a estas infra-estruturas graças ao recente acordo de adesão que a Irlanda assinou com o ESO.” A Irlanda tornou-se um Estado Membro do ESO em Setembro de 2018.

A equipa analisou de seguida dados anteriores recolhidos com os instrumentos X-shooter e UVES, ambos montados no VLT do ESO, situado no deserto chileno do Atacama, e também dados doutros telescópios. “A Infra-estrutura do Arquivo Científico do ESO permitiu-nos encontrar e usar dados do mesmo objecto obtidos em 2002 e 2009,” disse Andrea Mehner, astrónoma do ESO no Chile que participou no estudo. ”A comparação dos espectros UVES de alta resolução de 2002 com as nossas observações de 2019 obtidas com o mais recente espectrógrafo de alta resolução, o ESPRESSO, foi especialmente reveladora, tanto do ponto de vista astronómico como do ponto de vista instrumental.

Os dados mais antigos indicam que a estrela na galáxia anã Kinman poderia estar a passar por um forte período de explosão que, muito provavelmente, terminou algures após 2011. As estrelas variáveis azuis luminosas tais como esta têm tendência para sofrer enormes erupções ao longo das suas vidas, fazendo com que a sua taxa de perda de massa e luminosidade aumentem drasticamente.

Baseando-se nas suas observações e modelos, os astrónomos sugeriram duas explicações para o desaparecimento da estrela e ausência de uma super-nova, relacionadas com esta possível explosão. A explosão pode ter resultado na transformação da estrela variável azul luminosa numa estrela menos luminosa, que pode também estar parcialmente escondida por poeira. Alternativamente, a equipa diz que a estrela pode também ter colapsado num buraco negro, sem no entanto ter dado origem a uma explosão de super-nova. Este último evento seria, contudo, muito raro: o nosso conhecimento actual relativo ao final da vida das estrelas massivas aponta para que a maioria delas termine a sua vida sob a forma de super-novas.

No futuro, são necessários mais estudos para confirmar o destino desta estrela. O Extremely Large Telescope do ESO (ELT), que se pensa que comece a operar em 2025, será capaz de distinguir estrelas em galáxias distantes, como a galáxia anã Kinman, o que irá ajudar a resolver mistérios cósmicos como este.

Notas

Este trabalho de investigação foi descrito num artigo científico intitulado “The possible disappearance of a massive star in the low metallicity galaxy PHL 293B”, que será publicado na revista da especialidade Monthly Notices of the Royal Astronomical Society (está disponível uma cópia do artigo na secção Links).

A equipa é composta por Andrew Allan (School of Physics, Trinity College Dublin, Irlanda [TCD]), Jose J. Groh (TCD), Andrea Mehner (Observatório Europeu do Sul, Chile), Nathan Smith (Steward Observatory, University of Arizona, EUA [Steward Observatory]), Ioanna Boian (TCD), Eoin Farrell (TCD), Jennifer E. Andrews (Steward Observatory).

O ESO é a mais importante organização europeia intergovernamental para a investigação em astronomia e é de longe o observatório astronómico mais produtivo do mundo. O ESO tem 16 Estados Membros: Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Espanha, Finlândia, França, Holanda, Irlanda, Itália, Polónia, Portugal, Reino Unido, República Checa, Suécia e Suíça, para além do país de acolhimento, o Chile, e a Austrália, um parceiro estratégico. O ESO destaca-se por levar a cabo um programa de trabalhos ambicioso, focado na concepção, construção e operação de observatórios astronómicos terrestres de ponta, que possibilitam aos astrónomos importantes descobertas científicas. O ESO também tem um papel importante na promoção e organização de cooperação na investigação astronómica. O ESO mantém em funcionamento três observatórios de ponta no Chile: La Silla, Paranal e Chajnantor. No Paranal, o ESO opera  o Very Large Telescope e o Interferómetro do Very Large Telescope, o observatório astronómico óptico mais avançado do mundo, para além de dois telescópios de rastreio: o VISTA, que trabalha no infravermelho, e o VLT Survey Telescope, concebido exclusivamente para mapear os céus no visível. O ESO é também um parceiro principal em duas infra-estruturas situadas no Chajnantor, o APEX e o ALMA, o maior projecto astronómico que existe actualmente. E no Cerro Armazones, próximo do Paranal, o ESO está a construir o Extremely Large Telescope (ELT) de 39 metros, que será “o maior olho do mundo virado para o céu”.

