3841: Northolt Branch Observatories

Os objectos NEOCP A10nfg9 e C2XC572, que observámos ontem à noite, foram agora designados 2020 LK e 2020 LL.

2020 LK é um asteróide do tipo Apollo com um diâmetro de 63-142 metros.
Foi observado pela primeira vez no ATLAS-MLO, Mauna Loa a 11 de Junho. Fez uma aproximação próxima no mesmo dia, a uma distância de 0.0282 UA (4.2 milhões de km) da Terra.

Observámo-lo quando estava visível em + 17.9 mag, movendo-se a 45 “/ min através da constelação de Bootes.
https://www.minorplanetcenter.net/mpec/K20/K20L47.html
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2020 LL é um asteróide do tipo Apollo com um diâmetro de 24-54 metros.
Foi observado pela primeira vez em Monte. Pesquisa de Lemmon no dia 11 de Junho. Faz uma aproximação estreita a 14 de Junho, a uma distância de 0.0142 UA (2.1 milhões de km) da Terra.

Observámo-lo quando estava visível em + 18.7 mag, movendo-se a 61 “/ min através da constelação de Serpens.
https://www.minorplanetcenter.net/mpec/K20/K20L48.html

Northolt Branch Observatories
Asteroid Day
NEOShield-2
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3831: Impactos antigos de asteróides criaram os ingredientes da vida na Terra e em Marte

CIÊNCIA/ASTRONOMIA

(dr) NASA / AMES / JPL–CALTECH

Um novo estudo mostra que os locais de impacto de asteróides no oceano podem possuir um elo crucial para explicar a formação de moléculas essenciais para a vida na Terra.

De acordo com a agência Europa Press, cientistas japoneses da Universidade de Tohoku, do Instituto Nacional da Ciência de Materiais (NIMS), do Centro de Investigação Avançada de Ciência e Tecnologia de Alta Pressão (HPSTAR) e da Universidade de Osaka simularam as reacções envolvidas quando um meteorito colide com o oceano.

Para isso, a equipa investigou as reacções entre o dióxido de carbono, o azoto, a água e o ferro. A simulação revelou a formação de aminoácidos como a glicina e a alanina, componentes directos das proteínas, que catalisam muitas reacções biológicas.

Segundo a agência espanhola, os investigadores utilizaram dióxido de carbono e azoto porque estes gases são considerados os dois principais componentes da atmosfera no Hadeano, há mais de quatro mil milhões de anos.

“Fazer com que as moléculas orgânicas formem compostos reduzidos como o metano e o amoníaco não é difícil, mas são considerados componentes menores na atmosfera daquela época”, explica Yoshihiro Furukawa, cientista da Universidade de Tohoku, citado pelo site Eureka Alert.

“A descoberta da formação de aminoácidos a partir do dióxido de carbono e do azoto molecular demonstra a importância de criar bloco de construção da vida a partir desses compostos omnipresentes”, acrescenta o investigador, um dos autores do estudo publicado, esta segunda-feira, na revista científica Scientific Reports.

A hipótese de já ter existido um oceano em Marte também cria caminhos interessantes para a exploração. É provável que o dióxido de carbono e o azoto tenham sido os principais gases constituintes da atmosfera marciana quando o oceano existia. Assim, a formação de aminoácidos induzida pelo impacto também fornece uma possível fonte de ingredientes da vida em Marte antigamente.

ZAP //

Por ZAP
12 Junho, 2020

 

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3825: Queda de asteróides em oceanos pode ter gerado vida na Terra e até Marte

CIÊNCIA/ASTRONOMIA

Quedas de asteróides em oceanos podem ter gerado ingredientes para início da vida Imagem: Getty Images

A vida na Terra e, quem sabe, em Marte pode ter surgido graças ao impacto de asteróides nos oceanos no início da formação dos dois planetas. Isso é o que mostra um estudo realizado pela Universidade de Tohoku, no Japão. Os pesquisadores descobriram que a queda dos asteróides fez surgir aminoácidos que servem como blocos de construção de proteínas e que foram fundamentais para a vida de moléculas no começo do planeta Terra.

Existem duas explicações para as origens das moléculas que criaram vida na Terra: podem ter vindo de fora do nosso planeta, como o exemplo dos asteróides, ou por formação endógena. A presença de aminoácidos e outras bio-moléculas em asteróides apontam que a primeira hipótese é a mais provável. Por isso, os pesquisadores da Universidade de Tohoku, do Instituto Nacional de Ciência dos Materiais (Nims), do Centro de Pesquisa Avançada em Ciência e Tecnologia de Alta Pressão (Hpstar) e da Universidade de Osaka simularam as reacções que surgem quando um asteroide cai no oceano. Para isso, eles investigaram as reacções entre dióxido de carbono, nitrogénio, água e ferro em um laboratório.

O dióxido de carbono e o nitrogénio foram usados porque esses gases eram os componentes principais da atmosfera da Terra no período Hadeano, há mais de 4 bilhões de anos. A simulação revelou a formação de aminoácidos como a glicina e a alanina, que compõem as proteínas dos seres vivos e que catalisam muitas reacções biológicas. A partir desses resultados, os autores afirmam que o impacto dos asteróides pode ter resultado em uma fonte de aminoácidos no início do nosso planeta.

“Fazer moléculas orgânicas formarem compostos reduzidos como metano e amónia não é difícil, mas eles são considerados componentes menores na atmosfera da época. A descoberta da formação de aminoácidos a partir do dióxido de carbono e do nitrogénio molecular demonstra a importância de criar blocos de construção da vida a partir desses compostos omnipresentes”, afirmou o pesquisador Yoshihiro Furukawa, da Universidade Tohoku. A hipótese de que Marte já teve um oceano também traz algumas suposições interessantes, já que é provável que o dióxido de carbono e o nitrogénio também tenham sido os principais gases que constituíam a atmosfera marciana. Por isso, a formação de aminoácidos induzida pelas colisões dos asteróides também pode ter sido fonte de ingredientes para o surgimento de vida em Marte no passado.

