4023: NASA já definiu uma data para a Space X trazer os seus astronautas de volta à Terra

CIÊNCIA/NASA/SPACE X

(h) EPA/SpaceX

A NASA definiu o dia 2 de Agosto como data para a empresa privada Space X trazer de volta à Terra os seus dois astronautas que em maio passado acoplaram com sucesso na Estação Espacial Internacional (EEI) numa missão histórica.

Foi precisamente a 30 de maio que se concluiu esta missão duplamente histórica: a Space X do multimilionário Elon Musk fez o seu primeiro voo tripulado, ao passo que a agência espacial norte-americana marcou o fim do contrato dos Estados Unidos com a Rússia para fazer o transporte dos seus astronautas até à estação orbital.

Foi o primeiro voo privado rumo ao Espaço.

Os astronautas da NASA Bob Behnken e Doug Hurley pilotaram com sucesso a cápsula espacial Crew Dragon e acoplaram com sucesso, mas a missão Demo-2 está longe de ser dada como terminada, tal como frisa o portal Futurism.

Os astronautas terão ainda que fazer a sua jornada de regresso no interior da cápsula e a NASA já escolheu uma data provisória: sairão da EEI a 1 de Agosto, com queda marcada no Oceano Atlântico pelas 15 horas do dia 2 de Agosto, segundo a CNBC.

“Desencaixar” da EEI, explodir na atmosfera da Terra durante a descida e mergulhar no Atlântico para depois ser resgatado por um navio próximo – é este o plano definido para trazer de volta Bob Behnken e Doug Hurley no próximo mês.

Não se sabe ainda a hora exacta da partida da EEI, uma vez que o momento dependerá das condições climáticas. Estima-se que seja por volta das 20 horas.

Durante a jornada na EEI, Bob Behnken e Doug Hurely mantiveram-se ocupados a substituir as antigas baterias solares da EEI por baterias de iões de lítio.

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20 Julho, 2020

 

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3886: Cientistas provocaram um incêndio dentro de uma nave espacial (tudo pela segurança)

(dr) NASA

A NASA partilhou um novo vídeo no qual demonstra como se comportam os incêndios no Espaço. O projecto Saffire baseou-se na activação de chamas dentro da nave espacial Cygnus, depois de entregar suprimentos à Estação Espacial Internacional (EEI).

O Saffire é um projecto de demonstração de segurança contra incêndios da NASA, que se baseia numa série de seis experiências que investigam de que forma os incêndios se propagam no Espaço, especialmente a bordo de futuras naves espaciais com destino à Lua e a Marte.

Os cientistas deram início à experiência a bordo da Cygnus depois de a nave ter concluído a sua missão de reabastecimento da Estação Espacial Internacional (EEI).

Uma das novidades do Saffire IV é que, após o incêndio, foi usado um filtro de fumo para remover as partículas de monóxido de carbono. Este filtro, assim como um instrumento de monitorização de gases de combustão, são características que serão privilegiadas na nave espacial orian.

“Quisemos usar tudo o que aprendemos nas três primeiras experiências deste projecto e ver como se espalham e crescem as chamas noutras condições”, começou por explicar Gary Ruff, responsável pelo projecto Saffire no Centro de Investigação Glenn, da NASA, citado pelo Space.

“O Saffire IV contava também com mais equipamentos de diagnóstico para ver com que eficácia podemos detectar incêndios, medir produtos de combustão e avaliar futuras tecnologias de resposta e de limpeza de incêndios”, acrescentou em comunicado.

Os cientistas contaram ainda com a ajuda de vários sensores que detectaram os níveis de oxigénio e dióxido de carbono, a concentração, o diâmetro de fumo e as temperaturas em diferentes locais do Cygnus. Quatro câmaras foram instaladas no interior da nave para revelar o tamanho e a propagação das chamas.

A experiência mostrou que as chamas se espalharam rapidamente e atingiram um tamanho e taxa de combustão constantes, ao contrário da Terra, onde as chamas tendem a continuar a crescer. Os cientistas também descobriram que o tamanho da nave espacial teve mais efeito sobre o fogo do que o previsto.

As duas restantes experiências, no âmbito do projecto Saffire, estão planeadas para Março e Outubro de 2021. Até lá, a NASA vai continuar a desenvolver formar mais seguras de operar futuras missões de exploração tripulada.

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20 Junho, 2020

 

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3860: Cientistas criaram o quinto estado da matéria no Espaço

CIÊNCIA/FÍSICA

NASA
A EEI – Estação Espacial Internacional

Um quinto estado exótico da matéria foi criado num dos lugares mais frios do Universo: um dispositivo a bordo da Estação Espacial Internacional (EEI).

A Estação Espacial Internacional (EEI), o sofisticado laboratório que orbita 400 quilómetros acima da Terra, usou o Cold Atom Laboratory (CAL) para criar o quinto estado da matéria. Trata-se de um condensado conhecido como Bose-Einstein (BEC), criado pela primeira vez no Espaço.

Segundo o New Scientist, o condensado de Bose-Einstein foi formado quando um conjunto de átomos arrefeceu até ao zero absoluto, a temperatura mais baixa possível (-273 °C). A matéria é formada por nuvens de gás compostas por múltiplos átomos que se comportam como se fossem um só.

Esta é a primeira vez que estas características são reproduzidas no Espaço, um feito alcançado através da instalação do Cold Atom Laboratory, lançado em 2018 pela Estação Espacial Internacional. O artigo científico foi recentemente publicado na Nature.

“É bastante notável porque fornece um objecto mecânico quântico de tamanho macroscópico”, disse Maike Lachmann, cientista da Universidade Leibniz, em Hannover, na Alemanha.

Por sua vez, Robert Thompson, do Laboratório de Propulsão a Jacto da NASA, comentou que esta é “uma conquista tecnológica“, ainda que admita que, “no futuro, permitirá um amplo espectro de ciência”.

A principal vantagem destacada pelos cientistas é a micro-gravidade do Espaço, uma vez que na Terra a gravidade interfere nos campos magnéticos necessários para manter este estado da matéria, distorcendo completamente o resultado.

Aliás, na Terra, os condensados ​​de Bose-Einstein duram apenas alguns milissegundos. Por comparação, no Espaço, duram mais de um segundo, oferecendo uma oportunidade única aos cientistas para analisar as suas propriedades.

Os condensados ​​de Bose-Einstein ​​foram previstos por Albert Einstein e Satyendra Nath Bose há mais de 95 anos, mas os físicos Eric Cornell e Carl Wieman conseguiram, em 1995, arrefecer pela primeira vez um conjunto de átomos para atingir este estado. O feito valeu-lhes o Prémio Nobel da Física.

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17 Junho, 2020

 

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3763: Missão da Space X acoplou com sucesso. Astronautas da NASA já chegaram à EEI

CIÊNCIA/NASA/SAPCE-X

(h) EPA/SpaceX

A cápsula Dragon que transporta os astronautas da agência espacial norte-americana (NASA) já acoplou à Estação Espacial Internacional, após terem partido no primeiro voo privado rumo ao espaço, neste sábado.

