4428: Astronautas da EEI vão ter uma nova sanita espacial

CIÊNCIA/HIGIENE/EEI/NASA

(cv) Nasa
Nova sanita espacial da NASA

A primeira sanita espacial da NASA é feita de titânico e custou 23 milhões de dólares à agência americana. Melhor adaptada a mulheres, vai ser testada na Estação Espacial Internacional, antes de rumar à Lua.

“Vamos ter uma nova sanita a bordo da Estação Espacial Internacional, que vai ser um bocadinho mais fácil de usar, tanto para os homens como para as mulheres”, disse Jessica Meir, astronauta da NASA que passou recentemente 205 dias a bordo da EEI.

Com menos de 45 quilogramas e apenas 71 centímetros de altura – o seu tamanho é mais reduzido para caber na nave Orion, que levará astronautas à Lua daqui a alguns anos – a nova sanita espacial está neste momento num navio de carga, pronta para descolar em direcção à EEI na próxima quinta-feira.

Como acontecia nas sanitas antigas, esta usará sucção de ar para remover os resíduos e a urina recolhida será encaminhada para o sistema de reciclagem da NASA para ser transformada em água potável. A agência espacial norte-americana escolheu usar titânio exactamente por ser um material resistente ao ácido usado no pré-tratamento da urina.

Meir explicou, num vídeo publicado nas redes sociais da NASA, que os astronautas usam “uma espécie de sistema de aspiração” nas sanitas da EEI. “Ligamos uma grande ventoinha que puxa tudo para baixo e para dentro da sanita. Além disso, há um longo funil que usamos para recolher a urina”, disse a astronauta.

“Obviamente, há algumas diferenças anatómicas entre homens e mulheres, e as versões anteriores não tinham tudo isso em conta”, contou Meir. Por esse motivo, a NASA decidiu inclinar o assento e torná-lo mais elevado para ajudar os astronautas a posicionar-se melhor, explicou Melissa McKinley, gerente de projecto do Johnson Space Center.

McKinley acrescentou que, além destas alterações na ergonomia, os funis colectores de urina também foram repensados, sendo possível para os astronautas urinar enquanto estão sentados na sanita – o que, até agora, não era possível.

Limpar a porcaria é um grande problema. Não queremos nenhum erro nem fuga”, disse a gerente do projecto. E Jessica Meir acrescentou: “Não queremos ter tudo a flutuar por todo o lado.

Ir à casa de banho no espaço pode parecer uma tarefa fácil de realizar, mas “às vezes as coisas simples tornam-se muito difíceis” sem gravidade, disse Mike Hopkins, astronauta da NASA e comandante da segunda tripulação SpaceX, citado pelo The Guardian.

“No início, a adaptação foi muito interessante porque o corpo sente as coisas de forma diferente sem gravidade. Tudo, incluindo os nossos órgãos, fica a flutuar e os sensores de pressão – que nos transmitem a sensação de ir ao quarto de banho – precisam de algum tempo para se adaptar ao Espaço”, disse Meir.

Os astronautas residentes da EEI irão testar o novo “quarto de banho” durante alguns meses e, se a adaptação correr bem, esta passará a ser usada regularmente. “Podemos continuar a testar e a melhorar estas tecnologias que serão usadas futuramente na nave Orion, quando os astronautas voltarem à Lua”, rematou Meir.

Space Poop Challenge: a NASA pede ajuda para lidar com o cocó espacial

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STS, ZAP //

Por STS
2 Outubro, 2020

 

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4380: A Estação Espacial Internacional moveu-se para evitar uma colisão

CIÊNCIA/ASTRONOMIA/EEI

NASA
A EEI – Estação Espacial Internacional

Esta terça-feira, a Estação Espacial Internacional realizou uma “manobra de evasão” para evitar ser atingida por um pedaço de lixo espacial.

Controladores de voo russos e norte-americanos terão trabalhado em conjunto para mover a Estação Espacial para outra órbita e evitar a colisão. Para isso, usaram os propulsores de uma nave de carga russa, Progress, que está ancorada à estação, anunciou a NASA.

Durante a manobra, a equipa de astronautas da Expedition 63 abrigou-se perto da nave Soyuz MS-16 – que a trará de volta à Terra no próximo mês – para facilitar a evacuação, caso fosse necessário.

“Por causa da tardia notificação, os três membros da Expedition 63 foram direccionados para um segmento russo da estação, com o objectivo de ficarem mais próximos da nave Soyuz MS-16, por caução abundante. A equipa nunca esteve em perigo”, podia ler-se no anúncio partilhado pela agência espacial.

A Estação Espacial Internacional encontra-se a cerca de 400 quilómetros de altitude, o que significa que os materiais se deslocam a cerca de 28 mil quilómetros por hora, dez vezes mais rápido do que uma bala – a esta velocidade, uma colisão com um pedaço pequeno de lixo espacial pode causar estragos graves na estação.

Daí a manobra executada esta terça-feira. Durante 150 segundos, os propulsores foram activados e subiram a Estação Espacial para outra órbita, evitando a trajectória prevista do pedaço de lixo espacial – que passaria a cerca de 1,39 quilómetros -, reporta o Space.com.

Manobra completa. Os astronautas estão a sair do local de refúgio”, partilhou na rede social Twitter Jim Bridenstine, administrador da NASA.

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Jim Bridenstine
@JimBridenstine
Maneuver Burn complete. The astronauts are coming out of safe haven.

As manobras efectuadas para evitar a colisão com lixo espacial são bastante comuns, sendo esta a terceira realizada este ano, afirmou ainda Bridenstine, que alerta para o facto de o lixo espacial ser cada vez mais.

De acordo com a Agência Espacial Europeia, o lixo espacial é um problema crescente na órbita da Terra, com quase 129 milhões de detritos no espaço, dos quais 34 mil têm mais de dez centímetros.

ZAP //

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24 Setembro, 2020

 

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4246: Bactérias podem mesmo sobreviver no Espaço (e aguentar uma viagem Terra-Marte)

CIÊNCIA/EEI

NASA
A EEI – Estação Espacial Internacional

Alguns tipos de bactérias conseguem sobreviver no Espaço, podendo mesmo aguentar uma viagem entre a Terra e Marte, confirmou um procedimento experimental levado a bordo da Estação Espacial Internacional (EEI).

A ideia de que algumas bactérias podem sobreviver no Espaço sideral não é propriamente nova, mas a hipótese de que podem resistir a longas viagens espaciais não tinha sido confirmada até agora, quando uma equipa de cientistas japoneses levou a cabo uma experiência a bordo da EEI, conta o portal Phys.org.

No novo procedimento, baptizado de missão Tanpopo, os cientistas demonstraram que colónias da bactéria Deinococcus, altamente resistentes à radiação e a outras condições adversas, conseguiram sobreviver fora da EII durante três anos.