30 de Junho de 2020

 

spacenews

 

3925: ESO Astronomy

In our #AstroAtHome 🔭🏡 #ThematicWeek about comets, let’s get to know better Rosetta, Philae and Chury. Tobias Beuchert has prepared a #SuperFun video featuring footage from

ESO Supernova

with the three cartoon characters, an explanation of the key properties of a comet and an earlier experiment about building your own dry-ice dirty comet!

If you want to follow the original experiment in detail, go to this link after watching the video (minute 37:17): https://www.video.uni-erlangen.de/clip/id/7377

Na nossa #AstroAtHome 🔭🏡 #SemanaTemática sobre cometas, vamos conhecer melhor Rosetta, Philae e Chury. Tobias Beuchert preparou um vídeo #SuperFun com imagens de

ESO Supernova

com os três personagens de desenhos animados, uma explicação das principais propriedades de um cometa e uma experiência anterior sobre a construção do seu próprio cometa sujo de gelo seco!

Se quiser acompanhar a experiência original em detalhe, acesse este link depois de ver o vídeo (minuto 37:17): https://www.video.uni-erlangen.de/clip/id/7377


Por não existir link para a visualização deste vídeo, tive de proceder a uma captura directa do écran

25/06/2020

 

spacenews

 

3915: ESO Astronomy

Here they are. Meet the first #interstellar visitors in our #ESOcast 224.
Explore some of the many questions these interstellar visitors have raised including: what are they made of? How did they form? Are they like the comets or asteroids in our Solar System? And finally, what can they reveal about other star systems?
Subscribe on iTunes: http://orlo.uk/5KvG2
This episode on YouTube:
Aqui estão eles. Conheça os primeiros visitantes #interestelar no nosso #ESOcast 224.
Explore algumas das muitas questões que estes visitantes interestelares levantaram, incluindo: de que são feitos? Como é que eles se formaram? Eles são como os cometas ou asteróides no nosso Sistema Solar? E finalmente, o que eles podem revelar sobre outros sistemas estelares?
Inscreva-se no iTunes: http://orlo.uk/5KvG2
Esse episódio no YouTube: https://youtu.be/BlqrvuiCEzc

25/062020

 

spacenews

 

3898: ESO Astronomy

ESO – EUROPEAN SOUTHERN OBSERVATORY

ESO #Flashback: This spectacular image from the VLT Survey Telescope shows the Cat’s Paw Nebula (NGC 6334, upper right) and the Lobster Nebula (NGC 6357, lower left).

Image credit: ESO Astronomy

View larger image at: http://orlo.uk/1SmdF
ESO #Flashback: Esta imagem espectacular do Telescópio VLT Survey mostra a Nebulosa Pata do Gato (NGC 6334, superior direito) e a Nebulosa da Lagosta (NGC 6357, inferior esquerdo).

Crédito da imagem: ESO Astronomy

Veja uma imagem maior em: http://orlo.uk/1SmdF

 

spacenews

 

3895: ESO Astronomy

The ESO Picture of the Week brings you our oasis in the desert.
The onset of early morning reveals the ESO Residencia hotel, where astronomers and engineers stay while working with the ESO telescopes at the Paranal Observatory in Chile’s Atacama Desert. These telescopes include the Very Large Telescope (VLT), the VLT Survey Telescope (VST) — which are visible in the background — and VISTA (Visible and Infrared Survey Telescope for Astronomy).

Image credit: ESO Astronomy /

Petr Horálek Photography

http://orlo.uk/Foz70

A foto da semana ESO traz-lhe o nosso oásis no deserto.
O início da manhã cedo revela o hotel ESO Residencia, onde os astrónomos e engenheiros permanecem enquanto trabalham com os telescópios ESO no Observatório Paranal, no deserto de Atacama do Chile. Estes telescópios incluem o Telescópio Muito Grande (VLT), o Telescópio VLT Survey (VST) – que são visíveis no fundo – e VISTA (Telescópio Visible e Infrared Survey para Astronomia).

Crédito da imagem: ESO Astronomy /

Petr Horálek Photography

http://orlo.uk/Foz70

 

spacenews

 

3863: ESO Astronomy

Our most recent #ESOBlog is all about adaptive optics. „One of the latest adaptive optics systems is so powerful that it has been possible to analyse turbulence looking at not only reference stars but also the cores of galaxies, planets or moons, for example” says expert Johann Kolb. ”This can be particularly useful when astronomers want to look at planets, moons, other galaxies or even quasars distorted by gravitational lenses, because there may be no nearby guide stars.”

