3022: Elon Musk explica como construir uma cidade sustentável em Marte

TECH

Space X / Flickr

O CEO da Space X, o multimilionário Elon Musk, revelou na rede social Twitter detalhes sobre os planos da empresa para estabelecer um assentamento em Marte que seja sustentável para os seres humanos.

No entender de Musk, que é também o CEO da Tesla, para tornar este projecto realidade, seria necessário construir 1.000 naves espaciais que transportem um milhão de toneladas de carga durante 20 anos.

A estimativa de tempo apontada por Musk tem em conta vários factores, incluindo o facto de as viagens entre a Terra e Marte apenas podem ser realizadas a cada dois anos, uma vez que é neste período que os planetas se alinham – por isso, seria viável fazer uma viagem ao Planeta Vermelho a cada 24 meses.

Na semana passada, Musk anunciou que um voo da Starship – nave espacial especialmente projectada para transportar pessoas e cargas para o Planeta Vermelho e para a Lua – custaria apenas 2 milhões de dólares, com custos operacionais menores do que os de “um pequeno foguete”, disse o visionário.

Agora, o CEO da Space X avançou mais detalhes: a Starship poderá voar até três vezes por dia, cerca de 1.000 vezes por ano. Segundo a revista Exame, cada veículo espacial teria capacidade de transportar 100 toneladas para órbita por ano. No total, 10 milhões de toneladas de material seriam transportados por ano.

A reluzente Nave Estelar de Musk é de aço porque vai “sangrar água”

Ao longo do mês de Janeiro, Elon Musk, fundador e CEO da Space X, tem levantado o véu sobre aquela…

ZAP //

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13 Novembro, 2019

 

3003: Elon Musk já sabe o que é necessário para a SpaceX criar uma cidade em Marte

HIGH TECH

Elon Musk sempre foi claro nos seus planos para a SpaceX. Esta será a forma que encontrou para levar o Homem até Marte, mudando a forma como fazemos exploração espacial.

Tem revelado de forma bem lúcida a forma como quer colocar em breve o primeiro humano no planeta vermelho. Agora, e mostrando novamente o futuro, revelou o que é necessário para criar uma cidade em Marte.

O homem forte da SpaceX não quer apenas viajar para Marte. Elon Musk quer colocar uma colónia neste planeta, iniciando um momento único na nossa história. Para isso necessitará de criar uma cidade sustentável neste ponto remoto do espaço.

O papel essencial que a Starship representa

Para que esta possa ser criada e mantida, Elon Musk já definiu a sua expectativa. Segundo a sua ideia, ao todo vão ser necessárias 1000 naves Starship. Esta vão ser responsáveis por transportar toda carga que será necessária transportar.

Silicon Valley @teslaownersSV

How many starships you wanna build

Elon Musk @elonmusk

A thousand ships will be needed to create a sustainable Mars city

Cada uma destas naves terá a capacidade de carregar 100 toneladas de carga nos seus voos. Caso sejam construídas 100 naves Starship, a SpaceX consegue colocar em Marte 10 milhões de toneladas de carga por ano.

20 anos de viagens para Marte

Mesmo com toda esta capacidade de carga, esta será uma tarefa que demorará ainda alguns anos. As contas de Elon Musk preveem que ao todo vão ser necessários pelos menos 20 anos de viagens pelo espaço até Marte.

As the planets align only once every two years

Elon Musk @elonmusk

So it will take about 20 years to transfer a million tons to Mars Base Alpha, which is hopefully enough to make it sustainable

Durante esse tempo, as naves de carga da SpaceX vão estar a voar de forma permanente e a levar todos os elementos necessários a esta cidade sustentável e que será um entreposto no espaço.

Depois de ter revelado que o custo por voo de uma Starship ronda os 2 milhões de dólares, revela agora os recursos que este processo irá consumir. Será um processo complicado de gerir e que vai requerer a participação de muitas entidades.

Afinal quanto vai custar uma viagem a Marte? SpaceX já tem o preço calculado

Os planos da SpaceX estão traçados e bem definidos. O seu objectivo é aterrar em Marte dentro de alguns anos, marcando assim o início de uma nova corrida ao espaço e ao planeta vermelho. … Continue a ler Afinal quanto vai custar uma viagem a Marte? SpaceX já tem o preço calculado

Pplware
09 Nov 2019

 

2992: Afinal quanto vai custar uma viagem a Marte? SpaceX já tem o preço calculado

HIGH TECH

Os planos da SpaceX estão traçados e bem definidos. O seu objectivo é aterrar em Marte dentro de alguns anos, marcando assim o início de uma nova corrida ao espaço e ao planeta vermelho.

Há ainda uma grande dúvida sobre como e quando esta viagem da SpaceX vai acontecer. Algo que a marca calculou recentemente foi o preço que cada viagem vai custar. Não é barato, mas é um valor a pagar para se conseguir este salto.

O preço a pagar pela SpaceX por uma viagem a Marte

A informação relativa ao preço que terá de ser pago pela SpaceX veio do seu homem forte, Elon Musk. Numa conferência, apresentou o que o Starship e o Super Heavy vão ter de consumir para que saiam da Terra.

O valor que Elon Musk referiu está na casa dos 2 milhões de dólares. Este não foi um valor que tenha justificado, mas referiu que só em combustível vão ser perto de 900 mil euros. Há depois de ter ainda em conta os restantes custos operacionais existentes.

Elon Musk referiu ainda que este é um valor mais baixo que o de um tradicional foguete de dimensões reduzidas. Claro que neste caso da SpaceX existe uma vantagem óbvia. Tanto o Starship como o Super Heavy vão ser reutilizáveis.

Elon Musk apresentou o futuro desta viagem e os seus custos

Com os seus mais de 100 lugares, o Starship é uma ideia única da Space X. Fará uso do Super Heavy para rumar ao espaço, sendo totalmente reciclável para futuras missões. Estes 2 estão ainda a ser construídos para iniciarem os seus testes.

Todos estes dados surgiram na apresentação feita por Elon Musk no evento Space Pitch Day da Força Aérea Norte-Americana. Aqui falou de vários temas, tanto sobre os carros da Tesla como da sua a paixão por foguetes recicláveis.

O valor agora apresentado é apenas uma previsão de Elon Musk, mas mostra que a Space X vai ter de suportar este custo. Não se sabe se assumirá o valor de forma total ou se terá alguma ajuda do governo para o conseguir.

Fonte: Space.com
pplware

08 Nov 2019

 

2979: “Menos do que um pequeno foguete”. Musk revela quanto custará cada missão da Starship

CIÊNCIA

A nave espacial da Space X Starship poderia realizar um missão por apenas 2 milhões de dólares, revelou Elon Musk, dando conta que os seus custos operacionais são muito mais baixos do que os de “um pequeno foguete”.

Os valores são avançado pelo portal Space.com, que cita uma intervenção do CEO da Tesla e da Space X durante o Space Pitch Day, um evento da força aérea dos Estados Unidos.

O empresário anunciou que o sistema da Starship – que consiste numa nave espacial desenhada para 100 passageiros empilhada num enorme foguete reutilizável (o Super Heavy) – gastará 900.000 dólares só em combustível para deixar a Terra e entrar em órbita. “Se considerarmos os custos operacionais, talvez sejam 2 milhões de dólares”.