Foi às 15:17 (hora de Lisboa) que a cápsula Dragon, da empresa SpaceX do multimilionário Elon Musk, começou a acoplagem à Estação Espacial Internacional (EEI), enquanto sobrevoava uma área de fronteira entre a Mongólia e China.

A acoplagem ficou completa às 15:30. Depois da acoplagem, os astronautas norte-americanos Doug Hurley e Bob Behnken vão ainda demorar cerca de duas horas e 15 minutos a abandonar a cápsula e entrar na EEI.

““Tem sido uma verdadeira honra poder ser uma pequena parte deste empreendimento de nove anos desde a última vez que uma nave dos Estados Unidos acoplou com a EEI”, disse Doug Hurley pouco depois de acoplar na EEI, citado pelo portal Business Insider.

Temos que dar os parabéns aos homens e mulheres da Space X [que trabalharam] em Hawthorne, McGregor e no Kennedy Space Center. Os seus esforços incríveis ao longo dos últimos anos não pode ser subestimados”, continuou.

NASA @NASA

Docking confirmed! @AstroBehnken and @Astro_Doug officially docked to the @Space_Station at 10:16am ET:

O lançamento estava inicialmente previsto para esta quarta-feira, mas as condições meteorológicas acabaram por adiar o evento para este sábado.

Este foi voo histórico, marcando momento importantes quer para a NASA quer para a empresa privada Space X do multimilionário Elon Musk. A Space X fez o seu primeiro voo tripulado, ao passo que a NASA marcou o fim do contrato dos Estados Unidos com a Rússia para fazer o transporte dos seus astronautas até à estação orbital.

A NASA contratou a SpaceX e a Boeing, em 2014, ao abrigo de contratos que totalizam sete mil milhões de dólares. Ambas as empresas lançaram as suas cápsulas de tripulação no ano passado com manequins de teste. O SpaceX’s Dragon cumpriu todos os seus objectivos, enquanto a cápsula Starliner, da Boeing, acabou na órbita errada e quase foi destruída devido a múltiplos erros de software.

Como resultado, o primeiro voo do Starliner com astronautas não é esperado até ao próximo ano. Desde que retirou o vaivém espacial em 2011, a agência espacial norte-americana tem confiado nas naves espaciais russas, lançadas do Cazaquistão, para levar os astronautas americanos de e para a estação espacial.

Fez-se história. Foguetão da SpaceX lançado com sucesso rumo à EEI

O primeiro foguetão concebido e construído por uma empresa privada, a SpaceX, de Elon Musk, levando a bordo dois astronautas…

ZAP // Lusa

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31 Maio, 2020

 

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3760: Fez-se história. Foguetão da SpaceX lançado com sucesso rumo à EEI

ESPAÇO/SPACE-X/NASA

Erik S. Lesser / EPA

O primeiro foguetão concebido e construído por uma empresa privada, a SpaceX, de Elon Musk, levando a bordo dois astronautas foi lançado este sábado na presença do Presidente do Estados Unidos, Donald Trump.

O lançamento decorreu às 15h22 locais (20h22 em Lisboa).

A descolagem decorreu na perfeição, segundo escreve o semanário Expresso, e o voo prossegue agora rumo à Estação Espacial Internacional (EEI) com os astronautas Doug Hurley e Bob Behnken a bordo do foguetão.

Este é um voo histórico, marcando momento importantes quer para a NASA quer para a empresa privada Space X do multimilionário Elon Musk. A Space X fez o seu primeiro voo tripulado, ao passo que a NASA marcou o fim do contrato dos Estados Unidos com a Rússia para fazer o transporte dos seus astronautas até à estação orbital.

É absolutamente uma honra fazer parte deste enorme esforço para levar os Estados Unidos de volta ao mercado de lançamentos”, confessou Doug Hurley, minutos antes de descolar, citado pelo portal Business Insider.

O administrador da NASA, Jim Bridenstine, mostrou-se emocionado durante as declarações que prestou depois de o foguete ter entrado em órbita.

“Estou a dar um suspiro de alívio, mas também direi que não comemorarei até que o Bob e o Doug estejam em casa em segurança (…) Já ouvi estes barulhos antes, mas é todo um sentimento diferente quando é a nossa equipa no topo deste foguete”.

Os astronautas norte-americanos deverão demorar 19 horas a chegar à EEI.

O lançamento estava inicialmente previsto para esta quarta-feira, mas as condições meteorológicas acabaram por adiar o evento para este sábado.

Eddy @eddymessiah2

GOOSEBUMPS, congrats America 🇺🇲 #SpaceX #LaunchAmerica

A agência espacial, norte-americana tentou desencorajar os espectadores a assistirem ao lançamento, por causa da pandemia de covid-19, e limitou severamente o número de funcionários, visitantes e jornalistas dentro do Kennedy Space Center.

No entanto, na nova paragem turística reaberta do centro, os 4.000 bilhetes para o lançamento foram todos comprados em poucas horas.

A NASA contratou a SpaceX e a Boeing, em 2014, ao abrigo de contratos que totalizam sete mil milhões de dólares. Ambas as empresas lançaram as suas cápsulas de tripulação no ano passado com manequins de teste. O SpaceX’s Dragon cumpriu todos os seus objectivos, enquanto a cápsula Starliner, da Boeing, acabou na órbita errada e quase foi destruída devido a múltiplos erros de software.

Como resultado, o primeiro voo do Starliner com astronautas não é esperado até ao próximo ano. Desde que retirou o vaivém espacial em 2011, a agência espacial norte-americana tem confiado nas naves espaciais russas, lançadas do Cazaquistão, para levar os astronautas americanos de e para a estação espacial.

Astronautas da NASA já se preparam para voo histórico a bordo do foguetão da Space X

Dois astronautas da NASA já estão a equipar-se para o lançamento histórico de um foguetão concebido e construído pela empresa…

ZAP // Lusa

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30 Maio, 2020

 

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Earth View 8K : Earth From Space Like You’ve Never Seen Before Stunning 8K Video

This stunning 8K video shares the view from the International Space Station as it passes over Earth. This unique travel video of Earth from space is in real time, covering some 5,700 km / 3,500 m, sees our journey start at the coast of Nigeria, then over Chad, Algeria and Egypt. From there we see Israel, Jordan, Syria then onto Turkey, Georgia, Armenia before ending up at Russia and the Caspian Sea. The video was created using thousands of photos taken by NASA and ESA astronauts aboard the ISS. This unique astrophotography is combined with software to interpolate the missing frames so it can be played in real-time – the same time as it took the Space Station to travel.

Space Videos

 

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3711: Viver na EEI deixa uma “impressão digital” microbiana nos astronautas

CIÊNCIA/ESPAÇO

A EEI – Estação Espacial Internacional

Dois estudos científicos mostram como a Estação Espacial Internacional (EEI) deixa uma “impressão digital” microbiana nos astronautas (e vice-versa).

De acordo com o site Science Alert, estes dois estudos fazem parte de projectos que analisam como é que as viagens espaciais afectam o microbioma humano e como é que esse mesmo microbioma, por sua vez, afecta a nave espacial.

O primeiro estudo, publicado na revista científica Scientific Reports, em 2019, analisou nove astronautas que estiveram a bordo da Estação Espacial Internacional entre seis a 12 meses.

