3728: Mínimo solar profundo. O Sol está muito calmo e os cientistas em alerta

CIÊNCIA/ASTRONOMIA

Pitris / Canva

Com um baixo número de manchas solares a surgir na superfície, o Sol entrou num período de calmaria incomum que colocou os cientistas em alerta.

O nível de actividade do Sol está tão baixo que alguns cientistas sugerem que podemos estar a aproximar-nos de um período profundo de actividade solar mínima e, potencialmente, de um grande mínimo. Segundo a Newsweek, o último episódio semelhante aconteceu no século XVII e coincidiu com uma curta era do gelo.

A nossa estrela tem um ciclo de 11 anos, causado pelo fortalecimento e enfraquecimento do campo magnético. Quando a actividade é mais alta – máximo solar – aparecem várias manchas na superfície do Sol. O último evento deste tipo aconteceu em 2014.

Por contraste, o mínimo solar é registado quando a actividade decai, fazendo com que apareçam menos manchas na superfície do Sol.

Em Abril, uma equipa de investigadores da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos previu que a chegada do mínimo solar seria muito semelhante com o último ciclo. Em comunicado, Lisa Upton afirmou que o próximo ciclo solar seria muito parecido com o anterior, com um máximo fraco e um “longo e profundo mínimo“.

A cientista acrescentou, no entanto, que não existiam indicações de que nos estaríamos a aproximar de um mínimo solar como o último grande mínimo registado – conhecido como Mínimo de Maunder.

O Mínimo de Maunder ocorreu entre 1650 e 1715, quando a actividade solar foi extremamente baixa. Este período de tempo é muitas vezes associado a um período de arrefecimento global, uma vez que as temperaturas eram cerca de um grau centígrado mais baixas em comparação com o começo da Revolução Industrial.

À Newsweek, Mathew Owens, professor de Física Espacial da Universidade de Reading, no Reino Unido, começou por explicar que entrar num mínimo solar não é algo incomum, mas o nível de actividade solar actual é fora do padrão.

“O Sol não tem apresentado manchas durante uma grande parte do ano, o que é mais calmo do que o comum”, descreveu o cientista.

O investigador espera que este período de “calmaria” do Sol termine em breve. “Com base nos ciclos solares anteriores, eu esperaria um aumento da actividade nos próximos meses. No entanto, o Sol pode sempre surpreender-nos.”

Crise de meia idade? O Sol está (muito) mais calmo do que as suas estrelas-irmãs

O nosso Sol está a comportar-se de uma forma estranha em comparação com os seus pares cósmicos. A estrela está…

ZAP //

Por ZAP
22 Maio, 2020

 

spacenews

 

3645: Crise de meia idade? O Sol está (muito) mais calmo do que as suas estrelas-irmãs

CIÊNCIA/ASTRONOMIA

Infelizmente, tive de recorrer a um editor de vídeo e a efectuar uma captura de écran dado que o vídeo publicado no ZAP não continha qualquer link para poder inserir.

O nosso Sol está a comportar-se de uma forma estranha em comparação com os seus pares cósmicos. A estrela está muito menos activa do que as suas “irmãs”, o que faz com que os astrónomos pensem que possa estar a passar uma espécie de período de transição.

Numa investigação sobre o Sol e 369 outras estrelas que partilham as suas propriedades, os astrónomos do Instituto Max Planck descobriram que o Sol é muito menos activo do que as outras. A principal explicação é que o Sol pode estar a passar uma espécie de “crise da meia idade”.

“Queríamos ver se o Sol é de alguma forma diferente”, disse Timo Reinhold, investigador do Instituto Max Planck, em declarações ao Inverse. “As pessoas alegam que é mais silencioso do que outras estrelas, enquanto outras alegam que é igualmente activo, por isso queríamos resumir essa amostra muito solar, muito parecida com o Sol”.

Nos últimos quatro anos, o brilho das outras estrelas flutuou descontroladamente, enquanto o Sol permaneceu relativamente constante, de acordo com o estudo publicado na semana passada na revista científica Science. De facto, a diferença entre os momentos mais brilhantes e mais fracos do Sol é um quinto das outras estrelas.

“Esta variabilidade é causada por manchas escuras na superfície da estrela que giram dentro e fora”, disse Reinhold, em declarações à agência Reuters. “Uma medida directa da actividade solar é o número de manchas solares na superfície”.

Os cientistas prestaram atenção especial ao período de rotação, porque a velocidade com que uma estrela gira em torno do seu próprio eixo influencia a criação do seu campo magnético. Os investigadores também estudaram 2.500 outras estrelas parecidas com o Sol, com períodos de rotação desconhecidos, determinando que o seu brilho flutuava muito menos do que os do outro grupo.