A Starship e o Super Heavy foram projectados principalmente para ajudar o Homem a assentar em Marte, na Lua e noutros destinos espaciais. Em simultâneo, e se tudo correr como previsto, a nave lançará ainda satélites em 2021 visando limpar os restos espaciais.

Até lá, esta nave pode transportar pessoas em viagens à Lua e em torno da Terra. Musk apelidou a Starship como o “Santo Graal” das naves espaciais reutilizáveis.

Não se sabe ainda é quanto é que a Space X pretende cobrar a cada passageiro.

Sabe-se, contudo, que Yusaku Maezawa, um empresário milionário japonês, vai ser o primeiro turista espacial da SpaceX. O empresário e coleccionador de arte nipónico, de 42 anos, recebeu a notícia com entusiasmo, num evento realizado em Setembro do ano passado na sede da empresa espacial, perto de Los Angeles, nos Estados Unidos.

Milionário japonês vai ser o primeiro turista a viajar até à Lua

Yusaku Maezawa, um empresário milionário japonês, vai ser o primeiro turista espacial da SpaceX, do magnata Elon Musk, anunciou na…

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7 Novembro, 2019

 

2949: Vídeo da SpaceX mostra o novo propulsor da Crew Dragon em acção

CIÊNCIA

spacex / Flickr

A SpaceX de Elon Musk revelou recentemente um vídeo no qual mostra o novo e poderoso propulsor da Crew Dragon em acção.

Não está esquecido: a SpaceX continua com a sua missão de levar astronautas norte-americanos ao Espaço num futuro muito próximo.

Depois de alguns percalços, que incluíram a explosão de um veículo não tripulado em Abril e uma troca de farpas entre Elon Musk e o administrador da NASA, Jim Bridenstine, parece que o plano está agora a funcionar como o esperado.

Segundo o CanalTech, pouco mais de duas semanas depois de Musk e Bridenstine se encontrarem e chegarem a um acordo para avançar com os testes da Crew Dragon, a SpaceX divulgou um vídeo no Twitter no qual mostra o novo sistema de escape de lançamento da nave.

SpaceX @SpaceX

Test of Crew Dragon’s upgraded launch escape system ahead of static fire and in-flight abort tests – altogether we are conducting hundreds of tests to verify the system’s advanced capabilities to carry astronauts to safety in the unlikely event of an emergency

O teste do sistema de escape de lançamento aprimorado da Crew Dragon antes dos testes de fogo estático e abortamento em voo”, refere a publicação, adiantando que, “ao todo, realizaremos centenas de testes para verificar os recursos avançados do sistema para transportar os astronautas em segurança no improvável caso de um emergência”.

O teste de propulsor é apenas uma das etapas iniciais do desenvolvimento da nave. A SpaceX ainda deverá realizar um teste de aborto de lançamento para saber se a cápsula consegue separar-se com sucesso de um foguete após a descolagem, caso aconteçam problemas que comprometam a missão e a vida dos astronautas a bordo.

Alguns anos atrasada, a  Crew Dragon é uma das maiores apostas da NASA para voltar a lançar astronautas norte-americanos ao Espaço sem depender de outras nações.

A explosão de um protótipo da nave, em Abril deste ano, levantou a possibilidade de a agência norte-americana ampliar a parceria com o programa russo Soyuz, que tem vindo a transportar astronautas dos Estados Unidos até à Estação Espacial Internacional desde 2011.

Nave da SpaceX explodiu num misterioso acidente (mas não se sabe porquê)

A SpaceX confirmou que um dos seus foguetões explodiu num misterioso acidente – mas não revelou o que aconteceu especificamente….

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2 Novembro, 2019

 

2947: Space X quer chegar à Lua a bordo da Starship antes de 2022

CIÊNCIA

Space X / Flickr

A Space X quer pousar na Lua ainda antes de 2022 a bordo da sua nave espacial Starship, projectada para realizar viagens interplanetárias. Dois anos depois, em 2024, a empresa espacial conta estar a enviar humanos para o satélite natural.

Actualmente, a Starship está a ser desenvolvida nas instalações da empresa do visionário e multimilionário Elon Musk na Florida e no Texas, nos Estados Unidos.

O veículo, explica a agência noticiosa Europa Press, tem como objectivo ser o sucessor “tudo em um” e um substituto do Falcon 9 e Falcon Heavy, apresentando maior capacidade de carga útil e a podendo chegar à Lua e, eventualmente, até Marte.

“Aspiracionalmente, queremos que a nave espacial orbite dentro de um ano”, afirmou Gwynne Shotwell, presidente e directora de operações da SpaceX, numa série de entrevistas rápidas com empresas espaciais que decorreram em Washington, nos Estados Unidos.

“Definitivamente, queremos pousar na Lua antes de 2022. Queremos […] transportar cargas para lá para garantir que existam recursos para as pessoas que finalmente pousarem na Lua até 2024 (…) Se tudo correr bem, esse é o período de tempo aspiracional”, acrescentou a responsável da Space X, citado pelo portal Tech Crunch.

Shotwell admitiu que o período de tempo é ambicioso, frisando ainda que se tratam de datas “aspiracionais”. Ainda assim, a especialista da Space X vê estas datas “apertadas” como uma excelente fonte de motivação para os seus trabalhadores.

“Elon [Musk] apresenta estes objectivos incrivelmente audaciosos e as pessoas dizem: ‘Nunca farás isso, nunca irá orbitar, nunca terás um foguete real para orbitar (…) Então, francamente, adoro quando dizem que não podemos fazê-lo, porque isso motiva os meus fantásticos 6.500 funcionários a fazê-lo”.

Até o momento, a empresa construiu e testou um veículo de demonstração chamado Starhopper, que consiste apenas na base do veículo e num dos motores Raptor que serão utilizados no novo sistema de lançamento da nave espacial e no reforço Super Heavy.

Depois dos voos bem-sucedidos em baixa altitude com este veículo, a SpaceX montou os seus veículos de teste Mk1 e Mk2 Starship, que representam a escala completa da nave espacial orbital. Antes de avançar para as viagens interplanetárias, serão ainda realizados novos testes de altitude. Só depois é que a Space X vai construir protótipos adicionais para voos orbitais e, finalmente, para voos tripulados com humanos.

A reluzente Nave Estelar de Musk é de aço porque vai “sangrar água”

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Por ZAP
2 Novembro, 2019

 

2920: Depois da explosão de Abril, SpaceX irá fazer um novo teste da Crew Dragon

CIÊNCIA

A SpaceX, empresa de Elon Musk, está a preparar um novo teste com a cápsula Crew Dragon. Depois de ter explodido num episódio anterior, em Abril, desta vez serão postas à prova as melhorias no sistema.

Este veículo espacial será usado em missões que terão como objectivo levar humanos à Estação Espacial Internacional. Capaz de transportar até sete pessoas, será crucial no objectivo de levar humanos até à Lua e Marte nos próximos anos.

