2488: Cientista americana diz estar certa de que a Terra será atingida por asteróide

Uma cientista americana de uma ONG dedicada a proteger a Terra diz que é 100% certo que um asteróide atingirá o nosso planeta. A cientista é Danica Remy, presidente da Fundação B612.

Após um asteróide não ter passado longe da Terra no início deste mês, uma cientista declarou que um futuro impacto é inevitável. Embora ainda não esteja claro quando ocorrerá, a cientista disse que a certa altura, um asteróide acabará por atingir a Terra.

No último dia 10 de Agosto, uma enorme rocha espacial aproximou-se bastante do nosso planeta. Identificado como 2006 QQ23, o asteróide tinha cerca de 570 metros de comprimento (maior que a Torre Eiffel, em Paris), e viajava a uma velocidade de 16.700 quilómetros por hora.

Após a passagem próxima do asteróide, Danica Remy, a actual presidente da ONG B612 Foundation, na Califórnia, disse que uma colisão entre um asteróide e o planeta Terra está prestes a acontecer.

“É 100% certo de que vamos ser atingidos, mas não se sabe com 100% de certeza quando é que isso vai acontecer”, disse Remy à NBC News.

Apesar da certeza do impacto com um asteróide, Remy acredita que a Terra não corre o risco de ser atingida por rochas espaciais que poderiam acabar com a vida no planeta, que são aquelas rochas com mais de um quilómetro de comprimento.

Devido ao seu enorme tamanho, estes asteróides podem ser facilmente identificados e detectados por agências espaciais. Com base nas suas últimas descobertas, a Terra não corre o risco de ser atingida por um desses asteróides gigantes.

Embora a Terra esteja relativamente segura dessas gigantescas rochas espaciais, o mesmo não pode ser dito para os asteróides menores, que têm maiores hipóteses de atingir a Terra, uma vez que são pequenos o suficiente para serem atraídos pelas forças gravitacionais do planeta.

Ao contrário dos asteróides que poderiam acabar com a vida no planeta, a destruição causada pelo impacto de um asteróide menor será localizada. Mesmo assim, Remy observou que um impacto desses ainda pode ter um efeito devastador em algumas regiões do mundo.

“O tipo de devastação que estaríamos observando é mais regional do que um nível planetário”, disse Remy. “Mas ainda vai ter um impacto global, nos transportes, na rede e no clima”.

ZAP // Oficina da Net

Por ZAP
21 Agosto, 2019

 

2420: Vem aí um asteróide maior do que o Empire State Building (mas não há perigo)

(CC0/PD) Frantisek_Krejci / pixabay

Sim, um asteróide maior do que o Empire State Building vai passar pela Terra no próximo sábado. Não, isso não significa que precisemos de ficar preocupados.

No próximo sábado, o asteróide 2006 QQ23 vai passar a 0,049 unidades astronómicas da Terra, a cerca de 16.740 quilómetros por hora. Embora seja uma distância e uma velocidade suficientes para poder classificar este objecto de “asteróide potencialmente perigoso”, não há nada a temer.

Em declarações à CNN, Lindley Johnson e Kelly Fast, que controlam os objectos próximos da Terra com o Gabinete de Coordenação da Defesa Planetária da NASA, afirmam que este asteróide, com quase 570 metros de diâmetro, é “mais ou menos benigno”.

Segundo o canal televisivo, controlar estes objectos funciona principalmente como um mecanismo de defesa, para garantir que nenhum deles fica perto de atingir a Terra. Todos os anos, cerca de seis objectos do tamanho deste asteróide — que é maior do que o emblemático Empire State Building (443 metros) — passam pelo nosso planeta.

Além disso, existem actualmente cerca de 900 objectos espaciais próximos de nós no Sistema Solar que têm quase um quilómetro de diâmetro, ou seja, são muito maiores do que este asteróide 2006 QQ23.

É verdade que se atingisse a Terra, este asteróide poderia devastar uma grande área. No entanto, segundo Johnson, o impacto com a Terra é algo raro, ocorrendo talvez uma vez a cada dois ou três séculos.

E, como escreve a CNN, a NASA possui tecnologia para encontrar estes asteróides e perceber quando vão passar perto da Terra. Por exemplo, no caso do 2006 QQ23, os cientistas seguiram os dados de órbita a começar em 1901 até ao ano de 2200.

Porém, na semana passada, investigadores do Royal Institution of Australia, organização científica australiana sem fins lucrativos, anunciaram que um asteróide “assassino de cidades” passou muito perto da Terra — e quase passou despercebido.

ZAP //

Por ZAP
9 Agosto, 2019