“As pesquisas futuras vão revelar mais sobre o papel dos meteoritos em trazer bio-moléculas mais complexas para a Terra e Marte”, disse Furukawa.

Tilt
Thiago Varella
Colaboração para Tilt
08/06/2020 15h50

 

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3822: Cinco asteróides passam pela Terra pela segunda semana consecutiva (e levantam uma preocupação)

CIÊNCIA/ASTRONOMIA

ESO

A NASA alertou para uma nova série de cinco asteróides que se vão aproximar da Terra esta semana e relembrou a necessidade de desenvolver sistemas de defesa planetária contra objectos celestes.

O evento começará com dois asteróides – o 2013 XA22 e o 2020 KZ3, de 94 e 20 metros, respectivamente – que passaram perto do nosso planeta nesta segunda-feira, a distâncias de 2,9 milhões e 1,2 milhões de quilómetros.

A distância média da Terra à Lua é de 385 mil quilómetros, portanto, a passagem relativamente próxima do 2020 KZ3 não representa ameaça ao nosso planeta.

O asteróide 2020 KY, que mede 20 metros, aparecerá na quarta-feira e passará a uma distância segura de 6,6 milhões de quilómetros.

Este asteróide será seguido por outro de tamanho semelhante, que chegará a 5,8 milhões de quilómetros na quinta-feira. No mesmo dia, outro corpo rochoso de 18 metros passará a uma distância mais próxima de 3,7 milhões de quilómetros.

Embora nenhum dos cinco corpos celestes permita prever o Apocalipse, são considerados pela NASA fontes de preocupação. Quatro deles foram detectados apenas em meados do mês passado. Se tivessem ameaçado a Terra, teriam deixado a humanidade com muito pouco tempo para se preparar para o impacto ou para tentar desviá-los.

É a segunda semana consecutiva que vê a passagem de pelo menos cinco asteróides, algo que relembra a ameaça potencial que estes objectos representam para a Terra, bem como a necessidade de desenvolver sistemas de alerta precoce.

Por exemplo, em Julho do ano passado, um asteróide do tamanho de um campo de futebol pregou um susto à NASA quando passou a apenas 65 mil quilómetros da Terra. Foi a maior rocha espacial a passar tão perto num século.

O asteróide, que recebeu o nome de 2019 OK, passou de forma quase imperceptível, 88 mil quilómetros por hora, a apenas um quinto da distância da Terra à Lua.

Em 2022, a NASA terá a oportunidade de testar a sua primeira missão de defesa planetária, o Teste de Direccionamento de Asteróides Duplos (DART), ao desviar uma pequena lua para o sistema binário de asteróides Didymos.

Asteróide “sorrateiro” pregou um susto à NASA e quase colidiu com a Terra em Julho

Em finais de Julho, um asteróide do tamanho de um campo de futebol pregou um susto à NASA quando passou…

ZAP //

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9 Junho, 2020

 

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3791: Asteróide que matou os dinossauros criou uma província hidrotermal nove vezes maior do que Yellowstone

CIÊNCIA/GEOLOGIA

Chase Stone

O asteróide que dizimou os dinossauros da face da Terra criou uma província hidrotermal nove vezes maior do que a caldeira do super-vulcão Yellowstone, localizado nos Estados Unidos, conclui um novo estudo agora divulgado.

De acordo com a nova investigação, o meteorito Chicxulub, que caiu na Península de Yucatán, no México, há cerca de 66 milhões de anos, matando os dinossauros e 75% das espécies à face da Terra, criou na região uma enorme província hidrotermal.

Uma equipa de cientistas descobriu agora vestígios de um antigo sistema de ventilação hidrotérmica sob a cratera deixada pelo Chicxulub.

Tal como frisa o portal IFL Science, esta cratera, que a maior bacia de impacto deixada na Terra, é uma boa “janela” de estudo para os geólogos.

O Programa Internacional de Descoberta dos Oceanos, conta o mesmo portal de Ciência, perfurou a cratera até uma profundidade de 1.335 metros, visando estudar como é que a crosta terrestre responde depois de ser atingida por um impacto desta natureza.

Os cientistas encontraram um sistema de fluídos vulcânicos quentes a circular a uma profundidade de pelo menos 700 metros, ultrapassando largamente as medições anteriores. A partir da composição das rochas, a equipa foi ainda capaz de reconstruir as condições de cratera após o impacto do meteorito.

As temperaturas devem ter atingido os 300ºC para permitir a dispersão de algumas substâncias pelo sistema, concluíram os cientistas no novo estudo, cujos resultados foram esta semana publicados na revista científica Science Advances.

Rochas ricas em ferro revelaram ainda mudanças no campo magnético da Terra, mostrando que foram necessários cerca de 2 milhões de anos para a crosta sob o pico central arrefecer até aos 90ºC, escreve ainda o IFL Science.

A maioria dos cientistas envolvidos nesta investigação participaram também num outro estudo revelado na semana passada que dá conta que o asteróide que dizimou os dinossauros atingiu a Terra no “mais mortífero ângulo possível”.

Asteróide que dizimou os dinossauros atingiu a Terra no “mais mortífero ângulo possível”

O asteróide que dizimou os asteróides e 75% de todas espécies à face da Terra há 65 milhões de anos…

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5 Junho, 2020

 

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3784: Os asteróides Ryugu e Bennu podem ser “filhos” de um mesmo pai

CIÊNCIA/ASTRONOMIA/ASTERÓIDES

NASA / Goddard / University of Arizona
Asteróide Bennu

Os asteróides Ryugu e Bennu podem ter sido formados a partir de um outro asteróide de grandes dimensões, sugere uma investigação internacional.

