3973: Cortiça portuguesa usada em foguetões da Space X

CIÊNCIA/SPACE X

SpaceX

A Corticeira Amorim forneceu a Space X, de Elon Musk, para componentes usados nos foguetões espaciais da empresa, adiantou o presidente da empresa, António Rios Amorim.

“É o nosso maior cliente [deste segmento] neste momento desde que a NASA parou” de lançar os próprios vaivéns, disse o gestor, durante um debate sobre “40 anos de Ciência e Conhecimento: capacitar as empresas para os novos desafios”, organizado pelo INESC, no Porto.

Este segmento de negócio, que faz parte do esforço da corticeira em diversificar actividade, terá rendido entre três e quatro milhões de dólares (1,7 milhões de euros a 2,6 milhões de euros) e é “a aplicação a seguir a rolha que mais traz valor acrescentado”, segundo Rios Amorim.

A empresa, que trabalhava antes com a NASA para fornecer componentes de foguetões que são obrigatoriamente de cortiça, produz as peças nos EUA, por ser mais fácil de certificar, mas a cortiça é portuguesa.

“Discordo da análise e narrativa de que não havia ciência em Portugal e agora é espectacular e as empresas não conseguem usar a ciência. É a narrativa errada”, disse o presidente do Conselho de Administração da Sonae, Paulo Azevedo, citado pela TSF.

“O progresso na ciência foi fabuloso, mas nas empresas também foi muito grande”, acrescentou.

ZAP // Lusa

Por ZAP
7 Julho, 2020

 

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3864: SpaceX quer criar aeroportos no mar para viagens hipersónicas à volta da Terra

TECNOLOGIA/SPACE X

Crédito: SpaceX / Flickr

Empresa garante que foco está no desenvolvimento da nave espacial Starship, mas já começou a recrutar para novos projectos

Primeiro surgiu o anúncio online de recrutamento da SpaceX: “Trabalha como parte de uma equipa de engenheiros e técnicos no desenho e construção de uma instalação operacional de lançamento de foguetões em alto mar”. Não tardou muito até que fosse o próprio director executivo da empresa a confirmar: a SpaceX está mesmo a planear a construção de aeroportos ao largo da costa para voos hipersónicos na Terra, mas também para fora do planeta.

“A SpaceX está a construir portos espaciais super-pesados e flutuantes para viagens a Marte, à Lua e hipersónicas à volta da Terra”, escreveu Elon Musk, na rede social Twitter. Apesar de a SpaceX já ter mostrado este ideia em imagens conceptuais, esta é a primeira vez que a tecnológica assume a vontade de construir bases de lançamento em pleno oceano.

Perante os problemas de logística que este conceito levanta – como transportar os passageiros até ao alto mar, por exemplo –, Elon Musk deu mais tarde a entender, após sugestão de um utilizador do Twitter, que a ideia passa por reaproveitar a estrutura já existente de plataformas petrolíferas como ‘estações’ de transporte de passageiros para os comboios de alta velocidade Hyperloop.

Já sobre os voos hipersónicos no planeta Terra, usando tecnologias aeroespaciais para transportar pessoas de forma rápida entre localizações distantes, Elon Musk diz que serão necessários “muitos voos de teste” antes dos primeiros voos comerciais acontecerem. Quanto aos testes, só deverão começar dentro de dois a três anos, atirou o empreendedor e multimilionário de origem sul-africana.

Depois de ter transportado com sucesso dois astronautas para a Estação Espacial Internacional, tornando-se na primeira empresa privada a fazê-lo, a SpaceX já afirmou publicamente que a prioridade da empresa passa agora por fazer voar a nave espacial Starship, aquela que um dia será usada para transportar humanos para Marte. A empresa tem ainda planos para levar quatro turistas ao Espaço já em 2021.

Exame Informática
17.06.2020 às 15h38
Rui da Rocha Ferreira

 

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3847: SpaceX launched more Starlink satellites on Falcon 9, and three Planet SkySats hitched a ride

Starlink aims to provide internet connectivity on Earth

Falcon 9 launched 58 Starlink satellites and three Planet Skysats to orbit, then returned to Earth. SpaceX

SpaceX launched 58 new Starlink satellites on its Falcon 9 rocket on Saturday morning, and three satellites from Planet tagged along for the ride. The SpaceX satellites are part of its growing Starlink constellation, which it’s building to provide internet connectivity on Earth. The company has permission to launch some 12,000 satellites as part of the project.

The Falcon 9 rocket launched the satellites, then returned safely to Earth, landing on the Of Course I Still Love You drone ship in the Atlantic Ocean.

SpaceX @SpaceX

Falcon 9’s first stage has landed on the Of Course I Still Love You droneship

The Planet satellites are part of that company’s existing SkySat constellation, which includes just over a dozen washing machine-sized craft that generate high-resolution images of our home planet. Three more Planet satellites will go up on SpaceX’s next Falcon 9 Starlink launch in July. Both Planet launches are part of SpaceX’s new SmallSat Rideshare Program, which gives smaller satellite operators a chance to book a ride aboard a SpaceX launch.

Will Marshall @Will4Planet

Launch success! All 3 Skysats in orbit & contacted by ground stations!
– 10 mins to space
– 12 mins to separation
– 18 mins to first ground station contact. Phew!

Thank you @SpaceX @ElonMusk for the beautiful ride!

Here’s two Skysats separating atop the Starlinks! Too cool!

 

SpaceX has opened its Starlink website to allow people to sign up for “updates on Starlink news and service availability in your area.” The company is expected to conduct private beta testing of its internet-providing satellites later this summer, followed by a public beta test.

Two weeks ago, SpaceX launched its first two people into orbit, sending veteran NASA astronauts Bob Behnken and Doug Hurley to the International Space Station in its Crew Dragon capsule.

The Verge

 

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3760: Fez-se história. Foguetão da SpaceX lançado com sucesso rumo à EEI

ESPAÇO/SPACE-X/NASA

Erik S. Lesser / EPA

O primeiro foguetão concebido e construído por uma empresa privada, a SpaceX, de Elon Musk, levando a bordo dois astronautas foi lançado este sábado na presença do Presidente do Estados Unidos, Donald Trump.

O lançamento decorreu às 15h22 locais (20h22 em Lisboa).

A descolagem decorreu na perfeição, segundo escreve o semanário Expresso, e o voo prossegue agora rumo à Estação Espacial Internacional (EEI) com os astronautas Doug Hurley e Bob Behnken a bordo do foguetão.

Este é um voo histórico, marcando momento importantes quer para a NASA quer para a empresa privada Space X do multimilionário Elon Musk. A Space X fez o seu primeiro voo tripulado, ao passo que a NASA marcou o fim do contrato dos Estados Unidos com a Rússia para fazer o transporte dos seus astronautas até à estação orbital.

É absolutamente uma honra fazer parte deste enorme esforço para levar os Estados Unidos de volta ao mercado de lançamentos”, confessou Doug Hurley, minutos antes de descolar, citado pelo portal Business Insider.

O administrador da NASA, Jim Bridenstine, mostrou-se emocionado durante as declarações que prestou depois de o foguete ter entrado em órbita.

“Estou a dar um suspiro de alívio, mas também direi que não comemorarei até que o Bob e o Doug estejam em casa em segurança (…) Já ouvi estes barulhos antes, mas é todo um sentimento diferente quando é a nossa equipa no topo deste foguete”.

Os astronautas norte-americanos deverão demorar 19 horas a chegar à EEI.

O lançamento estava inicialmente previsto para esta quarta-feira, mas as condições meteorológicas acabaram por adiar o evento para este sábado.

Eddy @eddymessiah2

GOOSEBUMPS, congrats America 🇺🇲 #SpaceX #LaunchAmerica

A agência espacial, norte-americana tentou desencorajar os espectadores a assistirem ao lançamento, por causa da pandemia de covid-19, e limitou severamente o número de funcionários, visitantes e jornalistas dentro do Kennedy Space Center.