Este tipo de bactéria é encontrada na Terra e é conhecida como a forma de vida mais resistente à radiação no Livro dos Recordes Mundiais do Guiness – é capaz de resistir a 3.000 vezes mais a quantidade de radiação necessária para matar uma pessoa.

Na prática, o novo estudo, cujos resultados foram esta semana publicados na revista científica especializada Frontiers in Microbiology, demonstrou que estas colónias de bactérias podem sobreviver a voos de vários anos em condições adversas.

O sucesso deste procedimento veio dar força à hipótese da panspermia, que sugere que a vida pode ter chegado à Terra a partir de um outro planeta, como Marte.

Esta teoria, que carrega alguma controvérsia, implica que determinadas bactérias tenham sobrevivido a uma longa jornada pelo Espaço sideral, resistindo ao vácuo do Espaço, às flutuações de temperatura e à radiação espacial.

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florian kwiatek #Resistance
@floriankwiatek
Bacteria could survive travel between Earth and Mars when forming aggregates
Imagine microscopic life-forms, such as bacteria, transported through space, and landing on another planet. The bacteria finding suitable conditions for its survival could then start multiplying…
phys.org

“De uma forma geral, estes resultados suportam a hipótese de que estes aglomerados [de bactérias] funcionem como uma ‘nave’ para a transferência interplanetária de micróbios num período de vários anos”, escreveram no estudo.

Citado pela emissora norte-americana CNN, o autor principal da nova investigação, Akihiko Yamagishi, acrescentou ainda: “Os resultados sugerem que a radio-resistente Deinococcus pode sobreviver durante a viagem da Terra-Marte e vice-versa, que leva vários meses ou até anos na sua órbita mais curta.

Tendo em conta os resultados, Yamagishi defende que “é muito importante procurar vida em Marte”, ainda antes das missões humanas ao Planeta Vermelho, até porque as bactérias da Terra podem representar um falso negativo para a vida neste mundo e pode também actuar como um composto contaminante.

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29 Agosto, 2020

 

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4180: Aurora Boreal e Airglow: fenómenos registados em simultâneo pela ISS

CIÊNCIA

O ser humano, ainda que nem sempre esteja atento, é constantemente presenteado. O remetente é o próprio Universo que promove incríveis e raros fenómenos que deslumbram o céu, tornando-o quase mágico e irreal.

Um membro da tripulação da Expedition 62 captou, a partir da Estação Espacial Internacional (ISS), o cruzamento de dois fenómenos absurdamente incríveis.

Aurora Boreal e da Airglow: uma fusão de fenómenos

Quando sobrevoava a sul da Península do Alasca, em Março, um membro da tripulação da Expedition 62, que se encontrava na ISS, captou uma incrível fusão de cores. Conforme se sabe, essas cores são partículas a interagir de formas diferentes na atmosfera, resultando em dois fenómenos atmosféricos totalmente diferentes em simultâneo.

Ambos os eventos foram captados na mesma fotografia e são também ambos facilmente explicados pela ciência.

O primeiro fenómeno foi uma Aurora Boreal. Quantos já não desejaram visitar um país onde fosse possível avistá-la, ou quantos até já não viajaram propositadamente para a observar? Pois bem, o evento verde brilhante e muito exclusivo ocorre quando partículas carregadas de vento solar atingem a magnetoesfera terrestre.

Ou seja, quando essas partículas, misturadas com gases atmosféricos, como azoto e oxigénio, se encontram com o nosso campo magnético geram as cores que tornam o fenómeno tão incrível.

O segundo evento é observado entre a Aurora Boreal e a linha do planeta Terra. Conforme podemos ver, é uma faixa de luz . Apesar de ser mais subtil que a aurora, a “Airglow” (também conhecido como nightglow) é igualmente impressionante.

Pese o facto de o céu nocturno nunca ser totalmente escuro, mesmo sem a poluição luminosa, a luz das estrelas e a luz solar difusa. Assim, os átomos produzem emissões por estarem num estado energético. Por exemplo, o oxigénio libertado durante o dia descarrega a sua energia extra, em fotões, durante a noite.

Além disso, as reacções entre o azoto e o oxigénio contribuem também para o efeito brilhante.

Acrescentando aos dois fenómenos, o membro da tripulação ainda registou a borda da Terra em azul escuro. Isto, porque o sol nascente encontrava-se atrás do planeta a partir da posição da fotografia.

Pplware
Autor: Ana Sofia
17 Ago 2020

 

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4020: NASA já definiu uma data para a Space X trazer os seus astronautas de volta à Terra

CIÊNCIA/NASA/SPACE X

(h) EPA/SpaceX

A NASA definiu o dia 2 de Agosto como data para a empresa privada Space X trazer de volta à Terra os seus dois astronautas que em maio passado acoplaram com sucesso na Estação Espacial Internacional (EEI) numa missão histórica.

Foi precisamente a 30 de maio que se concluiu esta missão duplamente histórica: a Space X do multimilionário Elon Musk fez o seu primeiro voo tripulado, ao passo que a agência espacial norte-americana marcou o fim do contrato dos Estados Unidos com a Rússia para fazer o transporte dos seus astronautas até à estação orbital.

Foi o primeiro voo privado rumo ao Espaço.

Os astronautas da NASA Bob Behnken e Doug Hurley pilotaram com sucesso a cápsula espacial Crew Dragon e acoplaram com sucesso, mas a missão Demo-2 está longe de ser dada como terminada, tal como frisa o portal Futurism.

Os astronautas terão ainda que fazer a sua jornada de regresso no interior da cápsula e a NASA já escolheu uma data provisória: sairão da EEI a 1 de Agosto, com queda marcada no Oceano Atlântico pelas 15 horas do dia 2 de Agosto, segundo a CNBC.

“Desencaixar” da EEI, explodir na atmosfera da Terra durante a descida e mergulhar no Atlântico para depois ser resgatado por um navio próximo – é este o plano definido para trazer de volta Bob Behnken e Doug Hurley no próximo mês.

Não se sabe ainda a hora exacta da partida da EEI, uma vez que o momento dependerá das condições climáticas. Estima-se que seja por volta das 20 horas.

Durante a jornada na EEI, Bob Behnken e Doug Hurely mantiveram-se ocupados a substituir as antigas baterias solares da EEI por baterias de iões de lítio.

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20 Julho, 2020

 

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3884: Cientistas provocaram um incêndio dentro de uma nave espacial (tudo pela segurança)

(dr) NASA

A NASA partilhou um novo vídeo no qual demonstra como se comportam os incêndios no Espaço. O projecto Saffire baseou-se na activação de chamas dentro da nave espacial Cygnus, depois de entregar suprimentos à Estação Espacial Internacional (EEI).

O Saffire é um projecto de demonstração de segurança contra incêndios da NASA, que se baseia numa série de seis experiências que investigam de que forma os incêndios se propagam no Espaço, especialmente a bordo de futuras naves espaciais com destino à Lua e a Marte.