Os voos que a SpaceX pretende alcançar são ambiciosos e a empresa está a desenvolver, em todos os seus departamentos, soluções para os concretizar. Um dos objectivos é democratizar e facilitar as viagens para a Estação Espacial Internacional.

A Crew Dragon é essencial nesta ambição. A cápsula espacial tem capacidade para sete pessoas e já demonstrou ser capaz de viajar até à ISS e voltar. Não obstante, um último teste, realizado em Abril, correu bastante mal. Durante testes de segurança, a cápsula explodiu e a SpaceX teve então de rever os seus sistemas de segurança.

Os desenvolvimentos estão concluídos e a própria empresa já partilhou um vídeo no Twitter em que demonstra o avançado sistema de escape da cápsula. Segundo o tweet, esta solução irá garantir a segurança dos tripulantes no caso de ocorrer alguma emergência.

SpaceX @SpaceX

Test of Crew Dragon’s upgraded launch escape system ahead of static fire and in-flight abort tests – altogether we are conducting hundreds of tests to verify the system’s advanced capabilities to carry astronauts to safety in the unlikely event of an emergency

Quanto aos próximos testes, a imprensa internacional já avança mais pormenores. Segundo as últimas informações, será no dia 2 de Novembro que a SpaceX irá realizar um novo teste. O objectivo passará sobretudo por testar estes sistemas de segurança que foram aprimorados e que estiveram em causa na explosão registada em Abril.

Estamos a tentar encontrar casos extremos em que as coisas dão errado. O objectivo de fazer testes não é porque achamos que tudo vai correr bem, mas sim para descobrir o que não vai correr bem. Eu acho que existe um princípio fundamental: certifique-se de que as falhas são descobertas na bancada de testes para não falhar no voo.

| Elon Musk, CEO da SpaceX

Depois do incidente de Abril, que mereceu até um comunicado por parte da empresa, a SpaceX dá agora um novo passo no desenvolvimento da sua cápsula. Numa estreita colaboração com a NASA, é esperado que este veículo seja usado em missões espaciais futuras, tanto particulares como pelos EUA.

Para além da cápsula Crew Dragon, a SpaceX está a trabalhar na Starship

Elon Musk e a SpaceX querem a Starship na órbita da Terra em 6 meses

Elon Musk está agora focado na SpaceX. Esta sua empresa quer conquistar o espaço e permitir ao Homem viajar para outros planetas. O primeiro objectivo é a Lua e para isso tem a Starship … Continue a ler Elon Musk e a SpaceX querem a Starship na órbita da Terra em 6 meses

28 Out 2019
Fonte: CNBC

 

2886: SpaceX quer enviar mais 40.000 satélites para o Espaço

CIÊNCIA

Depois de um primeiro lançamento em meados de maio, a Space X pretende agora colocar mais 30.000 pequenos satélites em órbita, revelam documentos apresentados pela empresa de Elon Musk às autoridades de telecomunicações.

De acordo com a New Scientist, que avança a notícia esta semana, o documentos em causa foram apresentados na semana passada à União Internacional de Telecomunicações, uma agência das Nações Unidas que coordenada o lançamento de satélites.

Os registos mostram que a empresa espacial norte-americana pretende lançar agora 20 conjuntos de 1500 satélites – ao todo, o novo lançamento tem como objectivo enviar 30.000 pequenos satélites para o Espaço, o que é aproximadamente o triplo dos satélites já colocados em órbita até agora.

A Space X tem autorização para colocar quase 1.200 satélites em baixa órbita terrestre. Deste, 60 satélites foram já lançados para o Espaço em maio passado – e fizeram soar os alarmes de vários cientistas. Os especialistas temem que o sistema de satélites interfira nas observações visuais e até na radioastronomia.

“Com tantos satélites [em órbita], é necessário haver uma análise muito, muito próxima, dos riscos de colisão, descarte e reentrada (…) A SpaceX terá aprendido muito com a sua primeira geração de 60 Starlink, mas quanto mais satélites tivermos num determinado volume de espaço, mais abordagens mais teremos”, explicou o especialista Hugh Lewis, da Universidade de Southampton, Reino Unido, ao mesmo portal.

A Space X, por sua vez, sustenta que as “constelações” de satélites servirão ara oferecer Internet de banda larga para todos os cantos do mundo a partir da órbita baixa da Terra, podendo também ser utilizadas para levar a cabo observações do nosso planeta.

De acordo com a empresa espacial, o risco de criar detritos orbitas ao longo prazo é baixo porque a atmosfera é espessa o suficiente para arrastar os satélites ou pedaços de lixo espacial para uma determinara zona onde estes irão queimar-se.

Além disso, a Space X está a produzir satélites de cor preta, visando reduzir o seu impacto nas observações astronómicas, uma das preocupações levantadas pela comunidade científica aquando o primeiro lançamento.

Dando conta que a procura por uma Internet mais rápida e confiável está a aumentar, a Space X explica ainda à New Scientist que “está a tomar medidas para escalar de forma responsável a capacidade total da rede e a densidade de dados da Starlink para dar resposta ao crescimento das necessidades que os utilizadores terão no futuro”.

ZAP //Por ZAP
23 Outubro, 2019

 

2828: Elon Musk quer enviar passageiros para o Espaço já no próximo ano

CIÊNCIA

oninnovation / Flickr

O bilionário Elon Musk, também fundador da fabricante de automóveis eléctricos Tesla, fez um anúncio surpreendente: quer que pôr passageiros no Espaço já em 2020.

“Isto pode soar totalmente louco, mas queremos tentar entrar em órbita em menos de seis meses”, anunciou o empresário, de acordo com a Visão.

Elon Musk fundou a SpaceX com o objectivo de facilitar a colonização de Marte, já que acredita que a sobrevivência do ser humano depende da exploração de outros planetas.

A nave espacial Starship será fundamental para a concretização dos seus intentos. É tão poderosa como o foguetão Saturn 5, que levou os astronautas da agência espacial americana (NASA) à lua há 50 anos. No entanto, ao contrário da Apollo, a Starship é totalmente reutilizável.

De acordo com os cientistas da SpaceX, a versão de transporte da carga da Starship poderá estar operacional em 2021, mas o CEO da empresa acredita que o prazo poderá ser antecipado já para o próximo ano. Musk acredita mesmo que poderá ser possível transportar os primeiros passageiros para o espaço em 2020.

Perante o anúncio de Musk, o administrador da agência espacial americana, Jim Bridenstine, lembrou a SpaceX do atraso no desenvolvimento da cápsula Crew Dragon, que deverá transportar astronautas da NASA até à Estação Espacial Internacional.

A relação entre ambas as organizações tem-se estado tensa. A SpaceX queixa-se dos procedimentos que considera demasiados meticulosos da NASA, enquanto a agência teme que a obsessão com Marte distraia a empresa dos seus demais compromissos.

Musk garantiu que se não fossem as verificações da NASA poderiam entrar em órbita muito mais cedo. O administrador da agência espacial americana duvida dos prazos estabelecidos pelo empresário e afirmou não estar disposto a facilitar os processos de verificação, o que levaria a riscos desnecessário.

Os contínuos atrasos da SpaceX e da Boeing – outra das empresas contratadas pela NASA para a construção de naves de transporte – implica que a agência americana continue dependente dos russos para conseguir chegar à Estação Espacial Internacional.