Image credit:

ESO Astronomy

/P. Weilbacher (AIP) http://orlo.uk/orDfZ

O nosso mais recente #ESOBlog é tudo sobre óptica adaptativa. ′′ Um dos mais recentes sistemas de óptica adaptativos é tão poderoso que foi possível analisar a turbulência olhando não só para estrelas de referência, mas também para os núcleos de galáxias, planetas ou luas, por exemplo diz o especialista Johann Kolb. ′′ Isto pode ser particularmente útil quando os astrónomos querem olhar para planetas, luas, outras galáxias ou até mesmo quasares distorcidos por lentes gravitacionais, porque pode não haver estrelas-guia próximas.”

Crédito da imagem:

ESO Astronomy

/ P. Weilbacher (AIP) http://orlo.uk/orDfZ

17/06/2020

 

spacenews

 

3848: ESO Astronomy

ESO’s La Silla Observatory boasts an average of 350 cloud-free nights a year. The billions of stars that make up the Milky Way is a very common sight indeed. The dome shown in this Picture of the Week houses one of three 60-centimetre telescopes that make up the ExTrA project, which had its first light in late 2017.
http://orlo.uk/9EqYE
Credit: ESO Astronomy /M. Zamani

O Observatório La Silla da ESO possui uma média de 350 noites sem nuvens por ano. Os biliões de estrelas que compõem a Via Láctea são, de facto, uma visão muito comum. A cúpula mostrada nesta imagem da semana abriga um dos três telescópios de 60 centímetros que compõem o projecto ExTrA, que teve a sua primeira luz no final de 2017.
http://orlo.uk/9EqYE
Crédito: ESO Astronomy / M. Zamani

15/06/2020

 

spacenews

 

3835: ESO Astronomy

Read our latest #ESOBlog about twinkling stars. Here are some of the highlights:
Earth’s atmosphere distorts light from stars, planets and other astronomical objects
How and why ESO’s telescopes correct for this light distortion, or twinkling
What daily working life at the frontline with these systems is like

Leia o nosso último #ESOBlog sobre estrelas brilhantes. Aqui estão alguns dos destaques:
A atmosfera terrestre distorce a luz de estrelas, planetas e outros objectos astronómicos
Como e porque é que os telescópios da ESO estão correctos para esta distorção leve, ou a brilhar
Como é a vida profissional diária na linha de frente com estes sistemas

Crédito da imagem: ESO Astronomy / G. Hüdepohl (http://orlo.uk/HJ5nu) http://orlo.uk/j6fs6

12/06/2020

 

spacenews

 

3828: ESO Astronomy

What happens in the mysterious, infinitely dense centre of a black hole? To find out more about this paradox, watch the video below.

To see more paradoxes, watch our ESOCast 222 Episode here: http://orlo.uk/yfENR

O que acontece no misterioso e infinitamente denso centro de um buraco negro? Para saber mais sobre este paradoxo, veja o vídeo abaixo.

Para ver mais paradoxos, veja o nosso episódio ESOCast 222 aqui: http://orlo.uk/yfENR

 

spacenews

 

3826: ESO Astronomy

ESO #Flashback: This stunning image of the spiral galaxy NGC 6902, which is found about 120 million light-years from Earth in the constellation of Sagittarius (The Archer), was a first-light image from of the SPECULOOS Southern Observatory.

Image credit: ESO Astronomy , SPECULOOS Team/E. Jehin

View larger image at: http://orlo.uk/DOflQ

ESO #Flashback: Esta impressionante imagem da galáxia espiral NGC 6902, que é encontrada a cerca de 120 milhões de anos-luz da Terra na constelação de Sagitário (The Arqueiro), foi uma primeira imagem de luz do SPECULOS Southern Observatório.

Crédito da imagem: ESO Astronomy, SPECULOS Team / E. Jehin

Veja uma imagem maior em: http://orlo.uk/DOflQ

10/06/2020

 

spacenews

 

3811: ESO Astronomy

Our latest Picture of the Week shows Paranal — home to ESO’s Very Large Telescope (VLT) — at night. The stargazer visible to the right of the frame, pointing to the beautiful arc of the Milky Way curving overhead, is ESO Photo Ambassador Babak Tafreshi. The constituent telescopes of the VLT can be seen scattered across the left of the frame (the four boxy Unit Telescopes, and three of the four rounder Auxiliary Telescopes).

Image credit: ESO Astronomy / Babak A. Tafreshi http://orlo.uk/f5qom

A nossa última foto da Semana mostra o Paranal – casa do Telescópio Muito Grande da ESO (VLT) – à noite. O stargazer visível à direita da moldura, apontando para o belo arco da Via Láctea curva sobre a, é o embaixador da foto da ESO Babak Tafreshi. Os telescópios constituintes do VLT podem ser vistos espalhados pela esquerda da moldura (os quatro telescópios da Unidade de caixa e três dos quatro telescópios auxiliares redondos).

