2272: Chemtrails versus Contrails

Notícia FALSA e ENGANADORA para consumo dos mais desprevenidos. RASTOS DE CONDENSAÇÃO (CONTRAILS), NÃO SÃO CHEMTRAILS…!!!

Rasto de condensação, esteira de condensação[1] ou trilha de condensação (em inglês: Contrail) são nuvens lineares formadas pela condensação dos gases de exaustão dos motores das aeronaves a elevadas altitudes.

Gotículas de água resfriadas (-35°C) estão em suspensão no nível de voo do avião.[2][3] O calor de exaustão das turbinas pode alcançar mais de 300 °C e ao chocar-se com as gotículas resfriadas na atmosfera, condensam-nas formando vapor de água, formando nuvens chamadas stratus quando mais baixa, ou cirrus quando em altitude elevada. Podem gerar-se também nos vértices das asas. Acontece com qualquer avião a jacto, de passageiros ou de guerra. (in Wikipedia).

Em contrapartida, o termo rastos químicos não se refere a formas comuns de pulverização aérea, tais como a de uso agrícola, a semeadura de nuvens ou o combate aéreo de incêndios. O termo refere-se especificamente a rastos aéreos decorrentes do lançamento sistemático, em grande altitude, de substâncias químicas não encontradas nos rastos de condensação (em inglês, contrails), resultando no aparecimento de faixas não habituais no céu. Os adeptos dessa teoria especulam que as finalidades da libertação de produtos químicos poderiam ser: escurecimento global, controle populacional, controle do tempo ou guerra biológica, e esses rastos químicos estariam causando doenças respiratórias e outros problemas de saúde.[1][2][10][11] (in Wikipedia).

O que os governos e outras entidades pretendem chamar de “teorias de conspiração“, é para ESCONDER ou OCULTAR a verdadeira realidade do que estão a fazer porque as imagens não enganam e não são montagens fotográficas. Aviões com dezenas de tanques de químicos no seu interior e com escapes para o exterior servem para quê? Para regar as plantas no solo, quando estes aviões voam a grandes altitudes? E depois vêm com a MENTIRA de dizerem que são contrails (rastos de condensação)? Os chemtrails são diferentes dos contrails porque enquanto estes último dissipam-se de seguida, os chemtrails ficam no espaço durante muito tempo. E como o algodão, as imagens NÃO ENGANAM

Depois destas imagens, ainda existe alguma dúvida que elas não são “teorias da conspiração” ou continuamos a andar a ser ENGANADOS por quem recebe ordens para isso, por parte dos governos mundiais? As doenças que começaram a surgir nas últimas décadas, não existentes ou em muito pequena escala como cancros, leucemias, respiratórias e muitas outras, há muitos anos atrás, são devido a quê? Alterações climáticas? Aquecimento Global?

Quem pretender ler o artigo em causa e seja adepto ou anti-teorias da conspiração, pode ler no endereço a seguir porque eu RECUSO-ME a publicar FALÁCIAS (¹) noticiosas.

(¹) O termo falácia deriva do verbo latino fallere, que significa enganar. Designa-se por falácia um raciocínio errado com aparência de verdadeiro.[1] Na lógica e na retórica, uma falácia é um argumento logicamente incoerente, sem fundamento, inválido ou falho na tentativa de provar eficazmente o que alega. Argumentos que se destinam à persuasão podem parecer convincentes para grande parte do público apesar de conterem falácias, mas não deixam de ser falsos por causa disso.

Afinal, temos de nos preocupar com os chemtrails

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2095: Um “caixão” nuclear pode estar a verter partículas radioactivas no Oceano Pacífico

No início deste mês, António Guterres, secretário-geral das Nações Unidas, disse estar preocupado que uma espécie de caixão com décadas de idade possa estar a verter partículas radioactivas no Oceano Pacífico.

Entre 1946 e 1958, o governo dos Estados Unidos testou 67 armas nucleares nas Ilhas Marshall, incluindo a bomba de hidrogénio Bravo de 1954, mil vezes maior que a bomba atómica de Hiroshima – a maior e mais poderosa arma nuclear já detonada pelos EUA.

Os testes ocorreram na superfície de lagoas de atol, muitas das ilhas e debaixo de água. Este sedimento contaminado de ilhas locais poderá ter eventualmente fluído para o Oceano Pacífico Norte.

No final dos anos 1970, o governo dos EUA recolheu solo radioactivo de ilhas vizinhas contaminadas e enterrou cerca de 84 mil metros cúbicos numa cratera criada por uma bomba no Atol de Enewetak. As autoridades cobriram a precipitação com uma cúpula de betão de 45 centímetros de espessura que se tornou conhecida como Cactus Dome, ou Runit Dome – mas era supostamente uma solução temporária.