Ao contrário do que esperavam, os cientistas descobriram que os microbiomas intestinais destes tripulantes se tornaram mais diversos no ambiente relativamente estéril e livre de bactérias do Espaço.

Segundo o mesmo site, esta descoberta pode estar relacionada com o facto de estes astronautas terem à sua disposição na EEI mais de 200 opções de alimentos e bebidas, acabando por ser uma oferta mais variada do que em casa.

Relativamente ao microbioma da pele, os resultados foram diferentes. Alguns astronautas tiveram um aumento na diversidade das suas bactérias na pele, enquanto outros tiveram uma diminuição. A única tendência consistente foi uma redução das Proteobacteria, muito possivelmente por causa da limpeza da estação espacial.

Por outro lado, também se verifica mudanças microbianas na direcção oposta. Tanto que os cientistas são capazes de dizer quais são os astronautas que estiveram a bordo da ISS simplesmente ao olhar para os traços microbianos que deixaram para trás.

É aqui que entra o segundo estudo, publicado, em Abril, na revista científica PLOS One. Os investigadores recolheram amostras da boca, nariz, ouvidos, pelo e saliva de um membro da tripulação da EEI antes, durante e depois da sua missão.

De seguida, a equipa comparou-as com amostras recolhidas em oito superfícies da EEI durante e após a sua estadia. Os cientistas foram capazes de detectar padrões correspondentes de micro-organismos.

Os cientistas usaram uma técnica de laboratório especial para explorar o ADN das amostras na Terra. No total, o microbioma do astronauta contribuiu para 55% do microbioma da superfície, e os micróbios da superfície assemelharam-se mais aos encontrados nas suas amostras da pele. Segundo o estudo, estas semelhanças bacterianas ainda se mantiveram por até quatro meses depois da partida do astronauta.

De acordo com o Science Alert, ao entender a relação entre os microbiomas dos astronautas e as naves espaciais, os cientistas estarão mais aptos para planear longas viagens espaciais e mais equipados para manter os astronautas seguros e saudáveis.

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19 Maio, 2020

 

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3682: Try to dock with the International Space Station with this SpaceX Crew Dragon simulator

SCIENCE/TECHNOLOGY

Good luck and don’t damage your spaceship

Later this month, SpaceX’s new Crew Dragon spacecraft will take its first human passengers to the International Space Station — and now you can get a firsthand view of what they’ll be seeing when they approach the orbiting lab. Today, SpaceX released a new online simulator that allows users to try their hand at manually docking with the ISS using the Crew Dragon’s controls. Spoiler alert: it’s actually pretty hard!

The simulator begins with your Crew Dragon vehicle radically askew in space. Ahead, a virtual recreation of the International Space Station awaits, but the docking system on your Crew Dragon is pointed at an angle away from the port with which it needs to align. Luckily, there are plenty of controls to fix the vehicle’s position and approach the station. But remember, in space, it’s not as simple as moving forward, backward, or turning. You’ve got six degrees of freedom, so you also need to be pitched properly and roll the vehicle to its right orientation.

 

In the simulator, controls on your left manipulate the Crew Dragon’s translation: its movements forward, backward, up, down, and side to side (though in space, this is all relative). The controls on the right manipulate the vehicle’s pitching, yawing, and rolling. A heads-up display will let you know if you’re moving in the right way. But also don’t expect to reach the ISS at a brisk pace. Docking in space is a slow process, with the tiniest motions going a long way. So if you have some time to spare, you can see if you’re able to perfectly orchestrate the right clicks to get your spacecraft into its parking spot.

Actual astronauts riding inside Crew Dragon won’t need to manually dock the vehicle if all goes well. The vehicle is designed to automatically dock with the International Space Station without the need of any user input. Still, all of the astronauts are trained to take over the controls of the Crew Dragon if necessary, and SpaceX’s first passengers — NASA astronauts Bob Behnken and Doug Hurley — will do some manual flying on their mission, just to test out the system.

After a few rounds of the simulator, you’ll get a little glimpse of what it’s like to park a spaceship. Just don’t do what I did and go too fast; you’ll dent the ISS.

The Verge

 

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3627: Já há data (e hora) para o primeiro voo tripulado da Space X

CIÊNCIA/ESPAÇO

Space X

A agência espacial norte-americana (NASA) anunciou recentemente a data e a hora do primeiro lançamento tripulado com a nave Crew Dragon, da empresa SpaceX, rumo à Estação Espacial Internacional (EEI).

A empresa do multimilionário Elon Musk, que se estreará desta feita nos voos tripulados, levará os astronautas da NASA Robert Behnken e Douglas Hurley até à EEI a 27 de maio por volta das 21h23, no fuso horário de Lisboa.

O lançamento será feito feito com foguete Falcon 9, também da Space X, a partir do complexo de Lançamento 39A no Centro Espacial Kennedy, no estado norte-americano da Florida, detalha o portal New Atlas.

Este será um voo certamente histórico: a Space X fará o seu primeiro voo tripulado, ao passo que a NASA marcará o fim do contrato dos Estados Unidos com a Rússia para fazer o transporte dos seus astronautas até à estação orbital.

Desde 2011, recorda o portal CanalTech, a NASA depende da agência espacial russa (Roscosmos) para realizar voos tripulados a bordo dos foguetes Soyuz, pagando cerca de 90 milhões de dólares por cada lugar a bordo. Por norma, leva dois astronautas.

Os lançamentos da Space X são mais em conta: custam 60 milhões de dólares por lugar. São 30 milhões que separam os serviços da empresa de Musk da Roscosmos. A Space X consegue fazer preços muito mais baixos porque trabalha com foguetões 80% reutilizáveis.

Recentemente, a Roscosmos anunciou que os seus voos ficarão 30% mais barato, numa tentativa de “concorrer” em pé de igualdade com a empresa privada norte-americana.

Apesar do voo histórico, o lançamento não contará com público no complexo de lançamento ao contrário do que é habitual. A NASA disse recentemente que os aficionados devem seguir o evento a partir das suas casas por causa da pandemia de covid-19.

NASA volta ao espaço em voos tripulados com a Boeing e a SpaceX

A Agência Nacional para a Aeronáutica e o Espaço, NASA, que desde o fim do programa Space Shuttle, em 2011,…

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2 Maio, 2020

 

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3567: Depois de mais de 200 dias no Espaço, tripulação da EEI regressou à Terra

CIÊNCIA/ESPAÇO

Space_Station / Twitter
O cosmonauta russo Oleg Skripochka depois de aterrar no Cazaquistão

A nave Soyuz MS-15, com três tripulantes da Estação Espacial Internacional (EEI) a bordo, aterrou com êxito, esta sexta-feira, no Cazaquistão, informou a agência espacial russa Roscosmos.

A cápsula tocou Terra às 05h16 tmg (06h16 em Lisboa), a sudeste de Dzhezkazgan, com o cosmonauta Oleg Skripochka e os astronautas da agência espacial norte-americana NASA Andrew Morgan e Jessica Meir a bordo.

Devido às limitações técnicas relacionadas com a pandemia de covid-19, o regresso não foi transmitido em directo, a partir do local de aterragem como é habitual.

