3683: ESO Astronomy

CIÊNCIA/ASTRONOMIA

ESO #Flashback: In 2017, this was the biggest infrared image ever taken of the Small Magellanic Cloud — with the whole frame filled with millions of stars.
Image credit: ESO Astronomy /VISTA VMC
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ESO #Flashback: Em 2017, esta foi a maior imagem de infravermelha já tirada da Pequena Nuvem Magalhães – com toda a moldura cheia de milhões de estrelas.
Crédito da imagem: ESO Astronomy / VISTA VMC
Veja uma imagem maior em: socsi.in/eYPvp

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3682: Try to dock with the International Space Station with this SpaceX Crew Dragon simulator

SCIENCE/TECHNOLOGY

Good luck and don’t damage your spaceship

Later this month, SpaceX’s new Crew Dragon spacecraft will take its first human passengers to the International Space Station — and now you can get a firsthand view of what they’ll be seeing when they approach the orbiting lab. Today, SpaceX released a new online simulator that allows users to try their hand at manually docking with the ISS using the Crew Dragon’s controls. Spoiler alert: it’s actually pretty hard!

The simulator begins with your Crew Dragon vehicle radically askew in space. Ahead, a virtual recreation of the International Space Station awaits, but the docking system on your Crew Dragon is pointed at an angle away from the port with which it needs to align. Luckily, there are plenty of controls to fix the vehicle’s position and approach the station. But remember, in space, it’s not as simple as moving forward, backward, or turning. You’ve got six degrees of freedom, so you also need to be pitched properly and roll the vehicle to its right orientation.

 

In the simulator, controls on your left manipulate the Crew Dragon’s translation: its movements forward, backward, up, down, and side to side (though in space, this is all relative). The controls on the right manipulate the vehicle’s pitching, yawing, and rolling. A heads-up display will let you know if you’re moving in the right way. But also don’t expect to reach the ISS at a brisk pace. Docking in space is a slow process, with the tiniest motions going a long way. So if you have some time to spare, you can see if you’re able to perfectly orchestrate the right clicks to get your spacecraft into its parking spot.

Actual astronauts riding inside Crew Dragon won’t need to manually dock the vehicle if all goes well. The vehicle is designed to automatically dock with the International Space Station without the need of any user input. Still, all of the astronauts are trained to take over the controls of the Crew Dragon if necessary, and SpaceX’s first passengers — NASA astronauts Bob Behnken and Doug Hurley — will do some manual flying on their mission, just to test out the system.

After a few rounds of the simulator, you’ll get a little glimpse of what it’s like to park a spaceship. Just don’t do what I did and go too fast; you’ll dent the ISS.

The Verge

 

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3681: Pirâmides egípcias estavam mesmo alinhadas com os pontos da bússola

CIÊNCIA/ARQUEOLOGIA

Egypt Ministry of Antiquities

Um novo estudo confirma a ideia de que alguns templos e túmulos egípcios estavam, de facto, orientados para certas regiões do céu.

A ideia de que muitas estruturas antigas foram intencionalmente construídas de forma a estarem alinhadas com objectos celestes não é novidade. No entanto, o autor deste novo estudo, Fabio Silva, considera que a maioria destas investigações sobre esse fenómeno não é confiável, porque não usam testes estatísticos para entender a probabilidade de que os supostos padrões sejam coincidências.

Como tal, o cientista desenvolveu um método estatístico que permite identificar padrões genuínos e não meras obras do acaso, escreve a New Scientist. O estudo será publicado na edição de Junho da revista científica Journal of Archaeological Science.

“Existem muitas estruturas antigas que foram consideradas alinhadas com objectos celestes, como o Stonehenge, mas devemos verificar a hipótese dessas atribuições“, disse Fabio Silva, da Universidade de Bournemouth, citado pela Agenzia Italia. “A maioria dos estudos baseia-se no mapeamento de múltiplas estruturas criadas por uma cultura, ou seja, na procura por padrões que possam estar relacionados às posições das estrelas ou do planeta num determinado período”.

O método da equipa liderada por Fabio Silva considera os factores de erro que afectam tanto o solo como o céu. Um estudo de 2009 identificou sete locais relacionados à posição das estrelas, mas com o método estatístico deste novo estudo, apenas dois desses locais foram confirmados.

Muitas pirâmides foram construídas para serem alinhadas com os quatro pontos cardeais, tanto por razões religiosas como culturais.

“Os antigos egípcios, por exemplo, acreditavam que o norte era ‘o lugar da ascensão da alma’. Por esse motivo, estruturas como a Grande Pirâmide de Gizé tinham entradas viradas para o norte”, explica Bernadette Brady, cientista da Trinity Saint David University, no País de Gales, que não esteve envolvida no estudo.