Crédito da imagem: ESO Astronomy / Babak A. Tafreshi http://orlo.uk/f5qom

 

spacenews

 

3797: ESO Astronomy

There seems to be an obvious direction (or flow) of time and it seems we can’t travel backwards in time. Why is this? To find more about this paradox, watch the video below.

To see more paradoxes, watch our ESOCast 222 Episode here: http://orlo.uk/00ZXR

Parece haver uma direcção óbvia (ou fluxo) do tempo e parece que não podemos viajar para trás no tempo. Porque é que isto é? Para saber mais sobre este paradoxo, veja o vídeo abaixo.

Para ver mais paradoxos, veja o nosso episódio ESOCast 222 aqui: http://orlo.uk/00ZXR

 

spacenews

 

3796: ESO Astronomy

#ELTprogress METIS, the powerful imager and spectrograph for ESO’s Extremely Large Telescope (ELT), has passed its Preliminary Design Review. METIS, short for Mid-infrared ELT Imager and Spectrograph, will make full use of the giant main mirror of the telescope to study a wide range of science topics, from bodies in our Solar System to distant active galaxies.

#BiggestEyeOnTheSky

Image credit: METIS consortium/ ESO Astronomy

#ELTprogress METIS, a poderosa imagem e espectrógrafo para o Telescópio Extremamente Grande da ESO (ELT), passou na sua revisão preliminar de Design. O METIS, curto para o Mid-infravermelho ELT Imager e Spectrógrafo, fará uso total do espelho principal gigante do telescópio para estudar uma vasta gama de tópicos científicos, desde corpos no nosso Sistema Solar até galáxias ativas distantes.

#BiggestEyeOnTheSky

Crédito da imagem: consórcio METIS / ESO Astronomy

https://www.eso.org/public/announcements/ann20016/

 

spacenews

 

3795: ESO Astronomy

Congratulations to ESO Fellow Gabriela Calistro Rivera, who has just been announced as a winner of a Gruber Fellowship. These fellowships are awarded annually to promising young astronomers by The Gruber Foundation and The International Astronomical Union .

If you want to know more about Gabriela and her work in astronomy and astronomy outreach, you can read an interview with her from February on our #ESOBlog: http://orlo.uk/Ced7i

Image credit: ESO Astronomy /Gabriela Calistro Rivera

Parabéns à ESO companheiro Gabriela Calistrô Rivera, que acaba de ser anunciada como vencedora de uma Irmandade Gruber. Estas bolsas são premiadas anualmente a jovens astrónomos promissores por The Gruber Foundation e The International Astronomical Union.

Se quiser saber mais sobre Gabriela e seu trabalho na divulgação de astronomia e astronomia, pode ler uma entrevista com ela a partir de Fevereiro no nosso #ESOBlog: http://orlo.uk/Ced7i

Crédito da imagem: ESO Astronomy / Gabriela Calistro Rivera

 

spacenews

 

3787: ESO Astronomy

One of the most exhilarating results in modern astronomy is the knowledge that the sky is full of other worlds. Increasing evidence suggests that the majority of stars in the Universe have planets whizzing around them; one such extrasolar system can be seen in this majestic Picture of the Week.

Image credit: Yuri Beletsky Nightscapes (LCO) / ESO Astronomy http://orlo.uk/ivRhK

Um dos resultados mais emocionantes na astronomia moderna é o conhecimento de que o céu está cheio de outros mundos. O aumento das evidências sugere que a maioria das estrelas no Universo tem planetas a bater em torno delas; um desses sistemas extras-solar pode ser visto nesta majestosa imagem da Semana.

Crédito da imagem: Yuri Beletsky Nightscapes (LCO) / ESO Astronomy http://orlo.uk/ivRhK

 

spacenews

 

3786: ESO Astronomy

#ThrowbackThursday 2008 — During their research project, undergraduate students Francis Vuijsje, Meta de Hoon, and Remco van der Burg (left to right), discovered an extrasolar planet that is larger than and about five times as massive as Jupiter and orbiting a fast-rotating hot star.

Image credit: ESO Astronomy /Leiden Observatory

View larger image at: http://orlo.uk/xUoZN

#ThrowbackThursday 2008-Durante o seu projecto de pesquisa, os alunos de graduação Francis Vuijsje, Meta de Hoon e Remco van der Burg (esquerda para a direita), descobriram um planeta extras-solar que é maior que e cerca de cinco vezes mais maciço que Júpiter e o Estrela quente giratória rápida.