Oito helicópteros Mi-8MTV-1, aviões An-12 e An-26, e 19 unidades terrestres, incluindo cinco veículos de busca e resgate “Blue Bird”, aguardavam a aterragem da cápsula, de acordo com as agências russas.

A tripulação seguiu, a bordo de helicópteros russos Mi-8, para o centro de recuperação de Baikonur, onde se vai separar.

Os norte-americanos Morgan e Meir vão viajar, a bordo de um avião da NASA, para Houston, enquanto Skirpchka voltará para a base de treino Star City, nos arredores de Moscovo, onde vai ficar de quarentena devido à pandemia da covid-19.

Morgan cumpriu 272 dias no Espaço e na sua primeira missão espacial, que começou em 20 de Julho passado, quando foi lançado para a EEI juntamente com o russo Alexandr Skortsov e o italiano da Agência Espacial Europeia Luca Parmitano.

Skripochka, que completou o terceiro voo espacial, acumulando 536 dias em órbita, e Meir chegaram à EEI em 25 de Setembro passado, juntamente com Hazza al Mansouri dos Emirados Árabes Unidos, e cumpriram 205 dias no espaço.

A tripulação regressou à Terra exactamente 50 anos depois dos três astronautas da Apolo 13 terem caído no Pacífico. A explosão de um tanque de oxigénio fez abortar a missão da Apolo 13.

A bordo da EEI ficaram o astronauta norte-americano Chris Cassidy e os cosmonautas da Roscosmos Anatoli Ivanishin e Ivan Vagner, chegados no passado dia 9, a bordo da Soyuz MS-16.

Os três afirmaram que cumpriram um mês de quarentena, antes de partirem para a EEI.

A nova tripulação começou, no momento em que Soyuz MS-15 regressou à Terra, a expedição 63, que deverá receber em breve os astronautas da NASA Bob Behnken e Doug Hurley, a bordo da cápsula Crew Dragon da empresa de transporte aeroespacial SpaceX, propriedade do empresário Elon Musk.

Behnken e Hurley vão ser os primeiros astronautas da NASA a serem lançado para a EEI a partir de solo norte-americano, a bordo de uma nave e de um foguetão também norte-americanos, desde o fim do programa do vaivém, em 8 de Julho de 2011.

ZAP // Lusa

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17 Abril, 2020

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3432: SpaceX prepara primeira missão tripulada ao espaço para 7 de Maio

CIÊNCIA/TECNOLOGIA

Elon Musk já tinha partilhado a previsão de uma missão tripulada da SpaceX acontecer entre Abril e Junho. Novos indícios apontam agora para esta experiência acontecer no início de Maio

A primeira missão tripulada da SpaceX poderá acontecer dentro de poucos meses. Eric Berger, editor do ArsTechnica, escreve no Twitter que a Demo 2 da Dragon está prevista para 7 de Maio, embora adiante que há variáveis não relacionadas com o hardware que podem fazer a data oscilar para fins de Abril ou mais para a frente, ainda em Maio.

Eric Berger @SciGuySpace

Working date for SpaceX’s Demo-2 launch is May 7. Dragon is in good shape.

Launch date is fluid and mission may move into late April, or push later into May depending on a number of variables not hardware related. No final decision yet on duration.

A cápsula Crew Dragon está quase a celebrar um ano sobre a data histórica em que atingiu a Estação Espacial Internacional, em Março do ano passado, com a Demo 1. Outras marcas relevantes aconteceram em Janeiro, quando a SpaceX conseguiu testar um mecanismo de expulsão para afastar a cápsula do foguetão Rocket 9 se algo correr mal durante o lançamento e no ano passado quando se fizeram vários testes aos motores sem registo de qualquer explosão.

As autoridades dos EUA emitiram um relatório onde conferem que o programa comercial da SpaceX está a evoluir favoravelmente e que a cápsula Crew Dragon vai estar pronta para operar três meses mais cedo do que o antecipado.

Com este histórico, tudo parece apontar para que a SpaceX esteja pronta para lançar a sua primeira missão tripulada ao espaço, naquele que será mais um feito histórico.

Exame Informática
11.02.2020 às 11h18

 

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3372: SpaceX prepara, com a NASA, um teste de emergência à sua cápsula Crew Dragon

CIÊNCIA/TECNOLOGIA

Os objectivos da SpaceX continuam bem sólidos e, em conjunto com a NASA, prepara agora um teste de emergência à sua cápsula Crew Dragon. Com o teste, deverão ser alcançados progressos na missão de levar astronautas norte-americanos à ISS sem precisar de colaboração da Rússia.

O teste será feito nos próximos dias na Florida, anunciou a empresa liderada por Elon Musk.

A Crew Dragon é a cápsula da SpaceX que foi concebida para transportar humanos para o Espaço. Numa primeira fase, a missão passa por levar astronautas até à Estação Espacial Internacional (ISS), mas o seu desenvolvimento ainda não acabou.

Com uma capacidade para até sete pessoas, nos moldes actuais, esta cápsula foi desenvolvida no âmbito do projecto Commercial Crew Program da NASA. Assim sendo, a agência norte-americana colabora com a SpaceX nos testes realizados.

Elon Musk está bastante confiante no seu projecto. A confiança é tal que o CEO da SpaceX já partilhou a sua visão de como será um missão até à ISS.

Teste de emergência à Crew Dragon da SpaceX será feito em breve

A empresa de Elon Musk, ao longo de 2019, efectuou vários testes à sua cápsula. Os testes efectuados estudam sempre elementos específicos de cada vez, de modo a garantir que no final tudo funciona como é plenamente suposto.

Após o teste em Abril que não correu nada bem, a SpaceX tem conseguido desenvolvimentos interessantes. Estes serão elevados a um novo nível já no próximo sábado, dia 18 de Janeiro às 13:00 – hora de Lisboa.

SpaceX @SpaceX

Static fire of Falcon 9 complete – targeting January 18 for an in-flight demonstration of Crew Dragon’s launch escape system, which will verify the spacecraft’s ability to carry astronauts to safety in the unlikely event of an emergency during ascent

A NASA e a SpaceX planeiam testar os mecanismos de segurança que a cápsula Crew Dragon tem em casos de emergência. Como o nome indica, estes mecanismos são accionados caso a operação corra mal. Neste caso em específico, serão testados os mecanismos para o lançamento.

Caso tudo corra como suposto, a empresa de Elon Musk dá assim um passo importante na sua ambição de, em conjunto com a NASA, levar astronautas para a ISS num futuro próximo.

A empresa de Elon Musk pode ainda revolucionar a distribuição de Internet

Satélite ligados por laser podem fornecer “Internet a partir do espaço”

Com o acesso mais “barato” ao espaço, são muitos os projectos para ampliar um rede de serviços hoje existentes a partir da Terra. Nesse sentido, há uma nova concepção que poderá trazer uma nova … Continue a le

pplware
15 Jan 2020

3350: As primeiras bolachas preparadas no Espaço já chegaram à Terra

CIÊNCIA/EEI

(dr) NASA
As primeiras “bolachas espaciais”

As primeiras bolachas preparadas no Espaço, a partir da Estação Espacial Internacional (EEI), estão de volta à Terra para serem analisadas pelos cientistas.