Os cientistas deram início à experiência a bordo da Cygnus depois de a nave ter concluído a sua missão de reabastecimento da Estação Espacial Internacional (EEI).

Uma das novidades do Saffire IV é que, após o incêndio, foi usado um filtro de fumo para remover as partículas de monóxido de carbono. Este filtro, assim como um instrumento de monitorização de gases de combustão, são características que serão privilegiadas na nave espacial orian.

“Quisemos usar tudo o que aprendemos nas três primeiras experiências deste projecto e ver como se espalham e crescem as chamas noutras condições”, começou por explicar Gary Ruff, responsável pelo projecto Saffire no Centro de Investigação Glenn, da NASA, citado pelo Space.

“O Saffire IV contava também com mais equipamentos de diagnóstico para ver com que eficácia podemos detectar incêndios, medir produtos de combustão e avaliar futuras tecnologias de resposta e de limpeza de incêndios”, acrescentou em comunicado.

Os cientistas contaram ainda com a ajuda de vários sensores que detectaram os níveis de oxigénio e dióxido de carbono, a concentração, o diâmetro de fumo e as temperaturas em diferentes locais do Cygnus. Quatro câmaras foram instaladas no interior da nave para revelar o tamanho e a propagação das chamas.

A experiência mostrou que as chamas se espalharam rapidamente e atingiram um tamanho e taxa de combustão constantes, ao contrário da Terra, onde as chamas tendem a continuar a crescer. Os cientistas também descobriram que o tamanho da nave espacial teve mais efeito sobre o fogo do que o previsto.

As duas restantes experiências, no âmbito do projecto Saffire, estão planeadas para Março e Outubro de 2021. Até lá, a NASA vai continuar a desenvolver formar mais seguras de operar futuras missões de exploração tripulada.

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20 Junho, 2020

 

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3858: Cientistas criaram o quinto estado da matéria no Espaço

CIÊNCIA/FÍSICA

NASA
A EEI – Estação Espacial Internacional

Um quinto estado exótico da matéria foi criado num dos lugares mais frios do Universo: um dispositivo a bordo da Estação Espacial Internacional (EEI).

A Estação Espacial Internacional (EEI), o sofisticado laboratório que orbita 400 quilómetros acima da Terra, usou o Cold Atom Laboratory (CAL) para criar o quinto estado da matéria. Trata-se de um condensado conhecido como Bose-Einstein (BEC), criado pela primeira vez no Espaço.

Segundo o New Scientist, o condensado de Bose-Einstein foi formado quando um conjunto de átomos arrefeceu até ao zero absoluto, a temperatura mais baixa possível (-273 °C). A matéria é formada por nuvens de gás compostas por múltiplos átomos que se comportam como se fossem um só.

Esta é a primeira vez que estas características são reproduzidas no Espaço, um feito alcançado através da instalação do Cold Atom Laboratory, lançado em 2018 pela Estação Espacial Internacional. O artigo científico foi recentemente publicado na Nature.

“É bastante notável porque fornece um objecto mecânico quântico de tamanho macroscópico”, disse Maike Lachmann, cientista da Universidade Leibniz, em Hannover, na Alemanha.

Por sua vez, Robert Thompson, do Laboratório de Propulsão a Jacto da NASA, comentou que esta é “uma conquista tecnológica“, ainda que admita que, “no futuro, permitirá um amplo espectro de ciência”.

A principal vantagem destacada pelos cientistas é a micro-gravidade do Espaço, uma vez que na Terra a gravidade interfere nos campos magnéticos necessários para manter este estado da matéria, distorcendo completamente o resultado.

Aliás, na Terra, os condensados ​​de Bose-Einstein duram apenas alguns milissegundos. Por comparação, no Espaço, duram mais de um segundo, oferecendo uma oportunidade única aos cientistas para analisar as suas propriedades.

Os condensados ​​de Bose-Einstein ​​foram previstos por Albert Einstein e Satyendra Nath Bose há mais de 95 anos, mas os físicos Eric Cornell e Carl Wieman conseguiram, em 1995, arrefecer pela primeira vez um conjunto de átomos para atingir este estado. O feito valeu-lhes o Prémio Nobel da Física.

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17 Junho, 2020

 

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3761: Missão da Space X acoplou com sucesso. Astronautas da NASA já chegaram à EEI

CIÊNCIA/NASA/SAPCE-X

(h) EPA/SpaceX

A cápsula Dragon que transporta os astronautas da agência espacial norte-americana (NASA) já acoplou à Estação Espacial Internacional, após terem partido no primeiro voo privado rumo ao espaço, neste sábado.

Foi às 15:17 (hora de Lisboa) que a cápsula Dragon, da empresa SpaceX do multimilionário Elon Musk, começou a acoplagem à Estação Espacial Internacional (EEI), enquanto sobrevoava uma área de fronteira entre a Mongólia e China.

A acoplagem ficou completa às 15:30. Depois da acoplagem, os astronautas norte-americanos Doug Hurley e Bob Behnken vão ainda demorar cerca de duas horas e 15 minutos a abandonar a cápsula e entrar na EEI.

““Tem sido uma verdadeira honra poder ser uma pequena parte deste empreendimento de nove anos desde a última vez que uma nave dos Estados Unidos acoplou com a EEI”, disse Doug Hurley pouco depois de acoplar na EEI, citado pelo portal Business Insider.

Temos que dar os parabéns aos homens e mulheres da Space X [que trabalharam] em Hawthorne, McGregor e no Kennedy Space Center. Os seus esforços incríveis ao longo dos últimos anos não pode ser subestimados”, continuou.

NASA @NASA

Docking confirmed! @AstroBehnken and @Astro_Doug officially docked to the @Space_Station at 10:16am ET:

O lançamento estava inicialmente previsto para esta quarta-feira, mas as condições meteorológicas acabaram por adiar o evento para este sábado.

Este foi voo histórico, marcando momento importantes quer para a NASA quer para a empresa privada Space X do multimilionário Elon Musk. A Space X fez o seu primeiro voo tripulado, ao passo que a NASA marcou o fim do contrato dos Estados Unidos com a Rússia para fazer o transporte dos seus astronautas até à estação orbital.

A NASA contratou a SpaceX e a Boeing, em 2014, ao abrigo de contratos que totalizam sete mil milhões de dólares. Ambas as empresas lançaram as suas cápsulas de tripulação no ano passado com manequins de teste. O SpaceX’s Dragon cumpriu todos os seus objectivos, enquanto a cápsula Starliner, da Boeing, acabou na órbita errada e quase foi destruída devido a múltiplos erros de software.

Como resultado, o primeiro voo do Starliner com astronautas não é esperado até ao próximo ano. Desde que retirou o vaivém espacial em 2011, a agência espacial norte-americana tem confiado nas naves espaciais russas, lançadas do Cazaquistão, para levar os astronautas americanos de e para a estação espacial.