É possível que o Sol esteja apenas num estágio diferente de algum tipo de padrão cíclico do que as outras estrelas. No entanto, como também está na metade da expectativa de vida útil de nove mil milhões de anos, é possível que o nosso Sol esteja no meio de um ponto intermediário particularmente tranquilo da sua vida. “Outra explicação é que o Sol está numa crise de meia idade“, disse Reinhold.

De acordo com o New York Post, esta monotonia solar pode ser uma boa notícia. “Um sol muito mais activo também pode ter afectado a Terra em escalas de tempo geológicas – paleo-climatologia. Uma estrela muito activa mudaria as condições de vida no planeta, por isso viver com uma estrela bastante chata não é a pior opção”, disse Reinhold.

Estes resultados permitem duas interpretações, explica o Phys. Poderia haver uma diferença fundamental ainda inexplicável entre estrelas com período de rotação conhecido e desconhecido. Isso significaria que o Sol tem sido invulgarmente fraco nos últimos nove mil anos e que, em escalas de tempo muito grandes, também são possíveis fases com flutuações muito maiores.

Não há, no entanto, motivo de preocupação. No futuro próximo, não há indicação dessa “hiperactividade” solar. Pelo contrário: durante a última década, o Sol tem mostrado-se bastante fraco, mesmo com os seus padrões baixos. As previsões de actividade para os próximos onze anos indicam que isso não mudará em breve.

A actividade solar depende parcialmente do campo magnético do Sol. O brilho do Sol reflete sobre as mudanças nos campos magnéticos, nas quais as mudanças nos campos magnéticos da estrela levam a flutuações no brilho.

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Daqui a seis mil milhões de anos, o Sol vai ficar sem combustível e vai expandir-se massivamente, bombeando uma poderosa…

O campo magnético do Sol pode ser responsável pelo seu misterioso ciclo de 11 anos. A cada 11 anos, o campo magnético do Sol passa por um ciclo periódico no qual os pólos sul e norte alternam os pontos. No final deste ciclo, a actividade do Sol começa a aumentar, com mais explosões solares e materiais a explodir no espaço.

ZAP //

Por ZAP
6 Maio, 2020

 

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1607: O Planeta Marte pode estar vulcanicamente activo

Kevin Gill / Flickr

O lago líquido em Marte pode ser uma evidência de que o Planeta Vermelho passou mais tempo vulcanicamente activo do que se imaginava.

No ano passado, obtivemos grandes notícias sobre o Planeta Vermelho, onde um grande lago de água em estado líquido teria sido encontrado debaixo do gelo localizado no pólo sul marciano. Com base nesta descoberta, um novo estudo examinou como isto teria ocorrido no local, concluindo que possivelmente há um aquecimento debaixo da superfície.

Para que isso ocorresse, Marte teria tido alguma actividade vulcânica recente, sendo que essa actividade pode ainda estar activa, de acordo com a publicação do portal American Geophysical Union.

Na ocasião, o lago com água líquida foi descoberto através da utilização de radares a bordo da sonda Mars Express, apontando que o lago líquido está a 1,5 quilómetros debaixo do gelo sólido e possui uma extensão de 20 quilómetros.

Além disso, é possível que um valor elevado de sódio, magnésio e sal de cálcio esteja a ser dissolvido no lago, mantendo o seu estado líquido a baixas temperaturas.

Contudo, o novo estudo sugere que somente o sal não pode ser o único responsável por este acontecimento e que deva haver alguma fonte de aquecimento que contribui para a formação do lago, assim como na Terra, onde a água em estado líquido debaixo de camadas de gelo é consequência do aquecimento gerado a partir do magma debaixo da crosta.

Diversas observações mostraram que Marte já foi vulcanicamente activo. Os investigadores calcularam que, para o lago com as dimensões apresentadas e até hoje no local, a actividade vulcânica em Marte deva estar presente há aproximadamente 300 mil anos.

“Isto insinuaria que ainda há um magma activo no processo de formação no interior de Marte e isto não é apenas um frio ou uma espécie de lugar morto, internamente”, afirma Ali Bransom, co-autor do estudo.

Os investigadores estão a trabalhar para determinar as condições necessárias para a existência de água no Planeta Vermelho. Caso a existência de água em Marte seja confirmada, isso poderá ajudar a reduzir os dispositivos que os astronautas precisariam utilizar em missões futuras, além de alterar as nossas expectativas sobre a possibilidade de vida extraterrestre em Marte ou em qualquer outro planeta.

Bransom acredita que, caso haja vida, os organismos estariam protegidos da radiação debaixo da superfície. Refere ainda que, se o processo magmático estiver activo, haverá uma probabilidade maior de encontrar água em Marte, ao invés de vida, entretanto, não exclui nenhuma possibilidade.