No passado, Musk chegou a afirmar que a Tesla seria capaz de desenvolver automóveis totalmente autónomos até 2017 – o que ainda não aconteceu.

ZAP //

Por ZAP
13 Outubro, 2019

 

2743: Elon Musk divulga as primeiras imagens da nave que quer enviar para Marte

TECNOLOGIA

O foguetão, com capacidade para cerca de uma centena de passageiros, deverá descolar pela primeira vez dentro de um a dois meses. Pode atingir os 65 mil pés – 20 quilómetros – e tem como objectivo fazer viagens a Marte, à Lua e a outros locais do sistema solar.

Starship
© Twitter Space X

A Space X, a empresa do multimilionário Elon Musk, divulgou as primeiras imagens da nave espacial (Starship) que quer enviar para Marte, para a lua ou outros pontos do sistema solar com seres humanos.

A primeira montagem da Starship está terminada e a nave deverá partir dentro de um a dois meses, segundo o Elon Musk (46 anos), que apresentou as imagens do projecto na madrugada de domingo em directo das instalações da Space X, no Texas, Estados Unidos.

Starship serves as a large, long-duration spacecraft capable of carrying passengers or cargo to Earth orbit, planetary destinations, and between destinations on Earth

“O Starship vai ser o foguetão mais poderoso da história, com a capacidade de levar humanos à lua, a Marte e mais além”, disse o empresário.

A nave, que tem capacidade para transportar cerca de 100 pessoas, deverá atingir os 65 mil pés, cerca de 20 quilómetros, e depois regressar a Terra. Sobre a forma como o foguetão aterrará, Musk indicou que será “como um para-quedas em queda livre” e que ao contrário de um avião deverá ter o máximo de resistência possível e menos sustentação.

“A massa da nave – sem combustível – é de aproximadamente 120 toneladas”, referiu Musk, acrescentando que a nave é “completamente reutilizável”.

@SpaceX

Ultimately, Starship will carry as many as 100 people on long-duration, interplanetary flights

Elon Musk tem expresado vontade de construir bases na Lua ou em Marte. Segundo o multimilionário, esta pode ser a forma de garantir a sobrevivência da raça humana e, assim, promover a sua regeneração na Terra no caso de uma terceira guerra mundial. “Queremos garantir que o Homem permaneça noutro lugar (para além da Terra) como uma semente da civilização humana, para que possa trazer de volta a civilização e talvez diminuir a duração da idade das trevas”, afirmou em Março.

A primeira vez que a Space X lançou um foguetão para a órbita terrestre foi há 11 anos. Desde então, a empresa concluiu 78 lançamentos espaciais.

11 years ago today, we launched our first successful mission. To date, we’ve completed 78 launches and have developed the world’s only operational reusable orbital class rockets and spacecraft—capable of launching to space, returning to Earth, and flying again

Diário de Notícias
30 Setembro 2019 — 08:52

 

 

2739: Elon Musk não acredita que existam extraterrestres na Área 51

EXTRATERRESTRES

tedconference/ Flickr
Elon Musk, CEO da Tesla e SpaceX

O CEO da Tesla e da Space X, Elon Musk, revelou este sábado que não acredita que existam extraterrestres na Área 51, uma zona militar onde as forças armadas dos Estados Unidos alegadamente guardam provas de vida alienígena.

A revelação do multimilionário norte-americano foi feita este sábado, quando Elon Musk apresentava as últimas actualizações do seu veículo interplanetário reutilizável, a Starship, destinado a transportar cargas e pessoas para a Lua e Marte.

Falando da possibilidade de existir vida em outros planetas, o fundador e CEO da SpaceX disse que não viu “nenhum sinal de alienígenas”, enfatizando que os seres humanos são a única espécie consciente plenamente conhecida até agora.

“Até onde sabemos, somos a única consciência, ou seja, a única vida que existe. Poderia haver outras formas vidas, embora não tenhamos visto nenhum sinal disso”, afirmou.

Musk revelou que é frequentemente questionado sobre se acredita que existem alienígenas escondidos na Área 51. O multimilionário descarta as teorias da conspiração: no seu entender, estas ideias apenas servem propósitos económicos. “É a forma maior e mais de aumentar os fundos para a Defesa” dos Estados Unidos.

“A realidade é que, até onde sabemos, este é o único lugar, pelo menos nesta parte da galáxia ou na Via Láctea, onde há consciência, e demoramos muito tempo para chegar a esse ponto”, destaca ainda durante apresentação.

ZAP //

Por ZAP
29 Setembro, 2019

 

2737: O que vai a SpaceX e Elon Musk apresentar ao Mundo? Venha assistir à apresentação

TECNOLOGIA

A SpaceX está numa fase de elevada produção. Depois de ter colocado na órbita da terra os primeiros satélites da Starlink, avançou em força para o Starship Mk1 e tudo o que esta nova nave envolve.

Com a sua construção terminada, prepara-se iniciar os testes que a vão comprovar como uma alternativa. É neste momento positivo para a empresa que Elon Musk vem a público falar. Vem decerto apresentar os próximos planos para esta missão, que poderá levar o Homem a Marte.

Elon Musk vai apresentar ao mundo a sua visão

É ainda muito cedo para saber como e quando a SpaceX vai iniciar os seus voos na Starship. Este é apenas o primeiro protótipo funcional desta nave, que está a ser preparada. Servirá de ponto de partida para tudo o que vier a ser construído no futuro.

Por agora a Starship Mk1 está pronta e os seus actuais 3 motores Raptor, que vão depois ser 6, estão prontos a ser colocados em funcionamento. Os primeiros testes vão levantar esta nave até aos 20 km de altitude, simulando todos os procedimentos necessários.

@SpaceX

Starship at our launch facility in Cameron County, Texas. Watch as @elonmusk gives an update on the vehicle today at ~7:00 p.m. CDT → http://spacex.com/webcast 

Quais as novidades da SpaceX para a Starship?

Será mais tarde, em 2022, que a SpaceX deverá iniciar o serviço comercial desta nave. Espera-se uma primeira viagem à volta da lua em 2023, com passageiros. Dai em diante o espaço será o limite e pode bem ser o início das viagens periódicas a Marte.

Não se sabe muito sobre a apresentação que Elon Musk irá fazer hoje. Deverá ser focada neste novo passo e mostrar o que são os planos da empresa para o futuro. Pode bem ser revelado o calendário para os próximos testes e como se vão realizar.

Estamos longe de Marte, mas a corrida já começou

Acompanhe ao vivo este evento e descubra tudo o que está pensado por Elon Musk e a SpaceX para o futuro. O plano final já se conhece, a chegada a Marte, mas como o caminho vai ser feito, ainda é uma incógnita.

É por isso com muita expectativa que se espera o que está para ser anunciado neste evento. Há muitas possibilidades e, como se sabe, Elon Musk gosta de prometer o impossível. A apresentação esteve marcada para as 01:00 de Lisboa, mas foi re-agendada para as 02:00. Esperamos que a mesma aconteça.