As bolachas (com pepitas de chocolate, caso se esteja a perguntar) foram preparadas pelos astronautas da Estação Espacial Internacional (EEI) mesmo antes do Natal, depois de, em Novembro do ano passado, terem recebido um forno incomum.

Coube à astronauta Christina Koch — que recentemente ganhou o estatuto de mulher que mais tempo passou no Espaço — dar a novidade, tendo partilhado uma fotografia na sua conta do Twitter com uma dessas bolachas e o astronauta italiano Luca Parmitano.

“Fizemos bolachas espaciais e leite para o Pai Natal este ano”, escreveu a astronauta norte-americana nessa publicação, com data de 26 de Dezembro.

Christina H Koch @Astro_Christina

We made space cookies and milk for Santa this year. Happy holidays from the @Space_Station!


6.633 15:31 – 26 de dez de 2019

Infelizmente, escreve o IFLScience, nem os astronautas nem o Pai Natal tiveram a oportunidade de experimentar esta “iguaria espacial”, uma vez que fazia parte de uma experiência científica para ver se é possível cozer coisas no Espaço.

A Space X efectuou o transporte das bolachas, esta terça-feira, através da aeronave Dragon, que tinha atracado na EEI um mês antes.

As bolachas foram preparadas com a massa fornecida pela DoubleTree, que já tinha já sido levada para a EEI, e assadas no Zero G Kitchen Space Oven, protótipo criado pela Zero G Kitchen e pela Nanoracks.

O objectivo do projecto é tentar fazer com que as futuras viagens espaciais de longa duração sejam mais confortáveis e agradáveis para os astronautas, mas também fornecer informações sobre o efeito da micro-gravidade no processo de assar alimentos.

ZAP //

Por ZAP
10 Janeiro, 2020

spacenews

 

3323: SpaceX mostra como será a missão que está a preparar desde 2012

CIÊNCIA/ESPAÇO/SPACE X

A SpaceX, fabricante de foguetões do empresário Elon Musk, está a preparar-se para tornar realidade o seu projecto de transportar astronautas para o Espaço.

Na passada segunda-feira, a empresa publicou um vídeo no qual é possível observar uma simulação em computador do primeiro voo de um astronauta, que deverá ser realizado em 2020. “A SpaceX mostrará em breve a capacidade da Crew Dragon de levar com segurança e confiabilidade os astronautas de e para a Estação Espacial Internacional”, disse a empresa.

Na gravação, vê-se dois astronautas que embarcam na nave espacial Crew Dragon. Uma das principais funções da Crew Dragon será levar astronautas para a Estação Espacial Internacional. Nesse sentido, a SpaceX usará o seu foguetão Falcon 9 para impulsionar a Crew Dragon para fora do nosso planeta.

No vídeo, após um acoplamento bem-sucedido à Estação Espacial Internacional, o dispositivo separa-se e regressa à Terra.

Antes do vídeo aparecer na conta da SpaceX no YouTube, o fundador da empresa, Elon Musk, postou uma parte do vídeo na sua conta do Twitter. “A simulação do primeiro voo tripulado do Falcon 9/Dragon 2020”, escreveu.

Elon Musk @elonmusk

Simulation of first crewed flight of Falcon 9 / Dragon 2020 @NASA

Há oito anos, em Janeiro de 2012, Musk publicou um vídeo a mostrar a simulação de um voo doo foguetão Falcon 9 com a sonda Dragon. “Oito anos depois, a simulação é praticamente real“, respondeu Musk a esse post.

Em Outubro, Elon Musk e Jim Bridenstine, administrador da NASA, disseram que a sua ideia de levar astronautas para o Espaço a partir do território dos Estados Unidos ainda estava em andamento e que poderia ser concluído no início de 2020.

No entanto, alertaram que ainda há trabalho crítico a ser feito, mas, ainda assim, tinham a certeza de que haveria um lançamento em breve. “Se tudo correr conforme o planeado, será no primeiro trimestre do próximo ano“, disse o administrador da NASA.

Espera-se que a primeira viagem desta missão seja feita pelos astronautas Bob Behnken e Doug Hurley.

A Crew Dragon é uma nave espacial completamente autónoma que foi desenvolvida para levar até sete astronautas para a Estação Espacial Internacional e outros destinos. A nave pode ser monitorizada e controlada pela tripulação e pelo centro de controlo da SpaceX, na Califórnia, nos Estados Unidos.

ZAP //

Por ZAP
6 Janeiro, 2020

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3318: Astronautas brincaram com fogo no Espaço (e descobriram que é mais perigoso do que na Terra)

CIÊNCIA/EEI/ESPAÇO

SXC

Brincar com fogo pode ser perigoso na Terra – mas pode ser ainda mais se estivermos confinados numa cápsula espacial a flutuar a 400 quilómetros acima do nosso planeta.

Na semana passada, os astronautas a bordo da Estação Espacial Internacional (EEI) acenderam intencionalmente uma série de labaredas numa investigação para estudar o comportamento das chamas em gravidade zero.

Segundo os cientistas por trás da experiência, chamada Confined Combustion, o estudo ajudará a melhorar a segurança contra incêndios na EEI e em futuras missões lunares, ajudando a prever a forma como um incêndio pode progredir em condições de baixa gravidade.

Paul Ferkul, da Universities Space Research Association, que está a trabalhar no projecto, disse, em declarações ao jornal britânico The Guardian, que “este é o objectivo imediato e mais prático, já que a NASA pode usar o conhecimento para melhorar a selecção de materiais e estratégias de segurança contra incêndio”.

Na Terra, a gravidade puxa o ar mais denso e frio para a base da chama, deslocando o ar quente, que sobe. O processo fornece oxigénio fresco ao fogo e o fluxo ascendente de ar quente confere à chama a sua forma característica de lágrima.

Por outro lado, na gravidade zero, as chamas podem ser esféricas ou podem ser alongadas por fluxos externos de ar. “A remoção da gravidade elimina a convecção natural. O ar quente não está a subir porque não existe”, disse Ferkul.

As experiências, que começaram na véspera de Natal, envolvem um ventilador a soprar ar através da caixa para fornecer oxigénio. As experiência estão a testar dois combustíveis – tecido composto de algodão e fibra de vidro e folhas de plástico acrílico transparente – e a testar a forma como diferentes fluxos de ar e tamanhos de caixa alteram as taxas de combustão.

Os fogos são acesos numa caixa dentro de uma caixa para garantir a segurança. Nos 15 experimentos realizados até agora, a chama ardeu durante um a 22 minutos.

NASA
Comportamento de uma chama no Espaço

Trabalhos anteriores da mesma equipa revelaram que, contrariamente às expectativas, alguns materiais seriam mais inflamáveis ​​na Lua devido à menor flutuabilidade. Isto ocorre porque, para alguns materiais, o fluxo de convecção é tão rápido que extingue a chama na Terra.

No entanto, quando transferido para a Lua, o fluxo pode atingir um ponto ideal, onde é suficientemente rápido para absorver oxigénio fresco, mas não tão rápido que o fogo é apagado.