Simulações numéricas de grandes rupturas de asteróides, como as que ocorrem no cinturão de asteróides entre Marte e Júpiter, mostram que, durante estes eventos, fragmentos são ejectados e, em seguiam, volta a a juntar-se, formando agregados, alguns dos quais em forma de piões, começam por explicar os cientistas em comunicado.

As mesmas simulações levadas a cabo na nova investigação, liderada por Patrick Michel, do CNRS (França), e por Ronald-Louis Ballouz, da Universidade do Arizona (Estados Unidos), mostram ainda que Bennu e Ryugu podem ter-se formado a partir do rompimento de um mesmo asteróide parental, apesar de os seus níveis de hidratação serem diferentes.

Na prática, estes dois asteróides podem ter surgido da destruição de um outro asteróide de maiores dimensões – serão “filhos” de um mesmo corpo rochoso, explicam os cientistas no novo estudo cujos resultados foram publicados no fim de maio na Nature Communications.

Os cientistas acreditam que as propriedades gerais destes dois asteróides podem resultar directamente da perturbação do seu “corpo-pai”, o objecto que lhes terá dado origem.

A análise das amostras de Ryugu e Bennu que as sondas Hayabusa2 (JAXA) e OSIRIS-REx (NASA) estão a recolher vão permitir determinar com precisão a composição destes corpos, determinando se os dois asteróides são ou não “irmãos”.

O asteróide Bennu gira cada vez mais depressa (e ninguém sabe ao certo porquê)

O asteróide Bennu, alvo da missão OSIRIS-Rex da agência espacial norte-americana, está a girar cada vez mais depressa com o…

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4 Junho, 2020

 

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3768: Cientistas propõem desviar asteróides perigosos com naves cheias de rochas

CIÊNCIA/ASTRONOMIA/ASTERÓIDES

NASA / JPL-Caltech

Uma equipa de cientistas do Centro Nacional de Ciências Espaciais (NSSC) da Academia Chinesa apresentou uma nova técnica para desviar asteróides potencialmente perigosos da Terra.

A nova técnica consiste numa nave espacial que é capaz de recolher mais de cem toneladas de rochas de um objecto próximo da Terra e de atingir depois o asteróide, desviando da sua trajectória, noticia a agência espanhola Europa Press.

Trata-se de um conceito melhorado do conceito de impacto cinético para o desvio de asteróides potencialmente perigosos para a Terra.

De acordo com a nova investigação, cujos resultados foram esta semana publicados na revista Nature, a nave espacial em causa não seria tripulada, passando a sua missão por recolher mais de cem toneladas de um asteróide próximo da Terra para que estas pudessem depois ser utilizadas para atingir o outro asteróide potencialmente perigoso.

Simulações computorizadas levadas a cabo pelos cientistas chineses mostraram que esta técnica é mais eficaz do que um impacto cinético clássico.

Em declarações à agência noticiosa chinesa Xinhua, Li Mingtao, um dos autores da nova investigação frisa que a nova técnica não está limitada pela necessidade de um lançamento terrestre de um impactador artificial, prometendo aumentar significativamente a defesa planetária contra asteróides de grandes dimensões.

Apesar de ser pouco provável – a probabilidade é de 1 em 300.000, segundo a NASA -, que um asteróide atingir a Terra nos próximos anos ser mínima, as agências espaciais e cientistas de todo o mundo têm reunido esforços para melhorar os programas destinados para o acompanhamento e desvio destes corpos em rota de colisão com a Terra.

Várias tecnologias de defesa planetária foram já propostas, incluindo explosões nucleares, impactos cinéticos, ablação a laser, entre outros.

Nem Asteróide do Apocalipse, nem Deus do Caos. Nenhum asteróide (conhecido) vai colidir com a Terra nos próximos 100 anos

A NASA continua a afirmar que nenhum asteróide conhecido representa um risco significativo de impacto com a Terra nos próximos…

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2 Junho, 2020

 

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3765: Northolt Branch Observatories

=== May NEO Confirmations ===

In May we helped to confirm seven new near-Earth Asteroids.

Three were found by the Catalina Sky Survey, three by ATLAS, and one was discovered by Pan-STARRS 1.

Of the seven, six were Apollo-type asteroids, with the other being an Amor. None were classified as a potentially hazardous asteroid (PHA).

===

• Nearest miss: 2020 KV5 made a close approach to the Earth on May 22nd at a distance of 852,000km (0.0057au)

• Smallest: 2020 JY1 24-55 metres

• Largest: 2020 KQ5 276-618 metres

• Faintest object: 2020 JY1 at mag +19.5

• Interesting Objects: 2020 KQ5 is moving in an eccentric, comet-like orbit that crosses the orbits of five planets (Mercury, Venus, Earth, Mars and Jupiter).

It is an Apollo-type asteroid with a diameter of 10-22 metres, was just 372,000 km away when we last observed it on May 29th, shortly after its closest approach at 369,000 km.

*Orbital diagram courtesy of: Catalina Sky Survey. D. Rankin*

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=== Que NEO Confirmações ===

Em Maio ajudámos a confirmar sete novos asteróides perto da Terra.

Três foram encontrados pela Catalina Sky Survey, três pelo ATLAS, e um foi descoberto por Pan-STARRS 1.

Dos sete, seis eram asteróides do tipo Apolo, com o outro sendo um Amor. Nenhum foi classificado como um asteróide potencialmente perigoso (PHA).

===

• Miss mais próxima: 2020 KV5 fez uma aproximação próxima da Terra no dia 22 de maio a uma distância de 852,000 km (0.0057 au)

• Pequeno: 2020 JY1 24-55 metros

• Maior: 2020 KQ5 276-618 metros

• Objecto mais fraco: 2020 JY1 na Mag + 19.5

• Objectos interessantes: 2020 KQ5 está se movendo em uma órbita excêntrica, semelhante a cometa que atravessa as órbitas de cinco planetas (Mercúrio, Vénus, Terra, Marte e Júpiter).