No entanto, na nova paragem turística reaberta do centro, os 4.000 bilhetes para o lançamento foram todos comprados em poucas horas.

A NASA contratou a SpaceX e a Boeing, em 2014, ao abrigo de contratos que totalizam sete mil milhões de dólares. Ambas as empresas lançaram as suas cápsulas de tripulação no ano passado com manequins de teste. O SpaceX’s Dragon cumpriu todos os seus objectivos, enquanto a cápsula Starliner, da Boeing, acabou na órbita errada e quase foi destruída devido a múltiplos erros de software.

Como resultado, o primeiro voo do Starliner com astronautas não é esperado até ao próximo ano. Desde que retirou o vaivém espacial em 2011, a agência espacial norte-americana tem confiado nas naves espaciais russas, lançadas do Cazaquistão, para levar os astronautas americanos de e para a estação espacial.

Astronautas da NASA já se preparam para voo histórico a bordo do foguetão da Space X

Dois astronautas da NASA já estão a equipar-se para o lançamento histórico de um foguetão concebido e construído pela empresa…

ZAP // Lusa

Por ZAP
30 Maio, 2020

 

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3754: SpaceX prepara-se para teste decisivo na exploração espacial privada

CIÊNCIA/TECNOLOGIA

Os astronautas Bob Behnken e Doug Hurley (à frente) durante a simulação de voo da SpaceX. Foto: SpaceX

Se tudo correr bem após o teste de hoje, quarta-feira, a SpaceX, uma das várias empresas da galáxia de Elon Musk, poderá tornar-se na primeira companhia espacial do sector privado a conseguir completar uma fase decisiva: colocar humanos em órbita num veículo próprio.

Mais de 50 anos depois de o Homem ir à Lua, as idas até à Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) podem não representar o mesmo desafio ou ter a mesma magia, mas para a SpaceX é uma verdadeira prova de fogo. No ano em que atinge a maioridade, a empresa de exploração aeroespacial criada por Elon Musk poderá tornar-se na primeira empresa privada a conseguir ultrapassar com sucesso a saída da Terra e acoplagem à ISS, num veículo totalmente novo.

A fasquia está alta e vários factores, como a meteorologia e a tecnologia, entram em cena para ditar o sucesso da missão que, em conjunto com a NASA, a SpaceX lançará esta quarta-feira a partir do Cabo Canaveral, na Florida. Quando o relógio marcar as 16h33 na Florida (21h33 em Portugal Continental), os astronautas da NASA Bob Behnken e Doug Hurley sairão da atmosfera terrestre para executar a missão Demo-2 e, se não existirem problemas a bordo, chegarão à ISS 19 horas depois. A dupla é composta por astronautas veteranos, que há mais de dois anos estão a trabalhar com a NASA e a SpaceX nesta missão, integrada no programa Commercial Crew da agência norte-americana.

A indústria estará de olhos postos neste teste na organização de Musk, que tem como grande objectivo perceber se todo o trabalho e dinheiro investido num veículo criado por uma empresa aeroespacial privada consegue aguentar a pressão. Caso seja bem-sucedida, será um marco para a indústria aeroespacial comercial e um abrir de portas para o turismo espacial, que não tem escondido a vontade de explorar o Espaço.

Por outro lado, representará também outro nível de independência para a NASA, após o fim do Space Shuttle, em 2011. Há quase nove anos que todas as viagens de astronautas da NASA e parceiros até à ISS são feitas a partir de uma cápsula russa, a Soyuz, com capacidade para três pessoas. Desde 2011 que não são feitos lançamentos a partir dos Estados Unidos e a agência espacial norte-americana paga uma pesada factura, já que esta é a única opção disponível – cerca de 80 milhões de dólares por cada astronauta.

SpaceX está a trabalhar há seis anos na cápsula que levará os dois astronautas, que recebeu o nome de Crew Dragon. Não será a primeira vez que esta cápsula faz este tipo de missões, mas é uma estreia com humanos a bordo – e logo dois. Em Março de 2019, a SpaceX conseguiu levar Ripley, uma boneca astronauta recheada de sensores até à ISS para testar o sistema de acoplagem da cápsula. Ripley, batizada em jeito de homenagem à personagem Ellen Ripley do filme de 1979 Alien, regressou sã e salva à Terra, mas a missão com humanos é mais desafiante, numa missão em que tudo é novo – a cápsula, os painéis, fatos, etc. Ripley serviu para a SpaceX perceber e tentar replicar o comportamento do corpo humano a bordo da cápsula, mas a resposta dos dois astronautas, por mais experientes que sejam, é ainda imprevisível.

Ripley, ao canto, durante o teste da SpaceX em 2019.

Mais tarde, após o teste com a boneca, a SpaceX experimentou, também com sucesso, o sistema de emergência da cápsula. Mas nem tudo é um mar de rosas neste percurso: também

houve falhas e até explosões ao longo destes anos e adiamentos consecutivos de testes. No final, tudo foi apontado pela SpaceX como “presentes” e aprendizagens para chegar àquilo que defendem ser um veículo mais seguro, fortemente escrutinado pela NASA.

Ultrapassar as rivais

Quando a NASA lançou o programa Commercial Crew, há alguns anos, atribuiu 3,14 mil milhões de dólares à SpaceX e 4,8 mil milhões à Boeing para que as duas empresas desenvolvessem o seu próprio veículo alternativo. Contrariando a habitual filosofia – a NASA usará os veículos mas não será proprietária dos mesmos -, a agência estabeleceu que até 2024 as duas empresas precisam de conseguir completar com sucesso seis viagens com quatro astronautas cada.

Embora ambas tenham ultrapassado contratempos, a SpaceX conseguiu chegar primeiro a esta fase decisiva, mostrando que, pelo menos por agora, está um passo à frente nesta disputa. A actual crise que a Boeing atravessa, iniciada com a queda dos aviões 737 Max, continua a gerar dúvidas sobre quando é que a empresa poderá fazer um teste com humanos. Neste momento, a empresa está ainda a corrigir aspectos técnicos na cápsula Starliner, que foi testada em Dezembro de 2019.

No contexto do programa criado pela NASA para levar humanos até à ISS e aliviar a dependência de outros países, a SpaceX tem apenas uma rival mas, se se olhar para o sector das empresas privadas de exploração espacial há margem para outros concorrentes de peso, como por exemplo a Blue Origin, de Jeff Bezos, o dono da Amazon.

Um lançamento no meio de uma pandemia

A pandemia de covid-19 veio tirar à SpaceX alguma da pompa e circunstância esperada num momento como este. Se outrora seria expectável alguma aglomeração nas redondezas para assistir ao lançamento, agora, com os EUA como um dos países mais afectados pela covid-19, as deslocações são desaconselhadas. Toda a missão terá de cumprir questões de distanciamento social, inclusive para quem fica em Terra a prestar auxílio.

Sendo também dono da empresa de veículos eléctricos Tesla, seria de esperar que Elon Musk quisesse cimentar a presença de outra das suas criações neste momento. Assim, a viagem dos astronautas até ao foguetão Falcon 9, que lançará a cápsula para o Espaço, será feita num Tesla Model X decorado com a identidade visual da NASA.

Curiosamente, o lançamento será feito a partir do Launch Complex 39A, um local representativo para a exploração espacial norte-americana. Foi de lá que, no final dos anos 60, foi feito o lançamento do Saturn V, que em 1969 levaria a humanidade até à Lua e de onde partiram as primeiras e últimas missões do Space Shuttle.

A dupla de astronautas entrará depois na cápsula e, já com Behnken e Hurley a bordo, será feito o abastecimento de combustível – algo que é controverso para a comunidade, preocupada com o risco de explosão.