“Viver na lua será um ambiente diferente da EEI e da Terra e os incêndios comportar-se-ão de forma diferente lá”, disse Ferkul. “Há razões para acreditar que os incêndios podem ser mais perigosos na Lua do que na Terra”.

As experiências são projectadas para fornecer melhores previsões sobre a forma como os diferentes materiais se comportam em ambientes de baixa gravidade.

ZAP //

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6 Janeiro, 2020

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3308: Pela primeira vez, astronauta em órbita tratado a uma trombose a partir da Terra

CIÊNCIA/EEI/SAÚDE

NASA
Astronauta Mike Hopkins no exterior da Estação Espacial Internacional (ISS)

Um astronauta norte-americano teve de ser tratado a uma trombose venosa profunda na Estação Espacial Internacional (EEI), um caso inédito revelado por um dos médicos que assistiram o doente a partir da Terra.

O caso, descrito na publicação New England Journal of Medicine e hoje citado pela agência noticiosa espanhola Efe, ocorreu quando o astronauta, cuja identidade foi omitida para respeitar a sua privacidade, estava há dois meses na EEI para cumprir uma missão de meio ano.

É a primeira vez que é detectada uma trombose venosa profunda – formação de coágulos sanguíneos numa veia – num astronauta em órbita, pelo que não havia um método estabelecido para tratar o problema em condições de micro-gravidade, indicou em comunicado a Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, à qual está associado o médico Stephan Moll, um dos clínicos que acompanharam o caso.

Na situação em apreço, o astronauta tinha um coágulo sanguíneo na veia jugular (do pescoço), tendo-lhe sido administrado um anticoagulante, que foi enviado por uma nave de transporte de carga dada a escassez do fármaco a bordo da EEI.

O tratamento durou três meses, período em que o doente realizou ecografias ao pescoço sob a orientação de uma equipa de radiologia que estava na Terra. As comunicações entre o astronauta e o médico Stephan Moll faziam-se por correio electrónico e telefone.

Depois de regressar à Terra, o astronauta teve de suspender o tratamento durante quatro dias devido à grande exigência física da viagem. Depois disso, não necessitou de mais medicação.

A trombose venosa profunda do astronauta era assintomática, pelo que foi detectada por acaso quando usava ultra-sons para uma experiência sobre a redistribuição dos fluidos corporais em ambiente de micro-gravidade.

O médico Stephan Moll, o único que não era da agência espacial norte-americana (NASA), considera que o caso levanta perguntas às quais é preciso dar resposta, sobretudo quando se pensa em missões espaciais humanas mais prolongadas, como regressar à Lua ou ir a Marte: O risco de trombose venosa profunda no espaço é elevado? Como minimizá-lo?

ZAP // Lusa

Por Lusa
3 Janeiro, 2020

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3294: Astronauta da NASA bate recorde. É a mulher que mais tempo passou no Espaço

CIÊNCIA/ESPAÇO

Christina Koch / Twitter
A astronauta da NASA Christina Koch

A astronauta norte-americana tornou-se, no último sábado, a mulher a passar mais tempo no Espaço, depois de ter ultrapassado a marca dos 288 dias a bordo da Estação Espacial Internacional.

2019 foi um ano e peras para a astronauta Christina Koch. Depois de ter feito história, em Outubro, quando esteve no primeiro passeio espacial exclusivamente feminino com a colega Jessica Meir, este sábado, tornou-se a mulher a passar mais tempo no Espaço.

Nesse dia, a astronauta norte-americana da NASA celebrou o seu 288.º dia a bordo da Estação Espacial Internacional. O anterior recorde, conseguido em 2017, pertencia à antiga astronauta Peggy Whitson.

“Os recordes existem para ser quebrados. É um sinal de progresso“, escreveu Whitson na sua conta do Twitter.

“Ter a oportunidade de ficar aqui por tanto tempo é realmente uma honra. A Peggy é uma das minhas heroínas e também teve a gentileza de me orientar ao longo dos anos, por isso é um lembrete para eu retribuir quando voltar”, disse Koch, citada pelo site Space.

Peggy Whitson @AstroPeggy

Records are made to be broken…it is a sign of progress! Congrats @Astro_Christina! https://twitter.com/Space_Station/status/1210953554803994626 

Intl. Space Station @Space_Station

NEW RECORD! NASA astronaut @Astro_Christina now has a place in the record books for the longest single spaceflight by a woman, eclipsing former NASA astronaut Peggy Whitson’s record of 288 days. @AstroPeggy went back to zero gravity to say #CongratsChristina.

Segundo o Science Alert, Kock ainda está longe de regressar a casa. Se tudo correr como previsto, isso só irá acontecer em Fevereiro de 2020, o que significa que terá estado um total de 328 dias no Espaço.

A astronauta começou a sua missão espacial no dia 14 de Março e a ideia era ficar na EEI durante seis meses. No entanto, a NASA estendeu a sua estadia, em parte para recolher mais dados sobre os efeitos dos voos espaciais de longa duração.

“É uma coisa maravilhosa para a ciência. Vemos outro aspecto de como o corpo humano é afectado pela micro-gravidade a longo prazo. Isso é realmente importante para os nossos planos futuros, não só na Lua mas também em Marte”, disse a astronauta.

Se passar os 328 dias no Espaço, Koch ficará a apenas 12 dias do recorde de Scott Kelly, que entre 2015 e 2016 passou 340 dias na EEI.

“Gosto de pensar no recorde não tanto sobre quantos dias estamos aqui, mas o que trazemos para cada dia, logo é outro grande lembrete para tentar fazer o nosso melhor“.

No entanto, o recorde do maior voo espacial da História — homem ou mulher — pertence ao cosmonauta russo Valery Polyakov, que passou 438 dias consecutivos a bordo da Mir.

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1 Janeiro, 2020

 

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3211: Nova tecnologia russa permite chegar à Estação Espacial Internacional em tempo recorde

CIÊNCIA

NASA
Cápsula russa Soyuz acoplada à Estação Espacial Internacional

Engenheiros aeroespaciais russos desenvolveram uma nova tecnologia que vai permitir que a nave Soyuz chegue à Estação Espacial Internacional três vezes mais rápido, optimizando o consumo de combustível e minimizando o impacto nos astronautas. 

Os testes do novo método vão começar a partir de 2020, de acordo com a Roscosmos, agência espacial russa. A inovação reduz a quantidade de órbitas que a sonda precisa de fazer ao redor da Terra antes de chegar à EEI. O esquema actual demora até dois dias para a aproximação e, mesmo em lançamentos acelerados, demora seis horas a concluir várias órbitas em todo o planeta.

Para aumentar a eficiência da Soyuz, especialistas da Corporação de Energia Espacial e de Foguetes (RKK Energiya) criaram um método de aproximação que requer apenas uma rotação ao redor da Terra. Dessa forma, espera-se reduzir o tempo de voo para aproximadamente duas horas, o que pode economizar um volume significativo de combustível e outros recursos necessários para cada missão.

A nova tecnologia, de acordo com o Russia Today, também reduzirá significativamente o tempo que a equipa deverá gastar dentro do espaço reduzido da cápsula. Também permitirá o envio rápido de biomateriais para várias experiências científicas a bordo da EEI.