Fez-se história. Foguetão da SpaceX lançado com sucesso rumo à EEI

O primeiro foguetão concebido e construído por uma empresa privada, a SpaceX, de Elon Musk, levando a bordo dois astronautas…

ZAP // Lusa

Por ZAP
31 Maio, 2020

 

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3758: Fez-se história. Foguetão da SpaceX lançado com sucesso rumo à EEI

ESPAÇO/SPACE-X/NASA

Erik S. Lesser / EPA

O primeiro foguetão concebido e construído por uma empresa privada, a SpaceX, de Elon Musk, levando a bordo dois astronautas foi lançado este sábado na presença do Presidente do Estados Unidos, Donald Trump.

O lançamento decorreu às 15h22 locais (20h22 em Lisboa).

A descolagem decorreu na perfeição, segundo escreve o semanário Expresso, e o voo prossegue agora rumo à Estação Espacial Internacional (EEI) com os astronautas Doug Hurley e Bob Behnken a bordo do foguetão.

Este é um voo histórico, marcando momento importantes quer para a NASA quer para a empresa privada Space X do multimilionário Elon Musk. A Space X fez o seu primeiro voo tripulado, ao passo que a NASA marcou o fim do contrato dos Estados Unidos com a Rússia para fazer o transporte dos seus astronautas até à estação orbital.

É absolutamente uma honra fazer parte deste enorme esforço para levar os Estados Unidos de volta ao mercado de lançamentos”, confessou Doug Hurley, minutos antes de descolar, citado pelo portal Business Insider.

O administrador da NASA, Jim Bridenstine, mostrou-se emocionado durante as declarações que prestou depois de o foguete ter entrado em órbita.

“Estou a dar um suspiro de alívio, mas também direi que não comemorarei até que o Bob e o Doug estejam em casa em segurança (…) Já ouvi estes barulhos antes, mas é todo um sentimento diferente quando é a nossa equipa no topo deste foguete”.

Os astronautas norte-americanos deverão demorar 19 horas a chegar à EEI.

O lançamento estava inicialmente previsto para esta quarta-feira, mas as condições meteorológicas acabaram por adiar o evento para este sábado.

Eddy @eddymessiah2

GOOSEBUMPS, congrats America 🇺🇲 #SpaceX #LaunchAmerica

A agência espacial, norte-americana tentou desencorajar os espectadores a assistirem ao lançamento, por causa da pandemia de covid-19, e limitou severamente o número de funcionários, visitantes e jornalistas dentro do Kennedy Space Center.

No entanto, na nova paragem turística reaberta do centro, os 4.000 bilhetes para o lançamento foram todos comprados em poucas horas.

A NASA contratou a SpaceX e a Boeing, em 2014, ao abrigo de contratos que totalizam sete mil milhões de dólares. Ambas as empresas lançaram as suas cápsulas de tripulação no ano passado com manequins de teste. O SpaceX’s Dragon cumpriu todos os seus objectivos, enquanto a cápsula Starliner, da Boeing, acabou na órbita errada e quase foi destruída devido a múltiplos erros de software.

Como resultado, o primeiro voo do Starliner com astronautas não é esperado até ao próximo ano. Desde que retirou o vaivém espacial em 2011, a agência espacial norte-americana tem confiado nas naves espaciais russas, lançadas do Cazaquistão, para levar os astronautas americanos de e para a estação espacial.

Astronautas da NASA já se preparam para voo histórico a bordo do foguetão da Space X

Dois astronautas da NASA já estão a equipar-se para o lançamento histórico de um foguetão concebido e construído pela empresa…

ZAP // Lusa

Por ZAP
30 Maio, 2020

 

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Earth View 8K : Earth From Space Like You’ve Never Seen Before Stunning 8K Video

This stunning 8K video shares the view from the International Space Station as it passes over Earth. This unique travel video of Earth from space is in real time, covering some 5,700 km / 3,500 m, sees our journey start at the coast of Nigeria, then over Chad, Algeria and Egypt. From there we see Israel, Jordan, Syria then onto Turkey, Georgia, Armenia before ending up at Russia and the Caspian Sea. The video was created using thousands of photos taken by NASA and ESA astronauts aboard the ISS. This unique astrophotography is combined with software to interpolate the missing frames so it can be played in real-time – the same time as it took the Space Station to travel.

Space Videos

 

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3709: Viver na EEI deixa uma “impressão digital” microbiana nos astronautas

CIÊNCIA/ESPAÇO

A EEI – Estação Espacial Internacional

Dois estudos científicos mostram como a Estação Espacial Internacional (EEI) deixa uma “impressão digital” microbiana nos astronautas (e vice-versa).

De acordo com o site Science Alert, estes dois estudos fazem parte de projectos que analisam como é que as viagens espaciais afectam o microbioma humano e como é que esse mesmo microbioma, por sua vez, afecta a nave espacial.

O primeiro estudo, publicado na revista científica Scientific Reports, em 2019, analisou nove astronautas que estiveram a bordo da Estação Espacial Internacional entre seis a 12 meses.

Ao contrário do que esperavam, os cientistas descobriram que os microbiomas intestinais destes tripulantes se tornaram mais diversos no ambiente relativamente estéril e livre de bactérias do Espaço.

Segundo o mesmo site, esta descoberta pode estar relacionada com o facto de estes astronautas terem à sua disposição na EEI mais de 200 opções de alimentos e bebidas, acabando por ser uma oferta mais variada do que em casa.

Relativamente ao microbioma da pele, os resultados foram diferentes. Alguns astronautas tiveram um aumento na diversidade das suas bactérias na pele, enquanto outros tiveram uma diminuição. A única tendência consistente foi uma redução das Proteobacteria, muito possivelmente por causa da limpeza da estação espacial.

Por outro lado, também se verifica mudanças microbianas na direcção oposta. Tanto que os cientistas são capazes de dizer quais são os astronautas que estiveram a bordo da ISS simplesmente ao olhar para os traços microbianos que deixaram para trás.

É aqui que entra o segundo estudo, publicado, em Abril, na revista científica PLOS One. Os investigadores recolheram amostras da boca, nariz, ouvidos, pelo e saliva de um membro da tripulação da EEI antes, durante e depois da sua missão.

De seguida, a equipa comparou-as com amostras recolhidas em oito superfícies da EEI durante e após a sua estadia. Os cientistas foram capazes de detectar padrões correspondentes de micro-organismos.

Os cientistas usaram uma técnica de laboratório especial para explorar o ADN das amostras na Terra. No total, o microbioma do astronauta contribuiu para 55% do microbioma da superfície, e os micróbios da superfície assemelharam-se mais aos encontrados nas suas amostras da pele. Segundo o estudo, estas semelhanças bacterianas ainda se mantiveram por até quatro meses depois da partida do astronauta.