Se tudo correr como previsto, doze minutos depois do lançamento a cápsula entrará em órbita e, já no dia seguinte, a dupla chegará até à Estação Espacial Internacional, onde estão Chris Cassidy e os astronautas russos Anatoly Ivanishin e Ivan Vagner. De acordo com os meios especializados, a NASA ainda não terá tomado a decisão sobre quanto tempo é que Behnken e Hurley ficarão a bordo da ISS; mas é expectável que a estadia dure alguns meses. Ainda assim, a permanência na ISS será limitada, já que a cápsula Crew Dragon tem um tempo de vida limitado no Espaço. Quando for tempo de regressar à Terra, a cápsula fará a separação da ISS e arrancará a viagem de regresso. Mais tarde, é previsto fazer uma aterragem no Atlântico, na costa da Florida.

Será possível acompanhar o lançamento deste momento que promete ditar o destino da SpaceX através dos canais oficiais da NASA.

dn_insider
Quarta-feira, 27 Maio 2020
Por Cátia Rocha

 

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3627: Já há data (e hora) para o primeiro voo tripulado da Space X

CIÊNCIA/ESPAÇO

Space X

A agência espacial norte-americana (NASA) anunciou recentemente a data e a hora do primeiro lançamento tripulado com a nave Crew Dragon, da empresa SpaceX, rumo à Estação Espacial Internacional (EEI).

A empresa do multimilionário Elon Musk, que se estreará desta feita nos voos tripulados, levará os astronautas da NASA Robert Behnken e Douglas Hurley até à EEI a 27 de maio por volta das 21h23, no fuso horário de Lisboa.

O lançamento será feito feito com foguete Falcon 9, também da Space X, a partir do complexo de Lançamento 39A no Centro Espacial Kennedy, no estado norte-americano da Florida, detalha o portal New Atlas.

Este será um voo certamente histórico: a Space X fará o seu primeiro voo tripulado, ao passo que a NASA marcará o fim do contrato dos Estados Unidos com a Rússia para fazer o transporte dos seus astronautas até à estação orbital.

Desde 2011, recorda o portal CanalTech, a NASA depende da agência espacial russa (Roscosmos) para realizar voos tripulados a bordo dos foguetes Soyuz, pagando cerca de 90 milhões de dólares por cada lugar a bordo. Por norma, leva dois astronautas.

Os lançamentos da Space X são mais em conta: custam 60 milhões de dólares por lugar. São 30 milhões que separam os serviços da empresa de Musk da Roscosmos. A Space X consegue fazer preços muito mais baixos porque trabalha com foguetões 80% reutilizáveis.

Recentemente, a Roscosmos anunciou que os seus voos ficarão 30% mais barato, numa tentativa de “concorrer” em pé de igualdade com a empresa privada norte-americana.

Apesar do voo histórico, o lançamento não contará com público no complexo de lançamento ao contrário do que é habitual. A NASA disse recentemente que os aficionados devem seguir o evento a partir das suas casas por causa da pandemia de covid-19.

NASA volta ao espaço em voos tripulados com a Boeing e a SpaceX

A Agência Nacional para a Aeronáutica e o Espaço, NASA, que desde o fim do programa Space Shuttle, em 2011,…

ZAP //

Por ZAP
2 Maio, 2020

 

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3610: Rede de satélites Starlink começará os testes beta ainda este ano

TECNOLOGIA/ESPAÇO

oninnovation / Flickr

O CEO da Space X, Elon Musk, anunciou esta semana que os testes beta à rede de satélites Starlink, que pretende dotar com Internet regiões mais isoladas e rurais do mundo, começarão ainda no decorrer deste ano.

De acordo com o CNet, que cita o empresário, o projecto de rede de banda larga global começará os seus testes beta privados dentro de três meses, avançado três meses depois para os testes beta públicos, que deverão ocorrer a norte.

Numa resposta a um utilizador do Twitter, Elon Musk, que é também CEO da Tesla, disse que a Alemanha se encontra suficientemente a norte, o que poderá significar que grande parte do norte da Europa e do Canadá serão elegíveis para testar o serviço.

Esta quarta-feira, e empresa lançou o sétimo lote com mais 60 mini-satélites para órbita. Ao todo, a constelação conta agora com 420 destes dispositivos.

A iniciativa pretende colocar 42.000 satélites em órbita para fazer chegar Internet a todos os cantos do mundo. “A Starlink oferecerá Internet de banda larga de alta velocidade para locais onde o acesso não é confiável, caro ou está completamente indisponível“, escreveu a empresa de Musk no Twitter a 22 de Abril.

De acordo com o portal TechCrunch, a Space X está também a trabalhar para resolver o problema do brilho excessivo dos satélites. Esta informação surge depois de vários astrónomos e outros especialistas acusarem Musk de “poluir” os céus, defendendo que as observações astronómicas estavam a ser colocadas em causa.

Rússia diz que a Starlink de Musk está a arruinar as fotografias espaciais (e vai fazer queixa à ONU)

A Academia de Ciências da Rússia vai fazer queixa junto das Nações Unidas sobre a constelação de satélites de Elon…

ZAP //

Por ZAP
27 Abril, 2020

 

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3604: SpaceX’s future deep-space rocket passes key test, paving the way for short flight

CIÊNCIA/ESPAÇO

Finally, a Starship prototype survives a cryo test

SpaceX’s fourth Starship prototype prior to cryogenic proof testing. Photo by Elon Musk

This weekend, SpaceX successfully passed a big milestone in the development of its next-generation deep-space rocket called Starship, which is designed to one day send cargo and people to the Moon and Mars. Overnight on Sunday, a prototype of the rocket underwent a super cold pressure test in Texas and remained intact on the test stand, paving the way for this particular vehicle to fly to a low altitude in the upcoming weeks.

Passing this test is a major step for SpaceX since this same test has destroyed other Starship prototypes in the past. Known as a cryogenic proof test, it entails filling the vehicle with incredibly cold liquid nitrogen to see if the vehicle can handle the same types of temperatures and pressure it’ll have to deal with when it’s filled with super cold propellants for launches. SpaceX lost three previous vehicles during these cold pressure tests; the prototypes either burst apart or imploded while on the test stand at SpaceX’s facility in Boca Chica, Texas. SpaceX CEO Elon Musk said that this test was a bit of a “softball” pressure test, but it was enough to proceed with flight tests.

Elon Musk @elonmusk

SN4 passed cryo proof!

 

Engineers will install SpaceX’s newly developed Raptor engine onto the base of the prototype this week. The company will then ignite the Raptor while restraining the vehicle to see if the engine is working properly. SpaceX developed the Raptor engine specifically for Starship, and the final design of the rocket calls for six of these engines to power the vehicle. But SpaceX will only use one Raptor on this prototype, with plans to increase that number on future vehicles. The next prototype will get three Raptor engines, according to Musk.

Once the Raptor is tested properly on this prototype, it’ll be time for this vehicle to catch some air. SpaceX intends to fly the prototype up to an altitude of 492 feet, or 150 meters, and then land it back down on the ground in one piece. It’d be a short “hop” test, meant to test the vehicle’s ability to take off and then use its engine to touch down gently afterward. This type of propulsive landing is how SpaceX lands its Falcon 9 rockets after launch, and it’s the same technique that the Starship is supposed to use when it lands back on Earth after launch or when it lands on other worlds — such as the Moon or Mars.

SpaceX conducted a similar hop test back in August with a very early prototype of Starship called Starhopper. That vehicle did not resemble the final design of Starship, looking more like a water tower with landing legs. But this new prototype should be more similar in size and shape to Starship when it flies, though it’ll still be missing some hardware that the final design will have. Musk claims everything should be “physically ready” for the hop test in a few weeks, but regulatory approvals from the Federal Aviation Administration “may take longer.”