É um asteróide tipo Apollo com um diâmetro de 10-22 metros, estava apenas a 372,000 km de distância quando o observámos pela última vez no dia 29 de maio, pouco depois de sua aproximação mais próxima a 369,000 km.

* Diagrama orbital cortesia de: Catalina Sky Survey. D. Rankin *

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3758: Asteróide que dizimou os dinossauros atingiu a Terra no “mais mortífero ângulo possível”

CIÊNCIA/ASTERÓIDES

Chase Stone

O asteróide que dizimou os asteróides e 75% de todas espécies à face da Terra há 65 milhões de anos atingiu a Terra no “mais mortífero ângulo possível”, concluiu uma investigação do Imperial College de Londres.

Recorrendo a novas simulações deste evento catastrófico, os cientistas do instituto do Reino Unido revelaram que o asteróide que ditou o fim dos dinossauros atingiu a Terra num ângulo de aproximadamente 60 graus, amplitude que maximizou a quantidades de gases e partículas que causaram mudanças climáticas na atmosfera superior.

As mudanças climáticas culminaram depois numa espécie de inverno nuclear, que extinguiu os dinossauros e 75% de toda a vida na Terra, nota o jornal The Independent.

“Para os dinossauros, o pior dos cenários foi exactamente aquele que aconteceu”, começou por explicar o professor Gareth Collins, do departamento de Ciências da Terra e Engenharia Imperial College de Londres, que liderou o estudo, citado em comunicado.

“O ataque do asteróide libertou uma quantidade incrível de gases que causaram mudanças climáticas na atmosfera, desencadeando uma série de eventos que levaram à extinção dos dinossauros. Esta situação foi provavelmente agravada pelo facto de o asteróide atingir a uma Terra num dos mais mortíferos ângulos possíveis”.

Para chegar a esta conclusão, os cientistas utilizaram uma combinação de simulações numéricas de impacto e dados geofísicos do local do impacto (Península de Yucatán, no México) para reproduzir o evento em três dimensões pela primeira vez.

“As simulações fornecem evidências convincentes de que o asteróide atingiu [a Terra] num ângulo acentuado, talvez 60 graus acima do horizonte, e que se aproximou do seu alvo a partir do nordeste”, esclareceu assim o professor Collins.

Em declarações à emissora britânica BBC, o mesmo especialista sintetizou: “É evidente que a natureza do local onde este evento aconteceu, juntamente com o ângulo de impacto, causou uma tempestade perfeita“.

Os resultados da investigação foram esta semana publicados na Nature Communicatios.

Foi um asteróide (e nada mais do que um asteróide) que dizimou os dinossauros

Uma equipa internacional de cientistas acaba de reafirmar que foi um asteróide – e nada mais do que este corpo…

ZAP //

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30 Maio, 2020

 

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3745: Astrónomos detectam objecto activo e insólito na órbita de Júpiter

CIÊNCIA/ASTRONOMIA

Não é um asteroide, nem um cometa, mas é um tipo de objecto inédito, activo e que está a rondar o planeta Júpiter

O 2019 LD2 agora detectado pelos investigadores é o único Trojan de Júpiter que ainda está activo. Os Trojans são um grupo de asteróides localizados no mesmo caminho orbital que o planeta e que estão todos inertes, daí que esta descoberta torne o corpo merecedor de atenção. Este corpo está activo e ostenta uma cauda como se fosse um cometa.

Entre os asteróides e os cometas, está uma classe de objectos conhecida por asteróides activos, de que o auto-destrutivo Gault é exemplo.

Os investigadores do ATLAS (de Asteroid Terrestrial-impact Last Alert Systems), especializados em descobrir objectos que possam ameaçar a Terra, identificaram o 2019 LD2 no ano passado. À primeira vista, os astrónomos julgaram tratar-se de um cometa; um segundo conjunto de observações, de Julho de 2019, revelou uma composição de gases e poeiras; no fim de 2019, as observações evidenciaram que o corpo continuava activo, o que tornou a descoberta verdadeiramente rara.

Os asteróides activos são uma raridade e descobrir um corpo destes na órbita de Júpiter não tem precedentes. Por outro lado, a comunidade está entusiasmada com a possibilidade de confirmação de que este corpo terá gelo sob a superfície. “Acreditamos durante décadas que os asteróides Trojan teriam grandes quantidades de gelo sob a superfície, mas nunca tivemos provas de tal. O ATLAS mostra que as previsões de uma génese de gelo estão corretas”, disse Alan Fitzsimmons, professor da Univerisdade de Queens Belfast.

Não foi descartada a hipótese de que este objecto só recentemente se tenha juntado à comunidade de Trojans, tendo deslizado a partir de outro local. As equipas de cientistas prometem continuar a observar o 2019 LD2.

Exame Informática
25.05.2020 às 13h14

 

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3740: Northolt Branch Observatories

2020 JY1 is an Apollo-type asteroid with a diameter of 25-56 metres. It was first observed at ATLAS-MLO, Mauna Loa on the 15th of May 2020. It made a close approach on May 22nd, at a distance of 0.0079 AU (1.2 million km) from Earth.

We observed 2020 JY1 at magnitude +17, moving at 35″/min through the constellation of Hercules.

#SpotTheAsteroid

2020 JY1 é um asteróide tipo Apollo com um diâmetro de 25-56 metros. Foi observado pela primeira vez no ATLAS-MLO, Mauna Loa no dia 15 de maio de 2020. Ele fez uma aproximação estreita no dia 22 de Maio, a uma distância de 0.0079 UA (1.2 milhões de km) de Terra.

Observamos 2020 JY1 em magnitude + 17, movendo-se a 35 “/ min através da constelação de Hércules.