De acordo com o Science Alert, ao entender a relação entre os microbiomas dos astronautas e as naves espaciais, os cientistas estarão mais aptos para planear longas viagens espaciais e mais equipados para manter os astronautas seguros e saudáveis.

ZAP //

Por ZAP
19 Maio, 2020

 

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3680: Try to dock with the International Space Station with this SpaceX Crew Dragon simulator

SCIENCE/TECHNOLOGY

Good luck and don’t damage your spaceship

Later this month, SpaceX’s new Crew Dragon spacecraft will take its first human passengers to the International Space Station — and now you can get a firsthand view of what they’ll be seeing when they approach the orbiting lab. Today, SpaceX released a new online simulator that allows users to try their hand at manually docking with the ISS using the Crew Dragon’s controls. Spoiler alert: it’s actually pretty hard!

The simulator begins with your Crew Dragon vehicle radically askew in space. Ahead, a virtual recreation of the International Space Station awaits, but the docking system on your Crew Dragon is pointed at an angle away from the port with which it needs to align. Luckily, there are plenty of controls to fix the vehicle’s position and approach the station. But remember, in space, it’s not as simple as moving forward, backward, or turning. You’ve got six degrees of freedom, so you also need to be pitched properly and roll the vehicle to its right orientation.

 

In the simulator, controls on your left manipulate the Crew Dragon’s translation: its movements forward, backward, up, down, and side to side (though in space, this is all relative). The controls on the right manipulate the vehicle’s pitching, yawing, and rolling. A heads-up display will let you know if you’re moving in the right way. But also don’t expect to reach the ISS at a brisk pace. Docking in space is a slow process, with the tiniest motions going a long way. So if you have some time to spare, you can see if you’re able to perfectly orchestrate the right clicks to get your spacecraft into its parking spot.

Actual astronauts riding inside Crew Dragon won’t need to manually dock the vehicle if all goes well. The vehicle is designed to automatically dock with the International Space Station without the need of any user input. Still, all of the astronauts are trained to take over the controls of the Crew Dragon if necessary, and SpaceX’s first passengers — NASA astronauts Bob Behnken and Doug Hurley — will do some manual flying on their mission, just to test out the system.

After a few rounds of the simulator, you’ll get a little glimpse of what it’s like to park a spaceship. Just don’t do what I did and go too fast; you’ll dent the ISS.

The Verge

 

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3626: Já há data (e hora) para o primeiro voo tripulado da Space X

CIÊNCIA/ESPAÇO

Space X

A agência espacial norte-americana (NASA) anunciou recentemente a data e a hora do primeiro lançamento tripulado com a nave Crew Dragon, da empresa SpaceX, rumo à Estação Espacial Internacional (EEI).

A empresa do multimilionário Elon Musk, que se estreará desta feita nos voos tripulados, levará os astronautas da NASA Robert Behnken e Douglas Hurley até à EEI a 27 de maio por volta das 21h23, no fuso horário de Lisboa.

O lançamento será feito feito com foguete Falcon 9, também da Space X, a partir do complexo de Lançamento 39A no Centro Espacial Kennedy, no estado norte-americano da Florida, detalha o portal New Atlas.

Este será um voo certamente histórico: a Space X fará o seu primeiro voo tripulado, ao passo que a NASA marcará o fim do contrato dos Estados Unidos com a Rússia para fazer o transporte dos seus astronautas até à estação orbital.

Desde 2011, recorda o portal CanalTech, a NASA depende da agência espacial russa (Roscosmos) para realizar voos tripulados a bordo dos foguetes Soyuz, pagando cerca de 90 milhões de dólares por cada lugar a bordo. Por norma, leva dois astronautas.

Os lançamentos da Space X são mais em conta: custam 60 milhões de dólares por lugar. São 30 milhões que separam os serviços da empresa de Musk da Roscosmos. A Space X consegue fazer preços muito mais baixos porque trabalha com foguetões 80% reutilizáveis.

Recentemente, a Roscosmos anunciou que os seus voos ficarão 30% mais barato, numa tentativa de “concorrer” em pé de igualdade com a empresa privada norte-americana.

Apesar do voo histórico, o lançamento não contará com público no complexo de lançamento ao contrário do que é habitual. A NASA disse recentemente que os aficionados devem seguir o evento a partir das suas casas por causa da pandemia de covid-19.

NASA volta ao espaço em voos tripulados com a Boeing e a SpaceX

A Agência Nacional para a Aeronáutica e o Espaço, NASA, que desde o fim do programa Space Shuttle, em 2011,…

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2 Maio, 2020

 

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3566: Depois de mais de 200 dias no Espaço, tripulação da EEI regressou à Terra

CIÊNCIA/ESPAÇO

Space_Station / Twitter
O cosmonauta russo Oleg Skripochka depois de aterrar no Cazaquistão

A nave Soyuz MS-15, com três tripulantes da Estação Espacial Internacional (EEI) a bordo, aterrou com êxito, esta sexta-feira, no Cazaquistão, informou a agência espacial russa Roscosmos.

A cápsula tocou Terra às 05h16 tmg (06h16 em Lisboa), a sudeste de Dzhezkazgan, com o cosmonauta Oleg Skripochka e os astronautas da agência espacial norte-americana NASA Andrew Morgan e Jessica Meir a bordo.

Devido às limitações técnicas relacionadas com a pandemia de covid-19, o regresso não foi transmitido em directo, a partir do local de aterragem como é habitual.

Oito helicópteros Mi-8MTV-1, aviões An-12 e An-26, e 19 unidades terrestres, incluindo cinco veículos de busca e resgate “Blue Bird”, aguardavam a aterragem da cápsula, de acordo com as agências russas.

A tripulação seguiu, a bordo de helicópteros russos Mi-8, para o centro de recuperação de Baikonur, onde se vai separar.

Os norte-americanos Morgan e Meir vão viajar, a bordo de um avião da NASA, para Houston, enquanto Skirpchka voltará para a base de treino Star City, nos arredores de Moscovo, onde vai ficar de quarentena devido à pandemia da covid-19.

Morgan cumpriu 272 dias no Espaço e na sua primeira missão espacial, que começou em 20 de Julho passado, quando foi lançado para a EEI juntamente com o russo Alexandr Skortsov e o italiano da Agência Espacial Europeia Luca Parmitano.

Skripochka, que completou o terceiro voo espacial, acumulando 536 dias em órbita, e Meir chegaram à EEI em 25 de Setembro passado, juntamente com Hazza al Mansouri dos Emirados Árabes Unidos, e cumpriram 205 dias no espaço.

A tripulação regressou à Terra exactamente 50 anos depois dos três astronautas da Apolo 13 terem caído no Pacífico. A explosão de um tanque de oxigénio fez abortar a missão da Apolo 13.

A bordo da EEI ficaram o astronauta norte-americano Chris Cassidy e os cosmonautas da Roscosmos Anatoli Ivanishin e Ivan Vagner, chegados no passado dia 9, a bordo da Soyuz MS-16.