Meanwhile, SpaceX is still updating the design of Starship and implementing changes on future vehicles. Production of the next Starship prototype is already underway as the company continues to develop this rocket at a rapid pace in Boca Chica.

The Verge

 

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3447: SpaceX quer levar quatro turistas ao Espaço já em 2021

CIÊNCIA/TECNOLOGIA/ESPAÇO

Crédito: SpaceX / Flickr

Empresa liderada por Elon Musk vai fazer os voos nas cápsulas Dragon preparadas para o transporte de astronautas

A SpaceX quer levar quatro turistas ao Espaço, numa viagem à volta da Terra, entre o final de 2021 e início de 2022. O plano foi revelado nesta terça-feira e para isso a tecnológica fechou uma parceria com a Space Adventures, especializada no transporte de turistas espaciais – foi a empresa responsável por levar sete cidadãos até à Estação Espacial Internacional (ISS na sigla em inglês) em aeronaves russas.

Há pormenores importantes que ainda não são conhecidos – como o processo de selecção dos candidatos, o treino para o voo espacial e o preço que essa viagem pode custar –, com as empresas apenas a revelarem que as viagens vão ser feitas a bordo da versão das cápsulas Dragon desenhada para transportar astronautas até ao espaço.

Segundo a publicação CNBC, os voos vão ser realizados a partir do estado da Florida, nos EUA, e cada viagem deverá ter uma duração de cinco dias. Os voos de turismo espacial não vão acoplar na ISS e vão apenas orbitar o planeta Terra, numa altitude estimada entre os 800 e os 1200 quilómetros – entre duas a três vezes mais do que a altitude de órbita da ISS.

“Esta missão histórica vai abrir caminho para tornar os voos espaciais possíveis a todas as pessoas que sonharam com eles e estamos satisfeitos por trabalharmos com a equipa da Space Adventures na missão”, disse Gwynne Shotwell, directora de operações da SpaceX, em comunicado.

Ao abrir-se ao turismo espacial, a SpaceX passa a concorrer de forma mais directa com a Virgin Galactic e a Blue Origin, duas empresas que estão a trabalhar em veículos de voo sub-orbital e orbital que têm como principal objectivo transportar humanos até ao espaço.

O plano para levar quatro turistas à órbita terrestre surge poucas semanas antes de a SpaceX levar os primeiros astronautas para a ISS, algo que deverá acontecer já a 7 de Maio.

De recordar que Yusaku Maezawa, milionário japonês e fundador do site de comércio eletrónico Zozotown, tornou-se em 2018 no primeiro ‘turista espacial’ da SpaceX, tendo comprado todos os bilhetes para um voo lunar que a empresa americana promete realizar em 2023, a bordo do foguetão Big Falcon Rocket (BFR).

Exame Informática
18.02.2020 às 16h12
Rui da Rocha Ferreira

 

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3432: SpaceX prepara primeira missão tripulada ao espaço para 7 de Maio

CIÊNCIA/TECNOLOGIA

Elon Musk já tinha partilhado a previsão de uma missão tripulada da SpaceX acontecer entre Abril e Junho. Novos indícios apontam agora para esta experiência acontecer no início de Maio

A primeira missão tripulada da SpaceX poderá acontecer dentro de poucos meses. Eric Berger, editor do ArsTechnica, escreve no Twitter que a Demo 2 da Dragon está prevista para 7 de Maio, embora adiante que há variáveis não relacionadas com o hardware que podem fazer a data oscilar para fins de Abril ou mais para a frente, ainda em Maio.

Eric Berger @SciGuySpace

Working date for SpaceX’s Demo-2 launch is May 7. Dragon is in good shape.

Launch date is fluid and mission may move into late April, or push later into May depending on a number of variables not hardware related. No final decision yet on duration.

A cápsula Crew Dragon está quase a celebrar um ano sobre a data histórica em que atingiu a Estação Espacial Internacional, em Março do ano passado, com a Demo 1. Outras marcas relevantes aconteceram em Janeiro, quando a SpaceX conseguiu testar um mecanismo de expulsão para afastar a cápsula do foguetão Rocket 9 se algo correr mal durante o lançamento e no ano passado quando se fizeram vários testes aos motores sem registo de qualquer explosão.

As autoridades dos EUA emitiram um relatório onde conferem que o programa comercial da SpaceX está a evoluir favoravelmente e que a cápsula Crew Dragon vai estar pronta para operar três meses mais cedo do que o antecipado.

Com este histórico, tudo parece apontar para que a SpaceX esteja pronta para lançar a sua primeira missão tripulada ao espaço, naquele que será mais um feito histórico.

Exame Informática
11.02.2020 às 11h18

 

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3411: SpaceX. Afinal bilionário vai à Lua, mas solteiro

TURISMO ESPACIAL

Yusaku Maezawa é um japonês rico que decidiu ir à Lua a bordo de um foguetão da SpaceX, do mesmo dono da Tesla. E durante semanas procurou uma namorada que o quisesse acompanhar. Afinal, vai solteiro…

Pode ser o maior a investir ou quando o tema é vendas online de artigos de luxo – é seu o Zozo Town, um dos sites mais conceituados no Japão –, mas Yusaku Maezawa não revela grandes dotes quando o que está em cima da mesa é encontrar uma namorada. Apontado pela Forbes como o 22º mais rico do Japão, com uma fortuna de 2 mil milhões de dólares, Maezawa decidiu ser o primeiro turista espacial da SpaceX, tendo adquirido uma ida à Lua em 2023. Como se isto não bastasse em termos de arrojo, achou que seria uma excelente oportunidade para partilhar a experiência com uma nova namorada. Abriu um concurso internacional e se avançaram cerca de 27.722 candidatas, o japonês não considerou nenhuma minimamente interessante.

O acordo entre a SpaceX e Yusaku Maezawa prevê que não se possa divulgar o custo da sua ida à Lua dentro de três anos, mas a Axiom Space avalia os 10 dias de “férias” do bilionário em cerca de 55 milhões de dólares. Ou quase o dobro, caso o fizesse na companhia da namorada.

Yusaku Maezawa (MZ) 前澤友作 @yousuck2020

Due to personal reasons, I have informed AbemaTV yesterday with my decision to no longer participate in the matchmaking documentary, hence requested for the cancellation of the show.

Acha muito? Então é bom que saiba que a NASA se ofereceu para pagar 81 milhões de dólares à agência espacial russa apenas para orbitar a Lua, a bordo de uma nave Soyuz, e que já nos anos 60 uma viagem à Lua do programa Apollo custou 25,4 milhões de dólares à NASA. Valor que hoje equivaleria a cerca de 152 mil milhões de dólares.

No momento em que desistiu de levar a namorada à Lua, o japonês viu-se obrigado a abrir mão igualmente do reality show denominado Full Moon Lovers, que fazia parte do acordo, que seria transmitido pela Abema TV, o que certamente ajudaria a suportar uma parte considerável da conta que o bilionário vai ter de pagar à empresa de Elon Musk pela viagem. A deslocação será efectuada a bordo do novo foguetão da SpaceX, o BFR.

Observador
31 Jan 2020, 23:16

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3383: Colonizar Marte: Elon Musk sabe como enviar 1 milhão de pessoas

CIÊNCIA/TECNOLOGIA

Terra e Marte estão separados, em média, por cerca de 225 milhões de km. Nesse sentido, com a tecnologia actual, que equipa as naves espaciais, seriam necessários cerca de 200 dias para lá chegar. Elon Musk já pensa em colonizar o planeta vermelho.

O magnata do sector espacial revelou no seu Twitter os planos para transportar um milhão de pessoas a Marte até 2050.

O espaço é um ambiente agreste para o ser humano e não se sabe ainda que efeitos terá nos astronautas uma viagem tão longa. Embora sejam muitas as dúvidas e muito poucas as certezas, há algumas empresas que estão a projectar essa missão.