Anteriormente, a Roscosmos apontou que, actualmente, um esquema de duas órbitas com navios não tripulados já é praticado, em vez das habituais quatro rotações. O esquema de órbita única será implementado nos próximos 2 ou 3 anos.

Estima-se que a latitude do novo cosmódromo russo Vostochny será mais conveniente para este tipo de lançamento em comparação com o de Baikonur, no Cazaquistão.

Especialistas dizem que a nova tecnologia será essencial no programa de exploração lunar da Rússia e que também poderá ser usada para realizar missões de resgate espacial em situações em que o tempo é um factor crítico.

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17 Dezembro, 2019

 

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3142: NASA vai criar um “hotel” para robôs no espaço

CIÊNCIA

NASA’s Marshall Space Flight Center / Flickr

A National Aeronautics and Space Administration (NASA) vai enviar um “hotel de robôs” para a Estação Espacial Internacional, o que poderá acontecer já na próxima missão de reabastecimento, com o lançamento do foguetão Falcon 9 da SpaceX, esta quarta-feira à tarde.

Segundo informou o Tech Crunch, o “hotel-robô” é formalmente conhecido como “Robotic Tool Stowage” (ou RiTS). Trata-se de um espaço de estacionamento para robôs que não estão em uso, protegendo-os de potenciais perigos apresentados no espaço, incluindo a exposição à radiação ou serem atingidos por meteoros ou detritos.

Os primeiros convidados serão dois robôs Robotic External Leak Locators (RELL), responsáveis por encontrar falahas na parte externa da Estação Espacial Internacional.

No passado, estes robôs eram armazenados dentro da estação quando não estavam em uso, mas, como referiu o Tech Crunch, esse “espaço é muito valioso”, ficando assim disponível para guardar outros equipamentos e para ser utilizado pelos astronautas.

Além disso, os robôs precisam ser calibrados antes de serem enviados para realizar o seu trabalho, um processo que leva 12 horas. Como o novo ambiente de armazenamento já será externo, será mais fácil e rápido recuperá-los e configurá-los, indicou o Tech Crunch.

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4 Dezembro, 2019

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3059: Pela primeira vez, uma astronauta corrige página da Wikipédia a partir do Espaço

CIÊNCIA

NASA’s Marshall Space Flight Center / Flickr

Pela primeira vez na história da Humanidade, a astronauta norte-americana Christina H. Koch fez a edição de uma página da Wikipédia na Internet a partir da Estação Espacial Internacional (EEI), enquanto orbitava o planeta Terra.

A novidade foi revelada por outra astronauta, Daren Welsh, através de uma mensagem publicada na rede social Twitter.

Christina H. Koch fez uma edição numa página da enciclopédia online Wikipédia em que estão listados os passeios espaciais realizados desde 2015. De acordo com a Renascença, a astronauta corrigiu alguns pormenores na descrição de tarefas realizadas durante uma saída da EEI, indica a página da Wikipédia.

Wikipedia @Wikipedia

No gravity is required to edit Wikipedia. Eat your heart out, Issac Newton. https://twitter.com/darenwelsh/status/1196143829591711744 

Daren Welsh @darenwelsh

Today, @Astro_Christina made the first confirmed edit to @Wikipedia FROM SPACE while aboard the @Space_Station! https://en.wikipedia.org/w/index.php?title=List_of_spacewalks_since_2015&diff=prev&oldid=926631603 @NASA @NASA_Astronauts @Wikimedia @mediawiki

A famosa enciclopédia online também assinalou a ocasião com uma mensagem no Twitter. “Não é preciso gravidade para editar a Wikipédia. “Rói-te de inveja, Isaac Newton”.

Licenciada em engenharia electrotécnica e física, a norte-americana partiu para a Estação Espacial Internacional a 4 de Março deste ano. Meses depois, a 18 de Outubro Koch e a colega Jessica Meir realizaram o primeiro passeio espacial realizado apenas por mulheres.

Em seis décadas e meia de exploração espacial com tripulantes, 15 mulheres participaram em 221 destes passeios orbitais, mas desde que, em 1984, a soviética Svetlana Savistskaya foi a primeira mulher a sair de uma nave – acompanhada pelo cosmonauta Vladimir Dzhanibekov – todas as tarefas femininas no exterior contaram com participação masculina.

A primeira saída para o espaço de duas mulheres estava programada para março e nela deveria participar a astronauta Anne McClain, mas a agência espacial norte-americana NASA alegou então que não tinha fatos espaciais adequados para duas mulheres.

A caminhada espacial é uma das tarefas mais perigosas das quais um astronauta participará durante o seu tempo a bordo da ISS. Cada um deles dura cerca de 6,5 horas, enquanto o astronauta permanece preso à nave espacial para não flutuar. Os astronautas usam pequenas unidades do tamanho de mochilas completas com propulsores a jacto operados por um joystick para ajudá-los a movimentar-se com segurança.

Das cerca de 500 pessoas que já estiveram no espaço, menos de 11% eram mulheres. Todas as caminhadas espaciais até o momento envolveram equipas consistindo exclusivamente de homens ou equipas envolvendo homens e mulheres.

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19 Novembro, 2019

 

3018: NICER avista explosão recorde de raios-X

CIÊNCIA

Ilustração que mostra uma explosão de raios-X do Tipo I. A explosão expele primeiro a camada de hidrogénio, que se expande e acaba por se dissipar. Em seguida, a radiação cresce até ao ponto em que liberta a camada de hélio, que ultrapassa a camada de hidrogénio. Alguns dos raios-X emitidos na explosão são espalhados para o disco de acreção. A bola de fogo arrefece rapidamente e o hélio assenta novamente para a superfície.
Crédito: Centro de Voo Espacial Goddard da NASA/Chris Smith(USRA)

O telescópio NICER (Neutron star Interior Composition Explorer) da NASA, na Estação Espacial Internacional, detectou um pico repentino de raios-X por volta das 22:04 do dia 20 de Agosto. A explosão foi provocada por um enorme flash termonuclear à superfície de um pulsar, os remanescentes esmagados de uma estrela que há muito tempo explodiu como super-nova.

O surto de raios-X, o mais brilhante visto até agora pelo NICER, veio de um objecto chamado SAX J1808.4-3658, ou J1808 para abreviar. As observações revelam muitos fenómenos que nunca foram vistos juntos numa única explosão. Além disso, o surto em diminuição aumentou novamente e brevemente de brilho por razões que os astrónomos ainda não conseguem explicar.

“Esta explosão foi notável,” disse o investigador Peter Bult, astrofísico do Centro de Voo Espacial Goddard da NASA em Greenbelt, no estado norte-americano de Maryland e da Universidade de Maryland em College Park. “Vemos uma mudança de brilho em duas etapas, que pensamos ser provocada pela libertação de camadas separadas da superfície do pulsar e outras características que nos ajudarão a descodificar a física destes eventos poderosos.”