Também estruturas como o Templo de Karnak estão voltadas para o amanhecer do solstício de Dezembro, que era considerado um evento astronómico relevante em diferentes culturas.

“Algumas investigações são baseadas na ideia de que os construtores reproduziam o padrão de estrelas ou corpos celestes ao observar o céu do centro das estruturas, mas o objectivo e os métodos de trabalho poderiam ter sido diferentes. A principal dificuldade nesse tipo de especulação é que é bastante simples partir de preconceitos inconscientes”, conclui Silva.

ZAP //

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13 Maio, 2020

 

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3680: Cientistas descobrem uma anã castanha às riscas

CIÊNCIA/ASTRONOMIA

Caltech / R. Hurt (IPAC)

Uma equipa de astrónomos descobriu uma anã castanha distante – um corpo celeste frio semelhante a uma estrela – coberta de riscas não muito diferentes das nuvens que cobrem o gigante Júpiter.

Em comunicado, os cientistas do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech), nos Estados Unidos, referem ter encontrado aquilo que parecem ser faixas de nuvens a cruzar a superfície da anã castanha Luhman 16A, localizada a 6,5 anos luz do Sistema Solar.

Trata-se de uma descoberta bizarra contudo, nota o portal Science Alert, esta não é a primeira anã castanha às riscas já encontrada.

Ainda assim, sustentam os cientistas, esta descoberta pode ser importante, uma vez que a técnica utilizada pelos cientistas na análise da Luhman 16A, a polarimetria, pode fornecer uma nova ferramenta para os cientistas estudarem e entenderem o Cosmos.

A polarimetria é uma técnica que funciona da mesma forma do que os óculos de sol polarizados que bloqueiam o brilho da sul solar, explica a equipa na mesma nota.

“Costumo pensar em instrumentos polarimétricos como os óculos de sol polarizados de um astrónomo (…) Mas em vez de tentar bloquear esse brilho, estamos a tentar medi-lo“, explicou Maxwell Millar-Blanchaer, um dos cientistas envolvidos no estudo.

Quanto às nuvens encontradas, os cientistas acreditam que sejam compostas por silicatos ou amoníaco. “Na realidade, é um clima bastante horrível“, completou Julien Girard, co-autor do estudo, cujos resultados foram esta semana publicados na revista científica especializada The Astrophysical Journal.

ZAP //

Por ZAP
13 Maio, 2020

 

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3679: Meteorito antigo é a primeira prova da convecção vulcânica em Marte

CIÊNCIA/ASTRONOMIA/GEOLOGIA

ESA / DLR / FU Berlin
Imagem captada no dia 1 de Janeiro de 2018 pela Câmara de Alta Resolução da Mars Express da ESA

Os cientistas pensaram, durante vários anos, que Marte estava morto. No entanto, várias evidências começaram a sugerir que o Planeta Vermelho é vulcânica e geologicamente activo.

A ideia de que Marte era um planeta vulcanicamente activo acaba de se tornar ainda mais real. Um meteorito, que se formou nas profundezas do Planeta Vermelho, acaba de fornecer a primeira prova química de convecção de magma dentro do manto marciano.

Os cristais de olivina encontrados no meteorito de Tissint podem ter-se formado devido a mudanças de temperatura, enquanto o material era “remexido” por correntes de convecção do magma. Os cientistas dizem que isto prova que Marte era vulcanicamente activo quando os cristais se formaram, entre 574 e 583 milhões de anos atrás.

Nicola Mari, geólogo da Universidade de Glasgow, na Escócia, explica que este estudo, cujo artigo científico foi recentemente publicado na Meteoritics & Planetary Science, prova a existência de actividade no interior deste planeta de um ponto de vista puramente químico.

A olivina, que se forma quando o magma arrefece, é um dos minerais mais abundantes na crosta terrestre e muito comum em meteoritos.

O cientista explica que, na câmara de magma onde os cristais do meteorito de Tissint se formaram, “a corrente de convecção era tão vigorosa que as olivinas foram arrastadas do fundo da câmara (a região mais quente) para o topo (a mais fria) muito rapidamente. A taxa de arrefecimentos das olivinas variava entre 15 a 30ºC por hora“.

Ao Science Alert, Mari disse acreditar que “Marte ainda pode ser um mundo vulcanicamente activo, e estes resultados apontam para isso mesmo“. “Podemos não ver uma erupção vulcânica em Marte nos próximos cinco milhões de anos, mas isso não significa que o planeta esteja inactivo. Pode só significar que o tempo entre as erupções em Marte e na Terra é diferente.”

Os traços de níquel e cobalto encontrados nos cristais sugerem que se formaram a uma profundidade entre 40 e 80 quilómetros sob a crosta de Marte. Com estes dados, os cientistas podem calcular a pressão sob a qual os cristais se formaram, e, consequentemente, a temperatura do manto de Marte na época – estimada em 1.560ºC.