#SpotTheAsteroid

 

2020 JY1

2020 JY1 is an Apollo-type asteroid with a diameter of 25-56 metres. It was first observed at ATLAS-MLO, Mauna Loa on the 15th of May 2020. It made a close approach on May 22nd, at a distance of 0.0079 AU (1.2 million km) from Earth.We observed 2020 JY1 at magnitude +17, moving at 35"/min through the constellation of Hercules.#SpotTheAsteroidNortholt Branch Observatories

Publicado por Northolt Branch Observatories em Sábado, 23 de maio de 2020

 

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3694: Northolt Branch Observatories

The NEOCP object, C172771, that we observed last night has now been designated 2020 JT1. It is an Apollo-type asteroid with a diameter of 41-93 metres.

2020 JT1 was first observed at Catalina Sky Survey on May 14th. It made a close approach today, at a distance of 0.0253 au (3.8 million km) from Earth.

We observed it when it was visible at +18 mag, moving at 53″/min through the constellation of Coma Berenices.
https://www.minorplanetcenter.net/mpec/K20/K20J86.html

 

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3687: Northolt Branch Observatories

The NEOCP object, P1103bS, that we observed last night has been designated 2020 JY. It is an Amor-type asteroid with a diameter of 37-84 metres.

2020 JY was first observed at Pan-STARRS 1, Haleakala on the 12th of May. It makes a close approach on May 17th, at a distance of 0.01617 au (2.4 million km) from Earth.

We observed it when it was visible at +18.5 mag, moving at 21″/min through the constellation of Hercules.
https://www.minorplanetcenter.net/mpec/K20/K20J60.html

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3686: Revelados segredos da superfície e órbita do asteróide Ryugu

CIÊNCIA/ASTRONOMIA/ASTERÓIDE

Akademy / Flickr
Asteróide Ryugu numa imagem capturada pela nave espacial japonesa Hayabusa2

A sonda Hayabusa recolheu amostras da superfície do asteróide Ryugu que permitem desvendar segredos da sua superfície e da sua órbita.

A 21 de Fevereiro de 2019, a sonda japonesa Hayabusa 2 conseguiu tocar com sucesso no asteróide Ryugu e recolher amostras. Para tal, foi disparado um projéctil de 5 gramas, que rompeu a superfície do asteróide localizado a cerca de 350 milhões de quilómetros da Terra.

Tendo partido de Ryugu em Novembro de 2019, a Hayabusa2 deverá voar sob a Terra no final de 2020 e libertar as suas amostras numa cápsula de reentrada para análises detalhadas em laboratórios de todo o mundo.

Num novo artigo publicado, na semana passada, na revista Science, a equipa da Hayabusa2 relata as suas observações do próprio processo de amostragem e quais medidas da superfície de Ryugu podem contar-nos sobre a sua evolução.

Estas observações mostram uma história notável de um viajante cósmico que viajou do cinturão principal de asteróides, fazendo uma excursão de curta duração perto do Sol, antes de finalmente se estabelecer como um asteróide próximo à Terra.

Ao entender melhor como e por que Ryugu ganhou a sua aparência actual, teremos um modelo mais abrangente de como os corpos do sistema solar se formam e se desenvolvem.

Um passado colorido

O novo artigo descreve como algumas partes de Ryugu são “mais azuis” e outras são “mais vermelhas”.

Estes termos estão relacionados com variações subtis na cor da superfície do asteróide através do espectro visível. A equipa da Hayabusa2 descobriu que o equador e os pólos do asteróide são mais azuis, enquanto as latitudes médias são mais vermelhas. Curiosamente, esta diferença de cor pode estar associada à idade. Isto ocorre porque as superfícies expostas são escurecidas e avermelhadas pelo clima e aquecimento pelo Sol, que é o principal mecanismo para Ryugu.

Quando a Hayabusa2 disparou o seu projéctil a uma distância de cerca de um metro, e depois os seus propulsores para se afastar do asteróide, uma nuvem de vermelho, pedras escuras e grãos finos pairou antes de cair na superfície. A equipa da missão concluiu que estas partículas, originalmente apenas nas superfícies expostas das rochas, espalharam-se por todo o local de amostragem, passando de uma cor ligeiramente azul para ligeiramente vermelha.

O material exposto, avermelhado pelo Sol e pelo clima, move-se lentamente sob a fraca gravidade do asteróide, do equador e pólos topograficamente altos para as latitudes médias topograficamente baixas. Este movimento expõe material mais fresco e mais azul no equador e nos pólos e deposita o material avermelhado no meio.

A partir da análise do tamanho e das cores das crateras em Ryugu, a equipa da Hayabusa2 concluiu que, em algum momento, o asteróide deveria estar mais perto do Sol do que está agora. Isto explicaria a quantidade de avermelhamento da superfície. Usando dois modelos diferentes para calcular a idade das crateras, a equipa estimou que esse avermelhamento induzido pelo aquecimento solar deve ter acontecido há oito milhões de anos ou há 300.000 anos atrás – um mero piscar de olhos, cosmologicamente falando.

Estas estatísticas das crateras, baseadas em imagens colectadas pela Hayabusa2, mostram até que a idade da superfície geral do asteroide provavelmente não passa de 17 milhões de anos, muito mais jovem do que aquilo que se pensava anteriormente.

ZAP // The Conversation

Por ZAP
14 Maio, 2020

 

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3676: Northolt Branch Observatories

CIÊNCIA/ASTRONOMIA

2000 KA

2000 KA is an Apollo-type potentially hazardous asteroids with a diameter of 135-303 metres. It was first observed Lowell Observatory-LONEOS on the 22nd of May 2000. It makes a close approach today, at a distance of 0.0227 AU (3.4 million km) from Earth.We observed 2000 KA at magnitude +16.4, moving at 48"/min through the constellation of Draco. This asteroid had not been seen since 2016, but observed by multiple stations last night.#SpotTheAsteroidNortholt Branch Observatories Asteroid Day NEOShield-2Qhyccd

Publicado por Northolt Branch Observatories em Terça-feira, 12 de maio de 2020

2000 KA is an Apollo-type potentially hazardous asteroids with a diameter of 135-303 metres. It was first observed Lowell Observatory-LONEOS on the 22nd of May 2000. It makes a close approach today, at a distance of 0.0227 AU (3.4 million km) from Earth.