Elon Musk e a SpaceX, estão já com ritmados para levar o homem a Marte. Como tal, Musk deu a conhecer o plano para enviar ao espaço, em 10 anos, mais de mil naves espaciais, desenvolvidas pela SpaceX.

10 anos para fazer 1000 naves para levar 1 milhão

Recorrendo à sua conta do Twitter, Elon Musk deu a conhecer as linhas mestras para colonizar numa primeira fase Marte.

Elon Musk @elonmusk

Starship design goal is 3 flights/day avg rate, so ~1000 flights/year at >100 tons/flight, so every 10 ships yield 1 megaton per year to orbit

Elon Musk @elonmusk

Building 100 Starships/year gets to 1000 in 10 years or 100 megatons/year or maybe around 100k people per Earth-Mars orbital sync

Segundo Musk, é necessário construir 100 Starships por ano, 1000 naves em 10 anos. Além disso, o envio das pessoas, cerca de 100 mil, terá de aproveitar a sincronização orbital da Terra e de Marte.

Mas o que é a sincronização orbital da Terra e de Marte?

A sincronização orbital entre a Terra e Marte dá-se quando a distância entre os dois planetas é menor. Esse fenómeno ocorre durante 30 dias a cada 25 meses. Esta “boleia” permitiria a economia de combustível durante a viagem.

Conforme salientou, Musk disse que aproveitaria esta oportunidade para “carregar a frota de Marte na órbita da Terra” e enviar todos as mil naves em trajectória para Marte durante aquela janela de 30 dias a cada 26 meses.

Elon Musk @elonmusk

Myers @jameslin123321

But Elon, Earth-Mars transfer windows only occur every 26 months, what are the missions for these starships going to be during these 2 years waiting time?

Bom, neste último tweet, parece que o CEO se contradiz. No anterior revelou que a ideia era enviar mil naves por ano, neste último já serão mil naves a cada 26 meses. De qualquer forma, a SpaceX ainda tem um longo caminho a percorrer antes de atingir estes objectivos.

Protótipo de nave estelar pode ser lançado dentro de meses

Musk referiu que poderá ser lançado um novo protótipo da nave estelar antes do final de Março.

Esperamos que o primeiro voo seja daqui a 2 a 3 meses.

Twittou Musk  em 27 de Dezembro.

O desenvolvimento do protótipo atingiu atrasos após uma explosão acidental durante um teste de pressurização do tanque de combustível no dia20 de Novembro, que explodiu o primeiro protótipo da nave espacial StarsX de 16 andares da SpaceX.

Um protótipo do foguete Mk1 da nave espacial SpaceX para voar até Marte.

A empresa poderá construir até 20 protótipos diferentes antes da escolha dos engenheiros e da adopção do design “1.0” para transportar cargas e pessoas.

O sistema completo de lançamento da nave estelar também incluirá um foguete de 22 andares chamado Super Heavy. Assim, quando tudo for combinado, a estrutura terá cerca de 118 metros de altura.

Apesar de serem foguetões colossais, este hardware está a ser projectado para ser totalmente reutilizável.

Assim, se essa visão se concretizar, Musk estima que o custo de um único lançamento seria de apenas 2 milhões de dólares. Como resultado, estamos perante um valor centenas de vezes mais barato que o custo actual de lançar um número semelhante de pessoas e quantidade de carga no espaço.

Turismo espacial é o primeiro passo

Segundo as afirmações de Elon Musk em Setembro passado, este quer enviar uma nave espacial à órbita da Terra até meados de 2020.

Gwynne Shotwell, presidente e directora de operações da SpaceX, disse durante uma tele-conferência da NASA que a empresa “pretendia deixar a nave estelar na superfície lunar em 2022” e levar o empresário e multimilionário japonês Yusaku Maezawa ao redor da lua em 2022, ou 2023.

No entanto, todas estas declarações vieram antes da explosão do protótipo da nave estelar. Além disso, a SpaceX também terá de resolver vários obstáculos impostos pelas entidades reguladoras.

Teste de segurança à Crew Dragon da SpaceX foi adiado para hoje devido à meteorologia

De modo a preparar a sua ambiciosa missão com a NASA de levar astronautas até à ISS, a SpaceX tinha planeado para ontem um teste de segurança à cápsula Crew Dragon. No entanto, tal … Continue a ler

19 Jan 2020

spacenews

 

3382: Teste de segurança à Crew Dragon da SpaceX foi adiado para hoje devido à meteorologia

CIÊNCIA/TECNOLOGIA

De modo a preparar a sua ambiciosa missão com a NASA de levar astronautas até à ISS, a SpaceX tinha planeado para ontem um teste de segurança à cápsula Crew Dragon. No entanto, tal foi adiado para hoje devido à meteorologia.

Acompanhe aqui em directo o lançamento, numa missão em que se espera que um foguetão Falcon 9 seja destruído.

A Crew Dragon é a cápsula da SpaceX que foi concebida para transportar humanos para o Espaço. Numa primeira fase, a missão passa por levar astronautas até à Estação Espacial Internacional (ISS), mas o seu desenvolvimento ainda não acabou.

Com uma capacidade para até sete pessoas, nos moldes actuais, esta cápsula foi desenvolvida no âmbito do projecto Commercial Crew Program da NASA. Assim sendo, a agência norte-americana colabora com a SpaceX nos testes realizados.

Teste de segurança da Crew Dragon adiado devido à meteorologia

O teste que estava marcado para ontem foi adiado em vinte e quatro horas para as 13:00 de hoje. A contribuir para este desfecho esteve a meteorologia, que era desfavorável para a execução da missão.

SpaceX @SpaceX

Standing down from today’s in-flight Crew Dragon launch escape test attempt due to sustained winds and rough seas in the recovery area. Now targeting Sunday, January 19, with a six-hour test window opening at 8:00 a.m. EST, 13:00 UTC

A NASA e a SpaceX planeiam testar os mecanismos de segurança que a cápsula Crew Dragon tem em casos de emergência. Como o nome indica, estes mecanismos são accionados caso a operação corra mal. Neste caso em específico, serão testados os mecanismos para o lançamento.

Assim sendo, poderá assistir ao lançamento da cápsula e do foguetão Falcon 9 já daqui a pouco. No vídeo abaixo poderá acompanhar, em directo, a emissão do lançamento feito pela empresa de Elon Musk.

Fonte: Twitter

pplware
19 Jan 2020

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3381: Elon Musk diz querer enviar 10 mil pessoas a Marte até 2050

CIÊNCIA/FUTURO

“O objectivo é fazer vários voos por dia”, esclareceu o empresário. A cada 26 meses – altura em que a Terra e Marte se encontram mais próximos – deverão partir naves espaciais todos os dias, em horários diferentes.

Elon Musk
© EPA/CLEMENS BILAN

Os protótipos das naves espaciais Starship ainda estão a ser sujeitos a testes, mas o multimilionário e CEO da Space X, Elon Musk, já está a pensar na quantidade de pessoas que quer levar para Marte. Até 2050, quer colocar, pelo menos, dez mil pessoas no planeta vermelho. E dar-lhes trabalho lá.

O plano já está em marcha. Numa resposta a um seguidor no Twitter, Elon Musk, 48 anos, desvendou que tenciona construir cem naves por ano e enviar milhares de pessoas da Terra para Marte, quando as órbitas dos dois planetas se alinharem, reduzindo a distância e minimizando desta forma os custos das viagens. “O objectivo é fazer vários voos por dia”, escreveu.

Elon Musk @elonmusk

Starship design goal is 3 flights/day avg rate, so ~1000 flights/year at >100 tons/flight, so every 10 ships yield 1 megaton per year to orbit

A cada 26 meses – quando a distância entre a Terra e Marte é mais curta – Musk tenciona enviar mil naves a cada 30 dias, em horários diferentes. Chegarão ao destino alguns meses depois. E qualquer pessoa se pode candidatar a seguir na nave espacial, desde que pague a viagem. “Caso não tenham [dinheiro] podem sempre pedir um empréstimo”, diz o milionário, que não divulgou o preço do voo.

