1033: Arqueólogos descobrem nova esfinge em antigo templo egípcio

CIÊNCIA

Ministério das Antiguidades do Egipto

Um grupo de arqueólogos egípcios, que trabalham num projecto de contenção de águas subterrâneas no templo de Kom Ombo, em Assuã, no Egipto, encontraram uma nova esfinge de arenito.

De acordo com o Ministério das Antiguidades do Egipto, que relatou a descoberta neste domingo, a peça data provavelmente da época da dinastia ptolemaica, que governou o Egipto entre 305 a.C e 30 a.C.

A esfinge foi encontrada na parte sudeste do Templo de Kom Ombo, que foi construído há mais de dois mil anos. Neste mesmo templo foram descobertos, há dois meses, dois relevos de arenito do rei Ptolemeu V e, por isso, os especialistas acreditam que a esfinge poderá ser da mesma época, tal como explicou Mostafa Waziri, secretário-geral do Conselho Supremo de Antiguidades do Egipto.

Contudo, os arqueólogos vão continuar com as investigações para descobrir mais informação sobre a origem da peça e a dinastia a que realmente pertence.

Nos últimos tempos têm sido encontrados vários artefactos desta cultura antiga no Egipto. No início do mês de Agosto, o Ministério das Antiguidades dava conta que tinha sido desenterrada uma outra esfinge na cidade egípcia de Luxor.

As esfinges são um símbolo da realeza do Antigo Egipto, representavam a força e o poder do faraó. Além disso, são ainda consideradas símbolos da vida após a morte, sendo muitas vezes encontradas junto a túmulos.

Ministério das Antiguidades do Egipto

Há cerca de um mês, foi encontrado um misterioso sarcófago negro no Egipto. Alguns especialistas acreditavam que pudesse conter os restos mortais de Alexandre, o Grande – mas, na verdade, as suspeitas não se confirmaram. O túmulo guardava os esqueletos de dois homens e uma mulher que viveram também durante a época ptolomaica.

O Egipto espera conseguir fomentar o turismo com as descobertas arqueológicas.

Por ZAP
18 Setembro, 2018

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853: Nova esfinge descoberta (acidentalmente) no Egipto

B10m / Flickr
A Grande Esfinge de Gizé, no Egipto

Durante obras de reparação numa estrada, na cidade egípcia de Luxor, foi encontrada uma nova esfinge debaixo da terra, revelou o chefe do Departamento de Antiguidades da província, Mohamed Abdel Aziz.

De acordo com o funcionário, a estátua encontrada possuiu a forma de um leão com um rosto humano, semelhante à famosa Esfinge de Gizé.

Por agora, os especialistas não têm pressa em retirar o monumento soterrado, para não o expor e afectar à mudanças drásticas de temperatura.

A construção da Esfinge de Gizé foi ordenada por Quéfren, o quarto faraó da 4ª Dinastia do Império Antigo. A estátua de pedra que retrata um leão com rosto humano é, até aos dias de hoje, a maior já encontrada.

Acredita-se que Quéfren deu ordem de retratar o próprio rosto na estátua – esfinge traduz-se como “pai do medo” em árabe. De acordo com os historiadores, todos os faraós que reinaram posteriormente encararam como um dever “renovar” a cabeça da Esfinge, mantendo a mesma estrutura, tentando sempre que a estátua tivesse a máxima semelhança com os próprios governantes.

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A Esfinge de Gizé é a maior escultura do género até agora encontrada

As esfinges são um símbolo da realeza do Antigo Egipto, representava a força e o poder do faraó. Além disso, são ainda consideradas símbolos da vida após a morte, sendo muitas vezes encontradas junto a túmulos.

Por ZAP
7 Agosto, 2018