We observed 2000 KA at magnitude +16.4, moving at 48″/min through the constellation of Draco. This asteroid had not been seen since 2016, but observed by multiple stations last night.

#SpotTheAsteroid

2000 KA é um asteróides potencialmente perigosos do tipo Apollo com um diâmetro de 135-303 metros. Foi observado pela primeira vez o Observatório Lowell-LONEOS no dia 22 de maio de 2000. Ele faz uma aproximação estreita hoje, a uma distância de 0.0227 UA (3.4 milhões de km) da Terra.

Observamos 2000 KA em magnitude + 16.4, movendo-se a 48 “/ min através da constelação de Draco. Este asteróide não foi visto desde 2016, mas observado por várias estações ontem à noite.

#SpotTheAsteroid

Northolt Branch Observatories
Asteroid Day
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3675: Já há preparativos para a aproximação do asteróide Apophis em 2029

CIÊNCIA/ASTRONOMIA

Os cientistas já revelaram algumas das observações que vão levar a cabo durante a aproximação do asteróide Apophis à Terra, que atingirá a sua distância mais próxima do nosso planeta em meados de Abril de 2029.

A 13 de Abril de 2029 uma mancha perfurará o céu, tornando-se mais brilhante e mais rápida. Será o asteróide 99942 Apophis, vulgarmente conhecimento como Deus do Caos, a aproximar-se da Terra, conta a agência espanhola Europa Press.

Este corpo rochoso de enormes dimensões (340 metros de largura) passará muito “perto” da Terra, ficando no ponto máximo da sua aproximação a 31.000 quilómetros do nosso planeta – estará mais perto do que qualquer nave espacial já esteve.

Apesar de este corpo passar a uma distância considerada curta a nível astronómico, a probabilidade de o Apophis impactar com a Terra é quase nula (menos de 1 em 100.000).

Na habitual Conferência de Defesa Planetária de 2019, que decorreu em Maryland, nos Estados Unidos, vários cientistas discutiram planos de observação para este evento celestial que está ainda a uma década de distância.

“A aproximação de Apophis em 2019 será uma incrível oportunidade para a Ciência”, disse Marina Brozovic, cientista do Laboratório de Propulsão a Jacto da NASA. “Observaremos este asteróide com telescópios ópticos e de radar. Com observações de radar, poderemos conseguir ver com detalhe a sua superfície a alguns metros de distância”.

O asteróide, que se verá sob a forma de um ponto de luz em movimento, começará a ser visível a olho nu no céu nocturno sobre o hemisfério sul, sobrevoando a Terra da costa leste até à costa oeste da Austrália. Depois, atravessará o Oceano Índico e, mais tarde, cruzará o equador, movendo-se ainda para oeste, sobre África.

No seu ponto mais próximo da Terra, por volta das 12 horas em Lisboa, Apophis estará sobre o Oceano Atlântico, atravessando-o em apenas uma hora.

Boa “janela” para a Ciência

Desde que foi descoberto, em Junho de 2004, vários telescópios têm acompanhado este asteróide enquanto este continua a sua órbita em torno do Sol.

Os cientistas conhecem bem a sua trajectória futura deste corpo, mas o ano de 2029 será o ano das grandes observações. Com a aproximação deste corpo, os cientistas esperam descobrir mais sobre a sua forma, composição e até sobre o seu interior.

“Já sabemos que um encontro próximo com a Terra mudará a órbita de Apophis, mas os nossos modelos mostram também que o foco próximo pode mudar a forma como este asteróide gira, e pode haver algumas mudanças na superfície, como pequenas avalanches”. disse Davide Farnocchia, astrónomo do Centro de Estudos de Objectos Próximo à Terra (CNEOS) do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA.

“O Apophis é um representante de aproximadamente 2.000 asteróides potencialmente perigosos actualmente conhecidos”, completou Paul Chodas, director do CNEOS.

“Ao observar Apophis durante seu sobrevoo em 2029, obteremos informações científicas importantes que poderão um dia ser usadas para a defesa planetária”.

Apesar de ser muito pouco provável que um asteróide venha a colidir com a Terra nos próximos anos – a probabilidade é de 1 em 300.000, segundo a NASA -, as agências espaciais têm reunido esforços para melhorar os programas destinados para o acompanhamento e desvio destes corpos em rota de colisão com a Terra.

Nem Asteróide do Apocalipse, nem Deus do Caos. Nenhum asteróide (conhecido) vai colidir com a Terra nos próximos 100 anos

A NASA continua a afirmar que nenhum asteróide conhecido representa um risco significativo de impacto com a Terra nos próximos…

ZAP //

Por ZAP
12 Maio, 2020

 

spacenews

 

3652: Northolt Branch Observatories

CIÊNCIA/ASTRONOMIA

The NEOCP object, C2QRMY2, that we observed last night has been designated 2020 JR. It is an Apollo-type asteroid with a diameter of 30-68 metres.

2020 JR was first observed at Mt. Lemmon Survey on May 6th. It made a close approach on May 5th, at a distance of 0.01120 au (1.6 million km) from Earth.

We observed it when it was visible at +17.2 mag, moving at 47 “/min through the constellation of Corona Borealis.
https://www.minorplanetcenter.net/mpec/K20/K20J46.html

O objecto NEOCP, C2QRMY2, que observamos ontem à noite foi designado 2020 JR. É um asteróide tipo Apollo com um diâmetro de 30-68 metros.