Elon Musk @elonmusk

Loading the Mars fleet into Earth orbit, then 1000 ships depart over ~30 days every 26 months. Battlestar Galactica …

O segundo modelo da Starship encontra-se em fase de testes, sendo que este já deverá ser muito fiel ao final. O foguetão, com capacidade para cerca de uma centena de passageiros, terá uma vida útil de 20 a 30 anos. “O Starship vai ser o foguetão mais poderoso da história, com a capacidade de levar humanos à lua, a Marte e mais além”, explicou o empresário, em Setembro, aquando da divulgação das primeiras imagens da montagem da nave espacial.

O foguetão que leva a Starship consegue atingir os 65 mil pés (cerca de 20 quilómetros), antes de regressar à Terra, para ser reutilizado. A primeira vez que a Space X lançou um foguetão para a órbita terrestre foi há 11 anos. Desde então, a empresa concluiu mais de 80 lançamentos espaciais.

A Starship deverá ter uma vida útil entre 20 a 30 anos.
© Twitter Space X

Elon Musk tem expressado vontade de construir bases na Lua ou em Marte. Segundo o multimilionário, esta pode ser a forma de garantir a sobrevivência da raça humana e, assim, promover a sua regeneração na Terra no caso de uma terceira guerra mundial. “Queremos garantir que o Homem permaneça noutro lugar (para além da Terra) como uma semente da civilização humana, para que possa trazer de volta a civilização e talvez diminuir a duração da idade das trevas”, afirmou em Março.

Diário de NotíciasDN

spacenews

 

3372: SpaceX prepara, com a NASA, um teste de emergência à sua cápsula Crew Dragon

CIÊNCIA/TECNOLOGIA

Os objectivos da SpaceX continuam bem sólidos e, em conjunto com a NASA, prepara agora um teste de emergência à sua cápsula Crew Dragon. Com o teste, deverão ser alcançados progressos na missão de levar astronautas norte-americanos à ISS sem precisar de colaboração da Rússia.

O teste será feito nos próximos dias na Florida, anunciou a empresa liderada por Elon Musk.

A Crew Dragon é a cápsula da SpaceX que foi concebida para transportar humanos para o Espaço. Numa primeira fase, a missão passa por levar astronautas até à Estação Espacial Internacional (ISS), mas o seu desenvolvimento ainda não acabou.

Com uma capacidade para até sete pessoas, nos moldes actuais, esta cápsula foi desenvolvida no âmbito do projecto Commercial Crew Program da NASA. Assim sendo, a agência norte-americana colabora com a SpaceX nos testes realizados.

Elon Musk está bastante confiante no seu projecto. A confiança é tal que o CEO da SpaceX já partilhou a sua visão de como será um missão até à ISS.

Teste de emergência à Crew Dragon da SpaceX será feito em breve

A empresa de Elon Musk, ao longo de 2019, efectuou vários testes à sua cápsula. Os testes efectuados estudam sempre elementos específicos de cada vez, de modo a garantir que no final tudo funciona como é plenamente suposto.

Após o teste em Abril que não correu nada bem, a SpaceX tem conseguido desenvolvimentos interessantes. Estes serão elevados a um novo nível já no próximo sábado, dia 18 de Janeiro às 13:00 – hora de Lisboa.

SpaceX @SpaceX

Static fire of Falcon 9 complete – targeting January 18 for an in-flight demonstration of Crew Dragon’s launch escape system, which will verify the spacecraft’s ability to carry astronauts to safety in the unlikely event of an emergency during ascent

A NASA e a SpaceX planeiam testar os mecanismos de segurança que a cápsula Crew Dragon tem em casos de emergência. Como o nome indica, estes mecanismos são accionados caso a operação corra mal. Neste caso em específico, serão testados os mecanismos para o lançamento.

Caso tudo corra como suposto, a empresa de Elon Musk dá assim um passo importante na sua ambição de, em conjunto com a NASA, levar astronautas para a ISS num futuro próximo.

A empresa de Elon Musk pode ainda revolucionar a distribuição de Internet

Satélite ligados por laser podem fornecer “Internet a partir do espaço”

Com o acesso mais “barato” ao espaço, são muitos os projectos para ampliar um rede de serviços hoje existentes a partir da Terra. Nesse sentido, há uma nova concepção que poderá trazer uma nova … Continue a le

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15 Jan 2020

3330: SpaceX lança 60 satélites para fornecer Internet a zonas isoladas do mundo

CIÊNCIA/TECNOLOGIA/INTERNET

SpaceX / Twitter

A sociedade espacial californiana SpaceX vai lançar esta madrugada mais 60 satélites, para a sua constelação Starlink de fornecimento de acesso à Internet de alto débito a partir do espaço, destinada a cobrir prioritariamente as zonas isoladas do mundo.

Se o lançamento for bem-sucedido, a constelação vai contar com 180 satélites em órbita, depois de dois lançamentos em 2019, parte dos quais acabaram por avariar.

A Planet Labs, baseada em San Francisco e que fotografa toda a Terra em alta resolução, todos os dias, tem cerca de 140 satélites activos em órbita, o que constitui a maior constelação activa nos dias de hoje.

A SpaceX utiliza os seus próprios foguetões Falcon 9, que são reutilizáveis, e prevê uma cadência de lançamentos inédita, com mais dois até ao final de Janeiro.

Em Setembro, uma dirigente da SpaceX afirmou que esperava realizar dois lançamentos mensais em 2020, apesar de haver quem entenda que a sociedade não tem o ‘músculo’ financeiro e técnico para tal. No total, a empresa fundada por Elon Musk já pediu autorização para enviar até 42 mil satélites, número totalmente hipotético actualmente.

Contudo, a SpaceX declarou que o seu serviço de Internet estaria operacional em 2020 para o Canadá e o norte dos Estados Unidos (EUA) e que o resto do mundo seria coberto progressivamente depois, à medida que os lançamentos fossem acontecendo.

Se a sua constelação se concretizar, a SpaceX vai ter mais satélites em actividade que o conjunto dos outros operadores do mundo juntos, civis e militares, cujos aparelhos devem totalizar cerca de 2.100.

Official SpaceX Photos / Flickr

Os pequenos satélites Starlink, com cerca de 300 quilogramas, equipados com um painel solar, são fabricados, equipados e lançados pela SpaceX. São largados por um foguetão a 290 quilómetros de altura e levam um a quatro meses para atingir a sua órbita operacional de 550 quilómetros.

A altitude relativamente baixa de 550 quilómetros deve permitir um tempo de resposta mais rápido que os satélites de telecomunicações tradicionais, que voam a uma órbita geo-estacionária a 36 mil quilómetros. Este tempo reduzido é crucial para os jogos vídeo ou as conversações por vídeo.

A malhagem do céu deve ser densa o suficiente para que vários satélites Starlink estejam sempre em ligação directa com o associado.

O lançamento do primeiro aparelho em maio de 2019 tinha provocado inquietação aos astrónomos, porque o ‘comboio’ de 60 satélites era visível no céu nocturno, com a luz do Sol a reflectir-se nos aparelhos em altitude. A ideia de mais uns milhares a juntarem-se a estes fez recear um céu arruinado para sempre para as observações astronómicas.

Depois de ter minimizado as críticas, Elon Musk reconheceu a sua legitimidade. Um dos 60 satélites a lançar hoje tem um tratamento diferente da sua superfície, para que reflita menos a luz.

“Mas a SpaceX ainda não tranquilizou os astrónomos”, disse Laura Seward Forczyk, analista do sector espacial, à AFP. Vão ser precisos vários dias para comparar esta nova versão dos satélites Starlink com a precedente.