ZAP // Sputnik News

Por SN
18 Fevereiro, 2019

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1006: Há três furacões activos no Oceano Atlântico

(h) NASA / EPA
Os furacões Florence (E), Isaac (M) e Helene (D)

Os trópicos foram à loucura: neste momento, existem três furacões activos a girar ao mesmo tempo no Oceano Atlântico.

A imagem acima demonstrada foi capturada na manhã de segunda-feira e mostra a actividade dos três furacões: Florence, Isaac Helene. Neste momento, o furacão Florence é o que representa uma maior ameaça, tendo atingido recentemente a categoria 4 numa escala que vai até ao 5. Todos os furacões se formaram no domingo passado.

São mais de 3.000 quilómetros que separam os três furacões por isso, a única forma de os observar em simultâneo é a partir do espaço.

As imagens foram feitas pelo GOES 16, um satélite de última geração lançado no ano passado com a objectivo claro de melhorar as previsões sobre furacões. Como bónus, também fornece uma “visão do inferno” para o público em geral.

O GOES 16 também tem a capacidade de ampliar as imagens de furacões específicos, oferecendo close-ups belíssimos – e um pouco angustiantes.

A Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos EUA compartilhou recentemente o olho do furacão Florence. O turbilhão de nuvens em volta do centro do furacão é um sinal de que está a ganhar força como era esperado.

Riscos dos fenómenos naturais

Esta é a 11ª vez que três furacões estão activos em simultâneo no Atlântico. A última vez que o fenómeno se deu foi no ano passado, quando Irma, José e Maria atingiram a categoria de furacão ao mesmo tempo. As cicatrizes do Irma e Maria ainda estão visíveis nas Caraíbas e na Florida.

As previsões para Florence e Isaac também não são boas. Felizmente, o furação Helene – que deverá atingir o arquipélago dos Açores no sábado – pode desviar-se para o Atlântico central e não apresentar risco imediato para nenhum território.

Já o Florence é uma ameaça para a costa leste dos Estados Unidos, onde mais de um milhão de pessoas já foram retiradas devido ao risco de inundações. O furacão está a fortalecer-se rapidamente e pode atingir o Sudeste ou o Meio-Atlântico até quinta-feira, com um grande risco de tempestade. Há ainda possibilidade de cheias históricas.

Enquanto isso, Isaac dirige-se em direcção às Caraíbas e às Pequenas Antilhas. Embora seja um furacão de pequenas dimensões, ainda pode trazer chuvas e tempestades a várias ilhas dos Barbados até Antígua. Também Porto Rico está dentro do “cone” da tempestade, embora ainda muita coisa possa acontecer entre o dia de hoje e o fim de semana para alterar a sua trajectória.

NOOA, EUA

Escolha dos nomes dos furacões

Os furacões e os demais ciclones tropicais têm nomes próprios – e a escolha não é feita ao acaso. Utilizar nomes próprios, em vez de números ou termos técnicos, tem como principal objectivo evitar confusões e fazer com que seja mais fácil recordar estes fenómenos durante os alertas que vão sendo divulgados.

No entanto, e ao contrário do que muitas vezes se pensa, a lista dos nomes não está em nada relacionada com políticos ou homenagem às vítimas do desastre do Titanic nem tão pouco possui apenas nomes femininos, nota a BBC.

A lista de nomes para os ciclones tropicais do Atlântico foi criada em 1953 pelo Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos (NHC) e o seu padrão tem sido usado noutras partes do mundo. Actualmente, estas listas são mantidas e actualizadas pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), agência da ONU com base em Genebra, na Suíça.

Todos os anos, as listas dos furacões são organizadas em ordem alfabética, alternando entre nomes masculinos e femininos. E os nomes das tempestades são diferentes variam de região em região.

Por exemplo, a de furacões e tempestades de 2017 no Atlântico passou por Arlene, Bret, Cindy, Don, Emily, Franklin, Gert e Harvey até chegar ao Irma, Jose e Katia – duas das tempestades que se tornaram furacões e atingiram a região logo de seguida.

No entanto, se estivéssemos na região do leste do Pacífico, estaríamos mais familiarizado com os nomes Adrian, Beatriz, Calvin, Dora, Eugene, Fernanda, Greg, Hilary, Irwin, Jova e Kenneth – ou seja, os nomes são adaptados às diferentes regiões.

Além disso, as listas são recicladas a cada seis anos, o que significaria que, em 2023, Harvey ou Irma poderão voltar a aparecer.

No entanto, os comités regionais da OMM reúnem anualmente para discutir quais as tempestades que foram especialmente devastadoras no ano anterior e, por isso, devem ter alguns nomes já “aposentados” – como deve ser o caso do Harvey e Irma.