SpaceX acabou de montar a nave Starship Mk1 que nos levará um dia até Marte

A viagem que vai levar o homem a Marte já arrancou há vários anos. Muitas empresas estão a competir na corrida ao espaço e sem dúvida que a SpaceX é de todas a que … Continue a ler SpaceX acabou de montar a nave Starship Mk1 que nos levará um dia até Marte

 

2573: Space X recusou mover satélite da Starlink que ia colidir com um outro da ESA

CIÊNCIA

ESA

A Agência Espacial Europeia (ESA) teve que desviar um dos seus satélites meteorológicos para impedir que este colidisse com um outro satélite da Space X. A empresa do multimilionário Elon Musk recusou fazê-lo.

Através do Twitter, a ESA dá conta que o desvio ocorreu na segunda-feira. Em causa estava uma eventual a colisão entre um dos seus satélites e um outro da Space X, que faz parte da “mega-constelação” Starlink, também conhecida como “comboio de satélites”.

“Pela primeira vez, a ESA fez uma manobra para evitar a colisão de um dos nossos satélites com uma ‘mega-constelação’” de satélites da SpaceX, escreveu a ESA.

A agência precisou que a sua equipa de cientistas considerou necessário disparar as hélices do satélite de observação terrestre Aeolus para aumentar a sua altitude, evitando assim a colisão com um dos satélites da empresa de Elon Musk.

Depois de “passar por cima” da Starlink, o satélite voltou à sua trajectória habitual.

Segundo a ESA, citada pelo Público, a SpaceX recusou-se a mover o seu satélite. O jornal tentou, sem sucesso, contactar a ESA e a empresa para obter mais informações.

A ESA recordou que “é muito raro” realizar este tipo de manobras, uma vez que estas são normalmente levadas a cabo para desviar satélites que não estão mais operacionais ou para desviar fragmentos de colisões anteriores. Em 2018, a ESA fez 28 destas manobras manuais para evitar colisões com a sua própria frota de satélites.

The manoeuvre took place about 1/2 an orbit before the potential collision. Not long after the collision was expected, #Aeolus called home as usual to send back its science data – proving the manoeuvre was successful and a collision was indeed avoided

ESA Operations

@esaoperations

It is very rare to perform collision avoidance manoeuvres with active satellites. The vast majority of ESA avoidance manoeuvres are the result of dead satellites or fragments from previous collisions#SpaceDebris

A organização espacial revelou ainda que está a preparar um mecanismo para prevenir estas situações recorrendo a Inteligência Artificial. O objectivo passa por proteger a “sua infra-estrutura espacial” que enfrenta agora mais perigos devido ao aumento do número de satélites em órbita da Starlink.

A “constelação” de Musk foi lançada em maio passado, quando o satélite da ESA já estava em órbita há meses. Contudo, recorda o responsável pelo departamento de resíduos espaciais da ESA, Holger Krag, “não há regras no Espaço”.

“Ninguém fez nada de mal. Não há uma regra que diz que alguém aqui estava primeiro. O espaço não está organizado e acreditamos que precisamos de tecnologia para monitorizar este tráfego”, disse, citado pela Forbes.

A Starlink, que é composta por 60 satélites, foi contestada por vários cientistas na altura em que foi lançada. O astrónomo Alex Parker, que mostrou o seu descontentamento através da sua conta pessoal no Twitter, acredita que, a longo prazo, podem ser vistos mais satélites Starlink a olho nu no céu do que estrelas.

ZAP //

Por ZAP
3 Setembro, 2019

 

2557: Elon Musk tem uma nova ideia para tornar Marte habitável

Bret Hartman, TED / Flickr
Elon Musk, CEO da Tesla e SpaceX

O multimilionário norte-americano Elon Musk tem uma nova ideia para tornar Marte habitável: instalar milhares de satélites solares reflectores para aquecer o Planeta Vermelho, revelou o também CEO da Space X e Tesla no Twitter.

Musk não revelou muito sobre a sua ideia, mas o mas o CNET avança que o projecto dos satélites solares está de alguma forma relacionado com o trabalho realizado pelo cientista Rigel Woida, da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos.

Em 2006, Woida foi premiado pela NASA por estudar o “uso de grandes espelhos orbitais leves e de grande abertura para ‘terraformar’ uma área de superfície marciana para que os humanos pudessem colonizar o Planeta Vermelho de forma acessível”.

Tal como recorda o portal, tornar Marte mais habitável para humanos é um sonho antigo da ficção científica. O planeta pode ficar extremamente frio, exigindo investimentos significativos em habitats seguros, bem como em roupas espaciais desenhadas para enfrentar temperaturas extremas.

Na base da ideia de Musk estará o conceito de reflector. Em 2007, Woida publicou um relatório detalhando como é que um sistema deste poderia funcionar. A ideia do cientista passava por colocar uma série de satélites em órbita que reflectissem estrategicamente o calor do sol na superfície de Marte.

Agora, a ideia de Musk pode ser semelhante a de Woida.

“Pode fazer sentido ter milhares de satélites reflectores solares para aquecer Martes versus sóis artificiais”, escreveu o multimilionário, dando conta, contudo, que a melhor ideia está ainda “a ser determinada”.

Musk aproveitou ainda para esclarecer outra das suas ideias antigas para Marte, o Nuke Mars, que seriam uma espécie de explosões nucleares no Planeta Vermelho.

Nuke Mars refere-se a “um fluxo contínuo de explosões de fusão nuclear muito baixas sobre a atmosfera [de Marte] para criar sóis artificiais. Tal como acontece com o nosso Sol, estas explosões não fariam com que Marte se tornasse radioactivo”, assegurou.

Quando apresentada por Musk, esta ideia mais antiga gerou alguma controvérsia entre a comunidade científica. O multimilionário sugeriu criar um efeito estufa no Planeta Vermelho por meio de explosões nucleares, para que se gerasse uma quantidade suficiente do oxigénio e os humanos pudesse caminhar pela superfície do planeta sem trajes espaciais, tal como recorda a Sputnik News.

Contudo, alguns cientistas defenderam que estas explosões poderiam gerar nuvens na atmosfera marciana que, por sua vez, iria bloquear a luz do Sol, tornando-o mais frio. Ou seja, a ideia de Musk poderia ter o efeito contrário ao desejado.

A nova ideia pode, no entanto, não ser suficiente para tornar Marte “hospitaleiro” para futuros colonos no planeta. Em 2018, a NASA publicou um estudo no qual apontava que a transformação do meio marciano inóspito num lugar onde astronautas poderiam trabalhar sem suporte vital não é possível recorrendo às tecnologias modernas.

De acordo com um dos autores da investigação, Bruce Jakosky, da Universidade de Colorado, nos Estados Unidos, “não existe dióxido de carbono suficiente” para gerar um aquecimento significativo através do efeito estufa. “A maioria do dióxido de carbono não é acessível e não seria fácil mobilizá-lo”, defendeu.

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31 Agosto, 2019

 

2475: Elon Musk quer largar bombas nucleares em Marte

Elon Musk quer bombardear o “planeta vermelho” para torná-lo habitável para a raça humana. Pode parecer contraditório, mas a ideia do fundador da Tesla e da SpaceX até poderia resultar.