2020 JR foi observado pela primeira vez em Mt. Pesquisa Lemmon no dia 6 de Maio. Ele fez uma aproximação estreita no dia 5 de Maio, a uma distância de 0.01120 au (1.6 milhões de km) da Terra.

Observamos-lo quando era visível em + 17.2 Mag, movendo-se a 47 “/ min através da constelação de Corona Boreal.
https://www.minorplanetcenter.net/mpec/K20/K20J46.html

Northolt Branch Observatories
Asteroid Day
NEOShield-2
Qhyccd

07/05/2020

 

 

3648: Northolt Branch Observatories

CIÊNCIA/ASTRONOMIA

2009 XO is an Apollo-type potentally asteroid with a diameter of 236-527 metres. It was first observed by La Sagra on the 9th of December 2009. It makes a close approach today, at a distance of 0.0226 AU (3.4 million km) from Earth.

We observed 2009 XO at magnitude +14.8, moving at 44″/min through the constellation of Leo. It had been unobserved this year.

#SpotTheAsteroid

2009 XO é um asteróide do tipo Apollo com um diâmetro de 236-527 metros. Foi observado pela primeira vez por La Sagra no dia 9 de Dezembro de 2009. Ele faz uma aproximação estreita hoje, a uma distância de 0.0226 UA (3.4 milhões de km) da Terra.

Observamos 2009 XO na magnitude + 14.8, movendo-se a 44 “/ min através da constelação de Leo. Este ano não tinha sido observado.

#SpotTheAsteroid

Northolt Branch Observatories
Asteroid Day
NEOShield-2
Qhyccd

2009 XO

2009 XO is an Apollo-type potentally asteroid with a diameter of 236-527 metres. It was first observed by La Sagra on the 9th of December 2009. It makes a close approach today, at a distance of 0.0226 AU (3.4 million km) from Earth.We observed 2009 XO at magnitude +14.8, moving at 44"/min through the constellation of Leo. It had been unobserved this year.#SpotTheAsteroidNortholt Branch ObservatoriesAsteroid DayNEOShield-2Qhyccd

Publicado por Northolt Branch Observatories em Quinta-feira, 7 de maio de 2020

07/05/2020

 

 

3613: Big asteroid shows itself ahead of Earth flyby on April 29

SCIENCE/ASTRONOMY

We have nothing to fear from 1998 OR2.

The Arecibo Observatory captured this radar image of the big asteroid 1998 OR2 on April 18, 2020. 1998 OR2 will fly by Earth at a distance of 3.9 million miles (6.3 million kilometers) on April 29.
(Image: © Arecibo Observatory/NASA/NSF)

We’ve now got a good visual on the big space rock that’s going to fly by Earth next week.

On Saturday (April 18), the Arecibo Observatory in Puerto Rico captured a radar image of the asteroid 1998 OR2, which will zoom within 3.9 million miles (6.3 million kilometers) of our planet on April 29.

For perspective: The moon orbits Earth at an average distance of about 239,000 miles (385,000 km). So we have nothing to fear from asteroid 1998 OR2’s Earth flyby on April 29, scientists stress.

Related: Potentially dangerous asteroids (images)

Arecibo team members have been wearing masks in the workplace to help minimize the spread of the novel coronavirus, and they apparently see a bit of themselves in the approaching space rock.

“#TeamRadar and the @NAICobservatory staff are taking the proper safety measures as we continue observations. This week we have been observing near-Earth asteroid 1998 OR2, which looks like it’s wearing a mask! It’s at least 1.5 km across and is passing 16 lunar distances away!” team members tweeted on Saturday via the @AreciboRadar account. (@AreciboRadar is not an official Arecibo account. But @NAICobservatory is, and it retweeted the April 18 post.)

Arecibo Radar @AreciboRadar

#TeamRadar and the @NAICobservatory staff are taking the proper safety measures as we continue observations. This week we have been observing near-Earth asteroid 1998 OR2, which looks like it’s wearing a mask! It’s at least 1.5 km across and is passing 16 lunar distances away!

The Arecibo researchers aren’t the only ones keeping an eye on 1998 OR2. For example, Italian astrophysicist Gianluca Masi, who runs the online Virtual Telescope Project, has been tracking the asteroid as well.

And Masi will continue to do so. On April 28, in fact, he will host a live webcast about 1998 OR2 that will feature telescope views of the object.

Astronomers estimate that 1998 OR2 is between 1.1 and 2.5 miles (1.8 to 4.1 kilometers) wide — big enough that an impact could threaten human civilization. But, to repeat, there is nothing to fear here; the asteroid will miss us by a large margin on April 29.

Indeed, you should quell any general death-from-above fears that may be running rampant in your head. NASA has found and tracked the vast majority of giant near-Earth asteroids, and none of them pose a threat to Earth for the foreseeable future.

Mike Wall is the author of “” (Grand Central Publishing, 2018; illustrated by Karl Tate), a book about the search for alien life. Follow him on Twitter @michaeldwall. Follow us on Twitter @Spacedotcom or Facebook

livescience
By Mike Wall – Space.com Senior Writer
25/04/2020

 

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3611: Northolt Branch Observatories

Near-Earth asteroids 2020 HP6 and 2020 HW6

2020 HP6 is a small Apollo-type asteroid with a diameter of 7-16 metres. It was first observed by Pan-STARRS 1, Haleakala on 22nd April. 2020 HP6 made a close approach yesterday. April 27th, at a distance of 0.00084 (125,000km) from the Earth.

2020 HP6 is fading rapidly and is already fainter than +25.0 mag

Ver mais

Asteróides perto da Terra 2020 HP6 e 2020 HW6

2020 HP6 é um asteróide do tipo Apollo com um diâmetro de 7-16 metros. Foi observado pela primeira vez por Pan-STARRS 1, Haleakala no dia 22 de Abril. 2020 HP6 fez uma abordagem estreita ontem. 27 de Abril, a uma distância de 0.00084 (125,000 km) da Terra.