Depois do Katrina ter feito mais de 2 mil mortos em Nova Orleães, nos Estados Unidos, em 2005, o nome deixou de ser utilizado.

De acordo com Koji Kuroiwa, chefe do programa de ciclones tropicais da OMM, o Exército americano foi o primeiro a utilizar nomes próprios em tempestades, ainda durante a Segunda Guerra Mundial.

“Preferiam escolher os nomes das suas namoradas, esposas ou mães. Naquela época, a maioria dos nomes era de mulheres”, explicou.

Por ZAP
13 Setembro, 2018

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574: Vulcão Kilauea provoca nuvem de gases ácidos e farpas de vidro

O vulcão Kilauea está a originar um novo perigo para a população da zona, devido às nuvens de gases ácidos, vapor e de partículas semelhantes ao vidro que estão a ser causadas pela chegada da lava ao Oceano Pacífico.

A Defesa Civil do condado do Hawai já alertou que a chegada da lava quente ao oceano pode contaminar o ar. Isto porque a interacção entre a lava e a água do oceano liberta uma nuvem tóxica, contendo uma mistura de gás de ácido clorídrico e de pequenas partículas de gás vulcânico.

Só o contacto breve com esta nuvem ácida causa “irritação dos pulmões, olhos e pele”, como avisa a Defesa Civil do município na sua página oficial.

A nuvem tóxica é “tão corrosiva quanto o ácido de bateria diluído“, referem cientistas ao The Guardian.

Estamos assim a falar de um novo perigo para a população da zona que está a ser aconselhada pelas autoridades a permanecer em casa, com as janelas fechadas.

Os boletins informativos também alertam que a saída de gás de dióxido de enxofre das fissuras no solo, abertas pelas erupções, quase triplicou nos últimos dias.

Desde que o vulcão Kilauea entrou em erupção, a 3 de Maio passado, mais de 1700 pessoas tiveram de ser retiradas das suas casas e cerca de 40 estruturas, dezenas de casas e carros foram destruídos.

O Serviço Geológico dos EUA informa que a erupção de lava continua num nível moderado em vários locais, e nem os cientistas conseguem prever quando é que vai parar.

O vulcão causou o primeiro ferido grave no sábado, quando um jacto de lava atingiu a perna de um homem que estava na sua varanda no terceiro andar.

O vulcão situa-se no sudeste da Grande Ilha do Hawai, onde vivem cerca de 185 mil pessoas.

Situado a 1200 metros de altitude, o Kilauea é um dos mais activos no mundo e um dos cinco existentes naquele arquipélago norte-americano.

ZAP // Lusa

Por ZAP
22 Maio, 2018

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563: Quando para a actividade do vulcão Kilauea? Nem os cientistas sabem

(cv)

Cientistas afirmam desconhecer quando é que a actividade do vulcão Kilauea, no Estado norte-americano do Havai, irá parar, depois de ter entrado em erupção no início do mês.

Não temos forma de saber se isto é mesmo o início ou o caminho do fim desta erupção”, afirmou Tom Shea, especialista em vulcões na Universidade do Havai.

O Kilauea é um dos mais activos vulcões do mundo e até agora foram já retiradas 1.700 pessoas que ainda não foram autorizadas a regressar a casa.

O vulcão entrou em erupção a 3 de maio e desde então já foram registadas mais de 20 fissuras que estão a expelir lava. Até agora, 40 casas ou edifícios foram destruídos pela lava.

Junto à cratera, registaram-se durante vários dias dezenas de sismos, alguns de magnitude superior a 5 na escala de Richter. O vulcão situa-se no sudeste da Grande Ilha do Havai, onde vivem cerca de 185 mil pessoas.

O Kilauea, a 1.200 metros de altitude, é um dos mais activos no mundo e um dos cinco existentes no arquipélago norte-americano.

O turismo, uma das maiores indústrias locais, já registou perdas de cerca de quatro milhões de euros. Uma erupção em 1924 matou uma pessoa e projectou pedaços de rocha, cinza e poeira no ar durante 17 dias.

A cratera do vulcão Kilauea, no estado norte-americano do Havai, entrou novamente em erupção, projectando nuvens de cinza a mais de nove mil metros de altitude – mais alto do que o pico do Monte Everest.

O geofísico da U.S. Geological Survey, Mike Poland, confirmou a explosão, que ocorreu depois de mais de doze fissuras terem aberto a alguns quilómetros a leste da cratera e terem inundado de lava os bairros mais próximos. Todas essas áreas foram imediatamente evacuadas, mas a lava acabou por destruir 26 casas e 10 outras estruturas.

Este é o tipo de explosão que temíamos“, diz Poland, “e não vai ser a única, muito provavelmente vai ser seguida de eventos adicionais”.

ZAP // Lusa

Por ZAP
19 Maio, 2018

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