O fundo do poço não foi revestido e, como a exposição causou a formação de rachaduras na cúpula, as autoridades estão preocupadas com a possibilidade de estarem a libertar material radioactivo no oceano, uma ameaça que só deve piorar com o aumento do nível do mar e aumento da frequência de tempestades intensificadas pela mudança climática.

“Está cheia de contaminantes radioactivos que incluem o plutónio-239, uma das substâncias mais tóxicas conhecidas pelo homem”, disse o senador Jack Ading, da Marshall Islands, à Agência France-Presse. “O caixão está a verter veneno no meio ambiente.”

Depois de os militares dos EUA se retiraram da região em 1986, pagou-se um “acordo completo de todas as reivindicações, passadas, presentes e futuras” relacionadas com o programa de testes nucleares. No entanto, muitos argumentam que as retribuições não foram suficientes.

“Acabo de estar com o presidente das Ilhas Marshall, que está muito preocupado porque há um risco de derrame de materiais radioactivos que estão contidos numa espécie de caixão na área”, disse Guterres em Fiji.

Uma inspecção dos EUA em 2013 descobriu que a precipitação radioactiva nos sedimentos da lagoa já é tão alta que até mesmo uma “falha catastrófica” não resultaria num aumento na exposição à radiação para cerca de 800 residentes. As descobertas confirmaram uma “rápida resposta da maré” ao aumento da água subterrânea sob a estrutura.

Sob um cenário de libertação mais plausível, existe o potencial de contaminação das águas subterrâneas do domo para o ambiente marinho.

Um estudo de 2018 que calculou os fluxos de radioactividade nas águas da lagoa descobriu que os Atóis Bikini e Enewetak ainda são uma fonte de longo prazo de Plutónio e Césio para o Pacífico Norte. Além disso, níveis mais altos de precipitação radioactiva na água do mar e nos sedimentos são encontrados mais nesta região do que nos oceanos do resto do mundo. Em particular, o Runit contribui para cerca de metade do plutónio na coluna de água da lagoa Enewetak.

No entanto, os investigadores concluíram que as águas subterrâneas debaixo da cúpula não são uma fonte significativa. O governo acrescenta que a água subterrânea que flui para o recife oceânico será “muito rapidamente diluída” e resultaria em pouco ou nenhum aumento mensurável na radiação para populações marinhas ou humanas.

ZAP //

Por ZAP
2 Junho, 2019



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1845: Afinal, os sacos de plástico descartáveis são melhores para o ambiente que os de papel

CIÊNCIA

Os sacos de plástico foram substituindo os de papel desde a década de 1970 na maioria dos países, devido ao facto de durarem mais tempo. Com a crescente polémica sobre a contaminação ambiental causada por este material, os sacos de papel voltaram a estar em voga. Alguns estudos mostram, contudo, que esta opção não é a mais benéfica, nem a nível ecológico nem a económico.

Anualmente, são produzidas 381 milhões de toneladas de plástico. Este material circula pelo planeta, ao vestirmos casacos de polímero sintético que nos mantêm aquecidos no inverno, ao utilizarmos embalagens para conservar alimentos e ao recorrermos a dispositivos electrónicos. É a era do plástico, mas também da poluição por ele causada.

O lixo plástico está presente nas cidades e nos oceanos, contaminando o solo, o ar, a água do mar e a água doce, e levando à morte de milhões de animais a cada ano. A segurança dos produtos químicos utilizados na sua produção uma preocupação crescente. O uso e a gestão deste material como um substituto barato para as tradicionais cestas e sacolas reutilizáveis ​​tem sido um desafio para várias agências ambientais em todo o mundo.

Para se ter uma ideia sobre os sacos ecologicamente mais rentáveis, é necessário ter em consideração um conjunto de critérios, entre eles a energia utilizada para a sua produção, a duração – quantas vezes pode ser reutilizada -, o processo de reciclagem e a velocidade com que se decompõem.

De acordo com um artigo da BBC Brasil, divulgado em Janeiro de 2019, uma pesquisa da Assembleia da Irlanda do Norte revelava que era necessário quatro vezes mais energia para fabricar um saco de papel do que para um de plástico. Por serem mais pesados, o seu transporte exige também maiores esforços, aumentando a pegada de carbono.

kaboompics / Pixabay

O mesmo relatório indicava que os sacos de plástico eram produzidos através de sub-produtos de petróleo, enquanto os de papel requerem o corte de árvores. O processo de produção deste último origina igualmente uma maior concentração de componentes químicos tóxicos, em comparação com os sacos plásticos descartáveis (mais finos, distribuídos gratuitamente nos supermercados).