Bombardear Marte para tornar o planeta habitável para humanos. Sim, é esta a solução de Elon Musk, que já tinha sido mencionada anteriormente pelo empresário americano, e que voltou à tona após tweets publicados na sexta-feira passada.

Nuke Mars!

Elon Musk @elonmusk

T-shirt soon

 

Bombardeiem Marte!“, escreveu Musk. “T-shirt disponível em breve”, acrescentou, prometendo uma espécie de merchandising relativo à ideia.

Não se sabe até que ponto é que Elon Musk está a falar a sério, mas algumas das suas mais disparatadas ideias anteriores  — veja-se o hyperloop, o lança-chamas pessoal, e para começar, um famoso “super-desportivo eléctrico com autonomia para 500km” que há 10 anos parecia ficção — acabaram mesmo por se tornar realidade.

E a verdade é que a ideia não é completamente disparatada. O uso de bombas nucleares em Marte, dizem alguns especialistas, poderia fundir as calotas polares do planeta e libertar grandes quantidades de dióxido de carbono para a atmosfera.

Isto permitiria criar uma espécie de efeito de estufa, que acabaria por aumentar a temperatura e a pressão atmosférica do planeta. Teoricamente, estas condições tornariam o planeta habitável para seres humanos.

Em 2015, Musk esteve no talk show americano “The Late Show with Stephen Colbert”, onde abordou a sua ideia de colonizar Marte.

Durante a entrevista, o CEO da SpaceX disse que havia duas formas de aumentar a temperatura do planeta: uma rápida e uma lenta. Desafiado a falar sobre a alternativa mais célere, Musk falou em bombardear Marte com armas nucleares.

Em Novembro do ano passado, Musk disse que havia uma probabilidade de 70% de ir viver para Marte. Além disso, disse que bilhetes para uma viagem ao planeta podem estar disponíveis daqui a sensivelmente seis anos, por “alguns milhares de dólares”.

Confrontado com a hipótese de a mudança para Marte ser um refúgio dos ricos para os problemas da Terra, o norte-americano de 47 anos, respondeu que não achava que seria, uma vez que há uma maior probabilidade de morrer em Marte.

A probabilidade de morrer em Marte é muito maior do que na Terra“. Se aterrar, quer “trabalhar sem pausas para construir a base. Não haverá muito tempo para lazer. E mesmo depois de fazer tudo isto, será um ambiente muito difícil. Portanto haverá uma boa hipótese de morrer”, acrescenta.

Entretanto, Elon Musk continua a gostar de se manter fiel às suas promessas. Aqui estão as prometidas t-shirts “Nuke Mars”.

Elon Musk

@elonmusk

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19 Agosto, 2019

 

2250: NASA lança relógio atómico tão preciso que só atrasa 1 segundo a cada 10 milhões de anos

CIÊNCIA

NASA

A Space X, empresa do multimilionário Elon Musk, lançou esta terça-feira para o Espaço o seu maior foguete, o Falcon Heavy.

O foguete, que foi lançado a partir da Florida, nos Estados Unidos, levou a bordo 24 satélites pertencentes ao Pentágono, à agência espacial norte-americana (NASA), bem como a outros clientes públicos e privados.

Entre os satélites que seguiram viagem rumo ao Espaço, destaca-se um da NASA que carrega um relógio atómico, um instrumento extremamente preciso que pode mudar a forma como as naves espaciais viajam e até mesmo a forma como os astronautas serão enviados até Marte (ou para lá do Planeta Vermelho).

Construído pelo Laboratório de Propulsão a Jacto da NASA, no estado norte-americano da Califórnia, o Deep Space Atomic Clock tem apenas o tamanho de uma torradeira, mas é tão preciso que leva 10 milhões de anos para se atrasar um segundo.

O relógio é feito de cristais de quartzo e átomos de mercúrio, uma combinação que lhe permite uma margem de erro temporal de apenas um nano-segundo a cada quatro dias, um micro-segundo ao fim de 10 anos e um segundo ao fim de 10 milhões de anos.

Instalado no satélite Orbital Test Bed, este relógio atómico permanecerá em órbita baixa da Terra durante um ano, visando estar preparado para futuras missões noutros mundos. Se tudo correr bem, o instrumento será utilizado em missões tripuladas pelo Espaço.

Na prática, o instrumento recém-lançado representa uma importante actualizações dos relógios atómicos dos satélites convencionais que, por exemplo, permitem o funcionamento dos GPS e dos smartphones.

Para determinar a distância de uma nave à Terra, os cientistas enviam um sinal para a própria nave, que retorna depois para a Terra. O tempo necessário para o sinal fazer esta viagem de ida e volta revela a distância do navio, porque o sinal viaja a uma velocidade conhecida, a velocidade da luz, tal como explica o jornal espanhol ABC.

Ao enviar vários sinais e realizar muitas medições ao longo do tempo, os navegadores podem calcular a trajectória do navio: onde é que está e para onde é que está a ir. Contudo, quanto mais uma nave viaja, maior é o tempo para se dar a comunicação, o que implica alguns problemas para a exploração do Sistema Solar.

E é exactamente aqui que o novo relógio pode ser importante: o instrumento muda drasticamente o processo habitual, permitindo que os astronautas saibam onde estão de forma mais autónoma, isto é, sem terem a necessidade de enviarem sinais para a Terra. Ou seja, o relógio permitirá receber um sinal da Terra e determinar sua localização imediatamente usando um sistema de navegação integrado.

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29 Junho, 2019

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2233: Elon Musk alerta: Civilização pode colapsar daqui a 30 anos

Bret Hartman, TED / Flickr

De acordo com Elon Musk, uma “bomba populacional” vai surgir nas próximas décadas, quando uma população mundial cada vez mais idosa chocar com a queda das taxas de natalidade em todo o mundo.

Esta não é a primeira vez que Musk falou sobre um colapso mundial na população humana, relata o Business Insider, mas agora está a elaborar a sua teoria, dizendo que vamos começar a ver os efeitos mais terríveis em 2050.

O empresário Elon Musk abordou a temática pela primeira vez há dois anos, em 2017, quando respondeu à revista New Scientist no Twitter. “A população mundial está a acelerar em direcção ao colapso, mas poucos parecem notar ou importar-se”, escreveu o empresário à época, acrescentando que esta “bomba” iria explodir em 2076.

Agora, Musk regressou à ideia de uma bomba populacional na sexta-feira, respondendo no Twitter a uma publicação sobre superpopulação global, que projectava que a população global cresceria em cerca de 1,6 mil milhões em 2050, para argumentar que o envelhecimento e uma brecha entre a demografia seria um problema maior até 2050.

World of Engineering @engineers_feed

1950 (historical) world population – 2,556,000,053

Current world population – 7,712,343,478

2050 (projected) world population – 9,346,399,468

Elon Musk

@elonmusk

Real issue will an aging & declining world population by 2050, *not* overpopulation. Randers estimate far more accurate than UN imo: https://en.m.wikipedia.org/wiki/Projections_of_population_growth 

Musk citou Jørgen Randers, um académico norueguês que, no seu livro de 2012 “2052: Uma Previsão Global para os Próximos Quarenta Anos” disse que a população humana começaria a diminuir por volta de 2040.

