933: Oceanário de Lisboa considerado o melhor do mundo pela terceira vez

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(CC0/PD) nathsegato / pixabay
O Ocenário de Lisboa tem mais de oito mil criaturas marinhas

Pela terceira vez, o Oceanário de Lisboa foi considerado o melhor aquário do mundo. A escolha foi dos utilizadores do site de viagens TripAdvisor, que votaram para a atribuição dos prémios Travellers Choice 2018.

O oceanário lisboeta tem uma avaliação global de 4,5 em 5, e já conta com 33.854 avaliações, sendo que 64% classifica-o como “Excelente” e 27% como “Muito Bom”, nota o Correio da Manhã nesta quarta-feira.

”Para nós é uma honra os nossos visitantes continuarem a valorizar o nosso trabalho e missão de conservação dos Oceanos. É através da nossa vasta e dedicada equipa que conseguimos proporcionar uma experiência única e inesquecível”, disse João Falcato, administrador do Oceanário de Lisboa, citado pelo Notícias ao Minuto.

“Passados vinte anos da inauguração, ser considerado o melhor aquário do mundo é um orgulho e uma motivação para continuar a promover o oceano”, rematou.

Oceanário é primeiro classificado pela terceira vez no ano em que celebra o seu 20º aniversário, sendo que já tinha ocupado este lugar em 2015 e em 2017.

O Oceanário tem mais de oito mil criaturas marinhas, desde raias, recifes de coral, tubarões e lontras marinhas. Desde a inauguração, em 1998, rapidamente se tornou numa das maiores atracções da capital, recebendo milhões de visitantes, nota a RTP.

Desde que abriu, o Oceanário já recebeu 23 milhões de visitantes, oriundos de 185 países diferentes.

O Tripadvisor é o maior site de viagens do mundo com mais de 661 milhões de avaliações e opiniões. Os galardões Travellers Choice, do portal de viagens TripAdvisor, destacam os melhores do mundo, segundo as avaliações dos seus utilizadores.

ZAP //

Por ZAP
29 Agosto, 2018

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802: A Lua de Sangue desta sexta-feira é o maior eclipse lunar do século

dougj55 / Flickr

Na próxima sexta-feira, 27 de Julho (HOJE), vai dar-se o mais longo eclipse lunar do século XXI, com mais de 102 minutos de duração, no qual a Lua, sem desaparecer, adquirirá um tom avermelhado.

Segundo um comunicado do Instituto de Astrofísica das Ilhas Canárias (IAC), baseado em dados da NASA, este será um eclipse total “com o máximo centrado no Oceano Índico“.

Ao contrário dos eclipses solares, as manchas poderão ser vistas de qualquer lugar do mundo, a partir do momento em que a Lua apareça acima do horizonte.

Um fenómeno deste tipo ocorre quando a Lua passa pela sombra da Terra. A atmosfera da Terra, que excede cerca de 80 quilómetros até o diâmetro do nosso planeta, age como uma lente que desvia a luz do sol e “filtra efectivamente os seus componentes azuis, deixando apenas a luz vermelha que será reflectida pelo satélite”, assinada o IAC, para explicar “o brilho em tons de cobre tão característico” que a Lua adquire nessas ocasiões.

“Depois de dois anos sem eclipses totais da Lua na Europa, no próximo dia 27 de Julho poderemos ver a Lua Vermelha novamente”, explica Miquel Serra-Ricart, astrónomo do Instituto de Astrofísica das Ilhas Canárias. Depois disso, acrescentou o cientista, será necessário esperar até Janeiro de 2019 para voltar a observar este curioso fenómeno.

A Lua começará a entrar na sombra da Terra pelas 18:24 horas UT e vai atingir a fase da totalidade do eclipse às 19:30 UT – durará 1 hora e 42 minutos.

O IAC vai transmitir o eclipse ao vivo através do seu canal, em colaboração com o projecto europeu Stars4all e com o Observatório HESS High Energy.

“Na transmissão ao vivo a partir da Namíbia, a escuridão produzida pelo eclipse permitirá descobrir objectos visíveis apenas a partir dos céus do sul”, acrescenta Serra-Ricart.

Por que será o eclipse lunar mais longo?

A cientista do Observatório Nacional, Josina Nascimento, explica e diz que “é tudo uma questão de geometria: neste eclipse da próxima sexta-feira a Lua vai passar bem no centro da sombra da Terra”.

Segundo Josina Nascimento, é fácil ver diversos planetas no céu durante o mês de Julho, principalmente Marte, que estará próximo da Lua no dia do eclipse.

“Vários planetas estão visíveis a olho nu no céu: Vénus está visível a oeste após o pôr do Sol, Júpiter já está alto no céu quando o Sol se põe, Saturno está visível também no início da noite a leste e Marte que está no auge do seu brilho, está visível a leste logo no início da noite”, explicou.

ZAP // RT / BBC

Por ZAP
27 Julho, 2018

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657: Solstício de Verão 2018

 

O Solstício de Verão ocorrerá no dia 21 de Junho de 2018 às 11h07min, marcando o início da estação no hemisfério norte (a mais quente apesar da Terra vir a estar o mais longe do sol a 6 de Julho). O sol neste dia de solstício estará o mais alto possível no céu em Lisboa e aquando da sua passagem meridiana atingirá a altura máxima de 75° .

A tabela abaixo mostra que a duração do dia no Solstício de Verão é efectivamente a mais longa. A 21 de Junho de 2018 o disco solar nascerá às 06:11:46 horas e pôr-se-á às 21:04:53 horas em Lisboa.

A duração do dia será de 14:53:07 horas, o que é apenas 1 segundo a mais do que no dia anterior.

O Verão prolonga-se por 93,66 dias até ao próximo Equinócio, a 23 de Setembro de 2018.

Solstícios: pontos da eclíptica em que o Sol atinge as alturas (distância angular) máxima e mínima em relação ao equador, isto é, pontos em que a declinação solar atinge extremos: máxima no solstício de Verão (+23° 26′) e mínima no solstício de Inverno (-23° 26′). A palavra de origem latina (Solstitium) associa-se ao facto do Sol travar o movimento diário de afastamento ao plano equatorial e “estacionar” ao atingir a sua posição mais alta ou mais baixa no céu local.

OAL – Observatório Astronómico de Lisboa
14 Jun 2018

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