Os três afirmaram que cumpriram um mês de quarentena, antes de partirem para a EEI.

A nova tripulação começou, no momento em que Soyuz MS-15 regressou à Terra, a expedição 63, que deverá receber em breve os astronautas da NASA Bob Behnken e Doug Hurley, a bordo da cápsula Crew Dragon da empresa de transporte aeroespacial SpaceX, propriedade do empresário Elon Musk.

Behnken e Hurley vão ser os primeiros astronautas da NASA a serem lançado para a EEI a partir de solo norte-americano, a bordo de uma nave e de um foguetão também norte-americanos, desde o fim do programa do vaivém, em 8 de Julho de 2011.

ZAP // Lusa

Por Lusa
17 Abril, 2020

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3431: SpaceX prepara primeira missão tripulada ao espaço para 7 de Maio

CIÊNCIA/TECNOLOGIA

Elon Musk já tinha partilhado a previsão de uma missão tripulada da SpaceX acontecer entre Abril e Junho. Novos indícios apontam agora para esta experiência acontecer no início de Maio

A primeira missão tripulada da SpaceX poderá acontecer dentro de poucos meses. Eric Berger, editor do ArsTechnica, escreve no Twitter que a Demo 2 da Dragon está prevista para 7 de Maio, embora adiante que há variáveis não relacionadas com o hardware que podem fazer a data oscilar para fins de Abril ou mais para a frente, ainda em Maio.

Eric Berger @SciGuySpace

Working date for SpaceX’s Demo-2 launch is May 7. Dragon is in good shape.

Launch date is fluid and mission may move into late April, or push later into May depending on a number of variables not hardware related. No final decision yet on duration.

A cápsula Crew Dragon está quase a celebrar um ano sobre a data histórica em que atingiu a Estação Espacial Internacional, em Março do ano passado, com a Demo 1. Outras marcas relevantes aconteceram em Janeiro, quando a SpaceX conseguiu testar um mecanismo de expulsão para afastar a cápsula do foguetão Rocket 9 se algo correr mal durante o lançamento e no ano passado quando se fizeram vários testes aos motores sem registo de qualquer explosão.

As autoridades dos EUA emitiram um relatório onde conferem que o programa comercial da SpaceX está a evoluir favoravelmente e que a cápsula Crew Dragon vai estar pronta para operar três meses mais cedo do que o antecipado.

Com este histórico, tudo parece apontar para que a SpaceX esteja pronta para lançar a sua primeira missão tripulada ao espaço, naquele que será mais um feito histórico.

Exame Informática
11.02.2020 às 11h18

 

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3371: SpaceX prepara, com a NASA, um teste de emergência à sua cápsula Crew Dragon

CIÊNCIA/TECNOLOGIA

Os objectivos da SpaceX continuam bem sólidos e, em conjunto com a NASA, prepara agora um teste de emergência à sua cápsula Crew Dragon. Com o teste, deverão ser alcançados progressos na missão de levar astronautas norte-americanos à ISS sem precisar de colaboração da Rússia.

O teste será feito nos próximos dias na Florida, anunciou a empresa liderada por Elon Musk.

A Crew Dragon é a cápsula da SpaceX que foi concebida para transportar humanos para o Espaço. Numa primeira fase, a missão passa por levar astronautas até à Estação Espacial Internacional (ISS), mas o seu desenvolvimento ainda não acabou.

Com uma capacidade para até sete pessoas, nos moldes actuais, esta cápsula foi desenvolvida no âmbito do projecto Commercial Crew Program da NASA. Assim sendo, a agência norte-americana colabora com a SpaceX nos testes realizados.

Elon Musk está bastante confiante no seu projecto. A confiança é tal que o CEO da SpaceX já partilhou a sua visão de como será um missão até à ISS.

Teste de emergência à Crew Dragon da SpaceX será feito em breve

A empresa de Elon Musk, ao longo de 2019, efectuou vários testes à sua cápsula. Os testes efectuados estudam sempre elementos específicos de cada vez, de modo a garantir que no final tudo funciona como é plenamente suposto.

Após o teste em Abril que não correu nada bem, a SpaceX tem conseguido desenvolvimentos interessantes. Estes serão elevados a um novo nível já no próximo sábado, dia 18 de Janeiro às 13:00 – hora de Lisboa.

SpaceX @SpaceX

Static fire of Falcon 9 complete – targeting January 18 for an in-flight demonstration of Crew Dragon’s launch escape system, which will verify the spacecraft’s ability to carry astronauts to safety in the unlikely event of an emergency during ascent

A NASA e a SpaceX planeiam testar os mecanismos de segurança que a cápsula Crew Dragon tem em casos de emergência. Como o nome indica, estes mecanismos são accionados caso a operação corra mal. Neste caso em específico, serão testados os mecanismos para o lançamento.

Caso tudo corra como suposto, a empresa de Elon Musk dá assim um passo importante na sua ambição de, em conjunto com a NASA, levar astronautas para a ISS num futuro próximo.

A empresa de Elon Musk pode ainda revolucionar a distribuição de Internet

Satélite ligados por laser podem fornecer “Internet a partir do espaço”

Com o acesso mais “barato” ao espaço, são muitos os projectos para ampliar um rede de serviços hoje existentes a partir da Terra. Nesse sentido, há uma nova concepção que poderá trazer uma nova … Continue a le

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15 Jan 2020

3349: As primeiras bolachas preparadas no Espaço já chegaram à Terra

CIÊNCIA/EEI

(dr) NASA
As primeiras “bolachas espaciais”

As primeiras bolachas preparadas no Espaço, a partir da Estação Espacial Internacional (EEI), estão de volta à Terra para serem analisadas pelos cientistas.

As bolachas (com pepitas de chocolate, caso se esteja a perguntar) foram preparadas pelos astronautas da Estação Espacial Internacional (EEI) mesmo antes do Natal, depois de, em Novembro do ano passado, terem recebido um forno incomum.

Coube à astronauta Christina Koch — que recentemente ganhou o estatuto de mulher que mais tempo passou no Espaço — dar a novidade, tendo partilhado uma fotografia na sua conta do Twitter com uma dessas bolachas e o astronauta italiano Luca Parmitano.

“Fizemos bolachas espaciais e leite para o Pai Natal este ano”, escreveu a astronauta norte-americana nessa publicação, com data de 26 de Dezembro.

Christina H Koch @Astro_Christina

We made space cookies and milk for Santa this year. Happy holidays from the @Space_Station!


6.633 15:31 – 26 de dez de 2019

Infelizmente, escreve o IFLScience, nem os astronautas nem o Pai Natal tiveram a oportunidade de experimentar esta “iguaria espacial”, uma vez que fazia parte de uma experiência científica para ver se é possível cozer coisas no Espaço.

A Space X efectuou o transporte das bolachas, esta terça-feira, através da aeronave Dragon, que tinha atracado na EEI um mês antes.