Porém, a ideia não é universalmente aceite. O relatório das Nações Unidas sobre População Mundial de 2019 estimou que a população da Terra poderia chegar a 9,7 mil milhões em 2050. No entanto, também concluiu que a população mundial está a crescer a uma taxa de desaceleração e observou o “envelhecimento sem precedentes da população mundial”.

Musk considera que a população mundial começará a parecer-se com uma pirâmide invertida nas próximas três décadas. “A demografia, estratificada pela idade, parece uma pirâmide de cabeça para baixo com muitos idosos e menos jovens”, escreveu.

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26 Junho, 2019

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2078: “Comboio” de satélites da Space X de Musk deixa astrónomos furiosos

CIÊNCIA

Vários astrónomos consideraram que a constelação de 60 satélites Starlink, lançada com sucesso na quinta-feira pela Space X de Elon Musk, podem ser prejudicais para a Ciência, podendo mesmo “arruinar” o céu de todo o planeta.  

Tal como noticia o portal Science Alert, os especialistas temem que o sistema de satélites recém-lançado interfira nas observações visuais e até na radioastronomia.

O astrónomo Alex Parker, que mostrou o seu descontentamento através da sua conta pessoal no Twitter, acredita que, a longo prazo, podem ser vistos mais satélites Starlink a olho nu no céu do que estrelas.

“Sei que as pessoas estão animadas com as imagens do ‘comboio’ de satélites Starlink da Space X (…) [Os satélites] são brilhantes, e haverá muitos deles. Se a SpaceX lançar os 12.000, os satélites superarão as estrelas visíveis a olho nu”

Por sua vez, Jonathan McDowell e outros cientistas temem que estes satélites de comunicação são brilhantes o suficiente para perturbar os trabalhos dos astrónomos. Starlink e outras mega-constelações arruinariam o céu para todos os que vivem no planeta”, advertiu Ronald Drimmel, especialista citado pela revista Forbes.

E acrescentou: “A tragédia potencial de uma mega constelação como a Starlink é que, para o resto da Humanidade, mudará a aparência do céu nocturno”.

Alan Duffy, em declarações ao Science Alert, traçou um cenário menos prejudicial, alertando, contudo, que estes lançamentos podem implicar “perdas para a Humanidade”. “Os satélites actuais são um problema, mas os astrónomos desenvolveram técnicas inteligentes para removê-los”, começou por explicar.

“Uma constelação completa de satélites Starlink provavelmente significará o fim dos telescópios de rádio baseados na Terra que são capazes de rastrear os céus, procurando objectos de rádio fracos (…) Os enormes benefícios da cobertura global da Internet superam o custo para os astrónomos, mas a perda do céu do rádio é um custo para a Humanidade, à medida que perdemos a nossa herança colectiva para ver o brilho do Big Bang ou o brilho da formação de estrelas a partir da Terra”.

Elon Musk, multimilionário e CEO da Space X, reagiu ao coro de críticas através do Twitter, explicando que a Starlink não afectará as observações espaciais, dando conta que “ajudar mil milhões de pessoas economicamente desfavorecidas é um bem maior”.

Fraser Cain @fcain

If they help billions of people in remote locations inexpensively access the internet, it’s a price I’d be willing to pay.

Elon Musk @elonmusk

Exactly, potentially helping billions of economically disadvantaged people is the greater good. That said, we’ll make sure Starlink has no material effect on discoveries in astronomy. We care a great deal about science.

Musk garantiu que vai assegurar que a constelação de satélites não afecte a pesquisa científica, até porque, enfatizou, “a Ciência é muito importante“.

Após o lançamento do conjunto de satélites artificiais, o astrónomo amador holandês Marco Langbroek conseguiu capturar em vídeo como é que estes cruzaram o céu nocturno a alta velocidade, movendo-se simultaneamente e com muito pouco espaço entre cada um. O autor da gravação comparou as imagens com um “comboio”, uma vez que as luzes dos satélites se assemelham às janelas dos vagões no escuro.

O objectivo do Musk passa por criar uma constelação de 12.000 satélites para oferecer Internet de banda larga para todos os cantos do mundo a partir da órbita baixa da Terra.

De acordo com o portal de astronomia Space.com, os satélites não são suficientemente brilhantes para serem visíveis a olho nu e, à medida que vão continuar a dispersar, devem ficar ligeiramente mais escuros.

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30 Maio, 2019


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2062: Astrónomo captou vídeo espectacular da passagem dos 60 satélites Starlink no céu

CIÊNCIA

Há dois dias, a SpaceX colocou no espaço os primeiros 60 satélites da rede Starlink. Conforme foi avançado, a rede, que irá fornecer Internet a locais remotos, será composta por 12 mil. Depois do seu lançamento com sucesso, um astrónomo holandês captou imagens de vídeo mostrando uma sequência dos 60 satélites Starlink.

O vídeo mostra o “comboio” da Starlink a acelerar em linha recta enquanto orbitam ao redor da Terra.

Satélites Starlink já gravitam a Terra

Um impressionante vídeo gravado por um astrónomo holandês captou uma série de aproximadamente 60 unidades Starlink a cruzar pelo céu nocturno, um dia depois de serem lançados em órbita.

Surpreendentemente, podemos ver uma espécie de comboio de satélites alinhados em órbita da Terra.

Elon Musk @elonmusk

First 60 @SpaceX Starlink satellites loaded into Falcon fairing. Tight fit.

Órbita estava a ser vigiada pelos astrónomos amadores

O astrónomo Marco Langbroek escreveu um post no seu blog que dava informações de onde deveriam ser procurados os satélites em órbita. Assim, este aficionado pela astronomia, descobriu quando e onde iriam passar. Desta forma, quando entrassem na área visível, estes seriam captados pela sua câmara.

Segundo o que foi disponibilizado por Langbroek, os dispositivos espaciais apareceram três minutos mais cedo do que era esperado.

Começou com dois objectos fracos e cintilantes a mover-se para o campo de visão. Então, algumas dezenas de segundos depois, o meu queixo caiu quando o ‘comboio’ entrou no campo de visão. Eu não pude deixar de gritar ‘OAAAAAH !!!!’ (seguido por alguns palavrões…).

Exclamou Langbroek.

Estes são ainda uma parte pequena do que será uma rede global de dispositivos espaciais para fornecer Internet. O projecto só deverá estar concluído no ano 2027.

pplware
Vitor M.
26 Mai 2019


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1995: Assista aqui ao lançamento do Falcon 9 da SpaceX com os primeiros satélites da Starlink

Actualização 2 (04:00): O lançamento foi adiado para amanhã à mesma hora

Actualização 1 (03:30): Adiado para as 04:00

A SpaceX prometeu revolucionar as viagens espaciais e a forma como colocamos pessoas e carga no espaço. Os seus feitos são já únicos, como temos visto nos últimos meses, e está provada a sua forma de trabalhar.

Agora, a empresa vai realizar mais uma viagem, que colocará em órbita os primeiros 60 satélites da rede Starlink. É às 03:30 de Portugal e pode assistir aqui a este lançamento.