2020 HP6 está a desaparecer rapidamente e já está mais fraco do que + 25.0 Mag
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2020 HW6 é um asteroide tipo Apollo com um diâmetro de 19-42 metros. Foi observado pela primeira vez pela Montanha Palomar — ZTF no dia 25 de Abril. 2020 HW6 fez um close no dia 26 de Abril, a uma distância de 0.0056 (837,000 km) da Terra.

2020 HW6 actualmente é observável em + 17.0 mag e desaparecendo

Northolt Branch Observatories
Asteroid Day
NEOShield-2
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3609: O Sistema Solar “roubou” asteróides ao espaço interestelar (e escondeu-os perto de Júpiter)

CIÊNCIA/ASTRONOMIA

JPL-Caltech / NASA

O Oumuamua, asteróide interestelar detectado no Sistema Solar em 2017, pode não ter sido o único a passar por nós. Um novo estudo revelou que há vários asteróides interestelares no Sistema Solar há muito tempo.

Uma equipa de investigadores identificou, pela forma como se movem em redor do Sol, 19 asteróides que terão sido capturados de outra estrela quando o Sistema Solar tinha apenas alguns milhões de anos. Os astrónomos acreditam que, na altura, o Sol fazia parte de um berçário estelar, um aglomerado de estrelas a nascer próximas da mesma nuvem de gás e poeira.

“A proximidade das estrelas significava que sentiam a gravidade um do outro muito mais fortemente do que hoje”, explicou Fathi Namouni, astrónomo e cosmólogo do Observatoire de la Côte d’Azur, em França, em comunicado. “Isto permitiu que os asteróides fossem puxados de um sistema estelar para outro”.

Fathi e a sua colega Helena Morais, da Universidade Estadual Paulista, no Brasil, encontraram o seu primeiro residente interestelar permanente em 2018, enquanto investigavam um grupo de asteróides chamados Centauros, que ficam entre Júpiter e Neptuno, e geralmente têm órbitas estranhas.

Um asteróide chamado 2015 BZ509 estava numa órbita mais estranha do que a maioria – exactamente a mesmo que Júpiter, mas na direcção oposta. Se fosse nativo do Sistema Solar, deveria estar a viajar na mesma direcção.

Os investigadores descobriram que a origem mais provável do asteróide era o espaço interestelar que teria sido capturado no Sistema Solar há 4,5 mil milhões de anos.

Neste novo estudo, a equipa examinou Centauros e objectos transnetunianos com alta inclinação orbital em relação ao plano orbital dos planetas. Como o 2015 BZ509, alguns desses objectos também têm órbitas retrógradas.

“Com excentricidades moderadas a altas, as órbitas dos Centauros podem ser inclinadas em alguns graus em relação ao plano invariável do Sistema Solar para quase 180°, resultando num movimento retrógrado”, segundo os investigadores. “As suas características orbitais costumam ser tomadas como um sinal do seu passado violento no Sistema Solar, uma noção reforçada pela sua chamada instabilidade. Se uma órbita do Centauro for integrada para frente ou para trás no tempo, invariavelmente atingirá o Sol, planetas ou será ejectado do Sistema Solar”.

O estudo incluiu 17 Centauros com inclinações orbitais superiores a 60º e dois objectos transnetunianos. Os cientistas usaram as órbitas conhecidas desses objectos para criar vários clones de cada um para simular as suas órbitas no tempo. Nesse momento, tudo no Sistema Solar estava num disco plano ao redor do Sol. Tudo deveria estar a orbitar em torno do mesmo plano e na mesma direcção.

De acordo com as simulações, os 19 asteróides não faziam parte do disco arrumado. A maioria dos clones acabou por colidir com o Sol ou por ser expulsa do Sistema Solar. No entanto, como os asteróides ainda estão no Sistema Solar, devem ter superado as probabilidades.

A probabilidade de os asteróides serem capturados pela gravidade do Sol de fora do Sistema Solar é maior do que a probabilidade de nascerem no Sistema Solar.

O estudo futuro destas rochas pode ajudar a validar as descobertas da equipa. A partir daí, poderiam ajudar a identificar mais intrusos interestelares, o que, por sua vez, poderia ajudar a aprender mais sobre a formação do Sistema Solar, bem como de outros sistemas planetários.

O estudo foi publicado este mês na revista científica Monthly Notices of the Royal Astronomical Society.

ZAP //

Por ZAP
28 Abril, 2020

 

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3599: Northolt Branch Observatories

CIÊNCIA/ASTRONOMIA

The NEOCP object, C1612D1, that we observed last night has now been designated 2020 HU5. It is an Apollo-type asteroid with a diameter of 34-76 metres.

2020 HU5 was first observed at Catalina Sky Survey on April 24th. It made a close approach on April 23rd, at a distance of 0.0305 au (4.5 million km) from Earth.

We observed it when it was visible at +18.1 mag, moving at 44 “/min through the constellation of Virgo.
https://minorplanetcenter.net/mpec/K20/K20HF9.html

O objecto NEOCP, C1612D1, que observamos ontem à noite foi agora designado 2020 HU5. É um asteróide tipo Apollo com um diâmetro de 34-76 metros.

2020 HU5 foi observado pela primeira vez na Catalina Sky Survey no dia 24 de Abril. Ele fez uma aproximação estreita no dia 23 de Abril, a uma distância de 0.0305 au (4.5 milhões de km) da Terra.

Observamos-lo quando era visível em + 18.1 mag, movendo-se a 44 “/ min através da constelação de Virgo.
https://minorplanetcenter.net/mpec/K20/K20HF9.html

Northolt Branch Observatories
Asteroid Day
NEOShield-2
Qhyccd

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