Esta temperatura é muito semelhante à do manto da Terra, entre 4 e 2,5 mil milhões de anos atrás, estimada em 1.650ºC. Este detalhe dá força à teoria de que Marte pode ser vulcanicamente ativo. Ainda assim, serão necessárias mais pesquisas para corroborar esta hipótese.

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13 Maio, 2020

 

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3678: Robô autónomo russo mergulhou mais de 10.000 metros na Fossa das Marianas

CIÊNCIA/OCEANO

FPI

O Vitiaz, um veículo submarino não tripulado e autónomo russo, desceu pela primeira vez às profundezas da Fossa das Marianas, o abismo mais profundo do planeta Terra, localizado no Oceano Pacífico.

A informação é avançada pela Fundação para a Pesquisa Avançada (FPI), que precisa que o robô autónomo mergulhou mais de 10.000 metros.

“A 8 de Maio de 2020, às 22h34, horário de Moscovo, o veículo subaquático autónomo russo Vitiaz chegou ao fundo da Fossa das Marianas. Os sensores de Vitiaz registaram uma profundidade de 10.028 metros”, adiantou a FPI, citada pela Europa Press.

A Fossa das Marianas tem uma profundidade estimada de 10.984 metros.

“Ao contrário dos dispositivos Kaiko (Japão) e Nereus (Estados Unidos) que operavam anteriormente nesta área, o dispositivo Vitiaz funciona de forma totalmente autónoma. Graças ao uso de elementos de inteligência artificial no sistema de controlo do veículo, esse pode contornar a obstáculos de forma independente e encontrar uma saída de um espaço limitado e resolver outros problemas”, realça a fundação, citada pelo portal Sputnik News.

De acordo com o mesmo órgão de comunicação russo, o Vitiaz fez o mapeamento, captou fotografias e gravou vídeos do ponto mais profundo dos cinco oceanos, tendo também aproveitado a missão para estudar o ambiente marinho.

“A missão durou mais de três horas, sem contar o mergulho e o retorno à superfície”.

O director da fundação, Andrei Grigoriev, detalhou ainda que esta expedição, de 8 de maio, foi a primeira fase de uma série de procedimentos que o Vitiaz vai levar a cabo.

“Este é o primeiro dos procedimentos programados no âmbito do projecto Vitiaz. Foi realizado em conjunto com especialistas russos e equipas científicas da Academia Russa de Ciências, com o apoio da frota do Pacífico”, acrescentou.

Já pode visitar o ponto mais profundo dos 5 oceanos (mas há um preço)

Graças a um explorador rico, em maio, alguns sortudos poderão escapar da pandemia de covid-19 durante um curto período de…

ZAP //

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12 Maio, 2020

 

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3677: Pedaço de foguetão chinês caiu de forma descontrolada no Atlântico

CIÊNCIA/ESPAÇO

Um grande pedaço de um foguetão chinês caiu no Oceano Atlântico, esta segunda-feira, sendo um dos maiores detritos espaciais que caíram descontroladamente na Terra nas últimas 30 décadas.

De acordo com a revista Newsweek, que cita Jonathan McDowell, astrónomo do Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics, este pedaço de foguetão tinha 30 metros de comprimento e pesava cerca de 18 toneladas.

Este pedaço, que pertencia ao foguetão chinês Long March 5B — lançado, a 5 de Maio, a partir do Centro de Lançamento Espacial de Wenchang —, caiu no Oceano Atlântico, esta segunda-feira, algures na costa oeste da Mauritânia, na África Ocidental.

Segundo esta publicação, este segmento do foguetão chinês é o maior detrito espacial que caiu de forma descontrolada na Terra desde 1991.

Com 17,8 toneladas, este é o objecto mais maciço a fazer uma reentrada descontrolada desde o soviético Salyut-7, de 39 toneladas, em 1991, a não ser que tenhamos em conta o OV-102 Columbia”, disse McDowell no Twitter.

O astrónomo refere-se ao vaivém espacial norte-americano que, em 2003, perdeu o controlo ao reentrar na atmosfera terrestre, matando todos os sete astronautas a bordo.

De acordo com o jornal Independent, o foguetão Long March 5B faz parte dos esforços da China para aumentar a sua presença no Espaço. Para já, não incluiu tripulação (e ainda bem), mas o objectivo é que um dia possa transportar seis astronautas.

O jornal britânico recorda ainda que o país asiático planeia trabalhar na sua própria versão da Estação Espacial Internacional (EEI), depois de ter sido excluída, em grande parte, por causa das objecções dos Estados Unidos.

ZAP //

Por ZAP
12 Maio, 2020

 

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