Lusa // ZAP

Por ZAP
7 Janeiro, 2020

spacenews

 

3323: SpaceX mostra como será a missão que está a preparar desde 2012

CIÊNCIA/ESPAÇO/SPACE X

A SpaceX, fabricante de foguetões do empresário Elon Musk, está a preparar-se para tornar realidade o seu projecto de transportar astronautas para o Espaço.

Na passada segunda-feira, a empresa publicou um vídeo no qual é possível observar uma simulação em computador do primeiro voo de um astronauta, que deverá ser realizado em 2020. “A SpaceX mostrará em breve a capacidade da Crew Dragon de levar com segurança e confiabilidade os astronautas de e para a Estação Espacial Internacional”, disse a empresa.

Na gravação, vê-se dois astronautas que embarcam na nave espacial Crew Dragon. Uma das principais funções da Crew Dragon será levar astronautas para a Estação Espacial Internacional. Nesse sentido, a SpaceX usará o seu foguetão Falcon 9 para impulsionar a Crew Dragon para fora do nosso planeta.

No vídeo, após um acoplamento bem-sucedido à Estação Espacial Internacional, o dispositivo separa-se e regressa à Terra.

Antes do vídeo aparecer na conta da SpaceX no YouTube, o fundador da empresa, Elon Musk, postou uma parte do vídeo na sua conta do Twitter. “A simulação do primeiro voo tripulado do Falcon 9/Dragon 2020”, escreveu.

Elon Musk @elonmusk

Simulation of first crewed flight of Falcon 9 / Dragon 2020 @NASA

Há oito anos, em Janeiro de 2012, Musk publicou um vídeo a mostrar a simulação de um voo doo foguetão Falcon 9 com a sonda Dragon. “Oito anos depois, a simulação é praticamente real“, respondeu Musk a esse post.

Em Outubro, Elon Musk e Jim Bridenstine, administrador da NASA, disseram que a sua ideia de levar astronautas para o Espaço a partir do território dos Estados Unidos ainda estava em andamento e que poderia ser concluído no início de 2020.

No entanto, alertaram que ainda há trabalho crítico a ser feito, mas, ainda assim, tinham a certeza de que haveria um lançamento em breve. “Se tudo correr conforme o planeado, será no primeiro trimestre do próximo ano“, disse o administrador da NASA.

Espera-se que a primeira viagem desta missão seja feita pelos astronautas Bob Behnken e Doug Hurley.

A Crew Dragon é uma nave espacial completamente autónoma que foi desenvolvida para levar até sete astronautas para a Estação Espacial Internacional e outros destinos. A nave pode ser monitorizada e controlada pela tripulação e pelo centro de controlo da SpaceX, na Califórnia, nos Estados Unidos.

ZAP //

Por ZAP
6 Janeiro, 2020

spacenews

 

3299: Musk espera que a Starship faça o seu primeiro voo dentro de dois a três meses

CIÊNCIA/ESPAÇO

Space X / Flickr

O primeiro voo da nave espacial da Space X Starship, projectada para transportar cargas e pessoas para a Lua e Marte, deverá acontecer, “com sorte”, dentro de “dois ou três meses”, de acordo com Elon Musk.

O multimilionário e visionário norte-americano, que é também CEO da Tesla, voltou no fim do ano a recorrer à sua conta de Twitter para revelar mais alguns detalhes da Starship.

Na mesma rede social, Musk partilhou um vídeo no qual mostra a construção da cúpula da nave, dando conta que trabalhou durante toda a noite na sua produção, dizendo ainda que esta é a “parte mais complicada da estrutura primária”.

Elon Musk @elonmusk

Was up all night with SpaceX team working on Starship tank dome production (most difficult part of primary structure). Dawn arrives …

A Starship “será o veículo de lançamento mais poderoso do mundo já desenvolvido, tendo capacidade de transportar mais de 100 toneladas para a órbita da Terra”, pode ler-se no site oficial da empresa norte-americana de sistemas espaciais.

No passado mês de Novembro, recorde-se, a Space X sofreu um contratempo: o primeiro protótipo da nave espacial de tamanho real ((o Starship Mk1) explodiu durante um teste nas instalações da empresa no estado norte-americano do Texas.

Na altura, Musk revelou que a Space X vai agora concentrar-se no desenvolvimento de protótipos mais avançados e não vai reparar o Mk1.

Recentemente, Elon Musk revelou quanto custará operacionalmente cada missão da Starship. Segundo o empresário, o custo será menor do que o de um pequeno foguete.

De acordo com as estimativas do empresário, a nave gastará 900.000 dólares só em combustível para deixar a Terra e entrar em órbita. “Se considerarmos os custos operacionais, talvez sejam 2 milhões de dólares”, apontou Musk.

Musk revela o preço de uma viagem a Marte a bordo da Space X. O regresso é grátis

Elon Musk, que sonha fazer viagens interplanetárias através da sua empresa Space X, revelou agora o preço de um destes…

ZAP //

Por ZAP
2 Janeiro, 2020

 

spacenews

 

3068: O primeiro protótipo em tamanho real da Starship explodiu durante um teste

TECH

O primeiro protótipo completo em aço inoxidável da nave Starship da empresa norte-americana Space X explodiu durante um teste levado a cabo na passada quarta-feira, 20 de Novembro, nos Estados Unidos.

O incidente ocorreu nas instalações da Space X no estado norte-americano do Texas.

A empresa, liderada pelo multimilionário e também CEO da Tesla Elon Musk, não adiantou as causas das explosão, mas o portal Space.com adianta que o incidente com o protótipo (o Starship Mk1) sofreu uma anomalia durante um teste de pressão criogénica.

Por sua vez, o NASA Space Flight dá conta que a falha ocorreu quando os tanques de propulsão da nave espacial foram testados. O teste em causa, a primeira carga criogénica do navio da Space X, consistia em encher os tanques destinados ao metano e ao oxigénio com um líquido criogénico, detalha o mesmo portal.

Nas imagens captadas é possível ver a parte superior do Mk1 a emergir após uma explosão que foi seguida por uma grande nuvem de vapor.

Numa publicação no Twitter, Musk revelou que a Space X vai agora concentrar-se no desenvolvimento de protótipos mais avançados e não vai reparar o Mk1.

Everyday Astronaut @Erdayastronaut

Starship MK-1 appears to have blown its top off during a pressure test today. My guess… this will be a good time for @spacex to move onto their next, more refined and higher quality versions (MK-2/3) instead of reparing MK-1. @elonmusk, any chance you’ll just move onto MK-3?

Elon Musk  @elonmusk

Absolutely, but to move to Mk3 design. This had some value as a manufacturing pathfinder, but flight design is quite different.

A empresa aeroespacial corroborou as palavras do seu fundador. “O objectivo do teste de hoje [desta quarta-feira] era pressionar os sistemas ao máximo, para que o resultado não fosse completamente inesperado. Não houve feridos ou um sério revés”, apontou a Space X, citada em comunicado.

O protótipo “serviu como um guia de produção valioso, mas o design de voo é bastante diferente (…) A decisão de não voar neste dispositivo de teste já tinha sida tomada e a equipa vai agora concentrar-se na construção do Mk3, projectado para a órbita”.

Foi em Setembro do ano passado que o Mk1 foi apresentado por Musk, tendo o visionário estimado que o primeiro voo desta nave espacial seria levado a cabo dentro de 1 a 2 meses, no qual o veículo subiria cerca de 20 quilómetros e depois retornaria à Terra.

A Space X está também a produzir um protótipo Mk2, um veículo interplanetário reutilizável que tem como objectivo o transporte de cargas e pessoas para Lua e, posteriormente, para Marte. O seu primeiro voo está programado para 2022.

Recentemente, Elon Musk revelou quanto custará operacionalmente cada missão da Starship. Segundo o empresário, o custo será menor do que o de um pequeno foguete.

