2695: NASA vigia atentamente 5 asteróides que vão passar pela Terra

CIÊNCIA

Apesar de não haver nas contas da NASA nenhum asteróide em rota de colisão com a Terra nos próximos 100 anos, tudo pode mudar rapidamente. De facto, neste momento, há 5 asteróides que estão a ser vigiados de forma mais individual.

Segundo as informações, uma das 5 rochas que estão a caminho do nosso planeta é um corpo celeste grande. De tal forma que, se porventura estivesse em rota de colisão com o planeta, poderia destruir uma cidade inteira.

NASA vigia o caminho de 5 asteróides que passarão pela Terra

A NASA está a seguir um total de cinco asteróides que se dirigem agora para a Terra. Um dos asteróides que se aproxima é grande o suficiente para aniquilar uma grande área metropolitana. No entanto, estes não estão numa rota de colisão para tal cenário.

De acordo com o Center for Near Earth Object Studies (CNEOS) da NASA, o primeiro asteróide que se aproximará da Terra é chamado de 523934 (1998 FF14). A agência observou que o asteróide está a viajar actualmente a uma velocidade de cerca de 80 mil km/h. Contudo, este tem um diâmetro estimado de cerca de 430 metros, tornando-o significativamente maior do que a Torre Eiffel.

Asteróides que mesmo pequenos podem causar danos… se caíssem na Terra

Dado o enorme tamanho do asteróide, este poderia causar danos significativos se atingir a Terra. Ao contrário dos asteróides mais pequenos que normalmente explodem em pleno ar, o 523934 (1998 FF14) poderia muito provavelmente atravessar a nossa atmosfera e causar um evento de impacto maciço.

Se o asteróide atingir o planeta, pode criar uma cratera com cerca de alguns quilómetros de largura e nivelar uma área tão grande quanto uma cidade.

De acordo com o CNEOS, o asteróide aproximar-se-á da Terra amanhã, 24 de Setembro às 8:27 horas (hora de Lisboa). Durante este tempo, o asteróide estará a cerca de 0,02780 unidades astronómicas ou a aproximadamente 4.1 milhões de quilómetros de distância.

Pequenos mas muito velozes

A segunda rocha que passará pela Terra chama-se 2019 SW1. Move-se a uma velocidade perto dos 46 mil km/h e tem um diâmetro estimado de 21 metros. O CNEOS prevê que a 2019 SW1  passará pela Terra também a 24 de Setembro, pelas 11:52 horas (hora de Lisboa). Contudo, o asteróide estará a cerca de 0,00769 unidades astronómicas ou aproximadamente 1.1 milhões de quilómetros do centro da Terra. No fundo, estamos a falar em cerca de três vezes a distância entre o planeta e a Lua.

Posteriormente, chega o terceiro asteróide conhecido como 2019 QY3. Esta rocha viaja a uma velocidade de 30 mil km/h e possui um diâmetro estimado de 66 metros. De acordo com o CNEOS, o 2019 QY3 irá passar pela Terra no dia 26 de Setembro às 8:35 da manhã. A sua distância mais próxima à Terra durante a sua aproximação será de cerca de 5 milhões de quilómetros de distância.

O quarto asteróide, o 2017 KP27, viaja à velocidade estimada de cerca de 17 mil km/h. Segundo as informações do CNEOS, este asteróide tem cerca de 45 metros de comprimento e passará pelo nosso planeta no dia 26 de Setembro às 20:36. Durante este tempo, o asteróide estará a aproximadamente 1.6 milhões de quilómetros do centro do planeta.

Por fim, chega o 2006 QV89. Este asteróide voa a uma velocidade de cerca de 15 mil km/h. O organismos da NASA notou que este asteróide tem cerca de 52 metros de comprimento. Assim sendo, este passará já na madrugada do dia 27 de Setembro pelas 04:54.

NASA: Asteróide classificado como perigoso vai passar pela Terra no próximo ano

Chama-se 1998 OR2 e é um enorme asteróide que está actualmente numa trajectória para passar pelo nosso planeta. Contudo, este não é um asteróide qualquer. O astro tem órbita excêntrica, é classificado como objecto … Continue a ler NASA: Asteróide classificado como perigoso vai passar pela Terra no próximo ano

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Imagem: NASA
Fonte: Business Times

 

2460: NASA: Asteróide classificado como perigoso vai passar pela Terra no próximo ano

Chama-se 1998 OR2 e é um enorme asteróide que está actualmente numa trajectória para passar pelo nosso planeta. Contudo, este não é um asteróide qualquer. O astro tem órbita excêntrica, é classificado como objecto próximo da Terra e como asteróide potencialmente perigoso do grupo Apollo.

O 1998 OR2 foi descoberto no dia 24 de Julho de 1998. Quem o detectou foram astrónomos do programa NEAT no Observatório de Haleakala, no Havai. Contudo, este é um dos asteróides mais brilhantes e um dos mais perigosos que existe.

Asteróide  de 1998 OR2 é da classe dos mais perigosos que passam pela Terra

Os asteróides – corpos rochosos que vagueiam pelo no espaço – não evocam uma sensação particularmente positiva. Na verdade, cada vez se tem falado mais, após sabermos que não estamos a salvo dos impactos.

Assim, há cada vez mais olhos a vigiar o espaço e, segundo informações recentes, parece que há uma grande rocha prestes a passar por cá. Se entrar na nossa atmosfera, seguramente vai fazer muitos estragos.

Chama-se 1998 OR2, esta rocha está desde há muitos anos na mira da NASA. A agência projectou a sua órbita até ao ano 2197. Pela estimativa da rota, este astro nunca irá colidir com a Terra, a não ser que algo perturbe a sua rota.

NASA classifica como muito grande

O Centro de Estudos de Objectos Próximos à Terra (CNEOS) da NASA revelou que o asteróide 1998 OR2 tem um diâmetro estimado de 4 quilómetros e espera-se que passe pela Terra no dia 29 de Abril de 2020, às 15:26 horas de Portugal Continental.

No seu ponto mais próximo, o asteróide estará a uma distância de aproximadamente 0,04205 unidades astronómicas ou cerca de 6,3 milhões de quilómetros do centro do nosso planeta. Parece seguro, certo? Bem, o curso do asteróide pode ser alterado devido a alguns fenómenos e pode eventualmente colidir com a Terra.

Mas que fenómenos serão esses?

Em primeiro lugar existe o efeito Yarkovsky, que é conhecido por afectar o semieixo maior dos asteróides. Este fenómeno pode ser definido como a força consequente exercida sobre um corpo celeste devido a mudanças na temperatura. Entre as várias razões para esta alteração da temperatura, está a influência da radiação externa ou a gerada internamente.

Dessa forma, este tipo de alteração pode afectar a rotação do asteróide 1998 OR2 e, eventualmente, a sua órbita, fazendo com que este se vire para a Terra.

O segundo factor que poderia levar ao evento catastrófico de colisão de asteróides seria a perturbação da trajectória causada pela Fenda de ressonância gravitacional. Este último pode ser descrito como uma pequena região no espaço em torno de um planeta onde a gravidade do planeta pode alterar a órbita de um corpo celeste que transita por perto. Dessa forma, no caso de um asteróide, a gravidade poderá atrair para dentro da órbita do planeta, levando a uma colisão.

Que consequências resultariam de um impacto deste asteróide o planeta?

Há muitos dados apenas avançados com base em previsões, felizmente não temos registos que atestem a certeza dos factos. Contudo, além do dano tectónico causado pelo asteróide, o impacto também alteraria severamente as condições meteorológicas e atmosféricas do planeta.

17/08/2019