As bolachas foram preparadas com a massa fornecida pela DoubleTree, que já tinha já sido levada para a EEI, e assadas no Zero G Kitchen Space Oven, protótipo criado pela Zero G Kitchen e pela Nanoracks.

O objectivo do projecto é tentar fazer com que as futuras viagens espaciais de longa duração sejam mais confortáveis e agradáveis para os astronautas, mas também fornecer informações sobre o efeito da micro-gravidade no processo de assar alimentos.

ZAP //

Por ZAP
10 Janeiro, 2020

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3322: SpaceX mostra como será a missão que está a preparar desde 2012

CIÊNCIA/ESPAÇO/SPACE X

A SpaceX, fabricante de foguetões do empresário Elon Musk, está a preparar-se para tornar realidade o seu projecto de transportar astronautas para o Espaço.

Na passada segunda-feira, a empresa publicou um vídeo no qual é possível observar uma simulação em computador do primeiro voo de um astronauta, que deverá ser realizado em 2020. “A SpaceX mostrará em breve a capacidade da Crew Dragon de levar com segurança e confiabilidade os astronautas de e para a Estação Espacial Internacional”, disse a empresa.

Na gravação, vê-se dois astronautas que embarcam na nave espacial Crew Dragon. Uma das principais funções da Crew Dragon será levar astronautas para a Estação Espacial Internacional. Nesse sentido, a SpaceX usará o seu foguetão Falcon 9 para impulsionar a Crew Dragon para fora do nosso planeta.

No vídeo, após um acoplamento bem-sucedido à Estação Espacial Internacional, o dispositivo separa-se e regressa à Terra.

Antes do vídeo aparecer na conta da SpaceX no YouTube, o fundador da empresa, Elon Musk, postou uma parte do vídeo na sua conta do Twitter. “A simulação do primeiro voo tripulado do Falcon 9/Dragon 2020”, escreveu.

Elon Musk @elonmusk

Simulation of first crewed flight of Falcon 9 / Dragon 2020 @NASA

Há oito anos, em Janeiro de 2012, Musk publicou um vídeo a mostrar a simulação de um voo doo foguetão Falcon 9 com a sonda Dragon. “Oito anos depois, a simulação é praticamente real“, respondeu Musk a esse post.

Em Outubro, Elon Musk e Jim Bridenstine, administrador da NASA, disseram que a sua ideia de levar astronautas para o Espaço a partir do território dos Estados Unidos ainda estava em andamento e que poderia ser concluído no início de 2020.

No entanto, alertaram que ainda há trabalho crítico a ser feito, mas, ainda assim, tinham a certeza de que haveria um lançamento em breve. “Se tudo correr conforme o planeado, será no primeiro trimestre do próximo ano“, disse o administrador da NASA.

Espera-se que a primeira viagem desta missão seja feita pelos astronautas Bob Behnken e Doug Hurley.

A Crew Dragon é uma nave espacial completamente autónoma que foi desenvolvida para levar até sete astronautas para a Estação Espacial Internacional e outros destinos. A nave pode ser monitorizada e controlada pela tripulação e pelo centro de controlo da SpaceX, na Califórnia, nos Estados Unidos.

ZAP //

Por ZAP
6 Janeiro, 2020

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3317: Astronautas brincaram com fogo no Espaço (e descobriram que é mais perigoso do que na Terra)

CIÊNCIA/EEI/ESPAÇO

SXC

Brincar com fogo pode ser perigoso na Terra – mas pode ser ainda mais se estivermos confinados numa cápsula espacial a flutuar a 400 quilómetros acima do nosso planeta.

Na semana passada, os astronautas a bordo da Estação Espacial Internacional (EEI) acenderam intencionalmente uma série de labaredas numa investigação para estudar o comportamento das chamas em gravidade zero.

Segundo os cientistas por trás da experiência, chamada Confined Combustion, o estudo ajudará a melhorar a segurança contra incêndios na EEI e em futuras missões lunares, ajudando a prever a forma como um incêndio pode progredir em condições de baixa gravidade.

Paul Ferkul, da Universities Space Research Association, que está a trabalhar no projecto, disse, em declarações ao jornal britânico The Guardian, que “este é o objectivo imediato e mais prático, já que a NASA pode usar o conhecimento para melhorar a selecção de materiais e estratégias de segurança contra incêndio”.

Na Terra, a gravidade puxa o ar mais denso e frio para a base da chama, deslocando o ar quente, que sobe. O processo fornece oxigénio fresco ao fogo e o fluxo ascendente de ar quente confere à chama a sua forma característica de lágrima.

Por outro lado, na gravidade zero, as chamas podem ser esféricas ou podem ser alongadas por fluxos externos de ar. “A remoção da gravidade elimina a convecção natural. O ar quente não está a subir porque não existe”, disse Ferkul.

As experiências, que começaram na véspera de Natal, envolvem um ventilador a soprar ar através da caixa para fornecer oxigénio. As experiência estão a testar dois combustíveis – tecido composto de algodão e fibra de vidro e folhas de plástico acrílico transparente – e a testar a forma como diferentes fluxos de ar e tamanhos de caixa alteram as taxas de combustão.

Os fogos são acesos numa caixa dentro de uma caixa para garantir a segurança. Nos 15 experimentos realizados até agora, a chama ardeu durante um a 22 minutos.

NASA
Comportamento de uma chama no Espaço

Trabalhos anteriores da mesma equipa revelaram que, contrariamente às expectativas, alguns materiais seriam mais inflamáveis ​​na Lua devido à menor flutuabilidade. Isto ocorre porque, para alguns materiais, o fluxo de convecção é tão rápido que extingue a chama na Terra.

No entanto, quando transferido para a Lua, o fluxo pode atingir um ponto ideal, onde é suficientemente rápido para absorver oxigénio fresco, mas não tão rápido que o fogo é apagado.

“Viver na lua será um ambiente diferente da EEI e da Terra e os incêndios comportar-se-ão de forma diferente lá”, disse Ferkul. “Há razões para acreditar que os incêndios podem ser mais perigosos na Lua do que na Terra”.

As experiências são projectadas para fornecer melhores previsões sobre a forma como os diferentes materiais se comportam em ambientes de baixa gravidade.

ZAP //

Por ZAP
6 Janeiro, 2020

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3307: Pela primeira vez, astronauta em órbita tratado a uma trombose a partir da Terra

CIÊNCIA/EEI/SAÚDE

NASA
Astronauta Mike Hopkins no exterior da Estação Espacial Internacional (ISS)

Um astronauta norte-americano teve de ser tratado a uma trombose venosa profunda na Estação Espacial Internacional (EEI), um caso inédito revelado por um dos médicos que assistiram o doente a partir da Terra.

O caso, descrito na publicação New England Journal of Medicine e hoje citado pela agência noticiosa espanhola Efe, ocorreu quando o astronauta, cuja identidade foi omitida para respeitar a sua privacidade, estava há dois meses na EEI para cumprir uma missão de meio ano.