Em 2006, a Environment Agency – órgão do governo britânico que trabalha em prol do ambiente – examinou uma variedade de sacos produzidos com diferentes materiais para descobrir quantas vezes esses precisariam ser reutilizados para ter uma menor contribuição no aquecimento global do que um saco de plástico descartável.

A pesquisa mostrava que os sacos de papel precisam ser reutilizados três vezes, uma a menos do que os sacos de plástico mais resistentes. Não obstante os benefícios da sua utilização, “é improvável que o saco de papel possa ser regularmente reutilizado o número necessário de vezes, devido à sua baixa durabilidade”.

Apesar da sua baixa durabilidade, contudo, o papel decompõe-se muito mais rapidamente do que o plástico e, portanto, é menos provável que seja uma fonte de lixo e represente um risco para a vida selvagem. É também amplamente reciclável, enquanto o plástico pode levar entre 400 a mil anos para se decompor.

O artigo da BBC Brasil indica ainda que os sacos de algodão, apesar de necessitarem de mais carbono na produção, “são os mais duráveis e têm uma vida muito mais longa”, embora exijam um maior número de reutilizações (131) para serem mais “amigos do ambiente”, devido à alta quantidade de energia utilizada na sua produção.

Uma outra investigação, realizada pelo Earther e divulgada pelo HypeScience, em Junho de 2018, mostra que, embora a proibição do uso de sacos plásticos seja vantajosa, apenas o é em regiões próximas ao mar. Nas outras partes do globo, o melhor é usar os sacos plásticos e reutilizá-los o maior número de vezes, antes de os usar para o lixo doméstico.

Enquanto em relação ao descarte a hierarquia começa nos sacos reutilizáveis e mais resistentes (feitos de polipropileno), passando para os de papel e, por último, os sacos de plástico mais finos. Porém, quando o foco são as emissões de carbono, a uso de água e de energia, o papel e os sacos reutilizáveis ficam “muito atrás da boa e velha sacola de petróleo”, lê-se no artigo.

Noutro estudo, realizado pela Agência de Protecção Ambiental da Dinamarca e conhecido em Fevereiro de 2018, demonstrou-se que, entre 14 tipos de sacos analisados, esses sacos de plástico mais finos deixam uma pegada ecológica bastante menor que as outras opções, como o algodão ou o plástico mais resistente.

A investigação identificou os materiais mais nocivos utilizados na produção de sacos, tendo em consideração 16 parâmetros ambientais diferentes, como o impacto climático, a toxicidade humana e ambiental e o uso de recursos na sua produção.

Os resultados indicam que os sacos de algodão têm de ser utilizados pelo menos 52 vezes para compensar o seu impacto climático (149 vezes, se for feito de algodão orgânico) e mais de sete mil vezes caso sejam focados todos os parâmetros.

Quanto aos sacos de papel, estes têm que ser reutilizados 43 vezes para “zerar” o impacto ecológico, enquanto os de plástico mais resistentes, vendidos com as insígnias dos hipermercados, têm que ser usados oito vezes. Caso se tenha em conta as 16 categorias do estudo, esse número sobe para 84.

Além disso, o estudo indica que os sacos de papel produzem quatro vezes mais resíduos sólidos, 142% mais poluição do ar e 15% mais desperdício de água. Já os sacos de algodão criam problemas ambientais porque o seu ciclo de vida envolve produtos que agridem a camada de ozono.

Em suma, esta análise sugere que o plástico é mais rentável para o ambiente que o algodão e o papel, devido ao facto de ser mais leve, conseguir carregar mais peso e necessitar de menos energia para ser produzido.

Com resultados semelhantes, um outro estudo, do Governo do Quebeque (Canadá), de Dezembro de 2017, mostrou que, quando comparado com as restantes opções, o convencional saco de plástico é melhor, tanto ao nível ambiental como económico.

Segundo as conclusões, além de o saco convencional ter uma taxa de reutilização de 77%, principalmente para depositar o lixo doméstico, as alternativas mais difundidas para substituir os substituir – seja o plástico duro, o papel ou o algodão – têm “uma pegada ecológica muito maior” e são “potencialmente piores para o aquecimento global”.

Quase 60 países já proibiram o uso dos sacos plásticos

Segundo uma pesquisa do World Atlas, o polietileno foi criado por acidente, numa fábrica de produtos químicos em Northwich, na Inglaterra, em 1933, e usado secretamente pelos militares britânicos durante a Segunda Guerra Mundial. Mais tarde, com recurso a esse material, Sten Gustaf Thulin criou os sacos de plástico.