Crédito da imagem: Observatório ESO Astronomy / Leiden

Veja uma imagem maior em: http://orlo.uk/xUoZN

 

spacenews

 

3733: ESO Astronomy

CIÊNCIA/ASTRONOMIA

“One of the biggest human questions is about our place in the Universe; how special the Solar System is and how special Earth is.

And one of the big pushes in exoplanet science is to extend discovery methods to be able to see planets like Earth orbiting their host stars at the same distance that Earth orbits the Sun. The idea is that these Earth-like planets could be good candidates for hosting life” says Carole Haswell from the Open University in our latest #ESOBlog. Read the entire interview at the link below.

Image credit: ESO Astronomy /M. Kornmesser socsi.in/77uG7

” Uma das maiores questões humanas é sobre o nosso lugar no Universo; quão especial é o Sistema Solar e quão especial a Terra é.

E um dos grandes empurrões na ciência exoplaneta é estender métodos de descoberta para poder ver planetas como a Terra orbitando suas estrelas hospedeiras à mesma distância que a Terra orbita o Sol. A ideia é que estes planetas semelhantes à Terra podem ser bons candidatos à acolhimento da vida ” diz Carole Haswell da Universidade Aberto no nosso último #ESOBlog. Leia toda a entrevista no link abaixo.

Crédito da imagem: ESO Astronomy / M. Kornmessser socsi.in/77uG7

ESO Astronomy

 

spacenews

 

3732: ESO Astronomy

CIÊNCIA/ASTRONOMIA

ESO is organising a web-based series of Cosmic Duologues aiming to cover the current state of some of the major questions in astronomy today in a lively way, via a duologue between two professional astronomers, each expert in their field. The next event will take place Monday 25 May at 11:00 CEST and will consist of a duologue about: Initial Mass Function: Universal…or Not?

The speakers will be Tereza Jerabkova (IAC/GTC, La Palma, Spain and Bonn University) and Andrew Hopkins (AAO Macquarie – Macquarie University, Australia) and the moderator will be Giacomo Beccari (ESO).

Image credit: ESO Astronomy /MUSE HUDF collaboration http://orlo.uk/YKCpY

A ESO está a organizar uma série de Duólogos cósmicos com o objectivo de cobrir o estado actual de algumas das principais questões da astronomia hoje de forma animada, através de um duólogo entre dois astrónomos profissionais, cada especialista em seu campo. O próximo evento terá lugar na segunda-feira, 25 de maio, às 11:00 CEST e consistirá num duólogo sobre: Função em massa inicial: Universal… ou não?

Os falantes serão Tereza Jerabkova (IAC / GTC, La Palma, Espanha e Universidade de Bonn) e Andrew Hopkins (AAO Macquarie – Universidade Macquarie, Austrália) e o moderador será Giacomo Beccari (ESO).

Crédito da imagem: ESO Astronomy / MUSE HUDF colaboração http://orlo.uk/YKCpY

 

spacenews

 

3720: ESO Astronomy

CIÊNCIA/ASTRONOMIA

Observations made with the European Southern Observatory’s Very Large Telescope (ESO’s VLT) have revealed the telltale signs of a star system being born. Around the young star AB Aurigae lies a dense disc of dust and gas in which astronomers have spotted a prominent spiral structure with a ‘twist’ that marks the site where a planet may be forming.

Image credit: ESO Astronomy /Boccaletti et al.

https://www.eso.org/public/news/eso2008/

Observações feitas com o telescópio muito grande do Observatório Europeu (ESO ‘ s VLT) revelaram os sinais de conto de um sistema estrela nascer. Em torno da jovem estrela AB Aurigae encontra-se um disco denso de poeira e gás em que os astrónomos viram uma estrutura espiral proeminente com uma “reviravolta” que marca o local onde um planeta pode estar se formando.

Crédito de imagem: ESO Astronomy / Boccaletti et al.

https://www.eso.org/public/news/eso2008/

 

spacenews

 

3683: ESO Astronomy

CIÊNCIA/ASTRONOMIA

ESO #Flashback: In 2017, this was the biggest infrared image ever taken of the Small Magellanic Cloud — with the whole frame filled with millions of stars.
Image credit: ESO Astronomy /VISTA VMC
View larger image at: socsi.in/eYPvp

ESO #Flashback: Em 2017, esta foi a maior imagem de infravermelha já tirada da Pequena Nuvem Magalhães – com toda a moldura cheia de milhões de estrelas.
Crédito da imagem: ESO Astronomy / VISTA VMC
Veja uma imagem maior em: socsi.in/eYPvp

spacenews