É a primeira vez que é detectada uma trombose venosa profunda – formação de coágulos sanguíneos numa veia – num astronauta em órbita, pelo que não havia um método estabelecido para tratar o problema em condições de micro-gravidade, indicou em comunicado a Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, à qual está associado o médico Stephan Moll, um dos clínicos que acompanharam o caso.

Na situação em apreço, o astronauta tinha um coágulo sanguíneo na veia jugular (do pescoço), tendo-lhe sido administrado um anticoagulante, que foi enviado por uma nave de transporte de carga dada a escassez do fármaco a bordo da EEI.

O tratamento durou três meses, período em que o doente realizou ecografias ao pescoço sob a orientação de uma equipa de radiologia que estava na Terra. As comunicações entre o astronauta e o médico Stephan Moll faziam-se por correio electrónico e telefone.

Depois de regressar à Terra, o astronauta teve de suspender o tratamento durante quatro dias devido à grande exigência física da viagem. Depois disso, não necessitou de mais medicação.

A trombose venosa profunda do astronauta era assintomática, pelo que foi detectada por acaso quando usava ultra-sons para uma experiência sobre a redistribuição dos fluidos corporais em ambiente de micro-gravidade.

O médico Stephan Moll, o único que não era da agência espacial norte-americana (NASA), considera que o caso levanta perguntas às quais é preciso dar resposta, sobretudo quando se pensa em missões espaciais humanas mais prolongadas, como regressar à Lua ou ir a Marte: O risco de trombose venosa profunda no espaço é elevado? Como minimizá-lo?

ZAP // Lusa

Por Lusa
3 Janeiro, 2020

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3293: Astronauta da NASA bate recorde. É a mulher que mais tempo passou no Espaço

CIÊNCIA/ESPAÇO

Christina Koch / Twitter
A astronauta da NASA Christina Koch

A astronauta norte-americana tornou-se, no último sábado, a mulher a passar mais tempo no Espaço, depois de ter ultrapassado a marca dos 288 dias a bordo da Estação Espacial Internacional.

2019 foi um ano e peras para a astronauta Christina Koch. Depois de ter feito história, em Outubro, quando esteve no primeiro passeio espacial exclusivamente feminino com a colega Jessica Meir, este sábado, tornou-se a mulher a passar mais tempo no Espaço.

Nesse dia, a astronauta norte-americana da NASA celebrou o seu 288.º dia a bordo da Estação Espacial Internacional. O anterior recorde, conseguido em 2017, pertencia à antiga astronauta Peggy Whitson.

“Os recordes existem para ser quebrados. É um sinal de progresso“, escreveu Whitson na sua conta do Twitter.

“Ter a oportunidade de ficar aqui por tanto tempo é realmente uma honra. A Peggy é uma das minhas heroínas e também teve a gentileza de me orientar ao longo dos anos, por isso é um lembrete para eu retribuir quando voltar”, disse Koch, citada pelo site Space.

Peggy Whitson @AstroPeggy

Records are made to be broken…it is a sign of progress! Congrats @Astro_Christina! https://twitter.com/Space_Station/status/1210953554803994626 

Intl. Space Station @Space_Station

NEW RECORD! NASA astronaut @Astro_Christina now has a place in the record books for the longest single spaceflight by a woman, eclipsing former NASA astronaut Peggy Whitson’s record of 288 days. @AstroPeggy went back to zero gravity to say #CongratsChristina.

Segundo o Science Alert, Kock ainda está longe de regressar a casa. Se tudo correr como previsto, isso só irá acontecer em Fevereiro de 2020, o que significa que terá estado um total de 328 dias no Espaço.

A astronauta começou a sua missão espacial no dia 14 de Março e a ideia era ficar na EEI durante seis meses. No entanto, a NASA estendeu a sua estadia, em parte para recolher mais dados sobre os efeitos dos voos espaciais de longa duração.

“É uma coisa maravilhosa para a ciência. Vemos outro aspecto de como o corpo humano é afectado pela micro-gravidade a longo prazo. Isso é realmente importante para os nossos planos futuros, não só na Lua mas também em Marte”, disse a astronauta.

Se passar os 328 dias no Espaço, Koch ficará a apenas 12 dias do recorde de Scott Kelly, que entre 2015 e 2016 passou 340 dias na EEI.

“Gosto de pensar no recorde não tanto sobre quantos dias estamos aqui, mas o que trazemos para cada dia, logo é outro grande lembrete para tentar fazer o nosso melhor“.

No entanto, o recorde do maior voo espacial da História — homem ou mulher — pertence ao cosmonauta russo Valery Polyakov, que passou 438 dias consecutivos a bordo da Mir.

ZAP //

Por ZAP
1 Janeiro, 2020

 

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3210: Nova tecnologia russa permite chegar à Estação Espacial Internacional em tempo recorde

CIÊNCIA

NASA
Cápsula russa Soyuz acoplada à Estação Espacial Internacional

Engenheiros aeroespaciais russos desenvolveram uma nova tecnologia que vai permitir que a nave Soyuz chegue à Estação Espacial Internacional três vezes mais rápido, optimizando o consumo de combustível e minimizando o impacto nos astronautas. 

Os testes do novo método vão começar a partir de 2020, de acordo com a Roscosmos, agência espacial russa. A inovação reduz a quantidade de órbitas que a sonda precisa de fazer ao redor da Terra antes de chegar à EEI. O esquema actual demora até dois dias para a aproximação e, mesmo em lançamentos acelerados, demora seis horas a concluir várias órbitas em todo o planeta.

Para aumentar a eficiência da Soyuz, especialistas da Corporação de Energia Espacial e de Foguetes (RKK Energiya) criaram um método de aproximação que requer apenas uma rotação ao redor da Terra. Dessa forma, espera-se reduzir o tempo de voo para aproximadamente duas horas, o que pode economizar um volume significativo de combustível e outros recursos necessários para cada missão.

A nova tecnologia, de acordo com o Russia Today, também reduzirá significativamente o tempo que a equipa deverá gastar dentro do espaço reduzido da cápsula. Também permitirá o envio rápido de biomateriais para várias experiências científicas a bordo da EEI.

Anteriormente, a Roscosmos apontou que, actualmente, um esquema de duas órbitas com navios não tripulados já é praticado, em vez das habituais quatro rotações. O esquema de órbita única será implementado nos próximos 2 ou 3 anos.

Estima-se que a latitude do novo cosmódromo russo Vostochny será mais conveniente para este tipo de lançamento em comparação com o de Baikonur, no Cazaquistão.

Especialistas dizem que a nova tecnologia será essencial no programa de exploração lunar da Rússia e que também poderá ser usada para realizar missões de resgate espacial em situações em que o tempo é um factor crítico.

ZAP //

Por ZAP
17 Dezembro, 2019

 

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