Elon Musk já tinha mostrado esta semana mais informações sobre a rede de satélites Starlink. Esta quer democratizar o acesso à Internet e trazer esta rede a locais remotos do planeta.

Para isso irá contar com uma rede de satélites que foram já apresentados. Os primeiros satélites vão agora ser colocados na órbita terrestre, sendo usado para isso um Falcon 9 da SpaceX.

Espera-se que este lançamento seja feito às 03:30, hora de Portugal continental, tendo a equipa da SpaceX uma janela de hora e meia para esse voo. Tudo aponta para que seja dentro de minutos que este lançamento ocorra.

Actualização 1: Adiado para as 04:00. Elon Musk já veio a público, via Twitter, garantir que o lançamento acontecerá, mas que foi adiado para as 04:00 de Portugal.

SpaceX @SpaceX

New T-0 of 11:00 p.m. EDT—Falcon 9 and Starlink continue to look good for today’s launch

Resta assim aguardar por esta nova janela de tempo para assistirmos ao lançamento do Falcon 9 da SpaceX com os 60 satélites da Starlink rumo ao espaço.

Actualização 2: Devido a problemas com o vento, o lançamento do Falcon 9 acabou por ser adiado por 24 horas.

Amanhã, à mesma hora, a SpaceX vai tentar novamente colocar os 60 satélites da Starlink em órbita.

Em Fevereiro a SpaceX já tinha lançado dois satélites ao espaço: eram eles o Tintin A e Tintin B. A ideia era exactamente testar a tecnologia da rede Starlink, usando para isso esses equipamentos de teste.

O objectivo final da SpaceX é colocar na órbita baixa da Terra quase 12.000 satélites Starlink. Este processo deverá acontecer até 2027, fornecendo acesso à Internet de alta velocidade a áreas do planeta onde a banda larga é rara, irregular ou inexistente.

Este primeiro lançamento é apenas uma pequena parte de um longo processo, de acordo com o planeado pela empresa.

pplware
16 MAI 2019



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1972: SpaceX: Elon Musk mostra os primeiros satélites da Internet prontos para lançamento

E se em todo o mundo, em qualquer lugar, tivéssemos acesso à Internet com boa qualidade e bom preço? Na verdade, estamos a falar em algo concreto que irá em breve para o Espaço para “vender” Internet por satélite. Pelo menos é assim que a SpaceX pensa e Elon Musk mostra.

A SpaceX irá lançar os seus satélites de Internet já no próximo dia 14 ou 15 de Maio.

Frota de satélites Starlink está pronta

Além de tudo o que Musk tem feito ao nível terrestre, também o tem pensado ao nível espacial. Assim, como já foi avançado há algum tempo, os satélites Starlink da SpaceX irão ser lançados em órbita para abrir um “mundo novo”.

Elon Musk publicou uma foto (abaixo) dos primeiros 60 satélites de produção empacotados na área de carga de um foguete Falcon 9 antes do seu lançamento agendado para esta semana. Tal como podemos ver, o invólucro está cheio de dispositivos que mais parecem “lâminas”.

Segundo Musk, estes satélites têm uma forma achatada e não terão um invólucro dispensador como já em tempos foi veiculado. Além disso, o responsável da SpaceX referiu também que o dia não está ainda definido, mas conta que no dia 14 ou 15 de Maio, ocorra o lançamento.

Ver imagem no TwitterVer imagem no Twitter

Elon Musk

@elonmusk

First 60 @SpaceX Starlink satellites loaded into Falcon fairing. Tight fit.

Poderá não correr bem, alerta Elon Musk!

O responsável pelo projecto também alertou que “muito provavelmente vai correr mal” nesta primeira implantação. Desse modo, os seguintes lançamentos semelhantes permitirão obter uma cobertura “menor” de banda larga e o dobro para “moderada”.

O objectivo final da SpaceX é colocar quase 11.000 satélites Starlink em órbita baixa da Terra. Isto deverá acontecer até meados de 2020, fornecendo acesso à Internet de alta velocidade a áreas do planeta onde a banda larga é rara, irregular ou inexistente. Este primeiro lançamento é apenas uma pequena parte de um longo processo, de acordo com o planeado.

pplware

Imagem: Twitter Elon Muk
Fonte: Twitter Elon Muk

1968: Nave da SpaceX explodiu num misterioso acidente (mas não se sabe porquê)

SpaceX / Flickr

A SpaceX confirmou que um dos seus foguetões explodiu num misterioso acidente – mas não revelou o que aconteceu especificamente.

A empresa e sua principal cliente, a NASA, passaram as duas semanas desde a explosão da nova cápsula a dizer pouco sobre o que aconteceu. A NASA espera contar com a nave para transportar astronautas para o espaço no futuro e o seu sucesso é vital para o programa espacial. Mas não revelou quase nada sobre o que exactamente o que ocorreu de errado.

Hans Koenigsmann, vice-presidente de confiabilidade de voo da SpaceX, admitiu, de acordo com o The Independent, que houve uma “anomalia”. Mas a empresa continuou de boca fechada sobre os detalhes do problema.

O acidente de 20 de Abril ocorreu numa zona de pouso na Estação da Força Aérea de Cabo Canaveral, enquanto a SpaceX realizava um teste de propulsores de emergência projectados para impulsionar a cápsula em caso de falha no lançamento.

Uma tentativa de testar os oito motores SuperDraco provocou o acidente, demolindo o veículo inteiro num stand de testes, disse Koenigsmann a jornalistas no Centro Espacial Kennedy, da NASA.

“Pouco antes, antes de querermos lançar o SuperDraco, houve uma anomalia e o veículo foi destruído”, disse Koenigsmann. “Não houve feridos. A SpaceX tomou todas as medidas de segurança antes do teste como sempre faz.”

A conferência de imprensa foi convocada antes do lançamento, na sexta-feira, de uma missão não-tripulada de reabastecimento para a estação espacial internacional usando uma cápsula de carga construída pela SpaceX, a empresa privada de foguetes Elon Musk.

Koenigsmann recusou-se a caracterizar a natureza do acidente, incluindo se uma explosão ou incêndio estava envolvido. A NASA também hesitou em descrever o acidente.

Um vídeo do acidente mostrou a cápsula a explodir em pedaços. Um manto de fumo também foi observado a subir sobre a plataforma de lançamento à distância no momento do teste.

O Crew Dragon tinha sido programado para transportar os astronautas americanos Bob Behnken e Doug Hurley para a Estação Espacial Internacional numa missão de testes em Julho, embora o recente acidente, assim como alguns outros problemas no projecto do veículo, possam empurrar o evento para o final do ano ou até para 2020.

O veículo destruído foi uma das seis cápsulas construídas ou em produção final pela SpaceX e a primeira levada para o espaço. Um foguete SpaceX Falcon 9 lançou-o sem tripulação para a estação espacial em Março para uma visita de seis dias antes de regressar à Terra, mergulhando com segurança no Atlântico para recuperação.

A NASA concedeu 6,8 mil milhões de dólares à SpaceX e à concorrente Boeing Co para desenvolver sistemas separados de cápsulas para levar os astronautas para o espaço, mas ambas as empresas enfrentaram desafios e atrasos técnicos.

ZAP //

Por ZAP
13 Maio, 2019


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