Quatorze anos depois, em 1979, os sacos de plástico controlavam 80% do mercado de sacolas na Europa, com lojas e supermercados a oferecê-los aos clientes, com o intuito de estimular as compras. Posteriormente, foram introduzidos nos Estados Unidos (EUA), comercializados por serem considerados superiores aos sacos de papel.

Já em 1997, o marinheiro e pesquisador Charles Moore chocou o mundo ao descobrir o Great Pacific Garbage Patch, uma grande parte do oceano que acumulou uma enorme quantidade de lixo, principalmente plástico. Desde então, vários aglomerados de lixo foram descobertos nos oceanos.

Com o objectivo de minimizar o uso de plástico, vários países introduziram políticas que incluem a proibição total de sacos plásticos, o aumento dos impostos sobre esses objectos e campanhas ambientais. Cerca de 60 estados já instituíram mecanismos de controle.

A primeira proibição total de sacos de plástico ocorreu no Bangladesh, em 2002, com outros países a seguiram depois o exemplo. Em 2017, o Quénia foi elogiado por impor a mais dura proibição de sacos plásticos do mundo: o seu transporte inclui multas e pena de prisão, enquanto a produção e a importação podem levar a penalizações que variam entre 19 e os 38 mil dólares (entre 16,7 e 34 mil euros) e penas de prisão até 4 anos.

Ruanda é considerada a nação mais limpa da África, tendo sido uma das primeiras do desse continente a impor a proibição do plástico, em 2008, depois de as autoridades locais terem alertaram sobre a maneira controversa como os sacos de plástico eram descartados após o seu uso.

No entanto, apesar da proibição, países como Ruanda e Quénia registam um número elevado de contrabando de grandes quantidades de sacos plásticos para uso doméstico, comércio ilícito atribuído a uma demanda local esmagadora, com muitas pessoas a considerarem ainda os sacos plásticos baratos, convenientes e higiénicos.

Prevenir o uso e melhorar a gestão do plástico

Com o crescimento da controvérsia relativa ao plástico, têm crescido também as iniciativas e as propostas para diminuir a poluição causada por este material, desde a criação de embalagens bio-degradáveis até a incentivos monetários para uma melhor gestão.

Em Abril de 2018, o Guardian avançou que um grupo de cientistas conseguiu aprimorar a ‘performance’ de uma bactéria que decompõe plástico milhões de vezes mais rápido que a natureza, descoberta em 2016, no Japão. O grupo acredita que, um dia, será possível reduzir drasticamente a exploração de petróleo para a produção de garrafas de plástico.

Um relatório de 2018 dos Reis Jardins Botânicos de Kew, no Reino Unido, indicava que os cogumelos da espécie Aspergillus tubingensis são capazes de comer plástico. Em semanas, foram capazes de decompor um tipo de plástico muito utilizado para o isolamento de arcas congeladoras e couro sintético, que demora anos a decompor-se.

Outro dos exemplos foi desenvolvido por uma empresa escocesa, que adiciona um granulado feito de plástico reciclado ao processo de fazer o asfalto, existindo já “estradas de plástico” no Reino Unido, no Canadá e na Austrália. Cada tonelada de asfalto contém 20 mil garrafas de plástico ou cerca de 70 mil sacos de plástico.

Com uma pequena mudança na fórmula do plástico, que permite substituir o petróleo pela pedra calcária, um grupo de empreendedores chilenos conseguiu fabricar sacos plásticos e de tecido reutilizáveis que são solúveis em água e que não contaminam. A descoberta surgiu enquanto tentavam fabricar um detergente bio-degradável.

Já a cadeia de supermercados Netto, em parceria com o World Wildlife Fund for Nature (WFF), iniciou um projceto-piloto nas suas lojas na Dinamarca, cobrando o equivalente a cerca de sete cêntimos por cada saco de plástico. Depois, por cada saco devolvido pelos clientes, as lojas devolvem 13 cêntimos.

Por outro lado, por cada saco que não for devolvido, a Netto pagará esses mesmos 13 cêntimos (uma coroa dinamarquesa) à WFF para a ajudar a organização a remover plásticos da natureza e a combater a poluição mundial. Actualmente, a Suécia encontra-se a estudar uma alternativa parecida.

A Lego, que há 60 anos produz peças em plástico, anunciou em Março de 2018 que, a partir de 2030, vai deixar de usar este material, optando por outros mais sustentáveis ou à base de fibras de plantas, nomeadamente cana-de-açúcar. A marca segue, assim, outras grandes multinacionais, como a McDonald’s, a Nestlé e a Starbucks.

Taísa Pagno, ZAP //

Por TP
13 Fevereiro, 2019

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