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ZAP //

Por ZAP
22 Novembro, 2019

 

3063: “O homem que poluiu os céus”. Satélites de Elon Musk estão a cegar os telescópios terrestres

CIÊNCIA

O projecto de satélites Starlink da companhia norte-americana SpaceX, de Elon Musk, está a deixar astrónomos de várias partes do mundo desagradados, uma vez que os objectos espaciais estão a bloquear a visão e o trabalho dos telescópios terrestres.

A iniciativa do fundador da SpaceX consiste em colocar uma rede de 12 mil satélites não muito longe da Terra para fornecer Internet de banda larga a todo o mundo. Até ao momento, Musk já enviou para o Espaço 122 destes dispositivos.

De acordo com o Russia Today, os 122 satélites do empresário norte-americano já conseguiram cegar a Câmara de Energia Escura (DECam) do Observatório Interamericano de Cerro Tololo, localizado no Chile, segundo Clarae Martínez-Vázquez, astrónoma da instituição.

“Estou chocada!”, confessou a especialista no Twitter, explicando que a passagem do “comboio” composto por 19 desses satélites “durou mais de 5 minutos” e afectou a exposição do DECam.

Clarae Martínez-Vázquez @89Marvaz

Wow!! I am in shock!! The huge amount of Starlink satellites crossed our skies tonight at @cerrotololo. Our DECam exposure was heavily affected by 19 of them! The train of Starlink satellites lasted for over 5 minutes!! Rather depressing… This is not cool!

Outras pessoas que estudavam o Universo voltaram-se para o Twitter para expressar a sua frustração com a iniciativa de Elon Musk. O astrónomo americano Cliff Johnson publicou uma imagem capturada pelo DECam, na qual pode ser vista a poluição luminosa causada pelos satélites artificiais da SpaceX.

Clarae Martínez-Vázquez @89Marvaz

Wow!! I am in shock!! The huge amount of Starlink satellites crossed our skies tonight at @cerrotololo. Our DECam exposure was heavily affected by 19 of them! The train of Starlink satellites lasted for over 5 minutes!! Rather depressing… This is not cool!

Cliff Johnson @lcjohnso

Here’s the Starlink plagued DECam frame: #FieldOfSatTrails

“Este problema pode ser incomum agora, mas quando toda a constelação [Starlink] estiver em órbita, será uma ocorrência diária“, escreveu Jonathan McDowell, investigador do Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian, em Massachusetts, Estados Unidos.

Matthew Kenworthy, professor de astronomia no Observatório de Leiden, na Holanda, comentou que o evento “não é bom para a astronomia terrestre” e forçaria os cientistas a processar grandes quantidades de dados adicionais apenas para conseguir limpar o trilho destes satélites artificiais.

“Tenho a certeza de que Musk se considera um herói ambiental por vender carros eléctricos, mas o seu verdadeiro legado permanente será o do homem que poluiu os céus“, escreveu o astrofísico da NASA, Simon Porter.

A SpaceX disse que iria pintar a superfície dos satélites de preto para reduzir o seu brilho, mas os cientistas disseram que esta medida não resolveria o problema, uma vez que os telescópios os capturariam de qualquer maneira.

Em Outubro, soube-se que a empresa solicitou uma autorização da União Internacional de Telecomunicações para lançar 30 mil satélites Starlink para a órbita baixa da Terra, o que somaria aos 12 mil já autorizados a implantar.

Em Maio, Elon Musk garantiu que o Starlink não teria um impacto negativo na astronomia. “Hoje em dia há 4.900 satélites em órbita, e as pessoas apercebem-se disso cerca de 0% do tempo”.

ZAP //

Por ZAP
20 Novembro, 2019

 

3033: SpaceX efectuou um novo teste à sua cápsula Crew Dragon… E desta vez não explodiu!

TECH

A cápsula Crew Dragon da SpaceX tem estado sob testes para poder, nos próximos anos, transportar humanos para a ISS, Lua ou até Marte! Depois da explosão de Abril, a empresa de Elon Musk testou de novo os motores do veículo espacial.

Desta vez os resultados foram bem sucedidos e não se registou uma situação tão grave como em Abril. Apesar disso, os desenvolvimentos nos motores continuam para ultimar pormenores para testes futuros!

A cápsula Crew Dragon é um dos projectos actuais mais importantes para a SpaceX. A empresa liderada por Elon Musk tem vários marcos que pretende alcançar e este veículo espacial é essencial em quase todos eles. Assim sendo, o seu desenvolvimento é extremamente crucial para o sucesso das missões da empresa.

A cápsula espacial tem capacidade para sete pessoas e já demonstrou ser capaz de viajar até à ISS e voltar. Não obstante, um último teste, realizado em Abril, correu bastante mal. Durante testes de segurança, a cápsula explodiu e a SpaceX teve então de rever os seus sistemas de segurança.

Depois de todos os desenvolvimentos, a Crew Dragon foi novamente colocada à prova. Num teste realizado recentemente, as mudanças implementadas tiveram o resultado esperado… Ao contrário de Abril, não se registou nenhuma explosão nos motores e o teste estático foi completado com sucesso!

A novidade foi partilhada pela própria empresa no Twitter, com uma imagem do momento em que os propulsores estavam a realizar o teste.

SpaceX @SpaceX

Full duration static fire test of Crew Dragon’s launch escape system complete – SpaceX and NASA teams are now reviewing test data and working toward an in-flight demonstration of Crew Dragon’s launch escape capabilities

A SpaceX irá agora, em conjunto com a NASA que é parceira neste projecto, avaliar os dados recolhidos pela experiência e preparar os próximos passos na preparação da Crew Dragon.

SpaceX efectuou vários testes bem sucedidos aos para-quedas da Crew Dragon…

SpaceX efectuou vários testes bem sucedidos aos para-quedas da Crew Dragon

A cápsula Crew Dragon é essencial para as missões espaciais da SpaceX. Assim, a empresa de Elon Musk efectuou vários testes aos seus para-quedas, que foram bem sucedidos. Estes testes foram importantes para o … Continue a ler SpaceX efectuou vários testes bem sucedidos aos para-quedas da Crew Dragon

 

3022: Elon Musk explica como construir uma cidade sustentável em Marte

TECH

Space X / Flickr

O CEO da Space X, o multimilionário Elon Musk, revelou na rede social Twitter detalhes sobre os planos da empresa para estabelecer um assentamento em Marte que seja sustentável para os seres humanos.

No entender de Musk, que é também o CEO da Tesla, para tornar este projecto realidade, seria necessário construir 1.000 naves espaciais que transportem um milhão de toneladas de carga durante 20 anos.

A estimativa de tempo apontada por Musk tem em conta vários factores, incluindo o facto de as viagens entre a Terra e Marte apenas podem ser realizadas a cada dois anos, uma vez que é neste período que os planetas se alinham – por isso, seria viável fazer uma viagem ao Planeta Vermelho a cada 24 meses.

Na semana passada, Musk anunciou que um voo da Starship – nave espacial especialmente projectada para transportar pessoas e cargas para o Planeta Vermelho e para a Lua – custaria apenas 2 milhões de dólares, com custos operacionais menores do que os de “um pequeno foguete”, disse o visionário.

Agora, o CEO da Space X avançou mais detalhes: a Starship poderá voar até três vezes por dia, cerca de 1.000 vezes por ano. Segundo a revista Exame, cada veículo espacial teria capacidade de transportar 100 toneladas para órbita por ano. No total, 10 milhões de toneladas de material seriam transportados por ano.

A reluzente Nave Estelar de Musk é de aço porque vai “sangrar água”

Ao longo do mês de Janeiro, Elon Musk, fundador e CEO da Space X, tem levantado o véu sobre aquela…

ZAP //

Por ZAP
13 Novembro, 2019