A explosão, que os astrónomos classificam como uma explosão de raios-X do Tipo I, libertou tanta energia em 20 segundos quanto o Sol em quase 10 dias. Os detalhes que o NICER capturou desta erupção recorde ajudarão os astrónomos a entender melhor os processos físicos que impulsionam surtos termo-nucleares deste e de outros pulsares explosivos.

Os pulsares são uma espécie de estrela de neutrões, o núcleo compacto deixado para trás quando uma estrela massiva fica sem combustível, colapsa sob si própria e explode. Os pulsares podem girar rapidamente e hospedar pontos quentes emissores de raios-X nos seus pólos magnéticos. À medida que o objecto gira, varre os seus pontos quentes na nossa linha de visão, produzindo pulsos regulares de radiação altamente energética.

J1808 está localizado a mais ou menos 11.000 anos-luz de distância na direcção da constelação de Sagitário. Gira 401 vezes por segundo e é membro de um sistema binário. A sua companheira é uma anã castanha, um objecto maior do que um planeta gigante gasoso, mas pequeno demais para ser uma estrela. Um fluxo constante de hidrogénio gasoso flui da companheira para a estrela de neutrões e acumula-se numa vasta estrutura de armazenamento chamada disco de acreção.

O gás nos discos de acreção não se move para dentro facilmente. Mas a cada poucos anos, os discos em redor de pulsares como J1808 tornam-se tão densos que uma grande quantidade de gás é ionizado ou despojado dos seus electrões. Isto dificulta a movimentação da luz pelo disco. A energia aprisionada inicia um processo descontrolado de aquecimento e ionização que retém ainda mais energia. O gás torna-se mais resistente ao fluxo e começa a espiralar para dentro, caindo finalmente no pulsar.

A “chuva” de hidrogénio até à superfície forma um “mar” global quente e cada vez mais profundo. Na base desta camada, as temperaturas e as pressões aumentam até que os núcleos do hidrogénio se fundem para formar núcleos de hélio, o que produz energia – um processo em funcionamento no núcleo do nosso Sol.

“O hélio acumula-se e cria a sua própria camada,” disse Zaven Arzoumanian, vice-investigador principal do NICER e co-autor do artigo. “Quando a camada de hélio tem alguns metros de profundidade, as condições permitem que os núcleos de hélio se fundam em carbono. Então, o hélio entra em erupção explosiva e lança uma bola de fogo termonuclear por toda a superfície do pulsar.”

Os astrónomos empregam um conceito chamado limite de Eddington – em honra ao astrofísico inglês Sir Arthur Eddington – para descrever a intensidade máxima de radiação que uma estrela pode ter antes que a radiação faça com que se expanda. Este ponto depende fortemente da composição do material acima da fonte de emissão.

“O nosso estudo explora este conceito de longa data de uma nova maneira,” disse o co-autor Deepto Chakrabarty, professor de física no MIT (Massachusetts Institute of Technology) em Cambridge. “Aparentemente, estamos a ver o limite de Eddington para duas composições diferentes na mesma explosão de raios-X. Esta é uma maneira muito poderosa e directa de acompanhar as reacções de queima nuclear subjacentes ao evento.”

Ao início da explosão, os dados do NICER mostram que o brilho dos raios-X diminuiu durante quase um segundo antes de aumentar novamente num ritmo mais lento. Os cientistas interpretam esta “paralisação” como o momento em que a energia da explosão se acumulou o suficiente para fazer explodir a camada de hidrogénio do pulsar para o espaço.

A bola de fogo continuou a crescer por mais dois segundos e, em seguida, atingiu o seu pico, explodindo a camada de hélio mais massiva. O hélio expandiu-se mais rapidamente, ultrapassou a camada de hidrogénio antes que pudesse dissipar-se e, em seguida, diminuiu de velocidade, parou e assentou-se à superfície do pulsar. Após esta fase, o pulsar aumentou novamente de brilho, cerca de 20%, mas apenas brevemente, por razões que a equipa ainda não entende.

Durante esta recente actividade de J1808, o NICER detectou outra explosão de raios-X, muito mais fraca, que não exibiu nenhuma das principais características observadas no evento de 20 de Agosto.

Além de detectar a expansão de diferentes camadas, as observações da explosão pelo NICER revelam raios-X reflectidos pelo disco de acreção e registam o piscar das “oscilações de rajada” – sinais de raios-X que aumentam e diminuem na frequência de rotação do pulsar, mas que ocorrem em locais da superfície diferentes dos pontos quentes responsáveis pelos seus pulsos normais de raios-X.

O artigo que descreve estas descobertas foi publicado na revista The Astrophysical Journal Letters e está disponível online.

Astronomia On-line
12 de Novembro de 2019

 

2966: Astronautas vão preparar bolachas a bordo da EEI graças a um forno incomum

CIÊNCIA

Em breve, a tripulação da Estação Espacial Internacional (EEI) poderá preparar as suas próprias bolachas a bordo do laboratório orbital, noticia a AP.

De acordo com a agência noticiosa, no passado sábado foi lançado o foguete Antares a partir da instalação de voo Wallops da NASA, localizada no estado norte-americano da Virgínia, com o objectivo de colocar em órbita um módulo de carga Cygnus.

A carga desta nave espacial incluiu um pequeno e incomum forno eléctrico – o Zero G Kitchen Space Oven -, projectado especialmente para operar em ambientes com gravidade zero, que vai permitir aos astronautas que possam cozinhar as suas próprias bolachas.

Nota a AP que a massa para cinco bolachas de chocolate tinha já sido levada para a EEI. Contudo, este pequeno forno apenas poderá preparar uma bolacha de cada vez.

O forno Zero G é capaz de atingir uma temperatura máxima de 177℃, o dobro da temperatura dos aparelhos actualmente utilizados na EEI para aquecer alimentos.

Estima-se que sejam necessários entre 15 a 20 minutos para assar uma bolacha a 163ºC. Devido à ausência de gravidade, escreve ainda a agência, as bolachas podem, no final, assemelhar-se a uma mini-panqueca. Três das cinco bolachas assadas no Espaço serão enviadas para a Terra para serem analisadas.

“Estás no Espaço. Quer dizer, queres sentir o cheiro de bolachas”, disse à AP Jordana Fichtenbaum da Zero G Kitchen, que é especialista em redes sociais.

“Para mim, a cozinha é realmente o coração da casa e o forno é onde [o coração] está. Queremos apenas tornar o Espaço mais confortável e agradável – e delicioso”, apontou, referindo que a receita que será preparada no Espaço será a mesma encontrada na Terra.

A agência espacial norte-americana frisa ainda que o novo forno não servirá apenas para assar bolachas. O aparelho faz parte de um procedimento maior que visa “fornecer informações sobre o efeito da micro-gravidade no processo de assar [alimentos], bem como informações sobre propriedades básicas de transferência de calor em ambientes de micro-gravidade”, pode ler-se no site oficial da NASA.

O estudo visa ainda explorar as questões de segurança e as implicações associadas à preparação de alimentos no Espaço. Por outro lado, os astronautas vão ainda beneficiar do procedimento, uma vez que vão “experimentar os benefícios psicológicos e fisiológicos” relacionados com a ingestão de comidas saborosas e familiares.

ZAP //

Por ZAP
5 Novembro, 2019